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PRONAC 236773Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia

ASSOCIACAO PONTO DE CULTURA POVOS DA MATA ATLANTICA
Solicitado
R$ 326,1 mil
Aprovado
R$ 326,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Caiçaras
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Cananéia
Início
2024-07-01
Término

Resumo

Propomos a atualização e a impressão do livro digital "Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia"que traz uma abordagem histórica e cultural do Fandango Caiçara, uma manifestação tradicional associada ao modo de vida caiçara, no qual dança e música estão indissociáveis de um contexto cultural mais amplo. Optamos por fazer um recorte específico do município de Cananeia (SP), utilizando como base entrevistas e depoimentos de Mestras e Mestres e de alguns de seus Aprendizes, além de pesquisadoras e pesquisadores que têm realizado trabalhos nessa localidade. Nesta abordagem, também mostramos os modos de produção artesanal dos instrumentos, as práticas musicais através das marcas e modas, bem como, as danças e expressões corporais realizadas (bailados e batidos), os quais foram abordados por meio dos relatos destas e destes detentoras e detentores dos saberes caiçaras. A versão digitalda publicação pode ser acessar emhttps://bit.ly/38S4tlK.

Sinopse

O livro “Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia” será elaborado atravéz de uma abordagem histórica e cultural de uma manifestação tradicional da cultura popular brasileira associada ao modo de vida caiçara, no qual dança e música estão indissociáveis de um contexto cultural mais amplo, o Fandango Caiçara. Com uma linguagem simples, de fácil entendimento e compreensão, apresentaremos informações sobre a origem do Fandango Caiçara e como ele está difundido hoje no território caiçara de São Paulo e Paraná. Optamos por fazer um recorte específico do município de Cananéia, litoral sul de São Paulo, utilizando como base entrevistas e depoimentos de Mestras e Mestres do Fandango Caiçara, de seus aprendizes (nova geração), além de pesquisadoras e pesquisadores que têm realizado trabalhos nessa localidade. A prática do Fandango Caiçara no passado esteve vinculada à organização e prestação de serviços e ajuda na forma de trabalhos coletivos - mutirões, puxirões ou pixiruns - nos roçados, nas colheitas, nas puxadas de rede ou na construção de benfeitorias, onde o organizador oferecia como pagamento aos ajudantes voluntários um fandango, espécie de baile com comida farta. Para além dos mutirões, o Fandango, termo que genericamente significava “festa com dança”, “função” ou “pagode”, era a principal diversão e momento de socialização dessas comunidades, estando presente em diversas festas religiosas, batizados, casamentos e especialmente no carnaval, onde comemorava-se os quatro dias ao som de seus instrumentos. Aspectos como os modos de fazer, técnicas, ferramentas e madeiras utilizadas na construção dos instrumentos musicais, as práticas musicais através das marcas e modas de Fandango, bem como as danças e expressões corporais realizadas (bailados e batidos) serão abordados por meio dos relatos destas e destes detentores do saber. O livro “Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia” também traz um enfoque pedagógico em seu conteúdo visando ser um instrumento de apoio educacional para estudantes e educadores de diversos segmentos da educação. Para isso, um parte do livro será destinada à atividades educativas como: jogos, roteiros de estudo e pesquisa de campo, atividades com músicas, desenhos e outras possibilidades que serão mapeadas durante a produção do material. Além disso, sugestões de filmes, livros, sites e artigos para pesquisa e aprofundamento sobre o Fandango Caiçara também serão listados, bem como um acervo fotográfico com tudo o que já possuímos de registro dessa manifestação cultural em Cananeia. Tudo isso organizado de forma que tenhamos a valorização do saber tradicional e a interatividade com o público leitor, isso será facilitado com a disponibilização de Hiperlinks e QR Codes para acesso e disseminação das informações de forma mais ampla. Base de pesquisa e referências: A base da pesquisa serão as entrevistas com as/os detentoras/res dos saberes populares que realizaremos durante a execução do projeto, como detalhado acima. Além disso, buscaremos relacionar e contextualizar os conteúdos levantados nas entrevistas com referências bibliográficas que possuem estudos e pesquisas que abordam o Fandango Caiçara. Podemos citar algumas que já fazem parte do nosso banco de dados: APOLINÁRIO, Catharina. Revista Direito Ambiental. Os caminhos dos caiçaras frente ao novo contexto socioambiental atual. Pág. 171. Ano 17. Edição 67. Editora Revista dos Tribunais. 2012. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. Página. CHIQUINHO, Cleber Rocha. Saberes caiçaras – A cultura caiçara na história de Cananéia, São Paulo, Páginas & Letras, 2007 CORRÊA, Joana; GRAMANI, Daniella; PIMENTEL, Alexandre. (Org.). Museu Vivo do Fandango. Rio de Janeiro: Associação Cultural Caburé, 2006. DIEGUES, Antônio Carlos. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Hucitec/Nupaub-CEC/USP, 2000. DIEGUES, Antonio Carlos (Org.). Enciclopédia Caiçara, vol. I, O Olhar do Pesquisador. São Paulo: Editora HUCITEC-NUPAUB-CEC/USP, 2004. DIEGUES, Antonio Carlos. (Org.). Enciclopédia Caiçara, vol. IV, História e Memória Caiçara. São Paulo: Editora HUCITEC-NUPAUB-CEC/USP, 2005. DIEGUES, Antonio Carlos. (Org.). Enciclopédia Caiçara, vol. V, Festas, Lendas e Mitos Caiçaras. São Paulo: Editora HUCITEC-NUPAUB-CEC/USP, 2006. FONSECA, Maria Cecília L. O patrimônio em processo: trajetória da política federal de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; Minc – Iphan, 2005, GRABNER, Maria Luiza; vários autores. STANICH, Paulo - organizador. Direito das Comunidades Tradicionais Caiçaras. In: Café com Lei, São Paulo, 1 edição, 2016. GRAMANI, Daniella da Cunha (org.). Rabeca: o som do inesperado. Curitiba: s/e, 2003. IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Texto Descritivo Completo – Fandango Caiçara: Expressões de um Sistema Cultural. Elaborado pela Associação Cultural Caburé, dezembro de 2011. ORGANIZACIÓN DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA EDUCACIÓN, LA CIENCIA Y LA CULTURA (UNESCO). Indicadores cultura | 2030. Paris, 2020. SIQUEIRA, PRISCILA. Genocídio dos Caiçaras. São Paulo. 1ª Edição. Edição Massao Ohno – Ismael Guarnelli/ editores. 1984. RODRIGUES, Carmem Lúcia. O lugar do Fandango Caiçara: natureza e cultura de “povos tradicionais”, direitos comunais e travessias no Vale do Ribeira (SP). Tese de doutorado apresentado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humana, para obtenção do título de doutorado em Antropologia Social. Campinas, 2013.

