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PRONAC 236490ArquivadoMecenato

EWÀ PORANGA - FAZER MODA DECOLONIAL COM IDENTIDADE BRASILEIRA

Julia Vidal dos Santos Borges
Solicitado
R$ 336,7 mil
Aprovado
R$ 336,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-04
Término
2025-03-04
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa democratizar, difundir e conectar, saberes e fazeres dos povos originários e diaspóricos no ensino da moda brasileiro, contribuindo para combater o racismo que permeia este os programas educacionais deste segmento. Será oferecida uma formação de moda pluricultural no ensino à distância, com mestres negros e indígenas, em aulas ao vivo e gravadas em formato de módulos de conteúdo, rodas de conversa,oficinas, imersões culturais e encontros de negócios (ecossistêmicos).

Sinopse

Os conteúdos e atividades inseridos no programa da Escola Éwà Poranga buscam ampliar os olhares sobre a identidade brasileira, através da difusão do conhecimento decolonial na moda. Éwà Poranga é uma escola livre de ensino de moda pluricultural, que costura conteúdos diversos de saberes e fazeres ancestrais na moda com corpo docente de mestres afrodescendentes e africanos, indígenas brasileiros e latino americanos. Sua ação é de amplitude nacional e internacional com corpo docente e discente do mundo todo falantes de língua portuguesa, trocando experiências e saberes diversos e por isso grande parte de suas atividades vêm sendo realizadas no formato remoto online com conteúdos gravados e ao vivo. Os conteúdos, a serem desenvolvidos, são divididos em quatro módulos, apresentados de forma virtual em plataforma de cursos EAD. No módulo 1 - A Maratona Antirracista identifica pensamentos e discursos históricos e culturais que reforçam o racismo cotidiano. A jornada irá implementar práticas de mudança para promover igualdade e diversidade, seja na vida pessoal ou na profissional dos participantes. No módulo 2 - Apropriação cultural - como não cometer apresentará caminhos e diretrizes para a construção de uma moda justa e regenerativa, abundante e com identidade cultural. Os aprendizados permitirão cocriar moda com pessoas indígenas e afrodescendentes pertencentes a culturas historicamente marginalizadas sem correr o risco de apropriação cultural. O Módulo 3 - Estampando com identidade traz maior autoria e exclusividade para as criações de moda, agregando valor para as coleções e gerando maior autonomia para profissionais que querem criar estampas exclusivas, seja através de técnicas manuais ou que mesclam o digital e o manual. O Módulo 4 - A História que a moda não conta apresenta 3 (três) mundos de conhecimento e representações culturais, o Pindorama ( referências indígenas antes da invasão europeia); o das Áfricas ( começando pela Yorubaland) e o Brasil (com suas referências de hibridismo cultural afro, indígena e europeu), valorizando saberes, fazeres e tecnologias ancestrais africanas, afro-brasileiras e indígenas. As rodas de conversas são uma metodologia de trabalho e estarão presentes em todas as atividades, ao vivo e de forma virtual, como momento de sensibilização, trocas, aprofundamento e revisão de conteúdo. São momentos dedicados ao debate e reflexões sobre o tema vivenciado. Nas oficinas dos saberes e fazeres, os alunos, chamados por nós de sementes, desenvolvem habilidades práticas, ou seja, uma oportunidade de vivenciar situações concretas e manifestações baseadas no tripé: sentir, pensar e agir. Nelas serão utilizadas técnicas de estamparia afro e indígenas, valorizando sua identidade cultural. Funciona como um catalisador do conhecimento transmitido, através de exercícios práticos, proporcionando a possibilidade de vivenciar os saberes e fazeres ancestrais por meio da experimentação contemporânea, consciente e crítica. Como resultado prático serão desenvolvidas estampas em tecidos a partir do contato com símbolismos de culturas indígenas ou africanas. Essa atividade será ao vivo e transmitida virtualmente. As imersões da escola são um mergulho cultural ministrados por educadores especialistas e/ou representantes locais de povos negros e/ou indígenas para troca de saberes, que narrarão sua experiência e apresentarão acervo pessoal para sensibilização e compartilhamento de conhecimentos e da cultura viva desses povos. O conteúdo é fruto de parcerias nacionais e internacionais e referenciados em conhecimentos e negócios centrados em saberes afro-ameríndios.Os encontros ecossistêmicos são trocas de saberes em teia (rede profissional) que viabilizam trabalhos e parcerias, inovações em metodologias, desbloqueio cognitivo e relações exponenciais entre negócios e pessoas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto é viabilizar conteúdos decoloniais que valorizam as culturas africanas e indígenas para o setor da moda, preservando-as para as futuras gerações, possibilitando uma reformulação de valores sociais na cultura de produção e consumo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos deste projeto são: Apresentar 1 (um) ciclo anual de atividades educacionais decoloniais; Desenvolver e registrar 4 módulos de conteúdo gravados;Realizar 10 (dez) rodas de conversa online; Facilitar 3 (três) encontros de negócios;Promover 5 (cinco) imersões culturais; Oferecer gratuitamente 3 (três) palestras com Alunos e Professores da Rede Pública de Ensino;Produzir e disponibilizar 4 (quatro) aulas abertas e gratuitas ao público em plataforma de rede social de amplo alcance ao público.Conceder 15 (quinze) bolsas de estudos semestrais, para a formação completa de moda pluricultural destinadas às pessoas negras, indígenas, ribeirinhas, periféricas e LGBTQIA+, de 20 a 60 anos;

