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O espetáculo de artes cênicas Noel Rosa tem como proposta a produção de um musical de câmara em homenagem aos 114 anos de nascimento de Noel Rosa. Na peça serão revisitados os clássicos de Noel e as cenas mais divertidas e dolorosas de sua vida, repleta de música, humor e poesia. A intenção é capturar o espírito de seu tempo, traçando um painel da vida brasileira e carioca, a partir de evocações líricas do bairro de Vila Isabel.
Noel Rosa (1910-1937) é uma das maiores figuras da história da música popular brasileira. Além de excepcional compositor e letrista, é também um dos maiores cronistas de seu tempo. Suas músicas pintam um painel da vida brasileira e especialmente do Rio de Janeiro, então capital federal, cidade em que nasceu e da qual poucas vezes se ausentou. Noel captura em suas canções o espírito de seu tempo. É capaz de escrever evocações líricas de seu bairro, como Feitiço da Vila, canções dolorosas de amor, como Último Desejo, e de descrever a vida cotidiana da cidade com um humor incomparável, como em Conversa de Botequim: "Seu garçom, faça o favor de me trazer depressa Uma boa média que não seja requentada Um pão bem quente com manteiga à beça Um guardanapo e um copo d'água bem gelada Feche a porta da direita com muito cuidado Que não estou disposto a ficar exposto ao sol Vá perguntar ao seu freguês do lado Qual foi o resultado do futebol." Ao lado desse humor às vezes corrosivo, outras apenas lúdico, Noel tem uma biografia trágica. Ao redor dos 20 anos foi diagnosticada sua tuberculose, doença até então fatal. Coube a Noel o dilema trágico de escolher entre a vida boêmia - e a glória - ou a preservação da saúde. Em suma, Noel é um personagem tão trágico como os heróis das epopeias gregas. A vida de Noel é também um dos centros da vida boêmia carioca dos Anos de Ouro da música popular brasileira. Em torno dele, gravitam nomes como Cartola, Ismael Silva, Araci de Almeida, Francisco Alves e outras personalidades que foram protagonistas dos primórdios do samba. Em suma, contando a vida de Noel, contamos a origem de uma das formas mais originais de nossa cultura. Para comemorar os 110 anos de nascimento de Noel Rosa, faremos uma comédia dramática, estrelada por Marcelo Serrado. Ele, que já foi Noel no palco, há mais de vinte anos, e que compreende e encarna como poucos o espírito desta cidade. Noel Rosa será um musical de câmara, tendo em cena somente Marcelo Serrado e um grupo de choro-samba. No espetáculo vamos revisitar os clássicos de Noel - Gago Apaixonado, Com que roupa, Fita Amarela, entre tantas outras. E conheceremos também as cenas mais divertidas e dolorosas de sua vida cheia de som, humor e poesia. O texto será escrito por Geraldo Carneiro, poeta e letrista, membro da Academia Brasileira de Letras, conhecedor da obra de Noel e de seus meandros musicais e poéticos. A direção será de Cacá Mourthé, também atriz e autora e responsável pelo Teatro O Tablado. A produção e assessoria de imprensa serão da Barata Comunicação, que atua no mercado há mais de 30 anos.
O projeto Noel Rosa apresenta os seguintes objetivos gerais: - Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o Teatro brasileiro. - Comemorar os 113 anos de nascimento de um dos maiores nomes na música popular brasileira: Noel Rosa. - Resgatar as composições - em especial os sambas e sambas-choro - de Noel Rosa e seus principais parceiros, por meio de um repertório cuidadosamente selecionado. - Compor um musical de câmara, revelando ao público as cenas mais divertidas e emocionantes da vida de Noel Rosa, bem como alguns casos curiosos que deram origem a obra do artista. - Convidar o público para uma reflexão sobre a escolha de trajetórias de vida, tendo como pano de fundo a história de Noel Rosa que esteve dividido entre a boemia e a preservação de sua própria saúde. O projeto Noel Rosa apresenta os seguintes objetivos específicos: - Realizar, no ano de 2024, temporada de 2 meses do espetáculo no Estado do Rio de Janeiro com 12 apresentações e 1 mês em São Paulo com 8 apresentações. - Como Contrapartida social: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; O projeto realizará 2 bate-papos (debates) sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).- Atendendo o disposto no artigo 30 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 480 pessoas, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino.
