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O projeto pretende (produto principal) produzir grandes painéis de arte visuais (arte urbana) criados por artistas refugiados e convidados. Os painéis serão realizados em corredores de grande circulação de pessoas de capitais brasileiras. Espera-se impactar diretamente com as obras produzidas milhares de pessoas em cada cidade.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL: Realizar ações de artes visuais (arte urbana) protagonizadas por artistas refugiados e convidados que, em simultâneo, contribuam para renovação da paisagem urbana, para a inclusão cultural, social e econômica desses artistas e, indiretamente, para a conscientização e ação de empresas, governos e sociedade sobre as condições enfrentadas pela expressiva população refugiada de diversos países atualmente residente no Brasil, bem como quanto às potencialidades de sua integração como agentes produtivos importantes para o desenvolvimento de nosso país. Assim, considerando o artigo Art. 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023, o projeto atende a pelo menos as seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto principal: Selecionar e envolver 10 artistas visuais para produção de 5 (cinco) grandes painéis de arte urbana em corredores de grande circulação de pessoas de 5 (cinco) capitais brasileiras. As cidades contempladas são Belém-PA, Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, Salvador-BA e São Paulo-SP. Espera-se impactar diretamente com as obras produzidas, milhares de pessoas em cada cidade (pelo menos 400.000 pessoas). Assim, em resumo, temos os seguintes indicadores mensuráveis quanto ao produto principal: 10 artistas contemplados: O alcance da quantidade de artistas contemplados será mensurado pela apresentação, na prestação de contas, dos seguintes documentos comprobatórios: - Matérias na imprensa (tradicional, digital e/ou outros meios) veiculadas publicamente (isto é, com fé pública) indicando os artistas contemplados; e/ou - Registro videográfico e/ou fotográfico dos artistas atuando junto ao projeto; - Peças de divulgação do projeto veiculadas publicadamente, citando o nome dos artistas envolvidos na quantidade aqui pactuada; - Apresentação de comprovantes de pagamento dos cachês dos artistas envolvidos (na quantidade e nos valores previstos na planilha orçamentária do projeto) e de suas respectivas notas fiscais. 5 grandes painéis de arte urbana em 5 capitais brasileiras O alcance da quantidade de painéis será mensurado pela apresentação, na prestação de contas, dos seguintes documentos comprobatórios: - Matérias na imprensa (tradicional, digital e/ou outros meios) veiculadas publicamente (isto é, com fé pública) atestando a produção dos painéis na quantidade e nas cidades previstas; e/ou - Registro videográfico e/ou fotográfico das obras produzidas nas quantidades e cidades previstas. 400 mil pessoas contempladas O alcance da quantidade de público será mensurado pela apresentação, na prestação de contas, dos seguintes documentos comprobatórios: - De estimativas de público de órgãos competentes (como a Polícia Militar e órgãos de trânsito de cada cidade), contendo estimativas de circulação de pessoas diárias nos locais dos painéis previstos. - Observação: a quantidade público contemplado certamente será bem maior, pois os painéis ficarão nas cidades por muito tempo. O número informado é, portanto, uma estimativa modestíssima e certamente será superado ainda durante o prazo de execução do projeto.
