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O projeto visa a realização de curso introdutório de percussão popular reconhecendo as raízes culturais do Brasil e a formação de grupo de percussão com ênfase em ritmos e tradições brasileiras.
Não se aplica
Objetivos gerais - Garantir os direitos de crianças e adolescente, com ou sem deficiência física, quanto ao acesso à cultura e ao lazer, respeitando as diretrizes do Marco Legal Nacional, do ECA e do Plano Nacional de Educação, comprometendo-se com a formação integral do público infanto-juvenil em situação de vulnerabilidade social; - Estimular habilidades práticas instrumentais e vocais que alcancem progressivo desenvolvimento musical, rítmico, melódico, harmônico e tímbrico, por meio da formação musical teórica e prática, e da utilização de técnicas específicas para cada instrumento; - Contribuir com o resgate da identidade cultural e artística da população local. Nas apresentações os alunos e toda a comunidade envolvida terão a oportunidade de ampliar seu leque musical, fruir musicalmente e traçar paralelos com seu repertório individual. - Interpretar e apreciar músicas da cultura brasileira construídas no decorrer da história do país em diferentes espaços geográficos, adotando atitudes de respeito diante das variedades de manifestações musicais: maracatu, ciranda, coco, música indígena e congada. - Promover mudanças no modo de vida da população periférica de Bertioga/SP, mensuradas por meio de indicadores de desempenho do projeto, formulados a partir da coleta de dados sobre as expectativas dos participantes na fase pré-produção, e de satisfação dos mesmos, na fase pós-produção; Objetivos específicos PRODUTO PRINCIPAL: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Realizar 01 curso introdutório de formação em percussão popular (produto), composto por 30 participantes da EE Maria Celeste Pereira Leite. Formar 01 grupo de percussão com os 30 participantes do curso de formação. O grupo de percussão terá repertório com ênfase em ritmos e tradições brasileiras: maracatu, ciranda, coco, música indígena e congada, contextualizando a criação e a contínua reinvenção de cada um desses ritmos. PRODUTO: INSTRUMENTO MUSICAL - AQUISIÇÃO As manifestações maracatu, congada, ciranda, coco e música indígena sofreram grande influência africana e indígena ao longo da sua história. Nessa confluência de saberes os instrumentos utilizados se assemelham ou se coincidem, e ao mesmo tempo, cada ritmo tem suas peculiaridades e diferenciações instrumentais. Como forma de exemplificar e abordar de forma mais abrangente os instrumentos utilizados em cada ritmo, o Brasis fará a aquisição de: Chocalho pequeno Caixa tarol 12 polegadasTambores Alfaia 14 polegadasTambor alfaia 16 polegadas Tambor alfaia 18 polegadasAgogô duplo cromadoCastanholasBaqueta simples parPandeiro 10 polegadasTamborim 6 polegadasTriângulo MédioAtabaque Talabarte PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Realizar 04 apresentações anuais gratuitas com o grupo de formação em percussão popular (produto), em diferentes locais: Centro Cultural, escolas públicas parceiras, e demais espaços públicos e/ou privados. - Incluir a comunidade no processo de execução do projeto, isso será uma ferramenta facilitadora para alcançar o objetivo de divulgação e envolvimento com o conteúdo. - Contratar 03 apresentações com grupos artísticos convidados com currículo comprovado em cultura popular, abertos a toda comunidade local, que abordem ações educativo-culturais relacionadas ao fortalecimento e resgate da identidade local e do senso comunitário. Resultados esperados: - A aprendizagem de uma habilidade artística possibilitará o envolvimento da comunidade e a apropriação dos ideais e valores de um projeto social. - Valorização do território a partir do curso de formação, apresentações e encontros com artistas profissionais, que objetivará a reconstrução da identidade local, o fortalecimento das relações entre os moradores - crianças, adultos e idosos -, e potencializar o sentimento de pertencimento com o local onde vivem.
