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Preservação e transmissão do acervo documental de 52 anos de história do jornal "Folha Andradense" através dos processos de digitalização e difusão em repositório digital. Nisso, objetivar-se-á contribuir para que as atuais e futuras gerações tenham acesso ao periódico, salvaguardando, assim, a memória histórica de Andradas/MG e região.
não se aplica
Objetivo GeralDigitalizar e disponibilizar acesso online e gratuito de todo o acervo documental do Jornal "Folha Andradense" e demais acervos documentais em posse do Sr. Francisco Antônio Zétula, a pesquisadores, jornalistas, estudantes, professores, historiadores e interessados, democratizando, assim, o acesso e as possibilidades de pesquisas nas edições e fotos do jornal, e em consonância com a alínea "a", inciso II, art. 3, da Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Objetivos Específicos1- Desenvolver metodologia de digitalização, tratamento de imagens, adequação de formatos e planos de trabalho;2- Definir parâmetro de entradas e formas de acesso ao acervo, além de indexar informações em Banco de Dados;3- Preservar o acervo físico, através da diminuição do manuseio;4- Contribuir para a salvaguarda da memória histórica e cultural de Andradas e região;5- Disponibilizar os conteúdos oriundos do processo de digitalização em repositório digital com boa acessibilidade, qualidade, gratuidade e eficiência, segundo os preceitos da alínea "a", inciso III, art. 3, da Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991;6- Produzir 1 (um) artigo científico com os resultados obtidos no projeto, a fim de auxiliar os pesquisadores futuros, seguindo os ditames estabelecidos na alínea "b", inciso IV, art. 3, Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991.
Periódicos impressos são guardiões da memória local e documentos fundamentais para preservar e compreender a história de um povo. Eles passam a ser um documento coberto de significados contemporâneos de dada sociedade no espaço e no tempo. O Jornal "Folha Andradense" não foge disso. Ele é um periódico de Andradas/MG, criado em 27 de maio de 1971. Os seus 52 anos de existência deram origem a um acervo de valor inestimável, que possui mais de 20.000 páginas, cujas informações não se restringiam somente a registros noticiários e jornalísticos, mas também a reportagens de cunho histórico e cultural de muita relevância para a preservação da história e memória de Andradas, do Sul de Minas e de Minas Gerais. Francisco Antônio Zétula, 86, Editor-Chefe do periódico nesses anos, tem encadernado todos os volumes em capa dura. Além deste jornal, Zétula possui um amplo acervo documental de outros periódicos que existiram em Andradas ao longo do século XX. Todavia, por se tratar de um acervo registrado em papel, os meios para buscar à preservação se tornam cada vez mais céleres, pois com o tempo a cor vai perdendo a tonalidade e o papel torna-se quebradiço, além de o problema de destruição por pragas. Desta forma, há a necessidade de difundir todo o conhecimento e informações contidas no periódico junto à sociedade através do processo de digitalização e criação de um repositório digital. Nesse sentido, o Jornal "Folha Andradense" pretende se inserir numa nova cultura de preservação de arquivos documentais calcado na tecnologia digitalizada. Essa tecnologia altera os processos operacionais e de produção da informação no âmbito dos próprios meios de comunicação, fazendo com que os arquivos passem a influir diretamente na definição dos fluxos de trabalho da preservação da memória cultural, social e institucional. A digitalização deste acervo impõe um cenário favorável de conversão à medida que permite a tal documentação tratamento que acompanhe o processo de transformação da mídia, facilitando, assim, sua difusão junto à população. A digitalização do acervo trará diversos benefícios, tais como como acesso imediato, simultâneo ou aleatório aos dados, que não se degenerarão com o passar do tempo ou em função de cópias. A organização, manutenção e disponibilização deste acervo é um desafio que se traduz em conciliar ações que preservam a história cultural de Andradas e do Sul de Minas, juntamente com a tecnologia e o acesso à informação. Por fim, é preciso inferir que a preservação e a valorização deste rico patrimônio histórico-cultural e a disseminação da informação garantirá às gerações presentes e futuras o acesso às fontes de pesquisa, base para a análise crítica e para a renovação do conhecimento científico e escolar, o que entra em consonância com os ditames estabelecidos nos incisos VI e VIII, do art. 1, da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. O periódico "Folha Andradense" se constitui como um patrimônio cultural material de grande importância para a preservação da memória histórica do Estado de Minas Gerais e para a disseminação do conhecimento nas áreas das Ciências Humanas e Sociais, pois constitui num registro abrangente da história política, econômica, social e cultural do Estado e de Andradas.
