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PRONAC 236480IndeferidoMecenato

Conservação e restauração da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Santos/SP

INSTITUTO BASE
Solicitado
R$ 6,87 mi
Aprovado
R$ 1,21 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Projetos executivos para bens imóveis tombados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-08
Término
2026-12-30
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

O presente projeto consiste na primeira etapa dos projetos de restauração e complementares e a realização das obras de restauração das fachadas e de cobertura da Igreja, localizada em Santos/SP. Tendo em vista o estado de degradação que se encontra o prédio tombado, com elementos de fachada soltos colocando em risco usuários, turistas e passantes. Após a realização da primeira etapa, será apresentado um novo projeto para a segunda etapa, que consistirá em obras de restauração interna incluindo elementos artísticos e bens móveis. Desde 2004, o imóvel consta de proteção total (interna e externa) pelo Conselho de defesa do Patrimônio Cultural de Santos _ CONDEPASA, pois se encontra na Área de Proteção Cultural, no perímetro de áreas envoltórias de bens tombados no município de Santos, conforme o Decreto nº 4246 de 28/05/2004.

Sinopse

Produto: Contrapartidas Sociais (Exposição) Tema: História da Irmandade dos Homens Pretos e da construção da Igreja. Resumo: a exposição tem por objetivo divulgar a história da Irmandade dos Homens Pretos e mostrar as várias etapas de construção da Igreja. No evento de inauguração, haverá uma mesa de discussão para apresentar o processo de restauração da Igreja e promover a discussão sobre a importância de restauração de patrimônio materiais e imateriais para estudantes de arquitetura, engenharia e técnicos locais.

Objetivos

Objetivos Objetivos Gerais: Elaborar projetos complementares e executivos e realizar obras e serviços de conservação e restauração da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Santos/SP. Com isso, visa o manejo do bem tombado para contribuir com o retardamento ou prevenção da deterioração da edificação e, ao mesmo tempo o seu restauro e adequações possibilita seu uso de maneira segura pelos fiéis além de permitir a sua fruição também como um bem cultural para fiéis, comunidade santista e turistas. Objetivos específicos: levantamentos das patologias da Igreja por meio de escaneamento digital (nuvem de pontos), elaboração do mapeamento de danos; elaboração dos projetos executivos de restauração; especificação técnica dos restauros de elementos artísticos integrados e bens móveis; projeto de acessibilidade universal; projeto de iluminação cênica; projetos elétrica e alternativa energética, hidrossanitário e sinalização; projeto de reforço estrutural; projetos de prevenção e combate a incêndio, SPDA e CFTV; projeto de revisão da cobertura, incluindo os sistemas de coleta e condução das águas pluviais. Na medida que os projetos executivos serão concluídos, as obras de restauração serão iniciadas. As restaurações das fachadas, caixilhos e cobertura da Igreja serão as primeiras obras a serem executadas. Na sequência, seguem os produtos necessários para a execução dos serviços de restauração da Igreja: a) Produto: escaneamento digital e elaboração do mapeamento de danos identificando as patologias da edificação; b) Produto: projetos executivos de restauração; c) Produto: especificação técnica dos restauros de elementos artísticos integrados e bens móveis; d) Produto: projeto de acessibilidade universal e sinalização; e) Produto: projeto de iluminação cênica; f) Produto: projetos de elétrica e alternativa energética e hidrossanitário; g) Produto: projeto de reforço estrutural; h) Produto: projetos de prevenção e combate a incêndio, SPDA e CFTV; i) Produto: projeto de revisão da cobertura; j) Produto: execução de obras de restauração das fachadas, caixilhos e cobertura; k) Produto: execução das obras de restauração interna da Igreja; l) Produto: execução de restauração dos elementos artísticos e bens integrados; e m) Produto: pesquisa histórica, iconográficas, elaboração do projeto e montagem do memorial sobre a história da Irmandade dos Homens Pretos e da construção da Igreja.

