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PRONAC 236519Apresentou prestação de contasMecenato

Onde está a ordem? - Coleção IPAC - Sérgio Carvalho

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 353,5 mil
Aprovado
R$ 352,1 mil
Captado
R$ 350,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00001180000126CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS1900-01-01R$ 350,0 mil

Eficiência de captação

99.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-11-01
Término

Resumo

A exposição intitulada "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa"apresenta um recorte inédito na Coleção Sérgio Carvalho, enfocando a produção de artistas 40 artistas e 3 coletivos (de diferentes gêneros, raças, origens e orientações sexuais) residentes ou formados em Goiás, Mato Grosso do Sul e principalmente no Distrito Federal, exibindo um conjunto de 100 obras. A mostra tem curadoria de Marilia Panitz.

Sinopse

EXPOSIÇÃO "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" A exposição intitulada "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" apresenta um recorte inédito na Coleção Sérgio Carvalho, enfocando a produção de artistas 40 artistas e 3 coletivos (de diferentes gêneros, raças, origens e orientações sexuais) residentes ou formados em Goiás, Mato Grosso do Sul e principalmente no Distrito Federal, exibindo um conjunto de 100 obras. A mostra tem curadoria de Marilia Panitz

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" na cidade do Rio de Janeiro, com a curadoria de Marilia Panitz e apresentando 100 obras de 40 artistas. A mostra tem entrada franca. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra das obras adquiridas em museus parceiros do projeto (90 dias em cartaz); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir catálogo digital relacionado ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

A exposição intitulada "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" apresenta um recorte inédito na Coleção Sérgio Carvalho, enfocando a produção de artistas 40 artistas e 3 coletivos (de diferentes gêneros, raças, origens e orientações sexuais) residentes ou formados em Goiás, Mato Grosso do Sul e principalmente no Distrito Federal, exibindo um conjunto de 100 obras. O cerrado constitui a vegetação do Brasil profundo, do centro desse país continental . Sendo o bioma mais ameaçado de extinção, é também, simbolicamente, sinônimo de resistência às intempéries de todos os tipos. A sensação de uma aspereza da paisagem, aliada a uma suposta configuração semidesértica (típica da savana, em todo mundo), quase vazia do humano, se mantém por muitos séculos após a chegada do colonizador. Suposta. Aqui floresceram civilização e cultura ignoradas pelos desbravadores do centro, até mesmo nos anos 1950, com o projeto da nova capital e da marcha para o oeste. Brasília surge como um enorme avião que pousa sobre o nada, pois ignora a vida ancestral da qual ela supõe apossar-se, de olho no futuro, uma capital futurista. As modernas capitais dos estados abarcados pelo bioma vão tendo que se haver com a potência da ancestralidade em seus entornos. Isto é fato. Cada vez mais, os habitantes desses centros e em especial aqueles cujo a matéria prima do trabalho é a poética, lançam mão da natureza e da cultura ao redor, um redescobrimento que deixa sua marca na produção artística e na ação política de declarar suas especificidades em relação a outras regiões. E é claro, suas semelhanças. A proposta desta mostra é estudar, dentro da Coleção Sergio Carvalho, os indícios de tal hipótese. Sérgio é um colecionador de arte contemporânea brasileira, com um acervo que contempla todas as regiões do Brasil. Mas, talvez por viver em Brasília, tenha um documento dos mais interessantes da produção artística _ do final do século passado e das duas primeiras décadas deste em que vivemos _ , no centro do país. O que nos propomos a fazer é levantar certas conversas-embates entre obras que configurem este universo que o centro excêntrico (em relação ao mapa cultural brasileiro) produz como discurso visual e estético. Tal produção é determinada por este horizonte em linha reta, que acolhe as edificações e a transformação de seu ambiente de forma muito particular. Como estabelecimento de certo mapeamento, além dos estados pertencentes ao centro-oeste geopolítico, ou seja, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, são incorporadas algumas regiões fronteiriças de Minas Gerais e da Bahia, no sentido de demonstrar que a proximidade das terras e das culturas influenciam o modo de pensar e a produção de seus habitantes. Por outro lado, lançamos a hipótese da influência exercida pelo cerrado naqueles que aqui viveram por um tempo significativo, ou se formaram em meio a sua vegetação áspera ou aqueles que depois de viverem em outras regiões, escolheram o planalto central e suas adjacências como o seu lugar. A exposição "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" tem como objetivo trazer à tona a riqueza e diversidade das produções artísticas de artistas brasileiros contemporâneos que vivem na região do Cerrado. Este bioma, muitas vezes ofuscado na cultura e na arte nacional, é fonte de uma multiplicidade de expressões criativas que merecem destaque e apreciação. A exposição é essencial para valorizar a arte produzida nesta região e promover o diálogo sobre questões ambientais, culturais e sociais que a influenciam. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa- foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 10 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto Onde está a ordem? realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Catálogo digital: · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