A vulnerabilidade social é expressiva na área de atuação do Projeto. Bertioga teve seu crescimento populacional acelerado nos últimos anos, o que ocasionou perda da identidade local e de suas características comunitárias. A transformação e o comprometimento do território são decorrentes da instalação de um grande número de loteamentos e de novas residências, bem como da falta de serviços públicos que não acompanharam essa nova demanda. Com o crescimento da população, os problemas relacionados a drogas, violência, conflitos familiares e de valores tornaram-se ainda mais evidentes. A comunidade sofre com essa situação e expõe a necessidade de implantação de projetos sociais e culturais amplos que funcionem de forma integrada e complementar às ações do sistema público. Coincidindo assim com o artigo Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O Instituto Indago - Social, Cultural e Meio Ambiente atua desde 2006 com projetos ligados a cultura e meio ambiente. Nesse período, identificou demandas e necessidades que serão tratadas com a permanência e ampliação do Projeto, por meio de ações que envolverão a comunidade de forma direta e indireta, visando, além da formação musical, fortalecer as relações de convivência, ressignificar o conceito de família, respeitando as novas formações, suas diversidades, necessidades e responsabilidades. Assim, por meio do fortalecimento familiar e comunitário, desconstruir valores sociais ultrapassados, preconceituosos e segregadores, além de favorecer o aumento da autoestima dos participantes, promover uma maior harmonia nas relações sociais e familiares. O projeto será realizado no bairro Jardim São Lourenço município de Bertioga/SP em parceria com a EE Maria Celeste Pereira Leite, no decorrer de um ano e propõe-se um curso de percussão popular e formação de um grupo de percussão com ênfase em ritmos e tradições brasileiras, composto por 30 integrantes da escola pública. Atualmente o projeto já acontece de forma piloto desde 2021, e sem incentivo financeiro na escola parceira. Coincidindo com o Artigo 3º I c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. O Brasil é constituído por diversas formas de expressão e diferentes grupos culturais que misturam influências étnicas africana, indígena, europeia e outras. Sendo assim, o projeto tem como proposta, o reconhecimento e valorização das raízes e tradições da cultura popular, africana, indígena e caiçara, que abordará ritmos que representam a nossa diversidade musical: maracatu, congada, ciranda, coco e música indígena, relacionando música, cultura e sociedade, contextualizando a criação e a contínua reinvenção de cada um desses ritmos. Respeitando o Art.1º V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Os saberes tradicionais sendo: não hegemônico, não oficial, não moderno, não cosmopolita, não erudito, e assim por diante, podem apontar saídas para as tensões identitárias do jovem na sociedade moderna, onde ocorrem mudanças rápidas e profundas. Nessa imersão nas raízes e tradições da cultura popular, o participante encontrará novas ideias de convivência, bem como a possibilidade de uma sociedade mais ajustável e sadia. A partir do Projeto, a comunidade deverá estar mais unida e consciente de seus direitos e obrigações, e organizada para realizar ações que promoverão as mudanças efetivas. Em consonância com o Inciso VIII do Art. 1º - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E na medida em que se aprofunda, o aluno se torna um portador desses conhecimentos, que continuarão a ser transmitidos ao longo das gerações, fazendo a trajetória da história da cultura brasileira do passado à contemporaneidade. É sabido que a cultura, além de uma forma de entretenimento e formação de caráter, é também uma ferramenta para a educação e crescimento do país. A relação entre cultura e direitos humanos, bem como de seu papel na luta contra a discriminação, são questões que o Brasil enfrenta. O momento é de reconhecimento dos direitos culturais como necessidade básica e direito dos cidadãos, o que conduz à busca de uma agenda integrada com as políticas sociais e de desenvolvimento.
