| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 230,0 mil |
| 23025711000116 | Cia Itaú de Capitalização | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 33958695000178 | UNIPAR CARBOCLORO S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
A 7ª edição do Festival de Fotografia de Paranapiacaba traz a proposta de escolha de tema ambiental para difusão do seu conteúdo, de forma a expressar relevâncias para as expressões de artes visuais que serão distribuídas em diversos formatos, como: Exposições de fotografias com dois temas curatoriais, oficinas e debates em ações educativas culturais, feira fotográfica e de projeções em mostra de audiovisual. Todos os produtos formam um circuito cultural e interativo distribuído em diversos pontos da Vila de Paranapiacaba, proporcionando um evento de circulação 360.
O Festival que teve sua primeira edição 2018, chegará em 2024 a sua 7ª. edição, obtendo destaque na cena fotográfica brasileira, pois teve mais de 50 exposições durante estes anos, atingindo um público diversificado. Mesmo sem verba da Lei de Incentivo Federal, o Festival aconteceu com ajuda de voluntárias(os) e conseguiu parceiros como (Senac, SESC, Canon, Folha de S. Paulo, ACNUR, ARFOC entre outros) que ajudaram a consolidar o evento como sendo atualmente um dos mais importante do Brasil, pelo conteúdo das exposições que realizou, pelos convidados(as), oficinas e programa educativo. Tem realizado parcerias internacionais para levar a fotografia brasileira para América Latina, EUA e Europa. Em cada edição é discutido um tema sempre pautado nas questões relacionadas à Educação, Direitos Humanos e Meio Ambiente, usando a fotografia como ferramenta da Alfabetização Visual e se aproximando de outros assuntos relevantes para a sociedade e a comunidade da Vila, como a sustentabilidade, a memória e o patrimônio. Com algumas atividades online , atingimos outras regiões do Brasil com o Encontro de Alfabetização visual, online,pois pretendemos aproximar de grupos que não podem se deslocar até a Vila. outra forma de ampliar o alcance do Festival é fazer a itinerância de uma das exposições apresentadas no Festival em outra cidade. O conselho do Festival é formado por um grupo de 4 (quatro) pessoas que vem realizando o Festival nos últimos anos como voluntários/as. Somado a este conselho temos cerca de 10 ( dez) outros voluntários/as de diversos gêneros, faixa etária, e étnica, fundamental para que a representatividade seja alcançada. A Vila Ferroviária de Paranapiacaba possui uma vocação natural para a memória, sustentabilidade, turismo, cidadania, arte e cultura e fotografia. É uma cidade criativa com grande potencial de ser também uma cidade educadora, é comum nos finais de semana encontrar grupos de pessoas em excursão fotográfica. 1. EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS - Realizar três exposições fotográficas durante um Festival com entrada franca, seguindo o eixo curatorial do Festival. As mostras terão cerca de 20 fotos cada e serão realizadas nos espaços externos e internos da Vila. Uma delas ficará sobre a questão ambiental. Está previsto que uma das mostras terá itinerância por outra cidade. 2. PROJEÇÕES DE VÍDEOS - AUDIOVISUAIS –a partir de uma convocatória de audiovisual realizar as dez projeções de audiovisuais no Festival, que acontecerá no auditório da Vila no sábado e domingo. 3. PALESTRAS – Realizar quatro palestras com um grupo diverso de artistas convidados com entrada gratuita, que acontecerão no auditório da Vila, dois debates no sábado e dois no domingo. 4. OFICINA – realizar quartro oficinas gratuitas, com 15 vagas cada uma, focadas na formação de público. Cada oficina terá 2 horas de duração. O tema da oficina será relacionado com fotografia, educação e meio ambiente. 7. FEIRA DE FOTOGRAFIA - LANÇAMENTO DE LIVROS – realizar um Feira de Fotografia onde poderá ser vendido fotografias, livros de fotógrafos. Junto com a Feira fazer o lançamento de livros de autores brasileiros. Todas as atividades serão gratuitas e com classificação livre para todas faixas etárias.
