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Desenvolvimento de ações formativas de teatro de bonecos, para público escolar, de escolas públicas periférricas, tendocomo referência para o desenvolvimento de personagens e histórias o folclore brasileiro. Trabalhar de forma interativa o desenvolvimento, propondo a prática, a oportunidade de conhecero folclore brasileiro brincando com o fazer, com a criatividade, produzindo com as próprias mãos
Uma exposição com peças criadas em lona, impressas com imagens e textos que representem e falme sobre o folclore braisleiro, suas lenfdas e sobre tradições do folclore goiano, manifestações artísticas e tradicoinais do povo de Goiás. Oficinas de teatro de bonecos - Classificação Etária 6 a 15 anos - as oficinas são realizadas a partir da exposição que serve como ambientação para o trabalho a ser realizado. A primeira ação das oficinas é o encontro com os alunos, detalhar o que será desenvolvido e apresentado, seguindo vamos explicar o conceito de folclore buscando elucidar que folclore são coisas que acontecem no cotidiano e constroem o imaginário da sociedade, mas que o folclore acontece todos os dias, a partir dai levantar problemas ou situações que sejam pertinentes ao grupo e através do roteiro apresentar soluções para essas situações; podem ser criados heróis para defender o bairro, a escola, lendas que façam arte com os meninos mal criados, personagens que construam um elo de ligação e respeito a diversidade do grupo, as mulheres, aos negros ou a qualquer minoria presente, proteção ao meio ambiente parlendas, cantigas, vai ficar por conta da criatividade. Para isso vamos separar os participantes em grupos cinco grupo de seis pessoas cada e cada grupo vai desenvolver um roteiro, esses grupos ficam juntos até o final do projeto, a partir do roteiro em mãos passamos para as oficinas de criação e ocnfecção dos bonecos, cada grupo vai desenvoler uma técnica e trabalhar com o uso de mateiriais diferentes para a confeção de personagens. Vamos propor o desenvolviemtno de bonecos feitos a partir da reutilização de garrafas e embalagens, vamos trabalhar com bonecos de luva e bonecos feitos na vara. Após a criação dos bonecos vamos para a parte da manipulação, já artás das cortinas e a patir dai o ensaio para a apresentação do produto final da oficina, ma esuqeete teatral rciada e produzida pelos participantes sobre eles e o meio em que vivem.
Geral - Criar acesso a bens culturais para pessoas a margem deste acesso com oficinas e ação de fomento a leitura. Específicos: A - ações educativos culturais - oficinas b - humanidades - ações de incentivo a leitura c - Atender a duas escolas por mês, quatro encontros, um dia por semana de 4h de desenvolvimento, no perído matutino e outra no vespertinno, com oficinas de cinema em uma escola e de teatro de bonecos na outra, sendo que cada oficina gera um produto, um curta e uma apresentação de teatro de bonecos. O tema das oficinas é o folclore, a apersentação de personagens e histórias e de como o folcore ahabita o imaginário das pessoas, uma proposta de resgate.Serão 10 escolas atendidas, 1200 nas oficinas e 3.000 nas exposições e apresentações do resultado das oficinas. Oficina Teatro de Bonecos - Dividia em quatro ciclos 1° cilco - Roteiro Montagem dos roteiros das histórias, a partir da proposta dos temas abordados vamos propor aos participantes que possamos construir e apontar soluções a essas abordagens, tendo como inspiração os personagens do folclore que protegem o meio e as crianças de onde vivem. 2° ciclo - criação e manipulação de bonecos os participantes vão montar os bonecos, com uma proposta de uso de materiais recicláveis e reutilizáveis, os bonecos geralmente são constituídos de madeira, isopor, cola, papel-marchê, pano, há os bonecos de vestir a mão ou os bonecos de vara, com a característica de que são bonecos manipuláveis, com as mãos, atrás de uma cortina e que geralmente só parecem da cintura para cima que vão aparecer na história e aprender a manipulá-los. Na manipulação já vamos fazer atrás das cortinas e de tudo que envolva a apresentação. 3° ciclo -Técnica Apresenta aos participantes os primeiros contatos com os procedimentos necessários para a montagem de equipamentos de som e tirar dúvidas de suas funções de forma prática. - Som direto; captação é ter um áudio com qualidade! conhecerá os tipos de microfones mais comuns nas produções audiovisuais, aprenderá técnicas para manipulá-los e os principais acessórios utilizados. Além disso, você irá entender as diferenças que existem entre os principais tipos de microfones disponíveis no mercado, desde modelos de baixo custo até os mais profissionais. 4° ciclo Será a apresentação do trabalho realizado nas oficinas, bate papo sobre o projeto que foi desenvolvido. As apresentações serão realizadas na escola. B - As oficinas de teatro de boneco são feitas com materiais reutilizáveis,mais: cola, madeira, palitos;
