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A Paralela.22 ano 2024 visa produção de uma exposição coletiva, proporcionando o intercâmbio de artistas de diversas culturas, com acesso gratuito da população à arte. A temática é também ponto fundamental, se tratando de quebra de estereótipos de mercado, decolonialidade e sustentabilidade. A programação será composta por mesas de papo, visitas em escolas públicas e visitas mediadas a mostra.
Exposição - Paralela.22 tem um novo escopo, que abre o mercado para artistes da periferia, num espaço na periferia, e vai trabalhar a questão da invisibilização no campos das artes contemporâneas, o conceito foi criado com base no tema: Afrofuturismo, Arte de Cria e Arte de Rua, identidades que não têm seus espaços reconhecidos e por vezes consideradas marginais. Livre para todo os públicos; mesas de papo - Teremos convidados para dialogar sobre descentralização no campo das artes, decolonialidade, novos saberes e fazeres (economia criativa) e a formação de jovens artistas e jovens colecionadores; Livre para todo os públicos; visita escolas - abrir o diálogo sobre o mercado da arte e mercado de trabalho, contando com a presença de artistas da exposição e amostras de obras; Livre para todo os públicos; visitas mediadas - as visitas mediadas contam com a participação do visitante, seus conhecimentos e participação são levados em conta, e estimulam a troca, a investigação e a reflexão sobre as exposições. Livre para todo os públicos;
O projeto tem como objetivo trazer mais representatividade para o mercado da arte e questionar os meios produtivos e seus impactos, contribuindo para um mercado com mais presenças negras, periféricas, indígenas, LGBTQIA+, sendo: Exposição, Mesas de Papo - 80% dos artistas com presenças negras, periféricas, indígenas, LGBTQIA+. Visita a escolas públicas - em 02 escolas sendo em 02 municipios diferentes além da mostra. Visitas mediadas a exposição para 100 estudantes da rede pública - A visita mediada é fundamental para mostrar como a arte e suas rupturas do cotidiano promovem novos olhares sobre as coisas do mundo. Público previsto: Exposição - circulação de 1000 pessoas ao longo mês Mesa de papo - 50 pessoas/cada Visita escolas - 100 alunos/ cada escola Visita mediadas - 50 alunos/ cada Pessoas com idades entre 13 e 59 anos, Estudantes rede pública de ensino do entorno dos espaços, universitario, Artistas ou novos profissionais da área; pessoas negras, periféricas, indígenas, LGBTQIA+ pertencentes às classes C,D e E;
A importância da realização do projeto PARALELA.22 que visa trazer mais representatividade para o mercado da arte, é o fato de que atualmente existe uma grande desigualdade de oportunidades nesse mercado para pessoas de diferentes raças, etnias, orientações sexuais e classes sociais. Muitos artistas e profissionais talentosos que não são brancos, cisgêneros ou de classes privilegiadas têm dificuldades de entrar no mercado de trabalho ou se destacar em suas áreas de atuação, o que leva a uma falta de diversidade nas ideias, na forma como os projetos são concebidos e nas soluções propostas. Além disso, a falta de diversidade no mercado da arte reflete a falta de inclusão e respeito pela diversidade na sociedade como um todo. Mostrar projetos que foram criados por pessoas negras, indígenas, periféricas, LGBTQIA+ e outras ditas como "minorias" ajuda a combater preconceitos e estereótipos, mostra a riqueza dessa diversidade e inspira outras pessoas a também buscar espaço dentro do mercado. Portanto, projetos como a PARALELA.22 que buscam trazer mais representatividade para o mercado da arte é fundamental para promover mudanças nessa área e construir um futuro mais justo e inclusivo. Assim sendo, a exposição PARALELA.22 enquadra-se no seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Direcionamento A programação é direcionada para público que comumente não têm acesso a programações de arte, museus, exposições, e/ou que não veem representatividade nas artes expostas, nos artistas, na produção, além de público em geral da região, frequentadores da região, com idade livre, além de artistas consagrados e novos, artistas de segmentos diversos, conectores culturais, curadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, jovens e crianças de escolas públicas, que comumente não tem acesso a programações de arte. Justificativa O Ghetto atua há 10 anos na área da cultura, potencializando e levando diversos projetos, inclusive internacionais para a periferia, além de ter como pilares a diversidade, equidade e inclusão. A EXPOSIÇÃO PARALELA.22 se destaca dentre feiras e exposições de arte, pois a mesma será feita na periferia e por periféricos, para mostrar a grande excelência e diversidade cultural existente aqui. Atualmente o Rio de Janeiro recebe feiras e exposições de artes concentradas no centro e zona sul que tem papel importante na área da arte, mas que em sua maioria não são ambientes convidativos e acessíveis e não tem artistas de representatividade expondo suas obras, e ter uma feira diversa fazendo parte do calendário levando cultura periférica e ancestral acrescenta mais um grande ponto positivo ao Rio de Janeiro.
Exposição - 01 exposição coletiva com 10 artistas, Duração de 01 mês aberto ao público Mesas de papo - 03 mesas de papo com 01 mediador e 02 convidados, com duração de aproximadamente 1 hora/cada, 02 itinerantes (Caxias e Niteroi) e 01 junto a abertura da exposição Visitas escolas - 02 visitas itinerantes a escolas (Caxias e Niteroi) com duração de aproximadamente 1 hora/cada, que será um bate papo artistas da exposição e contato com amostras das obras; Visitas mediadas - 02 visitas com 50 pessoas cada, com duração de aproximadamente 1 hora/cada;
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE, VISITAS ITINERANTE E MEDIADA, MESAS DE PAPO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas;banheiros adaptados; DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos, Intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: audioguias com audiodescrição das obras; Para tanto o projeto conta com consultoria específica que possa desenvolver melhor as propostas de acessibilidade a que se propõe.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE, VISITAS ITINERANTE E MEDIADA, MESAS DE PAPO Todas as atividades propostas por este projeto terão acesso gratuito. Transporte em locais da cidade, para facilitar o traslado até o local. Vamos destinar um dia para visita de alunos de escolas publicas do entorno. Importante salientar a existência de ação de visitas mediadas, desenvolvida ao público em geral.
