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PRONAC 236616Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste

ZE SILVA SERVICOS LTDA
Solicitado
R$ 1,00 mi
Aprovado
R$ 1,00 mi
Captado
R$ 980,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 680,0 mil
28000107000159ONCOLOGISTAS ASSOCIADOS SERVIÇOS MÉDICOS LTDA1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

97.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Chamada Instituto Cultural Vale 2024
Ano
23

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2024-01-03
Término

Resumo

Este projeto propõe realizar o 1º Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste, reunindo na programação cultural mais de 20 grupos tradicionais de 8 Estados da região Nordeste: Bahia, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. A realização do projeto se dá pelo Coletivo Estrela D’Alva, dirigido por Zé Silva, idealizador do Encontro, jovem produtor e articulador cultural paraibano, herdeiro de uma tradição de cultura popular que vem de sua bisavó Mestra Felina, e de sua avó, Mestra Ana Maria, também tendo como mestres Zé Cutia e Penha Cirandeira, grande voz da cultura popular paraibana atualmente. O encontro terá formato de um festival com 4 dias de duração, sendo o 1º dia de abertura na cidade de João Pessoa; o 2º e 3º dias na cidade de Conde-PB, na Fazenda Coração de Mãe, no segundo semestre de 2024. O último dia (4º) também será na Fazenda Coração de Mãe, no formato de confraternização entre mestres, mestras e grupos participantes do encontro.

Sinopse

Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste: O Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste é um evento que vem para celebrar as culturas nordestinas e suas raízes autênticas, voltando os holofotes aos mestres, mestras e grupos tradicionais do Nordeste brasileiro. Trazendo diferentes vertentes de Cocos, Cirandas e Mazurcas, manifestações predominantemente afro-indígenas e que estão localizadas em ambientes urbanos, litorâneos e rurais. Em 4 dias de programação, serão aproximadamente 36 horas de atividades gratuitas que incluem 31 apresentações musicais, 3 oficinas de música e dança, 2 rodas de conversa e feira de empreendedorismo local. O Encontro acontecerá nas cidades paraibanas de João Pessoa e Conde. Oficinas: Serão realizadas 3 oficinas, cada uma com um grupo tradicional, abertas ao público e com duração de 1h cada uma. As oficinas contarão com intérpretes de libras para garantir a acessibilidade. Oficina 1 - Coco de Mazurca do Congo (PB) Esta oficina será ministra pelo Coco de Mazurca do Congo que tem como mestra D. Emídia. De origem indígena no cariri paraibano, esse sotaque de coco tem como sonoridade somente palmas e trupés e traz ritmos vários ritmos, como o cavalo e a maré de caranguejos. O grupo teve origem no século XIX com os bisavós da Mestra Emídia que migraram de Santa Maria do Cambucá (PE) para a cidade do Congo (PB). Ela conta que o coco era muito usado para “romper aleluia” na sexta-feira santa, dançando coco de mazurca. Oficina 2 - Coco de Tebei (PE) Estilo de coco encontrado somente pela comunidade de Olho D'Água do Bruno, em Tacaratu (PE), os participantes vão poder vivenciar o Coco de Tebei, estilo de coco que não usa instrumentos musicais e carrega uma sonoridade única baseada no trupé dos casais e no canto das mulheres. Sua origem é relacionada ao preparo do barro para construção de casas, "taipando", num sapateado bem marcado e acelerado. Oficina 3 - Samba de Pareia da Mussuca (SE) Guiado por Mestra D. Nadir, nesta oficina o público poderá vivenciar o Samba de Pareia que, segundo relatos, é uma dança quilombola que surgiu há mais de 300 anos como um ritual para celebrar o nascimento das crianças dentro da comunidade. O ritmo é marcado pelos tambores de mão, ganzá, póica (cuíca) e, o principal elemento rítmico, a pisada dos tamancos das dançadeiras. Rodas de Conversa: O Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste terá 3 dias de duração. Em cada dia, será realizada uma roda de conversa reunindo mestres e mestras, representantes da cultura e de instituições culturais, como IPHAN, MinC, produtores e secretários de cultura de alguns municípios e Estados do Nordeste, aberta ao público, com duração de 1h cada uma. As rodas contarão com intérpretes de libras para garantir a acessibilidade. Os temas abordados serão: "Ancestralidade e Apropriação Cultural das Tradições Negras e Indígenas no Meio Artístico" "Políticas Públicas como Forma de Incentivo para a Continuação do Coco, Ciranda e Mazurca no Nordeste" Feira de empreendedorismo: Haverá ao longo de todo o Encontro a realização de uma feira com empreendedores com peças de artesanato indígena, feira preta e culinária local. A feira terá, principalmente, empreendedores ligados aos grupos participantes do evento, empreendedores locais das comunidades tradicionais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar o 1º Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste, evento pioneiro com o objetivo de valorizar, promover e destacar a cultura popular nordestina; fomentar e divulgar as tradições dos cocos, cirandas e mazurcas para o maior público possível; potencializar o turismo cultural às comunidades tradicionais da Paraíba; e fortalecer mestres e grupos tradicionais de 8 Estados nordestinos, possibilitando através da curadoria do evento a reunião, intercâmbio e promoção de seus trabalhos que mantêm vivas manifestações culturais tradicionais centenárias guardadas por mestres e brincantes de origem humilde: em sua maioria pessoas pobres, negras e indígenas que vivem em favelas, assentamentos, quilombos e aldeias levando à frente a cultura de seus ancestrais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar na Paraíba, nas cidades de João Pessoa (centro) e Conde (Fazenda Coração de Mãe), o 1º Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste, evento de caráter interestadual com duração de 4 dias de duração, previsto para acontecer no segundo semestre de 2024. Todas as ações do encontro serão oferecidas de forma gratuita. A programação conterá apresentações de mais de 20 grupos e artistas da cultura popular vindos de 8 Estados nordestinos (Bahia, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte), como os Verdelinhos (AL), Coco Raízes de Arcoverde de (PE), Samba de Pareia da Mussuca (SE) e Mestra Penha Cirandeira (PB). Também estão previstas 2 rodas de conversa reunindo mestres e mestras, representantes da cultura e de instituições culturais, como IPHAN, MinC (Rejane Nóbrega), produtores e secretários de cultura de alguns municípios e Estados do Nordeste, debatendo sobre os temas: "Ancestralidade e Apropriação Cultural das Tradições Negras e Indígenas no Meio Artístico" e "Políticas Públicas como Forma de Incentivo para a Continuação do Coco, Ciranda e Mazurca no Nordeste". Como parte da programação do evento, serão realizadas 3 oficinas: Coco de Mazurca do Congo (PB), Coco de Tebei (PE), Samba de Pareia da Mussuca (SE).

