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Elaboração de mobilização sociocultural e pesquisa bibliográfica e de campo, para composição de inventário das Celebrações da Semana Santa em Minas Gerais e publicação de Dossiê Técnico em um seminário público na cidade de Belo Horizonte. Esses produtos comporão o processo administrativo aberto para o REGISTRO das Celebrações da Semana Santa como Bem Cultural de Natureza Imaterial de Minas Gerais junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG.
Livro Dossiê Técnico terá seis capítulos assim distribuídos: · Introdução. Apresentação da justificativa e das etapas de desenvolvimento do projeto de registro das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais, com sua rede de parceiros. · Capítulo 1. "A História das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Narrativa histórica, a partir dos fatos e documentos registrados na bibliografia disponível e nos dados da pesquisa de inventário, enfocando o aspecto religioso, a fé popular, o fenômeno das irmandades e a pompa barroca cujas reminiscências ainda são encontradas principalmente nas 6 cidades históricas abrangidas pelo projeto. · Capítulo 2. "Ocorrência das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Análise dos dados gerados pelo sistema de cadastro online, apontando as características significativas da distribuição das várias celebrações pelo território mineiro na atualidade. · Capítulo 3. "A Imaginária das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Análise estética/artística e de grau de conservação das imagens sacras das 8 cidades históricas relacionadas às Celebrações da Semana Santa, conforme dados levantados na pesquisa histórica. Desse capítulo contará ainda ensaio fotográfico com reprodução das principais peças desse imaginário feitas pelo fotógrafo da equipe de pesquisa. · Capítulo 4. "A música das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Análise do inventário musical feito pelo Maestro pesquisador, com destaque para os principais compositores da música sacra mineira. · Capítulo 5. "Os modos de fazer das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Análise dos principais modos de fazer das celebrações da semana santa, focando a natureza dos materiais utilizados, a simbologia do fazer dada pela cultura popular, o ato como representação da fé etc. Capítulo 6. Dossiê das Celebrações da Semana Santa nas Minas Gerais". Análises e conclusões integradas de todo o material pesquisado atendendo aos critérios técnicos dos dossiês exigidos pelo IEPHA para registro de bens culturais de natureza imaterial. Capítulo 7. Plano de Salvaguarda.
Objetivos Gerais: BEM IMATERIAL _ REGISTRO: Elaborar dossiê técnico para compor o processo administrativo do registro das Celebrações da Semana Santa no Livro das Celebrações do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG como Bem Cultural de Natureza Imaterial de Minas Gerais. Objetivos específicos: SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: Realizar 1 encontro de audiência pública nas cidades de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Caeté, Congonhas, Santa Luzia e São João Del Rei, totalizando aproximadamente 18 horas e abrangendo um público presencial de cerca de 1750 pessoas, sendo aproximadamente 250 pessoas por audiência pública, em média. PESQUISA: Realizar pesquisa bibliográfica histórica e sociocultural de campo com equipe técnica multidisciplinar nos municípios de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Caeté, Congonhas, Santa Luzia e São João Del Rei para debater para identificação das Celebrações da Semana Santa durante 5 meses. LIVRO: Produzir, editar, publicar e distribuir gratuitamente 1000 exemplares do livro Dossiê das Celebrações da Semana Santa em Minas Gerais. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: Realizar 1 Seminário de Apresentação do Dossiê das Celebrações da Semana Santa em Minas Gerais na cidade de Belo Horizonte, durante cerca de 3 horas para um público presencial de cerca de 350 pessoas com entrada franca. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar palestra gratuita de formação de plateia em escolas superiores e de nível médio das cidades de Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, Sabará, Caeté, Congonhas, Santa Luzia e São João Del Rei, totalizando cerca de 10 horas para um público de 800 jovens estudantes de ensino superior e de nível médio interessados nas áreas de História, Cultura, Literatura e Artes.
