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PRONAC 236858Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação Moçambique Brasil

NAPELE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 693,8 mil
Aprovado
R$ 693,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-11-30
Término
2025-12-31
Locais de realização (10)
Barão de Cocais Minas GeraisBetim Minas GeraisConceição do Mato Dentro Minas GeraisMário Campos Minas GeraisNova Lima Minas GeraisRio Acima Minas GeraisSabará Minas GeraisSanta Luzia Minas GeraisSarzedo

Resumo

Este projeto consiste numa circulação daexposição fotográfica Moçambique-Brasil: uma ponte contra-colonial com imagens do fotógrafo, antropólogo e pesquisador Patrick Arley. A mostra mescla fotografias produzidas em sua pesquisa de campo em Moçambique com registros de manifestações culturais afro-diaspóricas em Minas Gerais.

Sinopse

SINOPSE Novas cartografias construídas. A multiplicação de rotas de fuga e de chegada. Navegar por terra e ar. Descalcular a partir do encontro. Incensar o mundo. Qual respiração e ondas do mar, um ritmo que vai e vem. Encontro de imagens de um Brasil que ainda não se encontrou com um Moçambique ainda a se encontrar: um abraço no outro que faz com que nos reconheçamos. Patrick Arley é mediador e alinhador; cose mundos como um demiurgo que junta o céu e pinta estrelas e ilumina através da Lua, sua câmera. Nas imagens, um mundo. No mundo, as imagens. - A exposição reúne fotos do antropólogo, fotógrafo e pesquisador Patrick Arley. As imagens foram produzidas em sua pesquisa de campo no norte de Moçambique, no continente africano, e nos terreiros de reinado, umbanda e quimbanda, em Minas Gerais.

Objetivos

Objetivo geral: Produzir uma circulação, pelo interior de Minas Grerais, da exposição fotográfica 'Moçambique-Brasil: uma ponte contra-colonial", que estreiou recentemente no Viaduto das Artes, em Belo Horizonte-MG, com imagens do fotógrafo, antropólogo e pesquisador Patrick Arley. A mostra mescla fotografias produzidas em sua pesquisa de campo em Moçambique com registros de manifestações culturais afro-diaspóricas em Minas Gerais. Objetivos específicos: Montagem da exposição fotográfica 'Moçambique-Brasil: uma ponte contra-colonial" em dez cidades de Minas Gerais.