Justificativa

O Brasil é um país cuja diversidade de línguas, etnias, culturas e tradições, tanto de indígenas como da diáspora africana foram se perdendo ao longo do tempo. O patrimônio imaterial e intangível desses povos foi alvo de apagamento, tornando-se dominante as diretrizes eurocentradas e norte-americanas, causando perda de identidade cultural no que se reflete particularmente no segmento da moda. Reconhecer a influência e legado destas culturas na moda e na conceituação de beleza é ressignificar os conhecimentos ancestrais desses povos que até hoje lutam para sair do apagamento e serem protagonistas da própria história. Como exemplo disso pode-se citar as línguas indígenas: No Brasil há, ainda, 274 (das 1,2 mil que existiam no início da colonização). Deste total, 190 correm o risco iminente de desaparecer segundo a UNESCO. "São vários os motivos para que isso ocorra: o contato com outras culturas, a idade avançada dos falantes e a falta de valorização dos povos indígenas influenciam para que as línguas desapareçam ao longo do processo histórico", explica Myriam Tricate, coordenadora nacional do Programa de Escolas Associadas. Quanto à educação, conteúdos étnico-raciais são quase inexistentes nos currículos de moda, contrariando a obrigatoriedade da legislação para implementação do ensino das culturas africanas e indígenas no Brasil por mais de duas décadas, através das leis 10.639, 11.645 e Estatuto da Igualdade Racial, 12.288. Segundo o Jornal de Brasília, apenas os professores não brancos lecionando em cursos universitários correspondem a 3% do corpo docente e a maioria dos estudantes brancos, representam 70% dos designers em formação (CES). Em um país que em que 60% da população é negra e indígena como o Brasil (IBGE), este é um grande revelador do racismo consolidado nas instituições e curriculuns do ensino superior. Em vista disso, este projeto reúne informações etnográficas, letramento racial e referências teórico-práticas indispensáveis para a compreensão do papel e da riqueza cultural afro e indígena no mundo contemporâneo, permitindo subsidiar melhor e aprofundar aspectos entre a cadeia da produção da moda e tecnologias dos povos originários, através da experiência da escola Éwà Poranga. Éwà Poranga é uma escola livre de ensino de moda pluricultural, que costura conteúdos diversos de saberes e fazeres ancestrais na moda com corpo docente de mestres afrodescendentes e africanos, indígenas brasileiros e latino americanos. Sua ação é de amplitude nacional e internacional com corpo docente e discente do mundo todo falantes de língua portuguesa, trocando experiências e saberes diversos e por isso grande parte de suas atividades vêm sendo realizadas no formato remoto online com conteúdos gravados e ao vivo. Os conteúdos, a serem desenvolvidos, são divididos em quatro módulos, apresentados de forma virtual em plataforma de cursos EAD. No módulo 1 - A Maratona Antirracista identifica pensamentos e discursos históricos e culturais que reforçam o racismo cotidiano. A jornada irá implementar práticas de mudança