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O 1º Encontro das Violas Brasileiraspropõe divulgar as diversas violas produzidas no Brasil, além de evidenciar as comunidades onde esses instrumentos são construídos, através de apresentações musicais, oficinas, seminários e exposições.
Documentário O Documentário tem como objetivo registrar, como as diversas violas produzidas no Brasil, que servem de meio de resistência cultural para a preservação da identidade de suas comunidades, de suas vidas e de suas culturas, cada vez mais ameaçadas pelo processo de urbanização. Além de protagonizar as comunidades tradicionais que lutam para sobreviver e tentar impedir que suas tradições sejam destruídas. Assim, o documentário de longa-metragem registrará por meio de depoimentos de tocadores, tocadoras e integrantes de comunidades, imagens, sons e muita música, captados em diversas partes do país, no intuito de gerar um conteúdo que estimule a reflexão sobre o papel das violas como instrumentos de luta e de resistência cultural no mundo contemporâneo. Classificação: Livre Mostra de Cinema: Violas, Violeiros e Violeiras A mostra de cinema “Viola na Tela”, tem como objetivo celebrar as diversas formas de expressão em torno das violas brasileiras, e pôr em evidência visões de mundo e performances musicais dos personagens que compõem este universo: violeiras, violeiros, luthiers, grupos culturais, pesquisadores, etc. A partir de documentários recentes sobre viola, a mostra traz um panorama histórico e atualizado do instrumento e suas derivações. Lista de filmes já definidos: Série Viola Perpétua, Viola Encantada – Intergerações da Viola Paulista Viola Caipira – documentário Viola Peregrina – a viola do Vale do Ribeira Classificação: Livre Seminários: - Agricultura Familiar e Resistência Cultural O seminário busca salientar a importância dessas comunidades na defesa e resistência cultural, o papel dos violeiros e violeiras na continuação da tradição. Classificação: Livre - VOZES: Mulheres da cadeia produtiva da viola: musicistas, produtoras, entre outros. Dar vozes às mulheres e encontrar, no lugar de fala de cada participante da cadeia produtiva da viola, ações para organização e ampliação do setor. Classificação: Livre - AVVB: A cultura das violas como instrumento de expressão da identidade. A ação tem como intuito central organizar os participantes dessa cadeia produtiva em uma organização não governamental que além de representar esse setor, possa incentivar, criar e buscar políticas públicas que sejam voltadas para as violas brasileiras. Classificação: Livre Oficinas -Oficina Luthieria - Construindo uma Viola: A proposta é levar ao conhecimento dos participantes os aspectos técnicos e culturais das construções das violas de todos os modelos e referenciar os músicos locais, violeiros ou não, o conhecimento básico sobre os instrumentos. Sendo uma delas a Viola de Bambu, ministrada por Edilson Santos, um jovem Luthier de Pardinho-SP, que apresentará, além da peculiaridade na matéria prima empregada, sua sonoridade e beleza estética que tem chamado a atenção dos especialistas. - Oficina Quadrinhos - Desenhando a Canção: Na oficina Desenhando a Canção, as músicas escolhidas serão tema para exercícios de desenho e arte sequencial, nos quais os participantes criam narrativas visuais inspiradas nas letras das músicas. Seu objetivo é capacitar os participantes a criarem narrativas visuais a partir de um texto, apropriando-se da linguagem sequencial para traduzir o conteúdo escrito em desenhos esquemáticos.A oficina introduz aos participantes formas de linguagem inerentes a toda produção multimídia, familiarizando-os de maneira sugestiva aos conceitos de narrativa, tempo, ambiência, enquadramento, plano, sequência, storyboard, etc. Partindo de princípios familiares a todos, o processo criativo aproxima com abordagens rudimentares, métodos elementares para o ingresso e formação de senso crítico em relação a toda produçãomultimídia em ascendência na sociedade atual. O trunfo da oficina é demonstrar a relação estrutural entre som e sequências de imagem como bases acessíveis para a criação de qualquer plataforma de comunicação audiovisual, através de elementos culturais com os quais o participante se identifique emocionalmente. Exposições: -Exposição de HQ; A Exposição Viola Encarnada é um estudo das narrativas presentes nas letras de canções do repertório de música caipira, como fonte para produção em linguagem sequencial. Seu roteiro acompanha um viola avermelhada que percorre os sertões nas mãos