O principal produto apresentado pelo projeto Brasis, cultura e convivência será um curso de introdução a formação em percussão popular e a geração de um grupo de percussão com 30 participantes, o grupo de percussão terá repertório com ênfase em ritmos e tradições brasileiras. Serão realizadas, no mínimo, quatro apresentações em espaços públicos (produto). Atentos a Lei nº 11.769, publicada no Diário Oficial da União no dia 19, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) — nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 — e torna obrigatório o ensino de música no ensino fundamental e médio, o projeto propõe, em parceria com a escola pública, a efetiva realização da Lei. Projeto Pedagógico: Sintonizado com as diretrizes do Marco Legal Nacional, do ECA e do Plano Nacional de Educação, o projeto se compromete com a formação integral do público infanto-juvenil em situação de vulnerabilidade social, com ou sem deficiência. O Brasil é constituído por diversas formas de expressão e diferentes grupos culturais que misturam influências étnicas africana, indígena, europeia e outras. Sendo assim, o projeto – Brasis, cultura e convivência - tem como proposta, o reconhecimento e valorização das raízes e tradições da cultura popular, indígena e caiçara, e abordará ritmos que representam a nossa diversidade musical, relacionando música, cultura e sociedade, contextualizando a criação e a contínua reinvenção de cada um desses ritmos. Metodologia - Divididos em 5 módulos bimestrais, o projeto Brasis, oferecerá aos participantes conteúdos práticos e teóricos para enriquecer o debate e as dinâmicas de inserção da cultura popular brasileira no cotidiano dos espaços de educação escolar do país. Dessa forma ao final do curso o aluno terá vivenciado em sua riqueza rítmica e melódica, bem como contextualização histórica, cinco temas da cultura brasileira sendo: 1- maracatu, 2-ciranda, 3- congada, 4- música indígena, 5- coco. Duração - Durante dois meses o aluno terá 16 aulas (8 de prática instrumental/teórica e 8 de ensaios de grupo) dedicadas a cada tema. Como parte da formação o aluno terá introdução à leitura rítmica de partituras para instrumentos de percussão, importante conhecimento que permite acessar outros níveis do aprendizado musical. Material - O grupo de percussão terá a voz como base melódica dos arranjos, e o instrumental utilizado para prática de conjunto serão: xilofones, metalofones, tambores, pandeiros, caixa, alfaias, gonguê entre outros instrumentos de percussão, que possibilitam, por suas características musicalizadoras, um estimulante aprendizado dos ritmos e melodias. Sendo incluídos também os instrumentos pessoais e o conhecimento instrumental que cada participante possa ter. Como forma de reconhecimento, valorização, empoderamento artístico, após estabelecido um repertório baseado nas tradições apresentadas no curso, os alunos realizarão oito apresentações gratuitas em diferentes espaços públicos compartilhando com a comunidade saberes, reflexões e aprendizagens vivenciadas. Espetáculos abertos - O projeto convidará três grupos artísticos renomados com amplo currículo em cultura popular, caiçara ou indígena para fazerem apresentações abertas a toda comunidade como forma de complementar, estimular e ampliar olhares e saberes, propondo a toda comunidade o envolvimento e valorização ao trabalho do projeto. O projeto propõe oferecer aos participantes, que possam apresentar algum nível de comprometimento cognitivo e motor, a oportunidade de usufruírem de aprendizagens que contribuam para um ganho efetivo de qualidade de vida. Para isso teremos instrumentos adaptados e profissionais aptos. Muitas são as formas que as comunidades encontram para organizar a vida, torná-la agregadora, com sentido, criativa e passível de ser narrada ao longo da história através da ancestralidade. Música dos rituais, das culturas originárias, das línguas, dos deuses ancestrais, africanos, índios e ibéricos. Ritmos, instrumentos, ritos e rezos dão material para estudo e formação dos participantes do projeto Brasis. Estrutura das atividades do projeto Brasis: Obrigatórias: - Ensaio geral do grupo de percussão (prática 1 hora semanal) com uma maestrina e professor de percussão – 30 participantes- Aulas de percussão (teoria e prática 1 hora semanal) – 30 participantes divididos em dois grupos de 15 alunos com 2 professores. - 4 Apresentações do grupo de percussão - (público estimado - 1200 pessoas) Complementares - 3 apresentações com grupos artísticos convidados com currículo em cultura popular. Os membros do Brasis poderão participar de todas as apresentações espontaneamente, sendo obrigatória sua presença nos ensaios gerais e nas aulas de percussão. Inscrições e Seleção: Os participantes da orquestra serão selecionados conforme a ordem de inscrição: - 30 vagas para crianças e adolescentes (crianças a partir de 10 a 16 anos); sendo 10% destinadas a pessoas com deficiência. Conteúdos Metodológicos: Durante um mês o aluno terá 8 aulas (4 de prática instrumental/teórica e 4 de ensaios de grupo) dedicadas a um dos temas propostos. Divididos em 5 módulos bimestrais, os participantes receberão conteúdos práticos e teóricos relacionados a cinco temas da cultura brasileira sendo: 1- coco, 2-ciranda, 3- congada, 4- música indígena, 5- maracatu. Em cada tema serão abordados: - Contextualização histórica e social - Origem da tradição - Localização geográfica - Adereços e figurinos utilizados - Danças associadas - Teatralização associada - Brinquedos e folias - Instrumentos característicos de cada folguedo - Rítmicas e técnicas instrumentais básicas de cada folguedo - Canções ligadas a cada folguedo - Leitura rítmica de figuras musicais - Exercícios coletivos de pulso, tempo e contratempo - Criação coletiva para as apresentações - Improvisação rítmica
Acessibilidade física: A fim de possibilitar que pessoas portadoras de deficiência física possam participar plenamente de todas as atividades do Projeto, 80% das apresentações do BRASIS/Cultura e convivência estão previstas para ocorrerem em escolas e equipamentos públicos (administrados pelo estado e/ou prefeitura), em instituições do sistema "S", casas de cultura, museus; que estão adaptados à acessibilidade (banheiros, rampas, guias táteis, entre outros). As aulas e ensaios serão ministrados na EE Maria Celeste Pereira Leite, Jardim São Lourenço, localizado em Bertioga SP, dotado de dispositivos de acessibilidade aos usuários com necessidades especiais. A acessibilidade atitudinal, que se refere à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, e pela qual se inicia uma mudança de comportamento, relativa as diferentes deficiências, estará sendo gestada e garantida pelo Projeto. A atuação artística fora da capital, em cidades do interior ou litoral, é essencial para o desenvolvimento econômico e social, bem como a preservação da identidade local e inclusão. A promoção à cultura de forma descentralizada democratiza o acesso, permitindo que pessoas de diferentes idades, origens e classes sociais se encontrem em torno de atividades culturais. Acessibilidade de conteúdo: A proposta pedagógica do Projeto Brasis propõe ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. O projeto contará com orientadores especializados ao atendimento de alunos portadores de deficiências. A forma como os professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional irão permitir: 1- acessibilidade instrumental: os instrumentos utilizados no projeto, por suas características físicas, não exigem adequação física e técnica podendo ser utilizado por todos os participantes, mesmo que o participante apresente algum tipo de deficiência; 2- o tempo dos ensaios será adaptado, garantindo assim as melhores respostas de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência; 3- as partituras serão adaptadas e ampliadas para melhor visualização; Item 20 da planilha 4- acessibilidade digital: vídeos e softwares próprios para o aprendizado da linguagem musical serão utilizados, incluindo o software livre Musibraille que possibilita ao deficiente visual produzir a sua própria partitura, possibilitando a sua impressão em Braille e na linguagem musical tradicional. Item 20 da planilha Incluir em uma mesmo grupo musical pessoas com deficiências, crianças e jovens, amplia o leque de ações, reações e percepções dos espectadores que compõe a sociedade, numa reflexão sensível, sendo eles participantes ou não do projeto.
