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PRONAC 236711Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Carnaval de BH: Estudo de públicos

Fundação IPEAD MG
Solicitado
R$ 415,2 mil
Aprovado
R$ 415,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-01-19
Término
2027-01-18
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Mensurar a relevância do Carnaval belorizontino por meio do valor atribuído por residentes e visitantes. Parte significativa doevento não tem seu valor refletido no mercado. O valor deriva de sua existência, opção e legado, além das questões socias,históricas e simbólicas que não são facilmente mensuráveis. Para isso, será realizada uma pesquisa primária, com aplicação dequestionários, para identificar a percepção dos indivíduos sobre a festa, em termos de suas vantagens, potenciais eestrangulamentos bem como o custo de frequentá-la sem perder de vista o perfil dos frequentadores tais como atributospessoais, local de residência, frequência em atividades culturais, especialmente festas populares.

Sinopse

O Carnaval de Belo Horizonte está a merecer estudo que possa identificar traços herdados desses primeiros tempos, mastambém pelos primeiros anos da jovem capital, inaugurada em 1897. Existem relatos que revelam participações marcantes deitalianos e espanhóis, que vieram para a construção da nova cidade e que já se organizavam para o Carnaval, o “entrudo”.Surgiram as primeiras agremiações, blocos e escolas, com destaque para os blocos caricatos, ainda hoje presentes, e aapresentação do “corso”, desfile de carros alegóricos. Carnavalescos também marcaram época com “marchas” e sambas, àsvezes relembradas, assim como também são lembrados bairros, bares e clubes mais boêmios. Belo Horizonte, no entanto, pode-se dizer que se afastou do Carnaval nas décadas finais do século XX, realizando festas demenor repercussão. Mantiveram-se os desfiles de escolas de Samba e blocos caricatos, mas poucos eram os blocos de rua,organizados com menor dimensão. Será a partir dos anos de 2013 a 2016 que o Carnaval de BH toma dimensões extraordinárias,contrariando a voz popular que já dizia que o belorizontino não tinha gosto ou vocação para as manifestações “momescas”,próprias do folião carnavalesco. O fenômeno suscita debate e torna-se matéria de grande interesse. Com manifestações populares baseadas na ocupação dos espaços públicos, Belo Horizonte viveu um momento profícuo no finalda primeira década deste século. O caldo político e cultural ajudou a resgatar a força do Carnaval da capital, que viveu a partirdali um crescimento vertiginoso. Quase familiares, de amigos, seguros, alegres, espontâneos, liberais, graciosos, surgiram ecresceram em breve tempo e chegaram a um extraordinário número, alguns com componentes próximos de 100 mil pessoas. Suas origens, aspectos do seu ressurgimento e abrangência, motivações, formas e modos de organização, característicasespecíficas de agremiações, vinculações geográficas, precisam ser estudadas. Trata-se de fenômeno novo, que muda condutas epersonalidades dos belorizontinos e que por sua dimensão, abrangência e repercussões na cidade, merece estudo elucidativoque permita amplo conhecimento da grande festa popular e todos os seus aspectos relevantes. Uma análise das últimas festas eespecialmente o Carnaval de 2024, perfil e dimensão de público, torna-se importante como instrumento de conhecimento eavaliação, identificação de questões a serem enfrentadas e preparação para as comemorações futuras, que retornam a BeloHorizonte com ampla participação popular.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar, em Belo Horizonte, MG, uma pesquisa de público durante o mês de fevereiro de 2024, quando ocorrerá a festamomesca, por meio de avaliação qualitativa e quantitativa sobre seus impactos e resultantes socioeconômicos e aspectosrelativos à origem, dimensão, repercussões e demais parâmetros que constituem informações gerenciais e de planejamentorelevantes para gestores governamentais, segmentos empresariais, agremiações carnavalescas e os diversos prestadores deserviços da cadeia econômica da cultura e do turismo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Aplicar questionários destinados ao público de carnaval, ao público que não frequenta e agentes que trabalham em atividades voltadas para o Carnaval; - Dimensionar uma amostragem conforme informações da Belotur sobre público presente, dados do Censo e dos registros referentes aos empresários e ambulantes; - Elaborar questionários conforme o tamanho da amostra para os três grupos de respondentes; - Realizar pré-teste (s) com os três grupos em questão; - Aplicar questionários, aproximadamente 2.000 - Tabular os resultados; - Analisar os resultados - Apresentar resultados para gestores públicos e privados do Carnaval de Belo Horizonte

Justificativa

JUSTIFICATIVA O presente projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91, em seus seguintes incisos:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E também se enquadra em seu Artigo 3º, no seu inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Para alcançar os objetivos propostos, a análise de contingência deve ser utilizada pois trata-se de um método para estimarcurvas de demanda para bens não transacionados no mercado, como é o caso dos bens culturais, particularmente festaspopulares como o Carnaval. Como sugerido por Cuccia (2003), tais bens apresentam características de bens públicos, ou seja,são não exclusivos e não rivais no consumo e, por essa razão, os indivíduos os apreciam e freqüentam sem pagar nenhum preçopor tal atividade, o que torna dificulta a oferta do bem pelo setor privado, no caso o Carnaval. Entretanto, como são bens meritórios e fundamentais para expressão e formação de uma população, o Estado e a populaçãoincentivam esses festejos e contam, por meio de patrocínios, com recursos do setor privado, interessado em difundir suasmarcas e, consequentemente, ampliar seu mercado consumidor. Por se tratar de um bem público, não transacionado no mercado, torna-se necessário captar o valor cultural em termoseconômicos. Uma das formas para fixação deste valor é a adoção da análise de contingência que, recorrendo ao modelo teóricode preferências do consumidor, estima a demanda por meio da definição do preço de reserva dos consumidores conforme onúmero de quantidades absorvidas, ou seja, estima-se o excedente do consumidor.Assim sendo, o projeto em referência tornar-se-á viável somente por meio do apoio de Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Ver

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA: não se aplica; Acessibilidade de CONTEÚDO: o resultado da pesquisa será disponibilizado no site https://ufmg.br/comunicacao/noticias/todas-as-noticias, formatado para utilizaçãodo sistema DOS VOX, indicado para pessoas portadoras de deficiência visual.

Democratização do acesso

O projeto não prevê a produção de um produto físico. O resultado da pesquisa, bem como seus parâmetros serão divulgados, gratuitamente, no site https://ufmg.br/comunicacao/noticias/todas-as-noticias.

Ficha técnica

Coordenação Técnica: Ana Flávia Machado, Professora Titular da Universidade Federal de Minas Gerais. Doutora em Economiapela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000), mestre em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993) egraduada em Ciências Econômicas também pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985). Tem experiência na área deEconomia, com ênfase em Economia da Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: economia criativa, cidadescriativas, valoração cultural, consumo cultural, mercado de trabalho de artistas, economia de museus. Entre 2010 e 2014,ocupou o cargo de Editora do periódico Nova Economia do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG. No período deagosto de 2015 a março de 2018, ocupou o cargo de Diretora Científico-Cultural do Espaço do Conhecimento UFMG. De marçode 2018 a dezembro de 2020, esteve como Diretora de Cooperação Institucional da UFMG. Pesquisadora no CNPq emprodutividade desde 2004, é líder do Grupo de Pesquisa Economia da Cultura, cadastrado no CNPq e integra o Comitê Executivoda Association for Cultural Economics International (ACEI) desde 2019. Já publicou 58 artigos em periódicos científicos,coorganizou livro sobre economia criativa no Brasil intitulado “Por um Brasil Criativo: significados, desafios e perspectivas daEconomia Criativa brasileira” em 2016, além de ter publicado capítulos de livro sobre o mesmo tema. Coordenou e/ou integrou29 projetos de pesquisa ou de extensão, sendo a maioria em temas do campo da economia da cultura. Para maiores detalhes,currículo lattes segue na documentação. Coordenação de produção: Nísio Antônio Teixeira Ferreira, Professor associado vinculado ao Departamento de ComunicaçãoSocial da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (DCS/Fafich/UFMG) desde agostode 2010. Pesquisador Permanente do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM/UFMG) na linha de TextualidadesMidiáticas. Coordenador do Colegiado e presidente do NDE do curso de graduação em Comunicação Social da UFMG entre junhode 2012 e julho de 2016. Subcoordenador do mesmo curso a partir de fevereiro de 2021. Possui graduação em ComunicaçãoSocial pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1991) e mestrado pela Escola de Ciência da Informação daUniversidade Federal de Minas Gerais (1999), onde também concluiu doutorado em 2008 com estudo sobre incubadorasculturais. Ex-professor do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG: 1997 a 1999) e do CentroUniversitário de Belo Horizonte (UNI-BH: 1999-2009). Jornalista, com ênfase na área cultural, tem mais de 20 anos deexperiência entre textos, políticas públicas e projetos de pesquisa científica voltados para essa área. Na Secretaria Municipalde Cultura de Belo Horizonte, gestões Berenice Menegale (1988-1991) e Antonieta Cunha (1992-1996) atuou na formatação doestudo inicial para a criação do Centro de Referência Audiovisual (Crav), hoje Museu da Imagem e do Som. Também ajudou nacriação da biblioteca do centro cultural interregional do Parque da Lagoa do Nado (1992), bem como na formatação,acompanhamento e divulgação do Primeiro Censo Cultural de Belo Horizonte (1995). Professor universitário na área deComunicação, nível Graduação, desde 1997, e, em nível Pós-Graduação, é co-autor de livros, autor de artigos acadêmicos,várias notícias, entrevistas, crônicas e reportagens em torno da literatura, da música e do cinema na capital mineira. Tambématua no programa Batuque na Cozinha e do Conte uma Canção, ambos transmitidos pela Rádio 104,5 UFMG Educativa e queintegram o projeto de Extensão Aqui e Outrora, um dos quatro agraciados com o Prêmio Destaque na UFMG em 2013. É membrodos grupos de pesquisa Escutas (Sonoridades, Comunicação, Textualidades e Sociabilidade) do departamento de Comunicação Social da UFMG e também do Mopri (Mídia, Opinião Pública nas Relações Internacionais) de caráter interinstitucional e aindaAMIS-PIMI 2021-2015 (Brasil-França). Integra o U-40 World Forum para promoção da Convenção da Diversidade Culturalhttp://u40net.org/. Coordenador de produção: Raphael Simões, turismólogo. Desde 2009, é Produtor Executivo / Gestor do Museu das Reduções deOuro Preto, onde elaborou e coordenou a execução de Projetos Culturais nas Leis Estadual, MG (LEIC/MG) e Federal deincentivo à Cultura (LFIC), bem como por meio de patrocínio direto, desde a elaboração, execução, até a prestação de contasfinal, beneficiando cerca de 20 mil alunos de Escolas Públicas de toda a Região dos Inconfidentes e adjacências. Coordenou asatividades de transferência do acervo do Museu das Reduções, desde a remoção em Amarantina até a instalação e sua novaexpografia em Cachoeira do Campo; Desde 2012, é Coordenador de produção, projeto gráfico, diagramação e produção do siteda “Revista Memória CULT” (www.memoriacult.com.br); Desde 2016, é Diretor financeiro da Associação de Amigos do Museu daInconfidência de Ouro Preto; Coordenador Geral do projeto do livro “História e Formação de Minas Gerais em 300 anos daCapitania – origens e trajetória”, do jornalista Mauro Werkema (2021); Edição, projeto Gráfico, diagramação e revisão daTrilogia Edição da Trilogia do Desembargador Bruno Terra Dias sobre aspectos socioculturais na pandemia do COVID 19 (2020);Produziu o site aleijadinho.com, idealizado pelo artista plástico Elias Layon (2020); Apoio institucional e executivo no evento“Livro de Graça na Praça”, em Belo Horizonte (2019/2020); Coordenador de produção do projeto e diagramação do livro “OuroPreto na história: protagonismos, paradigmas, revisões”, do jornalista Mauro Werkema, LFIC (2018); Coordenador de Produçãodo projeto e diagramação do livro “História Geral de Minas”, dos autores: José Maria Rabêlo, João Antônio de Paula, FernandoCorreia Dias e Ricardo de Moura Faria, LFIC (2018); Coordenador geral do projeto do livro “Ouro Preto: Igrejas”, LFIC (2016);Coordenador geral do projeto e diagramação do livro “A história da Energia no Brasil”, LFIC (2016); Coordenador do projeto ediagramação do livro “Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais”, LFIC (2016); Assessor da Direção Geral daImprensa Oficial do Estado de Minas Gerais. Participou ativamente do processo de revitalização da Autarquia, tanto físicaquanto cultural, promovendo diversas atividades, eventos e publicações (2012-2017); Coordenação geral dos eventos cívicos-culturais de outorga da Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço, MG e da Comenda da Liberdade eCidadania dos municípios de Ritápolis, São João del-Rei e Tiradentes, MG (2011-2017); Coordenador executivo do Sistema deMuseus de Ouro Preto (2011-2014); Coordenador geral da “Semana do Aleijadinho – celebração dos 200 anos de sua morte”, omaior evento em homenagem ao Patrono das Artes no Brasil, através da LEIC/MG e pela LFIC (2014); Organizador do livro “OuroPreto: Museus”, publicação em três idiomas (português – inglês – francês) (2014); Coordenação editorial do Livro Água eCultura: inventário das fontes de água de Ouro Preto e a coordenação geral dos eventos que decorreram da publicação,concurso de redações de alunos de Ouro Preto e Mariana e exposição fotográfica na FIEMG Ouro Preto, por meio de patrocíniodireto (2014); Administrador do Museu Aleijadinho em Ouro Preto. Participou intensamente do projeto de implantação de novamuseografia realizado pela Fundação Espírito Santo Cultura de Portugal, por meio da LFIC (2005-2008); Administrador do MuseuCasa dos Contos em Ouro Preto, vinculado à época ao Ministério da Fazenda. Realizou mais de 100 exposições temporárias eeventos comemorativos, como seminário, palestras, simpósios etc., além de administrar equipe de colaboradores que chegou a61 pessoas (2008-2012); Membro titular do Conselho Municipal de Turismo do Município de Ouro Preto (2009-2012);Diretor/fundador da Escola de Informática e Cidadania em Conselheiro Lafaiete, em parceria com o Comitê paraDemocratização da Informática, beneficiando diretamente centenas de moradores, crianças, jovens e adultos, em situação derisco, através de ações voltadas para o desenvolvimento do Turismo Local, associadas a informática (2005); dentre vários outrostrabalhos nos setores cultural, editorial e eventos. Portfólio completo em artsrealiza.com.br/quem-somos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.