Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 236636Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Política, pensamento e forma

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,06 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-02
Término
2024-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A exposição Política, pensamento e forma sob a curadoria de Marilia Panitz, André Severo e Evandro Salles, contempla 50 artistas contemporâneos e cerca de 150 obras e cuja análise é a proposição para um olhar sobre os caminhos e poética da arte brasileira.

Sinopse

EXPOSIÇÃO Política, pensamento e forma A mostra tem curadoria de Marilia Panitz, Evandro Salles e André Severo e apresenta 150 obras de 50 artistas brasileiros. O trio curatorial propõe ao visitante um diálogo sobre qual é o papel da arte no processo de reinvenção e transformação do mundo através da cultura e de como isso se processa na atual produção de arte. Reunirá um grupo de artistas entre nomes consagrados da arte brasileira e jovens que desafiam os padrões estabelecidos e buscam ou buscaram novas formas e caminhos para se olhar o mundo. A ideia é fazer uma prospecção na produção brasileira de arte dos séculos XX e XXI em torno do desenvolvimento de formas que extrapolam e transcendem as apropriações e esvaziamentos no campo híbrido de ressignificações onde a arte transita, que é o campo da linguagem.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição Política, pensamento e forma na cidade do Rio de Janeiro sob a curadoria Marilia Panitz, André Severo e Evandro Salles que selecionará 50 artistas e 150 obras contemporâneas com a proposição de qual é o papel da arte no processo de reinvenção e transformação do mundo através da cultura e de como isso se processa na atual produção de arte. OBJETIVOS ESPECÍFICO O projeto Política, pensamento e forma tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra GRATUITA com cerca de 150 obras de 50 artistas contemporâneos brasileiros (180 dias); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 06 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

Estruturalmente, toda transformação na arte se dá através da forma. Na arte moderna, as vanguardas tornaram as invenções formais instrumentos revolucionários de ação social nos vários planos de sua atuação: linguístico, psicológico, cultural e político. E essa é uma operação que se incorpora à produção contemporânea de arte. O eixo estrutural da mostra Política, pensamento e forma é o papel da arte no processo de reinvenção e transformação do mundo através da cultura e de como isso se processa na atual produção de arte. Historicamente, a arte moderna teve um papel fundamental nas enormes mudanças pelas quais passou a sociedade humana. As novas tendências da arte, desde o século XIX, escandalizaram sociedades conservadoras. Marginalizada inicialmente, a produção das vanguardas europeias foi finalmente incorporada ao circuito institucional e comercial. Por um lado, a partir da opção do sistema soviético pelo academicismo realista doutrinário (a imposição do conteúdo sobre a forma), opção que submeteu seus extraordinários artistas modernos à perseguição e ao isolamento. Por outro, o âmbito da guerra ideológica polarizada entre Estados Unidos e União Soviética na primeira metade do século XX gerou a inusitada opção capitalista pela arte revolucionária. Entretanto, como não poderia deixar de fazer, esvaziando seus conteúdos transformadores. Inventava-se assim o academicismo moderno, o formalismo. Toda sobreposição ou imposição de conteúdos sobre a forma gera academicismos e maneirismos que fazem esvaziar o sentido de sua busca ou ação original. Em seus extremos opostos, são exemplos já clássicos desse processo tanto o realismo socialista stalinista de um lado, como o abstracionismo informal tachista de outro. Mas muitos outros formatos se sucederam e se sucedem até os dias de hoje. A posterior ampliação do olhar institucional e de mercado para a produção de arte fora do eixo Europa-América do Norte, que os levou a lançar-se sobre a produção do hemisfério sul e sobre os grupos invisibilizados em seu território, também tende a não escapar da determinação de certas categorias pré-estabelecidas que as relegam a uma visão estreita de seu papel cultural. Na chamada contemporaneidade, o mercado, associado ao aparato institucional, é o grande agente do academicismo, do esvaziamento de sentidos do fazer da arte. Arte, ciência e conhecimento, desde a renascença, sempre convergiram suas práticas nas elaborações de formas que dessem corpo a novas linguagens e tecnologias. É nesse sentido que as palavras Política e Pensamento inserem-se em suas relações com a arte, quando ela passa a ser instrumento de transformação de visões sobre o humano, sobre a sociedade; instrumento de transformação cultural e social. Política, Pensamento e Forma, nesse sentido, estão profundamente associados no campo da arte. Assim, esta exposição busca colaborar na reflexão sobre a produção atual de arte no âmbito de suas políticas da forma. A ideia é fazer uma prospecção na produção brasileira de arte dos séculos XX e XXI em torno do desenvolvimento de formas que extrapolam e transcendem as apropriações e esvaziamentos no campo híbrido de ressignificações onde a arte transita, que é o campo da linguagem. A exposição reunirá um grupo de artistas entre nomes consagrados da arte brasileira e jovens que desafiam os padrões estabelecidos e buscam ou buscaram novas formas e caminhos para se olhar o mundo. E, como ações relacionadas à proposta curatorial de propor as questões acima pontuadas, durante todo o período da mostra, serão desenvolvidas atividades que a abordem sob pontos de vista diversos, e que se constituirão em convites ao público para que tome parte na discussão apresentada por Política, Pensamento e Forma. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto Política, pensamento e forma - foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 10 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto Política, pensamento e forma realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

