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PRONAC 236559Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TUDO QUE VOCÊ PODIA SER - um canto contra a intolerância

LEONARDO AMARAL DE SOUZA 14016292700
Solicitado
R$ 216,7 mil
Aprovado
R$ 216,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto se refere à realização de apresentações do show musical TUDO QUE VOCÊ PODIA SER. Como contrapartidas sociais, o projeto também realizará palestras e oficinas de música gratuitas para alunos de escolas públicas.

Sinopse

O produto cultural principal do projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER é o show musical apresentado em 4 sessões. Entretanto, também estamos considerando como produtos as palestras e oficinas de música que foram incluídas no projeto como contrapartidas sociais. Show musical: Estão previstos 4 shows musicais. A classificação etária dos shows é livre. O grupo musical Toque de Linha terá 9 integrantes no palco, que são: Léo Amaral (voz e pandeiro), Alcides Sodré (voz), Michele Agra (voz), Pedro Menezes (piano e vocal de apoio), Leandro Cardoso (violão de 7 cordas e vocal de apoio), Jéssica Marinho (flauta), Rafael Ramos (violão de 6 cordas), Adriano Fernandes (cavaquinho e bandolim) e Heverton Rodrigues (percussão geral). O show também contará com as participações da cantora convidada Leila Maria e do pianista e arranjador convidado Cristóvão Bastos. O cenário será virtual, através de vídeo projetado em telão. Os arranjos originais serão criados por Cristóvão Bastos, Pedro Menezes, Rafael Ramos e Adriano Fernandes. Um figurino temático também será criado especialmente para o projeto. O repertório do show segue abaixo, na ordem em que será executado no show: 1 - Tudo Que Você Podia Ser (Lô Borges e Márcio Borges); 2 - Haiti (Gilberto Gil e Caetano Veloso); 3 - Pot-Pourri: Brejo da Cruz (Chico Buarque) / Deus Lhe Pague (Chico Buarque); 4 - Brasis (Seu Jorge, Jovi Joviniano e Gabriel Moura); 5 - Brasil (Cazuza, George Israel e Nilo Romero); 6 - Classe Média (Max Gonzaga); 7 - Problema Social (Fernandinho e Guará); 8 - Comida (Arnaldo Antunes, Sérgio Britto e Marcelo Frommer); 9 - Corta Jaca (Chiquinha Gonzaga); 10 - Lamentos (Pixinguinha); 11 - A Carne (Seu Jorge, Marcelo Yuka e Ulisses Cappelletti); 12 - Preconceito (Antônio Maria e Fernando Lobo); 13 - Olhos Coloridos (Macau); 14 - Preconceito (Marino Pinto e Wilson Batista); 15 - 300 Anos (Altay Veloso e Paulo César Feital); 16 - O Mestre Sala dos Mares (João Bosco e Aldir Blanc); 17 - Zé do Caroço (Leci Brandão); 18 - Identidade (Jorge Aragão); 19 - Pot-Pourri: Heróis da Liberdade (Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manoel Ferreira) / 100 Anos de Abolição: Realidade ou Ilusão? (Hélio Turco, Alvinho e Jurandir) / Monstro É Aquele Que Não Sabe Amar - Os Filhos Abandonados da Pátria Que Os Pariu (Di Menor BF, Kiraizinho, Diego Oliveira, Bakaninha Beija Flor, JJ Santos, Júlio Assis e Diogo Rosa); 20 - Novo Tempo (Ivan Lins e Vítor Martins). Este repertório segue uma ordem lógica. A música título do projeto abre o show e anuncia que a vida poderia ser melhor do que é, se não houvesse discriminação, nem desigualdade. Em seguida, apresentamos as músicas que falam da desigualdade social, da aporofobia e da necessidade de resistência a essas mazelas sociais (faixas 2 a 8 do repertório). As faixas 9 e 10 do repertório oferecem um momento instrumental, no meio do show, o qual contextualizamos, ao explicar a discriminação elitista que o maxixe Corta-Jaca sofreu em 1914 e as circunstâncias racistas que motivaram Pixinguinha a compor o choro Lamentos em 1922. Em seguida, apresentamos as músicas que falam de racismo e da necessidade de resistência ao mesmo (faixas 11 a 19 do repertório). Encerramos o show com um canto de esperança num futuro melhor. Palestras - contrapartidas sociais: Estão previstas 4 palestras, em duas escolas públicas diferentes, sendo que, em cada escola, haverá uma palestra para alunos do turno da manhã e outra para alunos do turno da tarde. As palestras serão direcionadas a alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e alunos do ensino médio, de escolas públicas municipais ou estaduais. O palestrante contará a história da nossa música, através de cada um dos gêneros musicais populares, desde a modinha e o lundu-canção, no século XVIII, até os gêneros musicais da segunda metade do século XX, como a bossa nova e a tropicália. Além do papel informativo, as palestras visam apresentar aos alunos esses gêneros musicais populares genuinamente brasileiros. As palestras acontecerão nas próprias escolas públicas, em pátios ou auditórios, em horário escolar. Os horários das palestras serão previamente acordados com as diretorias das respectivas escolas, bem como a liberação dos alunos de suas classes, nesses horários. As palestras serão musicadas. Para cada