Justificativa

Realizar um evento cultural em território que potencializa as culturas tradicionais colocando-as em evidência e promovendo formação de público: este é um projeto dedicado às culturas nordestinas dos cocos, cirandas e mazurcas, expressões que fazem parte da tradição popular e que permanecem vivas nas comunidades, mantidas por mestres e mestras que propagam esse conhecimento para as novas gerações através da vivência e da oralidade. O escritor maliano Amadou Hampâté Bâ aponta para a oralidade como ferramenta fundamental para manutenção das culturas dos povos africanos. Aílton Krenak, filósofo, escritor e líder indígena, compartilha deste pensamento referindo-se às culturas dos povos originários do Brasil. Essa forma de transmissão também acontece dentro das manifestações culturais populares: os mais velhos transmitem seus saberes para as gerações seguintes em uma forma de ensino que prioriza a memória como guia para a preservação da prática, em uma relação entre corpo, tradição histórica e produção de saber. O coco de roda é um folguedo ou brincadeira da região Nordeste do Brasil, muito presente na Paraíba. A brincadeira do coco é encontrada do litoral ao sertão do Estado. Cada grupo possui suas próprias características, tanto no modo de dançar, cantar e tocar, quanto na formação instrumental. Mário de Andrade, em "A literatura dos cocos", estudo publicado em seu livro Os cocos, refere-se à dificuldade de precisão da nomenclatura: "Pelo emprego popular da palavra, é meio difícil a gente saber o que é coco bem. O mesmo se dá com moda, samba, maxixe, tango, catira ou cateretê, martelo, embolada e outras. Coco também é uma palavra vaga assim, e mais ou menos chega a se confundir com toada e moda, isto é, designa um canto de caráter extra urbano. Pelo menos me afirmou um dos meus colaboradores que muita toada é chamada de coco". A ciranda é uma expressão popular caracterizada pela dança de roda e, assim como o coco, tem uma íntima ligação com as lutas por terras e direitos em território paraibano e por todo o Nordeste. Muitos brincantes são agricultores que utilizavam e ainda utilizam essas manifestações culturais como instrumentos de resistência: seja cantando em um momento de protesto, de diversão depois de um dia árduo de trabalho ou para contar histórias que marcaram esses momentos. A mazurca é prima-irmã do coco. A palavra coco é utilizada como guarda-chuva, abrigando diversas expressões populares, podendo a mazurca, em uma leitura simplificada, ser lida como um estilo de coco. Normalmente na mazurca, não se utilizam instrumentos percussivos, apenas batidas de pés e palmas de mão; cada trupé tem uma nomenclatura e é executado em diferentes momentos da brincadeira: há trupes para a abertura, para o meio e para a finalização. Esta manifestação está em risco de extinção no Nordeste sendo encontrada atualmente somente em Pernambuco e Paraíba. O Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste é um evento idealizado por Zé Silva, historiador, mestre em etnomusicologia e grande articulador cultural paraibano que atua junto aos mestres e mestras das culturas tradicionais da Paraíba em prol da valorização e salvaguarda destes bens. A ele se soma o Coletivo Estrela D’Alva, coletivo independente que vem trabalhando pelo fortalecimento e visibilização das culturas tradicionais, como o recente Festival Garapirá realizado na Aldeia Laranjeira, Baía da Traição, e a articulação para futura criação do Dia Nacional do Coco, Ciranda e Mazurca. A Paraíba, que irá sediar o encontro, possui centenas de mestres, mestras e grupos ativos e, assim como Pernambuco, se mostra uma grande potência em relação à difusão e manutenção das suas culturas tradicionais, tendo nos últimos anos desenvolvido políticas públicas em prol da manutenção dessas culturas através da mobilização da sociedade civil. Exemplos disso são as instituições das Leis: 11.948/2021, que declara o Coco