Entre os séculos XVIII e XIX, nas origens do povo mineiro, aconteceu um fenômeno sociocultural único, objeto de estudo do mundo acadêmico e prática de fé de milhões de pessoas, 70,4% do total da população mineira na atualidade, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/IBGE. Esse fenômeno, ainda em estudo, às vezes chamado de "Barroco Mineiro", foi responsável pela construção de um patrimônio cultural material que é a expressão máxima da cultura mineira em todo o mundo, com reconhecimento universal pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura/UNESCO. Um patrimônio material, com seus monumentos históricos, é a expressão de um patrimônio imaterial, pela simples razão de que o Homem antes pensa e depois age. A riqueza arquitetônica, artística e cultural das Minas de hoje são expressões de uma sociedade humana igualmente rica e profunda, incluindo suas desigualdades. E o elemento essencial capaz de unir essas diferenças e criar uma obra de arte ritualística, movida pela fé e criatividade de milhares de "irmãos", são as Celebrações da Semana Santa. Conforme descrição do Dicionário Histórico das Minas Gerais (ROMEIRO; BOTELHO, 2012), as celebrações da Paixão de Cristo começavam no Domingo de Ramos e seguiam durante o tríduo sacro, a quinta, sexta e sábado santos, quando se rememorava a instituição da Eucaristia na Santa Ceia, a traição, prisão, paixão, morte e ressurreição de Cristo. Segundo as autoras, todas as irmandades participavam desse momento máximo da fé católica e "as câmaras determinavam que os moradores limpassem as ruas, tapassem os buracos das suas testadas, para que a procissão pudesse passar", tal era a importância desse evento na vida da sociedade setecentista de Minas. Um dos elementos fundamentais das Celebrações da Semana Santa é a pompa barroca que se caracteriza pela elaboração rica e detalhada dos ritos cerimoniais. São utilizados materiais valiosos, como ouro, prata e pedrarias na confecção e deco-ração das peças e figuras sacras que ganham um tratamento e requinte estético pela utilização de diversos serviços artísticos, como escultura, pintura, arquitetura, música, teatro e literatura, entre outras expressões criativas. Segundo informações do site do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) as ordens terceiras religiosas e irmandades de leigos foram os maiores patrocinadores de quase toda a atividade artística da capitania, dando contribuições inestimáveis na vida intelectual e na cultura. Ainda segundo a divulgação do IEPHA, a rivalidade entre duas grandes ordens terceiras, do Carmo e São Francisco, resultou em praticamente metade da obra do Aleijadinho e do Mestre Ataíde. Também no terreno da música, essas associações deixaram frutos. "Em determinado período existia em Minas maior número de músicos ilustres do que na própria corte portuguesa", aponta Curt Lange em seu livro História da música nas irmandades de Vila Rica: freguesia do Pilar de Ouro Preto (B. Horizonte: APM, 1979, Vol. 1.). As Celebrações da Semana Santa remetem às primeiras experiências espirituais e culturais na formação do povo mineiro e até hoje são realizadas praticamente em todos os municípios de Minas Gerais. Ainda mais importante é a permanência de celebrações tradicionalíssimas ainda conservadas no núcleo histórico do Estado, especialmente nas cidades de São João Del Rey, Tiradentes, Ouro Preto, Mariana, Diamantina, Serro, Sabará e Caeté, entre outras. Segundo os órgãos nacional e estadual de proteção, IPHAN e IEPHA respectivamente, devem ser registrados no Livro das Celebrações do Patrimônio Cultural Imaterial "os rituais e festas que marcam vivência coletiva, religiosidade, entretenimento e outras práticas da vida social" (CASTRO; FONSECA, 2008, p. 172), "sendo considerados importantes para a sua cultura, memória e identidade, e (que) acontecem em lugares ou territórios específicos e podem estar relacionadas à religião, à civilidade, aos ciclos do calendário, etc. As Celebrações da Semana Santa Mineira encaixam-se perfeitamente no perfil dos bens que, por força legal, devem ser registrados nos Livros do Patrimônio Cultural Imaterial É importante destacar ainda a Lei 20.470, de 2012, que cria no Estado o Dia do Barroco Mineiro e define como diretriz para os poderes públicos "apoiar, estimular, desenvolver e consolidar projetos culturais voltados para o Barroco Mineiro, mediante parcerias entre entidades de natureza pública, privada e do terceiro setor". As celebrações da Semana Santa são as manifestações mais representativas do Barroco Mineiro. Diante de todas essas justificativas de aspectos histórico, artístico e cultural, a Casa Sol Invictus entendeu a necessidade de salvaguarda dessa inquestionável herança cultural mineira e solicitou ao IEPHA/MG o registro das Celebrações da Semana Santa no Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais. A solicitação foi submetida a avaliação do órgão competente e aprovada, assim como a autorização para que a entidade proponente, sob o acompanhamento do IEPHA execute o inventário e elaboração do dossiê técnico, documentos decisivos para a oficialização do registro e que se constitui no objeto desse projeto. A proposta em questão se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende às seguintes finalidades do Art. 3° da mesma lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