Justificativa

As primeiras regiões que receberam escravos foram Bahia e Pernambuco, onde existiam as principais indústrias do açúcar e mais demandavam mão de obra. As pessoas escravizadas que chegavam ao Brasil não tinham liberdade para terem contato com a sua cultura e as suas religiões, pois suas manifestações culturais eram vistas com receio. Dessa forma, um meio de participação que encontraram foi na religião católica. Desde o início da formação da sociedade brasileira o catolicismo foi a religião predominante. A igreja tinha um papel extremamente importante na formação da sociedade colonial e a sua atuação aparecia em cada detalhe da vida cotidiana. A paisagem de uma cidade colonial era normalmente caracterizada pelo destaque das igrejas compondo o seu cenário. A vida religiosa no Brasil seguia duas linhas distintas, porém ligadas entre elas. De um lado as manifestações que se estabeleceram no ambiente privado e do outro, no ambiente público, que representavam as cerimônias litúrgicas, como as missas, as procissões e a realização das festas de devoção. Nesse último quesito, as irmandades exercem um papel fundamental, pois elas garantiam os meios necessários para que essas celebrações se realizassem que eram responsáveis pela maior parte dos cortejos festivos e fúnebres. As irmandades eram associações formadas por leigos, geralmente se dedicavam ao culto de um santo. Muito populares no período colonial, essas instituições incentivavam a expansão do catolicismo e possibilitavam, através da arrecadação de fundos, a criação de igrejas e capelas. Além de propagarem a fé e a devoção ao seu santo, as irmandades davam assistência a seus membros. Essas associações tinham como principais objetivos: promover sepultamentos dignos para os seus membros e seus familiares, orar e celebrar missas pelos falecidos, auxiliar seus familiares nesse momento de perda, assim como promover a devoção ao padroeiro que ela representava. Esses auxílios variavam de acordo com os recursos da irmandade, diretamente proporcionais às posses de seus membros. Para atingir o status de irmandade o grupo deveria ter pelo menos 30 membros, recursos necessários para a administração, capacidade de sustento das alfaias da igreja e a realização das festas destinadas aos Santos de devoção. As irmandades tinham a permissão de pedir esmolas e contribuições o que expandia o seu poder de arrecadação para fora daquele grupo de fiéis e aumentava a sua receita. No contexto das irmandades, foram criadas aquelas formadas por escravos e que na hierarquia das agremiações religiosas leigas, africanos, crioulos, pretos e pardos estavam na parte mais baixa da pirâmide social e, mesmo entre elas, havia uma divisão. Mulatos e pretos forros tinham maior prestígio, principalmente os que apresentavam insígnia militar. A associação dos escravos nas irmandades conferia a estes maior participação na sociedade colonial, diminuindo, de certa forma, o peso da opressão da escravidão. Os escravos podiam comparecer às festas, enterros e solenidades organizadas por essas instituições. No Brasil colonial, o grande número de adeptos negros nas irmandades não estava associado somente ao culto da fé, mas principalmente às vinculações políticas e sociais que essa associação trazia. As primeiras irmandades de homens pretos foram criadas no século XVII. As irmandades eram organizadas por critérios de etnia e divisão social. Era comum encontrar irmandades nas quais faziam parte irmãos que representavam uma elite branca local, irmandades divididas por profissionais do mesmo ramo e irmandades de homens pretos também com divisões étnicas como angolas, crioulos, entre outras. Essa divisão étnica entre os escravos africanos também tinha um caráter repressor. Ao não misturarem as diferentes etnias