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PRONAC 236612Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

“Tudo é música: Amilcar + Véio”

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 679,7 mil
Aprovado
R$ 679,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-10-02
Término
2025-03-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização da exposição "Tudo é música: Amilcar + Véio" na cidade do Rio de Janeiro, apresenta 80 obras em diálogo de dois grandes artistas contemporâneos brasileiros: Amilcar de Castro e Véio, com a curadoria de Evandro Salles e texto crítico de Marilia Panitz e André Severo.

Sinopse

EXPOSIÇÃO “Tudo é música: Amilcar + Véio” A exposição “Tudo é música: Amilcar + Véio” apresenta 80 obras, muitas delas inéditas, onde força poética de dois polos da arte brasileira – aquele conhecido como “arte contemporânea” e no outro extremo a arte popular – é apresentada numa seleção das obras de dois artistas: o mineiro Amilcar de Castro e o sergipano Véio.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição "Tudo é música: Amilcar + Véio" na cidade do Rio de Janeiro, apresenta 80 obras em diálogo de dois grandes artistas contemporâneos brasileiros: Amilcar de Castro e Véio, com a curadoria de Evandro Salles. A mostra tem entrada franca. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto "Tudo é música: Amilcar + Véio" tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra das obras adquiridas em museus parceiros do projeto (90 dias em cartaz); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

"Tudo é música: Amilcar + Véio" coloca a obra de Amílcar de Castro em contato com as de Véio _ cujos trabalhos se estruturam dentro de uma geometria "invadida" pelas formas orgânicas de pessoas e animais. A de Amílcar, por outro lado, parece nos convidar para um exercício semelhante onde a pura abstração de suas obras em corte e dobra, em encaixe de formas básicas e suas inscrições minimalistas, em grandes formatos de Gravura e desenho provocam o fruidor a estabelecer suas relações entre as formas do mundo e as do artista. Está lá, nas postulações do movimento neoconcreto brasileiro _ cujo manifesto Amílcar subscreveu _ o convite a essa relação. Essa tomada de posição parece aproximar sua arte daquela outra, totalmente alicerçada em um saber compartilhado e transmitido pela tradição. A inovação neoconcreta clama por um distanciamento da "perigosa exacerbação racionalista da arte não figurativa ‘geométrica’". "O neoconcreto, nascido de uma necessidade de exprimir a complexa realidade do homem moderno dentro da linguagem estrutural da nova plástica, nega a validez das atitudes cientificistas e positivistas em arte e repõe o problema da expressão, incorporando as novas dimensões "verbais" criadas pela arte não-figurativa construtiva. (Manifesto Neoconcreto)" Esta exposição reúne um conjunto de 80 obras, em sua maioria inéditas, dos artistas Amílcar de Castro e Véio, apresentadas no espaço expositivo em um dialogo possível entre os dois artistas a partir do olhar do curadora Evandro Salles que se alimenta da provocação de "reconfiguração" do próprio Amílcar que provocou a mostra. E não são estas questões centrais da provocação da poética do grande artista mineiro? Em que medida a arte produzida por um artista contemporâneo, que incorpora questões conceituais que a colocam em paralelo com outras produções de tantos outros lugares, reflete elementos de enraizamento cultural? Essa provocação parece recolocar a ideia da interligação entre a experiência sensível e a abstração geométrica, encarada como teorização, percebendo a obra de arte para além de objeto como um "quasicorpus" que requisita uma relação direta, um corpo a corpo com o Fruidor. Este é a ideia que a mostra pretende colocar em sua (possível) concretude. A exposição "Tudo é música: Amilcar + Véio" foi concebida para provocar o olhar e a reflexão do visitante e estimular a percepção sobre a identidade do país. A mostra se propõe a contextualizar a obra desses artistas e convidar a uma visão mais profunda sobre suas poéticas e trajetórias. Um dos partidos da curadoria é muito mais do que apostar no viés cronológico, é tentar justapor e sobrepor obras de diversas fases dos artistas para provocar uma reflexão sobre a densidade dessas poéticas e sobre quanto elas são coesas do início ao fim da produção de cada artista. A exposição "Tudo é música: Amilcar + Véio" apresenta 80 obras, muitas delas inéditas, onde força poética de dois polos da arte brasileira _ aquele conhecido como "arte contemporânea" e no outro extremo a arte popular _ é apresentada numa seleção das obras de dois artistas: o mineiro Amilcar de Castro e o sergipano Véio. Incluindo a apresentação de inúmeras obras caráter inédito, apresentará ao público um amplo panorama dos trabalhos dos artistas, contextualizando suas obras e atualizando o pensamento sobre os artistas e a produção escultórica no Brasil, revelando a modernidade desse campo da criação e ressaltando a maneira como a arte popular se infiltra na arte contemporânea e como se estabelece esse diálogo. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto “Tudo é música: Amilcar + Véio”- foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto “Tudo é música: Amilcar + Véio”realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