gênero musical apresentado pelos palestrantes, além de informarem a origem do gênero musical e o contexto histórico de seu surgimento, os palestrantes tocarão uma obra representativa daquele gênero musical, para ilustrarem a informação. A classificação etária das palestras é livre. Repertório das palestras musicadas: Modinha - Beijo A Mão Que Me Condena, de José Maurício Nunes; Lundu-Canção - Isso É Bom, de Xisto Bahia; Valsa - Danúbio Azul, de Johan Strauss (apenas para ilustrar sua influência no surgimento do choro); Choro - Carinhoso, de Pixinguinha; Maxixe - Odeon, de Ernesto Nazareth; Baião - Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; Marchinha de Carnaval - Ô Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga; Samba Amaxixado - Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida; Samba Canção - A Voz do Morro, de Zé Keti; Bossa Nova - Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes; Canção de Protesto - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, de Geraldo Vandré; Tropicália - Alegria, Alegria, de Caetano Veloso; Rock Brasil - Whisky A Go-Go, de Sullivan e Massadas (apenas para mostrar a roupagem que as bandas brasileiras dos anos 80 deram ao rock norte-americano). Oficinas de Música - contrapartidas sociais: Assim como as palestras, as oficinas de música serão conduzidas nas próprias escolas, com alunos indicados pelos próprios professores de artes das respectivas escolas. Deverão ser alunos que já tenham alguma iniciação musical, seja porque começaram a aprender a tocar algum instrumento, ou até mesmo alunos que cantem num coro de igreja. As oficinas trabalharão quatro especialidades: harmonia musical, canto coral, solos instrumentais e percussão. Os horários das oficinas e a liberação dos alunos participantes também serão previamente acordados com as respectivas escolas. Com base em nossa experiência nas edições anteriores, estimamos cerca de 20 alunos em cada oficina de música. Nas oficinas, os alunos terão a oportunidade de experimentarem os gêneros musicais populares brasileiros como praticantes, acompanhados e tutelados pelos professores do projeto, que lhes ensinarão técnicas específicas em cada especialidade. A classificação etária das oficinas de música é livre.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é provocar uma reflexão no público a respeito de três mazelas sociais brasileiras: o racismo, a aporofobia e a desigualdade social. O projeto pretende apresentar as várias faces e consequências desses problemas, bem como indicar a necessidade de contribuirmos para a construção de uma sociedade melhor, seja através de ações de resistência às discriminações, seja através de ações de apoio empático aos discriminados. O que o projeto pretende alcançar? Pretendemos dar a nossa contribuição para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. A solução de um problema passa necessariamente pelo reconhecimento da existência desse problema. Ao provocarmos a reflexão nas pessoas da plateia, estamos contribuindo para que essas pessoas reconheçam a existência do racismo, da aporofobia e da desigualdade social e, partir daí, possam ajustar suas atitudes futuras diante desses problemas. Com o intuito de aumentarmos a abrangência e a eficácia no alcance desse objetivo central, incluímos no projeto, como contrapartidas sociais, palestras e oficinas de música para alunos de escolas públicas, os quais também serão convidados para os shows. A conscientização para a inclusão e a tolerância deve começar desde a mais tenra idade. Além disso, entendemos ser mais fácil provocar a reflexão em jovens do que em adultos, visto que, em média, os jovens têm menos ideias preconcebidas. Entendemos que nossa estratégia para o atingimento dos objetivos do projeto está em consonância com os incisos I, V, VI, XII e XV do artigo 3º do Decreto 11.453 de 2023. Objetivos Específicos: A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 4 apresentações do show TUDO QUE VOCÊ PODIA SER, em 2 dias, sendo 2 sessões por dia, num mesmo mês, com cobrança de ingressos a preços populares e distribuição de gratuidades para alunos de escolas públicas. B) Produto OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL: Realizar 12 oficinas de música gratuitas, para alunos de 2 escolas públicas, em salas de aula, dentro das próprias escolas. - Conteúdo das oficinas: canto coral e instrumentos musicais de harmonia, de solo e de percussão; - Duração e Periodicidade: para cada turma, 3 oficinas quinzenais, ao longo de um mês; - Carga Horária por Turma: 3 oficinas de 2,5 horas, somando 7,5 horas; - Carga Horária Total (somando as 4 turmas): 12 oficinas de 2,5 horas, somando 30 horas. C) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar 4 palestras gratuitas, para alunos de escolas públicas, em auditórios e/ou anfiteatros, dentro das próprias escolas.