entre si era menor a possibilidade de os escravos se unirem frente a uma causa comum. Apesar das expressões afro-brasileiras serem na época consideradas formas profanas de expressão da fé, os escravos introduziam nas suas manifestações da fé católica elementos culturais africanos como podia ser observado na eleição do Rei e Rainha do Congo, que eram eleitos durante a festa do Rosário. Nessas festividades os escravos também se expressavam com danças e instrumentos que remetiam a uma tradição africana. Porém quando a família real chega ao Brasil, essas práticas não eram vistas como dignas de uma cidade que abrigava a corte portuguesa. Em 1817, por ordem do príncipe regente essas "reuniões" organizadas pelos peditórios de negros ao som de tambores foram proibidas. Visando introduzir e canalizar a fé católica nas massas urbanas, que estavam cada vez mais em ascensão, as ordens mendicantes (formadas por padres e freiras) utilizam um componente fundamental na pastoral do culto dos santos. Uma das primeiras e com maior número de adeptos foi a devoção que as irmandades pretas depositaram à Nossa Senhora do Rosário. O Culto a Nossa Senhora do Rosário difundiu-se com maior ênfase a partir de 1571 e, no Brasil está presente desde os primórdios da colonização. O Culto do Rosário foi muito incentivado no Brasil colônia pelos jesuítas e franciscanos. O trabalho de John Thornton diz que o processo de "catolicismo africano" foi auxiliado por um conjunto de ideias religiosas semelhantes entre o cristianismo e as religiões africanas. A principal delas dizia respeito a ideia de existência de um "outro mundo" e na perspectiva de que esse pudesse ser revelado. Também existia a ideia de seres que promoveriam a passagem do nosso mundo para o outro mundo. Os santos católicos serviram então de apropriação para os africanos, que os identificavam com as suas referências religiosas. Essa devoção aos santos negros encontrou nas irmandades o campo propício para sua estruturação. As irmandades foram integradas com relativa facilidade ao cotidiano político, social e religioso dos colonos. Através de suas atividades devocionais e assistenciais supriram, em diversos momentos, os papéis a serem desempenhados pela igreja e pelo estado. Em santos, a organização da irmandade em volta da construção da Igreja do Rosário ainda é pouco conhecida. Sabe-se que a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos foi formada em 1652, e iniciou a construção do templo após obter um terreno no Centro de Santos, em 1756. O processo foi longo e a igreja só foi dada por finalizada em 1822 no Largo do Rosário, atual Praça Rui Barbosa. Com a abolição da escravatura no Brasil, 66 anos depois, a igreja perdeu uma de suas principais funções que era a de abrigar e socorrer negros escravizados, foragidos das fazendas e casas, que se dirigiam ao Quilombo do Jabaquara. Ao longo dos anos, o prédio sofreu várias reformas, conservando, porém, as suas características originais. Apesar de perder suas características externas do período colonial, mantém a sua importância do ponto de vista social e da história da associação por grupos étnicos africanos na cidade, além disso é importante para a história do urbanismo uma vez que está localizada em parte privilegiada da Santos colonial. Dessa forma o restauro da igreja por profissionais e a pesquisa em torno de sua implantação para realização de uma exposição, irá trazer à tona uma parte pouco reconhecida da história da ocupação em Santos, como também da escravidão na Baixada Santista. O Projeto se enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91 VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3º da Lei 8313/91 III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais da arquitetura religiosa na formação do país.

