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PRONAC 236887Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ah, Eu Amo as Mulheres Brasileiras!

TERA EDUCACAO, CULTURA E SUSTENTABILIDADE LTDA
Solicitado
R$ 949,7 mil
Aprovado
R$ 949,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2024-03-04
Término
2026-11-30
Locais de realização (2)
Salvador BahiaSão Paulo São Paulo

Resumo

Ah, Eu Amo as Mulheres Brasileiras! é uma exposição que reúne artistas cujos trabalhos discutem ou emergem do corpo feminino para desafiar o estereótipo erotizado sobre a mulher brasileira. A mostra reunirá cerca de 45 obras de 15 artistas diferentes e ligadas por duas características que podem ser mais abrangentes do que parecem: serem mulheres e brasileiras. A exposição, de acesso livre e gratuito, está prevista para ser exposta no Museu de Arte Contemporânea de Salvador pelo período de 3 meses. A mostra estará acompanhada pela produção de um catálogo, com distribuição gratuita.

Sinopse

O título da exposição inspira-se na obra “Brasil” de Santarosa Barreto, na qual se lê “Você é brasileira? Ah, Eu Amo As Mulheres Brasileiras!” (tradução livre) em letras de neon rosa-choque. A frase deriva da experiência de Barreto como mulher brasileira vivendo no exterior. O título da exposição pode ser lido tanto como uma atitude irônica em relação ao assunto, mas também como um convite a um olhar diferente sobre o que são de fato beleza e sexualidade. Dentre as demais artistas, contaremos com a participação de Brenda Nicole, Lenora de Barros, Benedita Arcoverde, Micaela Cyrino, Vitória Cribb, Juliana Manara, Fernanda Sternieri e Milena Paulina.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Em "Ah! Eu amo as mulheres brasileiras", o principal objetivo é a realização da exposição, que reunirá cerca de 45 obras de 15 artistas diferentes. Agrupadas, estas obras se colocam como uma prova de que as mulheres brasileiras extrapolam o estereótipo a elas imposto em todos os âmbitos. O título da exposição inspira-se na obra "Brasil" de Santarosa Barreto, na qual se lê "Você é brasileira? Ah, Eu Amo As Mulheres Brasileiras!" (tradução livre) em letras de neon rosa-choque. A frase deriva da experiência de Barreto como mulher brasileira vivendo no exterior. Dentre as demais artistas, contaremos com as participações de Brenda Nicole, Lenora de Barros, Benedita Arcoverde, Micaela Cyrino, Vitória Cribb, Juliana Manara, Fernanda Sternieri e Milena Paulina. A mostra trará ao público obras produzidas a partir de diferentes experiências e formatos, tais como: pinturas, esculturas, instalações, arte digital, performances, fotografia, entre outras. O objetivo da exposição e das atividades paralelas propostas é o de, primeiramente, fazer com que a população repense os estereótipos associados à mulher brasileira e seus efeitos e, a partir disto, gerar uma transformação. Para isto, pretendemos utilizar como método positivo a produção artística rica e diversificada das mulheres brasileiras para contrapor um estereótipo ilógico e limitado. Aqui, onde 180 mulheres são estupradas por dia, faz-se importante delinear e discutir os limites sobre o corpo do indivíduo e, sobretudo, da mulher e desde sua infância. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Engajamento da população não frequentadora do cenário cultural;- Dar visibilidade a questões de extrema relevância que permeiam a exposição (as causas raciais, LGBTQ+ e de povos originários);- Estender o alcance do projeto para a região periférica da cidade que acolhe a exposição; Para alcançar os objetivos listados acima, além da exposição, _ pretendemos oferecer também outras atividades gratuitas ao público: 1. Performance na periferia: levar uma das performances para a periferia da cidade para que pessoas de outras regiões da cidade possam ter acesso também às discussões.2. Em mais um esforço de engajar uma população que não costuma frequentar centros culturais, faremos duas projeções das obras em locais de livre acesso e ampla circulação no centro da cidade, a fim de ampliar o acesso para que a exposição não fique relegada ao espaço fechado.3. Website: um site da exposição possibilitará a visualização das obras e leituras dos textos.4. Webinários: oferecemos dois seminários online com artistas selecionadas para falar sobre alguns dos assuntos abordados na exposição.5. A fim de dar visibilidade a questões de extrema relevância (as causas raciais, LGBTQ+ e de povos originários), promoveremos debates no local da exposição, que serão gravados e transmitidos online com legenda em LIBRAS a fim de atingir um número maior de pessoas. 6. A exposição também terá uma visita guiada com intérprete em LIBRAS.7. Por fim, para que a exposição consiga beneficiar diretamente ao público que mais precisa, pretendemos levar discussões e ações em parceria com grupos de apoio a mulheres que sofreram violência e ONGs e centros que apoiam minorias.