de Roda, a Ciranda e a Mazurca Patrimônios Culturais Imateriais do Estado da Paraíba; Lei 11.959/2021, que define 26 de julho como o Dia Estadual do Coco de Roda, Ciranda e Mazurca; e Lei 11.975/2021, que institui no calendário oficial a Semana Estadual das Culturas Populares e Tradicionais. Através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, houve a recente patrimonialização das cirandas. O IPHAN também está reabrindo a patrimonialização e reconhecimento dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil, em um processo protagonizado pela Paraíba com participação dos agentes envolvidos neste projeto. Assim sendo, realizar este evento está alinhado ao processo de salvaguarda que vem acontecendo nos últimos anos para os cocos e as cirandas e, também chama a atenção para a importância de salvaguardar as mazurcas do Nordeste. Paralelo a isso, está também a relevância para mestres e mestras da cultura a promoção de um evento deste porte, que coloca suas ações protagonizando um grande encontro que reúne importantes expressões do Nordeste, que carregam em si história e tradição; ancestralidade e transmissão de conhecimento. Participar desse encontro é uma oportunidade de expandir suas experiências dentro da cultura, seja conhecendo outros mestres, entrando em contato com um público muito maior para além dos seus próprios territórios, acessando um lugar no mercado cultural que os coloca como artistas protagonistas, colocando em evidência as manifestações que lutam para manter vivas e também beneficiando-os, inclusive, financeiramente, seja diretamente através da realização do Encontro, seja entrando em contato com produtores musicais e culturais que podem possibilitar seu acesso a outros espaços. Grande parte destas pessoas são de origem humilde: agricultores, pescadores, indígenas e quilombolas que herdaram essas manifestações de seus ancestrais e as mantêm como forma de resistência e preservação da tradição. Fazer girar uma verba voltada para a cultura de forma que os beneficie sinaliza um caminho para tirar estes artistas e líderes do anonimato em relação à indústria cultural e para colocar as culturas que defendem em uma posição não só de salvaguarda, mas de protagonismo cultural. O projeto também contribui para a promoção do acesso do público a essas culturas tradicionais e seus representantes, levando pessoas de outras localidades da Paraíba, outros Estados e países para apreciar culturas de raiz. Serão 3 dias de programação gratuita aberta ao público com o intuito de promover a troca de experiências entre este e os mestres e mestras, em um encontro que combina em sua programação apresentações artísticas, rodas de conversa, oficinas e feira de empreendedorismo local. O 4º e último dia do Encontro será dedicado unicamente a aproximação e confraternização entre os diversos mestres, mestras e grupos participantes, sem a presença de público. O evento também trará um potencial benefício para o turismo de Conde-PB, cidade litorânea que já possui um roteiro turístico voltado para as belezas naturais e para os territórios de comunidades e povos tradicionais, como as Aldeias Vitória e Barra de Gramame (povo Tabajara), Quilombo do Gurugi e Tambaba (local histórico para o culto da Jurema Sagrada). O fluxo de turistas e de artistas participantes do evento também contribuirá para a economia da cidade, como circulação em restaurantes, pousadas e comércio local. A programação contará com mestres, mestras e grupos nordestinos vindos de 8 Estados: Bahia, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. Por ser realizado na Paraíba, a equipe de trabalho do evento será massivamente paraibana, entre técnicos, produtores, empreendedores e assistentes. Haverá ainda uma chamada para cadastramento de voluntários de todo o Nordeste, garantindo a eles hospedagem e alimentação, possibilitando essa experiência a pessoas que se interessam por produção cultural e de eventos.