Estratégia de execução

Informação não existente.

Especificação técnica

Contrapartidas Sociais (Exposição) Tema: A presença negra na Baixada Santista: A Irmandade dos Homens Pretos na Igreja de Nossa Senhora do Rosário em Santos. Resumo: a exposição tem por objetivo divulgar a história da irmandade dos homens pretos em Santos na construção da Igreja do Rosário, visando dar luz à importância da presença negra em Santos e da própria igreja no contexto da expansão urbana da principal cidade da Baixada Santista. No evento público programado, haverá a apresentação dos projetos de restauro da igreja pela equipe do Instituto Base. Duração: Exposição: Capacidade de público: visitação aberta para a comunidade. Atividade GRATUITA.

Acessibilidade

O Projeto de restauração da Igreja terá a preocupação com a acessibilidade universal ao bem tombado. Todos os projetos desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” Isso inclui elementos de acessibilidade para deficientes visuais, deficientes auditivos e deficientes intelectuais. Produto: Projetos complementares e executivos e execução de obras de restauração integral da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Santos/SP. Todos os projetos de arquitetura, restauração, complementares e executivos serão desenvolvidos respeitando a acessibilidade universal ao bem restaurado. Todos os projetos desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Inclusão no projeto de sinalização com piso tátil e rampa de acesso para deficientes visuais e pessoas com dificuldade de locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Considerar na realização do projeto distribuições que facilite a comunicação e a possiblidade de que as pessoas com deficiência auditiva possam ampla visão das outras pessoas. Mobiliários que ajude a organização dos espaços nesse sentido. Em termos de mobilidade, os projetos irão considerar rotas que favoreçam ações instintivas para que possam caminhar no espaço com segurança, como rampas, elementos gráficos de segurança e sinalização que sejam úteis ao deficiente auditivo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Considerar no projeto espaços interativos com cores e formas escultóricas que permitam maior interação do deficiente intelectual com o local. Espaços que evitem o estresse e a ansiedade, bem como transmita segurança e minimize os riscos de acidentes a pessoas com DI. Produto: levantamento arquitetônico da Igreja - Os projetos arquitetônicos de restauro da Igreja serão desenvolvidos garantirão acessibilidade universal ao bem restaurado. Todos os projetos a serem desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” Produto: Elaborar plantas baixas e de cobertura, elevações e cortes da Igreja (vide levantamento preliminar anexo) - Os projetos arquitetônicos de restauro da Igreja a serem desenvolvidos garantirão acessibilidade universal ao bem restaurado. Todos os projetos desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” Produto: Realizar projetos de drenagem de águas pluviais; reforço estrutural - Os projetos arquitetônicos de restauro da Igreja a serem desenvolvidos garantirão acessibilidade universal ao bem restaurado. Todos os projetos desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” Produto: Realizar projetos de elétrica e alternativa energética - Os projetos arquitetônicos de restauro da Igreja a serem desenvolvidos garantirão acessibilidade universal ao bem restaurado. Todos os projetos desenvolvidos serão norteados pela NBR9050/2020, que trata sobre “acessibilidade, a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observador quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e, de edificações às condições de acessibilidade.” Produto: Realizar projeto luminotécnico - Para economia de energia, deixar o ambiente iluminado com boas condições de visibilidade, segurança e orientação do bem cultural restaurado e do espaço arquitetônico visando possibilidades de usos culturais diversos no local em qualquer horário e, também, permitir a fruição e a percepção visual que considere todas as pessoas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Na realização dos projetos será considerado a diminuição da incidência de luz natural com a inserção de plantas de sombra próximo ao bem restaurado e na área de entorno, especialmente para pessoas com baixa visão ou idosos. Inclusão de percurso com pontos sonoros na mudança de luz, e sem barreiras ao deficiente visual, que também favoreça sua orientação e conforto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Utilização de mudança de cores que favoreça uma percepção do bem cultural, no que for possível. Realizar projeto de comunicação visual - Os projetos arquitetônicos a serem desenvolvidos incluirão o projeto de comunicação visual com sinalização através de piso tátil, para facilitar a acessibilidade a deficientes visuais; de placas informativas, banners ou outros, visando deficientes auditivos e o público em geral nas áreas de circulação a serem definidas, além de vídeo informativo com linguagem de sinais para o público em geral e deficientes auditivos e uso de cores para inclusão de deficientes intelectuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Considerar no projeto a inclusão de pisos táteis, placas de sinalização com os textos e pictogramas em alto relevo e mapas em Braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Considerar no projeto a inclusão de informações por meio de intérpretes em Libras, ou telefone para surdos, ou ainda, aparelhos eletrônicos como tablets com o sistema operacional convertido em Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Evitar estresse e ansiedade, auxiliar a recobrar o autocontrole. Produto: Produzir texto e levantamento de imagens por meio de pesquisa bibliográfica, documental e iconográfica para subsidiar o projeto de restauro bem como a elaboração de exposição sobre a história da Irmandade dos Homens Pretos e da construção da Igreja. Produto: Elaborar projeto gráfico e montagem da exposição após a conclusão das obras de restauro da Igreja, considerando a inclusão de informações em Braile; recepção com vídeo interativo com linguagem de sinais e, também considerando materiais especiais e design com cores que favoreça a acessibilidade e fruição do bem restaurado e de sua área de entorno para todas as pessoas, incluindo a possibilidade de melhoria da interação daquelas com deficiência intelectual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Considerar no projeto disponibilização dos textos e informações em Braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Considerar no projeto construção de recepção física com vídeo interativo com linguagem de sinais.