Objetivos

Objetivo geral Viabilizar a publicação impressa de 800 (oitocentas) unidades do livro "Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia" visando a ampliar o alcance e a democratizar o acesso e a fruição da obra para diversos públicos, em especial detentoras e detentores dos saberes e fazeres relacionados ao Fandango Caiçara. Objetivos específicos - Distribuir gratuitamente ao menos 70% (setenta por cento) da tiragem total do livro para Fandangueiras e Fandangueiros, Jovens Aprendizes, Associações Comunitárias, Bibliotecas Públicas e Escolas da Rede Pública de Ensino local; - Colaborar diretamente para o reconhecimento da importância, da valorização e da salvaguarda da memória e história oral relacionada ao Fandango Caiçara no município de Cananeia.

Justificativa

As regiões mais preservadas do bioma Mata Atlântica tiveram seus territórios culturais recortados por mosaicos de Unidades de Conservação Ambiental que foram criados a partir da década de 1960. Essas políticas públicas restringiram as atividades ancestrais que povos tradicionais e originários realizavam cotidianamente colocando-os em situação de risco e de vulnerabilidade social. Pensando em formas de colaborar para enfrentamento deste problema social, iniciamos a partir de 2009, um programa chamado "Puxirão" que busca apoiar, fortalecer, disseminar e registrar as manifestações tradicionais relacionadas ao Fandango Caiçara, garantindo assim, a valorização e a transmissão desse Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro em todos os municípios que compõem o chamado Território do Fandango Caiçara. De forma geral, nossas estratégias de ação valorizam as reais necessidades das Mestras e dos Mestres Caiçaras diagnosticadas direta e presencialmente através da convivência cotidiana e da nossa inserção no ritmo das comunidades tradicionais caiçaras. Assim, a principal especificidade do programa reside basicamente no forte vínculo cooperativo que estabelecemos com diferentes atores sociais e também no apoio efetivo que eles dão a nossas ações. A ideia inicial nasceu no ano de 2009, com a criação e implementação do projeto piloto "Puxirão _ Apoio ao Fandango Caiçara no Município de Cananeia", o qual foi apoiado e financiado, entre os anos de 2010 e 2012, pelo Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI). A partir daquele momento, botamos os pés na estrada para pesquisar e registrar, sob diferentes olhares, o Fandango Caiçara no município de Cananeia. Importante ressaltar, que o Fandango Caiçara foi registrado como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em novembro de 2012. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o patrimônio cultural imaterial tem significativa importância como fonte de diversidade cultural e garantia de desenvolvimento sustentável, conforme destacado na sua Recomendação sobre a Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular, de 1989, bem como, na Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural, de 2001, e na Declaração de Istambul, de 2002, aprovada pela Terceira Mesa Redonda de Ministros da Cultura. Com a adoção da Agenda 2030, a comunidade internacional reconheceu pela primeira vez o papel da cultura nos processos de desenvolvimento sustentável através das comunidades tradicionais locais, da diversidade cultural, do patrimônio cultural, da criatividade e inovação, das indústrias criativas, entre outros. Neste sentido, a cultura não só contribui como um setor em si, mas como um elemento intrínseco presentes em diversos outros setores contribuindo transversalmente com alguns dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) contidos na Agenda 2030, especialmente com aqueles relacionados com cidades sustentáveis, trabalho decente e crescimento econômico, a redução desigualdades, meio ambiente, promoção de igualdade de gênero, inovação e sociedades pacíficas e inclusivas. De forma geral, o papel da cultura pode ser considerado como um motor que contribui diretamente para a obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais duradouros e também como vetor que melhora a eficácia das intervenções relacionadas ao desenvolvimento sustentável como um todo. Baseados neste contexto e visando a consolidar e a democratizar o acesso aos bens culturais relacionados ao Patrimônio Cultural Imaterial Caiçara, propomos a publicação impressa do livro "Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia" revisita a trajetória de um dos mais valiosos patrimônios culturais imateriais do Brasil e revela sua faceta contemporânea, com participações crescentes de jovens e mulheres. Com pesquisa e textos de Catharina Apolinário de Souza, Cleber Rocha Chiquinho e Fernando Oliveira Silva, este livro digital é permeado por links para um precioso acervo de canções, vídeos e sites. E busca compartilhar com o maior número de pessoas possível a riqueza de uma autêntica manifestação popular que enche de orgulho a comunidade caiçara. Ao todo, sete grupos de fandango foram entrevistados: Vida Feliz, Fandango Esperança, Família Neves, Família Pereira, Os Impures do Fandango, Fandangueiros do Mandira e os Jovens Fandangueiros do Itacuruçá. Também foram entrevistados mestres e mestras de notório saber reconhecidos pela comunidade fandangueira e aprendizes. Por fim, foram ouvidas personalidades que participaram e articularam a construção de ações que outrora impulsionaram o retorno do "fazer fandango" na cidade. A proposta da criação, pesquisa e redação desta obra integra os planos anuais de dois programas mantidos pela organização social Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica a saber: Puxirão - Programa de Apoio ao Fandango Caiçara, o qual tem como objetivo apoiar, fortalecer, disseminar e registrar as manifestações tradicionais relacionadas ao Fandango Caiçara, garantindo assim, a valorização e a transmissão desse patrimônio cultural imaterial brasileiro em todos os municípios que compõem o chamado Território do Fandango Caiçara; e Ponto de Memória Povos da Mata Atlântica que é um programa de valorização do patrimônio cultural imaterial que atua de forma cooperativa e participativa visando a registrar, fortalecer, valorizar, apoiar, disseminar e transmitir o patrimônio cultural imaterial relacionado às comunidades tradicionais e aos povos indígenas que vivem na Mata Atlântica.

