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O Projeto Grafitarte - Arte Urbana no Grafite é uma ação cultural de intervenção urbana, cuja proposta consiste na realização de um circuito artístico à céu aberto. O produto cultural do projeto serão as intervenções artísticas, realizadas pelos grafiteiros com o auxílio dos moradores, colorindo as ruas com mensagens que transformam o cotidiano das comunidades periféricas no Rio de Janeiro. Para concretização desta ação os grafiteiros convidados realizarão, como contrapartida, uma oficina de grafite para os moradores das comunidades contempladas. O projeto pretende ainda, valorizar esta arte urbana como manifestação artística e estimular novos participantes à prática do grafite. O projeto quer dar uma cara diferente para os diversos espaços das comunidades contempladas e contará com a participação de vários artistas cariocas consagrados nacional e internacionalmente no cenário da arte urbana.
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Objetivo Específico: Realizar um circuito artístico à céu aberto em 04 comunidades, ocupando os espaços públicos com intervenções artísticas para levar arte e colorir as ruas com mensagens que transformem o cotidiano de comunidades periféricas que sofrem constantemente com a violência urbana, para um público de aproximadamente 4000 pessoas. Objetivos Gerais: · Levar a arte do grafite aos moradores das comunidades envolvidas e seus entornos. · Conscientizar sobre a arte urbana x pichação, provocando uma reflexão sobre o seu papel de cidadão nas comunidades. · Estimular a prática de desenho e desenvolver as habilidades pessoais de criatividade de crianças e jovens das periferias atendidas. · Contribuir para a formação de um público apreciador da arte contemporânea urbana e na dinamização do patrimônio cultural artístico do Rio de Janeiro. · Garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os visitantes com o universo das artes visuais e com a arte urbana. · Oferecer aos jovens moradores e estudantes da rede pública de ensino a oportunidade de participar de uma oficina de arte. Dessa forma, o projeto contribui com os seguintes itens do Art. 2º do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira.
Desde a década de 70, após o grafite surgir como expressão dos guetos urbanos, sua forma e conteúdo vêm se desenvolvendo e tornando-se mais globalizado, acolhido pelo design gráfico, moda, publicidade e pela mídia. Após a aceitação do grafite como arte pela população, diversas instituições e setores da sociedade, o grafite foi se desenvolvendo e os artistas brasileiros do gênero ganhando cada vez mais visibilidade, com destaque para o Eduardo Kobra, os Gêmeos, Nina Pandolfo, Alex Sena e muitos outros, a ponto de hoje a cidade de São Paulo ser considerada como capital mundial do grafite. O projeto Grafitarte - Arte Urbana no Grafite vem incentivar o diálogo das técnicas mais recentes de artistas brasileiros consagrados com jovens moradores de comunidades carentes do Rio de Janeiro. Pretende estimular a prática do desenho e desenvolver as habilidades pessoais e a criatividade dos participantes, apresentando as principais características do grafite, introduzindo conceitos do universo da arte e cultura urbana, para que estes jovens possam colorir espaços considerados "livres" e espalharem mensagens de forma lúdica e criativa. Assim sendo, para a realização deste projeto cultural serão realizados 48 encontros em cada uma das localidades, com jovens de 14 a 24 anos, moradores de 4 comunidades, no período de 06 meses, acontecerão 2 vezes por semana, 2 horas/dia, totalizando 96 horas de encontros por turma/comunidade. Cada comunidade contará com 01 grafiteiro convidado que terá a sua liberdade ou com a colaboração de auxiliares e outros grafiteiros, realizar suas intervenções nas ruas e nos espaços públicos da comunidade. O tema exposto será decidido com a comunidade e os participantes das oficinas/encontros. Os grafiteiros conversarão com os moradores/participantes ao mesmo tempo em que criam sua arte. Os jovens e os moradores das comunidades serão convidados a participar e a contribuir diretamente na execução dos painéis grafitados desde o momento de preparação do muro e ou mobiliário urbano à finalização do grafite. Serão firmadas parcerias com escolas e ou instituições socioculturais dessas localidades para realização das oficinas. O produto cultural do projeto serão as intervenções artísticas, realizadas pelos grafiteiros com o auxílio dos moradores, criando assim um circuito artístico à céu aberto, colorindo as ruas com mensagens que transformem o cotidiano das comunidades periféricas no Rio de Janeiro. A relevância cultural deste projeto se dá por meio do diálogo e a influência que a arte do grafite tem sobre esses jovens, propondo diversas reflexões sobre a realidade em que vivem, o que se entende por cidade, qual a função que assumimos diante dela e ajudar a combater depredações e pichações em espaços públicos. Tem como meta reduzir os índices de vandalismo e a violência, elevando estas comunidades à adotar o seu espaço, onde as pessoas respeitam e são respeitadas, praticando, assim, a cidadania. É importante frisar que o projeto Grafitarte - Arte Urbana no Grafite foca, tanto no aspecto artístico como no aspecto social, do momento em que para a sua exposição serão produzidas obras através de encontros locais com os jovens artistas. Com isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Também alcança os seguintes objetivos, de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Esta exposição não há necessidades de direitos autorais pois as intervenções criadas serão produzidas exclusivamente para este projeto.
