| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 4,47 mi |
O "Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta" promove a diversidade cultural brasileira, destacando expressões audiovisuais dos povos indígenas e populaçõestradicionais amazônicas pouco conhecidos pela sociedade. O festival integra exposições fotográficas, vídeos, musicais, danças, oficinas e debates permitindo queconhecimentos circulem na sociedade e possam produzir efeitos para afirmação de nossa diversidade cultural, para usufruirmos da riqueza que essa diversidade gera erelembrarmos o direito dos povos às suas tradições.
O "Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta" promove a diversidade cultural brasileira, destacando expressões audiovisuais dos povos indígenas e populações tradicionais amazônicas pouco conhecidos pela sociedade. O festival integra exposições fotográficas, vídeos, musicais, danças, oficinas e debates permitindo que conhecimentos circulem na sociedade e possam produzir efeitos para afirmação de nossa diversidade cultural, para usufruirmos da riqueza que essa diversidade gera e relembrarmos o direito dos povos às suas tradições. O festival, vem trazendo uma oportunidade de realizar intercâmbios entre artista, já que um dos pontos dessa festividade e sempre levar um artista de Rondônia e outro artista da cidade onde tiver ocorrendo o festival, a mostrarem seus talentos através de shows que irá ocorrer no decorrer do evento, isso na edição nacional, já na internacional, será mostrado e valorizado o artista de Rondônia. O principal objetivo desses intercâmbios, tanto nas edições nacionais quanto nas internacionais, é oferecer uma oportunidade para artistas talentosos, mas sem reconhecimento no cenário nacional, de mostrarem e divulgarem seus talentos. Outro ponto importante é a oportunidade de povos indígenas e populações tradicionais iram ter, já que a Amazônia é lar de uma diversidade impressionante de culturas e povos indígenas, cada um com suas tradições, línguas, costumes e conhecimentos ancestrais. Ao retratar essas comunidades, as exposições fotográficas ajudam a preservar e documentar suas histórias, contribuindo para a compreensão das origens e evoluções culturais ao longo do tempo. Sem deixar também de oportunizar o lado social, o festival vai contar com oficinais formativas audiovisual, a fim de levar a sociedade local mais conhecimento e proporcionando outras oportunidades a essas pessoas, e rodas de conversas, debatendo assuntos relacionados a questões socioambiental, tais como mercados verdes e mudanças climáticas. Estão previstas a realização de 6 edições do Festival em 6 capitais brasileiras, sendo 4 delas no Norte (capitais com fracos aparatos de difusão cultural), 1 no Sudeste do país (São Paulo) e 1 na região Centro-Oeste (Brasília). Sua proposta é valorização do patrimônio material e imaterial, disseminar e valorizar a cultura amazônica, criar um ambiente de trocas entre “culturas” dos Estados amazônicos e gerar postos de trabalho e emprego. A proposta alinha-se aos ODSs 4, 5, 10, 13, 15 e 17.
OBJETIVO GERAL Fortalecer as expressões populares da Região Norte e promover acesso ao conhecimento sobre a Amazônia como forma de gerar sentimento de pertencimento à sociedade, valorização do patrimônio social e natural através de intercâmbios étnico-culturais entre os povos da floresta (indígenas e populações tradicionais) e expressões artísticas regionais através do "Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta" OBJETIVO ESPECÍFICO · Realizar 6 exposições fotográficas e experiências sensoriais de vídeo em seis cidades do Brasil. · Realizar 12 mostras de danças indígenas e de populações tradicionais em seis cidades do Brasil. · Realizar 24 oficinas de produção de fotos e vídeos de conteúdo para web, utilizando o telefone celular. · Realizar 12 "rodas de conversas" sobre temas socioambientais em seis cidades do Brasil. . Promover a geração e emprego e renda a partir de atividades culturais nos municípios beneficiados pelo projeto.