Estratégia de execução

A Fazenda Coração de Mãe abrigará parte da programação na cidade de Conde-PB e essa escolha decorre de uma melhor estruturação para o evento, no que diz respeito, principalmente, à segurança dos artistas e público participantes, além da organização dos artistas, concentrando num mesmo local hospedagem, alimentação e programação cultural. A Fazenda tem capacidade aproximada para acolher 200 pessoas hospedadas. Espera-se para o evento um público de cerca de 1.000 pessoas.

Especificação técnica

Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste Duração: 4 dias de programação Sendo: - 31 apresentações musicais: serão convidados a se apresentar 36 grupos de 8 Estados do Nordeste (Bahia, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte), divididos em 3 dias de programação. Cada apresentação terá em torno de 1h de duração. Duração total: 36 horas Capacidade de público: de acordo com o espaço Classificação indicativa: livre - 3 oficinas: com mestres e integrantes do Coco de Mazurca do Congo (PB), Coco de Tebei (PE) e Samba de Pareia da Mussuca (SE). Cada oficina terá 1h de duração. Duração total: 3 horas Capacidade de público: de acordo com o espaço Classificação indicativa: livre - 2 rodas de conversa: reunindo mestres e mestras, representantes da cultura e de instituições culturais, como IPHAN, MinC, produtores e secretários de cultura de alguns municípios e Estados do Nordeste, para falar sobre: "Ancestralidade e Apropriação Cultural das Tradições Negras e Indígenas no Meio Artístico" e "Políticas Públicas como Forma de Incentivo para a Continuação do Coco, Ciranda e Mazurca no Nordeste". Cada roda terá 1h de duração. Duração total: 2 horas Capacidade de público: de acordo com o espaço Classificação indicativa: livre - feira de empreendedorismo local: feira com empreendedores com peças de artesanato indígena, feira preta e culinária local. A feira terá, principalmente, empreendedores ligados aos grupos participantes do evento, empreendedores locais das comunidades tradicionais. A feira permanecerá aberta durante todo o período do Encontro. Duração total: 36 horas Quantidade de empreendedores previstos: 50 Capacidade de público: de acordo com o espaço Classificação indicativa: livre

Acessibilidade

Produto: Festival/mostra: evento “Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste” MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados Produto: Média-metragem MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legenda ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica Produto: Apresentação musical (apresentações contidas no evento principal) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados Produto: Seminário/simpósio/encontro/congresso/palestra: rodas de conversa MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados Produto: Curso/oficina/estágio: oficinas MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados

Democratização do acesso

Todas as atividades do Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste serão oferecidas gratuitamente ao público: oficinas, rodas de conversa e shows. Em relação à ampliação do acesso: - Serão feitos vídeos "teaser" de cada mestre, mestra e/ou grupo participante, disponibilizados nas redes sociais; - Será filmado e depois disponibilizado no canal do YouTube "Cultura Paraibana" um mini documentário que trará os principais registros do evento e depoimentos dos participantes: artistas e público.