Enquadramento nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos artigos 3° alcançados: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O acesso a cultura é direito de todo cidadão e isso ficou cada vez mais distante das pessoas que não tem recursos para acessar a indústria da cultura e seu mercado. São necessárias ações que possibilitem o acesso e a inclusão dos variados grupos e que levem as pessoas que elas são vistas, que elas importam, buscando colaborar em um mundo mais justo e com inserção a todas as pessoas. Fazer bom uso das políticas públicas para construir cidadãos conscientes de seu papel na sociedade independente do que tenham ou da sua orientação, da sua cor é imortante que todos possam estar inseridos e que possam construir juntos um país melhor. Essa é a nossa vontade enquanto cidadãos, trabalhadores da cultura, que já desenvolvemos ações nesse sentido e temos experiência e vida construídas junto a cultura e por isso vimos buscar alei de incentivo a cultura Através da utilização de meios não formais de se fazer educação, como o cinema e o teatro, busca-se que os participantes possam desenvolver o lado subjetivo e criativo, tornando os conhecimentos menos abstratos, mais acessíveis, potencializando a transmissão do saber com conteúdos que façam parte do cotidiano de cada um. A ideia é que os participantes possam ter informações para transformar sua realidade, promovendo a participação pratica na criação de soluções que serão expressas no trabalho e no desenvolvimento de conhecimentos e habilidades que resultará em uma apresentação artística. A ideia de debater a realidade de uma forma leve, resgatando e inserindo o folcore no cotiidiano dos participantes através do teatro de bonecos e do cinema, envolvendo situações vivenciadas pelos alunos de escola pública, que muitas das vezes nunca assistiram a uma apresentação teatral ou nunca forma a um cniema, podendo assim enxergar a sua realidade como se estivessem fora de si e propor soluções para essas problemáticas, tudo isso através de uma ação formativa artística. O folclore que será apresentado em exposição é representatividade de nossas origens, de histórias que foram repassadas oralmente por séculos e que representavam principalmente uma maneira de preencher as lacunas daquilo que não conseguia se explicar, dando vida a essas figuras míticas que serviam como uma linha do que podia ou não ser feito, mas para além do resgate e do despertar, vamos buscar conhecer o que é o folclore hoje, desse grupo onde será desenvolvido o trabalho.O Folclore não diz relação só ao passado, folclore continua sendo essa expressão do dia a dia que caracteriza um grupo e suas relações, descobertas e vivenciadas no dia a dia, na escola ou fora dela. A construção e desenvolvimento de temas que se expressarão através do teatro de bonecos é real para a criança, dentro do contexto ao qual está inserido e o seu grupo social, e aqui entra a deixa para se explicar a importância do Folclore como eixo mediador do trabalho a ser desenvolvido com o teatro de bonecos. O teatro de bonecos ajuda na construção cognitiva dos participantes, sendo uma tratativa diferenciada de se trabalhar propostas e conteúdos de maneira interativa na formação do educando desenvolvendo a imaginação; a criatividade e a socialização, uma técnica didático-pedagógico no processo de ensino-aprendizagem. A propostra de alfabetização visual brincando com o olhar dos participantes, vem com a necessidade de se aprender a ler um mundo que se torna cada vez mais midiático em imagens, tecnologias, consumo, inserindo a necessidade da responsabilidade e do bom uso das inovações tecnológicas, como exemplo os celulares e as redes sociais. Com a inserção tecnológicas das mídias na sociedade cada vez mais disseminadas, é importante salientar a importância do uso responsável das mesmas, o uso apropriado das funções de câmera e vídeo das mídias móveis. Ainda o cinema encerra outro olhar sobre os temas a serem discutidos; com o filme prende-se a atenção e envolvem-se os participantes no núcleo da discussão. O cinema tem toda a magia de transportar a realidade ou ficção para a telona, despertando o imaginário de quem vê, a plateia leva o conteúdo do filme para sua realidade. A linguagem cinematográfica, pode ajudar na construção de cidadãos mais críticos socialmente, intelectualmente e até mesmo em formadores de opiniões. Percebido que o cinema contribui com o desenvolvimento sociocultural do ser humano, a proposta das oficinas na prática, isso significa imaginar que os participantes vão compreender melhor o que a linguagem cinematográfica é capaz de produzir nas pessoas, tendo como eixo condutor principal - desenvolver a leitura crítica do mundo contemporâneo em que vivemos, cada vez mais carregado de imagens. As crianças vão ter a possibilidade de entender e por conseguinte desenvolver aquela magia pelo cinema, através de oficinas com os mais variados profissionais que atuam na área cinematográfica, proporcionando o entendimento do fazer cinematográfico. Percebido que a arte contribui com o desenvolvimento sociocultural do ser humano, a proposta das oficinas na prática, isso significa imaginar que os participantes vão compreender melhor o que a cultura é capaz de produzir nas pessoas, tendo como eixo condutor principal _ a criação de soluções aos problemas enfrentados pela comunidade. Claro, sabe-se da realidade do mundo da marginalização produzida pelo capitalismo, mas quando você cria acesso, quando você leva oportunidade de pertencimento, quando você faz esse gesto de que as pessoas estão sendo vistas, é uma maneira de despertar que todos são importantes e independente da situação em que se encontram todos tem direito. As crianças vão ter a possibilidade de criar as suas próprias histórias e apresentá-las, perceba o poder que isso tem, não só sobre os participantes, mas o fascínio que vai provocar nessa comunidade quando assistirem a um material produzido pelos seus entes. Essa proposição pode ajudar na construção de cidadãos mais críticos socialmente, intelectualmente e até mesmo em formadores de opiniões.