O artigo 216-A da Constituição Federal cria e dá orientações sobre a importância da cultura ser organizada de forma descentralizada e participativa. A implantação de uma política de atuação artística fora dos grandes centro urbanos, é um instrumento eficaz de democratização, permitindo que todos os cidadãos tenham acesso às atividades de formação, aos programas artísticos e aos projetos culturais. Para se democratizar o acesso a cultura, são necessárias ações e/ou atividades que visem facilitar ou incluir o público que fica distante dos eventos culturais, como: estudantes de escolas públicas, terceira idade, deficientes, moradores de áreas rurais ou distantes dos centros urbanos. O projeto Brasis permitirá que alunos de escola pública e o território em seu entorno, vivenciem e multipliquem saberes gratuitamente, valorizando e atualizando legados culturais construídos por muitas gerações, promovendo uma maior integração com a população e dando lugar às manifestações da comunidade local. O Instituto Indago, proponente desse projeto, já atua com ações educativas/culturais gratuitas no Jardim São Lourenço/Berioga SP, bairro que recebe na escola pública um público desfavorecido economicamente, distante do centro e que inclui moradores rurais. Em concordância com as responsabilidades do projeto em relação à necessidade de democratização do acesso à cultura, propõe-se: I – promover a participação de pessoas com deficiência nos ensaios, apresentações e gravações do grupo de percussão; II - promover ensaios abertos que permitam intercâmbios de conhecimento entre os alunos e pessoas ligadas a música que sejam moradoras do bairro, mães e pais, avós ou profissionais da escola. III – levar quatro espetáculos do grupo de percussão ao público que fica distante dos eventos culturais: 2 escolas públicas, 1 lar de idosos, 1 instituição para deficientes, atingindo um público total de 1200 pessoas. IV – disponibilizar na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial; V – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de comunicação; VI – realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos tais como: três apresentações abertas ao público, realizadas por grupos artísticos profissionais com currículo consolidado na cultura popular, caiçara e indígena, que abordem ações educativo-culturais relacionadas ao fortalecimento e resgate da identidade local e do senso comunitário. Público estimado 900 pessoas. VII – fortalecer as parcerias já existentes, entre o Instituto Indago e o poder público (Escolas públicas de ensino fundamental e médio; Prefeitura de Bertioga, Secretaria Estadual de Ensino, Associação de Bairro, entre outros).
A estrutura de recursos humanos a ser alocada para a realização do Projeto contará com técnicos capacitados, com larga experiência na execução e gestão de projetos dessa natureza. 1. Diretora Executiva: Maria da Conceição Gomes dos Santos 2. Coordenação Pedagógica: Valéria Ferreira Ruiz 3. Coordenação Geral: Flavia Maria Sylvestre Pires 4. Professores: 4.1. Valéria F. Ruiz 4.2. Alexandre Colombo Tavares de Lima 5. Profissionais de áreas complementares: 5.1. Comunicação e mídias sociais: Dayane da Silva Pinho Ferreira 5.2. Administrativo e financeiro: Renato Cesar Galvão CURRÍCULOS 1. Diretora Executiva: Maria da Conceição Gomes dos Santos – É bacharel em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), com pós graduação Lato Sensu em Meio Ambiente e Sociedade pela FESPSP e Formação em Terapia Familiar pelo Instituto de Terapia Familiar de São Paulo (ITFSP). Em 2006 fundou o Instituto Indago – Social, Cultural e Meio Ambiente onde é responsável pela gestão, elaboração e desenvolvimento de projetos para diferentes públicos, captação de recursos, organização de ações comunitárias e, atendimento terapêutico às famílias participantes dos projetos e das comunidades onde atua. Responsabilidades no Projeto: Responsável pelo planejamento e monitoramento de todas as atividades, afim de garantir que todas as etapas do projeto sejam executadas e concluídas conforme determinado na proposta, bem como, avaliando os resultados obtidos e se necessário, provendo incrementos ao processo em busca de melhorá-lo. Responsável também, pelo acompanhamento da gestão de recursos humanos e administrativos do projeto. 