Um dos mais valiosos patrimônios do Brasil é sua diversidade cultural. Contamos com centenas de línguas e culturas distintas e ainda pouco conhecidas, como as populações tradicionais amazônicas e seus povos indígenas. Conhecer e registrar estes povos, permitindo que estes conhecimentos circulem na sociedade brasileira, inclusive entre eles, é um caminho para afirmação de nossa diversidade cultural, para usufruirmos da riqueza que essa diversidade gera e relembrarmos o direito dos povos às suas tradições, tanto para que a sociedade possa conhecer, como para que os povos da floresta de diferentes locais da Amazônia possam difundir seus saberes, (Art. 1° inciso III e o Art 3°, inciso II, letra "c" da lei 8313/91, combinado com o Art 3° inciso III). Essa ação visa dar "voz", autonomia e protagonismos de fala aos grupos em situação de vulnerabilidade, bem como ampliar o conhecimento social sobre a Amazônia, seu patrimônio biológico, humano, histórico material e imaterial. Ao incluir os povos da floresta em eventos culturais, reconhecemos a sua importância e contribuição para a formação da identidade cultural de uma região ou país. Isso demonstra respeito pela diversidade cultural e promove a igualdade, combatendo estereótipos e preconceitos. Até então, o isolamento que recobria a Amazônia com o manto do mistério, distância e intemporalidade, que a impedia de intercambiar seus bens culturais, contribuiu para que se acentuasse sobre ela uma visão folclorizante e primitivista. A cultura amazônica tem padecido de uma espécie de incompreensão e confinamento. Parece ser uma cultura proscrita a uma espécie de marginalidade tolerada e compassiva. E nisto reside uma das contradições fundamentais da cultura na região: ela é dominante no sentido de pertencer à camada social que abrange a maior parte da população, mas é também marginal, na medida em que é rejeitada ou não reconhecida pelos poderes instituídos e geralmente ignorada pelas políticas públicas. E ainda pelo fato de que as manifestações artísticas próprias dessa cultura se fazem fora dos espaços culturais que o poder público constrói e destina _ quase exclusivamente _ à cultura "branca", dominante e europizada. O acesso ao conhecimento e assim, por consequência, a aprendizagem sobre outras culturas, são entendidas nos dias de hoje como função essencial ao homem, vetor de identidade numa sociedade fortalecedora dos entrelaçamentos da comunidade, que possa ter como componente de aproximação intuitiva e compreensiva, a emoção que essa cultura desperta. As comunidades tradicionais possuem um patrimônio cultural único, transmitido ao longo de gerações. O "Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta", previsto para 24 meses, pretende atuar na difusão e valorização cultural em âmbito nacional e internacional, percorrendo 6 capitais do Brasil na seguinte ordem: Porto Velho, Macapá, Boa Vista, Belém, São Paulo e Brasília, 6 capitais ao todo. O projeto poderia percorrer grandes centros, porém foi idealizado, principalmente, para locais com fracos aparatos de difusão cultural como forma de permitir o acesso das populações menos favorecidas à expressões culturais. O objetivo principal do projeto é promover intercâmbio étnico-cultural entre os povos da floresta e expressões artísticas regionais da Amazônia brasileira e levar nossa cultura a sociedade nacional e a países europeus. Acreditamos que para além dos eventos, o conhecimento gere sentimento de pertencimento, independente da sociedade em que for apresentado. E que esse sentimento de pertencimento gera respeito e valorização do patrimônio, permitindo que sejam ampliadas as vozes em prol da conservação. Serão usadas linguagens fotográficas, vídeos indígenas (acervo Rioterra e convidados, inclusive indígenas), vídeos sensoriais (realidade virtual/360, a serem captados), apresentações musicais, danças e cantos (etnias Suruí, Gavião, Arara, Zoró, Makurap e outras). Também haverá oficinas áudio visuais e debates (temas socioambientais com especialistas) com reserva de vagas para mulheres, LGBTQIAPN+, negros e indígenas. O festival ocorrerá em grandes teatros ou galerias. Não será cobrada entrada. Será dada preferência para locais de fácil acesso à população. O festival permanecerá 10 dias aberto à população em cada localidade (sexta a domingo da semana posterior) no