de um violeiro e de um vaqueiro, testemunhando a história da música caipira dedes suas origens rurais até chegar à cidade grande no final do século 20. Classificação: Livre -Exposição de luthier Propõe a instalação de uma Mostra Fotográfica intitulada “Formas e Tons”. Nesta exposição encontramos o ofício do luthier, violeiro e fotógrafo Luciano Queiroz. Esta série de autorretratos ilustra o cotidiano da produção artesanal dos instrumentos de cordas, destacando algumas técnicas de fabricação e as estruturas pré-montadas, utilizando uma técnica de luz forte e marcada em contraste com a suavidade e delicadeza do trabalho de um luthier. Classificação indicativa: a partir de 14 anos -Exposição de Violas. Exposição de violas antigas e atuais para reconhecimento dos modelos de violas e instrumentos de luties reconhecidos no país. A curadoria da exposição será de Volmi Batista, que vai integrar as violas das 06 regiões participantes do evento. Classificação indicativa: a partir de 14 anos
Objetivo Geral: O 1º Encontro das Violas Brasileiras tem como objetivo principal abrir espaço para o protagonismo das comunidades formadas por trabalhadoras e trabalhadores que mantêm, através dos tempos, as tradições populares, seus festejos com suas danças e cantorias.Valorizar a cultura popular brasileira, através das demonstrações artísticas da viola e seus arranjos. O evento é uma forma de celebrar, difundir e valorizar a cultura popular e o folclore brasileiro em seu local de origem, proporcionando a manutenção e a continuidade dessas práticas artísticas. A realização deste projeto valorizando as regiões do Brasil, sendo: São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Mato Grosso, proporciona a troca entre artistas, inspira os mais jovens, promove o sentimento de pertencimento, fortalece a economia local e a cadeia criativa, impulsiona o turismo e o empreendedorismo cultural local. Desta forma, a relevância do projeto está em destacar a cultura das violas brasileiras como manifestação espontânea de uma população rural, ligada à produção, ao trabalho, à religião, ao lazer, enfim a toda forma de sociabilidade predominante no mundo do caipira cujo estilo de vida seria impossível sem a música e a dança, uma cultura popular de origem interiorana. Existe o valor educacional, social e da própria tradição, proporcionado pelas rodas de conversa sobre a origem da dança, das músicas, e das influências dos povos, mostrando aos praticantes a importância da preservação dessa manifestação para o próprio reconhecimento pessoal.O projeto além da preservação da memória como elemento fundamental na formação da identidade cultural individual e coletiva. Objetiva também ampliar o protagonismo, valorizar e apoiar a expansão dessa cultura. Objetivo específico: -Realizar apresentações musicais de Orquestras, grupos e duplas de música caipira e que ressaltem a cultura violeira e apresentações de violeiros e violeiras de cada tipo de viola, e suas linguagens em 10 rodas de viola, durante 5 dias de evento, com 1h de duração cada e total de público de ; -Registrar por meio de um Documentário, como as diversas violas produzidas no Brasil podem servir de meio de resistência cultural para a preservação da identidade de suas comunidades - com aproximadamente 40 minutos de duração e total de público de 400 espectadores; -Realizar uma Festa Popular com Feira Gastronômica e de Artesanato regionais, com as comunidades participantes e apresentações de grupos de comunidades regionais, abrangendo: São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Mato Grosso, com suas violas, violeiros e violeiras, cantorias e danças; durante os cinco dias de evento e total de público de 20.000 pessoas; -Realizar uma Mostra de Cinema: Violas, Violeiros e Violeiras, com 8 longas-metragens e total de público de 400 espectadores; -Realizar exposição de lutheria e total de público de 500 pessoas; -Realizar exposição de HQe total de público de 500 pessoas; -Realizar uma Exposição de Violas e total de público de 500 pessoas; -Realizar três Seminários com duração de aproximadamente 2h30 cada e público total de 500 pessoas; Agricultura Familiar e Resistência Cultural; VOZES: Mulheres na Cadeia produtiva da viola: musicistas, produtoras, entre outros; AVVB: A cultura das violas como instrumento de expressão da identidade; -Realizar 4 oficinas de desenho e criação de histórias em quadrinhos - Desenhando a Canção, com 2h de duraçãocada, com 20 vagas; -Realizar 5 oficinas de luthieria com 2h de duração cada, com 10 vagas cada, total de 50 vagas.