Os periódicos serão digitalizados com equipamentos adequados, resultando em arquivos com alta resolução e qualidade, seguindo a padronização da BN.Resolução 300 dpiProfundidade 24 bits Software Doc.pro (docvirt) - o mesmo utilizado pela hemeroteca da BNExemplos: https://www.docpro.com.br/mainweb/acervos-digitais/
Acessibilidade Física/Arquitetônica: o presente projeto irá contribuir para que o acesso ao acervo do Jornal Folha Andradense, possa ser realizado de qualquer computador ou celular que possua internet, sem que seja necessário se locomover presencialmente a sede do Jornal Folha Andradense, contribuindo assim para que pessoas com dificuldade de locomoção possam usufruir deste patrimonio cultural de Andradas e região, eliminando assim barreiras que impeçam de alguma forma o acesso ao acervo de forma presencial, e permita a pessoas com dificuldades de locomoção, como cadeirantes, idosos, dentre outros, usufruam deste produto cultural.Acessibilidade de Conteúdo/Comunicacional: também contará com medidas de acessibilidade comunicacional, com acessibilidade no website em que estará hospedado o acervo digital, será implementado o Alto Contraste, que é uma ferramenta que deixa o fundo da página totalmente escuro e as letras mais claras, podendo também ser relacionado à troca do tamanho das fontes. Este recurso, utilizado principalmente por pessoas que possuem médio ou alto déficit de visão, bem como usuários que apresentam algum grau de daltonismo, permite aumentar o contraste das cores do texto e das imagens na tela, facilitando sua identificação. E também estará disponível a ferramenta de Lupa que tem o objetivo de ampliar palavras e imagens do acervo digitalizado, criando assim medidas importantes para deficientes visuais acessarem o conteúdo resultante do produto cultural.
O acesso se dará de forma livre e gratuita, através de site na internet, contendo o acervo digitalizado em software de fácil manuseio, possibilitando o acesso a qualquer cidadão que tenha interesse no material digitalizado resultante do produto cultural, atendendo assim a medida do inciso IV do art 28 da IN 01/2023:"IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;"
COORDENADOR GERAL Antonio Gilmar Mangussi Filho, 32 anos, Produtor Cultural. CURSOS: Graduação em Economia pela UNIFAE de São João da Boa Vista/SP (2013) - Produção e Gestão cultural pela Fundação Demócrito Rocha (2021). Cursos Livres de Cinema (Direção, Roteiro, Produção) (2023) ATUAÇÃO PROFISSIONAL: Assistente de Custos e Orçamentos (2012 a 2014) Setor Privado - Controller de Eventos de Grande Porte: Mandalah, Aslam, Moonworld, Low Session, Soulvision, Solaris entre outros (2017 a 2021) - Produtor Executivo de Festivais: Shiva Ohm MG/SP (2010, 2011, 2012, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023), Ecoar MG (2019), Hot Garage MG/SP (2019, 2020) - Servidor Público Municipal: Prefeitura de Andradas (2016 a 2021) atuando nas áreas tributária, turismo e cultura e meio ambiente - Produtor Executivo do curta-metragem do gênero documentário: “Vinhos, saberes e cultura: o alvorecer de uma nova vitivinicultura” (2023) SUPERVISOR DE DIGITALIZAÇÃO RICARDO LUIZ DE SOUZA, 37 anos. Historiador. CURSOS: Graduação em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2015) e Especialização em Mídias na Educação pela Universidade Federal de São João del Rei (2019). Mestrado em História Ibérica pela Universidade Federal de Alfenas/MG. Cursa Doutorado em História na linha "Memória, Cultura e Visualidades" pela Unicamp (2023-2027). ATUAÇÃO PROFISSIONAL: Tutor presencial do IF Sul de Minas entre 2015 e 2017. Docente de História na Rede Pública Estadual de Minas Gerais nos municípios de Cabo Verde, Muzambinho e Monte Belo. Historiador efetivo da Prefeitura Municipal de Andradas 2017-até o momento), sendo Gestor Técnico do Museu Municipal João Moreira da Silva. Foi secretário e membro do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Andradas/MG, entre os anos de 2018 a 2022. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Sul de Minas Gerais (IHGSM). Editor da Revista de Estudos Filosóficos e Antigos da Antiguidade-CPA, da Unicamp. Organizador e escritor de capítulos das obras “Encantos de Baco: vinho e cultura no Sul de Minas Gerais”, lançado em 2021, e “História Ibérica: Ensino, Pesquisa e Potencialidades”, em 2022. Roteirista e pesquisador do curta-metragem do gênero documentário: “Vinhos, saberes e cultura: o alvorecer de uma nova vitivinicultura”. Digitalização e transcrição de fontes primárias do Jornal Correio da Lavoura e de suas efemérides, em Nova Iguaçu/RJ, sob supervisão do Prof. Dr. Álvaro Pereira do Nascimento (UFRRJ), em 2014. TÉCNICO DE DIGITALIZAÇÃO VALDECIR RODRIGUES, 44 anos, Assistente Administrativo do Jornal Folha Andradense desde 2005. A ausência de portfólio com comprovação de experiência em atividade cultural se justifica baseado nos: § 1º do art. 2º da IN nº 5/2017 do MinC, a saber: § 1º No ato de inscrição, o proponente deverá comprovar a sua experiência em atividades culturais, salvo na primeira proposta, bem como a natureza cultural, no caso de pessoa jurídica, por meio da existência, nos registros do CNPJ da instituição, de código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), referente à área cultural, de acordo com a classificação constante do Anexo VIII.§ 6º do art. 4º da IN MINC Nº 1 DE 10/04/2023 O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac será dispensado da comprovação de atuação na área cultural, caso o valor do Custo Total do Projeto seja de até R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).
PROJETO ARQUIVADO.