Estratégia de execução

CURRÍCULO DA PROPONENTE Em 2005, o acúmulo de vivências, experiências, projetos, programas, eventos e ações realizadas no município foi pela primeira vez reconhecido por um órgão governamental. O Ministério da Cultura, através do Edital para seleção de Pontos de Cultura, reconheceu a importância daquele trabalho, possibilitando assim, o planejamento das ações futuras a curto e médio prazos. Sem dúvida, um importante apoio e reconhecimento pelo conjunto da obra realizada naqueles frutíferos anos. Paralelamente, no mesmo ano, parceiros locais conquistaram o apoio do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Educação para criação da Sala Verde Cananeia, do Coletivo Jovem Caiçara e do Coletivo Educador do Lagamar. Decidimos então, integrar todas essas ações na base criando um espaço democrático concebido como uma rede orgânica agregadora de processos de criação, produção, ação e fruição educacional e cultural participativas. Tempos depois essa pujante e rica experiência foi oficialmente reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente que incentivou a produção de um documentário através de processo educomunicativo, entre a Sala Verde Cananeia, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) e o Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente. O filme mostra um pouco das ações colaborativas que existem entre os diferentes grupos, coletivos e espaços educadores do município de Cananeia (acesso em https://bit.ly/3lLD9qh). Importante ressaltar, que o vídeo foi apresentado como pauta sobre as Salas Verdes do Brasil na reunião com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada no ano de 2008 em Angola. Junto ao Coletivo Jovem Caiçara e ao Coletivo Educador do Lagamar pudemos contribuir com diversas ações foram muito significativas, como a publicação do livro Saberes Caiçaras – a cultura caiçara na história de Cananeia (acesso em https://bit.ly/33TWBcK) e o vídeo documentário Saberes Caiçaras – a reinvenção da cultura caiçara em Cananeia (acesso em https://bit.ly/2X1v1sm), ambos produzidos com a participação direta de adolescentes e jovens, de ambos os sexos, através de processos e métodos participativos como à pesquisa-ação-participante. Em 2007, esse trabalho coletivo recebeu o Prêmio Culturas Populares 2007 – Mestre Duda – 100 Anos de Frevo promovido pelo extinto Ministério da Cultura. Em 2008, essas iniciativas receberam a indicação e recomendação de replicação como ações de referências pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) durante o Processo de Registro do Fandango Caiçara como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Entre 2005 e 2008, diversas ações e projetos foram implementados e realizados na região desenvolvendo a intenção deliberada de se criar um programa mais amplo que pudesse abarcar e absorver todas essas iniciativas de forma participativa e colaborativa. Contudo, os arranjos institucionais e administrativos não colaboravam para que aquele ideal fosse alcançado imediatamente. Assim, seguimos participando e fomos contemplados em diversos editais do extinto Ministério da Cultura, destacando-se: Ação Griô, Escola Viva, Agente Cultura Viva, Prêmio Asas e Prêmio Cultura Digital, no qual fomos selecionados em 2º lugar em todo o país. Vale destacar ainda, que no ano de 2009 tivemos nossa proposta aprovada e firmamos contrato com a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) para continuidade e ampliação das nossas ações através do Edital Pontos de Cultura SP e também firmamos convênio com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), através do edital do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI) para o desenvolvimento do projeto "Programa Puxirão: apoio ao fandango caiçara no município de Cananeia". Entre 2010 e 2012, seguimos aprovando propostas em diversos editais e chamadas, o que resultou na conquista do Prêmio