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O projeto se refere à realização de oficinas e exposição de Arte e Design "Xingu - Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo".
Exposição A exposição Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo apresenta as formas como a rica tradição artesanal da etnia Mehinaku, no Mato Grosso, dialoga com a arte e com o design contemporâneo brasileiro. Por meio de peças de mobiliário, peças utiliárias e decorativas, o visitante pode conhecer um pouco das tradições e do dia a dia desta etnia do Alto Xingu que se destaca pelas produções manuais. Classificação: Livre Roda de Conversa A roda de conversa da exposição Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo convida especialistas para discutir as diversas influências indígenas no design brasileiro contemporâneo, além de debater como a arte e o artesanato têm servido de ferramenta para a manutenção e emencipação dos povos indígenas. A ação conta com a participação de Kulykirda Mehinaku, a designer Maria Fernanda Paes de Barros e outros profissionais da equipe. Classificação: Livre Catálogo O catálogo Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo apresenta o resultado das interações entre artesãos indígenas da Aldeia Kaupüna, da etnia Mehinaku, do Alto Xingu, e a designer Maria Fernanda Paes de Barros. No material, é possível encontrar fotos e textos que documentam e mostram os resultados desta experiência. Classificação: Livre
OBJETIVOS GERAIS R: O projeto tem como objetivo contribuir para as reflexões acerca das relações entre arte, design e a produção artesanal indígena, incentivando a produção de objetos autorais que carregam consigo memórias, valores sociais, estéticos e simbólicos profundamente ligados às identidades e ao patrimônio cultural brasileiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma exposição de objetos artesanais tradicionais da etnia e peças de mobiliário produzidas pela designer em parceria com os artesãos. - Realizar uma (1) oficina, de 25h de duração, divididas em cinco (5) dias, com práticas de tingimento natural para artesãos indígenas na aldeia Kaupüna, no Mato Grosso. As peças resultadas da oficina também irão compor a mostra;- Produzir um catálogo digital que apresente fotos, depoimentos e todo o processo criativo de desenvolvimento da Coleção Xingu. - Produzir um vídeo de até 10 minutos que apresente o desenvolvimento do projeto;- Realizar uma mesa redonda com os principais agentes envolvidos no projeto e especialistas na área;- Realizar uma visita guiada com a participação dos curadores da exposição;- Difundir e preservar elementos culturais da etnia; - Propor novos usos para os materiais já utilizados tradicionalmente pela etnia, com respeito e sem sobreposição.
Estar em contato com a ancestralidade é sempre uma das melhores formas de se compreender o presente e de se refletir sobre o futuro. Desta forma, traçando um paralelo entre a arte, o artesanal, o design e a identidade brasileira, busca-se uma reflexão em relação às inúmeras possibilidades da contribuição indígena à identidade da arte e do design nacional. A exposição "Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo" se propõe a apresentar o resultado das interações entre artesãos da etnia Mehinaku, do Alto Xingu, e a Yankatu, marca que incorpora as tradições artesanais brasileiras em obras de arte, peças de design e decoração. Os diálogos entre tradição, autenticidade, simbologias e funcionalidade se traduzem em objetos contemporâneos e com referências ao universo estético, histórico e social da etnia Mehinaku. O projeto surge a partir da iniciativa de Maria Fernanda Paes de Barros, artista, pesquisadora, designer e fundadora da Yankatu, que busca revisitar a tradição artesanal brasileira e propor a integração do artesanato a objetos contemporâneos. Em meio a seus processos de pesquisa e participação em exposições e eventos, ela foi convidada pelos líderes da aldeia Kaüpuna para conhecer, in loco, a tradição artesanal Mehinaku, que se destaca por seus grafismos e pela grande variedade de técnicas e materiais, passando pela palha, madeira, sementes, entre outros. Localizada no Parque Nacional do Xingu, estado do Mato Grosso, a etnia tem uma longa tradição artesanal e se configura como uma etnia bastante organizada em relação à produção e ao comércio de seus produtos. Embora os Mehinaku já estejam inseridos em um mercado cultural com suas criações originais e pensadas estrategicamente de acordo com as demandas de mercado, ainda assim, seus objetos mantêm estética, valores, técnicas tradicionais, o uso de matéria-prima local e, principalmente, a tradição passada de geração a geração. São bancos zoomorfos de madeira, esteiras, cestos, redes e máscaras de palha de buriti com inspirações e grafismos que fazem referência às pinturas corporais utilizadas em rituais, festas e eventos específicos. Há também colares, pulseiras e objetos decorativos. Enquanto desafio principal na proposta de integrar trabalhos com tantos valores e significados culturais a objetos contemporâneos está a valorização das identidades sem que haja uma sobreposição de uma em relação à