O Evento prevê reunir durante os cincos dias de duração, os mais diversos componentes da cultura violeira brasileira, tocadores/as, compositores/as, cantores/as, dançarinos/as, fabricantes, estudiosos/as, pesquisadores/as, cozinheiros/as, caipiras, sertanejos/as, caboclos/as, caiçaras, amantes, curiosos/as, trabalhadores e trabalhadoras que de alguma forma fazem parte da resistência cultural dessas comunidades, celebrando as diversas manifestações regionais através da viola. O Projeto coloca como protagonista o trabalhador e a trabalhadora, que entre a difícil lida na roça ou nos rios das lavadeiras e dos pescadores, na confecção de artesanato com o extrativismo do capim dourado, do coco ou da caixeta, ainda encontram um motivo para celebrar e comemorar cada data importante, com suas manifestações, rituais e liturgias, passadas de pais para filhos/as, um conhecimento ancestral talhado na labuta, mas também na arte, na cantoria e na alegria de viver com suas crenças e costumes. A luta pela sobrevivência da identidade de cada lugar se faz presente no dia a dia das comunidades. Aos mais velhos cabe à passagem das receitas culinárias tradicionais aos filhos/as, a transmissão das técnicas de fabricação das ferramentas para confecção das violas, o ensino dos métodos de tocar a viola e suas cantorias, e ainda, a formação ética e moral, geralmente baseados na força, na resiliência, na solidariedade e na honestidade. Ao violeiro, o papel de agregar à comunidade alegria e devoção, onde cada festa é motivo para comemorar a vida. À viola, cabe a função de harmonizar e alegrar esses eventos tão importantes para cada uma das cinco regiões do Brasil, com seus sons e ritmos, faz dançar, cantar, bater palmas e alegrar toda a gente. A união dos representantes de cada manifestação popular, de músicos, instrumentistas, fabricantes epesquisadores em torno dessa família de violas se faz necessário e presente. Buscar e entender as raízes dessa cultura nos faz pensar e repensar nossa identidade enquanto povo, ao mesmo tempo em que busca um "Lugar de Fala" para essa família e essas comunidades, sobretudo nesse momento em que o isolamento da pandemia nos deixou tão carentes de nos ‘arreuní’, trazendo de volta nosso ritmo, nossa alegria e folia. Outros eventos correlatos já foram realizados, porém o diferencial e o ineditismo deste Projeto é a reunião de todos os tipos de violas fabricadas no Brasil, juntamente com suas comunidades, suas comidas e seus artesanatos, transformando-se num "Grande Encontro". Outra originalidade e diferencial é a produção do documentário contando a história dessas violas, e a luta de resistência dessas comunidades para manter viva sua identidade cultural, uma forma de registro histórico com o objetivo de preservar e dar visibilidade à essa tradicional culturaregional brasileira. Grandes passos para a valorização da cultura violeira já foram dados, como a sanção da Lei 14.472/2022, que institui o dia 13 de julho como o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira, uma homenagem ao jornalista e escritor Cornélio Pires, que nasceu em 13 de julho de 1884 e foi um grande estudioso e defensor da cultura caipira. Há, também, um pedido junto ao IPHAN para o reconhecimento da família das violas Brasileiras como parte da expressão do nosso povo e Patrimônio Imaterial, processo iniciado pelo pesquisador João Araújo através da Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, reiniciado pela Secretaria de Cultura de Contagem/MG. Porém, ainda há muito o que se caminhar e esse projeto busca acender lamparinas, luminárias e holofotes sobre a cultura violeira brasileira.
