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O projeto Maratona Jazz é composto pela seleção e realização de apresentações de jazz de artistas locais, nacionais e internacionais, difundindo o estilo musical e suas composições tradicionais e contemporâneas. Serão realizadas ações de democratização de acesso e acessibilidade cultural.
1) Nômade Orquestra Formada no ABC paulista, a Nomade Orquestra é um ponto de encontro onde diferentes vertentes e expressões musicais interagem de forma única. Mesclando elementos de jazz, funk, rock, dub, reggae e afrobeat, entre outras vertentes musicais, o grupo formado por 10 integrantes é um dos mais reconhecidos na cena instrumental. 2) Dudu Lima Trio Virtuoso instrumentista, contrabaixista, compositor e arranjador mineiro, reconhecido como um dos maiores instrumentistas brasileiros na atualidade, que com sua sonoridade inovadora encanta as platéias por onde passa em apresentações nos mais nobres palcos do país de norte a sul do Brasil e do exterior em formações solo, duo, trio ou quarteto ao lado de seus convidados especiais. Em sua discografia composta por 11 CDs, 7 DVDs, 1 Álbum Digital e 1 Vinil, com turnês de lançamento pelo Brasil e exterior, contou com as participações especiais de grandes nomes da música brasileira e internacional, seus convidados, como entre outros: João Bosco, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Toninho Horta, Hermeto Pascoal, Ivan Conti, Marcos Suzano, Leandro Scio, Hermanes Abreu, Caetano Brasil, Fofinho Forever, Emmerson Nogueira, Jean Pierre Zanella (Canadá) e Stanley Jordan (USA), entre outros. Em seu novo álbum lançado em 2021 “Dudu Lima - Concerto para Contrabaixo”, um trabalho autoral especialíssimo de criação e liberdade artística, fruto de 35 anos de carreira dedicados a música, o artista mergulha no universo de seu instrumento, em interpretações de suas canções ao Contrabaixo (elétrico, fretless, baixolão e acústico), onde os detalhes rítmicos, harmônicos e melódicos são levados ao extremo, numa verdadeira viagem sonora. 3) Mestrinho do Acordeon Mestrinho é cantor, compositor, acordeonista e nordestino. Mestrinho já teve a honra de dividir o palco com artistas consagrados como os já mencionados Gilberto Gil, Hermeto Pascoal e Elba Ramalho, além de Rosa Passos, Antônio Barros e Cecéu, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Jorge Aragão, Gabriel o Pensador, Paula Toller, Luciana Mello, Diogo Nogueira, Toni Garrido, Margareth Menezes, Elza Soares, Benito di Paula e Zeca Baleiro, entre outros. A concepção de “Opinião”, trabalho autoral, é uma mescla de influências de músicas de vários gêneros como o forró, o jazz, o samba, a música instrumental, da forma que percebe a vida e resulta de uma relação íntima com a Música que transcende o espírito e flui com naturalidade. 4) Badi Assad Violonista, cantora, malabarista vocal e compositora, Badi Assad emergiu como uma das artistas mais versáteis de sua geração. Com 19 álbuns lançados em todo o mundo e mais de 40 países visitados, seu CD Wonderland de 2006 foi selecionado entre os 100 melhores da prestigiada BBC London e também foi incluído entre os 30 melhores da Amazon.com. Em 2018 o filme sobre sua vida ‘Badi’ ganhou vários prêmios nacionais e internacionais, como o de melhor documentário no LABAFF (Los Angeles Brazilian Festival de Cinema). 5) Banda Mantiqueira A Banda Mantiqueira é uma big band formada em 1991, por iniciativa do clarinetista, saxofonista, compositor e arranjador Nailor Azevedo "Proveta", e integrada por outros músicos que também ansiavam por uma linguagem que expressasse a brasilidade na forma de interpretar nossa música. Com confessa influência das orquestras de Severino Araújo, Thad Jones, Count Basie e Duke Ellington, Proveta procurou uma forma de contato com a obra dos grandes compositores brasileiros – Pixinguinha, Cartola, Nelson Cavaquinho, Tom Jobim, entre outros – e passou a escrever arranjos para as composições desses grandes mestres. 6) João Bosco e Hamilton de Holanda Músicos de diferentes gerações, João Bosco e Hamilton de Holanda têm em comum o fato de, mesmo sendo intérpretes virtuosos de ritmos brasileiros, utilizarem elementos do jazz na criação de arranjos em seus trabalhos. Como ambos são dados a improvisos, costumam propor, a cada apresentação, novas nuances para uma mesma canção. Ao longo dos anos, os dois dividiram o palco sempre que um convida o outro para participações esporádicas. Agora, eles dividem não duas ou três músicas, mas todo o repertório. 7) Madeleine Peyroux Madeleine tem a energia de Leonard Cohen (“Dance Me to the End of Love”), Bob Dylan (“You’re Gonna Make Me Lonesome When You Go”), Charlie Chaplin (“Smile”), Edith Piaf (“La Vie en Rose ”), ou do cantor pós-punk Elliott Smith (“Between the Bars”), sempre de uma forma sedutoramente cautelosa, respeitosa e cristalina. A atual turnê traz os destaques da antologia desse ícone que é Madeleine, cantora e compositora aclamada pela crítica e amada pelo público. O programa é um documento vivo de suas metamorfoses artísticas, The Best of Madeleine Peyroux combina o pungente com o charmoso, o antigo com o novo e os favoritos padrão com as composições originais.