01. A exposição A exposição Política, pensamento e forma sob a curadoria de Marilia Panitz, André Severo e Evandro Salles, contempla 50 artistas contemporâneos e cerca de 150 obras e cuja análise é a proposição para um olhar sobre os caminhos e poética da arte brasileira. A mostra ficará em cartaz por 180 dias, terá classificação indicativa LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS E ENTRADA FRANCA. 02. Catálogo das obras Capa flexivel - 15x21 cm no tamanho fechado 15,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 34,9x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento Quantidade: 1000 unidades 03. Palestra com críticos e pesquisadores convidados Serão realizados 06 encontros para discutir o projeto e seus desdobramentos onde críticos e pesquisadores convidados apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre o projeto e seus desdobramentos na arte brasileira (50 vagas por encontro - total de vagas 300 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

O projeto Política, pensamento e forma - realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. MARILIA PANITS – CURADORA Vive e trabalha em Brasília -DF Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. André Severo – CURADOR Vive e trabalha em Porto Alegre – RS. É artista, curador, produtor e gestor cultural. Mestre em poéticas visuais pela UFRGS, produziu projetos como Areal, Lomba Alta e Dois Vazios. Realizou mais de uma dezena de filmes e instalações audiovisuais e publicou, entre outros, os livros Consciência errante, Soma e Deriva de sentidos. Foi curador associado da 30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas e co-curador da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza. Entre 2018 e 2019, ao lado de Marília Panitz, realizou 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasília, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2021, juntamente com Paulo Herkenhoff, realizou Arquiperiscópio, exposição individual com caráter retrospectivo que ocupou os quatro andares do Oi Futuro no Rio de Janeiro. Entre suas principais premiações destacam-se o Programa Petrobrás Artes Visuais - ano 2001; o Prêmio Funarte Conexões Artes Visuais, 2007; o Projeto Arte e Patrimônio 2007; o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009; o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas; o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça - 6ª Edição; o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014, em 2014; o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2015; e o Prêmio Sérgio Milliet da ABCA pelo livro Artes Visuais – Ensaios Brasileiros Contemporâneos. EVANDRO SALLES – CURADOR Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Evandro Salles é curador de artes visuais, artista plástico, designer gráfico, produtor cultural, professor e realizador de vídeos e desenhos animados. Estudou arte entre 1975 e 78 na Escola de Artes Visuais, Parque Lage, no Rio de Janeiro. Título de Notório Saber em Artes Visuais conferido em 1998 pela UnB, Universidade de Brasília. Mestre em Arte e Tecnologia – Instituto de Artes, UnB, 2002. Atual curador do Centro Cultural Justiça Federal • CCJF – Rio de Janeiro. Foi Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio• MAR (2016/2019), fundador e diretor executivo da Fundação Athos Bulcão (1992/96); Secretário Adjunto de Cultura do Distrito Federal (1997/98); Fundador e diretor do Instituto CASA • Convergências da Arte Sociedade e Arquitetura (2014/2018) Como curador e organizador de exposições de arte, realizou entre outras as exposições Mestres Espanhóis e a Gravura; Gráfica Utópica: Arte Gráfica Russa 1904-1942; Fluxus; Amilcar de Castro; Cildo Meireles; Ernesto Neto; Yoko Ono. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.