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Realizar a 1ª PÁSCOA DE HANSA no município de Corupá/SC, oferecendo à comunidade e aos visitantes a oportunidade de relembrarem as tradições da Páscoa, através de montagem de uma Osterbaum (árvore da Páscoa), realização de desfile festivo, entre outras atividades artísticas. As atividades envolvem artistas, artesãos, estudantes e demais profissionais da comunidade local. Toda a programação égratuita.
Toda a programação da PÁSCOA DE HANSA é de classificação LIVRE.A montagem da Osterbaum e o desfile festivo com a Trupe serão as principais atrações desta proposta, sempre focado no objetivo principal: resgatar as tradições da Páscoa vivenciadas pelos antepassados, valorizando a memória ainda viva (nossos idosos) e incentivando os novos à darem continuidade nas tradições passadas de geração em geração.Com o apoio da Prefeitura Municipal de Corupá, pretendemos ter um espaço para feira dos artesãos e venda de produtos regionais e derivados da banana, pois a cidade tem o título de Capital Catarinense da Banana e o selo da Indicação Geográfica da banana mais doce do Brasil. Outra intenção, envolvendo voluntário é ter um espaço para pintura rosto e decoração de ovos.De acordo com Roseli Siewert, presidente do ICB e coordenadora geral da Páscoa de Hansa é um eveno cultural realizado à várias mãos, pois teremos o envolvimento comunitário, trabalho voluntário, economia circular e criativa, sustentabilidade e inovação, neutralização de carbono; ações que vão de encontro com as metas dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).
OBJETIVO GERAL Vivenciar e estimular as tradições da Páscoa através da realização da 1ª edição da PÁSCOA DE HANSA com atividades artísticas e culturais no município de Corupá/SC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Criar, ensaiar e gravar 01 música para o desfile festivo da 1ª PÁSCOA DE HANSA; 2. Realizar 01 ensaio semanal com até 07 músicos que irão compor a Trupe de Hansa e farão a abertura do desfile festivo; 3. Ensaiar semanalmente até 30 pessoas para participarem do desfile festivo, no qual o requisito é ser estudante ou integrante de instituição de arte na cidade; 4. Elaborar e confeccionar até 30 figurinos com materiais recicláveis e de fibra da bananeira, que irão compor o desfile festivo e também para os 07 integrantes da Trupe, envolvendo artesãos, aderecistas e costureiras da cidade e região; 5. Montar 01 Osterbaum (árvore da Páscoa) no local do desfile festivo com a participação de pessoas da comunidade, entre eles professores e alunos representando cada instituição escolar existente na cidade; 6. Realizar 02 vezes o desfile festivo; 7. Realizar 02 vezes atividades diversas como pintura de rosto, decoração de ovos, contação de histórias e feira de artesanato e produtos coloniais ou à base de banana.
A grande maioria da população da nossa região são descentes europeus e um dos símbolos que mais identifica a cultura germânica durante o período da Páscoa é a Osterbaum. A montagem da árvore de Páscoa, "Der Osterbaum" é um costume que nasceu na Alemanha especialmente na Baviera, Baden-Wütenberg e Rheinland e que hoje é conhecido e praticado em vários países. Atualmente, muitas cidades povoadas pelos imigrantes germânicos utilizam desta tradição para promoção histórica e cultural, exemplo da cidade de Pomerode, à 50 km do município de Corupá, que monta uma das maiores Osterbaum do mundo.Na Alemanha, a Páscoa é preparada no inverno e propicia o recolhimento ao aconchego do lar. Já que o sol não brilha lá fora, ele deve brilhar dentro de casa. Trazer o sol e a alegria para dentro de casa através das cores alegres das tintas e dos lápis de cores. Por essa razão, os ovos são decorados com antecedência. A árvore sem folhas é encontrada no jardim de fim de inverno. Ela parece não ter vida, mas, pelo contrário, ela está cheia de vida e em breve vão brotar de seus galhos botões que irão enfeitar o jardim durante todo o verão. A vida apenas espera o momento certo de mostrar sua renovação. A Páscoa é uma das mais antigas celebrações e nos remete a pensamentos de renovação. A Páscoa é Vida, Ressurreição, Esperança e Alegria. Com esse espírito de renovação queremos realizar a PÁSCOA DE HANSA, envolvendo profissionais da área cultural, estudantes, sociedades artísticas e culturais de Corupá e região para cada um contribuir com sua criatividade, arte e alegria. Assim, ressignificamos à tradição dos nossos antepassados, salvaguardaremos a memória viva e incentivaremos os novos a vivenciarem a alegria que a Páscoa nos oferece. Tradicionalmente, a árvore da Páscoa é montada dentro de casa ou nos jardins com um galho seco, que simboliza a frieza e morte do sepulcro de Jesus Cristo. No galho são colocadas cascas de ovos coloridos decorados pelos integrantes da família. O ovo simboliza que há vida dentro dele e dali ela brota, apesar de estar escondida até o momento em que a ruptura acontece. A PÁSCOA DE HANSA, recebe este nome porque a cidade de Corupá foi fundada em 1897 com o nome de Hansa Humboldt, em homenagem ao naturalista alemão Alexander von Humboldt e a Companhia Hanseática de Colonização de Hamburgo, que visava colonizar o estado. Outro intuito também é apreciar a língua alemã que ainda é muito forte entre os habitantes e despertar o ato de valorizar suas tradições, hábitos e costumes. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Vale ressaltar que o Instituto Catarina Brasilis tem preocupação com meio ambiente, compensando carbono através de empresa contratada que planta árvores em sistemas agroflorestais em propriedades de agricultura familiar. Também participamos do Movimento Nacional ODS Santa Catarina - Comitê São Bento do Sul e Região, no qual sempre estamos atentos a realização de ações com alguma participação em um ou mais ODS da Agenda 2030.