Justificativa

O projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER tem seu foco na busca da inclusão e da tolerância com a diversidade e na resistência à discriminação. Trata-se de temas incômodos, mas necessários, os quais só poderiam ser adequadamente tratados com uma minuciosa escolha de repertório, priorizando o conteúdo de cada letra, muito mais do que o apelo popular. Desta forma, seria muito difícil levar adiante um projeto como esse, sem que houvesse um apoio financeiro público ou privado. Sendo a Lei Federal de Incentivo à Cultura o principal instrumento público nacional de fomento da cultura, é natural que esse instrumento seja utilizado para apoiar o projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER. Entendemos que o projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER se enquadra em todos os 7 incisos transcritos abaixo do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também atenderá aos três objetivos transcritos abaixo do Artigo 3º da mesma Lei: II - c) - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (através das apresentações musicais); III - d) - proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais (através da difusão dos gêneros musicais populares brasileiros nas palestras para as novas gerações); IV - a) - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (através das cotas de gratuidades oferecidas aos alunos nas apresentações musicais). Por que realizar o projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER neste momento? Entendemos que o momento atual, em que discursos de ódio a minorias proliferam em todo o planeta, mas também no Brasil, é imprescindível que cada agente cultural assuma posições firmes e inequívocas a respeito. Neste contexto, o grupo Toque de Linha jamais poderia se omitir, não apenas porque tenha negros e pardos entre seus integrantes, ou porque todos os integrantes tenham nascido em famílias de baixa renda, mas principalmente porque sua trajetória cultural sempre se pautou pela música genuinamente brasileira, criada a partir de manifestações culturais justamente do povo mais pobre e mestiço. No plano internacional, o caso recente mais emblemático é o do racismo sofrido pelo atleta brasileiro Vinícius Junior nos estádios da Espanha. Ouço pessoas aqui no Brasil criticando o racismo explícito dos espanhóis. De fato, o racismo explícito não é tão comum no Brasil, desde que Getúlio o combateu severamente nos anos 40. Por outro lado, não podemos nos deixar enganar: o racismo dissimulado e estrutural está presente em nossa sociedade e precisamos aprender a enxergá-lo e combatê-lo. Temos evidências todos os dias, nos jornais, da discriminação que sofrem negros, pardos e pobres. Eles recebem tratamento diferente até por parte da mídia. Quando um menino branco de classe média morre assassinado, como foram os casos recentes de João Hélio e Henri Borel, a mídia cobre o assunto por meses, até que os autores sejam condenados. Quando uma criança pobre morre na favela, também vítima de assassinato, o assunto dura no máximo dois dias na mídia e os autores nunca são condenados. Nosso projeto pretende tocar nas feridas e mostrar esse racismo estrutural, quase invisível para alguns, mas muito pernicioso para as vítimas. Nosso projeto também pretende mostrar que o problema da desigualdade social não é puramente econômico. Há, também aqui, uma discriminação social contra pobres, que é a aporofobia. Subproduto do culturalismo vendido pelos Estados Unidos após a segunda grande guerra, a aporofobia parte do sentimento preconceituoso de que os pobres têm inferioridade cultural, simplesmente porque não tiveram a oportunidade de estudarem nas melhores escolas. Os aporofóbicos acham que o sucesso da classe média se deve à meritocracia. Eles tiveram infâncias dedicadas ao estudo e ao lazer, enquanto seus pais lhes financiavam as melhores escolas. O menino pobre, ao contrário, cursou o ensino fundamental em escola pública, enquanto brincava com o carrinho de mão do pai pedreiro, e largou a escola aos 14 anos para trabalhar de ajudante de pedreiro e ajudar nas despesas da casa. Aí, o aporofóbico chama os resultados diferentes de cada um de meritocracia. O objetivo central do projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER é provocar no público uma reflexão sobre esses temas. Para aumentarmos a abrangência e a eficácia no alcance desse objetivo, incluímos no projeto, como contrapartidas sociais, palestras e oficinas de música para alunos de escolas públicas, os quais também serão convidados para os shows. As palestras contarão aos alunos a história dos gêneros musicais brasileiros, quase todos resultantes de manifestações populares do nosso povo mestiço e miscigenado. Foi o mestiço Domingos Caldas Barbosa quem modificou a moda portuguesa, para criar a modinha brasileira, por volta de 1750. Foram negros e pardos que, algumas décadas mais tarde, juntaram a harmonia portuguesa e o ritmo africano, para criarem as rodas de lundu canção, que eram chamadas à época de "música de barbeiro", em referência ao fato de que muitos escravos urbanos trabalhavam como barbeiros. Já no século XIX, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, trazendo seus suntuosos bailes, foram também negros e pardos que, ao ouvirem a música europeia tocada naqueles bailes, tentaram adaptar melodias de valsas e mazurcas aos ritmos binários africanos e, com isso, acabaram por criar o choro. Assim, a história da música brasileira nos oferece vasto material para mostrar aos alunos a força da miscigenação e abrir o caminho para reflexões sobre o racismo e a aporofobia. As palestras também contribuirão para a preservação do nosso patrimônio cultural imaterial, uma vez que apresentaremos aos alunos os gêneros musicais populares brasileiros, desde as primeiras modinhas do século XVIII, até a bossa nova e a tropicália, na segunda metade do século XX. A cada gênero musical popular apresentado, além do contexto histórico que propiciou aquela manifestação cultural popular, o palestrante e os músicos de apoio apresentarão uma música exemplificativa daquele gênero musical. Depois, nas oficinas de música, os alunos terão uma oportunidade de praticarem os gêneros musicais populares brasileiros a que tiverem sido apresentados nas palestras. Ninguém pode gostar daquilo que não conhece. Os jovens precisam ter a oportunidade de conhecer a música genuinamente brasileira, para que possam decidir se gostam ou não. A preservação da nossa própria memória cultural, na área da música, depende disso: de que o interesse dos jovens seja despertado para as manifestações culturais populares dos músicos brasileiros de destaque de séculos passados. Ao fim das palestras e oficinas do projeto, se alguns poucos alunos se interessarem por conhecer melhor algum dos gêneros musicais populares brasileiros, seja como apreciadores ou como praticantes, nossa missão estará cumprida, no que diz respeito à preservação das raízes culturais brasileiras na memória das novas gerações.

