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UM PROJETO VOLTADO PARA TRAZE AS RAIZES AFRICAMAS, ONDE NOSSA CULTURA ESTA FICANDO ESQUECIDAS AS TRADIÇOES E DERETRIZES. COM ISSO VAMOS MOSTRA A POPULAÇÃO A ARTE DA CULTURA AFRICAMA.
iremos apresentar varias comidas tipicas da nossa religiao afro--brasileira.
Crenças da umbanda creem na imortalidade da alma, na reencarnação e nas leis kármicas. Acreditam em orixás, personificações de elementos da natureza e de energia, e em guias espirituais, que podem se incorporar durante certas cerimônias e vir à Terra para ajudar as pessoas que necessitam. Por seu aspecto mestiço e sincrético, a umbanda é considerada uma religião genuinamente nacional. Dentre as finalidades do culto da umbanda, estão o aconselhamento, a orientação, a reafirmação da doutrina, o auxílio espiritual e a desobsessão (tratamento que procura afastar a interferência prejudicial de espíritos). tendo envista iremos fazer varias apresentaçoes, danças e comidas tipicas da cultura afro-brasileira.
Embora a Constituição de 1988 consagre a laicidade do Estado brasileiro e garanta liberdade de crença e de atuação em cultos religiosos, muitas pessoas ainda agem de forma preconceituosa em relação as religiões afrobrasileiras. A escravidão impôs aos negros, a cultura europeia e cristã, destruindo, de alguma forma, a identidade social e religiosa negra, visto que ainda hoje, existem aqueles que concebem a Umbanda como uma seita, o que lhe diminui o status de religião. Por esse motivo, o objetivo do arte é mostrar a sua importância e apresentar elementos que a reconheçam como patrimônio material e imaterial de Petrolina PE, servindo, assim, como resgate à sua identidade, o que preserva e respeita a ancestralidade negra a fim de repassá-la às gerações futuras. A partir dessa perspectiva, o estudo será guiado por embasamento teórico e danças sob o olhar de espectadores.
Além da Proclamação da República, o Brasil comemora no dia 15 de novembro o Dia Nacional da Umbanda. A data remonta à data no ano de 1908 quando, aos 17 anos, Zélio Fernandino de Moraes, morador de São Gonçalo, subúrbio do Rio de Janeiro, recebeu uma mensagem espiritual que o instruiu a criar um culto religioso. Nasceu assim uma nova religião, 100% brasileira A palavra “umbanda” é originária da língua quimbunda, de Angola. Significa “magia”, “arte de curar”. Foi criada após o adolescente, prestes a ingressar na Marinha, apresentar uma paralisia inexplicada e um comportamento estranho. Sua família o levou a um centro espírita em Niterói, onde ele incorporou o espírito do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que o instruiu a criar uma nova religião. As crenças da umbanda misturam elementos de candomblé, espiritismo kardecista e catolicismo. É uma religião monoteísta, centrada na figura de um deus único e onipresente chamado Olorum. Mas existem também outras divindades, conhecidas como orixás, e guias espirituais (as entidades). O evangelho de Jesus Cristo é uma das suas referências morais por meio de valores como caridade e fraternidade – o próprio Cristo é uma figura de destaque na figura do orixá Oxalá. A religião prega também a imortalidade da alma, a reencarnação, e a existência e a interação com entidades espirituais. Abaixo de Olorum, são reverenciados os orixás da tradição iorubá, reconhecidos como entidades superiores, que variam de acordo com cada vertente da religião. São eles: Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Obaluaiê, Yemanjá, Oyá, Oxumaré, Obá, Egunitá, Yansã, Nanã e Omolu. Abaixo dos orixás, as entidades espirituais são organizadas em linhas e falanges, com diferentes categorias: Caboclos, os espíritos indígenas; Pretos Velhos, espíritos de velhos escravos brasileiros; Exus, espíritos de bem, mensageiros dos orixás; Pombas Giras, identificadas como damas da noite ou feiticeiras; e Erês: espíritos das crianças. As cerimônias e cultos de umbanda são realizados em casas, terreiros e barracões, ou ao ar livre, junto à natureza. Os ritos são presididos por um “pai” ou uma “mãe”, responsáveis por ensinar a doutrina aos discípulos. Os rituais visam evocar os orixás e entidades espirituais a fim purificarem as energias dos participantes. Os ritos não seguem uma ordem definida, podem variar de acordo com o local, o pai ou mãe-de-santo e a vertente. Os mais comuns são as sessões de passe (a imposição de mãos, onde se reorganiza as energias espirituais da pessoa) e de descarrego (ritual de limpeza espiritual, pode envolver o uso de ervas). A umbanda também celebra batizados, consagrações e casamentos. Segundo o Censo de 2010, o número de umbandistas no Brasil chega a 432 mil. Mas, em entrevista à BBC Brasil a representante da Congregação Espírita Umbandista do Brasil, Fátima Damas, disse acreditar que este número é subnotificado. “Muitos umbandistas não admitem publicamente que são umbandistas. Por medo ou vergonha, preferem dizer que são católicos”, disse na reportagem de 2018. Assim com outras religiões de matriz africana, a umbanda enfrenta um cenário de intolerância religiosa. Foram 152 casos em 2018, um aumento de 5,5% em relação a 2017, segundo informações do Disque 100 do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Em comparação, as demais religiões, excluindo as de matriz africana, sofreram uma queda de 9,9% nas denúncias de discriminação no mesmo período. Das religiões de matriz africana, a umbanda é a líder em denúncias, com 72 registros de ataques em 2018.
a duração da apresentação tem duração de 15h sendo intrecaladas sendo palestra , consulta espiritual, apresentaçoes e comida tipicas.
teremos intrepetrer para poder transcrever o que estaremos falado. teremos assensibilidade para todos. desde rampas para cadeirante e espaço adequado.
a proposta esta para a população ver e conhecer mais a cultura afro-brasileira.
iremos ter varias areas de atuação, desde limpeza a desmontar toda a estrutura.
PROJETO ARQUIVADO.