Estima-se que mais de 300 mil pessoas já tenham procurado refúgio no Brasil e que hoje mais de 65 mil pessoas vivam no país nessa condição, sobretudo nas grandes cidades. São pessoas que fugiram de guerras, perseguições políticas e da fome. Há mais de cinco anos a ONG Estou Refugiado e a Planisfério trabalham com refugiados, ajudando-os a sobreviver, a crescer e a ser felizes. Desse relacionamento surgiu a conquista da confiança dos refugiados que vivem no Brasil, pois eles sabem que podem contar conosco. Dentre as iniciativas que desenvolvemos nesses anos, o projeto Cores do Mundo ganhou grande destaque, repercutindo nos principais veículos da imprensa nacional e também junto ao grande público. Nesse ambicioso projeto, tapumes, muros e paredes provisórias estão sendo transformados em obras de arte por grupos de artistas refugiados identificados pela Estou Refugiado e Planisfério, recheando de cor, alegria e esperança os espaços cinzentos das construções civis das nossas cidades. Lançado em março de 2021, o Projeto Cores do Mundo está conseguindo atingir seus objetivos: renovação urbana, efervescência cultural, desenvolvimento econômico e principalmente dar aos refugiados um espaço de exposição de seus trabalhos em verdadeiras vitrines urbanas. Além disso, o projeto tem o propósito de oferecer oportunidade de trabalho e geração de renda para profissionais muito prejudicados pela pandemia. Em relação à renovação urbana, o resultado é óbvio com novas cores e formas sendo introduzidas na paisagem urbana brasileira. Quanto à efervescência cultural, a diversidade e a inclusão estimulada pelo Cores do Mundo está inspirando novos comportamentos, novas soluções arquitetônicas e artísticas. E falando da dimensão econômica, o Projeto reforça o poder da diversidade e da inclusão como elementos de estímulo à produtividade. O modelo de funcionamento do projeto é simples e efetivo: empresários, construtores, arquitetos, empreiteiros e urbanistas contratam um projeto do Cores do Mundo que realiza a curadoria do projeto e trabalha em conjuntos com diferentes artistas imigrantes e refugiados, criando nos tapumes e paredes obras temáticas que trazem as cores de seu país de origem. E já temos alguns exemplos disso. Em maio, a Dengo Chocolataria fez uma parceria com o Projeto Cores do Mundo para colorir os muros da fábrica da empresa. O autor da obra foi o artista plástico congolês Lavi Israël, 28 anos, que está no Brasil desde 2015. O resultado do trabalho pode ser avaliado pelas palavras de Emile, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Dengo: "o corredor estava muito triste, a arte deu vida ao espaço e parece que todos os dias vamos descobrindo novos detalhes da pintura". Além de oferecer inspirações para o crescimento individual dos funcionários e estimular a diversidade e a inclusão, o mural produzido para a Dengo pelo Cores do Mundo renovou estética e afetivamente os ambientes. A partir de exemplos como este, sentimos a necessidade de ampliar o projeto para que ele possa se fazer presente em diferentes cidades do país e em mais espaços públicos, ampliando assim a sua presença e seus impactos. Assim, por meio da presente proposta, o projeto Cores do Mundo conseguir ampliar o seu trabalho e levar a arte e a alegria dos refugiados a mais cidades do Brasil, algo que não seria possível sem o valioso e essencial apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. ENQUADRAMENTO DO PROJETO EM RELAÇÃO AO ARTIGOS 1º DA LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA: O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ENQUADRAMENTO DO PROJETO EM RELAÇÃO AO ARTIGOS 3º DA LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA: O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
DOCUMENTOS DA PROPOSTA: Anexamos à proposta, documentos adicionais, a saber: No campo "Informações Adicionais", enviamos uma apresentação do projeto. No campo "Proposta Museográfica da Exposição", apresentamos o projeto Expográfico da Exposição proposta. Como dissemos, por se tratar de painéis em edificações urbanas (muralismo), não é possível apresentar uma proposta "Proposta Museográfica da Exposição" nos formatos tradicionais. Contamos com a compreensão do Ministério nesse sentido. No campo "Carta ao proponente" (por ausência outros campos para tanto), apresentamos (em PDF único): - Termo de Compromisso firmado pelo proponente, assumindo que irá adotar as medidas sanitárias vigentes, conforme portaria SECULT/Mtur n.44/2021. - Termo de Compromisso firmado pelo proponente, assumindo que irá apresentar, oportunamente, todas as autorizações, licenciamentos e alvarás que se fizerem necessários junto ao poder público local em cada cidade contemplada. Como destacamos no texto do projeto, os painéis serão realizados prioritariamente em prédios com gestão privada, mas, caso haja necessidade alguma autorização pública, essa será obtida e enviada ao MINC. - Termo de Compromisso firmado pelo proponente, assumindo que não irá adquirir bens permanentes com os recursos do projeto. Por fim, declaramos também, por meio do presente, que: - O projeto cultural é uma produção independente, pois a empresa proponente não acumula a função de expositor e comercializador dos produtos ou obras de arte ou peça; - O projeto cultural é uma produção independente, pois a empresa proponente não detêm a posse ou propriedade dos espaços das exposições ou eventos. ---------------- Apresentamos abaixo as pessoas beneficiárias das passagens áreas (5 pessoas, conforme seção "Deslocamentos" da proposta): 1- Luciana Maltchik Garcia Capobianco — Diretora Geral e Curadoria (Ver ficha técnica) 2- Eliane Souza — Coordenação de Produção (Ver ficha técnica) 3- Ana Rossi - Assistente de Direção (Ver ficha técnica) 4- Um videografista que acompanhará todas as atividades do projeto e gerará conteúdos on-line. O videografista será selecionado oportunamente. 5- Um conteudista (social media) que acompanhará todas as atividades do projeto e gerará conteúdos on-line em dupla com o videografista. Será selecionado oportunamente.
