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Trata-se de projeto que visa a realização da décima-primeira ediação do MOBILE PHOTO FESTIVAL, o maior festival latino-americano de mobgrafias, festival que, ao longo de cerca de 30 dias, reúne uma exposição de imagens digitais, fotos, vídeos e holografias, de conteúdos imagéticos, digitais, sempre produzidos por meio de equipamentos móveis (mobiles) de aritistas, fotógrafos digitais, mobile-cinegrafistas e videomakers brasileiros, consagrados e iniciantes que serão, todos, homenageados e laureados, e cujos melhores trabalhos serão selecionados em categorias distintas e curados por uma comissão; e, depois, expostos. Todo o festival será totalmente democrático, acessível, aberto, e gratuito ao público.
Embora o projeto não preveja uma sinopse em si, como algumas vezes utilizadas em eventos culturais semelhantes, o festival buscará demonstrar uma narrativa e uma ação positiva para novos fotógrafos digitais, mobile-cinegrafistas e videomakers em cada uma das linguagens e ofícios dos melhores artistas de mobigrafia do ano, participantes inscritos para o festival, dando a eles os devidos reconhecimentos e ainda buscando a repercussão do panorama desses nomes escolhidos, homenageados e laureados como representativos no cenário brasileiro em 2024, de modo a torná-los prestigiados na comunidade internacional, fora do Brasil, a partir do prestígio que se comunicará na imprensa estrangeira, em razão da exposição dos melhores trabalhos selecionados no festival, que acontecerá ao longo de cerca de 30 dias, trazendo diversas ações além da exposição em si, como os colóquios dos fotógrafos consagrados conversando com os fotógrafos vencedores em cada categoria.
O objetivo geral da décima-primeira edição do festival é o de reconhecer, laurear, prestigiar, registrar e enaltecer os trabalhos na cultura, nas artes e em especial na fotografia-mobile, os legados dos novos vultos brasileiros como potências catalizadoras da fotografia digital e promover este reconhecimento no Museu da Imagem e do Som em São Paulo, grande polo de fotografia, criado também justamente com tal escopo. E tudo de modo a jogar luz sobre trabalhos nem sempre visibilizados pelas ditas "grandes mídias" convencionais brasileiras. Serão diversos os fotógrafos e vídeo-makers que representarão o atendimento desses objetivos, os quais alcançarão artistas de todo o país. Esse é, pois, o objetivo mais importante que visa resultar e alcançar: a democratização, de fato, da mobigrafia e da fotografia digital móvel e a integração dos artistas que têm esses talentos e vivenciam esta linguagem artística e homenageá-los, ao menos aqueles que inscreverem para o festival os mais interessantes trabalhos, e, ainda, integrar estes artistas a outros já consagrados da fotografia que estejam também atuando nesse novo movimento mobigráfico, de modo que os trabalhos de todos eles estejam expostos por cerca de 30 dias, lado a lado, no mesmo Museu da Imagem e do Som. O objetivo específico do projeto é conseguir viabilizar o festival, permitindo que aristas brasileiros interessados de todo o país (ou de qualquer lugar do mundo) possam enviar seus trabalhos pela internet, para a comissão avaliadora que selecionará as imagens mais impactantes de diversos segmentos e linguagens (como arte de rua; paisagens, preto e branco; retratos; e, outros diversos ainda a serem criados), as quais serão expostas ao lado de imagens de três artistas já consagrados, valendo aqui observar que também é um objetivo específico do projeto contar com imagens decorrentes de novas tecnologias novas tecnologias como aquelas em que imagens mobile podem ser criadas por meio de interação tecnológica, inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, holografias, dentre outras). Neste sentido, e para tanto, o projeto objetiva organizar, preparar, pre-produzir, produzir e pós-produzir esse festival de mobigrafia que alem de ter prevista uma singela solenidade de abertura no auditório do MIS (com a presença de todos os artistas cujos trabalhos sejam selecionados, na qual aqueles escolhidos pelos jurados das respectivas comissões avaliadoras, cuidadas por um curador de reputação ilibada no ambiente da cultura, das artes, da fotografia e da mobigrafia, serão laureados e homenageados) terá a exposição em si que terá cerca de 30 dias de duração.