Argumentação do Documentário: É fato que a viola está há muito tempo no cinema. Desde os documentários produzidos por Cornélio Pires na década de 1930 até o filme “Big Jato” de Claudio Assis (2016) já se vai quase um século de diversas aparições do instrumento na tela grande, comumente sendo tocado por algum caipira, sertanejo ou cantador de feira, figuras reais, em registros documentais, ou mesmo nas mãos de personagens de ficção, quase sempre concebidos por meio da expressão caricatural. Ao longo da cinematografia brasileira, produções como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha (1964), “O Homem do Corpo Fechado” (1972) de Shubert Magalhães, “A Marvada Carne” de Andre Klotzel (1985), “O Tapete Vermelho” de Luiz Alberto Pereira e os filmes do comediante Mazzaroppi são exemplos de obras com aparições de violeiros nordestinos, mineiros e paulistas. Assim, realizaremos um documentário de longa-metragem voltado para uma visão decolonial e multicultural sobre as violas brasileiras. Por meio de depoimentos de tocadores e tocadoras e integrantes de comunidades, imagens, sons e muita música, captados em diversas partes do país onde essas violas ocorrem, pretendemos não traçar um panorama geral sobre todas as violas do Brasil, mas sim gerar um conteúdo que estimule à reflexão sobre as possibilidades das violas no nosso mundo contemporâneo, como instrumentos de luta e de resistência cultural.
Apresentações Caipiras da Cuesta - 1º dia Orquestra de viola de Pardinho-SP, com 25 integrantes, que farão apresentação de 1h na abertura do evento. Andre Moraes e César Petená - 1º dia 40min Ivan Vilella - 4º dia 40min Zé Mulato e Cassiano -5º dia 40min Repentistas - 3 duplas por dia, do 2º ao 5º dia 1h/dupla Grupos Regionais Realizarão apresentações durante os 04 dias de evento e participarão nas demais atividades, com rodas de saberes, vivências e oficinas. Comunidade Mumbuca Jalapão com a presença dos violeiros da viola de buriti - 2º dia Fabricantes, músicos e instrumentistas da Viola de Buriti, da Comunidade Quilombola Mumbuca situada na região do Jalapão em Tocantins, além dos trabalhadores e trabalhadoras da cadeia do capim dourado com suas manifestações, cantoria e danças. 15 integrantes 1h Siriri com os violeiros de Viola de Cocho - 3º dia O luthier da Viola de Cocho do Mato Grosso, bem como, um violeiro e um grupo de Siriri e Festa de São Gonçalo. 15 integrantes 1h Fandango caiçara e da Viola Caiçara - 3º dia Membros da Viola de Fandango do litoral Sul de São Paulo, um mestre construtor desse modelo de viola, instrumentista e o grupo de dança. 15 integrantes 1h Catira, cururu, orquestra de violeiros e violeiras - 4º dia Grupo da comunidade e violeiros de Pardinho, interior de São Paulo; com as manifestações de catira, de cururu, orquestra de violeiros e violeiras que representam novas e antigas linguagens de execução da viola. 58 integrantes 1h Dança de Santa Cruz - 4º dia Dança folclórica com mais de 300 anos de tradição da aldeia Jesuítica Carapicuíba. 15 integrantes 1h São Julião - 4º dia Membros da Comunidade de São Julião, com seu grupo de folia dança, da viola do Vale do Jequitinhonha e Mucuri em Minas Gerais. 15 integrantes 1h Comunidade do Recôncavo Baiano - 5º dia Os membros do Samba de Roda e Lundus do Recôncavo Baiano, o luthier que fabrica a Viola Machete, bem como o violeiro que a executa junto com o grupo de músicos e dançarinos dessa manifestação. 