1) Como o projeto realizará painéis de arte urbana/grafite, não se aplica a apresentação de proposta museográfica nos moldes tradicionais. No entanto, apresentamos anexo um documento que permite o melhor entendimento da proposta. 2) A seleção dos artistas será realizada por meio de curadoria (ampla e tecnicamente reconhecida em sua área) ainda a ser contratada (isto é, após a captação), razão pela qual não é possível, nesse momento, apresentar os artistas contemplados. Não obstante, pode-se dizer que linha curatorial terá como critérios: (i) excelência artística; (ii) a condição do artista como refugiado ou migrante; (iii) o histórico de atuação do artista no Brasil e/ou em seu país de origem como artista visual e sua experiência na produção de painéis/grandes obras de arte urbana; (iv) a diversidade de países contemplados (espera-se contemplar artistas do maior número de nacionalidades possível); (v) selecionar, prioritariamente, artistas refugiados das cidades contempladas pelo projeto. 3) A seleção dos espaços em que serão realizados os painéis será realizada oportunamente, mediante prospecção, visitas técnicas, parcerias e negociações em cada cidade. Naturalmente, pelos custos envolvidos, a atividade só pode ser realizada após a captação de recursos. Não obstante, destaca-se que os espaços deverão ser de grandes proporções e com ampla visibilidade para o público (pedestres, motoristas, ciclistas), deverão estar localizados em corredores de grande circulação de pessoas e serão, prioritariamente, espaços geridos por privados. No entanto, caso seja necessária alguma autorização de órgãos públicos competentes ou qualquer tipo de licenciamento, comprometemo-nos a apresentar tais autorizações assim que os locais estiverem definidos, conforme declaração/termo de compromisso anexo. Ainda sobre esse aspecto, convém destacar que, embora priorizemos a realização dos painéis em espaços privados, indicamos no Plano de Distribuição que o produto é realizado em "espaço público". Isso se deve ao fato de que, mesmo sendo pintados em espaços privados (muros, tapumes, empenas, etc.), o acesso das pessoas às obras é público, isto é, se dá simplesmente ao percorrer a via pública em que a obra foi produzida. 4) Informamos que o projeto não irá adquirir bens de caráter permanente, conforme declaração/termo de compromisso anexo. 5) O projeto adotará medidas sanitárias de acordo com a Portaria SECULT/MTur n. 44 de 05/11/2021, conforme declaração/termo de compromisso anexo.
PRODUTO PRINCIPAL: PRODUÇÃO DOS PAINÉIS DE ARTES VISUAIS/GRAFITE ACESSIBILIDADE FÍSICA / ASPECTOS ARQUITETÔNICOS: Os painéis serão pintados em locais públicos de grande circulação, corredores viários das grandes cidades contempladas, avenidas que já possuam as condições de acessibilidade física para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Item na planilha orçamentária: - Não se aplica. Sem custo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - As peças de divulgação do projeto nas redes sociais e site do projeto contarão com conteúdos das imagens transcritos e a hashtag #pracegover ou #paratodesverem. Com essa medida, esses públicos poderão fruir dos painéis que serão fartamente reproduzidos em imagens e postagens nas redes do projeto e em seu site. - O projeto contará com um profissional audiovisual que acompanhará (produtor de conteúdo) os artistas na produção dos painéis. Ele produzirá pílulas de 5 minutos para as redes sociais, registros de cada painel, de seu processo de produção à finalização. Para que os deficientes visuais tenham acesso a esse conteúdo, será realizada a audiodescrição do conteúdo. Item na planilha orçamentária: - Descrição das peças de comunicação em redes sociais e uso de hashtag #pracegover. Sem custo. - Audiodescrição (para pílulas em video). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Por se tratar de um projeto que produz obras de caráter visual (painéis de arte urbana/grafite), os deficientes auditivos poderão apreciar as obras criadas pelos artistas nas ruas. No entanto, para que possam fruir das pílulas em video, estes contarão com legendagem. - Adotaremos também no site do projeto um aplicativo/plugin que realiza a transcrição de seus conteúdos para a linguagem de sinais (LIBRAS). Item na planilha orçamentária: - Legendagem (para vídeos nas redes sociais) - O aplicativo/plug in para o site não foi lançado na planilha, pois muitos deles (como Handtalk, Vlibras, Unilibras, dentre outros) são gratuitos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS Os painéis serão pintados em locais públicos de grande circulação, corredores viários das grandes cidades contempladas e, nesse sentido, são acessíveis a todos os públicos. Ademais, por se tratar de um projeto que produz obras de caráter visual (painéis de arte urbana/grafite), trata-se de arte/linguagem que pode ser fruída por todos. Item na planilha orçamentária: - Não se aplica. Sem custo.