Em primeiro lugar, e sobretudo, o projeto justifica-se por conta ausência de um festival desta natureza e desta magnitude e grandeza como um todo, com representatividade artística, popular (e paradoxalmente!) até mesmo acadêmica de vulto, que, muito provavelmente, somente o Mobgrafia e o Museu da Imagem e do Som de São Paulo poderiam propocionar, com seus propósitos, interesses e alcance, possibilitando oferecer com potência, qualidade e repercussão a criação de novos espaços e protagonismo para novos artistas. O festival que ora se pretende será realizado tal qual as dez edições anteriores, mas, agora, com ainda mais qualidade, e também, naturalmente, conforme o que reza o art. 1°, da Lei 8.313/91, em sua plenitude, assim como a todos os seus propósitos e incisos arrolados em seu art. 1º, mas de forma ampliada, amplificada e de forma a contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura, das artes e da mobgrafia, e o pleno exercício dos direitos culturais; a promover e estimular a regionalização da produção cultural, artística e mobigráfica brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, regionais, nacionais e eventualmente internacionais; a apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e artísticas de seus respectivos criadores; a proteger nacionalmente as expressões culturais decorrentes da mobgrafias dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; a salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade (imagens coloridas e em pre e branco, de paisagens, de retratos, de espaços urbanos e rurais; a preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico da fotografia brasileira; desenvolver a consciência e o respeito aos valores culturais e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mobgráfica brasileira; e, a priorizar o produto cultural imagético decorrente de fotógrafos, cinegrafistas digitais e videomakers. Tudo isso, além de atender plenamente também ao art. 3° da mesma Lei já que o presente projeto se justifica justamente por compreender e pretender majorar a importância de tudo o que está nele arrolado, eis que prevê a expor e laurear criadores e seus trabalhos.
O festival é uma oportunidade para que jovens e desconhecidos artistas ligados à mobigrafia de uma forma geral apresentem suas obras e talentos para um público diverso. O festival propõe uma grande exposição que não decorre, exatamente, de uma mostra competitiva, ainda que os trabalhos sejam inscritos pelos interessados e sejam selecionados por jurados em comissões e pelo curador, mas, eventualmente, se a qualidade dos trabalhos inscritos for muito grande, os mesmo podem ser, ainda, se autorizados pelos inscrito, expostos no site e nas redes sociais integradas ao projeto, de modo, repita-se, a dar visibilidade ao máximo possível de trabalhos de jovens e veterenos artistas! O projeto visa, no fundo, aropagação da mobigrafia como forma de arte no Brasil e no mundo - e, neste caso, colocando o Brasil como um dos protagonistas dessa nova linguagem tão contemporânea de conteúdos imagéticos e produzidos pelas mais variadas tecnologias disponíveis no mundo da fotografia, cinegrafia e vídeos de dispositivos mobiles. O festival é uma excelente oportunidade para a integração dos profissionais dessa arte chamada mobigrafia; e, assim, para que se apresentem e se conheçam novos talentos fomentando novas produções e novos ídolos. Para tanto, o proponente traz um projeto que já foi realizado por dez vezes, com grande sucesso, embora produzido apenas por meio de parcerias e com recursos próprios da entidade proponente e/ou de seus responsáveis, mas, que, ainda asism, atingiu resultados espetáculares e que já lançou muito artistas, que hoje, trabalham profissionalmente no ambiente imagético por causa da mobigrafia. Desta vez, contudo, na décima-primeira edição, o Festival precisa crescer e tomar mais consistência e gerar repercussão mais potente, de forma maior e mais organizada, e, para tanto, precisa de recursos que a Entidade proponente e nem seus dirigentes têm condições de prover sozinhos. Carecem, pois, de patrocínios e desta Lei de Incentivo à Cultura para que seus patrocinadores possam capatar recursos incentivados, tal qual os patrocinadores clamam, exigem. Em especial, porque já se trata do maior festival de mobigrafia do país, que, espera, possa ter um número recorde de inscrições, do Brasil inteiro e de brasileiros que morem fora do país, chamando, definitivamente a atenção das mídias, da imprensa e do grande público interessado em ver os resultados, as imagens expostas de forma bonita, inspiradora e melhor cenografada no MIS, que, espera-se, possa ajudar mais com o projeto, sendo, inclusive, beneficado também com o projeto a ponto de poder incluir o MOBILE PHOTO FESTIVAL como parte permanente em seu calendário oficial, sempre; assim como, também, possa integrar os calendários oficiais da cidade de São Paulo, do Estado de São Paulo e do Brasil, de forma que todos recebam turistas estrangeiros e de todos os lugares do país para visitarem a exposição!