Objetivos gerais Com o intuito de incentivar a reflexão e experimentação das artes visuais, além de mobilizar a comunidade local e visitantes, a "7ª Edição do Festival de Fotografia de Paranapiacaba" apresenta de forma interativa, colaborativa e contemporânea abordando temas capazes de ampliar o repertório e consumo da arte e cultura e fortalecendo o processo de educação referente a questão da sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, através das ações que usam a fotografia como elemento de alfabetização visual. em atendimento ao Decreto 10.755, de 2021 o projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 02: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; A fotografia é um instrumento de arte, cultura e expressão dentro de artes visuais e retrata o elo memorialístico, contextual e histórico das relações sociais, políticas, culturais etc., Assim, quando ao realizar a 7ª Edição do Festival de Fotografia de Paranapiacaba, o projeto valoriza e fortalece a fotografia como elemento artístico e o nacionaliza ao retratar a temática dentro do contexto nacional, apresentando, informando, provocando sensações, percepções críticas de todos os espectadores. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Ao criar uma exposição que permite a participação de profissionais amadores e produtores de imagens das mais diferentes expressões, se permite a representatividade do olhar de diferentes grupos e comunidades, que de forma singular serão capazes de produzir imagens que falam a todo o público. O projeto também estimula a expressão cultural diversificada quando atrai convidados ligados à fotografia, curadoria, editoração, além de convites a críticos, jornalistas e profissionais. Além da ação convocatória de expositores, voluntários e participantes em chamamento público que abre espaço para que estejam presentes público predominante de vulnerabilidade social e mulheres, a fim de engajar e motivar não somente para a prática da arte e cultura, mas também como empreendedorismo. IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; O Projeto, quando na sua realização e divulgação das atividades durante o festival, além de promover o conceito de conscientização como a escolha do próprio ambiente de realização, que é um patrimônio tombado, promove a preservação também pelo contexto de sua temática nas ações educativas sociais. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; O projeto incentiva a ampliação de acesso quando divulga o Festival em redes sociais e estimula o público geral para visitação à Vila histórica de Paranapiacaba. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Os moradores são convidados para participar da feira e muitas vezes exposições, além do aquecimento da economia local com a presença de milhares de visitantes em todo o complexo, sendo a apreciação de outros elementos e ambientes artísticos, gastronômicos etc. Objetivos específicos: Produto Principal: Exposição de Arte - Realizar exposições de arte em 2 cidades. A exposição ficará disponível para visitação durante 04 dias na primeira cidade, aberta de quinta a domingo e durante 30 dias na segunda cidade, com visitação de segunda a segunda. Produto Secundário: Mostra de acervo audiovisual - Realizar durante dois dias consecutivos a difusão de 10 projeções fotográficas, que serão transmitidas em rotatividade, durante o período de visitação à exposição. Produto secundário: Ação Educacional - Realizar durante 04 dias, a disseminação de 10 conteúdos entre palestras e oficinas de fotografia, totalizando 10 aulas com 14h totais, durante a execução do projeto.
O Festival de Fotografia de Paranapiacaba discute através da fotografia e suas imagens capturadas questões importantes como comportamento, direitos humanos, preservação ambiental, entre outros que são capazes promover o diálogo / discussão e reflexão a respeito da imagem no mundo contemporâneo potencializando o local de sua exposição, conceitos, sentidos e opiniões, tudo acontecendo num ambiente atípico que exala preservação patrimonial e natureza, como num museu a céu aberto. O local de realização, tem sido palco há 06 edições e traduz de forma íntegra a idealização do festival, sendo um ambiente tombado pelo Iphan e fica cercada pela Mata Atlântica. Em cada edição do Festival temos mais de 150 ( cento e cinquenta ) artistas se apresentando, por meio das palestras, exposições e projeçoes. Tornando o evento uma vitrine da fotografia brasileira, apresentando novos talentos. Na última edição fizemos parceria com o Festival de Arles na França, por meio de uma convocatória para projeção noturna na cidade francesa. Todo o contexto do projeto se fundamenta nos incisos dos artigos 1º e 3º da Lei de Incentivo Fiscal Federal no que tange sua contextualização, produção e execução que visa a pluralidade, democratização e expansão cultural. Com realização inteiramente gratuita e elementos que abraçam desde crianças à profissionais envolvidos ao universo fotográfico, o projeto não somente produz e compartilha como propaga conteúdos de enorme valorização cultural.O local de realização do projeto também estimula a regionalização e valorização cultural, tendo sido escolhido local - Vila de Paranapiacaba (patrimônio histórico nacional) reforçando a vocação turística e fotográfica e transformando e a região em pólo de convergência cultural, educação e formação de público. Assim, fundamentados, seguem os incisos do artigo 1º e nos objetivos do artigo 3º da Lei 8313/91, listamos abaixo as relações do projeto:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Dessa forma o projeto se justifica uma vez que além do enquadramento nos incisos da Lei de Incentivo Fiscal Federal e seus decretos e normativas, se traduz como elemento de capacidade para engajamento da economia e empreendedorismo local.O pedido pelo deferimento no Programa Nacional de Cultura se faz necessário uma vez que a Lei de Incentivo Fiscal Federal é uma das grandes facilitadoras de apoio ao setor e considerando ainda a dificuldade de vangloriar fundos através de captação direta.