1. Todas as ações previstas pelo projeto são de caráter gratuito. 2. Como medida complementar de ampliação do acesso, o projeto propõe, conforme art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Atividades que serão realizadas pelo proponente: A empresa proponente, dirigida por Luciana Maltchik Garcia Capobianco, irá realizar a Direção Geral do Projeto e compartilhará com outros profissionais contratados toda a curadoria. Ademais, as atividades de gestão do projeto e comunicação também serão diretamente coordenadas pelo proponente. Luciana Maltchik Garcia Capobianco - Diretora Geral e Curadoria Resumo das qualificações Luciana Maltchik Capobianco é publicitária e trabalhou por 25 anos na área de comunicação, migrando posteriormente para a área de comunicação digital. Trabalhou ao longo de sua carreira em importantes empresas digitais e agências de publicidade, entre elas a JWT Thompson, onde foi responsável pela criação e implementação das unidades de negócios digitais no Brasil. Em 2002, fundou a sua agência de comunicação digital, com escritórios em Brasília e São Paulo, atendendo grandes clientes como Banco do Brasil, Apex Brasil, Sodexo, Sanofi, entre outros. Em 2015 criou um movimento social com objetivo de promover e estimular a criação e divulgação de valores e ideias voltados à compreensão do problema dos refugiados no Brasil, combatendo o preconceito e a xenofobia. Em 2019 fundou o Instituto Estou Refugiado, cuja missão é inserir refugiados e imigrantes no mercado de trabalho e disseminar valores para combater o preconceito e intolerância a partir de projetos criativos e diferenciados. Em 2018, criou a Planisfério Causas, empresa social com objetivo de criar projetos de impacto entre eles a social tech Somamos, de empregabilidade de grupos que sofrem discriminação e preconceito. Ao longo de sua carreira recebeu diversos prêmios e menções como o Selo Municipal de Diversidade e Direitos Humanos em São Paulo e recentemente, o prêmio Faz Diferença (do jornal "O Globo), na categoria Mundo. Rosely Nakagawa — Curadoria Resumo das qualificações Rosely Nakagawa nasceu em 1954 em São Paulo Capital. Graduou-se pela FAUUSP Faculdade de Arquitetura em 1977 em Arquitetura, Em 1979 especializou-se em Museologia, pela Universidade de São Paulo. - Foi coordenadora do laboratório de desenho da Pinacoteca do Estado de São Paulo de 1979 a 1981,a convite da diretora Aracy Amaral. - No mesmo ano criou a primeira galeria de Fotografia em São Paulo, a Galeria FOTOPTICA com Thomaz Farkas, onde trabalhou até 1987. - Em 1988 criou a galeria CITIBANK, na avenida Paulista 1000, para a inauguração da nova sede, coordenando as Exposições até 1992. - Fez parte do Núcleo Amigos da Fotografia, criado em 1990, participando até o ano de 1998. - Coordenou a Casa da Fotografia FUJI desde 1996, a convite de Stefania Bril, criando o programa de formação e educação em fotografia. - Inaugurou em 1997 o espaço expositivo do SESC Pompéia, o espaço criado para exposições interativas, ocupado até então pela arquiteta Lina Bo Bardi. - Passou a realizar diversas mostras na Instituição especialmente em São Paulo, onde realizou em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Bilioteca Mindlin, Videobrazil entre outras Instituições. - Foi curadora das galerias Fnac Brasil de 2004 a 2010, organizando exposições nas principais capitais brasileiras. - Em 2017 coordenou as mostras de Fernando Lemos em Portugal, no Museu de Design MUDE, Galeria 111 e galeria Ratton em Lisboa, organizando e catalogando seu acervo, hoje pertencente ao Instituto Moreira Salles. - Desde 2018 está como consultora da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará para coordenação da Rede do Sistema Integrado de Museus, atuando como consultora e curadora dos eventos de inauguração dos equipamentos recém-construídos na cidade: Museu da Imagem e do Som e Estação Pinacoteca, no programa que inclui o Centro Cultural do Cariri em Juazeiro do Norte a serem inaugurados em dezembro de 2021. Em julho deste ano, realiza a coletiva de fotografia brasileira por ocasião das Olimpíadas 2021, a ser