15 integrantes 1h Rodas de viola Participação de violeiros de várias regiões com estilos e culturas diferentes que irão compor duplas para apresentação no evento.3 duplas ao dia do 2º ao 4º dia e 1 dupla no 5º dia, totalizando 10 duplas 1 hora por dupla Seminários 10 palestrantes cada 2h30m Classificação Livre -Agricultura Familiar e Resistência Cultural - 3º dia Salientar a importância dessas comunidades na defesa e resistência cultural, o papel dos violeiros e violeiras nacontinuação da tradição. -VOZES: Mulheres da cadeia produtiva da viola: musicistas, produtoras, entre outros - 4º dia Encontrar no lugar de fala de cada participante da cadeia produtiva da viola a ações para organização e ampliação do setor. -AVVB: A cultura das violas como instrumento de expressão da identidade - 5º dia Organizar os participantes dessa cadeia produtiva em uma organização não governamental que alem derepresentar esse setor, possa incentivar, criar e buscar políticas publicas que sejam voltadas para as violas brasileiras. Feira Gastronomica e Artesanato A Feira Gastronômica acontecerá paralelamente ao evento, a partir do segundo dia, sempre a partir das 11 horas. E contará com a participação dos grupos regionas. O público poderá apreciar esta gastronomia que será vendida a preços populares. Mostra de Cinema A mostra de cinema “Viola na Tela”, tem como objetivo celebrar as diversas formas de expressão em torno das violas brasileiras, e pôr em evidência visões de mundo e performances musicais dos personagens que compõem este universo: violeiras, violeiros, luthiers, grupos culturais, pesquisadores, etc. A partir de documentários recentes sobre viola, a mostra traz um panorama histórico e atualizado do instrumento e suas derivações. Serão exibidos 2 longas-metragens por dia, totalizando 8 filmes na programação. Documentário As Violas Brasileiras Documentário sobre as seis comunidades onde as violas brasileiras tem sua origem. Locais de filmagem, contextos e personagens. Viola Caipira Paulista Grupo de Violeiros e de integrantes da Festa de Santa Cruz da Aldeia de Carapicuíba. Grupo da comunidade e violeiros de São Luiz do Paraitinga, de Catira, de Cururu, de Folia de Reis. Viola Caiçara/Litoral Sul-SP e Litoral Norte-PR Membros da Viola de Fandango, um mestre construtor desse modelo de viola, instrumentista e o grupo de dança e cantoria. Viola de Cabaça João Arruda, Caldas-MG; Fabrício Conde, Juiz de Fora-MG; Levi Ramiro, Pirajui-SP; Fabius, DZ São Paulo-SP. Viola Caipira Mineira/Mucuri e Jequitinhonha: Grupo de folia e dança. Pereira da Viola e povo de São Julião/Teofilo Otoni-MG. Viola de Buriti/Tocantins Construtores de violas de buriti. Trabalhadores da cadeia do capim dourado com suas manifestações, cantoria e danças. Railane, presidente da Associação Capim Dourado. Comunidade Quilombola Mumbuca, situada na região do Jalapão-TO. Violas do Nordeste Samba de Roda e Lundus. Lutiê que fabrica a Viola Machete, bem como o violeiro que a executa junto com o grupo de músicos e dançarinos dessa manifestação. Cassio Nobre/Mestre Aurino de Maracangalha - Recôncavo Baiano-BA, dupla de repentistas, tocadores de viola dinâmica nordestina. Sr. Sebastião da Ucra/Antonio Marinho poeta, neto de Lourival Batista – Sertão do Pajeú-PE. Viola de Cocho/Mato Grosso Violeiro e um grupo de Siriri e Festa de São Gonçalo. Sidney Duarte/Mestre Alcides – Campo Grande-MT. Duo Violas Brasileiras. Andre Moraes e César Petená – São Paulo-SP. Oficina HQ Na oficina Desenhando a Canção, as músicas escolhidas serão tema para exercícios de desenho e arte sequencial, nos quais os participantes criam narrativas visuais inspiradas nas letras das músicas. O objetivo da oficina é capacitar os participantes a criarem narrativas visuais a partir de um texto, apropriando-se da linguagem sequencial para traduzir o conteúdo escrito em desenhos esquemáticos. O trunfo da oficina é demonstrar a relação estrutural entre som e sequências de imagem como bases acessíveis para a criação de qualquer plataforma de comunicação audiovisual, através de elementos culturais com os quais o participante se identifique emocionalmente. Classificação 14 anos 20 vagas Oficina Luthieria A proposta é levar ao conhecimento dos participantes os aspectos técnicos e culturais das construções das violas de todos os modelos e referenciar os músicos locais, violeiros ou não, o conhecimento básico sobre os instrumentos. Isso possibilita que o músico no dia a dia possa interpretar os conhecimentos regionais e locais de cada membro das 5 famílias