RUBRICAS DE REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE A remuneração do proponente corresponderá a 20% do valor da rubrica 144 - Custos de administração, referindo-se à taxa administrativa pela utilização da estrutura jurídica e comercial da entidade proponente. DESCRIÇÃO DAS PÁGINAS DO SITE As páginas do site serão responsivas, adaptando-se ao dispositivo do usuário, seja computador, celular, tablet ou similares. Conteúdo das páginas: Homepage: · Logomarcas do projeto, do IEPHA/MG, do MinC e dos parceiros e patrocinadores. · Banners móveis com links para páginas internas. · Videográfico de entrada espontânea explicando os objetivos e metas do projeto. · Post principal atualizável semanalmente. · Janelas com links para as páginas internas. · Janela de acesso ao sistema de Cadastro Online das Celebrações. · Rodapé com dados de identificação dos realizadores do projeto e mecanismo de coleta e cadastro de endereços eletrônicos dos usuários. Páginas internas: · Realizadores – com informações sobre os realizadores do projeto e promoção dos valores institucionais de cada agente envolvido na execução. · Inventário – com a descrição detalhada do processo administrativo, aberto pela Casa Sol Invictus junto ao IEPHA/MG, para o registro das Celebrações da Semana Santa como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais. Serão usados recursos de texto e audiovisuais. · Notícias – com a publicação de textos e recursos audiovisuais registrando os acontecimentos relacionados ao desenvolvimento do projeto. Semanalmente, as publicações dessa página são enviadas para os e-mails de usuários cadastrados em formato de newsletter. · Vitrine – com a publicação de textos e recursos audiovisuais registrando os acervos acumulados com o desenvolvimento do projeto, tais como: imagens, vídeos, artigos científicos, webcursos de Formação de Plateia e outros. · Sistema de Cadastro Online das Celebrações para coleta de dados dos usuários a respeito dos temas ligados às Celebrações da Semana Santa. Esses dados serão posteriormente tabulados para se obter informações sobre a ocorrência das Celebrações da Semana Santa no território de Minas Gerais.
A Campanha de Divulgação e Convocação das Audiências Públicas e palestras de Formação de Plateia terá as seguintes peças de comunicação para cada uma das cidades. 20 chamadas em spots de 30 segundos em emissora de rádio local durante os três dias anteriores ao evento; 100 cartazes formato 42X60 cm – 4X0 cores – papel 150gr; 1000 convites formato 15X21 cm – 4X4 cores – pepal cuchê fosco 175gr; 2 banners verticais em lona (0,90 X 1,50 m) com suportes; 1000 folders de divulgação do projeto formato 30X42 com duas dobras – 4X4 cores – papel cuhê fosco 175gr; Será ainda realizada entrevista coletiva com a imprensa local. O site será desenvolvido em plataforma windows acessível por todos os aparelhos eletrônicos de forma gratuita e responsiva. Espera-se atingir, em média, cerca de 5 mil visitas mensais. Livro Dossiê técnico. Formato 21X30 cm (fechado) - Capa em papel couchê fosco 250g - Miolo de 300 páginas em papel couchê fosco 120g - 4 X 4 cores - Encadernação em capa dura com acabamento de alta qualidade editorial. Tiragem: 1 mil exemplares.
MEDIDAS DE PROMOÇÃO DE ACESSO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA, MOBILIDADE REDUZIDA OU IDOSA Os eventos presenciais serão realizados, em sua maioria, nas cidades históricas mineiras, que, sendo áreas de preservação urbanística, possuem limitações de mobilidade e, em muitos casos a impossibilidade de instalação de rampas ou barras laterais. De qualquer modo, serão estudados, caso a caso, quais as melhores alternativas para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e com deficiência. Para o acesso aos espaços em que serão realizados os eventos, haverá um casal de cuidadores (assistentes) que se encarregará de fazer a triagem de público e encaminhar as pessoas com dificuldade de locomoção para locais diversos, de boa visibilidade, próximos aos corredores e de saídas de emergência, preferencialmente, sendo ainda reservado uma vaga anexa para pelo menos um acompanhante. O mesmo casal assistirá a esse público em qualquer deslocamento necessário durante o evento, como acesso a banheiros ou a fontes de água etc. MEDIDAS DE PROMOÇÃO DE ACESSO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL E/OU AUDITIVA Em todos os eventos públicos presenciais haverá a tradução de toda a programação por um intérprete de libras. O mesmo vale para as peças de audiovisual produzidas para divulgação do projeto. Para pessoas com deficiência visual, serão impressos 10 exemplares do dossiê técnico em braile na gráfica da Associação de Cegos Louis Braille, em Belo Horizonte, que tem em sua equipe pessoas cegas que trabalham em todas as etapas do processo com equipamentos adaptados. Serão destinados 2 exemplares da obra para serem distribuídos no Lar das Cegas, que ampara mulheres cegas de baixa renda em Belo Horizonte e é mantido pela associação com a renda gerada pela gráfica. Parte dos materiais publicados nos canais de divulgação do projeto terão arquivos de áudio com descrição do conteúdo que ficarão disponíveis para download ou acesso direto.