Estratégia de execução

Aproveitaremos este espaço para apresentarmos alguns links para vídeos de registro de projetos anteriores postados no Youtube. 100 Anos de Geraldo Pereira O projeto 100 Anos de Geraldo Pereira foi selecionado no edital de ocupação do Espaço Cultural BNDES, em 2018. Foram realizados 3 shows, no mesmo ano, em teatros diferentes: Centro da Música Carioca Artur da Távola (23/02/2018), Memorial Municipal Getúlio Vargas (01/06/2018) e Espaço Cultural BNDES (08/11/2018). Links para vídeos do show no Centro da Música Carioca Artur da Távola: - https://www.youtube.com/watch?v=tC3lzN8YLP4 - Alcides Sodré canta Acertei no Milhar, de Wilson Batista e Geraldo Pereira; - https://www.youtube.com/watch?v=X4zkxvwqE8s - Interpretação instrumental do grupo Toque de Linha para Bolinha de Papel, de Geraldo Pereira, com Adriano Fernandes no bandolim e Jéssica Marinho na flauta. Links para vídeos do show no Espaço Cultural BNDES: - https://www.youtube.com/watch?v=oXir-a-yi8s - Michele Agra e Alcides Sodré cantam, em dueto e em pot-pourri, Escurinho, de Geraldo Pereira, Escurinha, de Geraldo Pereira e Arnaldo Passos, Resignação, de Geraldo Pereira e Arnô Provenzano, e Você Está Sumindo, de Geraldo Pereira e Jorge de Castro; - https://www.youtube.com/watch?v=ED77g68qAzs - Léo Amaral canta, em pot-pourri, Polícia no Morro, de Geraldo Pereira e Arnaldo Passos, e Cabritada Mal Sucedida, de Geraldo Pereira e Jorge Gebara; - https://www.youtube.com/watch?v=IduEwGd9EP4 - Alcides Sodré canta Falsa Baiana, de Geraldo Pereira. O POETA ERA EU: tributo a Zé Keti O projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti foi selecionado no edital Retomada Cultural RJ 2, promovido pela SECEC/RJ, em 2022. Foram realizados 4 shows, no mesmo ano, em teatros diferentes: Centro da Música Carioca Artur da Távola (03/09/2022), Teatro Arthur Azevedo (12/10/2022), Teatro Firjan SESI Caxias (21/10/2022) e Teatro Firjan SESI Jacarepaguá (22/10/2022). A filha do homenageado, Geisa Keti, fez participações especiais em dois desses shows. Links para vídeos do show no Centro da Música Carioca Artur da Távola: - https://www.youtube.com/watch?v=xPnAKlpci2M - Diz Que Fui Por Aí, de Zé Keti e Hortêncio Rocha, com Alcides Sodré na voz; - https://www.youtube.com/watch?v=tUvV68TCrmE - Vestido Tubinho, de Zé Keti, com Léo Amaral na voz e no pandeiro; e - https://www.youtube.com/watch?v=edCMUXkzdFo - Opinião, de Zé Keti, cantada pela convidada especial Geisa Keti, filha do homenageado. Link para vídeo do show no Teatro Arthur Azevedo - https://www.youtube.com/watch?v=aqH9INDr7Hs - Bola Branca, de Zé Keti, em arranjo instrumental, com solos de Jéssica Marinho na flauta, Rafael Ramos no violão e Pedro Menezes no piano. Link para vídeo do show no Teatro Firjan SESI Caxias - https://www.youtube.com/watch?v=DkHRFyHXddw - As Moças do Meu Tempo, de Zé Keti, com Alcides Sodré na voz e Pedro Menezes no piano, em arranjo do próprio Pedro. Links para vídeos do show no Teatro Firjan SESI Jacarepaguá: - https://www.youtube.com/watch?v=I8d4p55LGiQ - Madrugada, de Zé Keti, com Alcides Sodré na voz; - https://www.youtube.com/watch?v=r-0d2OOV_Fo - Coisa Com Coisa, de Zé Keti, com Léo Amaral na voz e no pandeiro; e - https://www.youtube.com/watch?v=aMy6NlT5lDg - Acender as Velas, de Zé Keti, com Michele Agra na voz. Naquele Tempo - 1ª Edição A primeira edição do projeto Naquele Tempo foi realizada em 2015, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Lei 5.553, de 2013. As atividades foram realizadas nos bairros cariocas da Tijuca e de Campo Grande e na cidade de Macaé/RJ. Seguem abaixo alguns links para vídeos de registro dessas atividades. - https://www.youtube.com/watch?v=ahL1pfmB_tw - trecho de uma palestra realizada na Escola Municipal Alzira Araújo, em Campo Grande, Rio de Janeiro, em 20/03/2015; - https://www.youtube.com/watch?v=W46STifyrDA - trechos das oficinas de música realizadas na mesma escola no mesmo ano, entre março e abril de 2015; - https://www.youtube.com/watch?v=0-3Q6aOnRvI - trechos das oficinas de música realizadas com alunos de escolas públicas da Tijuca no Centro da Música Carioca Artur da Távola, em abril de 2015; - https://www.youtube.com/watch?v=TfqiCwx2Rx0 - trecho do show do grupo Toque de Linha, no Teatro SESI Macaé, em 25/09/2015; - https://www.youtube.com/watch?v=h8zdVShjYGU - outro trecho do mesmo show, no Teatro SESI Macaé, em 25/09/2015; - https://www.youtube.com/watch?v=jlKQJfIBBL0 - trecho do show do grupo Toque de Linha, no Centro da Música Carioca Artur da Távola, em 29/04/2015; - https://www.youtube.com/watch?v=_U03ojQEvLA - participação de alunos de violão da Escola Municipal Alzira Araújo no show de 14/05/2015, no Centro da Música Carioca Artur da Távola; - https://www.youtube.com/watch?v=74cXr0L7bhk - participação de alunos de cavaquinho da Escola Municipal Soares Pereira no show de 15/04/2015, no Centro da Música Carioca Artur da Távola; - https://www.youtube.com/watch?v=0R7UxvNeHYw - participação de alunos de cavaquinho, violão, violino, pandeiro e flauta da Escola Municipal Soares Pereira no show de 15/04/2015, no Centro da Música Carioca Artur da Távola; - https://www.youtube.com/watch?v=8kixZ4UZBJw - participação de alunos de canto coral da Escola Estadual Municipalizada Jacyra Tavares Duval no show de 25/09/2015, no Teatro SESI Macaé. Naquele Tempo - 2ª Edição A segunda edição do projeto Naquele Tempo foi realizada entre 2017 e 2018, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Lei 8.313, de 1991, sob o número PRONAC 161833. As atividades foram realizadas em Itaguaí/RJ. Seguem abaixo alguns links para vídeos de registro dessas atividades. - https://www.youtube.com/watch?v=Nu_N1ShVh6U - palestra realizada no CIEP Irmã Dulce, em Chaperó, Itaguaí, RJ, em 28/03/2018; - https://www.youtube.com/watch?v=5U0nGUIuG9I - trechos das oficinas de música realizadas na Escola Municipal Fusao Fukamati, Chaperó, Itaguaí, RJ, em 2017; - https://www.youtube.com/watch?v=HQVlHmvxLwM - trechos das oficinas de música realizadas no CIEP Irmã Dulce, Chaperó, Itaguaí, RJ, em 2018; - https://www.youtube.com/watch?v=leiBgMdsJ4c - trecho de apresentação musical do grupo Toque de Linha, no Teatro Municipal de Itaguaí, em 10/06/2017; - https://www.youtube.com/watch?v=aW2_eQtQNik - trecho de apresentação do grupo Toque de Linha, no Teatro Municipal de Itaguaí, em 27/04/2018; - https://www.youtube.com/watch?v=hj_0YNqFgAE - apresentação do professor Júlio Queiroga em duo com o aluno Natan Felipe, no Teatro Municipal de Itaguaí, em 10/06/2017 (Natan foi aluno da primeira edição, em 2015, quando tinha 14 anos, e fez uma participação especial na segunda edição, para incentivar os alunos iniciantes); - https://www.youtube.com/watch?v=eOvd0zcPKnw - participação de alunos de violão, teclado, flauta e guitarra do CIEP Irmã Dulce num show do projeto Naquele Tempo, no Teatro Municipal de Itaguaí, em 27/04/2018; - https://www.youtube.com/watch?v=GH4XXMkKWWo - participação de alunos de teclado e pandeiro da Escola Municipal Fusao Fukamati num show do projeto Naquele Tempo, no Teatro Municipal de Itaguaí, em 10/06/2017; - https://www.youtube.com/watch?v=DkHRFyHXddw - música de Zé Keti apresentada pelo grupo Toque de Linha no Teatro Firjan SESI Caxias, em 21/10/2022, com arranjo e execução de piano por Pedro Menezes, que havia sido aluno das oficinas e aulas do projeto Naquele Tempo em 2017.