para promover igualdade e diversidade, seja na vida pessoal ou na profissional dos participantes. No módulo 2 - Apropriação cultural - como não cometer apresentará caminhos e diretrizes para a construção de uma moda justa e regenerativa, abundante e com identidade cultural. Os aprendizados permitirão cocriar moda com pessoas indígenas e afrodescendentes pertencentes a culturas historicamente marginalizadas sem correr o risco de apropriação cultural. O Módulo 3 - Estampando com identidade traz maior autoria e exclusividade para as criações de moda, agregando valor para as coleções e gerando maior autonomia para profissionais que querem criar estampas exclusivas, seja através de técnicas manuais ou que mesclam o digital e o manual. O Módulo 4 - A História que a moda não conta apresenta 3 (três) mundos de conhecimento e representações culturais, o Pindorama ( referências indígenas antes da invasão europeia); o das Áfricas ( começando pela Yorubaland) e o Brasil (com suas referências de hibridismo cultural afro, indígena e europeu), valorizando saberes, fazeres e tecnologias ancestrais africanas, afro-brasileiras e indígenas. As rodas de conversas são uma metodologia de trabalho e estarão presentes em todas as atividades, ao vivo e de forma virtual, como momento de sensibilização, trocas, aprofundamento e revisão de conteúdo. São momentos dedicados ao debate e reflexões sobre o tema vivenciado. Nas oficinas dos saberes e fazeres, os alunos, chamados por nós de sementes, desenvolvem habilidades práticas, ou seja, uma oportunidade de vivenciar situações concretas e manifestações baseadas no tripé: sentir, pensar e agir. Nelas serão utilizadas técnicas de estamparia afro e indígenas, valorizando sua identidade cultural. Funciona como um catalisador do conhecimento transmitido, através de exercícios práticos, proporcionando a possibilidade de vivenciar os saberes e fazeres ancestrais por meio da experimentação contemporânea, consciente e crítica. Como resultado prático serão desenvolvidas estampas em tecidos a partir do contato com símbolismos de culturas indígenas ou africanas. Essa atividade será ao vivo e transmitida virtualmente. As imersões da escola são um mergulho cultural ministrados por educadores especialistas e/ou representantes locais de povos negros e/ou indígenas para troca de saberes, que narrarão sua experiência e apresentarão acervo pessoal para sensibilização e compartilhamento de conhecimentos e da cultura viva desses povos. O conteúdo é fruto de parcerias nacionais e internacionais e referenciados em conhecimentos e negócios centrados em saberes afro-ameríndios. Os encontros ecossistêmicos são trocas de saberes em teia (rede profissional) que viabilizam trabalhos e parcerias, inovações em metodologias, desbloqueio cognitivo e relações exponenciais entre negócios e pessoas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos, dos artigos: Art 1º Fica instituído o Programa Nacional à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; III - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacional.