Objetivo geral O projeto Maratona Jazz tem como objetivo selecionar e realizar shows de jazz com artistas nacionais e internacionais, a fim de proporcionar à população a oportunidade de conhecer e desfrutar da diversidade do estilo musical. Além disso, visa oferecer ações de democratização de acesso e acessibilidade cultural. Objetivos específicos Produto Apresentação Musical: - Serão ofertados eventos com programação diversificada de jazz, com 13 apresentações musicais no total, em São Paulo e Porto Alegre; - Será ofertado evento com programação diversificada de jazz, com 9 apresentações musicais, sendo 6 de músicos locais, 2 de músicos nacionais e 1 de músico internacional em São Paulo; - Será ofertado evento com programação diversificada de jazz, com 4 apresentações musicais, 3 apresentações de músicos locais e 1 apresentação de músico internacional em Porto Alegre; - Todas as apresentações terão audiodescrição, oferecendo ao público cego acessibilidade cultural; - Como ampliação de acesso será realizada a ação Carona Acessível, onde 6 pessoas cegas irão receber transporte até o evento. Produto Contrapartida Social: - Será realizada apresentação de música instrumental para atender 500 estudantes e professores de escolas públicas; - Será oferecida audiodescrição e serão convidadas instituições que atendem pessoas cegas a participarem. Além disso o projeto pretende colaborar para: -Incentivar a formação de plateia para o segmento da música instrumental além de propor programação de interesse do grande público para que retomem o hábito de ir a shows musicais;-Oferecer valor de ingresso atrativo ao público através do subsídio do Incentivo Fiscal;-Gerar emprego e renda para artistas e toda a cadeia de produção artística e de eventos, de forma direta e indireta;-Atrair o interesse de patrocinadores, direcionando receita para um dos setores mais afetados pela desaceleração da economia causado pela pandemia, através de incentivos fiscais.
O Jazz é um estilo musical e uma expressão artística que surgiu nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e início do século XX, tendo origem na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam. Com o passar do tempo a popularização do Jazz foi inevitável. A partir dos anos de 1910 os brancos ouviam e tocavam jazz, mas somente a partir de 1920 que a manifestação artística passou a fazer parte da cultura branca. Um dos grandes motivos para a popularização do jazz foi quando os americanos brancos passaram a se interessar por shows, teatro e cinema. Isso aconteceu logo após a Primeira Guerra Mundial. Nesse cenário, houve uma forte emigração dos negros para grandes cidades, como Nova Iorque. A popularização do Jazz, a partir de 1920 alcançou patamares internacionais. As orquestras viajavam pela América do Sul e pela Europa e a música passou a ser conhecida mundialmente. Devido à sua divulgação mundial, o jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo, assim, uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica. Atualmente, o jazz é uma manifestação artístico-musical dotada de uma universalidade difícil de delimitar. O Jazz brasileiro, por sua vez, é muitas vezes considerado como um selo de qualidade por conta da diversidade de melodias e ritmos presentes no país. Dessa forma, entende-se como importante a presença de grupos de Jazz em um espaço cultural brasileiro, mostrando a sua universalidade e suas diferenças ao público brasileiro em geral, e dando espaço também para o novo jazz em nosso país. A Lei Rouanet tem sido a única ferramenta cultural que possibilita a execução de projetos de cunho musical instrumental, que amplia o acesso de um grande número de pessoas a essa manifestação artística e cultural. Assim, foi estruturado um projeto de relevância artística, com grande investimento de produção que infelizmente não se sustenta apenas com receita de bilheteria, pois seus custos tornariam o valor dos ingressos inacessíveis a grande maioria da população. Por isto é crucial para a viabilidade deste projeto a sua aprovação junto à Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, no Artigo 18. Incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 nos quais a proposta se enquadra e finalidades do Artigo 3ª que serão alcançadas com o projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Contrapartida Social Apresentação de música instrumental de grupo local para alunos e professores da rede pública, com a intenção de aproximar jovens desse tipo de expressão cultural. Quantidade de vagas: 500 Duração: 1h Classificação: livre