IMPACTO AMBIENTAL O projeto prevê a compensação de carbono das atividades do Festival. A Vila de Paranapiacaba fica no Parque das Nascentes na mata atlântica, numa linda reserva natural. Incentivamos o acesso à Vila por transporte público ( trem e ônibus urbano ) e bicicletas ( o local tem muitas atividades de bicicletas durante o ano todo). Vamos buscar práticas de sustentabilidade, com orientação e formação da equipe e do público.
A exposição usará equipamentos da Vila de Paranapiacaba cedidos pela prefeitura para realização das oficinas, exposições e outras atividades.O projeto expográfico poderá ter alterações em função da curadoria que será desenvolvida após a aprovação final do projeto e pesquisa dos curadores. Algumas das oficinas poderão ser feitas remotamente, assim atingiremos um público de outras regiões do Brasil.A lista final de convidados e fotógrafos será elaborada mais próxima da realização do FFP pela curadoria.
A Vila de Paranapiacaba fica no Parque das Nascentes na mata atlântica, numa linda reserva natural. Incentivamos o acesso à Vila por transporte público (trem e ônibus urbano) e bicicletas (o local tem muitas atividades de bicicletas durante o ano todo). Vamos buscar práticas de sustentabilidade, com orientação e formação da equipe e do público. PRODUTO: EXPOSIÇÕES DE ARTES ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: todas pessoas que irão trabalhar serão orientadas como ter uma atitude com pessoas com deficiência; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as exposições terão QR code com textos para facilitar a compreensão do público portador de baixa visão; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Monitores capacitados para comunicação através da LIBRAS durante a visitação, através de agendamento prévio. PRODUTO: FESTIVAL / MOSTRA AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Assentos reservados para melhor acomodação de pessoas com deficiência física ou locomoção reduzida. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Todas pessoas que irão trabalhar serão orientadas como ter uma atitude com pessoas com deficiência; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Acomodação em local estratégico para melhor apreciação do público com baixa visão; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Acomodação em local estratégico para melhor apreciação do público com perda parcial auditiva; PRODUTO: AÇÕES EDUCATIVOS CULTURAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Assentos reservados para melhor acomodação de pessoas com deficiência física ou locomoção reduzida. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: Todas pessoas que irão trabalhar serão orientadas como ter uma atitude com pessoas com deficiência; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Acomodação em local estratégico para melhor apreciação do público com baixa visão; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Acomodação em local estratégico para melhor apreciação do público com perda parcial auditiva;Intérpretes de libras durante as palestras;
O Festival de Fotografia de Paranapiacaba será um evento inteiramente gratuito e para cumprimento do art. 27 da IN 01/2023 serão observados os seguintes limites de distribuição, ao que tange o material de divulgação, sendo: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e O projeto prevê a ampliação do acesso, com a adoção da seguinte medida: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
João Kulcsár - Curadoira e coordenação geral Mestrado em artes pela Universidade de Kent, Inglaterra, 1996/7, como bolsista do The British Council. Foi professor visitante na Universidade de Harvard 2002/3, como bolsista da Comissão Fulbright. Professor e coordenador de fotografia do Senac-SP desde 1990. Presidente da REDE de produtores da fotografia no Brasil. Curador de exposições fotográficas no Brasil, como as de Claudia Andujar (2004 e 2009); Cristiano Mascaro (1999); David Drew Zingg (1999) Maureen Bisilliat (1999); Thomaz Farkas (2000); Pedro Martinelli (2011); Lewis Hine, trabalho infantil (2004); Documentando América fotografias da FSA (2007); Magnum 60 