Especificação técnica

EMENTA: O curso de moda pluricultural tem duração de 1 ano e disponibiliza conteúdos que possibilitam o desenvolvimento humano através dos diversos saberes e fazeres originários costurados à contemporaneidade. O programa está dividido em 4 módulos, desde o Antirracismo que apresenta as ideologias racistas através do pensamento social brasileiro e suas representações estéticas do séc. XIX ao XXI; passando por Como não cometer a Apropriação cultural, com a introdução de uma metodologia de trabalho justa entre culturas diversas; propõe uma ampliação de olhar e de fazeres ancestrais recontando a História da moda brasileira a partir das matrizes do Pindorama (Brasil antes da invasão), das Áfricas e as recriações afro-indígenas no Brasil até as práticas de Estamparia com identidade, que desenvolve talentos pessoais, junto a identidade autoral através da estamparia exclusiva. Nossa jornada de aprendizagem envolve os módulos de conteúdos entremeados por atividades em rede como rodas de conversa, encontros ecossistêmicos e ecossistemas de inovação. METODOLOGIA:A metodologia de ensino é circular, ecossistêmica, integral e pluricultural. Os saberes são apresentados de forma contínua e acessível a todos, em constante aprofundamento. Os professores ministram suas aulas a partir do olhar endógeno, daquele que age e fala a partir da sua própria cultura e localidade, sem intermediários. Acreditamos que o corpo e mente precisam estar conectados, por isso promovemos exercícios de sensibilização no início de todas atividades educacionais, por meio de estímulos intelectuais e sensoriais, físicos e mentais, estabelecendo pontes para uma compreensão integral. Ao longo da experiência há alternância de posições entre aprendiz e educador, com dinâmicas de rodas de conversa para promover diálogos sem hierarquias, descentralizada e em constante expansão. As aulas e conteúdos apresentam a vivência pluricultural em um mesmo espaço, atravessadas e experimentadas ao mesmo tempo através dos conteúdos, vocabulário e práticas das cosmovisões do Pindorama, das Áfricas e do Brasil. E ainda, incentivamos ações e expansão de conhecimento para a solução de problemas reais na sociedade, através de uma metodologia ecossistêmica, os alunos formam o que chamamos de comunidade de sementes e agem em ecossistemas de inovação, promovendo transformações internas e no entorno, em diferentes segmentos da cadeia produtiva da moda brasileira, interagindo com comunidades tradicionais e semeando as orientações absorvidas para a vida pessoal e em práticas profissionais. As metodologias se materializam por meio de dinâmicas realizadas em Rodas de Conversas, Encontros Ecossistêmicos e Ecossistemas de Inovação. As rodas de conversa são aulas ao vivo com os educadores da Escola para acompanhar e aprofundar os aprendizados dos módulos de conteúdos. Ao longo das atividades há espaço para sensibilizar, tirar dúvidas, realizar e acompanhar exercícios e promover trocas de aprendizados. Em nossos Encontros Ecossistêmicos fazemos partilha de saberes em teia (rede profissional) e temos a oportunidade de conhecer possíveis parceiros, promover inovações em metodologias de trabalho e receber orientação psicopedagógica para o desbloqueio cognitivo e exercício de relações exponenciais entre negócios e pessoas. Como prática do bem viver inter relacionamos a teoria à prática, com o trabalho de fim de curso que se consolida no Ecossistema de Inovação, onde as sementes (alunos) são mentorados ao desenvolverem trabalhos de inovação social que beneficiarão comunidades tradicionais, periféricas, ribeirinhas e/ ou de aldeias. RECURSOS DIDÁTICOS: Os recursos didáticos utilizados são: Plataforma de cursos online hotmart para organizar conteúdos e disponibilizá-los ao longo de 1 ano. Nela armazenamos aulas assíncronas e síncronas, calendário de atividade anual, materiais didáticos próprios, material de apoio complementar, materiais de acessibilidade, bibliografia, exercícios sugeridos e emissão de certificação;Plataforma para vídeo conferências Zoom e recurso interno whiteboard, quadro onde se realizam trocas interativas entre educadores e sementes. Nela se realizam as aulas ao vivo remotas, síncronas e posteriormente disponibilizadas como assíncronas na plataforma hotmart.Vídeos de