Justificativa

Considerando o objeto, as ações e os objetivos deste projeto, consideramos que a sua finalidade esta´ em consonância e contribui com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), se enquadrando especialmente nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades citadas o projeto se enquadra nos seguintes inciso do Art. 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Quando se fala na construção do Brasil, a ideologia das três raças foram uma das formas mais cruéis para o silenciamento de várias de nossas influências e determinações. Nessa perspectiva, o peso da mirada européia se configura muito mais presente e significativa e se torna o lugar preponderante para se falar do Brasil e de se estabelecer alguns diálogos e interditar outros. Essa ideologia apresenta uma série de problemas: ela mascara que temos outras influências no nosso território (árabes, chineses e japoneses, por exemplo) e tende a dirimir os conflitos criando uma falsificação da inexistência dos mesmos. Com o acesso ao registro primordial do registro da História, a origem branca e européia brasileira escamoteou as nossas outras influências, colocando-as quase como secundárias e como sem "registro", tendo a historiografia branca o lugar do "país do futuro" ao passo que relegava os outros povos a uma "passado" perene. Porém, por mais que essas influências não tenham tido o protagonismo da escrita, elas se tornam presentes de forma contundente em nosso território através de várias outras inscrições, não só culturais como dança, música, mas também religiosas _ ritos e religiões como umbanda e o reinado mineiro - e tecnológicas _ a mineração e a construção de casas. Essa exposição pretende alargar nossa visão sobre quem somos e como nos constituímos, retomando uma visão de Moçambique contemporânea e um olhar sobre a constituição de nosso país, através dos diálogos e relações que aqui ainda se fazem presentes. Diálogos que o olhar imagético das fotografias de Patrick Arley captura ao não só se prestarem a ser documentais, mas também por serem, de alguma maneira, narrativas. Narrativas porque contam uma história através das imagens e se estabelece outros pontos de contato da história, tanto de Moçambique como de Brasil. As histórias colhidas quando do trabalho de campo em Moçambique se constituem também em imagens que falam por sí, em que o visível se torna também legível, em que as histórias contadas ou do "ouvir dizer" se constituem na própria história das imagens. As fotografias escapam do locus de pesquisa _ a feitiçaria e a política _ se estabelecendo em uma perspectiva sociopolítica em um sentido mais amplo, em quem as roupas, as pessoas no trem, o aro de óculos feito de arame, e várias outras imagens, ganham nova significação. A isso se mistura as imagens feitas no próprio Brasil, em que as relações observáveis e registradas em Moçambique aqui ganham novo contorno, sendo possível pensar em um outro país quando mudamos da mirada europeia para a africana. Quando Spivak vai se perguntar se o subalterno pode falar, ela coloca como condição não a falta de enunciação dos subalternizados, mas a falta de um lugar de escuta dos outros grupos hegemônicos. As fotos de Patrick Arley, nesse sentido, se abrem para esse lugar de escuta, tão imprescindível para a atualidade, colocando o observar como mais importante do que o representar, estabelecendo, assim, uma possibilidade para o outro, uma abertura até mesmo ética em um tempo em que os projetos hegemônicos querem, a todo momento, destruir a diferença e reafirmar uma só origem para o Brasil. Nas fotografias da exposição temos, além de tudo, a possibilidade de ressignificar a nossa história e nossas relações, ponto fundamental para uma sociedade menos desigual e mais solidária. A exposição se inscreve também nesta lógica de enunciação. Trata-se, em primeiro lugar, de criar confluências entre situações e contextos etnográficos e históricos muito distintos. Desde pessoas impactadas por grandes empreendimentos empresariais, criando suas formas próprias de luta e resistência; até médicos tradicionais combatendo a feitiçaria (cada vez mais neoliberal) em Moçambique; desde terreiros de umbanda, candomblé e irmandades de Reinado ocupando espaços públicos e confrontando o racismo religioso, até quilombos lutando por seus territórios no Brasil do século XXI. O lugar a partir do qual proponho este diálogo é também multi-situado; e diz tanto de uma trajetória como antropólogo e fotógrafo quanto outra, como umbandista e reinadeiro. As conexões aqui propostas não se dão apenas a partir das eventuais semelhanças entres os mundos de lá e de cá mas, principalmente, a partir de suas particularidades, em contextos diaspóricos e pós-coloniais distintos. Busca-se aqui a construção de pontes, no sentido proposto por Isabelle Stengers: tecer "relações que transformam uma divisão em um contraste ativo, com poder de afetar, de produzir pensamento e sentimento". Um dos desafios do registro imagético destas várias realidades é, não apenas o de não reproduzir os vários estereótipos preconceituosos (textuais e imagéticos) acerca das pessoas e seres envolvidos; mas o de assumir uma perspectiva contrária a estes estereótipos. Isso implica na incorporação das várias agências e presenças que compõem as experiências, tanto nos ritos e práticas registrados, quanto no próprio fazer fotográfico. Como aprendi com os curandeiros em Moçambique (que tratavam a câmera como um equivalente funcional de seus instrumentos de trabalho) reivindicar um animismo para as imagens implica em assumir, e principalmente se responsabilizar, por seus feitos e efeitos, mágicos e políticos. Trata-se de sair de uma lógica da representação _ tão cara ao ocidente _ para outra, a do re-conhecimento _ isto é, conhecer em outros termos. Neste sentido, a exposição não se propõe a oferecer respostas, mas ampliar, através das imagens e textos, as perguntas a respeito daquelas e daqueles que, através de sua ancestralidade, seguem compondo outros mundos possíveis.