Em conformidade com o Art. 25 da IN 01/2023 priorizamos possibilitar o acesso, circulação e a fruição às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e/ou qualquer outro tipo de limitação física ou intelectual, facilitando o exercício de seus direitos culturais e promovendo a equidade. Apresentamos abaixo propostas de acessibilidade para o projeto, além das estratégias a serem adotadas na divulgação, que inclui descrição de imagens, vídeos em libras, áudio-convite, dentre outras. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: Os teatros que receberão os shows oferecem toda a estrutura necessária para permitir a acessibilidade física desde a chegada, na plateia e nos banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá recurso de audiodescrição nas apresentações musicais do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por tratar-se de música instrumental, sem letra, não há possibilidade de interpretação em LIBRAS, o que promoveria acesso à pessoas surdas ou ensurdecidas. DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO - ação carona acessível (Art.28 inciso III) Na Carona Acessível uma van busca as pessoas com necessidades especiais na instituição/escola de atendimento ou em casa, com a finalidade de lhe garantir acesso à cultura em espetáculos que ofereçam recursos assistivos. Acessibilidade física: O teatro que receberá o projeto oferece toda a estrutura necessária para permitir a acessibilidade física desde a chegada, na plateia e nos banheiros, locais especiais para acomodação de pessoas com mobilidade reduzida, idosos, etc. Acessibilidade para deficientes visuais: um audiodescritor acompanhará o translado da Carona Acessível e falará sobre o equipamento cultural e o espetáculo a ser assistido. Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica na ação, já que a mesma visa minimizar as barreiras de deslocamento de grupo de pessoas cegas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O teatro que receberá as ações oferece toda a estrutura necessária para permitir a acessibilidade física desde a chegada, na plateia e nos banheiros, poltronas especiais para pessoas com mobilidade reduzida, locais para acomodação de cadeiras de rodas, recepcionistas que monitoram e orientaçãm a entrada do público especial. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá recurso de audiodescrição para a apresentação musical. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por tratar-se de música instrumental, sem letra, não há possibilidade de interpretação em LIBRAS, o que promoveria acesso à pessoas surdas ou ensurdecidas.
Todas as apresentações integrantes deste projeto terão 10% dos ingressos destinados, de forma gratuita, para a democratização de acesso à cultura, sendo destinados às instituições sociais, escolas públicas e Ongs. Dos ingressos comercializados, 20% terão preços populares, no valor de até 3% do salário mínimo o inteiro, criando outra camada de democratização ao acesso, através de público pagante. Como ações de ampliação de acesso complementar do projeto, será oferecido transporte gratuito para grupo de 6 pessoas cegas/baixa visão acessarem ao evento, conforme inciso do Art. 28 da IN nº 01/2023: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. A contrapartida social, conforme Art. 30 da IN nº 01/2023, será a oferta de apresentação de música instrumental para 500 alunos e professores de escolas públicas.
Off Broadway: Coordenação Geral de Projeto e Administrativo-financeiro Dellarte Soluções Culturais: Curadoria Ficha Técnica da programação prevista: Importante destacar que a programação pode sofrer alteração durante execução, a depender da agenda dos artistas e pauta dos teatros. Toda alteração será efetuada após aprovação junto ao Ministério. 1) Nômade Orquestra Guilherme Nakata - Bateria / Percussão Ruy Rascassi - Contrabaixo Marcos Mauricio - Pianos / Órgãos / Clavinete / Sintetizador / Percussão Beto Malfatti - Sax Alto / Sax Tenor / Flauta / Escaleta Marco Stoppa - Trompete / FlugelHorn Bio Bonato - Sax Baritono / Sax Tenor Luiz Galvão - Guitarra Victor Fão - Trombone Daniel Puertorico - Djembe / Percussão André Calixto - Sax Tenor / Ney / Shakuhashi Junão Ferreira - Guitarra 2) Dudu Lima Trio Dudu Lima - contrabaixo Ricardo Itaborahy - teclados e vocais Leandro Scio - bateria 3) Mestrinho do Acordeon Mestrinho - acordeonista, cantor e compositor 4) Badi Assad Badi Assad - vocais e violão Thomas Harres - bateria e percussão Marcio Arantes - baixo, guitarras, violão 5) Banda Mantiqueira Nailor Azevedo (Proveta) – sax alto e clarinete Ubaldo Versolato – sax barítono, flauta e píccolo Josué dos Santos – sax tenor e flauta Cássio Ferreira – sax tenor, soprano e flauta François de Lima – trombone de válvulas Valdir Ferreira – trombone de vara Nahor Gomes, Walmir Gil e Odésio Jericó – trompete e flugelhorn Jarbas Barbosa – guitarra elétrica Edson José Alves – contrabaixo elétrico Celso de Almeida – bateria Fred Prince e Cléber Almeida – percussão 6) João Bosco e Hamilton de Holanda Hamilton de Holanda - bandolim João Bosco - voz e violão 7) Madeleine Peyroux Madeleine Peyroux – vocais e violão Andy Ezrin – teclado Barak Mori – baixo Graham Hawthorne – bateria
PROJETO ARQUIVADO.