Culturas Populares 2012 – Mazzaropi. Em 2013, decidimos nos desvincular da organização social à qual estávamos vinculados e à formalizar oficialmente a Associação Ponto de Cultura Caiçaras, a qual compôs-se naquele momento por estudantes, pesquisadores, educadores e lideranças de povos indígenas da etnia Guarani M’Bya e de comunidades tradicionais caiçaras e quilombolas residentes no município de Cananeia (SP). Desde então, mantemos nossos programas e ações por meio da aprovação de propostas de nossas/os associadas/os em editais específicos. Destacam-se a proposta aprovada em 2015 no edital do Programa de Ação Cultural (ProAC), da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, para realização da 1ª Festa do Fandango Caiçara de Cananeia; a co-gestão do projeto Ô de Casa: Mobilização, Articulação e Salvaguarda do Fandango Caiçara, apoiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o qual inclusive possibilitou que organizássemos a 2ª Festa do Fandango Caiçara de Cananeia, bem como, colaborou para as festas semelhantes ocorridas nas cidades que compõem o chamado Território do Fandango Caiçara, a saber: de Paranaguá (PR), Guaraqueçaba (PR), Iguape (SP) e Ubatuba (SP). Entre 2018 e 2019, seguimos conquistando prêmios e editais que mantiveram nossa atuação viva na região. Em 2020, após passar pelo programa de aceleração social da Organização Social Instituto Legado de Empreendedorismo Socioambiental redesenhamos e reafirmamos nosso propósito social (missão, visão de futuro e valores) passando a adotar o nome oficial de Associação Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica, visando agora a homenagear não só à comunidade tradicional caiçara, mas todos os povos que vivem nesse importante e ameaçado bioma brasileiro, bem como, à consolidar um planejamento estratégico alinhado com a visão de futuro institucional. Em 2021, realizamos os projetos "Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia", que resultou na produção de um documentário audiovisual (acesso em https://bit.ly/47gL5IA) e gerou de um livro digital sobre o Fandango Caiçara no município de Cananeia (SP) (disponível em https://bit.ly/38S4tlK) e "M'Bya Teko Jexauka - Divulgando a Cultura Guarani M'Bya", que resultou em registros históricos das canções e danças tradicionais da Tekoa Takuari-Ty, também localizada em Cananeia (SP), os quais podem ser acessados na plataformas digitais Spotify (acesso em https://spoti.fi/3CsYz4X) e Youtube (acesso em https://bit.ly/3rVl9A5). Ainda em 2021, realizamos o evento "II Encontro de Conhecimentos Livres do Lagamar". Importante ressaltar que todas estas propostas contam com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Em 2022, realizamos a sexta edição da Festa do Fandango Caiçara de Cananeia em parceria com a comunidade fandangueira local. Realizamos também à vivência "Encontros Estacionais com Mestre Lumumba - Cantos Étnicos e Construção e Toque de Tambores Afro-ameríndios" e a oficina "Ritmos Afro-brasileiros". Promovemos ainda, a primeira edição do "Gestar - Programa de Incubação e Aceleração Social", o qual contou com encontros presenciais e online abordando temas como: economias alternativas, inovação social, tecnologias sociais, empreendedorismo social, gestão estratégica, comunicação social e sustentabilidade. Finalmente, em 2023 realizamos a segunda edição do Festival Lagamar - Conexões Afro-ameríndias Litoral Sul, a qual homenageou Mestre Lumumba (in memoriam), amigo, orientador e integrante do nosso Conselho de Mestras e Mestres, e teve apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, bem como, e iniciamos o projeto Instalação de sistemas de tratamento sustentável de esgoto (TEvap) em unidades residenciais do município de Ilha Comprida, o qual conta com apoio financeiro do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) vinculado à Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente.