da viola e reconhecer os sinais que o instrumento lhe fornece. Classificação 14 anos 10 vagas/oficina Exposição de HQ A Exposição Viola Encarnada é um estudo das narrativas presentes nas letras de canções do repertório de música caipira, como fonte para produção em linguagem sequencial. Seu roteiro acompanha um viola avermelhada que percorre os sertões nas mãos de um violeiro e de um vaqueiro, testemunhando a história da música caipira dedes suas origens rurais até chegar à cidade grande no final do século 20. Classificação livre Exposição de luthier Propõe a instalação de uma Mostra Fotográfica intitulada “Formas e Tons”. Nesta exposição encontramos o ofício do luthier, violeiro e fotógrafo Luciano Queiroz. Esta série de autorretratos ilustra o cotidiano da produção artesanal dos instrumentos de cordas, destacando algumas técnicas de fabricação e as estruturas pré-montadas, utilizando uma técnica de luz forte e marcada em contraste com a suavidade e delicadeza do trabalho de um luthier. Classificação 15 anos Exposição de Violas Exposição de violas antigas e atuais para reconhecimento dos modelos de violas e instrumentos de luties reconhecidos no país. A curadoria da exposição será de Volmi Batista, que vai integrar as violas das 6 regiões participantes do evento. Classificação Livre
Acessibilidade Física: O local destinado à realização das atividades possui acessibilidade, contará com rampas de acesso e com cadeiras reservadas às pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, bem como banheiros adaptados e acesso para pessoas com deficiência visual. Acessibilidade de conteúdo: Serão contratados intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), para possibilitar a participação de pessoas com deficiência auditiva, que descreve inclusive, as imagens que estão sendo exibidas em tela, de forma que a audição das informações seja suficiente para o entendimento da apresentação. Todos os vídeos produzidos pela organização do evento, contarão com legendas de fácil visualização, com exceção daqueles transmitidos ao vivo. Será orientado a todas as apresentações artísticas e componentes de mesas de debates a audiodescrição para pessoas com deficiência visual, onde, além da apresentação básica como, nome e idade, recomenda-se a descrição dos atributos físicos e etnia (cor da pele, estatura, olhos, cabelos), vestimentas e alguma característica marcante. Impacto ambiental: Em parceria com o Instituto Vis Viva, iremos trabalhar a redução impacto ambiental do projeto, com o objetivo de reduzir as emissões de carbono, adotando medidas como: escolha de hotéis próximos ao evento para economizar recursos e combustível, planejamento logístico, para otimizar os percursos de traslados, emissão do mínimo possível de papel e plástico na divulgação e na execução do projeto, implantação da coleta seletiva no espaço do projeto, com parceria com cooperativa de catadores para recolhimento dos resíduos sólidos, orientação a todos os fornecedores e coordenadores do evento para economia de energia e água contribuindo.Contará também com a aquisição de 1.000 mudas, entre árvores nativas e plantas medicinais e aromáticas, para distribuição gratuitas aos participantes durante o evento.
Visando garantir ampliação do acesso a atividades culturais, o projeto ora proposto, terá entrada gratuita para todos os públicos. Com isso, deveremos garantir a participação de escolas públicas, projetos sociais que tenham atuação com idosos, adolescentes e pessoas com algum tipo de deficiência. Garantindo também, a possibilidade de pessoas vulneráveis e de baixa renda, ter acesso ao evento. O 1o Encontro das Violas Brasileiras será realizado no auditório e dependências do Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília-DF. A escolha do local foi feita pensando na acessibilidade e na facilidade de transporte público e hospedagem da região. Haverá transmissão ao vivo do evento, disponibilizado em plataformas gratuitas e redes sociais.