outra. Em sua trajetória, Maria Fernanda propõe a criação de peças autorais onde o design aparece no desenho, na função, na resolução de uma necessidade e se soma ao artesanato dando-lhe uma nova aplicação, funcionalidade, estética e consequente valorização. Desde sua fundação, em 2015, a Yankatu pode destacar outros projetos e iniciativas semelhantes, como sua experiência com artesãs do Vale do Jequitinhonha e Muzambinho, em Minas Gerais, ou na comunidade de Urucureá, no Pará. Em todos os casos, Maria Fernanda _ por meio da Yankatu - destaca um sistema de trabalho linear, onde a troca, as experiências e o olhar atento às necessidades da comunidade escolhida são uma premissa. Neste caso, o saber tradicional do artesão é colocado em pé de igualdade com o saber acadêmico, com a produção artística e com as técnicas específicas do design, permitindo que a partir da interação entre ambos seja possível provocar reflexões sobre os caminhos possíveis ao artesanato, à arte e ao design brasileiro. O projeto que dá origem à Coleção Xingu busca não só revelar traços da identidade brasileira por meio de objetos artesanais, mas visa também sugerir aos campos da arte e do design caminhos que integrem ancestralidade e contemporaneidade. Outro objetivo importante está no estímulo criativo dentro da aldeia, sobretudo entre os jovens que, influenciados por atividades cada vez mais tecnológicas, têm demonstrado certo desinteresse por algumas tradições. À medida em que eles percebem que é possível ter inovação utilizando saberes ancestrais, o processo natural é que eles se sintam mais interessados em levar seus conhecimentos ancestrais adiante. Com isso, é possível ajudar na manutenção de uma cadeia de valor que tem na criatividade e na tradição do feito à mão sua principal fonte de renda. Da mesma forma, o projeto vai ao encontro de ações internacionais importantes para a valorização das culturas indígenas de todo o mundo, como o lançamento da Década Internacional das Línguas Indígenas, movimento organizado pela Unesco e protagonizado por indígenas brasileiros. A pedido dos artesãos Mehinaku, o projeto prevê a realização de oficinas de tingimento natural, a fim de retomar uma antiga técnica que se perdeu ao longo do tempo. Integrados ao mercado artesanal, atentos às demandas de clientes e buscando facilitar alguns processos de produção, durante muitos anos, eles têm utilizado fios de algodão já tingidos pela indústria têxtil na produção de esteiras que mesclam a palha e o algodão. Porém, depois de uma experiência bem-sucedida com a Yankatu utilizando o tingimento natural em algumas peças, eles manifestaram a vontade de retomá-la. Para tanto, convidamos a Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela London College, Maibe Maroccolo, que utilizará uma metodologia que prevê a formação coletiva dos artesãos. A dinâmica adotada é participativa e reflexiva, na qual a troca de saberes ocorre de forma linear e não hierárquica. Para a exposição, estão previstas a instalação de peças tradicionais como Bancos Zoomorfos, esteiras de palha criadas durante as oficinas de tingimento natural, além de 5 (cinco) obras da Coleção Xingu, peças de mobiliário desenhadas pela designer Maria Fernanda Paes de Barros a partir de suas vivências e da observação do cotidiano da etnia. Entre elas, o Balanço Kaupüna, o Armário Oca, o Bufê Abrigo, o Banco Embira e a Mesa Beiju. A mostra ainda conta com fotografias e um minidocumentário que ajudam na compreensão de como estes artefatos estão inseridos na rotina da etnia. No Balanço Kaüpuna, por exemplo, fios de palha de buriti e algodão sustentam um assento de madeira maciça pintado à mão pelos artesãos com grafismos característicos da etnia. Os pigmentos utilizados são o carvão e o urucum, dois elementos bastante presentes na rotina Mehinako. Na confecção deste balanço o trabalho artesanal das mulheres e o dos homens se encontra pela primeira vez numa única peça. Geralmente, algumas funções podem ser delimitadas pelo gênero, porém a proposta de integração foi bem recebida. A obra foi totalmente confeccionada na aldeia e para eles se tornou "um novo produto indígena", como os próprios artesãos passaram a reconhecer. Este projeto também contempla a criação de um vídeo e de catálogo que apresenta algumas das técnicas, processos de criação, traz fotografias do cotidiano, contextualiza os processos de cocriação e apresenta a experiência de imersão e recepção da designer e artista na aldeia. Todas as ações do projeto estão em consonância com o Artigo 1 da Lei nº 8.313 uma vez que ressalta as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, salvaguarda e joga luz sobre os modos de criar, fazer e viver de uma comunidade indígena contemporânea, desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais do nosso povo e prioriza o produto cultural originário do País. Em uma tentativa de informar, provocar e estabelecer diálogos, a Exposição Xingu convida a todos à uma reflexão acerca das identidades brasileiras, do olhar atento às tradições e das interações positivas entre indígenas e não indígenas, o tradicional e o contemporâneo, o popular e o erudito, o design e o artesanal.