Especificação técnica

Impressão offset Número de páginas: 124 Cores: 4 x 4 Papel Capa: Couchê Fosco 150 gramas + Papel Paraná 270 gramas Papel Miolo: Couchê Fosco 170 gramas Acabamento Capa: Laminação Fosca Soft Touch e reserva de verniz Acabamento Miolo: sem acabamento Tamanho Aberto: 36 x 23 cm Tamanho Fechado: 18 x 23 cm Lombada: Lombada Quadrada (cola e costura) Quantidade de fotografias: 69 Quantidade de ilustrações: 10

Acessibilidade

O plano de garantia de acessibilidade terá como objetivo principal buscar meios para oferecer e garantir aos participantes total acesso e fruição das ações e atividades propostas por pessoas com deficiência em suas múltiplas especificidades. Para tanto, confirmaremos a parceria com o negócio social Attitude e Inclusão que atua para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade e que atuará diretamente no planejamento e desenvolvimento específicos de estratégias e ações visando a promoção da acessibilidade arquitetônica, atitudinal, comunicacional, digital e pedagógica em todas as etapas de realização do projeto. Com isso, esperamos promover a ampliação do alcance, a democratização ao acesso e a fruição de bens, produtos e serviços culturais não só ao público alvo e beneficiárias/os desta proposta, mas também às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, entre outros. Prevemos ainda, à destinação mínima de 10% (dez por cento) do valor captado para o plano de garantia de acessibilidade, visando à atender ao disposto na Lei Estadual nº 13.146, de julho de 2015 e Decreto Estadual nº 11.525, de 11 de maio de 2023, Capítulo VIII, art. 14.