Julio José junior - Coordenação Geral Desde 1995 atuando no 3o Setor com a Gestão de Organizações Não Governamentais, realização e Coordenação de Projetos, Eventos e Atividades nas àreas Cultural e Ambiental. Fez Ciencias Sociais na PUC-SP, Curso Incompleto, Escola de Politicas Públicas da USP e participou do Programa FORMATOS 500 do SENAC sendo um dos premiados pela participação. Domina ferramentas como Marketing Social, Planejamento Estratégico, Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. Educador e Arte Educador, Violeiro e Produtor Artistico e Cultural. Contribuiu na formação de Cooperativas de Catadores no municipio de São Paulo, Barueri, Carapicuiba, Diadema, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Mauá e Santana de Parnaiba. Gerando mais de 1000 vagas de tabalho e elevando a coleta seletiva em todos os municipios. Captou mais de 6 milhões para essas organizações melhorando suas condições de trabalho e qualidade de vida. É ativista cultural e ambiental, compositor e pesquisador autodidata da cultura popular brasileira. Gilberto Marcelino - Coordenação Financeira Gilberto Marcelino é formado em Administração Pública pala Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP-MG, e Gestão Cultural pelo Instituto Federal do Rio Grande de Sul. Foi Secretário de Turismo no Município de Cotia/SP e Secretário de Educação na Prefeitura de Carapicuíba/SP. Possui larga experiência como agente cultural, em desenvolvimento e organização de projetos e eventos culturais e ambientais, como membro do Instituto Vis Viva de Fomento Cultural, Ambiental e Social. Sérgio Vieira - Diretor artístico Dois últimos trabalhos realizados: FESMURP 2016 (Festival de Música Raiz de Pardinho) – Festival carreirinho de Música Raiz 2016 em Bofete-SP. Principais participações: Prêmio Inezita Barroso (ALESP) e Encontro Nacional de Violeiros de Poxoreu-MT. Principais realizações: FESMURP – Festival Carreirinho – Festival João Caboclo – No Rastro do Ferreirinha (Cavalgada) – Sua Majestade “O Compositor” – Encontro de Cultura Caipira – Formação da Orquestra de Viola Caipiras da Cuesta – Cavalgada do Ferreirinha – Bailes de Tuia – Festival Sertanejo de Itatinga-SP;Exposição da Relíquias de Tião Carreiro, co-idealizador da lei nº 398/2005 que denomina Pardinho como “A Capital da Musica Raiz no estado de São Paulo, criado e sócio da SVCA Produções Culturaiz;Prêmios recebidos e titulos: Comenda “Carro de Boi” oferecido pela Prefeitura Municipal de Poxoréu-MT como preservador da música raiz no estado de São Paulo e Moção Honrosa conferida pela Câmara Municipal de Bofete-SP e “Troféu Carreirinho” conferido pela Prefeitura Municipal de Bofete-SP, Comenda “Reserva Moral da Cultura Caipira” no Festival Nacional de São José do Rio Preto-SP. Gerson Ramos - Diretor artístico Membro da Comissão Paulista de Folclore, Diretor da Câmara Brasileira do Livro e Conselheiro Fiscal do Observatório do Livro e Leitura, mantém em paralelo às suas atividades como executivo do mercado editorial intensa atividade em prol da Cultura Popular. Criador do canal Passaporte Caipira no Youtube e Facebook, com produção de conteúdo audiovisual sobre música caipira e cultura popular; Integrante do Coletivo Sarabaquê que organiza e preserva a Tradicional Festa de Santa Cruz na Aldeia de Carapicuíba-SP; Fundador do grupo para-folclórico Sarabaquê, que interpreta clássicos da música caipira raiz em eventos tradicionais; Produtor da programação artística das Festas de Santa Cruz e Santa Cruzinha de Carapicuíba-SP; Apresentador e produtor do programa Bom Dia, Mas Bom Dia Mesmo, ao vivo pelo Youtube voltado à Cultura Caipira, durante os primeiros meses da pandemia em 2020 Produtor, editor e coapresentador do Programa Circuito Violada Online, voltado à divulgação de música instrumental de viola. Colabodrador voluntário da Casa dos Caipiras Web Radio pra realização de projetos e eventos relacionados À Cultura Raiz. Yuri Garfunkel - Design gráfico Artista visual, músico e educador; Autor dos