EVENTOS PÚBLICOS As Palestras/Audiências Públicas serão realizadas nas 7 cidades com entrada livre e convocação prévia por meio de campanha de divulgação na mídia local e panfletagem e distribuição de convites. Serão transmitidas ao vivo por meio de rede social e site do projeto, que também manterá os registros audiovisuais, com suporte de videográficos, disponíveis para visualização e download na seção Vitrine do mesmo site, conforme ordena o inciso V do artigo 57 da IN nº 01/2017. A previsão é de atingir presencialmente um público de 1750 pessoas, sendo aproximadamente 250 pessoas por audiência pública, em média. Um percentual de 30% dos convites de cada audiência pública será distribuído em escolas de ensino superior e de ensino médio, entre professores e estudantes locais. As audiências públicas beneficiarão todas as instituições locais, regionais, estadual e federal relacionados com o patrimônio imaterial brasileiro, como universidades, museus, dioceses e arquidioceses, irmandades leigas, associações religiosas e de artistas e produtores culturais e, sobretudo ao IEPHA/MG e IPHAN, atendendo ao artigo 57 da IN nº 01/2017 do MinC. Os mesmos procedimentos acima serão adotados em relação ao Seminário de encerramento do projeto a ser realizado em Belo Horizonte com a participação prevista de 400 pessoas. PUBLICAÇÃO TODA A TIRAGEM - 1.000 EXEMPLARES - TERÁ DISTRIBUIÇÃO GRATUITA sendo: 200 exemplares serão doados para bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público nas 8 cidades, atendendo ao público usuário desses equipamentos que são prioritariamente, estudantes de todas as idades e classes sociais, e estudiosos e interessados em leitura, também extratificados pelas classes etárias e sociais; 100 exemplares para distribuição pelos patrocinadores do projeto; 200 exemplares para distribuição nos espaços próprios do IEPHA/MG e IPHAN e em bibliotecas e paróquias das cidades abrangidas pelo projeto. 500 exemplares para distribuição pela proponente. O livro terá edição em ebook disponível para download gratuito no site do projeto. AÇÕES DE FORMAÇÃO DE PLATEIA As atividades de FORMAÇÃO DE PLATEIA serão realizadas paralelamente ao período em que a equipe técnica do projeto estará atuando em cada cidade, na divulgação e pesquisa histórica. Conforme o inciso VII do artigo 56 da IN nº 01/2017, consistirão de ações educativo-culturais gratuitas visando capacitação do público na área do patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais, especialmente em relação ao bem em fase de registro. Palestras – para cada cidade espera-se atingir um público de até 100 pessoas entre professores, jovens estudantes de ensino superior e de nível médio interessados nas áreas de História, Cultura, Literatura e Artes. As instituições beneficiadas em cada cidade serão escolas superiores e de nível médio locais, que poderão aprofundar o tema do patrimônio cultural imaterial em sua grade curricular. Concurso de Fotografia – espera-se atingir pelo menos 500 participações em cada cidade ou 3 mil no geral, com inscrições pela internet e, fisicamente, em entidades culturais e religiosas locais por meio de formulário próprio, aberta a todas as pessoas. Serão beneficiadas as bibliotecas públicas ou museus locais que receberão o acervo de imagens levantadas pelo concurso.