realizada no Sagamihara Citizen's Gallery_ Toquio. Lavi Israel Kasongo - Curadoria Resumo das qualificações Natural da República Democrática do Congo. Frequentou a Académie de Beux-Arts de Kinshasa, capital do país e um dos centros urbanos e artísticos mais importantes da África Central. Refugiado devido à brutal guerra civil que assola o seu país, vive no Brasil desde 2015. Participou de exposições na Maison de France, no Congo, além da galeria Olido e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, dentre outros locais. Fez parte do projeto "Latitudes" do Sesc Vila Maria e atualmente integra o grupo de artistas refugiados do projeto "Cores do Mundo", lançado pela ONG Estou Refugiado, que promove a linguagem artística em espaços urbanos subutilizados. Sua coleção inclui paisagens, retratos e obras abstratas em óleo e acrílico com inspiração na África, nas ruas de Kinshasa em suas novas experiências no Brasil. Em seus trabalhos, o artista plástico trabalha com cores fortes, como o amarelo e vermelho, que trazem vida, tanto para ele como para os que observam suas obras. “As cores são as armas que eu uso contra a guerra”, afirma. Eliane Souza - Coordenação de Produção Resumo das qualificações - Fez Comunicação Social na Universidade Anhembi Morumbi e sua carreira profissional, por mais de 30 anos, foi voltada para a área administrativa de empresas como: - Planisfério Causas, Plano Digital, Portal Feminino Itodas, Símbolo Editora e Editora Abril. - Atuou na Comunidade da Paz Mundial no serviço voluntário de distribuição de alimentos, arrecadação de agasalhos, cobertores e cestas básicas para instituições e moradores de rua por alguns anos. - Em 2015 iniciou sua trajetória voluntária no Movimento Estou Refugiado com o objetivo de promover, estimular, desenvolver e implementar ações concretas que garantam melhores condições de vida às pessoas com status de refugiados, como a busca de oportunidades de emprego e de criação de novos negócios. - Desde 2019, faz parte do quadro de fundadores associados do Instituto Estou Refugiado, onde atua como diretora administrativa da ONG, que faz conexões e emprega centenas de refugiados no Brasil. Anna Rossi - Assistente de Direção FORMAÇÃO ACADÊMICA 2023 – Curso de Extensão – Migrações e suas intersecções, pela Universidade de São Paulo (USP) 2021 – Curso de Extensão - Elaboração e Gestão de Projetos Sociais, pela Instituição Pontifícia Universidade Católica de SP 2016 - Mestrado em Sociologia (Master 2) – Especialidade: Observação e Análise Sociológica de Mudanças Sociais e Ações Coletivas - Concluído em 06/2016, pela Univ. Paul Valéry III - (França) 2014 - Mestrado em Sociologia (Master 1) – Especialidade: Gênero, Politica e Sexualidade - Concluído em 06/2014, pela Instituição EHESS (École des Hautes Études en Sciences Sociales) – (França) 2011 - Graduação em Administração – Opção: Gestão Internacional de Negócios e Marketing - Concluída em 06/2011 Escola Superior de Propaganda e Marketing – (SP). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 2022 até agora – Instituto Estou Refugiado (São Paulo) – Coordenadora de Projetos 2021 – Instituto Adus (São Paulo) - Projeto de Capacitação e Geração de Renda (reinserção de refugiados no mercado de trabalho) 2018 – 2019– Associação Maison de la Jeune Fille Jane Pannier (Marseille, França) - Responsável pelo acompanhamento social e administrativo de mulheres migrantes vítimas de violência 2016 – 2017 – Casa Yandara – Contra turno (São Paulo, Brasil) - Coordenadora de projeto e suporte administrativo (planejamento, execução e acompanhamento de projetos) 2015 – 2016 – Associação Planning Familial (Montpellier, França) - Coordenadora de projeto sobre empoderamento e saúde de mulheres migrantes em área desfavorecida 2010-2011 – Digital 21 Produções Artísticas Ltda (São Paulo, Brasil) - Assistente de Atendimento (Atividades burocráticas e financeiras, apresentações à clientes) 2009 – Revista Cult (São Paulo, Brasil) - Estágio no departamento de Marketing (Programação, divulgação e acompanhamento de cursos)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.