01. A exposição Realização da exposição “Tudo é música: Amilcar + Véio”na cidade do Rio de Janeiro retrospectiva apresentando 80 obras dos artistas Amilcar de Castro e Véio, com a curadoria de Evandro Salles. A mostra ficará em cartaz por 90 dias, terá classificação indicativa LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS E ENTRADA FRANCA. 02. Catálogo das obras Capa flexivel - 15x21 cm no tamanho fechado 15,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 34,9x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento 03. Palestra com críticos e pesquisadores convidados Serão realizados 03 encontros para discutir o projeto e seus desdobramentos onde críticos e pesquisadores convidados apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre o projeto e seus desdobramentos na arte brasileira (50 vagas por encontro - total de vagas 150 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

O projeto “Tudo é música: Amilcar + Véio” realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

AMILCAR DE CASTRO ARTISTA milcar de Castro foi um designer gráfico, professor de artes plásticas, cenógrafo, artista plástico e escultor brasileiro do século XX. Foi um importante integrante do movimento artístico conhecido como Neoconcretismo. É considerado também um dos grandes representantes da escultura construtivista brasileira. Biografia resumida · Amilcar Augusto Pereira de Castro nasceu na cidade de Paraisópolis MG.; · Em 1934 formou-se advogado na Universidade Federal de Minas Gerais. Porém, exerceu essa profissão por pouco tempo, pois seu interesse era no campo das Artes Plásticas. · Entre 1944 e 1950, estudou escultura figurativa e desenho na Escola Guignard (escola de artes de Belo Horizonte). · Em 1953 foi morar no Rio de Janeiro e começou a trabalhar na área de diagramação da Revista Manchete. · Em 1956 participou da 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta. · Entre 1957 e 1959, foi o responsável pela reforma gráfica do Jornal do Brasil. O estilo gráfico implantado por ele influenciou na mudança gráfica de diversos jornais brasileiros. · Entre 1959 e 1961, fez parte do Movimento Neoconcreto na cidade do Rio de Janeiro. · Nos anos 60, trabalhou em vários veículos de imprensa (jornais e revistas), na área de diagramação e reforma gráfica. · Em 1967 ganhou um prêmio no 15º Salão Nacional de Arte Moderna. · Entre 1967 e 1971, morou nos Estados Unidos. · Entre 1971 e 1974, já morando em Belo Horizonte novamente, foi diretor da Escola Guignard. · Entre 1979 e 1990, foi professor de escultura e composição na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. · Faleceu em 21 de novembro de 2002, na cidade de Belo Horizonte, aos 82 anos. Principais características do estilo artístico: · Na primeira fase de sua carreira artística seguiu pelos caminhos da escultura figurativa. · No começo da década de 1950, começou a produzir suas primeiras esculturas construtivas. · Suas esculturas são marcadas pelo uso rigoroso da Matemática. · Esculturas feitas, principalmente, das seguintes matérias-primas: alumínio, cobre e aço. · Uso de planos retangulares, quadrados e circulares, que muitas vezes são dobrados ou cortados. Desta forma, chegava a produção final de objetos tridimensionais e com formas geométricas. · Conseguiu, através de suas técnicas artísticas, fazer com que a escultura estivesse em relação com o espaço ao redor, principalmente com a natureza e o solo. Por isso, grande parte das esculturas de Amilcar de Castro são expostas em locais públicos. · Ausência de solda nas esculturas. VÉIO – ARTISTA Cicero Alves dos Santos (Nossa Senhora da Glória, Sergipe, 1947). Escultor autodidata, com a magia do rico folclore popular nordestino, constrói suas criaturas em madeira. São personagens reais e inventados a partir de sua rica imaginação. Seu trabalho já ultrapassou as fronteiras nordestinas, como também o estigma da alcunha de “Arte Popular”. Hoje, Véio ocupa lugar de destaque em espaços comerciais e institucionais de Arte Contemporânea como a Fundação Cartier de Paris. Teve uma individual em Veneza, paralela à Bienal, no SESC de Santo Amaro em São Paulo e participou da Bienal do Mercosul de 2016. Em 2018, teve uma grande mostra montada com mais de 250 obras no Itaú Cultural de São Paulo. DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. EVANDRO SALLES – CURADOR Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Evandro Salles é curador de artes visuais, artista plástico, designer gráfico, produtor cultural, professor e realizador de vídeos e desenhos animados. Estudou arte entre 1975 e 78 na Escola de Artes Visuais, Parque Lage, no Rio de Janeiro. Título de Notório Saber em Artes Visuais conferido em 1998 pela UnB, Universidade de Brasília. Mestre em Arte e Tecnologia – Instituto de Artes, UnB, 2002. Atual curador do Centro Cultural Justiça Federal • CCJF – Rio de Janeiro. Foi Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio• MAR (2016/2019), fundador e diretor executivo da Fundação Athos Bulcão (1992/96); Secretário Adjunto de Cultura do Distrito Federal (1997/98); Fundador e diretor do Instituto CASA • Convergências da Arte Sociedade e Arquitetura (2014/2018) Como curador e organizador de exposições de arte, realizou entre outras as exposições Mestres Espanhóis e a Gravura; Gráfica Utópica: Arte Gráfica Russa 1904-1942; Fluxus; Amilcar de Castro; Cildo Meireles; Ernesto Neto; Yoko Ono. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.