Fornecimento de: Latas de tinta spray, apostilas, cartolinas, papel estilo kraft em bobina, canetas estilo Pilot, etc.
Em conformidade com o Art. 4o da Lei 13146 o projeto garantirá o direito à igualdade de oportunidades das pessoas com deficiência que queiram participar das atividades propostas junto com as demais pessoas sem nenhuma espécie de discriminação. Acessibilidade Física: O projeto realizará um Circuito artístico à céu aberto nas comunidades contempladas com a participação dos moradores. Será realizada em parceria com escolas da rede pública municipal, associações de moradores e/ou espaços socioculturais das comunidades atendidas com o intuito de convidar a comunidade a ter acesso às atividades realizadas pelo projeto. Os locais escolhidos para a realização das intervenções e das oficinas serão de fácil acesso e adequados para receber pessoas portadoras de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto se compromete a formalizar uma parceria com o Instituto Benjamin Constant do Rio de Janeiro, para realizar uma audiodescrição das apostilas e a escrita em braile dos materiais gráficos produzidos pelo projeto. As despesas para essa demanda, serão utilizadas da rubrica: Impressão em Braile, da Planilha Orçamentária, no item 11.
Não haverá comercialização de ingressos. Todas as atividades do projeto serão totalmente gratuitas. Serão atendidas as obrigatoriedades previstas em relação à democratização de acesso no art. 24 da IN 01/2022 estipuladas nos seguintes incisos: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
A proponente será responsável pela Produção executiva do projeto, sendo assim, responsável pela gestão do projeto. Produtora Executiva - Cristina Figueiredo Gradou-se em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-Rio e em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso/FACHA-RJ sendo ainda pós-graduada pela COPPEAD/UFRJ em MBA E-business. De 2006 a 2008 assumiu a diretoria executiva da ASSMAM – Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna/MAM-RJ sendo responsável pela captação de recursos para o funcionamento da Associação e para os projetos do Museu de Arte Moderna. De 2000 a 2005 assumiu o cargo de Diretora Executiva da SABIN - Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional cujas funções eram: administração geral da instituição, coordenação de projetos e captação de recursos através das leis de incentivo à cultura. Desde 2008 a frente da empresa CMA de Figueiredo realizou projetos nas áreas de literatura e artes visuais tais como: Em 2012 - 2016 lançamento do projeto “Livros nas Praças” com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro, da empresa LAMSA, Banco BTG Pactual, Estácio, Lojas Americanas projeto este que consistiu na circulação de um ônibus adaptado como uma biblioteca volante e um acervo de 2000 mil livros para empréstimo gratuito em dez comunidades carentes do Rio de Janeiro. Em 2016 realizou a produção executiva da inauguração da Biblioteca do Amanhã, em parceria com o departamento de Livro e Leitura da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Em 2014 Realização dos projetos Grafitarte em Juiz de Fora e Livros nas Praças patrocinado pelas leis Rouanet e Lei de Incentivo Municipal à Cultura – ISS/RJ. Em 2013 Lançamento do livro “Fortes” e das cartilhas culturais – projeto Quadrinhos Culturais pela lei Rouanet. Em 2012 realização da exposição SucArte, com patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro através do edital Pró-artes Visuais 2012, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, durante dois meses. Em 2011 lançamento do projeto “Grafitarte”, com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro e da empresa LAMSA que ofereceu 6 meses de oficina de grafite, gratuitamente, a 90 alunos moradores do Complexo da Maré. O resultado destas oficinas foi a execução da Exposição Grafitarte no Museu da Maré, durante três meses. Em 