Em primeiro lugar, devemos salientar que o Festival Mobigrafia 2024 procurará em sua décima primeira edição, aprimorar-se e tornar-se maior, melhor e ter um maior alcance de público; e, para tanto, inscreve o presente projeto para que, efetivamente, tenha maior qualidade. O projeto prevê a criação de um site e de páginas integradas em redes sociais na internet nas quais todas as informações ao público e, em especial, aos interessados em inscreverem seus respectivos trabalhos de mobigrafia, nos segmentos preto-e-branco, paisagem, retrato, documental, arte urbana. Poderão se inscrever artistas de todo o país. Os trabalhos mais interessantes segundo a curadoria e os jurados, nos termos previamente estabelecidos - e que serão criados na etapa de pré-produção - que serão relativamente semelhantes aos dos anos anteriores. Uma vez classificados, aqueles que mais se destacarem serão selecionados para a solenidade de abertura do Festival e terão seus trabalhos expostos no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. As imagens serão impressas em grandes tamanhos, variados e enquadrados de forma a ocupar todo o espaço museal disponível do MIS, assim como também serão produzidas as exposições das imagens dos fotógrafos consagrados; e serão todas expostas de modo que dialoguem entre si, trabalhos de jovens profissionais da fotografia com aqueles dos ícones da fotografia brasileira, mas, em comum, todos produzidos digitalmente em dispositivos mobile. A solenidade terá cerca de 90 minutos e ocorrerá no auditório do MIS, assim como, também, ao longo do Festival, ali, serão realizados os colóquios e encontros dos fotógrafos, dos videomakers e dos cinegrafistas mobiles que contarão suas histórias e falarão sobre seus respectivos trabalhos e buscarão interlocução entre si, todos eles, o que será um dos objetivos imaterias do festival: a promoção de novas ideias e ideais, inspirações, de trocas de saberes, de conexões, de colabs e de coautorias de mobigrafias em jams sessions de fotografias digitais, holografias, com produção de imagens criadas a partir de spots de inteligência artificial e novas tecnologias! Os artistas laureados ganharão como “troféus” simbólicos e respectivos diplomas como símbolos de honra ao mérito por suas participações O festival em si terá entre 30 e 40 dias de duração, dependendo das possibilidades do MIS e da quantidade de trabalhos efetivamente selecionados. Haverá plena liberdade da curadoria para o exato período em que as obras serão expostas.
Todo o projeto do festival de mobgrafia, inteiro, é pensado, planejado e desejado para contemplar a presença e a fruição por pessoas portadoras de deficiência física ou com dificuldades de locomoção, como cadeirantes, idosos, gestantes; e, ainda, não só, contará com textos que fomentem expressamente a maior participação dos mais diversos públicos e de pessoas com deficiências em todo o festival. No Museu da Imagem e do som, no qual, pretende-se, ocorra o festival, já está totalmente preparado, equipado e organizado para oferecer totais condições de acessibilidade para pessoas com deficiência e para pessoas com dificuldades de locomoção, já sendo provido com banheiros acessíveis, equipados com barras de segurança e apoio; todo o espaço já tem rampas com corrimãos, guias táteis e todos as demais condições estruturantes de acessibilidade. Da mesma forma, todo o festival já é (e sempre foi) totalmente planejado para que todo o conteúdo em si tenha facilidades e seja acessível, eis que as imagens a serem expostas teraão legendas explicativas em braile e a solenidade de abertura terá no auditório do MIS, interpretes em libras. Ademais, o projeto em sua etapa de inscrição incluirá em seus pressupostos para participação o estímulo para pessoas com deficiência tambem se inscrevam e enviem seus trabalhos para que possam participar não somente apreciando a exposições em si, mas, também, que particiem como fotógrafos-mobiles, videomakers, cinegrafistas digitais. O evento será no Museu Imagem e do Som - MIS - um dos equipamentos culturais mais famosos de São Paulo tem toda a estrutura para receber todos os tipos de público portadores de todas as necessidades, com monitores extremante capacitados para atender todo tipo de PCD. Os monitores auxiliarão os portadores de necessidadees intelectuais.