Especificação técnica

Show musical: Local - Teatro Firjan SESI Jacarepaguá Datas e Horários - a serem definidos após a concessão do incentivo Público - aberto ao público em geral (cotas de cortesias no Plano de Distribuição) Duração - 80 minutos por sessão Quantidade - 4 sessões (2 por dia em 2 dias) Sonorização - o Teatro Firjan SESI Jacarepaguá fornecerá e o projeto complementará Cenário - projetado em telão Figurino - temático, criado exclusivamente para o projeto Arranjos - Cristóvão Bastos, Adriano Fernandes, Rafael Ramos e Pedro Menezes Artista - grupo musical Toque de Linha, cujos 9 integrantes são: Léo Amaral (voz e pandeiro), Alcides Sodré (voz), Michele Agra (voz), Pedro Menezes (piano e vocal de apoio), Leandro Cardoso (violão de 7 cordas e vocal de apoio), Jéssica Marinho (flauta), Rafael Ramos (violão de 6 cordas), Adriano Fernandes (cavaquinho e bandolim) e Heverton Rodrigues (percussão geral) Artistas Convidados - cantora Leila Maria e pianista Cristóvão Bastos Expectativa de Público - 210 pessoas em cada sessão (840 nas 4 sessões somadas) Palestras - contrapartidas sociais: Local - auditórios ou pátios, nas escolas públicas selecionadas, em Jacarepaguá Datas e Horários - a serem definidos após a concessão do incentivo Público - alunos de escolas públicas Duração - cerca de 60 minutos cada Quantidade - 4 palestras (2 por dia em 2 dias) Conteúdo programático - história da música popular brasileira Sonorização - fornecida pelo projeto Equipe - 1 palestrante, 4 músicos de apoio e 1 assistente de produção Expectativa de Público - 80 alunos por palestra (320 alunos nas 4 palestras somadas) Projeto pedagógico das palestras: O conteúdo programático é a história da música popular brasileira, desde meados do século XVIII, quando surgiram as primeiras modinhas, até a bossa nova e a tropicália, na segunda metade do século XX. Em ordem cronológica, a palestra apresenta a modinha, o lundu-canção, o choro, o maxixe, o baião, a marchinha de carnaval, o samba, a bossa nova, a canção de protesto e a tropicália. A cada gênero musical apresentado, o palestrante explicará o contexto histórico e cultural que resultou naquela manifestação cultural específica e os músicos de apoio executarão uma obra exemplificativa daquele gênero. Oficinas de Música: Local - auditórios ou salas de aula, nas escolas públicas selecionadas, em Jacarepaguá Datas e Horários - a serem definidos após a concessão do incentivo Público - alunos de escolas públicas com alguma iniciação musical Duração - 150 minutos cada Quantidade - 12 oficinas (2 por dia em 6 dias) Conteúdo programático - canto coral e instrumentos musicais de harmonia, solo e percussão Sonorização - fornecida pelo projeto Equipe - 5 professores de música e 1 assistente de produção Expectativa de Público - 20 alunos por turma de oficinas (80 alunos nas 4 turmas somadas) Projeto pedagógico das oficinas de música: As oficinas trabalharão quatro especialidades: canto coral, instrumentos de harmonia, instrumentos de solo e instrumentos de percussão. Aos alunos que optarem pelo canto coral, serão apresentados e ensaiados alguns arranjos para canto coral. Aos alunos de instrumentos de harmonia (violão, teclado, guitarra, baixo, cavaquinho), serão apresentadas algumas cadências de acordes mais comuns nos gêneros brasileiros, bem como algumas batidas nestes instrumentos. Aos alunos de percussão (pandeiro, tamborim, surdo, tantan, ganzá), serão apresentadas as batidas do choro, do maxixe, do baião e do samba, pelo menos. Aos alunos de instrumentos de solo (flauta, saxofone, clarineta, bandolim), serão apresentadas e exercitadas as escalas diatônicas naturais, que facilitam a elaboração de solos, arpejos e floreios.

Acessibilidade

Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local já possui estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Deficientes visuais são perfeitamente capazes de assistirem a shows musicais, sem a necessidade de medidas adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não é tecnicamente possível apresentar música (melodias e harmonias) a deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistente de produção treinado para auxiliar esse público em todas as sessões. Produto: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para as oficinas de música, o público alvo é constituído pelos alunos das escolas públicas contempladas no projeto. O acesso físico desses alunos está garantido, uma vez que tais atividades ocorrerão nas dependências das próprias escolas, em salas de aula, em horário escolar, conforme acordo prévio com os diretores das respectivas escolas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Professores treinados para auxiliar esse público em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não é tecnicamente possível ensinar música a deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Professores treinados para auxiliar esse público em todas as oficinas. Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para as palestras, o público alvo é constituído pelos alunos das escolas públicas contempladas no projeto. O acesso físico desses alunos está garantido, uma vez que tais atividades ocorrerão nas dependências das próprias escolas (auditórios e/ou anfiteatros), em horário escolar, conforme acordo prévio com os diretores das respectivas escolas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Deficientes visuais são perfeitamente capazes de assistirem a palestras, sem a necessidade de medidas adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não é tecnicamente possível apresentar música a deficientes auditivos. Nossas palestras são musicadas, de modo que, de qualquer forma, os deficientes auditivos eventualmente presentes perderão mais de 50% do conteúdo, a despeito de quaisquer medidas atenuantes. Ainda assim, propomos, como medida atenuante, a distribuição de livretos com o conteúdo não musical das palestras a alunos com deficiência auditiva. A produção dos livretos está prevista na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Professores treinados para auxiliar esse público em todas as palestras.