anos (2008); Impressões Visuais (2010); Edward Curtis (2009); Observadores - Fotografia da Cena Britânica desde 1930 até hoje (2012) – Prêmio APCA melhor exposição fotográfica do ano); Retratos Imigrantes no Museu de Ellis Island, NY(2015) e no Museu da Imigração em SP (2015); Arno Rafael Minkkinen, corpo como evidência (2016), Magnum no Cinema (2017); Retratos diálogos da identidade (2017); Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias (2017); e Elliott Erwitt, vida de cão (2017). No exterior, foi curador de exposições nos seguintes países: Portugal, Estados Unidos, Cuba, Inglaterra, Itália e Suíça. Na área de formação de professores, foi coordenador/ idealizador do projeto de uso de fotografia em sala de aula pelo Itaú Cultural e Secretaria de Educação do Estado de SP em 2004. Coordena o projeto de alfabetização visual, que desenvolve atividades de fotografia e educação no Brasil na Fundação Gol de Letra, Meninos do Morumbi, Febem e, no exterior, na Alta Scuola Pedagogica di Locarno (Suíça), no Instituto Português de Fotografia (Portugal), na HABLA (México), na Universidade de Harvard - Graduate School of Education (EUA). Trabalha com projetos e consultoria de acessibilidade, fotografia e pessoas deficientes visuais desde 2008. Entre os locais atendidos está: Museu do Futebol, Galeria do SESI-SP, SESC-SP, Senac-SP, STF (Supremo Tribunal Federal em Brasília) e Memorial da Inclusão. Desenvolve oficinas de fotografia e percepção em várias cidades do Brasil e no exterior (Portugal, UK, EUA, Suíça, e México). Exposição – Rever, fotografias feitas por pessoas def. visuais na Pinacoteca de SP. Autor dos livros Herança Compartilhada com Matthew Shirts (Editora SESC-SP e Senac-SP); Árvores da Cidade de São Paulo (Prefeitura de São Paulo); Impressões Visuais (Comissão Fulbright); Observadores da Cena Britânica ( Editora SESI-SP)Viva o Brasil ( Imprensa Oficial SP); Retratos Imigrantes (Ed. SESI-SP); Acervo do MIS-SP (Memória Paulistana; Lambe-lambe, fotógrafos de rua nos anos 70; e Ferrovia Madeira-mamoré) (Editora SESI-SP). Felipe Ferrara - produtor É cientista, escritor e fotógrafo. Cursou fotografia na faculdade de jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2000. Depois disso se afastou da câmera por 18 anos, até que em 2018 fez o curso de linguagens fotográficas Luz Marginal Procura Corpo Vago, com Gal Oppido, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e participou do Workshop de Retratos com Juan Esteves organizado pelo Respira-SP, que resultou numa exposição no Conjunto Nacional, em São Paulo. Desde então se dedica ao estudo da fotografia como linguagem. Participou de exposições fotográficas digitais em Haia e Viena. Vencedor do concurso Isolados Mas Nunca Sozinhos, promovido pela Galeria Lume, São Paulo, 2020 de produção audiovisual com o vídeo pa.te.ti.ka que posteriormente foi exposto na própria galeria. A fotografia surgiu como um hobby, mas trabalha na área desde 2019, ano em que fotografou o São Paulo Fashion Week. Atualmente é voluntário do Festival de Fotografia de Paranapiacaba e participa do coletivo Lux770, do qual foi um dos fundadores, e que administra a sala Arquivo 770 , na Casa de Cultura Odisseia, fazendo trabalho de curadoria e produção de exposições. Ana Rosa da Silva Carrara - Comunicação Formada em jornalismo e produção audiovisual, tem especialização em Jornalismo Cultural. Atua há 20 anos com comunicação de organizações e entidades do terceiro setor, movimentos sociais e mídias independentes, tendo foco nos temas de Direitos Humanos e setor cultural. Realizou diversos cursos na área da fotografia incluindo fotografia de espetáculos, iluminação de estúdio, revelação de negativos analógicos e ampliação de fotografias preto e branco. Cursou, como aluna especial a disciplina ‘Recepção estética em museus’ e ‘Espaços da Arte: História das Exposições e Arquitetura de Museus’ no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo.Atualmente dedica-se a estudar a elaboração e execução de projetos culturais. Integra a equipe do Festival de Fotografia de Paranapiacaba desde 2021. Diana Vaz - Identidade Visual Mestre em Artes