2010 edição do projeto “Cartilha Ambiental”, com patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da empresa PSA Peugeot, que distribuiu gratuitamente cem mil cartilhas entre os alunos das escolas públicas. Coordenação Geral - Claudia Macedo Formada em análise de sistema PUC/RJ, possui 22 anos de experiência nas áreas de tecnologia, gestão de projetos, modelagem de processos, logística e reformas, além de experiência em administração de projetos culturais, sociais e ambientais: enquadramento, acompanhamento e prestação de contas de projetos culturais através das Leis de incentivo à cultura. Atuou desde 1989 em Instituições Financeiras como: Banco Bozano, Simonsen, Banco Santander e Banco Meridional. Trabalhou no Banco BANIF até dezembro de 2012 onde ocupou o cargo de Superintendente Operacional sendo responsável pelas áreas de TI, Operacional e Processos. Em 2012 fundou a empresa CV Macedo (Cultivar Gestão de Projetos) que tem como foco de atuação a área de gestão e operacionalização de projetos. Artistas Grafiteiros: Smael Começou a grafitar em 1999, nas ruas do Rio de Janeiro. Com o aprofundamento em seu trabalho, o artista desenvolveu estilo e conceito próprios. Em 2003 já se destacava no espaço da cidade e sua participação no circuito cultural e artístico abriu novos desafios à sua linguagem o que instigou experiências em novos suportes além dos muros e dos equipamentos urbanos. Sua intenção com o graffiti sempre foi inovadora, transgressora; explorou novas possibilidades de linguagem, estabelecendo no seu trabalho uma identidade própria que o diferenciava dos demais, num ambiente que, ao seu olhar, parecia estagnado. Seu trabalho revela uma grande vitalidade gráfica e um intenso cromatismo. As linhas negras estruturam toda a composição e dialogam com contrastes de cor: cor e linha constroem também novos planos visuais, produto da extraordinária dinâmica de formas criada pelo artista e que provoca o nosso olhar a seguir o ritmo de suas provocações. Antônio Bokel Formou-se em design gráfico pela Univercidade, em 2004. Realizou a sua primeira exposição individual em 2003, na Ken’s Art Gallery, em Florença, Itália, onde residiu e fez cursos de fotografia e história da arte. No Rio de Janeiro, teve aulas de modelo vivo com Bandeira de Mello e fez cursos de pintura com João Magalhães, e de arte, com Luiz Ernesto, ambas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Ao longo das duas últimas décadas, tem apresentado seu trabalho no Brasil e no exterior, em galerias e em intervenções urbanas, fazendo a ponte entre a arte de rua e a arte contemporânea. Seu trabalho já foi publicado nas revistas brasileiras Zupi, Vizoo e Santa, e na espanhola Rojo. Ele também se encontra nas maiores coleções brasileiras, como as de Gilberto Chateubriand e da BGA Investimentos, além de ter alguns trabalhos no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). ACME Morador do morro Pavão Pavãozinho, parte cartão postal de Copacabana, na zona sul carioca, o grafiteiro Acme é referência no movimento cultural de rua. Seu talento o levou da pichação e da malandragem às galerias de arte. Viajou diversos países na América do Sul, Europa e EUA, mas nunca modificou o conteúdo social dos seus desenhos. É o olhar da favela que ele busca mostrar em seus trabalhos. Rafa Mon Rafa Monteiro é mineira de Monte Sião, capital Nacional do tricô. Aos 16 anos deixou sua terra natal para estudar moda em São Paulo e há 12 anos mudou-se para o Rio. Seu interesse por arte e moda apareceu muito cedo. Por isso, ama trabalhar com o que faz. “Aprendi muita coisa fuçando e já me virei como figurinista, produtora de moda, designer gráfico e estilista”. Em março de 2014 iniciou esse trabalho autoral de ilustrações e pinturas em diversas superfícies. Está sempre se reinventando e hoje pinta quadros, garrafas, bolsas, desenvolve estampas e se aventura pelos muros das cidades.
PROJETO ARQUIVADO.