CONTRAPARTIDAS DO PROJETO Enquanto responsabilidade social, o projeto tem a possibilidade de envolver a comunidade, gerar renda para artesãos, artistas e profissionais técnicos, além de difundir, por meio de uma exposição gratuita, a cultura e rica produção artesanal dos Mehinaku. Do mesmo modo, é possível destacar: ● O trabalho já realizado para produção das peças impactou cerca de 60 pessoas, divididas em 7 Ocas, na aldeia Kaüpuna. São 26 mulheres e 34 homens. ● Exposição em prédio com acessibilidade; ● Entrada 100% gratuita ou de acordo com a política do Museu A CASA; ● Produção de catálogo virtual; ● Tradução de textos para o Braille (Textos de parede); ● Contato com escolas e instituições convidando para a exposição; INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A REDUÇÃO DO ESCOPO Adequando à realidade de execução, retiramos alguns itens, como: - Tradução para idioma estrangeiro - Fotografia artística (pois teremos o trabalho voluntário de um fotógrafo) - Produção de textos (optamos por utilizar os textos da curadoria e também do jornalista e assessor de imprensa) - Zeramos os custos do Seminário, pois será realizado na sala de eventos do Museu A CASA. Contaremos apenas com os lugares (cerca de 45/50) disponíveis, sem coffee break e sem cachês para os envolvidos. Por isso, retringimos os palestrantes à equipe do projeto. - Também optamos considerar a remuneração pela captação de apenas caso consigamos economizar o suficiente em outras rubricas. Como o trabalho de captação foi feito pos nós mesmos, achamos que é um opção para economizar. - Reduzimos consideravelmente os custos adminsitrativos, vistos que alguns deles já estão dispostos no custos do projeto.
Catálogo digital - O arquivo digital deve contar com uma média de 10 páginas com uma breve descrição acerca da concepção do projeto e das obras que compõem a exposição. Textos de Parede - Os textos estarão disponíveis para consulta em uma apostila em Braille. Vídeo - Em um vídeo que varie entre 5 e 10 minutos de duração, a ideia é apresentar depoimentos e imagens dos processos de produção das obras na aldeia Kaupüna, no Xingu. O conteúdo irá contar com legendas em português.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local da exposição já possui estrutura como corrimões, rampas e banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Tradução para o Braille dos textos de apresentação, legendas e fichas técnicas da exposição. Todas as obras poderão ser tocadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o único produto audiovisual é o vídeo, que deve contar com tradução em libras e legendas em língua portuguesa. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. PRODUTO: VÍDEO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do vídeo ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em LIBRAS e legendas em llíngua portuguesa PRODUTO: CATÁLOGO VIRTUAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os próprios visitantes já costumam ter aplicativos de leitura específicos para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica
Pensando em democratizar o acesso, o projeto visa atender ao inciso IV, do art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Os vídeos de realização das oficinas e da abertura da exposição também serão disponibilizados por meio do Youtube.
