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O projeto Caixa Preta é uma exposição interativa a respeito da história da fotografia. Onde crianças e adolescentes poderão ter contato com máquinas fotográficas desde a sua invensão, até hoje. A proposta é apresentar a ciência por de trás do projeto, ou seja, como a luz é captada, ótica, temperatura e outros elementos. A proposta é impactar 1.200 crianças e adolescentes.
A exposição será composta por 04 estúdios de fotografia, que geram um percurso lógico a respeito da história da fotografia. No estúdio 01 haverá uma simulação de uma câmera, utilizando uma caixa escura e um jogo de espelhos projetando a imagem, a proposta é ensinar como a física se aplica à fotografia, através da le ´óptica. No estúdio 02 haverá uma simulação da velocidade da câmera, a proposta é mostrar como se controla a velocidade do obturador em câmera fotográfica. No estúdio 03 será feito um lightpainting, onde haverá uma tela para escrita no escuro, com um feixe de luz. No estúdio 04 haverá uma câmara vermelha de revelação, para mostrar e trabalhar como funciona a revelação de uma imagem. O percurso da exposição; 1. entrada na exposição2. Tela touch com apresentação da respeito da história da fotografia3. Estúdio 01 - câmara escura4. Estúdio 02 - câmara de velocidade5. Estúdio 03 - Lightpaiting6. Estúdio 04 - Sala vermelha7. Mesa de evolulação das câmaras8. Composição artística - foto e criação9. Recompensa, brinde - uma foto tirada na hora
Objetivo GeralContribuir com a formação artística de crianças e adolescentes da periferia de Pirituba, São Paulo, através da fotografia. Objetivos Específicos 1. Montar uma exposição interativa no Mirante Cultural2. Atender 1200 crianças e adolescentes 3. Fazer um mini documentário da exposição
A arte não precisa de justificativa. Essa frase de Hans Rookmaaker é uma tônica no trabalho que desenvolvemos, colocando a arte em pé de igualdade com todas as outras esferas da vida humana. Por isso, é justo que os bairros periféricos desfrutem de espaços de admiração e proveito da arte. A ideia da exposição Caixa Preta promover esse momento de exposição e interação com a arte. Momentos assim são de grande valia para o cidadão periférico. A beleza importa em todas as instâncias e influencia comportamentos e ações das pessoas a seu entorno. A realidade da Vila Mirante, que fica em pirituba, é muito parecida com os bairros marginais de São Paulo, construções irregulares e inacabadas, casas de tijolo baiano ou apenas reboco, pontos viciados de descarte de lixo, etc. Percebemos um grande potencial de transformação dessa realidade e de impacto na comunidade em que estamos inseridos. Por isso, é justo que este projeto tenha apoio da lei de incentivo à cultura, pois nossa organização tem grande força de tração para gerar oportunidades de arte e cultura na cidade de São Paulo. A importância dessa iniciativa para as escolas em nosso entorno também é notável, pois representa o oferecimento de um espaço de apoio e amparo no que tange à arte. Ou seja, haverá um bom desfrute deste projeto pelas 6 escolas públicas que estão no entorno do Mirante Cultural. Estamos alinhados com o instituído pelos incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art 1º da Lei 8313/91 e com os objetivos II e IV do Art 3º.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Faremos a exposição na sede da nossa organização, que tem acesso e banheiro para cadeirantes. A exposição é no térreo, não precisando passar por escadas e elevadores. O espaço está completamente adequado para pessoas com necessidades de locomoção, não precisando de nenhuma adequação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto já é naturalmente inclusivo para deficientes visuais, pois a história será completamente lida, narrada e tratada de forma sonora, de modo a possibilitar o bom aproveitamento de pcd visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto contará com tradutor de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O projeto contará com um profissional dedicado a este público. Ele atuará apoiando os oficineiros e possibilitando o acesso de pessoas com deficiência intelectual às oficinas.
O projeto é completamente acessível, pois atuará na periferia, com pessoas de baixa renda, com público de escolas púiblicas sem custo de ingresso, ou seja, entrada gratuita.
Currículo do proponente: A Associação Música de Bairro foi constituída em 2016 como organização jurídica, mas carrega a história de um grupo que atua desde 2012 com arte, cultura e educação na periferia de São Paulo. A associação vem desenvolvendo dezenas de ações que geram acesso à milhares de pessoas em pirituba e que geram transformação na realidade periférica de são paulo como: projetos de violão, contrabaixo, inglês, orientação profissional, fotografia, circo, graffite, eventos e shows, arte e tecnologia para crianças, educação ambiental, formação para professores da rede pública, artesanato para crianças, contação de histórias para crianças, biblioteca, entre outros. A maioria dessas ações acontecem há mais de 6 anos, e ganharam impulso com o nascimento da associação música de bairro, que é comumente chamada de Mirante Cultural. Função: A instituição será responsável por toda a organização, idealização e coordenação do projeto. Atuará em toda a pré-produção, planejando as ações, captando os artistas, comprando material e falando com os moradores do bairro. Durante a execução, a instituição acompanhará e coordenará todas as ações juntamente com os artistas. E na pós-produção será responsável por prestar contas e apresentar o resultado do projeto. Julianda Batista Andrade Fotógrafa profissional há 09 anos, professora de fotografia na instituição Mirante Cultura, mentora de fotografos iniciantes. Formação ETEC carapocuiba - fotografia; Curos de design ETEC carapicuiba; Edição de imagem SENAC; Curso de MKT para fotógrafos Caroline Castro. Gestora de projetos no Mirante Cultural e atua na área de áudio e vídeo da organização. Função: Direção Geral do projeto. Rafael da Silva Ferreira Rafael Ferreira, Artista e Escritor. Atuo há cerca de 8 anos com ações culturais e artísticas na periferia de São Paulo, desenvolvendo oficinas, eventos e cursos no Mirante Cultural. Sou diretor dessa OSC e tenho vasta experiência em gestão de pessoas, organizações de eventos, articulação em Rede e captação de recursos. Formado em Pedagogia pela Universidade de São Paulo, em música com vários cursos livres, formando em teologia pelo FITREF. Tenho curso de empreendedorismo social pela Aceleradora Glocal, e curso de contação de história pela faculdade de educação da USP. Desenvolvo eventos de HIp-Hop desde 2012, no início com foco em RAP e nos últimos anos com graffite e artes visuais. Função: Coordenação de projetos e produção
PROJETO ARQUIVADO.