período de 10h às 22h (exceto nas duas primeiras noites, que se encerrará as 24h). No primeiro dia será feita a abertura com fala das autoridades. Em seguida haverá uma visita guiada pela Exposição fotográfica e mostra de vídeo sensorial. Após essa atividade o público será dirigido ao espaço onde ocorrerão os debates e as apresentações de canto e dança. Na entrada haverá um espaço para fotos (instagramável), com as marcas do Governo Brasileiro/Ministério da Cultura e Rioterra. Em cada edição do Festival se apresentarão músicos e grupos indígenas/folclóricos (populações tradicionais) de Rondônia, Amapá, Roraima e Pará como forma de valorizar a cultura e o intercâmbio regional. No segundo dia, a exposição e mostra de vídeo estarão abertas a partir da 10h. Os debates e shows musicais se iniciarão as 19:30h. Durante os shows a exposição continuará aberta. Os debates e shows musicais e de dança acontecerão durante dois dias (sexta e sábado). Nos demais dias a exposição segue sem essas atividades. As oficinas de áudio visual com o celular (vídeo e foto) serão realizadas concomitantemente segunda e terça-feira e repetidas novamente quinta e sexta-feira, proporcionando maior acesso. Os músicos serão definidos posteriormente. O Festival oferece entretenimento de qualidade e, ao mesmo tempo em que gera renda e empregos temporários, promove a cultura e conscientiza sobre a importância dos povos, seu patrimônio material e imaterial e suas relações com a floresta. O projeto ainda contempla os ODSs 4, 5, 10, 13, 15 e 17. Espera-se que o festival, previsto para 6 edições, ganhe tração, cresça e com o passar dos anos possa ser um espaço de referência em difusão da cultural nacional. A ideia não é a de fazer deste estudo uma expressão etnocentrista de uma determinada cultura, nem de exaltar a excelência de uma cultura que, aparentemente, parece imobilizada no tempo. Mas, de discutir e contestar as ideias da cultura popular da Amazônia, revelar sua originalidade, apresentar sua riqueza, compreender seus traços essenciais e dominantes. Queremos que a sociedade conheça, debata, reflita, tente entender e buscar alternativas para mudar a realidade massacrante em que muitos vivem e ainda, valorizar as contribuições de outras culturas para nossa, enxergar onde essas inúmeras fusões estão presentes. Estes, são exercícios de um rico trabalho de natureza meramente cultural. O "Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta" é um caminho para expressão dessas pessoas, invizibilizadas pela sociedade e uma forma de contribuir para a valorização dos povos das florestas e o desenvolvimento sustentável.
O “Festival Multilinguagens dos Povos da Floresta” surge como uma oportunidade de visibilidade dos artistas locais, no coração das cidades, onde a agitação urbana parece vibrar, existe uma realidade muitas vezes invisível aos olhos apressados. Artistas talentosos, portadores de criatividade e expressão, frequentemente encontram-se à margem da sociedade, afastados das oportunidades que merecem. Esse festival vem a pedido dos próprios indígenas. Olhando na frente, esse festival tem um potencial de crecimentos, pois ele prioriza os povos da floresta amazônica, ja que a mesma possuem fracos aparatos de difusão e visibilidade cultural. Essa falta de visibilidade não apenas prejudica os artistas, mas também empobrece as cidades e priva as comunidades de uma riqueza cultural inestimável. A mídia, incluindo rádio, televisão e mídias digitais, tende a dar mais destaque a artistas que já têm uma certa visibilidade. Como resultado, artistas locais podem ter dificuldade em atrair a atenção da mídia nacional, perpetuando o ciclo de falta de visibilidade. Os festivais oferecem uma série de benefícios importantes que contribuem para a promoção e o reconhecimento dos artistas, já que atraem visitantes diversificadas de diferentes regiões e origens. Isso permite que os artistas alcancem um público maior e mais variado do que poderiam atingir por conta própria. A exposição a um público mais amplo pode levar a novos seguidores, fãs e admiradores. Quando se pensa em realização de festival cultural é importante ressaltar que além de ser um espaço para promoção e visibilidade artística, também ele vem oportunizando um olhar diferenciado a cidade que o recebe, Festivais culturais são eventos que transcendem