romances gráficos A Viola Encarnada: modas de viola em quadrinhos, indicado ao prêmio HQMIX 2020 na categoria Melhor Adaptação, e A Outra Anita, sobre a trajetória da pintora Anita Malfatti, lançada em 2022 para o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Criador do Sopa Art Br, estúdio de artes visuais, ilustração e design, com mais de 10 anos de experiência em comunicação visual ligada à cultura. Desenvolve seu trabalho a partir de pesquisas na união de linguagens artísticas, relacionando HQs com arteurbana, música e educação. Com quatro exposições criadas nesse conceito, circulou por galerias como Coletivo, Matilha Cultural e A7MA, parques e estações do Metrô de São Paulo, e expôs na Argentina, Itália e Espanha. Ilustrou diversos projetos de comunicação visual na área cultural, principalmente cartazes e capas de álbuns para artistas como Roy Z, Aláfia, Laercio de Freitas, Cláudio Lacerda, Moda de Rock, Alessandro Penezzi e Alexandre Ribeiro.Como músico, Yuri integrou desde 2008 o grupo instrumental Kaoll, com o qual gravou 3 álbuns, realizou mais de 300 apresentações pelo Brasil e uma turnê europeia em 2014. Em 2015 Yuri passou a integrar o grupo Pequeno Sertão de música caipira autoral, com quem lançou dois álbuns, em 2016 e 2021.Como educador, Yuri cria e ministra cursos e oficinas de desenho e criação artística com propostas adequadas para diferentes públicos, de crianças e terceira idade à profissionalização, com circulação no Estado de São Paulo pela rede do Sesc, Sesi e centros culturais. Mário Almeida - Diretor do Documentário Formado em Audiovisual pela Universidade Anhembi Morumbi. Ministra oficinas de documentário e audiovisual. Desenvolve projetos de documentários e para mídias digitais em seu estúdio de criação Maravilha Filmes. Pesquisa cultura popular e música de viola, temas sobre os quais realiza projetos,como os curtas “Reis-os violeiros de Palmital” (2013), “Entreposto - tradição emmovimento no caminho das tropas” (2019) e “Vem com o tempo - tradição e fé daRegião Bragantina” (2020). Em 2018 concluiu seu primeiro longa-metragem, odocumentário "ViolaPerpétua" (ProAC 2017), exibido na televisão brasileira pormeio dos canais Music Box Brazil e TV Aparecida entre os anos de 2018 e 2021. Realiza trabalhos audiovisuais com músicos, vídeos promocionais de lançamentos de álbuns musicais, vídeos e documentários sobre eventos musicais e videoclipes. Entre os projetos atuais, destacam-se: “Sessões elétricas para um novo tempo”, com o violeiro Ricardo Vignini (2020), “Beira de Folha”, com Consuelo de Paula e João Arruda (ProAC 2019); a webserie “Viola da Terra” (Proac 2021 e 2022); o projeto experimental “ViolaAvançada” (Proac 2021), com os músicos Dino Vicente, Edgard Scandurra, Katya Teixeira, entre outros; o documentário “Levi Ramiro – Violeiro e Artesão” (Proac 2020); e o documentário "Mostra Reverbo", sobre o coletivo de cantautores pernambucanos contemporâneos (2023). Marcelino Lima - Assessoria de Impresa "Reportagem de eventos e redação, revisão e edição de textos jornalísticos, de press-releases, informativos (jornais, revistas, boletins ou house-organs) organização de entrevistas coletivas, contatos com emissoras de televisão e de rádio, jornais, e revistas, preparação de clippings e de press-kits, organização e atualização de mailings, taxação (acompanhamento do que se divulga sobre o assessorado nos meios de comunicação), criação de conteúdo para redes e mídias sociais, relações públicas e assessoria de imprensa, fotografia, acompanhamento e cotação de serviços gráficos e outros serviços de natureza jornalística, conhecimentos avançados em trabalhos de arte e arte-finalização e em tratamento de imagens em Corel Draw e Photoshop. Especialização em Jornalismo Impresso - Curso de Jornalismo Aplicado do Grupo Estado/O Estado de São Paulo(Setembro/Novembro 1992)Pós-Graduação em Teoria da Comunicação Fundação Cásper Líbero de São Paulo. Bacharelado em Jornalismo Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.