Democratização do acesso

Conforme disposto no Art. 28. “Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso”: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

Ficha técnica

Sylvio Carneiro de Farias Coordenador Geral Atividades exercidas no projeto cultural: Mestre em arquitetura pela Universidade de Brasília (UnB). Sua atuação se dá na área de projetos educacionais e culturais para organismos internacionais (PNUD, UNESCO e UNOPS) e, nos Ministérios da Educação e da Cultura do governo federal entre 1999 e 2022, tais como: Consultor de infraestrutura física no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Programa de Melhoramento e Expansão do Ensino Médio (Projeto Escola Jovem) do Ministério da Educação; Consultor de patrimônio cultural e coordenador técnico pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Programa Monumenta do Ministério da Cultura/IPHAN. Coordenador-geral e diretor substituto do Departamento de Projetos Especiais do IPHAN, coordenando o PAC Cidades Históricas. Assessoramento técnico à fiscalização da restauração das fachadas do Edifício-Sede do Supremo Tribunal Federal. Coordenador da obra de restauração do Theatro Sebastião Pompeu de Pina de Pirenópolis/GO, pela Construtora Biapó (2020 a 2021). Atualmente trabalha como consultor do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), em projetos e obras de infraestrutura social, projeto de orçamentação para obras de restauração do patrimônio cultural e coordenando a elaboração dos projetos de restauração da Embaixada do Paraguai, em Brasília. Trabalha como consultor de patrimônio da UNESCO no projeto de reconstrução e restauração do Museu Nacional. Celma de Souza Pinto Supervisor do Projeto Atividades exercidas no projeto cultural: Historiadora, doutoranda em Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília. Mestre em Arquitetura e Urbanismo (FAU/UnB), ambos trabalhos acadêmicos sobre a paisagem industrial de Cubatão. Trabalhou no Arquivo Histórico de Cubatão, vinculado à Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal, onde desenvolveu projetos e atividades culturais, como o Roteiro Histórico para estudantes da rede pública e ensino. Atou como técnica do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com atividades voltadas para apoio técnico às superintendências regionais do Iphan; participação como membro em Grupos de Trabalhos objetivando a realização de políticas públicas culturais com foco na diversidade cultural brasileira. Trabalhos de pesquisa; elaboração de pareceres em processos de tombamento; apoio junto ao Conselho Consultivo do Iphan, interface com trabalhos relacionados às candidaturas de bens culturais como patrimônio mundial pela UNESCO. Foi Coordenadora da Coordenação de Identificação e Reconhecimento do IPHAN, no suporte, análise e parecer em processos de tombamento em âmbito federal. Possui três publicações sobre o município: Cubatão, história de uma cidade industrial; no qual recebeu o Prêmio Afonso Schmidt; Meu lugar no mundo, Cubatão e, Anilinas. Ricardo Andalaft Coordenação de Produção. Atividades exercidas no projeto cultural: Especialista em Conservação, Preservação e Restauro do Patrimônio Histórico, Cultural, Artístico e Arquitetônico (UNISANTA) e Mestre em Ecologia, Sustentabilidade dos Ecossistemas Costeiros e Marinha da Universidade Santa Cecília (UNISANTA). É professor universitário da Universidade São Judas, unidades Butantã, Mooca na cidade de São Paulo e em Santos na Unidade Vila Mathias, nos Cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design nas áreas voltadas ao Patrimônio Histórico, Artes, Cultura e Desenvolvimento Profissional, além de orientador de alunos em Trabalho Final