a mera celebração de tradições e costumes. Eles representam uma rica tapeçaria de expressões humanas, um reflexo da diversidade e criatividade que moldam as culturas ao redor do mundo. Quando realizados em cidades, esses festivais não apenas enriquecem a vida dos habitantes locais, mas também atraem visitantes de todos os cantos, contribuindo para a economia e reforçando o tecido social da comunidade. Essas celebrações culturais em forma de festival não se limitam a uma única comunidade; elas abrem as portas para o mundo. Cidades que sediam festivais culturais se tornam pontos de encontro globais, onde pessoas de diversas origens podem se reunir e compartilhar experiências. Esse intercâmbio cultural cria pontes entre diferentes grupos, promovendo a compreensão mútua e a tolerância. Assim, as cidades se transformam em locais de encontro pacífico, onde barreiras são derrubadas e estereótipos são desafiados. A realização de festivais culturais nas cidades da região norte possui grande importância para a promoção da diversidade, preservação das tradições locais e impulso ao turismo e levar esse festival para fora do Brasil e uma maneira de levar a cultura do Brasil a outros locais e mostrar quão rica é a nossa diversidade e quão talentosos são os nossos artistas. Enquanto o mundo volta sua atenção para o desenvolvimento econômico e os avanços tecnológicos, é crucial não perder de vista os valores intrínsecos da biodiversidade e da cultura que moldam nossas vidas. Em contraponto à crescente influência do agronegócio, os festivais culturais emergem como guardiões da diversidade biológica e cultural, desempenhando um papel vital na preservação desses tesouros inestimáveis. A diversidade biológica é a base da vida em nosso planeta. Cada espécie, ecossistema e microorganismo contribui para a estabilidade ecológica que sustenta a humanidade. No entanto, o avanço implacável do agronegócio muitas vezes prioriza a monocultura em detrimento da riqueza biológica. Isso leva à perda de variedade genética nas culturas agrícolas, aumentando a vulnerabilidade às pragas e doenças e reduzindo a resiliência das cadeias alimentares. Festivais culturais, por outro lado, celebram a diversidade de plantas e animais através da culinária, música, dança e arte, lembrando-nos de nossa interdependência com a natureza e incentivando a preservação das espécies e ecossistemas nativos.
A exposição terá a duração de 10 dias em cada cidade visitada, com a exposição de 80 quadros. Esses quadros serão expostos em totens de mdf com tamanhos variados, pois seguirão o formato das fotos. Cada totem irá comportar fotos de tamanhos variados, somando 80 no total. A exposição fotográfica contemplará toda a cultura dos povos amazônicos. O vídeo será produzido utilizando a tecnologia de realidade virtual, utilizando computadores, juntamente com óculos de realidade virtual. Esses óculos enviarão imagens e sons em 3 dimensões, proporcionando a sensação de estarmos em outro mundo, totalmente digital. Isso proporcionará aos visitantes uma experiência única de se sentirem dentro da floresta amazônica. A duração média do vídeo será de 3 minutos. O show musical na fase nacional ocorrerá em forma de intercâmbio cultural com duração de 50 minutos por músico. Sempre haverá um artista do estado de Rondônia e um artista do local onde estará acontecendo esse festival. Na edição internacional, contará com a participação apenas de um artista brasileiro. Os dias em que acontecerão esses shows serão nos dois primeiros dias do início do festival. Nos dois primeiros dias do festival, acontecerá também a apresentação da dança de povo indígenas e uma dança típica do local onde acontecerá o festival, isso na fase nacional, na internacional acontecerá somente a apresentação dos indígenas da Amazônia. A dança indígena é uma expressão cultural arraigada nas tradições das comunidades nativas em todo o mundo, celebrando rituais, contando histórias e fortalecendo laços tribais. Cada dança é única, refletindo a ligação profunda dos povos indígenas com a natureza e incorporando movimentos que imitam elementos naturais. Atrelada a isso, durante o decorrer do festival, a questão da informação e formação também será contemplada no Festival dos Povos da Floresta. Serão realizadas rodas de conversa com participação de três professeres/pesquisadores