Democratização do acesso

O projeto TUDO QUE VOCÊ PODIA SER tem como produto principal quatro (4) shows musicais com cobrança de ingressos e oferece, como contrapartidas sociais, quatro (4) palestras musicadas e doze (12) oficinas de música, todas gratuitas, a alunos de escolas públicas. Das medidas sugeridas no artigo 28 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023, o projeto vai atender aos seguintes incisos, abaixo transcritos: - Inciso I: “doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)” - 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para alunos das escolas públicas contempladas no projeto; - Inciso II: “ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27” - a meia entrada estará disponível para 100% das pessoas elegíveis; - Inciso IV: “disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal” - serão disponibilizados registros em vídeo dos shows musicais e das palestras; - Inciso VI: “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas” - serão realizadas, paralelamente aos shows, como já mencionado, palestras e oficinas de música gratuitas; - Inciso VII: “realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil” - as palestras e oficinas de música mencionadas no item anterior serão direcionadas ao público infanto-juvenil. Para os shows do projeto, estão previstas as seguintes distribuições gratuitas de ingressos: - 10% para os eventuais patrocinadores, conforme limite previsto no inciso I do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023; - 20% para alunos das escolas públicas contempladas no projeto, atendendo simultaneamente ao inciso II do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023 e ao inciso I do artigo 28 da mesma Instrução; - 5% para ações de divulgação, o que nem chega ao limite previsto no inciso III do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023. Por outro lado, nenhum ingresso será vendido por valor superior a 3% do salário mínimo vigente na data do show. Com isso, estaremos atendendo também, com bastante folga, ao disposto no inciso IV do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023. Entendemos que as palestras atendem também com folga ao artigo 30 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023, visto que o quantitativo de público previsto para essas atividades chega a cerca de 25% do total, no plano de distribuição. O público alvo das palestras e das oficinas de música é composto de alunos de escolas públicas. Estas atividades serão realizadas nas próprias escolas, de modo que não serão atividades abertas ao público externo. Para essas atividades, não haverá cobrança de ingresso. Considerando nossa experiência anterior, esperamos atender a cerca de 80 alunos em cada palestra, somando 320 alunos nas 4 palestras. Também esperamos atender a cerca de 20 alunos em cada turma de oficinas de música, somando 80 alunos nas 4 turmas. Com base em nossa experiência em projetos anteriores similares a este, estimamos ocupar 70% dos assentos, em cada show musical, já incluídas nesse montante as gratuidades para os alunos, para o patrocinador e para as ações de divulgação. Sendo assim, esperamos atingir um público total de 840 pessoas na soma dos 4 shows musicais.