Democratização do acesso

O plano de democratização ao acesso visa a garantir o mais amplo acesso da população em geral à publicação, objetivando com isso a descentralização e/ou garantia da universalização do benefício ao cidadão, sempre em consideração ao interesse público e a democratização do acesso aos bem cultural resultante. Neste sentido, prevemos ao menos 01 (um) evento de lançamento e distribuição gratuita da obra na cidade de Cananeia, litoral sul de São Paulo. Neste evento, prevemos a realização de ao menos 01 (uma) palestra e/ou roda de conversa sobre a importância das ações de registro do patrimônio imaterial para a valorização e a democratização do acesso à memória e a história oral dos Povos da Mata Atlântica. O plano de democratização ao acesso prevê a distribuição gratuita de ao menos 70% (setenta por cento) da tiragem total do livro para Fandangueiras e Fandangueiros, Jovens Aprendizes, Associações Comunitárias, Bibliotecas Municipais, Escolas da Rede Pública de Ensino e Organizações Sociais atuantes no território. De certa forma, podemos considerar que o projeto atenderá o seguinte perfil de público: habitantes de comunidades tradicionais caiçaras e quilombolas em que o Fandango Caiçara é vivo, moradoras e moradores de áreas urbanas periféricas, moradoras e moradores de áreas rurais e habitantes de áreas com grande relevância para a preservação do patrimônio cultural, histórico e ambiental. Pensando no interesse público e na democratização do acesso a publicação, distribuíremos gratuitamente, no mínimo, 560 (quinhentos e sessenta) livros para Fandangueiras e Fandangueiros, Jovens Aprendizes, Associações Comunitárias, Bibliotecas Municipais, Escolas da Rede Pública de Ensino e Organizações Sociais. Paralelamente, seguiremos com as estratégias de distribuição da versão online da obra que hoje já conta com mais de 200 (duzentos) downloads (Acesso em https://bit.ly/38S4tlK). O lançamento oficial da versão impressa do livro “Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia” ocorrerá durante a realização da Festa do Fandango Caiçara de Cananeia, evento gratuito e de livre acesso que acontece anualmente na cidade de Cananeia e que tem como objetivo básicos apoiar, incentivar, fomentar e difundir os diversos elementos do Fandango Caiçara, promovendo a rica expressividade histórica, social e artística dessa tradicional cultura popular brasileira, além de promover o intercâmbio entre cerca de 300 (trezentas/os) Fandangueiras e Fandangueiros de diferentes cidades do território caiçara de São Paulo e Paraná, incluindo as Cirandeiras e os Cirandeiros da cidade de Paraty (RJ). Plano de Comunicação Social Por meio de ferramentas de comunicação social adequadas ao perfil dos diversos públicos e utilizando uma linguagem que seja eficiente, observadas as relações culturais existentes neste processo de comunicação, produziremos conteúdos e materiais que serão divulgados em diversos espaços e meios de divulgação, bem como, em espaços físicos de grande circulação de público nas cidades atendidas. O conteúdo produzido também terá como foco mostrar os bastidores relacionados aos processos de produção cultural e de diversas tarefas do dia a dia do nosso trabalho com a finalidade de possibilitar que as pessoas se envolvam, mesmo à distância, com o processo criativo e de construção das ações e atividades contidas nesta proposta. Em linhas gerais, dividimos as ações de comunicação em quatro frentes que utilizarão os seguintes canais para falar com os públicos e transmitir nossas mensagens: 1) Imprensa - o relacionamento com a imprensa e agentes dos meios de comunicação de massa é estratégico para construção e/ou consolidação de uma imagem pública forte e com credibilidade frente à sociedade em geral. De maneira espontânea (isto é, sem que haja investimento financeiro nestes canais), a assessoria de imprensa conquista espaços privilegiados para se dialogar com público amplo de forma positiva, cooptando a audiência de canais de TV, rádio, jornais, revistas e portais online por meio de notícias. Também atua de forma inteligente em momentos de crise, evitando que a mídia amplifique informações de aspecto negativo. A imprensa, especialmente os maiores veículos, dialoga com sociedade geral, mas pode ser direcionada a nichos específicos quando a publicação for especializada. Permite perseguir o objetivo de fomentar o debate sobre valorização da diversidade cultural e da sociobiodiversidade dos Povos da Mata Atlântica. Ações específicas previstas: produção e divulgação de releases às diversas mídias locais, regionais e nacionais, de TV, rádio, mídias digitais e impressos. Exemplo de resultado alcançado: matéria no portal Neomondo - Um olhar consciente (https://neomondo.org.br/) sobre projeto realizado com a Tekoa Takuari-Ty da etnia Guarani M’Bya na cidade de Cananeia (Projeto aprovado no ProAC 15/2020) (acesso em https://bit.ly/3GqFVwx). 