de Graduação (TFG), e participantes de Programa de Iniciação Científica. Possui publicações acadêmicas nas revistas técnicas especializadas BioScience e Humanitas, matérias e entrevistas em diversos jornais, programas e Eventos Dirigidos, e participação como palestrante em Eventos Nacionais e Internacionais que discutem a importância da Preservação dos Bens Patrimoniais como o Região em Pauta do grupo A Tribuna de Santos, Arquitetura Portuguesa influente nas Regiões de Colônias, do Elos Internacional e Seminários de Preservação Patrimonial da Baixada Santista por três anos consecutivos. Realizou vários projetos de arquitetura para uso residencial, comercial, educacional e institucional, além de monumentos, marcos, praças e recantos urbanos, participando diretamente da elaboração de mais de seis mil projetos distribuídos na região metropolitana da Baixada Santista e interior de São Paulo. Atuo como responsável técnico por obras de revitalização e restauro de uma dezena de obras pertencentes aos períodos Barroco, Neoclássico e Eclético, com potencial valor arquitetônico e cultural. Em parceria com o arquiteto Minoru Naruto, participa do projeto Ateliê Livre que promove e discute a razão e funcionalidade das obras e projetos de arquitetura na promoção de conforto e qualidade de vida a população, através de palestras, rodas de conversa e oficinas práticas com arquitetos e não arquitetos nas cidades de Santos e São Paulo. Marco Aurélio da Silva Máximo Mestre em Arquitetura e Urbanismo, na linha de pesquisa Patrimônio e Preservação pela Universidade de Brasília (UnB), especialista em Reabilitação Ambiental Sustentável, Arquitetônica e Urbanística (UnB) e especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho (UnB). Profissional associado à ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, participante dos comitês ABNT/CB-040 Acessibilidade e ABNT/CEE se Empreendimentos. Especialista em acessibilidade no Patrimônio Cultural, tem artigos publicados em congressos internacionais, livros e revistas, como estudos de casos sobre o Palácio Itamaraty, o edifício-sede do Supremo Tribunal Federal (STF), o Palácio da Justiça, a escola parque 308 Sul, o ICC/UnB, o pavilhão OCA/UnB, todos em Brasília e o Adro e o Convento de São Francisco, estes últimos em Olinda. Pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), trabalhou em mais de 50 obras de restauração em todo o Brasil como engenheiro do patrimônio cultural, especialista em análise de orçamentos e em acessibilidade no patrimônio cultural. Trabalhou no projeto de banco de dados de orçamentação para obras de restauração do IPHAN (2018), no assessoramento técnico à fiscalização da restauração das fachadas do edifício-sede do STF (2019 a 2020) e nos orçamentos de obras de restauração do Museu do Ouro–Sabará/MG, da Igreja S. Gonçalo Garcia–S.J. Rey/MG, da Igreja de Santa Rita–Serro/MG e da Igreja Matriz N. S. Conceição–Serro/MG (2020). Como especialista em Patrimônio Cultural, participou do grupo de Preservação de Escolas em Áreas de Tombamento, do Projeto Desenvolvimento Regional, Governo e Pós-Pandemia, firmado entre a UnB/FINATEC e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação-FNDE, atuando nos estudos preliminares da viabilidade de práticas de conservação física da Escola Classe 407 Norte, do CEF Metropolitana, do Jardim de Infância 308 Sul, da Escola Classe 308 Sul e Escola Classe 316 Sul (2021). Atualmente é consultor técnico do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) em projetos e obras de infraestrutura. Presta ainda consultoria em orçamentação de obras para o setor privado e em acessibilidade universal.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.