A Yankatu, como proponente, deve realizar todas as atividades administrativas, contratações e gestão do projeto. Além disso, o projeto já conta com a participação dos profissionais abaixo. MARIA FERNANDA PAES DE BARROS | DIREÇÃO GERAL E CURADORIA Maria Fernanda Paes de Barros é designer e criou a Yankatu em 2015. A palavra que dá nome à sua marca, na crença do povo Kamayurá, significa a nossa terceira alma, nossa essência - a verdadeira beleza. Após mais de 20 anos dedicados ao design de interiores, encontrou uma nova forma de contar histórias. Pesquisa as tradições artesanais brasileiras e busca incorporá-las às suas criações, produzindo peças que as valorizam, aliando arte, delicadeza, inspiração e memórias. A Yankatu desenvolve projetos com artesãos brasileiros, tendo como propósito apresentar seu artesanato através de um novo olhar, que respeita sua identidade, celebra sua história e valoriza o artesão, mostrando a riqueza cultural brasileira e a importância da salvaguarda destas tradições para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das comunidades. Suas obras são sempre acompanhadas de um pequeno livro, ao qual chama de “alma”, revelando a inspiração que deu origem à peça e também a história e técnicas dos artesãos com os quais trabalhou. A cada projeto mergulha em uma região, seus ofícios e as vidas das pessoas que os fazem. Uma pesquisa regida pelo olhar, feita com sensibilidade, respeitando o ritmo ditado pelo tempo. Com a Yankatu, já teve a chance de realizar 9 (nove) projetos em parceria com artesãos de Minas Gerais, Pará, Paraíba e Parque Nacional Xingu. Também participou de 13 exposições espalhadas pelo Brasil afora, além de outras 7 mostras internacionais em cidades como Genebra, Milão, Nova Iorque, Paris, entre outros. KULYKIRDA MEHINAKU | CO-CURADOR E PRODUTOR LOCAL Nascido e criado pelo povo Mehinaku, no território Indígena do Xingu, Mato Grosso. Seu nome significa rosto de curica, uma espécie de papagaio da região amazônica. É técnico em Agroecologia e agente Indígena de Saúde (AIS), Kulykirda começou a fazer bancos na adolescência, aos 13 anos de idade, motivado pelo costume de seu povo de produzir estas peças para uso próprio. A possibilidade de comercialização também foi um incentivo, já que na época a venda de bancos era a principal fonte de renda do povo Mehinaku, viabilizando idas à cidade para a realização de cursos e a compra de objetos industriais hoje inseridos no cotidiano indígena. ANGELO MIGUEL | PRODUÇÃO EXECUTIVA Angelo Miguel é jornalista e produtor cultural. Atua há cerca de 7 anos na área de cultura transitando entre a produção executiva, comunicação e assessoria de imprensa em exposições, feiras e eventos de design. Foi assessor de comunicação e produtor do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, além de ter integrado a equipe de produção do Bazar da Cidade, que figura entre as 5 principais feiras de design e artesanato de São Paulo. Já foi responsável pela produção e divulgação de mais de 40 exposições como Cerâmicas do Brasil, Fio da Meada, Uma história de 20 anos, A CASA Bordada e A CASA ama Carnaúba, estas duas últimas financiadas através de Leis de Incentivo Federais. Também integrou a equipe do “Projeto Warao”, parceria entre o Museu A CASA, o ACNUR - Agência da ONU para Refugiados e o BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, que visa estruturar a cadeia de valor do artesanato Warao, etnia indígena venezuelana em situação de refúgio no Brasil. Atualmente, é fundador e diretor da Bacuri Comunicação, que presta serviços de Assessoria de Imprensa nas áreas de Cultura, Design, Decoração e Sustentabilidade. MAIBE MAROCCOLO BRANT | COORDENAÇÃO DAS OFICINAS Maibe Maroccolo é mestre em desenvolvimento sustentável com foco em moda pela London College e consultora em ética e sustentabilidade. Começou suas experiências com corantes naturais em 2008 e logo foi cativada pela infinita cartela de cores que a natureza tem para oferecer. Hoje conduz o projeto Mattricaria, que trabalha com tingimentos e extração de corantes naturais com aplicações em diferentes bases artísticas. Seu projeto visa comunicar sobre uma perspectiva da necessidade de modificar a maneira como produzimos e consumimos. O projeto engloba uma contextualização do cenário têxtil e artesanal e o impacto no meio ambiente. VICTOR AFFARO | DOCUMENTARISTA Victor Affaro é fotógrafo há 25 anos, tendo seu trabalho publicado nos mais importantes veículos do mundo como NY Times, Vogue, Monocle, Time Magazine, entre outras. Desenvolveu um olhar que revela narrativas a partir de pessoas e lugares. Sua atuação sempre foi ligada à captura das histórias por trás de suas imagens, seja para campanhas publicitárias, ou para projetos de arte e editoriais. Com abordagens conceituais ou documentais, Victor também dirige filmes em diversos formatos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.