Noel Rosa nasceu no início do século passado (1910) no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, tornando-se anos mais tarde conhecido como o "Poeta da Vila". Morou durante seus vinte e seis anos e meio de vida na mesma casa na rua Teodoro da Silva, que tempos depois seria demolida para a construção de um prédio residencial que leva seu nome. Filho de Manuel Medeiros Rosa, que era gerente de camisaria, e da professora Marta de Azevedo, teve em seu nascimento fratura e afundamento do maxilar provocados pelo fórceps, além de uma pequena paralisia na face direita, que o deixou desfigurado para o resto da vida, apesar das cirurgias sofridas aos seis e 12 anos de idade. Alfabetizado pela mãe, foi matriculado no Colégio Maisonete quando tinha treze anos, depois foi para o São Bento, onde ficou até 1928, recebendo dos colegas o apelido de Queixinho. Teve paixões por mulheres que se tornaram musas de alguns de seus sambas, como no caso de Ceci, dançarina de um cabaré da Lapa. Para ela, compôs "Dama do Cabaré" e "Último desejo". Casou-se com Lindaura, em dezembro de 1934. O casamento ocorreu por pressão da mãe da moça, pois Lindaura tinha apenas 13 anos, dez a menos do que ele. Grávida, ela perderia o filho meses após o casamento. A união com Lindaura não modificou seus hábitos boêmios, que acabariam por comprometer irremediavelmente a sua saúde. No início de 1935, já com os dois pulmões lesionados, viajou com a mulher para se tratar em Belo Horizonte, onde se hospedou na casa de uma tia. Porém, o tratamento durou poucos dias, pois o compositor logo começou a frequentar os bares e o meio artístico da cidade, apresentando-se até na Rádio Mineira. Ainda em Minas, em maio desse mesmo ano, recebeu a notícia do suicídio do pai, que se enforcou na casa de saúde onde estava internado para tratamento dos nervos. Apresentando algumas melhoras, em setembro retornou ao Rio de Janeiro. Contudo, em fevereiro de 1936, viajou para Nova Friburgo (RJ) por ordens médicas. Mesmo assim se apresentou no cinema local e frequentava os bares da cidade. Por sugestão de amigos e familiares, foi para Barra do Piraí, em abril do mesmo ano, em busca de repouso para tentar curar a tuberculose. Após uma semana, visitou, no dia 1 de maio, a represa de Ribeirão das Lajes e começou a passar mal. Durante a noite sofreu uma grave crise de hemoptise e o médico que o atendeu advertiu que não havia recursos para tratar dele naquela cidade. Na manhã de 2 de maio, voltou ao Rio com Lindaura, às pressas, num táxi, em estado muito grave, do qual não conseguiria se recuperar. Durante dois dias recebeu visitas de muitos amigos, entre os quais Marília Baptista e Orestes Barbosa, que procuraram animá-lo. Morreu na noite do dia 04 de maio. Diversas versões sobre sua morte foram publicadas em diferentes jornais e biografias. À beira de seu túmulo, Ary Barroso fez um discurso emocionado, homenageando o amigo e parceiro. Depois de alguns anos de sua morte, seu nome ficou esquecido durante a década de 1940, até que Aracy de Almeida, em 1950, passou a cantar na famosa boate Vogue, incorporando sambas inéditos dele ao seu repertório. Desde aí, o compositor foi redescoberto e passou a ser homenageado pelo público e por autoridades, como no caso do busto inaugurado na Praça Tobias Barreto e que hoje se encontra na Praça Barão de Drumond, Vila Isabel, e pela comunidade de Vila Isabel, que inaugurou um monumento no Cemitério São Francisco Xavier, onde o compositor foi sepultado, em comemoração ao cinquentenário do nascimento do sambista. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O projeto Noel Rosa Coisa Nossa não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto Noel Rosa Coisa Nossa pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo Noel Rosa Coisa Nossa não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo Noel Rosa Coisa Nossa não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto Noel Rosa Coisa Nossa se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.
O espetáculo tem a duração de 70min. Faixa etária - Livre
PRODUTO: ESPETÁCULO DE TEATRO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”.detalhar quais serão as medidas adotadas. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos um tradutor de linguagem em libras em 2 sessões da peça: 1 no Rio de Janeiro e 1 em São Paulo, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - Tradutor de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o espectador até o seu local na plateia e reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item orçamentário - Monitor PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia e de seu acompanhante. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Também ofereceremos um tradutor de linguagem em libras nas 2 palestras oferecidas na contrapartida social que ocorrerão na cidade do Rio de Janeiro devidamente informadas no material de divulgação. Item do orçamento: Intérpretes de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o participante das palestras até o seu local na plateia. Item do orçamento: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras com apenas falas, não vimos a necessidade da audiodescrição, mas o palestrante mencionará como estará situado no palco. O monitor também conduzirá o espectador até seu local na plateia, assegurando a reserva de lugar no corredor, , perto da saída de emergência; igualmente priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item do orçamento: Monitores Dessa forma, atenderemos as regras básicas dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência.