ATIVIDADE DA ENTIDADE PROPONENTE A Casa Sol Invictus realizará institucionalmente a articulação oficial com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) por ser a entidade responsável pela abertura do processo visando ao registro das Celebrações da Semana Santa como bem imaterial do Patrimônio Cultural Mineiro, inscrito no Livro das Celebrações. A oficialização da abertura do processo se deu por meio do Ofício do Gabinete da Presidência do Órgão de número 397/2017 informando que “após análise da documentação encaminhada a esse Instituto, colocamo-nos favoráveis à abertura do processo de inventário para fins de registro imaterial das Celebrações da Semana Santa como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais”. O documento foi assinado pela presidente interina do IEPHA/MG à época, Edilane Maria de Almeida Carneiro. CURRICULO RESUMIDO DA EQUIPE PRINCIPAL Coordenador Geral: MOYSÉS MALTTA / MOISÉS MALTA RODRIGUES licenciado em Letras - Lingua Portuguesa e Literatura - pela Unipac Vale do Aço em 2007 e especializado em Artes, Ensino e Linguagem pela mesma faculdade em 2008. Cursou ainda Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia em 1986 e Publicidade pela Faculdade Casper Líbero de São Paulo em 1993. Possui cursos de assistente de direção teatral com os diretores Gérson Esteves (do Grupo Ornitorrinco) e Carlos Palma, em São Paulo, respectivamente em 1992 e 1993; formação em Desenvolvimento e Gestão Cultural pelo Instituto Cultural Usiminas (2007); e formação em mediação do Programa de Enriquecimento Instrumental pelo Centro de Desenvolvimento Cognitivo do Paraná (2012). Principais atividades: Criador e coordenador do Projeto Circuito Cultural do Diamante pela Casa Sol Invictus, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. É um projeto de interpretação turística e cultural do barroco colonial mineiro associado a um território de 24 municípios. Começou com a publicação do Guia Cultural do Serro, incluindo outros quatro municípios, destacando a história e o patrimônio cultural de cada localidade, apontando informações turísticas sobre espaços e serviços relacionados. Foram publicados 8 mil exemplares. O segundo guia da série - Conceição do Mato Dentro - está em fase de execução e incluirá a criação de um aplicativo guia de viagem, indicando ao turista em tempo real, a localização e as informações básicas sobre o patrimônio cultural de cada cidade do circuito. Criador e coordenador do projeto Oratório do Verbo Barroco (2017/2018) pela Casa Sol Invictus com financiamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Projeto de imersão turística focado na valorização da arte sacra e das celebrações católicas tradicionais. A 1ª edição aconteceu em 7 e 8 de dezembro de 2018 e promoveu a Celebração de Nossa Senhora da Conceição, com 315 anos de existência, na cidade de Conceição do Mato Dentro, associada à apresentação de Concerto Mariano (erudito), Missa em Fá Maior de Lobo de Mesquita, reedição e lançamento do livro Setenário das Dores de Nossa Senhora de Alphonsus de Guimaraens e realização do um seminário literário “Alphonsus de Guimaraens e a Devoção Mariana” que incluiu uma palestra sobre a decoração interna da igreja matriz. Mobilizador cultural para a implantação do Centro de Artes e Esportes Unificados/CEU no bairro General Carneiro em Sabará, em 2014/2015. Editor da revista cultural interativa Opinião - versão impressa e digital - financiada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, patrocínio da Usiminas e publicada entre 2008 e 2012 na Região Metropolitana do Vale do Aço. Diretor do Projeto Opinião Musical no Vale do Aço de 2010 a 2012. Coordenador técnico do projeto Constituinte Escolar na Rede Municipal de Ensino de Ipatinga, cujas atividades de mobilização eram prioritariamente culturais, entre 2010 e 2011. Editor da revista cultural interativa – Ponto de Vista - distribuída gratuitamente entre os alunos das redes pública e privada, financiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e publicada entre 2000 e 2008. Consultor da Prefeitura de Nacip Raydan para a elaboração e execução de projeto de educação patrimonial em 2005/2006. Consultor da Prefeitura de Ipatinga para a organização do 4º Seminário Municipal de Cultura, que discutiu a elaboração da lei que criou o Conselho Municipal de Cultura, em 2004, com destaque para o patrimônio histórico cultural do município. Editor do álbum de fotos históricas Ipatinga - 40 anos em figurinhas distribuído nas escolas públicas do município em 2004. Vencedor do Concurso de Contos e classificado