palestras gravadas; Webinars com sessões ao vivo, onde os “facilitadores” podem interagir com o público de forma mais ampla, responder perguntas e apresentar conteúdos e reflexões debatidas nas salas de aula em tempo real;Slides com informações de forma organizada em pdf;Textos e leituras indicadas em cada aula como bibliografia suplementar;Atividades psicopedagógicas de interação entre sementes (alunos), professores e convidados; Audiodescrição que traduz imagens em palavras, acessibilizando o conteúdo às pessoas com deficiência visual;Apresentação da aula em Libras, assim como legendas para maior acessibilidade ao público;Acervo étnico e cultural para atividades de sensibilização presencial. PERIODICIDADE: O curso de moda pluricultural tem duração de 1 ano. CARGA HORÁRIA:O curso de moda pluricultural tem duração de 1 ano, totalizando 148 horas distribuídas em: Maratona Antirracista……………………………….40 horasApropriação cultural - como não cometer………...20 horas Estampando com identidade……………………….30 horas História que a moda não conta…………………….30 horasEncontros Ecossistêmicos…………….…………….6 horasEcossistema de Inovação …………….…………….22 horas PÚBLICO ALVO:A Ewà Poranga é uma escola livre e acessada por um público diverso, desde estudantes (a partir de 18 anos) até profissionais de grande experiência no mercado de economia criativa de faixas etárias variadas. O público é composto por um perfil comportamental, mais do que mercadológico, pois são artevistas, curiosos, amantes da diversidade cultural brasileira, agentes criativos, líderes de novos modos operacionais, pesquisadores de ação, designers e criadores de novos mundos, artistas regionais e globais, comunicólogos engajados, educadores transgressores e inquietos, pessoas interessadas em desenvolver experiências inesperadas, significativas, libertárias e engajados na combate a desigualdade através da arte e da cultura. Além disso, a escola tem o protagonismo no corpo discente e na equipe técnica de diversas origens étnicas e culturais, sendo assim impactado positivamente, pois se torna um espaço para que transmitam seus conhecimentos, remuneradamente, de forma abrangente, respeitosa, inclusiva e integrativa. FAIXA ETÁRIA: Podem frequentar os cursos pessoas a partir de 18 anos. PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Não há necessidade de qualificação anterior. O pré-requisito para inscrição é ter acesso a Internet e um computador, porém caso não tenha disponibilidade poderemos indicar computadores com acesso a internet de centros comunitários e instituições parceiras nas diversas regiões do Brasil.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: Experiência de ensino de moda decolonial composta por: Aulas EAD gravadas e Aulas ao vivo em rodas de conversa, Imersões Culturais e Encontros Ecossistêmicos para formação de rede de negócios. Acessibilidade Físicas: Nas atividades presenciais todo o acesso será sinalizado e adequado para as necessidades especiais de pessoas PCDs inscritas em nossas atividades. Acessibilidade Conteúdo: - Deficientes auditivos - As aulas gravadas serão legendadas e traduzidas por intérpretes de libras e as atividades ao vivo contarão com tradução simultânea em libras para posterior acesso. Todo esse material estará disponível na plataforma da escola pelo prazo de dois anos. - Deficiente visual - As aulas gravadas e ao vivo contam com audiodescrição de imagens. PRODUTO SECUNDÁRIO: Acessibilidade Física: Rampas e corrimões. No local de realização das palestras será reservado espaço para portadores de necessidades especiais, cadeirantes, idosos e adultos com crianças de colo, em local de total visibilidade. Idosos, deficientes visuais serão recepcionados por monitores, encarregados de auxiliar e acompanhar até o espaço reservado para esse público. Acessibilidade Conteúdo: - Deficientes Auditivos - Os conteúdos gravados e ao vivo terão tradução simultânea em libras, sendo gravadas e publicadas na Plataforma do Curso, por um prazo de dois anos com esta tradução. - Deficientes Visuais - Os conteúdos imagéticos das aulas terão audiodescrição ao longo das atividades pelos educadores facilitadores das atividades. *Em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, será reservada a cota de 50% para estudantes e professores da rede pública de ensino.