Ficha técnica

Coletivo Estrela D'Alva: Zé Silva - direção e produção geral, idealização do evento Juliana Carneiro: produção executiva Guilherme Vieira: produção executiva Willa Cabral - produção executiva Colaboradores: Lucila Poppi - produção executiva, elaboração de projeto Mestra Penha Cirandeira - consultora artística, assistente de produção Mestre Jurandir Gaiteiro - consultor artístico, assistente de produção Marcela Muccilo - assistente de produção Marilene Lourenço - assistente de produção MINI BIOS: Zé Silva - bisneto da Mestra Felina e neto da Mestra Ana Maria, ambas mestras de coco de roda no sertão da Paraíba e do Ceará. Seus tios cantavam coco de roda e aboiavam e sua mãe é dançadeira de coco de roda. Graduado no curso de licenciatura em História pela UFPB e Mestre em Etnomusicologia pela mesma instituição. Faz parte do Coletivo Estrela D'alva, toca com a Mestra Penha; Também é zabumbeiro no Coco de Roda e Ciranda do Mestre Benedito de Cabedelo; Já tocou no grupo do Mestre Zé Cutia (Em memória); Também foi um dos articuladores e co-autores das leis que reconhecem e salvaguardam o coco de roda, ciranda e mazurca e o Cavalo Marinho e boi de reis a nível estadual na Paraíba e municipal na capital João Pessoa. Um dos responsáveis pela reabertura do processo de patrimonialização nacional dos cocos do nordeste pelo IPHAN que estava parado a muitos anos e por conseguir verba para dar continuidade e finalizar esse processo tão importante. Atualmente um dos idealizadores e produtores do Garapirá "Primeiro encontro dos cocos de roda e cirandas dos indígenas Potiguara da Paraíba". Juliana Carneiro - cearense residente em João Pessoa -PB desde 2006, participou do Maracatu Nação Pé de Elefante (2019-2020) com o qual colaborou na organização do bloco 'semeando cultura viva' no ano de 2020. Atualmente é co-fundadora e batuqueira do maracatu Baque de Raiz e membro do Coletivo Estrela D'alva. Guilherme Vieira - músico e compositor brasileiro da cidade de Pelotas - RS, que busca sua atividade musical dentro da exploração criativa da música do Brasil e do seu diálogo com músicas de outros cantos do mundo, especialmente Uruguay e Argentina. Guilherme atualmente se desempenha como docente, compositor popular e também de música para a dança na Cia de Dança Daniel Amaro. Integrou o grupo Chorei Sem Querer como compositor, bandolinista e cavaquinista, papel que desempenhou também no Clube de Choro de Pelotas, além de suas funções de editor, pesquisador e diretor do programa de rádio Roda Livre. Nos últimos anos, integrou vários projetos de produção cultural autogestiva, especialmente na difusão da música brasileira no exterior, como o Club de Samba y Choro de La Plata (bandolinista e violonista), Maracatu Bate Forte (percussionista), Puro Dende (Forró), Duo Doble Chapa (canções rioplatenses), Camisa Amarela (choro), além de organizar e produzir oficinas e recitais de músicos brasileiros em trânsito pela Argentina. Em 2021, lança seu primeiro disco VIAGEM, ideia que nasce a partir de sua vivência de 6 anos na Argentina. Gravado em 6 cidades e 3 países, traz 12 composições inéditas que misturam gêneros de todo o Mercosul. Guilherme atuou como professor nos cursos de Bacharelado em Violão (UFRGS, 2011-2012) e do Bacharelado em Música Popular da UFPEL (2018-9), tendo sido um dos coordenadores e idealizadores do Núcleo da Canção-UFPEL. Recentemente participou como bolsista no processo de registro técnico do Choro como Patrimônio Cultural do Brasil pela ACAMUFEC/IPHAN, além de atuar como coordenador de eventos como o I Festival de Choro de Pelotas. Além de integrar o Coletivo Estrela D'Alva na organização e promoção de ações e eventos vinculados às chamadas culturas tradicionais da Paraíba, atualmente, também cursa o Doutorado do Programa de Pós Graduação na área de Etnomusicologia, estudando os criadores e criadoras de coco e ciranda da Paraíba. Willa Cabral – nascido em Campina Grande - PB, bairro