O evento acontecerá em 03 dias diferentes, sendo 01 dia voltado para a montagem e decoração da Osterbaum e os outros 02 dias para uma programação pensada no período da tarde com a apresentação da trupe, o desfile festivo, contação de história, pintura de rosto e feira de artesanato e produtos de produtores locais.
Para o produto cadastrado, estamos propondo: Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoa com deficiência.Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição.Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras e a possibilidade de estar no meio e/ou entorno da trupe para sentir a vibração enquanto esta se apresenta.Acessibilidade para deficientes intelectuais: equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
Para o produto cadastrado no plano de distribuição, estamos propondo as seguintes ações de democratizaçãode acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil;
Roseli Siewert, Coordenação geral (é sócia proprietária da empresa Siewert Assessoria e Consultoria Ltda, menciono este detalhe porque a nota fiscal sairá neste CNPJ: 37.331.768/0001-58): É Presidente do Instituto Catarina Brasilis, entidade proponente da presente proposta. Irá realizar a função de Coordenação Geral. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral” e será responsável pela gestão administrativa e financeira do mesmo. Desta forma, tem o compromisso de escrever e inscrever o projeto, analisar e contratar a equipe de trabalho, entrar em contato com os fornecedores e assinar os contratos com os mesmos, locar a infraestrutura necessária para a realização do evento, realizar os pagamentos das despesas do projeto e prestar contas juntamente com o contador do presente projeto. É Especialista em Gestão e Políticas Culturais. Tecnóloga em Processos Gerenciais e acadêmica em Museologia. Capacitada em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos. Iniciou suas atividades culturais, em 2009. Gabriella Eger Lux, Coordenadora de Produção: Acadêmica em Museologia. Formada em Administração com Habilitação em Recursos Humanos. Especialista em Museografia e Patrimônio Cultural pelo Claretiano. Extensão em Museologia pela Faculdade São Luiz. Conservadora pelo ATECOR - Atelier de Conservação e Restauro de Culturais. Formação em Ações Educativas (Percebe Educa) e Inclusivas (Arte Inclusão). Coordenadora Museológica do Museu WEG de Ciência e Tecnologia. Daiana Kozerski, Elaboração de Prestação de Contas (é sócia proprietária da empresa DM Consultoria e Assessoria Ltda, menciono este detalhe porque a nota fiscal sairá neste CNPJ: 49.411.781/0001-04): Registrada no CRC/SC sob o n° 042387/O-0. Graduada em Ciências Contábeis pela Católica/SC. Possui 12 anos de experiência com rotinas da área contábil. Fará a prestação de contas do presente projeto. Isabela Santos, Coreógrafa: Bailarina desde os 07 anos e participou do dança livre na escola Roland Harold Dornbusch; bolsa na escola de dança Wald Oliveira realizando aulas de jazz com o professor Wald Oliveira e Dani Grossl; bolsa no projeto Dentro da Dança, estudando balé clássico com Andreia Velasco e dança contemporânea com Daniel Malagoli; integrante do espetáculo “Às Vesperas” realizado na Scar com direção de Lisa Jaworski e aulas de Fernando Lima; bailarina na No.Vo Cia de Dança com aulas diárias de balé clássico com José Kniss e dança contemporânea com Daniel Malagoli; bailarina no Espaço Cênico Dani Grossl com aulas de baléclássico com Wald Oliveira e dança contemporânea com Dani Grossl; atualmente bailarina na Scar com aulas ministradas por Andreia Velasco. Cursos: balé classico: com Lars van Cauwenbergh, Cecília Kerche, Adriana Assaf, Regina Kotaka, José Kniss; jazz: Luana Espindol, Ed Wilson; dança contemporânea: Fernando Lima, Daniel Malagoli. Coreógrafa e professora: ministrando aulas em Corupá desde 2015; ministrei aulas no apoio pedagógico Primavera, Corujinha, Espaço Cênico Dani Grossl e Galpão da Dança; cursando Pedagogia e Técnica na Escola Bolshoi.
Prorrogação aprovada e publicada no Diário Oficial da União.