em 2º lugar na categoria poesia do IV Festival de Inverno da Bahia-FIB em 1993. Consultora Acadêmica em História e redatora: ADALGISA ARANTES CAMPOS. Graduação, Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1978-1981/2). Monografia: “Pampulha: uma proposta estética e ideológica”, 1982 (Orientador: Dra. Marília Andrés Ribeiro). Especialização: Lato-Sensu em “Cultura e Arte Barroca” (420 horas), Instituto de Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto, 1986. Monografia: “A Pompa Fúnebre na Capitania das Minas” (Orientador Dr. Caio C Boschi) Mestrado: “Filosofia Contemporânea” pelo Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (1982-1986). Dissertação: “A vivência da Morte na Capitania das Minas” (Orientador: Dr. Henrique C. de Lima Vaz), defesa março/86 (bolsa CNPq). Doutorado: “História Social”- pelo Departamento de História da Universidade de São Paulo (1990-94). Tese: “A Terceira devoção do setecentos mineiro: o culto a São Miguel e Almas” (Orientador: Dra. Laura de Mello e Souza), defesa out/94 (bolsa do PICD) Professora Titular da Universidade Federal de Minas Gerais: Departamento e Programa de Pós-graduação em História; pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico- CNPq entre 1994 e 2013; colaboradora do Curso de Arte Sacra da Faculdade Arquidiocesana de Mariana. Historiadora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) - de dezembro de 1983 a agosto de 1986 (BH); Ingresso por Concurso no Departamento de História da UFMG desde agosto de 1986; Licenciada e Bacharel em História pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG; Especialista em Cultura e Arte Barroca pelo Instituto de Filosofia, Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto, Mestre em Filosofia pela UFMG; Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo; Bolsista de produtividade do CNPq entre 1996- 2013; estudos pós-doutorais de quatro sob orientação da Profa. Dra. Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em suas pesquisas, orientações e publicações são enfocados temas relacionados aos rituais quaresmais e da Semana Santa na América Portuguesa; o mecenato das irmandades leigas e ordens terceiras; as devoções e sua iconografia, o ideário da morte e o culto às Almas do Purgatório; vida cotidiana de artífices e artistas e assuntos correlatos. Ministra cursos na Graduação e Programa da Pós do Departamento de História da FAFICH/UFMG e na Faculdade Arquidiocesana de Mariana (Pós-graduação lato-sensu em Arte Sacra e Filosofia da Arte). Representante da Associação Nacional dos Profissionais em História no Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (CONEP) entre 2008-2011; editora chefe da Revista Varia História do Programa de Pós-graduação em História da UFMG de 2008 a maio de 2009. Apresenta experiência na organização de eventos da área e na edição de livros e periódicos. Historiador e redator: LEANDRO GONÇALVES DE REZENDE, Mestre em História Social da Cultura – UFMG, conclusão 2016. Graduado em História – Licenciatura – Diurno - UFMG, conclusão em 2012. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Arte e Paleografia. Grande interesse em Arte Barroca e Rococó, iconografia cristã, símbolos religiosos, irmandades e ordens terceiras na cultura luso-brasileira, séculos XVIII e XIX. Conhece bem arquivos históricos, eclesiásticos e de órgãos de proteção ao patrimônio (IPHAN e IEPHA). Experiência com leitura paleográfica. Possui cursos de curta duração que contemplem as áreas de interesse em História da Arte, História de Minas e História da Igreja, inclusive participando com variadas comunicações em eventos, simpósios e congressos. 2017 - Professor da Pós Graduação em Arte Sacra da Faculdade Arquidiocesana de Mariana. Abril de 2012 - Maio de 2014: Bolsista CAPES/Reuni no curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis na Escola de Belas Artes da UFMG. Função: Ministrar aulas na graduação (Disciplinas História da Arte, Iconografia Religiosa e Portfólio), acompanhamento de professores e organização de encontros, seminários e simpósios. A bolsa rendeu certificado de estágio docente na UFMG. Marco de 2012 – setembro de 2015: Coordenador da Oficina de Paleografia da UFMG. Função: Organizar encontros, selecionar documentos e auxiliar os participantes na transcrição paleográfica. Publicação do Livro Caderno de Paleografia I. Experiência na leitura e no manuseio de diversa tipologia documental dos séculos XVIII e XIX. Março de 2010 – 2013: Revista Varia História – Departamento de História da UFMG. Função: Voluntário no envio de revistas, atendimento