Justificativa

Conforme mencionamos, o projeto é voltado para a grande população. Além da exposição, ofereceremos outras atividades ao ar livre, virtuais e nas periferias. Assim, pretendemos tratar do assunto principal - o estereótipo engendrado e atribuído, ao longo de séculos, às mulheres brasileiras- esteja em sincronia e faça jus à forma como será abordado. Assim, acreditamos que o projeto seja de extrema importância e que, na mesma medida, é necessário torná-lo acessível em todos os níveis. As ações previstas na proposta se enquadram nos seguintes incisos do Art. 1°, da Lei 8313/91: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta visa ainda atender os objetivos descritos nos seguintes incisos do Art. 3°, da lei mencionada acima: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Catálogo 80 páginas Formato fechado: 210mm x 297mm Papel miolo: eurobulk 150g Acabamento: Capa dura, brochura

Acessibilidade

O acesso a todas as atividades que envolvem esta proposta será gratuito. A exposição ocorrerá em local de fácil acesso e abundância de transporte público. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico para pessoas com mobilidade reduzida Serão priorizados espaços que ofereçam total acessibilidade aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida. Durante o planejamento e execução do projeto, são consideradas e inclusas ponderações e adaptações PcD, para garantir maior acessibilidade e inclusão. As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos e em utilização. Serão respeitadas as políticas de uso dos espaços e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços como rampas e banheiros acessíveis.Serão reservados espaços livres e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de boa visibilidade, próximos aos corredores (quando for o caso), devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 acompanhante, seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018.Na planilha orçamentária as despesas para adequação do espaço estão inseridas na rubrica “reparos e manutenção”, e as despesas relacionadas à sinalização estão contempladas na rubrica “divulgação”. Medidas de acessibilidade comunicacional para compreensão de conteúdo para pessoas com deficiência intelectual, auditiva e visual Serão selecionados locais que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos e em utilização. Portanto, serão respeitadas as políticas de uso do espaço e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. Nos debates presenciais contaremos sempre com, no mínimo, 2 formadores por atividade de forma a garantir assistência a quem necessita. Nos registros videográficos serão inseridas janela de libras para atingir o público com deficiência auditiva que não é oralizado e inseridas legendagem descritiva para o público com deficiência auditiva e que é oralizado. Para as atividades presenciais existe a previsão da contratação de um profissional intérprete de libras para o atendimento desse público. Na planilha orçamentária estão inseridas as despesas para a contratação de intérprete de libras e para a janela de libras na rubrica “intérprete de libras”, legendagem descritiva na rubrica “legenda descritiva”, contratação do serviço de audiodescrição na rubrica “audiodescrição”.

Democratização do acesso

O projeto garante a democratização de acesso, atendendo ao disposto na Instrução Normativa nº 1/23, em seu artigo 27, incisos I e II, uma vez que seu plano de distribuição atende ao estabelecido de ofertando as vagas de um “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”, e, até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado. Em complemento, prevê a adoção de 4 medidas previstas a no artigo 28, nas alínea “I – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do artigo 27”; “IV – disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal"; "V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos"; "VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas";