Ficha técnica

LEONARDO AMARAL DE SOUZA - Proponente - Gestor do Processo Decisório, Cantor e Músico Formação: aulas de pandeiro com Jorginho do Pandeiro e de canto com Júlio Queiroga. Experiência: produtor, cantor e percussionista no projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022) e na live Toque de Linha Ao Vivo (2021); produtor do espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); percussionista e assistente de produção no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018), que realizou shows, palestras e oficinas de música; cantor e percussionista no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); cantor e percussionista do grupo Toque de Linha, desde 2008, com shows no Rio Scenarium e no Hotel Copacabana Palace, entre outras casas. ALCIDES SODRÉ PEÇANHA FILHO - Cantor e Professor de Canto Formação musical: música e canto na Escola de Música Vila Lobos; aulas de canto com Arlete Candian, Jonas Travassos e Cris Delano, entre outros. Trabalhos recentes: cantor no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); cantor e apresentador nas lives da série 80 Homenagens Áureas (2020 a 2022); produtor e cantor nas lives da série Áureos Tempos (2020); ator e cantor no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); ator, cantor e produtor no espetáculo musical Noite Ilustrada, Perfil de Um Sambista (2015); cantor do grupo Toque de Linha desde 2010, com o qual se apresentou no Rio Scenarium e no Hotel Copacabana Palace, entre outras casas. MICHELE ANTUNES AGRA SODRÉ - Cantora Formação: Escola Estadual de Teatro Martins Pena (Atriz 1999); UFRJ (Bacharel em Dança 2003); Escola de Música Vila Lobos (Canto 1999). Trabalhos recentes: cantora no projeto O Poeta Era Eu (2022), nas lives da série Áureos Tempos (2020) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); cantora e apresentadora nas lives da série 80 Homenagens Áureas (2020 a 2022); idealizadora, atriz e cantora no espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); atriz, cantora e diretora de cena no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); atriz e cantora no espetáculo musical Noite Ilustrada, Perfil de Um Sambista (2015). LEILA MARIA COSTA PINTO - Cantora Convidada Contratada da Biscoito Fino, Leila Maria tem 6 discos lançados e já se apresentou em casas como Mistura Fina e Modern Sound, no Rio, e Bourbon Street e Tom Jazz, em São Paulo. Discos: Ubuntu (2022), dedicado à obra de Djavan; Tempo (2018), incluindo músicas autorais; Leila Maria canta Billie Holiday in Rio (2015), Melhor Álbum em Língua Estrangeira no Prêmio da Música Brasileira; Canções do Amor de Iguais (2007); Off-Key (2004), cuja faixa Dindi foi incluída na trilha sonora da novela Páginas da Vida, da Globo; e Da Cabeça aos Pés (1997). Atividades recentes: shows de divulgação do CD Ubuntu no Teatro Rival, no Clube Manouche e no Teatro Ipanema, entre outros (2022 e 2023); show de lançamento do CD Ubuntu na Casa Natura Musical, em São Paulo (2022); vice-campeã da 1ª edição do reality show The Voice+, da TV Globo (2021). CRISTÓVÃO DA SILVA BASTOS FILHO - Arranjador e Pianista Convidado Pianista e arranjador para discos e shows de Nana Caymmi, Edu Lobo, Elza Soares, Emílio Santiago, Gal Costa, Martinho da Vila, Paulinho da Viola e Chico Buarque, entre outros. Discos premiados: - Cristovão Bastos e Rogério Caetano (2020) - Prêmio Profissionais da Música e indicação ao Latin Grammy; - Bons Encontros (1992) - Prêmio Sharp de compositor, arranjador, instrumentista e disco instrumental. Composições de destaque: - Suave Veneno, com Aldir Blanc, tema de novela da Globo; - Resposta ao Tempo, com Aldir Blanc, tema de série da Globo e Prêmio Sharp (1999); - Tua Cantiga, com Chico Buarque, Prêmio da Música Brasileira (2018). Alguns outros prêmios: - Prêmio Ernesto Nazareth do festival Rio Choro (2021); - Prêmio da Música Brasileira (Arranjador - 2011). JORGE SABA PISCITELLI - Produtor Executivo e Palestrante Formação musical: estudo das obras do jornalista José Ramos Tinhorão (2017); aulas de teoria musical com Rafael Ramos (2015). Experiência: arranjador, gestor financeiro e diretor musical no projeto O POETA ERA EU (2022); diretor musical da live Toque de Linha Ao Vivo (2021); arranjador e diretor musical do espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); produtor executivo, palestrante e professor de música no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); produtor executivo e diretor musical do show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); produtor musical do grupo Toque de Linha, desde a sua criação, em 2001. ADRIANO CARLOS FERNANDES VIEIRA - Músico, Arranjador e Professor de Música Formação: Licenciatura em Música na UFRJ; aulas de música na Escola de Música da AMC. Trabalhos recentes: instrutor de música no projeto Toque E Se Toque, do CAP/UFRJ, desde 2015; professor de Musicalização Infantil na Creche Escola Bambalalão, desde 2016; músico nos shows de Lucas de Moraes, desde 2019; músico no projeto O Poeta Era Eu (2022) e na live Toque de Linha Ao Vivo (2021); professor de música, músico e arranjador no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); músico e arranjador no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); músico do grupo Toque de Linha, desde 2011. PEDRO RAMOS MENEZES - Músico, Arranjador e Professor de Música Formação: cursando o 6º período de Licenciatura em Música na Uni-Rio. Experiência: professor de teclado desde 2019; pianista do grupo Toque de Linha desde 2021; pianista na live Toque de Linha Ao Vivo (2021) e em 3 recitais da Uni-Rio (2022 e 2023); arranjador e pianista no projeto O POETA ERA EU (2022) e no espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); instrutor assistente nas oficinas de música da última edição do projeto cultural Naquele Tempo (2018). RAFAEL RODRIGUES RAMOS - Músico e Arranjador Formação: Licenciatura em Música, na UNICBE; Escola Portátil de Música, na Urca; cursos e aulas diversas de violão e harmonia. Trabalhos recentes: violonista no projeto O POETA ERA EU (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018), para o qual também criou arranjos; violonista do grupo Toque de Linha desde 2009; arranjador de grupos de samba e pagode e do cantor Diennes; professor de música na Escola de Música Chiquinha Gonzaga (2005 a 2017). JÉSSICA MARINHO SILVA - Flautista e Professora de Música Formação: Licenciatura em Música e Mestrado em Processos Criativos, na Uni-Rio; aulas de flauta e percepção musical na FAETEC e na Escola de Música Chiquinha Gonzaga. Trabalhos recentes: professora na Escola de Música e Cidadania da Agência do Bem, no projeto Geração de Sons, do IBME, no Programa Integração Pela Música e no Coro Juvenil da Rocinha; flautista do grupo Toque de Linha no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), nas duas edições do projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); professora particular de flauta desde 2009. LEANDRO SOUSA CARDOSO - Músico Formação: aulas de violão de 7 cordas com Lúcio Rodrigues e Patrick Angello, de teclado com Waninho Amaral, de canto e violão na Escola Dó-Ré-Mi e de teclado, violão e harmonia musical na Escola Musiart. Trabalhos recentes: violonista de 7 cordas nos shows do projeto O Poeta Era Eu (2022), no show É Mais Um Samba Que Eu Faço (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); músico do grupo Toque de Linha, desde 2002. HEVERTON RAMOS RODRIGUES - Músico Formação: aulas de cavaquinho e canto na Escola de Música Chiquinha Gonzaga e de cavaquinho, percussão e harmonia na Escola Musiart. Trabalhos recentes: percussionista no projeto O POETA ERA EU (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), no musical infantil Balaio de Ideias (2021), no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); músico do grupo Toque de Linha desde 2002.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.