A proposta do projeto é realizar a partir de uma kombi, essa kombi é um equipamento cultural itiinerante, que tem adaptado em sua estrutura um cantinho da leitura com uma mini biblioteca. Propomos como contra partida que possamos realizar essa abertura do cantinho da leitura, para que os alunos das escolas possam fazer empréstimos de livros, vamos distribuir livros de escritores locais, que serão adquiridos e até promover o encontro dos alunos com alguns escritores pelo menos em uma oportunidade, dentro do Mês que vamos ficar em cada escola, promovendo a leitura e a possibilidade de asber que se escrevem livros de qualidade na cidade
Projeto Pedagógico Fases do Planejamento: Ambientação – Aqui devem ser usadas linguagens e elementos artísticos para o início do projeto, para despertar a imaginação, a reflexão e o desejo de criar, como: Exposição sobre o folcore brasileiro- A apresentação da cultura popular: o folclore, falar de como mitos e lendas eram repassados de maneira oral entre gerações e de como serviam para regular as relações entre as pessoas e destas com o meio a sua volta. Permutando acontecimentos reais e históricos com acontecimentos alegóricos. As lendas e mitos procuram explicar muitas vezes acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Os mitos sempre possuem um forte artefato simbólico. estórias contadas no intuito de um universo de aprendizado interior. A magia dos contos foi se consumindo ao longo dos tempos. Falar da formação da identidade de um povo e da importância de se valorizar essa identidade e suas representações. Aqui há várias maneiras de se desenvolver essa dinâmica, mas certamente a de maior impacto é a visual, por uma exposição que pode ser física ou projetada, com a escolha de alguns personagens do folclore regional que demonstrem essa regulação social, apresentar alguns exemplos de festas populares, fazer algumas brincadeiras de rua. As linguagens artísitcas: - O teatro de bonecos ajuda na construção cognitiva dos participantes, sendo uma tratativa diferenciada de se trabalhar propostas e conteúdos de maneira interativa na formação do educando desenvolvendo a imaginação; a criatividade e a socialização, uma técnica didático-pedagógico no processo de ensino-aprendizagem. A construção e desenvolvimento de temas que se expressarão através do teatro de bonecos é real para a criança, dentro do contexto ao qual está inserido e o seu grupo social, e aqui entra a deixa para se explicar a importância do Folclore como eixo mediador do trabalho a ser desenvolvido com o teatro de bonecos. O desenvolvimento: - A primeira maneira o professor pode inserir a matéria que trabalha junto a proposta do desenvolvimento do roteiro a partir do folclore, o professor incorpora o tema, trazendo as informações necessárias para que os alunos busquem a construção do roteiro. A sala em grupos, dar o mesmo tema a todos os grupos ou dividir a matéria para que os grupos possam, cada um apresentar o seu tema; - A segunda maneira o mais importante é o diálogo para o desenvolvimento da ação, o professor se torna mediador desse diálogo e dá empoderamento aos seus alunos na discussão, onde esses alunos possam a partir da ambientação construir suas histórias, se apresentar e trazer problemas que fazem parte do seu dia a dia, buscando as informações contidas do contexto vivenciado, abordando e fazendo a ligação de um olhar comunicativo na aplicabilidade das relações: cultural, social e econômica do discente visando desenvolver habilidades cognitivas, criativas e comportamentais. Eleitos temas comuns a realidade ou temas que sejam importantes ser discutidos para o aprendizado de todos – é de extrema importância essa etapa, e a arte com sua forma acolhedora e intertativa propõe discutir os temas e apresentar soluções de forma leve onde todos tenham tenham voz e sejam ouvidas, se sintam importantes e parte integrante desse momento, as implicações disso podem ir muito além do que só o trabalho desenvolvido. Na divisão dos grupos podem se trabalhar com os temas comuns ou com os temas relevantes ou ainda com problemas que sejam particulares, dando o protagonismo da escolha aos grupos. EXECUÇÃO Equipe – Roteirista e Coordenador do Projeto Etapas de criação de um roteiro: Comum ao cinema e ao teatro de bonecos - Sinopse, Argumento, Construção dos personagens, Diálogos, Cenas, Registro de roteiro. (definição de roteiro básico, como utilizar, como fazer e elaborar um roteiro) 1 -Para o desenvolvimento do teatro de bonecos: Grupo Volta Seca(bonequeiros) e Coordenador do Projeto A - Criação e confecção dos personagens Teatro de Bonecos Dando vida: A oficina de criação é um momento de troca, de construir juntos, de se abrir e aproximar uns dos outros, gera também uma competição entre os grupos que é administrável e totalmente saudável direcionada para que cada um possa fazer o seu melhor, momento de soma de esforços e foco. Os participantes vão montar os bonecos, com uma proposta de uso de materiais recicláveis e reutilizáveis, os bonecos geralmente são constituídos de madeira, isopor, cola, papel-marchê, pano, há os bonecos de vestir a mão ou os bonecos de vara, com a característica de que são bonecos manipuláveis, com as mãos. B - Com os bonecos criados hora de se prepara para apresentar: Atrás de uma cortina que geralmente só aparecem os bonecos da cintura para cima. A manipulação de bonecos é o momento de representar, e aqui a timidez passa longe, pois os participantes estão dando vida aos bonecos que eles criaram, fazendo vozes e entonações, que representem a história criada. Com a apresentação e exibição do trabalho realizado nas oficinas, o momento da avaliação final, um bate papo sobre o projeto que foi desenvolvido, do diálogo a apresentação, a importância de tudo que aconteceu para cada um.
PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
Art. 28 inciso do artigo que será adotado no projeto: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil o infanto juvenil. as oficinas serão gratuitas, oferecidas a escolas públicas e periféricas. X - O início das ações é de apresentação e de diálogo, ouvir os participantes sobre a realidade deles e oferecer artavés do nosso objeto, elementos que possam ser somados e culminar em apontamento de soluções a serem inseridas na realidade dos participantes e reflexões para uma melhoria coletiva, é tornar as pessoas construtoras da suas vidas e do ambiente a sua volta.
Luiz Sérgio Fragelli Castanheira - Coordenador -gestor cultural com especialização pelo Itau Cultural, educador com formação em História, especialista em Meio Ambiente e produtor cultural, responsável pelas atividades culturais do Sesc Goiás na cidade de Anápolis por 13 anos, Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis por dois mandatos, agracviado com a comenda Jaburu por destque na área de produção cultural e uma menção honrosa do mesmo prêmio da cultura em Goiás por serviços relevantes prestados cultura no estado. Experiência de 15 anos com o desenvolviemnto de projetos culturais voltados para a formação. Desenvolvo no projeto a coordenação do projeto, também a parte de criação, concepção e escrita do projeto, além de participar na criação dos roteiros e na visita guiada pela exposição proposta do folclore. Acompanhamento de todas as ações e avaliação do projeto. Daniel Duarte sena - Oficineiro Roterirista roteirista e diretor premiado em vários festivais nacionais e internacionais, integrante da produtora Rosa dos Ventos, uma das figuras com mais visibilidade e trabalho no cinema goiano, hoje representante da sociedade civil no Conselho Municipal de Cultura no setor audiovisual. Experiência de 10 anos no desenvolvimento de oficinas formativas na area de cinema para o público. Djalma de Lima Rolim - Registro audiovisual - Responsável pela edição do Jornal Anahanguera, com mais de 20 anos de edperiência na televisão, há 15 anos desenvolve trabalho de registros audiovisual de projetos artísticos e ações formativas na area do cinema Cia Volta Seca - Oficineiros do teatro de bonecos - experiência como artista mambembe, tearto de bonecos e palhaço a 43 anos, mestres da arte popular, remanescente do grupo boca em boca do palhaço seu minino, desenvolve oficinas de bonecos há 30 anos, constrói brinquedos populares e é um representante da cultura popular brasileira itinerante, de rua. Thiago Dourado - Técnico de audio e video - parte técnica do projeto, nosso Thiago trablha no Sesc há mais de 10 anos como técnico de audio e video
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.