A fim de alcançar um público heterogêneo, advindo de diversas regiões da cidade, de variadas condições socioeconômicas e diferentes níveis educacionais, disponibilizaremos conforme plano de distribuição: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. V – 50% dos ingressos comercializados a valores de R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia entrada) E atendendo a IN nº 1 de 10 de abril de 2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Como medida de democratização o projeto realizará 2 ensaios abertos ao público como apliação de acesso. Um na cidade de São Paulo e o outro no Rio de Janeiro.
O proponente do projeto Noel Rosa assumirá as funções e realizará as atividades de Coordenador Geral, coordenador do projeto, Coordenador de Comunicação sendo remunerado pelas rubricas de mesmo nome. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Texto: Geraldo Carneiro Poeta letrista e roteirista, em outubro de 2016, Geraldo Carneiro foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Participou ativamente da geração de poetas da chamada poesia marginal. Traduziu sonetos de William Shakespeare n coletânea Sonhos da Insônia. Para o teatro escreveu Lola Moreno, Folias do Coração e Apenas Bons Amigos, Divina Encrenca e A Bandeira dos Cinco mil Réis. Traduziu A Tempestade, Como Gostais e Antônio e Cleópatra. Como roteirista escreveu Sonia: Morta & Viva, Eternamente e O Judeu. Para a TV adaptou diversas obras literárias para a série Brasil Especial, escreveu as minisséries Tudo em e O Sorriso do Lagarto, participou da criação do programa Tamanho Família e da série Você Decide. Escreveu a série Faça sua História em parceria com João Ubaldo Ribeiro. Em coautoria com Alcides Nogueira, adaptou a novela O Astro, um grande sucesso de Janete Clair, exibida em 2011. Direção: Cacá Mourthé Diretora artística d’O Tablado e diretora do curso de improvisação d’O Tablado, ganhadora de vários prêmios, entre eles Mambembe e Coca-Cola, tem como seus mais recentes trabalhos emdireção: “A Menina e o Vento” e “A Viagem de Clarinha” (2012), “A Bruxinha que era Boa”, “Os Saltimbancos” e “Pluft, o Fantasminha” (2014). Em 2015, escreveu o roteiro do filme “Pluft” com José Lavigne e Rosane Svartman (ainda em processo de filmagem). Em 2016, dirigiu a peça “TãoTão”, que teve 12 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, sendo uma delas de melhor direção. Em 2017, expandiu O’ Tablado para a Cidade das Artes, na Barra. Elenco: 5 Atores/ músicos (a definir) Ator, autor, produtor e diretor brasileiro com 50 trabalhos na TV, 14 no cinema e mais de 40 no teatro. Recentemente atuou em “O Sétimo Guardião” e “Pega Pega” e participou do filme Polícia Federal – A Lei é Para Todos. Celebrando seus 30 anos de carreira, esteve em cartaz no teatro com o espetáculo “Os Vilões de Shakespeare”. Produção e Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação - Minha Vida Daria um Bolero – direção: Rubens Camelo e Paulo Denizot – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. - Fulaninha e Dona Coisa – direção Daniel Herz – com Nathalia Dill, Vilma Melo e Rafael Canedo. - Os Vilões de Shakespeare – direção Sergio Módena – com Marcelo Serrado. - Um Amor de Vinil – direção André Paes Leme – com Françoise Forton, Mauricio Baduh e Marco Gérard. - Estúpido Cupido – direção Gilberto Gawronsky – com Françoise Forton, Sheila Matos, Clarisse Derzié Luz, Carlos Bonow, Aloísio de Abreu, Carla Diaz e grande elenco. - Ivon Curi – O Ator da Canção – direção Lucio Mauro Filho – com Fernando Ceylão e Leonardo Wagner. - Jazz do Coração – direção Delson Antunes – com Françoise Forton e Aline Peixoto. - A História dos Amantes – direção Marcelo Serrado – com Anderson Di Rizzi, Hugo Bonemer e Daniel Rocha. - Zé Trindade: A Última Chanchada – direção João Fonseca – com Paulo Mathias Jr, Alice Borges e grande elenco. - Jim– direção Paulo de Moraes – com Eriberto Leão e Renata Guida. - Nós Sempre Teremos Paris – direção Jacqueline Laurence – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. - A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo – direção Amir Haddad – com Betty Goffman e grande elenco.
PROJETO ARQUIVADO.