Todo o festival será aberto e gratuito ao público. Os participantes, interessados em expor suas imagens também não pagarão nada pela inscrição. Além disso, convites serão distribuídos para Entidades públicas e privadas previamente cadastradas de modo que o público visitante também seja composto por pessoas vindas de comunidades de baixa renda, organizadas, universidades públicas, professores das redes públicas de ensino. Ademais, a democratização do acesso ao festival é integral, pouis, como dito, toda a programação é inteiramente aberta e gratuita àqueles que se interessarem por mobigrafia, fotografia e artes visuais em geral (público em geral, acadêmicos, estudantes, jovens, idosos, amadores e profissionais e até mesmo os curiosos!) assim como ao público interessado nas temáticas abordadas nas exposições apresentadas. E, de novo, vale frisar que as ferramentas centrais do festival são os celulares e os tablets que, como sabemos, são de grade interesse tanto pelo público jovem, que consome e produz com intensidade essas ferramentas, assim como um público de mais idade "que se interessa pelos desdobramentos dessa produção imagética contemporênea". Os colóquios, os encontros com os artistas e as palestras que serão ministradas também serão totalmente abertas e gratuitas e sujeitas, apenas, à lotação do auditório. Por fim, também vale destacar que a diversidade estará absolutamente presente no festival, de todas as maneiras! Isto é, além dos artistas convidados serem convidados a apresentar imagens que dialogue com questões contemporâneas relativas às igualdades, todas elas, os jurados, as comissões e a própria curadoria darão imensos espaços para artistas que tragam o tema da liberdade e da representatividade de modo a tornar absolutamente presente a representatividade em todas as suas formas, temáticas, idades, condições, cores, orígens, gêneros, crenças, regionalidades e ancestralidades de forma potente e contundente. Como deve ser. A proponência, aqui, reconhece a importância do festival e do quanto a exposição poderá jogar luz sobre os artistas e sobre o público, em seus interesses identitários, para além da qualidade artística que se buscará na exposição e no projeto expositivo.
Direção Geral e curadoria - Ricardo da Silva Rojas. Fotógrafo premiado, iniciou sua carreira como fotógrafo assistente no Estúdio Abril. Após um ano em Londres, trabalhando como fotógrafo de arte, retorna ao Brasil e segue sua carreira na fotografia com seu próprio estúdio. Em 2002 é convidado a ser fotógrafo associado do estúdio fotográfico da agência DM9DDB. Hoje se dedica ao seu trabalho autoral e a mObgraphia Cultura Visual, usando a mobgrafia como ferramenta de geração de conteúdo imagético e ação social. Direção de Comunicação - Camila de Andrade Bailarina, Jornalista profissional e Relações Públicas, com formação pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero; especialista em Linguagem não-verbal, com mestrado em curso pela UNIFESP/EPM (Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina) em análise de linguagem não verbal em pessoas com SPI. Utiliza este conhecimento para ensinar as melhores e mais eficientes formas de comunicação verbal e não verbal. Como bailarina profissional com passagens por renomadas escolas e companhias de Dança do Brasil – especializada em Dança Contemporânea, Jazz Lyrical e Dançaterapia - integrante do International Dance Council CID (The United Nations of Dance) CID, da UNESCO. Produção Executiva - Ricardo da Silva Rojas e Camila de Andrade Produtor - Luiz Pecin Ricci Produtor, criador e fotógrafo, trabalhou para Conecta Vídeos e Filmes; BDG; Film Planet, Cia de Cinema; Dínamo Filmes; Mistura Fina; Cinematic; e, Jacques Dequeker Produção. Trabalhou para diretores de fotografia, de televisão e de cinema como Flavia Moraes, Bia Flecha, Graça Motta, Telso Freire, Jacques Dequeker, Dennis Carvalho, Ivy Abujanra, Rafaela Carvalho, Rogerio Velloso, e, Jeff Chies. Participou de projetos culturais como Game World, Expo Disney, Festival de Cinema de Paulínia (6 edições), Casa Cor, São Paulo Fashion Week, e, Lançamento Clip Musicas Infantis de Lázaro Ramos, dentre outros. Design Gráfico e expografia- Lilian Chiofolo Graduada em Desenho com habilitação em Comunicação Visual e pós-graduada em História da Arte, ambas pela FAAP. Trabalhou em agência de propaganda; e, depois, fui trabalhar com design gráfico, sua vocação. Durante 15 anos atuou em grandes escritórios de design, desenvolvendo e dirigindo projetos (como Smiles, Gol, Fifa, Akzo Nobel, Bauducco, Seara, Nestlé, Kraft Foods, Pernod Ricard, Ajinomoto, Kimberly Clark, Phytoervas, Piraquê, Garoto, O Boticário, Yakult, Danone, etc). Desde 2014 trabalha em estúdio próprio, unindo design e a arte, desde então, atendo projetos de cultura, gastronomia, produtos e serviços de arte. Desenvolveu projetos de identidade visual para grandes exposições do MIS, como Castelo Rá-Tim-Bum; Maio Fotografia; O Mundo de Tim Burton; Renato Russo; Hitchcock; entre outras. Também fui responsáveis pela criação de projetos de design para: Petra Belas Artes, Mobgraphia e Inspirar-te, ClickSign dentre outros, todos ligados a projetos museais ou expositivos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.