convidados de universidades federais e instiuições de pesquisa locais, e um respresentante da Rioterra e um mediador, com três temas abordados que estarão relacionados a questões socioambientais. Na parte da formação social, o festival trará oficinas de fotografia e produção de vídeo para a web. Com o objetivo de impulsionar a economia local o intrutor sempre será local. As oficinas visam promover o desenvolvimento social e capacitar os participantes com novas habilidades que possam proporcionar novas oportunidades. PROJETO PEDAGÓGICO DA OFICINA AUDIOVISUAL Introdução: A oficina de audiovisual com telefone celular tem como objetivo capacitar os participantes a criar conteúdo visual de qualidade usando as ferramentas disponíveis em seus dispositivos móveis. Através da exploração de técnicas de fotografia e produção de vídeos, senso crítico e referências visuais, os participantes serão incentivados a desenvolver habilidades criativas e técnicas, aprimorando sua compreensão e entendimento da linguagem do audiovisual. Utilizando os conhecimentos em seu cotidiano para apresentar ao mundo sua realidade. Plano de aula fotografia com o telefone celular Duração: 16 horas Público-alvo: Jovens e adultos interessados em aprender técnicas de fotografia utilizando telefones celulares. Objetivos: • Introduzir os conceitos básicos de composição fotográfica. • Explicar os conceitos de fotometria e enquadramento. • Apresentar referências visuais. • Fomentar discussão teórica sobre a importância da imagem e suas narrativas. • Explorar recursos viáveis como aplicativos gratuitos disponíveis em telefones celulares para edição de imagem. • Desenvolver através do diálogo e um espaço de pertencimento a autonomia dos participantes para narrar as próprias vivências através de fotografias. • Estimular a criatividade e olhar crítico em relação ao mundo visual ao seu redor. • Fomentar a colaboração e troca de conhecimentos entre os participantes. Da oficina: Introdução a fotografia: • Apresentação do curso e dos instrutores. • Breve história da fotografia, evolução e importância social. • Explicação sobre Iso, Diafragma e Obturador. • Entender o próprio aparelho telefônico e as ferramentas de imagem disponíveis. • Introduzir os conceitos de composição de imagem, enquadramento, iluminação e cores. • Explorar de diferentes estilos fotográficos como: retrato, paisagem, arquitetônico, etc. • Exercícios práticos de fotografia em diferentes cenários. • Exercícios práticos de composição fotográfica utilizando telefones celulares. Técnicas de Fotografia com Celular Trabalho final: • Uma roda de conversa em que os participantes pontuam os principais aprendizados e a maneira como a oficina colaborou para o desenvolvimento de perspectivas visuais. • Cada participante escolherá uma das fotos realizadas durante a oficina para ser publicada nas mídias do projeto. Plano de aula produção de vídeo com o telefone celular: Objetivos: • Desenvolver senso crítico na construção de conteúdos visuais. • Realizar narrativas estruturadas que contemplem o senso de realidade de cada participante. • Da oficina: • Introdução à linguagem cinematográfica: plano, enquadramento, movimento de câmera. • Explicação de técnicas e ângulos para gravação de vídeos. • Edição básica de vídeos no celular: cortes, transições, adição de banco de trilhas sonoras. • Criação de pequenas narrativas visuais que contenham início, meio e fim. • Edição e compartilhamento de conteúdo. • Explorar aplicativos de edição de fotos e vídeos. Trabalho final: • Uma roda de conversa em que os participantes pontuam os principais aprendizados e a maneira como a oficina colaborou para o desenvolvimento de perspectivas visuais. • Cada participante escolherá entre um dos vídeos produzidos durante a oficina para ser compartilhado nas mídias do projeto. Recursos Necessários: • Telefones celulares com câmera. • Acesso à internet para baixar aplicativos e recursos. • Espaço físico para ministrar oficina Considerações Finais: A oficina de produtos audiovisuais com telefone celular tem como finalidade oferecer uma oportunidade para que os participantes possam explorar sua criatividade e senso crítico, desenvolverem habilidades práticas na produção de conteúdo visual. Ao final do curso, os participantes estarão mais confiantes em suas habilidades audiovisuais