Junior Negão - Curador e proponente da PARALELA.22 Junior tem um currículo extenso na área de arte visual pública de "Rua", com a curadoria em 03 grandes festivais, e + de 40 edições em projetos autorais no RJ, SP e BH. Sua imersão no universo das artes e seu questionamento sobre o que é arte o levou a participar de cursos como "Percursos Contemporâneos: Arte, Design e Arquitetura (1950 a 1980)" - Instituto Tomie Ohtake e recentemente "Problemáticas em curadoria"- EAV Parque Lage. Sua principal característica é a rebeldia e subversão através da ocupação dos espaços com corpos pretes, artes consideradas marginais (graffiti e pichação), busca de reconhecimento da valorização de artistes jovens, pretes, periferiques. Sua pesquisa tem base na visibilização de pretes, periferiques, pensando como realizar uma construção, plural e diversa em múltiplos ambientes da sociedade, com protagonismo preto, não só nas áreas artísticas, mas afirmando com a curadoria, locais de tomada de decisão. Ainda jovem nesse campo participou de discussões no MAC, convidado pelo curador Victor Vallery. Com sua pesquisa sobre a horizontalização do acesso à arte, produziu a Vernissage e dirigiu um conteúdo sobre a exposição com uma leitura contemporânea e não segregada de entrega e experiência à sociedade. Se junta ao artista Ramo Negro e assume a direção criativa do conteudo audiovisual que conta a jornada da exposição Ramificar no MAR, RJ.Foi convidado pela curadora Andrea Mendes para mesa no CEFET - Narrativas Pretas nas Artes, reconfigurando códigos convidado. Como curador de artes contemporâneas e idealizador, apresentou ensaio fotográfico por Matheus Rodrigues chamado "Barulho do Silêncio" na galeria de artes do HUB RJ, a primeira edição da PARALELA.22 que aconteceu em setembro de 2022, e a Exposição "Da Minha Janela" artista Nelo com base na arte da pichação; Principais atividades culturais do responsável nos últimos 2 anos: 2022 - curador artistico e palestrante - exposição icones do novembro negro 2022 - coordenador geral, curador artístico e idealizador - exposição paralela.22 ano 20222021 - coordenador geral, curador artístico - o corre: potências femininas na economia criativa (retomada cultural)2019 - coordenador geral, curador artístico - arte na rua edição 2 - madureira2018 - coordenador geral, curador artístico - arte na rua edição 1 - niterói as comprovaçoes estão disponiveis: youtube.com/ghettoruncrew Gisele Nascimento - Coordenação Geral da PARALELA.22 principais atividades culturais do coordenador nos últimos 2 anos:01 - expo icones do novembro negro02 - busão da cultura com guiadas urbanas03 - paralela.22 (2022)04 - o corre: potencias femininas na economia criativa (2021), 05 - festival de graffiti arte na rua edição 02 - madureira (2019). 06 - festival arte na rua edição 01 niterói (2018). Todas as comprovações estão disponíveis no youtube: youtube.com/ghettoruncrew Gleydston Barba - Design responsável da PARALELA.22 Aos 16 anos começou a trabalhar como ilustrador, desde então trabalha com ilustração e design gráfico. Aos 29 anos veio o graffiti por influencia de um amigo. Original da Zona Norte carioca, o ex professor da Faculdade Veiga de Almeida, diferente da maioria dos grafiteiros, começou sua trajetória com idade avançada. Integrante do Ghetto Run Crew e faz parte do braço artístico do coletivo. Um artista que por vezes apresenta os traços de cartoon e ilustração de forma lúdica, mas tem sua marca difundida através da mistura da arte sacra, alusões a xilogravura e literatura de cordel. Bléia Campos - Diretora de audiovisual responsável da PARALELA.22 Fotógrafa há 12 anos, Bléia Campos é uma fotógrafa carioca com o coração e o olhar voltado para a rua, seus atravessamentos, suas singularidades e seus personagens. Formada em Jornalismo e Publicidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, começou atuando como fotojornalista do projeto Comunicar já nos primeiros periodos de faculdade. Em 2014 ingressou em trabalhos de fotografia de moda e ecommerce já tendo trabalhado para grupos como S2 Holding (Redley, Cantão, Kenner), Inbrands (Richards), Leader Magazine, Oh Boy! e pequenas marcas cariocas. Desde 2016 faz parte do coletivo I Hate Flash cobrindo festas e grandes eventos de música, cultura e entretenimento como Lollapalooza, Rock in Rio, Camarote Salvador, Game XP, Comicon, Brahma Arena No 1, Melissa Talks, etc. Em 2019 ingressou no coletivo de rua e contracultura Ghetto Run Crew. Bléia também atua como fotógrafa, videomaker e produtora no coletivo Isoporzinho das Sapatão, evento de rua gratuito do Rio de Janeiro que busca ocupar e agitar democraticamente o espaço público com cultura queer e sapatão. Os demais cargos e funções serão escolhidos no decorrer do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.