ao público e correção e revisão de artigos recebidos e aprovados. Fevereiro de 2011 / Dezembro de 2011: Bolsa de Iniciação Científica PROBIC/FAPEMIG. Função: Bolsista de Iniciação Científica PROBIC/FAPEMIG, no projeto “Pintores coloniais em Minas Gerais: evolução histórica, técnica e conservação”. No projeto era responsável pelo levantamento arquivístico e a pesquisa histórica das pinturas e dos pintores que atuaram em Ouro Preto, Mariana e distritos no período colonial. Março de 2010/ Fevereiro de 2011: Bolsa de Iniciação Científica PROBIC/FAPEMIG. Função: Bolsista de Iniciação Científica PROBIC/FAPEMIG, sob orientação da Prof(a). Dra Adalgisa Arantes Campos, no projeto de pesquisa “Pompa Barroca: manifestações culturais. Semana Santa, escatologia e culto santoral na Época Moderna”, no Departamento de História na Universidade Federal de Minas Gerais. Desenvolvimento da pesquisa intitulada “O Monte Carmelo nas Montanhas de Minas: Iconografia e Devoção da Venerável Ordem Terceira do Carmo”. Produtor e redator: ANTÔNIO NAHAS JUNIOR. Escritor finalista do Prêmio Rio de Literatura e do Prêmio Biblioteca Nacional, pelo ensaio histórico A Queda: Rua Atacarambu, 120, publicado em 2015 pela Editora Scriptum. Antônio Nahas Júnior é economista, formado em 1979 pela Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG, escritor e pesquisador histórico, com foco na História de Minas Gerais. Foi Secretário adjunto de Administração e Recursos Humanos do Estado de Minas Gerais e Consultor Técnico Especializado da Prefeitura de Belo Horizonte (2006 a 2008), Diretor da SLU - Superintendência de Limpeza Urbana (1994 a 1996) e Secretário de Fazenda (1989 a 1992) e de Planejamento do Município de Ipatinga (1997 a 1999). Como escritor, Antônio Nahas Junior pesquisou documentos, depoimentos e, sobretudo, notícias dos jornais da época durante quatro anos para apresentar o universo sociocultural de Belo Horizonte na década de 60, cenário para os protestos dos movimentos sindicais e estudantis contra o golpe militar e que levou à luta armada pelo Grupo COLINA. Em 2010, lançou Rio Acima – Fragmentos da História de Minas pela Editora Comunicação de Fato. Durante a pesquisa de três anos realizada na Cúria Metropolitana e Arquivo Público Mineiro, o autor descobriu documentos importantes sobre a História da Mineração e teve aumentado o seu interesse pela história do período colonial mineiro, especialmente na região do Circuito do Diamante. Antonio Nahas Junior tem ainda publicados dois livros da série Homens em Série – a história de Ipatinga contada por seus próprios personagens, resgatando a história do Vale do Aço, publicados em 1991 e 1992, em que foi um dos organizadores. Também é autor de inúmeros artigos técnicos, inclusive culturais, publicados em revistas e no jornal Em tempo, da imprensa alternativa mineira, nos anos de 1970, em Belo Horizonte, e foi colunista do Jornal Diário Popular no Vale do Aço. Comunicador e redator: CRISTIANO LOPES AL’CANÇADO, escritor da periferia (RMBH), formado no Conjunto Habitacional de Interesse Social Cristina “C”, da cidade Histórica de Santa Luzia/MG; expressa-se em verso e prosa; defensor dos Direitos Humanos e dos Direitos Culturais conforme o ordenamento jurídico nacional e internacional. Objetivos gerais: · Valorização e salvaguarda da Língua Portuguesa do Brasil, bem como intercâmbio com a comunidade internacional lusófona; · Intercâmbio e busca das verdades humanas assemelhadas por meio do Direito, da Justiça e da Paz. Metas específicas: contribuir para a preservação das memórias afetivas, estéticas e intelectuais; ajudar no aperfeiçoamento da apreciação literária em nossas Minas Gerais e no Brasil. 2023: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo. Avaliador de projetos na Comissão Paritária Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – Copefic representando os setores de Literatura e Música. 2015 – 2023: Site de Literatura Brasileira e Memória Cultural Pingo de Ouvido. Fundador, editor e colaborador. Realização de pesquisas, publicações de poemas, contos, ensaios e entrevistas com vários escritores, tais como Anderson Braga Horta, Benício Cabral, Graça Rios e João Filho. 2007: Escrita, distribuição e recital. “Velocidade Interior” no Sarau de Poesia do Centro Cultural Lagoa do Nado (Bhte/MG), dividindo a noite com o escritor, cantor e compositor Thelmo Lins. 2006: Escritor e expositor. Poemas datilografados em papel alumínio no II Seminário Tecendo Solidariedade, Cidadania e Mística, no Centro Pastoral Santa Fé (SP). 