2) Canais institucionais - os canais institucionais permitem que a organização tenha controle praticamente absoluto sobre a mensagem que quer transmitir. É indispensável, sobretudo em contexto de comunicação de massa digital, que estejamos presentes nas redes sociais e criando conteúdos próprios e nutrindo relacionamentos com nosso público de forma dinâmica e rica. Nesses espaços, é possível compartilhar atividades e campanhas atuais e divulgar resultados de ações anteriores. Ações específicas previstas: bastidores do andamento do projeto, lembranças de ações concluídas que dialoguem com as ações atuais, divulgação das parcerias e/ou parceiros envolvidos, histórias de vida de beneficiárias/os, vídeos institucionais, conteúdos educativos, entre outros. Exemplo de resultado alcançado: Divulgação de seleção para participar da 1ª Mostra de Cinema do Vale do Ribeira (acesso em https://bit.ly/3z9cUnL). 3) Site institucional + blog - o site é a porta de entrada para novos contatos que trafegam na internet em portais de busca ou mesmo que migram de outras páginas que citam a nossa marca. Ele estará atualizado, com informações claras e corretas apresentando nossa organização, bem como, explicando nossos projetos e programas de forma organizada. Ações específicas previstas: criação e divulgação de notícias diversas sobre o histórico, memórias, histórias de vida e demais ações relacionadas ao andamento do projeto. Exemplo de resultado alcançado: página institucional do programa Puxirão (acesso em https://bit.ly/3lMOngi). 4) Redes sociais - abrangem público mais amplo, porém com fluxo mais frequente e interações mais engajadas. As postagens serão mais instantâneas, dinâmicas e com fluxo informal. Dispõe de boas ferramentas que estimulam engajamento. A riqueza de recursos para fotos e vídeos será um aliado, uma vez que poderemos explorar a riqueza de imagens da natureza e de manifestações culturais da região como recurso visual atrativo nesses canais. Ações específicas previstas: produção de cartazes digitais, vídeos, imagens e outros conteúdos digitais. Exemplo de resultado alcançado: divulgação do lançamento do livro digital Amanhece! Patrimônio, Memória e História do Fandango Caiçara em Cananeia (Projeto apoiado no ProAC 23/2020) (acesso em https://bit.ly/38SaxLa). De forma geral, o trabalho de comunicação social, que dará respaldo a todas as atividades do projeto, abrange uma série de ações para divulgação ampla da mensagem das ações educacionais e culturais previstas, bem como, o registro e a disseminação dos resultados, dos impactos e das ações de transparência social.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA A equipe técnica responsável por todas as etapas do projeto é formada por profissionais que integram o grupo de gestoras(es), produtoras(es) e educadoras(es) do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica, a saber: Daniel Nunes Gonçalves - CPF: 126.826.498-90 - Função: Coordenador Editorial Fabio Quirino Teixeira - CPF: 132.192.488-70 - Função: Produtor Gráfico Fernando Oliveira Silva - CPF: 126.101.858-39 - Função: Coordenador Executivo Silvana Maria Guerreiro - CPF: 303.313.418-16 - Função: Produtora Executiva CURRÍCULOS RESUMIDOS Daniel Nunes Gonçalves, 51 anos é um jornalista, escritor, editor e educador com larga experiência especialmente nos segmentos de viagem, cultura e meio ambiente. Conhece 26 estados brasileiros e já viajou para contar histórias de 51 países. Jornalismo: Publicou centenas de reportagens para alguns dos principais veículos do Brasil, como UOL, Veja, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Os Caminhos da Terra e Quatro Rodas, e do mundo, como National Geographic, Discovery, Outside, GQ, Marie Claire e Forbes. É criador e editor do portal sobre viagens de natureza e vida ao ar livre all2out (www.all2out.com). Já escreveu matérias para publicações de 8 países. Livros: Como escritor e editor, publicou 10 livros e 6 guias de viagem, parte deles pela sua editora independente Same Same, voltada para temas de diversidade cultural. Entre eles, Brasil (sobre a Copa, Embratur, 2014), Legado Olímpico (sobre as Olimpíadas Rio 2016) e Paisagens Gastronômicas – São Paulo (Proac – SP, 2019), este finalista do Prêmio Jabuti em 2020. Prêmios: Em 2019, recebeu no México o prêmio pela melhor ação educativa do ano segundo a Associação Internacional de Jornalistas de Turismo, em reconhecimento ao seu curso Jornalismo de Viagem Na Estrada, realizado em Buenos Aires, Argentina. Foi contemplado em 2008 com o Prêmio Abril de Jornalismo, pela melhor reportagem publicada em 2007 na revista Superinteressante. Finalista em mais duas oportunidades – uma pela revista Veja, em 1998, e a última pela National Geographic, em 2014. Educação: Criou em 2016 o curso de jornalismo de viagem da Faculdade Cásper Líbero (SP), onde concluiu seu mestrado em comunicação em 2019. Leciona cursos de narrativas afetivas de viagem e também de comunicação responsável para um turismo responsável. Desde 2020 é colunista de turismo sustentável da Rádio Nova Brasil FM com a coluna semanal