do Tambor, Willa Cabral possui em sua trajetória cultural participações em teatro, música, dança e leitura/literatura e cinema, entretanto, encontrou na música e precisamente na percussão sua liberdade de criar. Formado em História (UEPB) e mestrando no Programa de Pós-Graduação em História da UFPB. Fundador da Biblioteca comunitária do Tambor - Livros do Tambor (desde 2010). Através da qual produz com frequência, juntamente com pessoas próximas, eventos gratuitos em via pública com apresentações musicais, contação de história, palhaçaria, distribuição de livros, Sarau poético, oficinas diversas, sessões de cinema, etc. Na música já passou por alguns grupos de Campina Grande, como JB do Coco e Coletivo Tirinete, Cores da Raça, Coqueiro Alto, Laboratório Mundo, Varal de Cabaré, MaracaGrande grupo de Percussão e 7 Ervas. No Teatro atuou na peça "Fronteira: o dia que o boi enfrentou o papangu" da diretora Eliane Lisboa (2012) e em outras produções baseado no Teatro do Oprimido de Augusto Boal, no cinema, atuou como protagonista no curta-metragem "Feliz aniversário", do Carlos Mosca (2017). Na capoeira faz parte da Escola de Capoeira Afro Nagô (Campina Grande) desde 1999, sendo discípulo do Mestre Morcego. Na dança participou do Balé Popular da Paraíba (2007) desenvolvimento o coco de roda, carimbo, caninha Verde, ciranda entre outras brincadeiras da região nordeste. Atualmente é professor de História da rede estadual de ensino, produtor cultural e faz parte do coletivo Estrela D'alva, o qual produz o Festival Garapirá Encontro de Coco de roda e ciranda dos povos Potiguara da Paraíba. Lucila Poppi – produtora cultural. Graduada em Educação Física e pós-graduanda em Percussão Brasileira, fundadora, foi integrante da Cia Brasílica (SP) de 2006 a 2023. É dançarina, percussionista e arte-educadora. Atuou no Programa Vocacional e Piá da Prefeitura de São Paulo. Também é fundadora e líder da coletiva percussiva Juremas (2019), focada musicalmente no universo dos cocos, torés, pontos de jurema e macumbas e com a qual vem desenvolvendo trabalhos voltados à visibilização das mulheres na cena musical percussiva e de culturas tradicionais. Já tocou com nomes como Mestra Penha, Nino Xambá, Neta Silva, Mestra Rosália, Renata Mattar, Girlei Miranda e Raquel Tobias. Criou a Juremada Cultural, evento que levou grandes referências do Coco ao Morro do Querosene, como o Coco Raízes de Arcoverde. Mestra Penha Cirandeira - Patrimônio Vivo da Paraíba pela Lei Canhoto, é uma das principais vozes na divulgação da cultura popular paraibana atualmente. Possui longa carreira como brincante, compositora e intérprete da cultura popular paraibana, em especial do Coco de Roda e Ciranda, dos quais detém um substancial repertório de canções tradicionais. Além disso, destaca-se como uma das poucas mulheres no contexto da cultura popular a tocar instrumentos musicais durante suas performances. Nos anos 90, Penha passou a ser reconhecida como mestra. Entre 2000 e 2012 circulou com seu grupo, Ciranda Raio de Sol, pela Paraíba, Distrito Federal, São Paulo e Ceará. Em 2004 participou da gravação de uma faixa no primeiro disco de Sandra Belê, “Nordeste Valente”. Mestra Penha é citada no CD de pesquisa de Altimar de Alencar Pimentel, “Ciranda de Adultos” (2005). Em 2012 realizou shows em Sousa, Cajazeiras e Juazeiro do Norte dentro da programação do Centro Cultural Banco do Nordeste e do Núcleo de Extensão Cultural da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Cajazeiras. Em 2015 recebeu uma homenagem do Museu do Patrimônio Vivo da Grande João Pessoa, reconhecendo a importância do trabalho cultural desenvolvido por ela na comunidade de Várzea Nova, Santa Rita. Mestre Jurandir Gaiteiro - mestre gaiteiro da Tribo Indígena Guanabara, tem mais de 50 anos de experiência no carnaval tradição de João Pessoa (PB).

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-03-31
Locais de realização (2)
Conde ParaíbaJoão Pessoa Paraíba