Visuais pela UNESP e especialista em História da Arte pela FAAP, trabalha no setor cultural há mais de 20 anos, tendo experiência com programação cultural, curadoria, produção, coordenação educativa e parecerista. Trabalhou em diversos centros culturais, como o Centro da Cultura Judaica, o Instituto de Arte Contemporânea (IAC) e o Centro Cultural FIESP /SESI-SP, onde foi responsável pelas exposições e mostras de cinema entre 2012 e 2020. A partir de 2020, passou a atuar como produtora e curadora independente, realizando exposições no Centro Cultural FIESP/ SESI-SP, além dos festivais “Festival Imaginária: festa do livro” (2022) e “Festival de Fotografia de Paranapiacaba”, fazendo parte da equipe desde 2020. Em março de 2021 criou a galeria virtual Pequena Galeria, especializada em vender obras seriadas em fine art de artistas emergentes de diversas regiões do país. CURADORIA - Exposição "MySelfie", da artista Gigi Manfrinato, realizada nas unidades do SESI São José do Rio Preto, Campinas e Itapetininga de maio a dezembro de 2022. - Exposição "Urbanossomos", coletiva realizada na Vila de Paranapiacaba como parte da programação do Festival de Fotografia de Paranapiacaba em setembro de 2022. - Exposição virtual "Identidades: Futuro Ancestral", coletiva realizada dentro da programação do festival Balada Literária 2021. - Exposição "Resistência da Memória", coletiva realizada na Vila de Paranapiacaba como parte da programação do Festival de Fotografia de Paranapiacaba em novembro de 2021. - Curadora e proprietária da galeria de arte virtual Pequena Galeria (www.pequenagaleria.com.br) PRODUÇÃO - Produção executiva da exposição "Corpo da Obra", da artista Celina Portella, que será realizada nas unidades do SESI São José do Rio Preto, Campinas e Itapetininga de abril a novembro de 2023. - Produção da exposição "Cidades Líquidas", do artista Gustavo Minas, realizada na Galeria de Fotos do Centro Cultural FIESP, de 22 de novembro de 2022 a 23 de abril de 2023. - Produção executiva da exposição "Corpo da Obra", da artista Celina Portella, realizada na Galeria de Fotos do Centro Cultural FIESP de 25 de maio a 30 de outubro de 2022. - Produção do "Festival Imaginária " festa do fotolivro", realizado no Edifício Vera de 13 a 17 de julho de 2022. - Assistência na coordenação da produção geral da exposição "Era Uma Vez o Moderno", com mais de 250 obras, realizada na Galeria de Arte do Centro Cultural FIESP de 10 de dezembro de 2021 a 29 de maio de 2022. - Produção e criação de identidade visual do Festival de Fotografia de Paranapiacaba, desde setembro de 2019. Carmem Maldonado Peres - produtora Graduada em Farmácia e Bioquímica (USP), com Pós-Doutorado em Fisiologia e Biofísica (USP e intercâmbio com a Universidade Católica de Nijmegen, Holanda). Técnica em Fotografia (Senac, término em 08/2010). Participação no projeto “Povos de São Paulo” em comemoração aos 450 anos da cidade de São Paulo e premiação no concurso “Mulher fotografa Mulher” (1o lugar, categoria preto e branco, 2004) da Secretaria de Estado da Cultura. Edição das fotos e do conteúdo do livro “Como cultivar células” (Editora Guanabara Koogan, 05/2005). Realização de diversos cursos na área de fotografia. Participação da equipe de organização do Festival de Fotografia de Paranapiacaba (FFP) desde 2019. ALFABETIZAÇÃO VISUAL - Funções no projeto: Direção geral e artistica Focada na realização de projetos de produção cultural e social desde 1990 e tem como objetivo atuar com exposições fotográficas no Brasil e no exterior (Portugal, EUA, Inglaterra, Inglaterra, Itália, México, Espanha e Suíça). Desenvolveu projetos de exposiçoes fotográficas nas seguintes instituições: Senac-SP, SESC-SP, Itaú Cultural, SESI-SP, Museu da República (RJ) , Memorial da América Latina, Fundação Gol de Letra, Ação Educativa, Secretaria do Estado da Cultura, MIS-SP, Memorial da Inclusão, Museu de Fotografia de Fortaleza e Museu da Imigração entre outros. Produziu livros e catálogos de vários fotógrafos brasileiros e estrangeiros com Editora Senac-SP, IMprensa Oficial, Editora Sesc-SP e Editora do Sesi-SP.
Periodo para captação de recursos encerrado.