Democratização do acesso

O percentual de 50% das ações do projeto serão disponibilizadas de forma gratuita conforme Instrução Normativa e os participantes serão selecionados via edital. Como medida de ampliação de acesso, em consonância com o prescrito no art.21 da IN nº02/2019 do Ministério da Cidadania serão disponibilizados em redes sociais os registros audiovisuais de parte dos conteúdos de rodas de conversa com professores e oficinas culturais, isto é, poderão ser acessadas por todos que tiverem interesse, sem prejuízo do § 2º do art.22 da mesma IN. As palestras nas Escolas de Ensino Públicos terão o ingresso gratuito e para obter uma maior adesão será feita uma abordagem via redes sociais e informativos da Escola.

Ficha técnica

Proponente: A proponente será responsável pelo gerenciamento das etapas e execução do projeto, incluindo a negociação e contratação de fornecedores, entrega e recebimento de produtos e serviços, controle e execução financeira. A proponente será remunerada através dos custos administrativos do projeto previstos na planilha orçamentária. A remuneração pela captação de recursos será feita proporcionalmente ao que for captado. Currículo da Julia Vidal Julia Vidal é descendente dos povos Marajoaras (PA) e de africanos. Designer gráfica de moda, pós graduada em História-África Brasil, mestre em Relações Etnicorraciais, gestora da marca que leva seu próprio nome Julia Vidal: Etnias Culturais. Idealizadora e coordenadora educacional da escola Éwà Poranga. Professora de Narrativas afro-indigenas na moda brasileira no IED (Instituto Europeu de Design Brasil (RJ e SP) apoiadora da Universidade Pluriétnica Aldeia Marakanà (UIPAM), Coordenadora de Educomunicação da plataforma multissetorial Colabora Moda Sustentável e Membro da diretoria da REAFRO RJ (Rede Nacional de Afro Empreendedores). É autora de 4 livros com temáticas relacionadas ao design e moda afro e indígena e consultora para empresas que buscam valorizar a diversidade cultural brasileira em suas linhas de produtos. Currículo da Ilse Maria Biason Guimarães Sócia fundadora da empresa IMBG Assessoria Empresarial, possui graduação em Administração de Empresas pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1975), mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1991) e doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003). No Instituto by Brasil - IBB atuou como superintendente administrativa durante 15 anos e na Associação Brasileira de Componentes para couro, calçado e artefatos - Assintecal durante 25 anos. Nas instituições coordenou projetos culturais diretamente relacionados à economia e cidades criativas, como por exemplo, os projetos Referências Brasileiras e Iconografia local que resgatam valores e identidade local como forma de diferencial competitivo.Coordenou projetos com a União Europeia de Economia Circular. Atuou para o desenvolvimento de certificações de sustentabilidade. Coordenou projetos com o APL de Birigui sobre Transformação Digital e Sustentabilidade. Tem experiência em prestação de serviços de consultoria e assessoramento empresarial, pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de projetos culturais e economia criativa, atuando principalmente nos seguintes temas: negócios, inovação, sustentabilidade e transformação digital, inclusão e diversidade social. Outros docentes que compõe a escola Ewà poranga: Julia Wautomohinho é integrante do povo Xavante, professora de artes da rede pública, coordenadora das atividades de arte da Universidade Pluriétnica Indígena Aldeia Maracanã (UIPAM) e curadora dos mestres indígenas para os cursos Éwà Poranga. Papiõn Cristina Carla é pertencente aos povos indígenas do Oiapoque, especializada em direito indígena e criadora do Observatório Cultural das Aldeias (OCA), gestora da Associação de Artesãs Indígenas. Idealizadora do Piá Bonecos Étnicos. Compondo o projeto pedagógico: O Museu do Índio vai à escola. Conselheira do CONEPUR- Conselho Estadual de Defesa e Promoção da Liberdade Religiosa Kaká Portilho é designer de moda, internacionalista, especialista em Neurociência e física em consciência, doutoranda do curso de Antropologia Social. Fundadora do Instituto Hoju. Coordenadora do Centro de Altos Estudos e Pesquisas Afro Pindoramicas e do PPMAEE da Univerkizazi/UKAY. Fundadora da Sociedade Matriarcado Afreekano no Brasil. Daise Rosas é psicóloga, Mestre em Educação, Doutoranda em Psicologia, moderadora de negócios e parcerias nos encontros ecossistêmicos Éwà Poranga. Mentora do MentPreta Programa de Mentoria da REAFRO, Diretora Regional Rio de Janeiro ECOWAS BRazil Chamber of Commerce e Moderadora de Negócios Internacionais do Afreaka Brasil Fashion Business. Ana Vidal Consultora de diversidade e diretora do B2B na Éwà Poranga. Mais de 15 anos de experiência no corporativo, graduada em comunicação com foco em Marketing e especialização em Business e Liderança. Experiência em recrutamento, liderança e desenvolvimento de times com foco em diversidade.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.