2006 – 2010: Art. 22 (Associação de Ideias Ambientais e Socioculturais). Escritor colaborador. Publicações de textos em verso e prosa; leitura crítica contributiva de textos. 2004: 3º Lugar do Festival Nacional de Poesia do Instituto Santo Inácio (Bhte/MG). Escritor (poeta concorrente). 2003: Sarau de Poesia do Centro Cultural Lagoa do Nado (Bhte/MG). Escrita, distribuição e recital como poeta convidado. 2002: Classificação de duas letras da obra supracitada na Mostra Cauê de Arte Popular Ano I (MG). Escritor (letrista concorrente). 2001: Publicação de livro-cd “Cartão cred-canja master-sopa” (poemas e canções). Escritor, autor e editor. 1999 – 2002: Zine Quartefato (revista independente e comunitária). Colaborador. Associação dos Moradores do Conjunto Cristina (Amocris), Santa Luzia/MG; coordenador do Segmento de Literatura da AASL (Associação de Artistas e Artesãos de Santa Luzia). Pesquisador especialista em escultura e redator: EDMILSON SANTANA DE OLIVEIRA, escultor com trabalhos realizados na Região Sudoeste do Estado da Bahia e em algumas capitais, inclusive Salvador, obtendo repercussão internacional em alguns. Desempenhou a função de Produtor Comercial, por 4 anos, em emissora de televisão -TV Sudoeste - Afiliada Rede Globo; Desenvolveu cenário do Filme Central do Brasil, do cineasta Walter Salles. Autor do Monumento em Homenagem ao Índio (escultura com 8 metros de altura; obra pública erguida em Vitória da Conquista). Autor do Monumento em Homenagem ao Vaqueiro (escultura com 7 metros de altura, erguida em Lagoa Real – Bahia). Autor do Marco Histórico em Homenagem aos 50 anos da Diocese (hoje, Arquidiocese) a pedido do Arcebispo Dom Geraldo Lírio Rocha, na ocasião, Presidente da CNBB (escultura com 4 metros de altura, na Catedral Metropolitana de Vitória da Conquista, além da logo do cinquentenário e do selo comemorativo). Participou da Exposição “1964 Desaparecidos - Ditadura Militar - 50 anos de Vida e Morte...” (inclusa no III Colóquio Internacional e X Colóquio Nacional - Museu Pedagógico da UESB - 2014/15). Autor do Marco Histórico em Homenagem aos 25 anos da Cidade de Lagoa Real (escultura em ferro, com 3 metro de altura). Participante da Exposição "Crises, Conflitos e Conhecimento no Mundo Contemporâneo" (inclusa no IV Colóquio Internacional e XI Colóquio Nacional - Museu Pedagógico da UESB - 2015/16). Pesquisador especialista em música: MARIA DA CONSOLAÇÃO ANUNCIAÇÃO possui Graduação em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto (2003) e Mestrado em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007), área de Musicologia. É cantora e organista, com participações em alguns corais religiosos antigos de Ouro Preto, desde 2003 e possui experiências como cantora e regente de corais extensivas de Instituições acadêmicas como UFOP, IFMG, UFMG antogo IAC (hoje IFAC). Profissionalmente atua como professora de musicalização, de história da música, de teclado e piano e de canto e técnica vocal para crianças, jovens e adultos. No campo da musicologia, atua como pesquisadora sobre “O canto da Verônica”, celebração própria e tradicional da Semana Santa, com participação em distintas comunicações e entrevistas dadas para a TVs, rádios e outros meios de comunicação). Fez trabalhos acadêmicos sobre o Canto da Verônica para contemplar algumas disciplinas isoladas cursada nos cursos de Pós-Graduação das Letras, Música e Belas Artes da UFMG. Atuou também no papel da “Verônica” em Ouro Preto (2011), e representando uma das (Heus), (2005 a 2019) nas festividades da Semana Santa em Ouro Preto. Trabalha com obras do compositor “José de Vasconcellos Monteiro”, assunto da sua Dissertação de Mestrado, por meio de um rico acervo de obras musicais, poemas e canções inéditas desse compositor. Possui gravações e vídeos sobre algumas Modinhas com registros de cópias feitas no Museu da Música da Arquidiocese de Mariana. É também compositora com cadernos de composições registrados na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Redator: EDUARDO LEVY, Bacharel em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais com passagem pela University of Wisconsin—Madison (EUA). Eduardo Levy é tradutor, revisor e redator. Redigiu introdução e comentários para livros como Meditações (Marcus Aurelius, Avis Rara, 2022) e A história das ilusões e loucuras das massas (Charles Mackay, Faro Editorial, 2020) além de ter traduzido obras de autores como Robert Louis Stevenson (O estranho caso de Dr Jekyll e Mr Hyde, Clube de Literatura Clássica, 2022) e Mary Shelley (Frankenstein, Clube de Literatura Clássica, 2022).
PROJETO ARQUIVADO.