e prontos para criar imagens e vídeos que retratam suas realidades. Aprimorando a qualidade alcançada com seus telefones celulares. Plano pedagogico dos debates (rodas de conversas) Título da Roda de Conversa: A definir Duração Total: Uma hora Moderador: (Nome do Moderador) Palestrantes: (Nome do Palestrante 1) - Especialista em: A definir (Nome do Palestrante 2) - Especialista em: A definir (Nome do Palestrante 3) – Epecialista em : A definir Cronograma: 18:30 - 18:35 (5 minutos) - Abertura e Introdução Bem-vindos e agradecimentos aos participantes. Breve introdução ao tópico da roda de conversa. Apresentação dos palestrantes e do moderador. 18:35 - 18:45 (10 minutos) - Palestrante 1: "Tema a Definir" 18:45 – 18:55 (10 minutos) - Palestrante 2: "Tema a Definir" 18:55 - 19:05 (10 minutos) - Palestrante 3: "Tema a Definir" 19:05 – 19:20 (15 minutos) - Discussão e Perguntas dos Participantes O moderador conduz uma discussão entre os palestrantes e os participantes. Os participantes podem fazer perguntas e comentários sobre os tópicos apresentados. Os palestrantes respondem às perguntas e incentivam a troca de ideias. 19:20 - 19:25 (5 minutos) – Encerramento
Projetar espaços físicos acessíveis: serão realizadas visitas prévias aos locais dos eventos e garantir que o local tenha acessibilidade, tais como, rampas de acesso, corrimãos, elevadores, portas largas o suficiente para cadeiras de rodas, pisos táteis, banheiros adaptados, entre outros recursos que facilitem a locomoção de pessoas com deficiência física. As imagens fotográficas (físicas) terão legendas descritiva, legendas em braile e áudio. Os vídeos terão legendas. Isso permite que pessoas com deficiência visual, dislexia ou dificuldades cognitivas tenham acesso às informações de maneira adequada. Toda a equipe de trabalho será treinada, a fim de promover a conscientização sobre as necessidades e direitos das pessoas com deficiência. Isso ajudará a garantir um atendimento adequado e inclusivo no festival. Na cerimônia de abertura da exposição haverá um intérprete de línguas de sinais.
O evento busca um compromisso com valores mais amplos e contribuição para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, com isso pode ser criada uma atmosfera mais enriquecedora e diversificada, onde diferentes perspectivas podem se encontrar e interagir de maneira significativa. Com isso a acesso ao evento será 100% gratuito, no intuito de incluir pessoas sem poder aquisitivo, mas apreciadores de arte. A única coisa que será vendida são pôsteres relativos as imagens da exposição, para que o valor seja revertido em partes aos artistas e aos indigenas, além disso o festival fomenta a visibilidade dos povos originários, que na maioria das vezes vem sendo esquecidos na cultura e arte brasielira. Durante sua realização, será realizado oficinas formativas sobre produção áudio visual (foto e vídeo), com a finalidade de gerar autonomia de voz e permitir que os jovens participantes possam ser protagonistas de suas histórias e estórias. Essas oficinas os números de vagas serão distribuídos da seguinte forma: 40% ao público em geral, com idade mínima igual ou maior a 18 anos. As vagas seram destribuidas seguindo os seguintes critérios : 40% das vagas serão destinados a estudantes de instituições de públicas, 10% das vagas destinados a pretos e 10% para comunidade LGBTQIAPN+, obedecendo os critérios de idade já citado acima. Como a estimativa de público presencial e de 5.000,00 pessoas por cidade visitada, serão ofertadas 40 vagas na oficina de áudio visual (foto e vídeo), em cada local. O evento contará também com Transmissão ao vivo via web, com a utilização desses recursos de transmissão ao vivo pela internet o Festival chegará ao público que não poderá ir até o local do evento, com isso tendo um alcance de mais pessoas que acompanhe a exposição e seus atrativos, show cultural, dança, oficinas e rodas de conversas. Será também explorado estratégias de integração com redes sociais populares, como Instagram, YouTube e Facebook. Isso permite compartilhar momentos do festival, promover a interação dos espectadores e criar uma comunidade online em torno do evento. Além disso, pode-se incentivar os participantes a compartilharem suas experiências usando hashtags específicas do festival, aumentando o alcance nas redes sociais.
O Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia – RIOTERRA é uma OSCIP, criada em 1999, em Porto Velho, estado de Rondônia, Brasil, com atuação em Rondônia e mais de 23 anos de experiência em trabalhos com agricultores familiares, indígenas e populações tradicionais. Desde que a Rioterra foi fundada ela vem promovendo eventos culturais, como produção de documentários, ligados a povos tradicionais e especialmente exposições fotográficas itinerantes, como o projeto "Amazônia Vai à Escola" através da Lei Rouanet, e tendo expertise tambem em organização de grandes eventos , estando já a na quinta ediçãodo Seminários Perspectiva florestais para a conservação da amazõnia. O seu propósito é promover a construção de uma sociedade analítica, plenamente consciente de seu entorno socioeconômico e ecológico. Seu objetivo é apresentar um paradigma de crescimento ambientalmente orientado para a região, unindo a preservação e a sustentabilidade nos âmbitos social, econômico e ambiental, ao reconhecimento e respeito pelos saberes das comunidades locais. Contamos com uma equipe totalmente empenhada de gestão administrativa e financeira, captação de recursos e coordenação de atividades, para isso contamos com um time amplamente qualificado e treinado, com anos de experiência que trabalham em conjunto para garantir que os recursos da organização sejam gerenciados de forma eficiente e que as atividades sejam coordenadas de maneira eficaz, com isso a instituição tem uma grande capacidade em gerir recursos, com diversos projetos finalizados e outros em andamento. A dedicação dessas equipes é crucial para o sucesso da organização, pois uma gestão eficiente dos recursos, aliada à captação adequada de fundos e à coordenação eficaz das atividades, permite que a organização atinja seus objetivos de maneira sustentável. Essa colaboração entre essas equipes e uma comunicação clara, são pontos que a organização preza muita, pois são essenciais para garantir que todos estejam alinhados em relação aos objetivos e às estratégias da organização. A Rio terra hoje trabalha em prol ao desenvolvimento socioambiental, que é um desafio complexo que requer a colaboração e ação conjunta de diversos atores da sociedade. E uma das expertises dessa organização e a capacidade de articulação com diferentes atores, tais como, governança pública, privada a e sociedade civil. Nesse contexto, a articulação entre o setor público, o setor privado e a sociedade civil, incluindo agricultores, comunidades tradicionais e indígenas, desempenha um papel fundamental para alcançar um equilíbrio entre crescimento econômico, preservação ambiental e inclusão social. Essa parceria tripartite não apenas fortalece os esforços em direção a um desenvolvimento sustentável, mas também cria sinergias que geram resultados mais significativos e duradouros. Principais participantes do time Rioterra no festival Coordenação do projeto (A definir) Sua principal responsabilidade é planejar, coordenar, executar e monitorar o projeto, para garantir que eles sejam concluídos dentro do prazo, do orçamento e atendam aos objetivos estabelecidos. Assistente de Produção (A definir) Oferecem suporte essencial ao processo de produção, ajudando a garantir que tudo funcione sem problemas antes, durante e após a produção, tais como: Organização da logística, preparação do local onde ocorrerá o festival, aquisição de matérias, auxiliar na coordenação e apoio a equipe, gerenciamento de documentos, auxilia na desmontagem da exposição e ajuda na pós-produção. Assistente admistrativo I (Apoio administrativo para a realização do evento) (A definir) Responsável pelo suporte administrativo e operacional para garantir o funcionamento eficiente das atividades diárias. Diretor artístico (concepção artística e curadoria da exposição) (A definir) liderar a equipe criativa para desenvolver uma visão visual coesa e impactante do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.