2. Coordenação pedagógica: Valéria Ferreira Ruiz – Possui formação em Música e Educação Artística pela Universidade de Brasília, Arteterapia pelo Sedes Sapientiae e Pedagogia pelo Espaço Pedagógico Madalena Freire. Coordena o projeto pedagógico do Instituto Indago e ministra aulas na instituição há 14 anos. Trabalhou como professora e regente de grupos instrumentais durante 17 anos na Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP. Coordenou durante cinco anos o projeto de educação musical do Festival Internacional de Campos de Jordão. Atuou de 1995/2022 como professora de educação musical e regente do Colégio Itaca (SP). Responsabilidades no Projeto: Responsável pela mediação entre professores, estudantes e comunidade escolar, bem como execução do cronograma, avaliação do projeto e emissão de relatórios. 3. Coordenação Geral: Flavia Maria Sylvestre Pires - É graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP–SP) e possui diversas formações complementares: 1999: Sesc Pompéia – Projeto “Arte em Movimento 1999” – Escultura – Sérvulo Esmeraldo; 1994-1995: Núcleo Internacional de Arte – História da Arte com Nelson Screnci; 1994-1995: Pinacoteca de São Paulo – Desenho Modelo Vivo com Arnaldo Batglini; 1990 -1995: Centro Cultural São Paulo – Desenho; 1991-1994: Oficina Cultural Oswald de Andrade, entre outros. Atua no Instituto Indago como coordenadora de projetos incentivados e ministra aulas de técnica de desenho e pintura, e história da arte, embasadas em materiais e documentários sobre os assuntos, para os alunos dos projetos patrocinados pelo Instituto desde 2012. Responsabilidades no Projeto: Responsável pelo acompanhamento do cronograma, produção dos eventos e apresentações, gerenciamento da comunicação do projeto. 4. Professores: 4.1. Valéria F. Ruiz – Possui formação em Música e Educação Artística pela Universidade de Brasília, Arteterapia pelo Sedes Sapientiae e Pedagogia pelo Espaço Pedagógico Madalena Freire. Coordena o projeto pedagógico do Instituto Indago e ministra aulas na instituição há 14 anos. Trabalhou como professora e regente de grupos instrumentais durante 17 anos na Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP. Coordenou durante cinco anos o projeto de educação musical do Festival Internacional de Campos de Jordão. Atuou de 1995/2022 como professora de educação musical e regente do Colégio Itaca (SP). Responsabilidades no Projeto: Regência do grupo de percussão e aulas de formação musical. 4.2. Alexandre Colombo Tavares de Lima - É formado em publicidade pela Cásper Líbero, São Paulo. Em cinema e artes pela Filmmakers-Pittsburgh Center for the Art, Pensilvânia. Publicou e foi premiado o romance, “O último Paraty“, pela editora Penaluxe e participou da publicação de outras duas antologias poéticas. Trabalhou em algumas produtoras e agências de renome em São Paulo e Rio de Janeiro, com escrita e produção visual. Atualmente ministra aulas de música. Responsabilidades no Projeto: Professor assistente e monitor. 4. Profissionais de áreas complementares: 4.1. Dayane da Silva Pinho Ferreira Comunicadora e analista de redes sociais. Formação em andamento em Designer UX/UI pela EBAC - Escola Britânica de Artes Criativas & Tecnologia, consultora em Editais de Cultura e elaboradora de projetos em Lei Rouanet. Patient advocacy há 13 anos, cofundadora e vice-presidente do Instituto Eluar. Responsabilidades no Projeto: Divulgação das atividades e eventos, e captação de novos parceiros para apoio ao Projeto. 4.2. Renato Cesar Galvão – Analista de sistemas, com larga experiência na gerência de projetos e nos trâmites administrativos e financeiros. Atua desde 2011 em empresa de consultoria na área social, gerenciando principalmente projetos junto à população beneficiária do Programa Minha Casa, Minha Vida - PMCMV do Governo Federal. Coordenador administrativo e financeiro de projetos, coordenação de equipes de campo em nível nacional, processamento e análise de dados estatísticos. Responsabilidades no Projeto: Rotinas administrativas e financeiras como elaboração da folha de pagamento, compra de produtos e equipamentos e prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.