Estratégia de execução

Quando entre 2015 e 2017, o fotógrafo e antropólogo Patrick Arley passou dois longos períodos em Moçambique, para realizar um trabalho de campo, seu olhar se dirigiu não somente a registrar a parte específica de sua pesquisa – feitiçaria e política – mas também para capturar as configurações daquele país e sociedade, seu povo, hábitos e relações. Esse olhar foi tanto registrado em diários de campo, mas sobretudo em suas fotografias que enlaçam um olhar comprometido com o outro, em sua inteireza. Mais do que registrar o cotidiano, e mais do que ser um olhar simplesmente de registro etnográfico, o que as fotos de Patrick Arley propõem é um entendimento e relação de um povo e a paisagem, em um diálogo bastante forte com a história e as relações sociais. Esse projeto propõe a realização de uma exposição com algumas das imagens produzidas durante o trabalho de campo, construindo não só uma perspectiva de Moçambique, mas também a relação desse país com o Brasil, através da herança que os povos daquele país legou ao Brasil, via tráfico e migração forçada já que de lá, também, vieram parte dos povos escravizados que constituíram o povo brasileiro. Nesse sentido, as fotos de Moçambique são acompanhadas também de fotografias produzidas no Brasil, em que o diálogo entre os dois países se mostra marcante, principalmente nas culturas afro-diaspóricas que no nosso país se faz presente. Esse diálogo pretende reestruturar e reelaborar as heranças recebidas no Brasil daquele país de África, assim como uma ressignificação de nossa mirada para aqueles que nos antecederam. A exposição acompanha um catálogo com as fotografias e textos do próprio autor, além de ensaios do pesquisador e professor Pedro Kalil e do antropólogo africanista Daniel Alves de Jesus Figueiredo. Os textos trazem reflexões sobre as fotografias, pensando tanto na parte da representação, como na potência contra-colonizadora que a empreitada desperta. O catálogo é impresso e sua distribuição será gratuita. O projeto expográfico é de responsabilidade do artista plástico Alexandre Tavera. A parceria entre Patrick e Alexandre se iniciou com a festejada exposição “Reinado de Chico Calu – Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos” montada em 2017 no Museu Inimá de Paula, em Belo Horizonte. A ideia é que estes registros, para além de seus contextos originais (em Moçambique e em Minas Gerais) possam instigar conexões entre diferentes práticas e saberes tradicionais (seja através de seus aspectos técnicos, religiosos, terapêuticos, ritualísticos, lúdicos) e suas formas de existir-resistir-insistir numa lógica contra-colonizadora. Na abertura da exposição haverá uma roda de conversa com a equipe do projeto.

Especificação técnica

ESPOSIÇÂO 6 fotos tamanho 60x40 impressas em pigmento mineral em papel de algodão 8 fotos tamanho 90x60 impressas em pigmento mineral em papel de algodão 2 fotos tamanho 150x100 impressas em tecido 4 fotos tamanho 400x140 impressas em tecido 1 foto tamanho 30x200 impressa em adesivo vinílico 13 fotos tamanho 145x96 impressas em técnica mista madeira, cola, papel couchê e objetos CATÁLOGO Formato fechado: 20x20cm Capa (sem orelhas) Papel: Supremo 300g, frente impressa no lado poroso do papel Cores: 4x4 Miolo Papel: AP 120g Páginas: total de 80 páginas, sendo: de 1 a 45 em 4x4 cores; de 46 a 80 em 1x1 cor (preto) Acabamento Lombada quadrada, cola

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto será executado em locais com banheiros químicos adaptados e reservará espaço para para cadeirantes, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto irá contratar profissional de audiodescrição que estará presente na abertura da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto irá contratar intérprete de libras que estará presente na abertura da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O projeto irá contratar monitores treinados para auxiliar esse público na abertura da exposição.