Viagem Consciente. Realizou cinco edições do encontro sobre experiências de turismo Sarau do Viajante. É palestrante e desde 2017 curador do REMOTE Talks, da comunidade de turismo sustentável REMOTE Latin America. Desde 2022 é membro ativo também da Associação Mundial de Turismo de Aventura (ATTA). Fabio Quirino Teixeira, 49 anos, nascido na cidade de São Paulo e atualmente morador da Mata Atlântica na cidade de Juquitiba (SP) é administrador, produtor gráfico, produtor cultural e produtor rural. Formado em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing com ênfase em Vendas. Nos últimos 26 anos atuou no mercado de comunicação visual e projetos para ponto de venda (PDV), Técnico em Energia Fotovoltaica e iluminação de LED. Atua na área de fotografia digital, propaganda e comunicação visual. Ocupou o cargo de produtor gráfico e design, gerenciando e liderando equipes dentro deste mesmo segmento. Nos últimos 5 anos, atuou como produtor cultural do bloco carnavalesco “Agora Vai” que arrasta cerca de 10.000 foliões. Foi produtor teatral do espetáculo “Gesta Mullier”, monólogo da Cia. Casa da Tia Siré e do projeto “Bonecos da Mata Atlântica” da Cia. Bonecos Urbanos. Em 2021, participou do programa “FuturAção - Rede Construindo o Futuro” focado em capacitação, mentoria e apoio do desenvolvimento institucional de organizações sociais. Em 2022, participou do curso “Empreendedorismo Social na Real” passando a integrar a “Rede Ago Social de Empreendedorismo e Negócios Sociais”. Atualmente, é Produtor Cultural e Conselheiro Administrativo do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica. Fernando Oliveira Silva, 50 anos, Licenciado e Bacharel em Ciências Biológicas, Especialista em Educação Ambiental para a Sustentabilidade, Mestre em Ciências (Ecologia), MBA em Gestão de Negócios Sociais de Impacto e Guia de Turismo (Regional, Nacional e América do Sul). Desde 1997, atua profissionalmente no Vale do Ribeira, onde veio residir há quase 20 anos atrás. Entre 1999 e 2007, atuou como pesquisador e ocupou os cargos de Diretor de Projetos e Diretor de Educação e Cultura no Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC). Desde 2005, participa como gestor do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica. Entre 2008 e 2010, trabalhou como educador na área de software livre do Pontão de Cultura Nós Digitais. No ano de 2011, ocupou o cargo de Diretor de Cultura na Prefeitura Municipal da Estância de Cananeia, onde foi um dos responsáveis pela aprovação da lei que criou o "Sistema Municipal de Cultura". Gestor de programas institucionais ligados ao terceiro setor com ampla experiência na elaboração de propostas e captação de recursos. Educador especializado no planejamento e gestão de cursos e programas educacionais nas áreas de ciência, meio ambiente e cultura direcionados aos mais variados públicos, em especial para comunidades em risco e vulnerabilidade social. Gestor e produtor cultural com interesse e experiência em programas e projetos nas áreas da cultura popular, audiovisual, cultura digital (software livre) e patrimônio imaterial. Em 2010, recebeu o Prêmio Cultura Digital (2º Lugar Nacional) (MinC/2010). Em 2020, participou do curso “Integrando a Agenda 2030 para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” (PNUD). Atualmente, é Conselheiro Administrativo do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica. Silvana Maria Guerreiro, 40 anos - Ativista menstrual e incentivadora da emancipação feminina é educadora física, terapeuta menstrual, organizadora de eventos, gestora de projetos e empreendedora social. Desde 2010, atua no terceiro setor nas áreas administrativa, financeira e de produção de eventos. Entre 2010 e 2018, foi instrutora voluntária da Fundação Projeto Pescar. Em 2020, tornou- se parceira da organização social Plan International nos projetos “Nosso Corpo” e “Escola de Liderança para Meninas” e também do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e de Escolas da Rede Pública de Ensino, na cidade de Cananeia, litoral sul de São Paulo. No mesmo ano participou dos cursos “Integrando a Agenda 2030 para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do curso “Promover para Prevenir em Saúde Mental de Adolescentes”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Em 2021, participou do programa de aceleração social FuturAção promovido pelo projeto Construindo o Futuro. No mesmo ano, fundou o negócio social Educadora Menstrual, onde idealizou o “Projeto EmanCicla”, um trabalho de educação menstrual para adolescentes e jovens que menstruam, e criou a oficina “Meu Ciclo Meu Guia”, um trabalho de educação menstrual com adultas que buscam conhecer o corpo e o ciclo menstrual, contribuindo para seu autoconhecimento e autodesenvolvimento. Atualmente, desenvolve projetos com educação e saúde menstrual em comunidades tradicionais e é Conselheira Administrativa do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-07-01
Locais de realização (1)
Cananéia São Paulo