Ficha técnica

Lorena Oliveira Vilela - função: produtora executiva Lorena Oliveira Vilela, 30 anos, residente da cidade de São Paulo, produtora cultural é graduada em comunicação social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e pós-graduada em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo Senac. Em 2012 inicia sua carreira de produtora cultural, voltando os últimos 7 anos para a produção de exposições de artes visuais e museus, atuando em projetos produzidos por sua empresa Tera Cultural e em parcerias com associações, outras produtoras e espaços culturais, como a associação cultural Pivô Arte e Pesquisa, as produtorasMadai Art e Magnetoscópio e o espaço cultural Ateliê 397. Entre as produções mais recentes estão projetos como a Trienal de Artes Frestas (Sesc Sorocaba - SP), Museu da Natureza (Serra da Capivara - SP), ETNOS – Faces da Diversidade (Farol Santander POA e SP), Antônio Abujamra - Rigor e Caos (Sesc Ipiranga, São Paulo – SP). Entremeadas (Sesc Vila Mariana, São Paulo - SP), Machado de Assims (Farol Santander - SP) e Exposição Prêmio Vozes Agudas para Mulheres Artistas. Atualmente está produzindo a exposição "Oh, I Love Brazilian Women" que será exposta na Apexart em Nova York em 2022 e faz parte da equipe gestora do espaço cultural independente Ateliê 397. Luiza Villela Abramides Testa - função: curadora Luiza Testa, 34 anos, mora em São Paulo; é Bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo e Mestre em Teoria Crítica (Critical Theory and the Arts) pela School of Visual Arts – New York. Entre 2010 e 2016, esteve à frente da Galeria Onze Dezesseis, em Campinas-SP, onde foi curadora de mais de 25exposições coletivas e individuais, privilegiando artistas jovens e locais. Ainda em 2016, mudou-se para Nova York, onde obteve o título de mestrado com a dissertação A desocialização da esfera privada em “Um teto todo seu”. Logo após sua defesa, foi aprovada no programa de estágio do departamento curatorial do Solomon R. Guggenheim Museum, onde teve oportunidade de trabalhar com uma curadora especializada em arte latinoamericana. Ao retornar ao Brasil, em 2018, trabalhou como produtora e coordenadora de produção na MadaiArt em exposições como Ai Weiwei – Raiz, Anish Kapoor – Surge e Etnos – Faces da Diversidade. Em seguida, na Magnetoscópio Produções, atuou no desenvolvimento de museus e exposições, coordenando projetos e pesquisas. Em 2020, sua exposição Oh, I Love Brazilian Women foi uma das quatro selecionadas entre mais de 400 propostas e foi exposta na Apexart, em Nova York, em janeiro de 2022. Além de atuar no campo das artes visuais, Luiza é tradutora. Jeanine Menezes - função: arquiteta Jeanine Menezes é arquiteta sócia diretora do Estúdio Gru, desenvolve projetos de cenografia, expográficos e museográficos em museus e instituições culturais para exposições permanentes e temporárias, já desenvolveu projetos na Alemanha, Colômbia, Portugal, China e Brasil. Ministrou um curso de produção de exposições chamado Prego a Prego no SESC em 2018. Aline Carrer - função: designer Aline Carrer é formada pela Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/UERJ) em 1997, com Pós-graduação em História da Arte e Arquitetura no Brasil, Puc- -Rio, em 2005. Experiência profissional: Desenvolvimento de projetos e design para Magnetoscópio (2018- ); prestação de serviços em design editorial especializado em catálogos de arte, projetos culturais e institucionais (2015-2018); designer na área de Comunicação do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio2016 (2012-2015); sócia proprietária da Viralume Comunicação Visual (2000-2008); assistente de Ana Luisa Escorel no escritório 19 Design (1998-2000). Principais projetos desenvolvidos: Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); Desenvolvimento de cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019); Projeto gráfico para as publicações: oito edições do Caderno Perfil Moda e 10 anos de Moda - Rio de Janeiro, Moda+Sustentabilidade, Moda+EspaçosUrba- nos e Coleção Cenário, FIRJAN - Senai Moda Design (2008-2012); Livros Hélio Oiticica para além dos mitos, seminário internacional organizado por Barbara Szaniecki, Giuseppe Cocco e Izabela Pucu (2016), Caixa-preta, de Celso Bran- dão, edição Miguel Rio Branco (Madalena, 2016), O Rio que eu piso, de Iolanda Teixeira e fotos de Bruno Veiga (Memória Brasil, 2007),Alair Gomes: a new sen- timental journey, edição Miguel Rio Branco (Cosac Naif, 2008); e exposições: Darcílio Lima: um universo fantástico, Caixa Cultural (RJ, SP, Brasília e Fortaleza, 2015) e Galeria de Arte IBEU (2001-2010). Publicou Rio de Assis - Imagens machadianas do Rio de Janeiro (Casa da Palavra, 1999) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.