Democratização do acesso

ATIVIDADES GRATUITAS O projeto está aberto a todas as faixas etárias e grupos sociais e todas as suas ações serão abertas e gratuitas. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Como medidas de ampliação de acesso, entre aquelas previstas no Art. 21 da Instrução Normativa No 02/2019, o projeto vai: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

PATRICK ARLEY - PESQUISADOR E FOTÓGRAFO Patrick Arley é antropólogo e fotógrafo com 15 anos de experiência. Vem, ao longo de sua trajetória, contribuindo para a difusão, a visibilidade e a promoção das manifestações de matriz africana na cidade de Belo Horizonte, em especial as manifestações sagradas, como o Reinado (é integrante da centenária Irmandade de Congo e Moçambique Nossa Senhora do Rosário e Sagrado Coração de Jesus - Os Carolinos) e as religiões afrobrasileiras, como a Umbanda (é membro da Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente). Seus trabalhos promovem a ressignificação e a valorização da cultura e da história negras em Minas Gerais, sendo um instrumento na luta por visibilidade e reconhecimento de grupos subalternos e historicamente marginalizados — tanto no sentido de possibilitar o acesso desses grupos a espaços culturais dos quais sempre foram excluídos, como museus, galerias e outros, quanto, no sentido oposto, de educação de um público mais amplo a respeito dos grupos e das manifestações culturais afrodescendentes. Além disso, outras iniciativas mais específicas, mas não menos importantes — tais como recursos de acessibilidade para deficientes visuais nas exposições e oficinas gratuitas de fotografia e de linguagens visuais voltadas para os públicos periféricos — ajudam a subsidiar meios para que esses grupos possam se tornar agentes de suas próprias histórias e narrativas por meio da capacitação técnica e do acesso a editais de fomento à cultura na cidade de Belo Horizonte e no estado de Minas Gerais. Ao longo da última década, fez parte de exposições no Brasil e no exterior. ALEXANDRE TAVERA - COORDENAÇÃO TÉCNICA E CENÓGRAFO Artista plástico, figurinista e cenógrafo, Alê Tavera foi coordenador de arte-educação do Museu Inimá de Paula e responde pela criação de exposições como Reinado de Chico Calu Repertórios Sagrados da Irmandade Os Carolinos e 35 anos de Cultura Hip Hop em BH, no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Seu trabalho autoral tem na relação entre cidade e sujeito a principal fonte de pesquisa e experimentação. MARIANA MISK - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO E DESIGNER Sócia criadora da OESTE (antiga Lab Design). Professora da Escola de Design da UEMG há 25 anos, Mariana é uma das grandes personalidades do design gráfico de Belo Horizonte, reconhecida tanto por sua atuação na docência quanto por seus trabalhos editoriais que já foram premiados no iF Design Awards e no Red Dot Communication Design. Tem trabalhos publicados no Anuário do Clube de Criação de Minas gerais (2004 e 2005), nos Catálogos da Bienal Brasileira de Design, promovida pela Associação de Designers Gráficos do Brasil (2014 e 2017) e projetos premiados internacionalmente no iF Design Awards (2017), no Red Dot Communication Design (2016) e no Prêmio Lusófonos de Criatividade (2016). ELIAS GIBRAN - COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E GESTOR É pós-graduado em Formulação e Monitoramento de Projetos Sociais, pela UFMG e tem graduação em Gestão de Organização do Terceiro Setor (Processos Gerenciais), pela UEMG. É gestor e produtor cultural e, em 2005, criou a Napele Produções Artísticas. Trabalhou em projetos relacionados à culturas tradicionais e populares, em produções teatrais, em produção de livros e discos, festivais de teatro e de música. É um dos idealizadores da coleção Arte e Teoria. Foi um dos diretores do filme Viamão (2023) e também é escritor. O proponente realizará os serviços de Coordenação de Produção. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenador de Produção". Sendo que a Coordenação de Produção abrange a responsabilidade pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Minas Gerais
São Joaquim de Bicas Minas Gerais