01. A exposição A exposição intitulada "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" apresenta um recorte inédito na Coleção Sérgio Carvalho, enfocando a produção de artistas 40 artistas e 3 coletivos (de diferentes gêneros, raças, origens e orientações sexuais) residentes ou formados em Goiás, Mato Grosso do Sul e principalmente no Distrito Federal, exibindo um conjunto de 100 obras. A mostra tem curadoria de Divino Sobral e texto crítico de Marilia Panitz. A mostra ficará em cartaz por 90 dias, terá classificação indicativa LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS E ENTRADA FRANCA. Dividida em 05 eixos prevendo a ocupação das galerias do 1ª andar do CCJF: Sala1. Na linha contínua da paisagem, o que permanece. A ideia de paisagem é percorrida por suas diferentes abordagens. Pode ser uma operação de recorte do elemento que a define, a pedra, em uma experiência de não assentamento, ou de pouso na superfície geométrica de cor - quase um inventário–, ou o relato do cotidiano, ação banal tornada poética. Pode figurar a visão do passageiro que percorre a distância da mata ao cerrado e à cidade futurista, em imagens em movimento que são quase abstrações ou a composição de horizontes oníricos, cujas personagens se perdem na imensidão ao redor. Ou pode mergulhar nos elementos que à compõem, experiência física de diluição no lugar ou decodificá-la através da tela, quase inexistente, como alusão à distopia. Gisele Camargo Marcos Siqueira Pedro Gandra Dirceu Maués Coletivo Tutaméia Fernanda Azou Sala 2. Entre traçados, anotações e costuras. O traço aqui se impõe como desenho, não importando em que linguagem as obras são concebidas. O traço anota o pensamento, anota o lugar, deriva nas possibilidades da figuração, ganha o espaço tridimensional para se inscrever. E na criação dos trabalhos, apresenta certas questões, ou narrativas. É na justaposição, nos recobrimentos e nas emendas que o sentido se apresente para o olhador. Como se a linguagem fosse tomando para si todos os vestígios dos olhares, dos objetos, dos movimentos... Reaproveitamentos do mundo. O que já foi, continua presente nas transformações das coisas? Athos Bulcão Elder Rocha Milton Marques Virgílio Neto Luiz Mauro Evandro Prado Helô Sanvoy Raquel Nava Rava, Miguel Ferreira Sala 3. Chão de terra, céu azul, chão de concreto. Camadas de tempo vão se sobrepondo. O novo inventa uma história fictícia para estabelecer sua hipótese, aposta em um futuro como abandono do passado. Mas a raiz se impõe. Entre a construções, cresce a vegetação que retoma sutilmente o seu espaço. O cerrado dormita a cada ano, parece morrer, mas retorna à primeira chuva. A cultura se modifica e segue aprendendo com a inovação para seguir viva. Sob o imenso céu azul do centro do Brasil – sempre o mesmo – a história se faz inscrita na paisagem. O concreto se desenha sobre o chão mais antigo do país. E passamos a fazer a arqueologia das coisas, com os olhos entre duas direções. Adriana Vignoli Pedro David Ludimila Alves Matias Mesquita Luciana Paiva Karina Dias Alice Lara David Almeida Isadora Almeida Pedro Ivo Verçosa Marcelo Solá João Angelini Florival Oliveira Irmãos Guimarães e Ismael Monticelli Wagner Barja Sala 4. Das reminiscências do agora. Há algo que atravessa as terras antigas. Uma disposição de ver o invisível. Às vezes por fé, outras por atualização da memória através de suas imagens e objetos... às vezes por medo. Há ainda aquilo que se forja pela metaforização da vida comum, um certo mergulho no fantástico, E há a conjugação das palavras com as figuras. No encontro entre ancestralidade e projeção do futuro, o imaginário se manifesta. Toda imagem transcende sua função rotineira, tudo se desloca no universo das coisas. Farnese de Andrade Valeria Pena Costa Andrea Campos de Sá e Walter Menon Antônio Obá Derik Sorato Léo Tavares Sala 5. O comum extraordinário: subversões. E a vida comum pode ser extraordinária . É só olhá-la por um viés diferente. Ou descrevê-la de uma forma que torne a experiência única, muitas vezes improvável, outras insuportável. Afinal, a naturalização do que ocorre com a sociedade provoca a banalidade. É preciso visão poética e visão política. É preciso subverter a ordem que não pareça ter sentido. E muitas vezes, é necessário inventar a realidade para poder produzir a mudança. As imagens aqui presentes são figurativas, muitas delas realistas. Os eventos reconhecíveis, mas...a partir daí tudo é deslocamento, tudo é estranhamento. Como deve ser. Fabio Baroli Camila Soato Pamella Anderson Coletivo Três Pê Bento Ben Leite Grupo Empreza 02. Palestra com críticos e pesquisadores convidados Serão realizados 03 encontros para discutir o projeto e seus desdobramentos onde críticos e pesquisadores convidados apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre o projeto e seus desdobramentos na arte brasileira (50 vagas por encontro - total de vagas 150 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto à Secretarias de Educação do RJ.

Acessibilidade

1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAL I - QR Codes com Conteúdos Explicativos: Serão utilizados QR codes ao lado das obras para que os visitantes possam acessar vídeos, áudios ou descrições simplificadas em seus dispositivos móveis. II - Cores e Sinalização Adaptadas: Serão utilizadas cores claras e uma sinalização intuitiva para ajudar as pessoas a se localizarem com facilidade dentro da exposição. III - Vídeos de Apresentação da Exposição: Será criado vídeo curto que introduzirá a exposição antes da visita, para que os visitantes possam ter uma ideia geral do que irão encontrar e se familiarizem com os temas e o ambiente.

Democratização do acesso

O projeto "Horizonte Cerrado - Viver no Centro do Mapa" - realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. MARILIA PANITZ – CURADORA Vive e trabalha em Brasília -DF Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-04-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro