Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "CEDEP apresenta:Danças da Resistência" visa a montagem de um espetáculo de dança, teatro e música, que será criado a partir de atividades de oficinas pedagógicas para retratar a história de mulheres negras brasileiras que deixaram um legado no país: Antonieta de Barros, Dandara, Maria Firmina dos Reis, Marielle Franco e Ruth de Souza. Sobem ao palco para apresentações 125 crianças e adolescentes da periferia de Florianópolis do bairro do Monte Cristo que constroem, por meio das vivências em projetos sociais, sua formação enquanto artistas. Serão duas apresentações realizadas a cidade.
O conteúdo do projeto se faz pela montagem e apresentação do espetáculo de dança, musica e teatro chamado “Danças da Resistência''. O projeto surge da necessidade latente de enaltecer asmulheres negras e da periferia, mostrando o seu poder e potencial para conquistarem os seus direitos e lutarem por justiça social. Para isso, as 125 crianças e adolescentes integrantes do grupos artísticos do CEDEP irão contar a história de 5 mulheres que transformam o status quo, são elas: - Antonieta de Barros: a primeira negra a assumir um mandato político, como deputada estadual na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, e pioneira no combate à discriminação de negros e de mulheres. - Dandara: lutou contra o sistema escravocrata e se tornou um dos maiores nomes da resistência quilombola do país no século 17; - Maria Firmino dos Reis: nascida em São Luís (MA), foi a primeira romancista brasileira a ter um livro publicado no país. Sua obra Úrsula foi lançada em 1860 eabordava a questão abolicionista no enredo. - Marielle Franco: foi vereadora, eleita em 2017 pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Em sua carreira política, Marielle foi reconhecida internacionalmente, por ONGs como a Anistia Internacional, pela formulações de projetos de leis e pautas em defesa dos direitos da população LGBTI e das mulheres pretas e faveladas. - Ruth de Souza: foi a primeira atriz negra a atuar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a peça Imperador, em 1945. Além disso, Ruth foi a primeira brasileiraa ser indicada ao prêmio de Melhor Atriz em um festival internacional de cinema, por sua atuação no filme Sinhá Moça. O espetáculo trará cenas que representam histórias reais e fatos que expressam os mais diversos sentimentos e trajetórias destas personalidades invencíveis einesquecíveis, o objetivo é mostrar, por meio deste legado, que o lugar da mulher negra é onde ela quiser estar. O projeto transmite a luta pelo empoderamento das mulheres em vulnerabilidade social. Retrata os valores e consciência social. Expõe a luta por garantia de direitos, e tantos outros elementos que compõem o exercício de uma vida cidadã. O espetáculo “Danças da Resistência” é um projeto que constrói um aprofundamento artístico que surpreende e emociona, faz provocações, traz reflexões e aprendizados, e que incentiva a tomada de consciência frente ao mundo e seus desafios contemporâneas com garra, simplicidade e autenticidade, legitimando a força da mulher do Monte Cristo.
Objetivo Geral: Promover ao público-alvo a autonomia, o protagonismo e o empoderamento feminino quanto à luta pelos seus direitos, e desenvolver a potência do público interno e externo para importância da cultura, educação emancipadora e arte como meio de transformação social. Objetivos Específicos: - Realizar 2 apresentações em Florianópolis atendendo até 550 pessoas gratuitamente; (Uma em território da comunidade do Monte Cristo com 200 atendidos e outra em outro espaço do centro da cidade com 350 atendidos)- Promover turmas de oficinas de teatro, dança e música no CEDEP para trabalhar com grupos focais na apresentação;- Exibir todas as apresentações ao vivo, de forma online, pelas redes sociais do Centro deEducação Popular - CEDEP e criar material digital;- Desenvolver pesquisa aprofundada sobre a história de vida das 5 personagens;
O bairro Monte Cristo tem sido reconhecido como uma das comunidades mais violentas da Grande Florianópolis, a partir do número de ocorrências policiais e matérias de jornal/televisão que retratam de forma frequentemente sensacionalista as situações que acontecem na comunidade. Porém não é essa a realidade que conhecemos. Os moradores do Monte Cristo transbordam inúmeras potencialidades que precisam ser fomentadas e enaltecidas. Dentre elas, surge o dom para areás artísticas e o sonho de tornar-se profissional da área cultural. É evidente que além das periferias serem reduzidas a uma parte precária da cidade, também são excluídas do perímetro cultural da cidade. Assim, desde a sua fundação, o CEDEP fomenta o acesso democrático à cultura e ao lazer no bairro Monte Cristo. Para dar continuidade a esta missão, necessitamos voltar nosso olhar para esta comunidade e de incentivos fiscais para a realização deste projeto. Nosso projeto visa enaltecer este potencial para a arte, além de evidenciar a cultura como um meio para a transformação social. Assim, para mostrar o poder da dança, do teatro e da música na construção de projetos de vida, iremos apresentar a trajetória de vida de 5 mulheres negras que deixaram um legado para todas as mulheres brasileiras. Por meio dessas histórias, queremos mostrar que o lugar da mulher negra e periférica é onde ela quiser. Além disso, esse espetáculo ocupa um importante espaço no combate à violência contra a mulher, contribuindo para que também possamos mudar a cultura patriarcal e racista em que vivemos. O tema foi minusiosamente escolhido por abranger a população do bairro Monte Cristo, que é composta majoritariamente por pessoas do sexo feminino. Além disso, de acordo com o IBGE, 44% da população do bairro é autodeclarada negra, sendo essa a comunidade que possui a maior proporção de população negra da cidade. Outro motivo que nos leva a escolha do tema são os dados alarmanetes de violência contra as mulheres negras no Brasil. Sabe-se que opressões racistas, machistas e econômicas contribuíram para o acréscimo de 133,4% nas mortes de mulheres negras no Brasil na última década, segundo especialistas. As mulheres negras sofrem por dupla discriminação, de gênero e de raça. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de 2013, a situação é preocupante: mais de 60% das mulheres assassinadas entre 2001 e 2009 eram negras. O Mapa da Violência 2015, divulgado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), aponta também que, em um ano, morreram 66,7% mais mulheres negras do que brancas no País. O levantamento divulgado no "Diagnóstico dos Homicídios no Brasil: Subsídios para o Pacto Nacional pela Redução de Homicídios" de 2015 aponta que as jovens negras, na faixa etária de 15 a 29 anos, são as principais vítimas. Por mais devastador que seja o assunto, precisamos falar sobre isso e construir soluções urgentes para diminuir a iniquidade de gênero, principalmente nas periferias de Florianópolis. Necessitamos deste incentivo fiscal para tratar sobre o tema, e levar este espetáculo para outras cidades do estado, contribuindo com o desenvolvimento cultural de diversas regiões. Nosso projeto se enquadra no Art. 1° da a Lei 8313/91, nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Também iremos contribuir, de acordo com Art. 3° para o cumprimento dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O projeto "CEDEP apresenta: Danças da Resistência" levanta questionamentos acerca da justiça social, garantia de direitos e exercícios de cidadania. Além disso, o projeto carrega ainda a noção de democratização de acesso em sua essência, pois garante a gratuidade na participação de oficinas e espetáculo, incentiva a formação artística de adolescentes e jovens sem perspectiva de atuação profissional nesta área. Utilizaremos a dança, o teatro e a música como ferramentas para transformação social, e contaremos a história de 5 mulheres que, por meio de suas lutas, abriram caminho para que outras pudessem usufruir de seus direitos de simplesmente ser mulheres.
O espetáculo é desenvolvido pelas 125 crianças e adoelscentes integrantes dos grupos de dança, teatro e música do CEDEP. Esses grupos oportunizam vivências corporais, artísticas, criativas, de expressividade do corpo, dos sentimentos e das emoções, o conhecimento sobre si e sobre o outro, a comunicação, a sensibilização e criatividade, permitindo às crianças e adolescentes terem autonomia para criar e representar.Os grupos tem 2 encontros semanais, sendo quartas e sextas-feiras os grupos de música e teatro e terças e quintas-feiras o grupo de música, onde as aulas acontecem das 09h as 11:30h e das 13:00h até as 16:60 divididos em dois períodos por grupo (Cada período atende uma faixa etária, de 6 a 9 anos e o outro de 10 a 14 anos). Já os ensaios dos grupos com diferentes idades, focados para o espetáculo acontecem em 3 momentos na semana, um para cada modalidade artística (Dança, teatro e música), sendo das 17 às 20h, nos quais o foco é a montagem das cenas do espetáculo, começando tais atividades a partir do mês 07. A trilha sonora, roteiro e direção do espetáculo é pensada a partir de princípios de justiça social, cidadania e consciência crítica de mundo, sendo todos eles desenvolvidos de forma articulada com as 125 adolescentes envolvidas no projeto. A cenografia do espetáculo é desenvolvida considerando o roteiro e história que serácontada nos palcos. Os figurinos são pensados levando em consideração a trajetória de cada mulher representada, de forma a enaltecer cada personagem. A montagem do espetáculo também se divide em etapas mensais: MÊS 1 e 2 - PRÉ-PRODUÇÃO - Captação de recursos; - Contratação da equipe técnica; - Organização do calendário; - Adaptação dos educandos nas oficinas; - Aulas de nivalemento; - Compras para as oficinas; MÊS 3 - EXECUÇÃO - Planejamento do educador de dança; - Adaptação dos educandos nas oficinas; - Aulas de nivalemento; MÊS 4 - EXECUÇÃO- Antonieta de Barros: - Etapa 1: estudos, pesquisas e debates sobre o legado da personagem; - Etapa 2: montagem da coreografia, escolha da trilha sonora, do figurino e docenário; - Etapa 3: ensaio específico sobre a personagem do mês; MÊS 5 - EXECUÇÃO- Dandara: - Etapa 1: estudos, pesquisas e debates sobre o legado da personagem; - Etapa 2: montagem da coreografia, escolha da trilha sonora, do figurino e do cenário; - Etapa 3: ensaio específico sobre a personagem do mês e ensaio agregando a personagem do mês anterior; MÊS 6 - EXECUÇÃO- Maria Firmino dos Reis: - Etapa 1: estudos, pesquisas e debates sobre o legado da personagem; - Etapa 2: montagem da coreografia, escolha da trilha sonora, do figurino e do cenário; - Etapa 3: ensaio específico sobre a personagem do mês e ensaio agregando as personagens dos meses anteriores; MÊS 7 - EXECUÇÃO - Marielle Franco: - Etapa 1: estudos, pesquisas e debates sobre o legado da personagem; - Etapa 2: montagem da coreografia, escolha da trilha sonora, do figurino e do cenário; - Etapa 3: ensaio específico sobre a personagem do mês e ensaio agregando as personagens dos meses anteriores; MÊS 8 - EXECUÇÃO - Ruth de Souza: - Etapa 1: estudos, pesquisas e debates sobre o legado da personagem; - Etapa 2: montagem da coreografia, escolha da trilha sonora, do figurino e do cenário; - Etapa 3: ensaio específico sobre a personagem do mês e ensaio agregando as personagens dos meses anteriores; MÊS 9 - EXECUÇÃO - Prova de figurino; - Ensaios com o cenário; - Ensaios gerais; MÊS 10 - EXECUÇÃO - Prova de figurino; - Ensaios com o cenário; - Ensaios gerais; MÊS 11 - PÓS-PRODUÇÃO - Apresentações em 2 teatros da cidade de Florianópolis; - Produção do portfólio; - Produção do teaser; MÊS 12 - PÓS-PRODUÇÃO - Apresentação do teaser; - Prestação de contas;
Será utilizado como critério para a escolha dos teatros onde realizar-se-ão as apresentações dos espetáculos a acessibilidade física para pessoas com deficiência, privilegiando os espaços que comportem rampas com a inclinação adequada, banheiros adaptados e mobiliário que viabilize o máximo de autonomia possível para pessoas com deficiência. Além disso, o espetáculo contará com uma intérprete de Libras para tradução simultânea, visando o atendimento ao público surdo e a garantia ampla de acessibilidade à circulação do espetáculo.Produto: Espetáculo:1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em Libras (previsto no orçamento)2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Opção por teatros que disponham de rampas, corrimões e banheiros acessíveis para pessoas com deficiência física. (não demanda orçamento)3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Opção por teatros que disponham de espaço adaptado para pessoas com deficiência visual. (não demanda orçamento)4. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMOPESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Entrada antecipada e acolhida em separado para todas as pessoas que se apresentaremcom as limitações e reserva de lugares específicos para as pessoas que se autodeclararem com o diagnóstico. (não demanda orçamento)
Todas as apresentações desta proposta também serão de livre acesso ao público. E nesse sentido, iremos garantir a presença de pessoas que nunca haviam entrado em um teatro, despertando o prazer pela cultura e o senso de pertencimento em um público que vive à margem das estruturas de lazer pensadas pelo estado. O público-alvo divide-se em direto e indireto. Como público direto tem-se as 125 crianças e adolescentes integrantes deste potente grupo de dança, teatro e música que terão o espetáculo como um catalisador da transformação social, além da importante imersão na história de vida de 5 mulheres guerreiras e resilientes que ainda deixam um legado de ensinamentos. O público indireto são as crianças, adolescentes e jovens e adultos que irão assistir às apresentações. O espetáculo será apresentado com objetivo de contribuir com a formação de um público interessado e envolvido com arte, visando encorajar a formação de um público engajado e crítico. Conforme o art. 24 da Instrução Normativa 01/2022 os produtos desse projeto adotam:II - Disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, Islã e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescriçãoIII - Permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculo autorizar sua veiculação redes públicas de televisão e outras mídias gratuitasIV - Além da ação formativa cultural prevista no artigo 25 desta instrução normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversa em backstage de forma proporcional a 20% do tempo de duração e do quantitativo das apresentações
Educador da oficina de dança e coreógrafo (20h/semanais): Luan Renato Telles - Homem negro, Educador de dança no CEDEP, licenciado em teatro pela UDESC. Realizou intercâmbio na University of Limerick (UL) para estudar dança contemporânea. Na dança, atua como professor desde 2014. Atuou como bailarino nos projetos Projeto Educadança (2008-2011), Projeto Dança, Educação, Arte e Cidadania do Instituto Estadual de Educação (2012-2015), Nigra Grupo de Dança (2012-2015), SEED’ANCE COMPANY (2015-2018), Skiante Cia de Dança (2017-2019), LAB Dance Studio (2022), Espetáculo “Latência” (2018-2019). No teatro, atua como professor desde 2019 e participou de diversas intervenções artísticas, e foi contemplado pelos seguintes prêmios e editais: Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2020), categoria: Teatro, Projeto: “Circulação do Espetáculo POEIRA: sobre a necessidade de [des]construção da masculinidade do homem preto”; Fundo Municipal de Cultura (2020), Projeto: “POEIRA”; Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2022) Categoria: Teatro, Projeto: “PERCURSOS: entre becos e vielas, cantando a vida e a morte na favela!". Educadora de música, trilha sonora (25h/semanais):Eloísa Gonzaga - Mulher negra, Cantora, mestra em música pela UDESC, graduada em licenciatura em música (UDESC) e pedagogia (UFSC). Atua como professora de música desde 2011. No CEDEP é educadora da oficina de coral para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. No projeto, será responsável pela trilha sonora. Diretora do espetáculo (20h/Semanais): Alexandra Gabriela de Melo da Silva - Mulher negra, Graduada em Teatro pela UDESC, mestranda em teatro pela UDESC. Arte-educadora no Projeto AFROART-SC - Ministrando oficinas de teatro para crianças do ensino fundamental e médio em escolas da rede pública de Santa Catarina. Facilitadora nas oficinas de formação sobre a Lei 10.639/2003 para professores (2018). Arte-educadora na oficina de teatro do Presídio Feminino de Florianópolis, parceria entre o Coletivo NEGA com o projeto "Mulheres Negras Resistem" e “Pedagogia do Teatro e Processos de Criação” e do projeto de pesquisa “Infiltrações das artes cênicas nos espaços de privação de liberdade” (2019). Facilitadora no Núcleos experimentais em iluminação e som, atividade de extensão e ensino do laboratório de iluminação cênica da UDESC (2019). No CEDEP atua como educadora de artes literárias e educadora regente. No projeto irá contribuir com as pesquisas sobre as personagens, condução de grupos de estudos, seleção de biografias, livros e documentário. Também será a responsável pela iluminação durante as apresentações. Comunicadora Social (30h/semanais): Heloisa Marques - Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Comunicadora social com experiência dea tuação junto a movimentos sociais como o MST e demais instituições do terceiro setor de Florianópolis vinculadas a rede IVG. Possui experiência em processos de relatoria social, identidade visual focada em instituições filantrópicas e produção de conteúdo visando a captação de recursos. Educadora de Teatro (20h/semanais): Thaís de Lima Machado - Thaís Lima, Arte educadora popular, Co- fundadora do Prometéia Grupo de Teatro, poeta, atriz, modelo agenciada pela Mega Model Sul e pesquisadora. Tem como mote as contações de histórias e registros das trajetórias de pessoas negras, em seu trabalho de conclusão de curso apresentou uma costura entre as referências da universidade com as que atravessaram sua vida, apresentando a roda e a conversa como uma arte ancestral. Em 2020, se apresentou no Festival FIKA com o projeto Narrativas de infância para ninar um mundo doente, foi bolsista do PIBID entre 2018 e 2020 e professora no socioeducativo CIF localizado na Agronômica em 2022. Realizou curso de produção artística com o Grupo Téspis em Itajaí e cursou ação e ritmo em São Paulo com o Grupo LUME. Formada em Licenciatura em Teatro pela UDESC, onde ingressou em 2018 e atuou em diversos projetos como Cor de temporal, dirigido por Pedro Dettoni, Assembleia Desterrada sob direção de Ivan Delmanto e Barbara Biscaro, além de dirigir e escrever o projeto MENEAR: De caminho ao encontro. É também integrante do Poeira Grupo de Teatro como produtora e da integrante da Cia Nosso Olhar, na qual atua nas peças “A força das Yabás” e “Avoz: Ciclos de Marias”. Coordenação (40h/semanais):A contratar - Coordenadar os processos do projeto, organizar as compras, prestação de contas, avaliação da proposta pedagógica e andamento do projeto, contratações e demais necessidades para o andamento do mesmo.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.