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Publicar livro de valor artístico-cultural com o conteúdo da pesquisa Realidade (1966-1976), paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil, de Ângela Magalhães e Nadja Fonseca Peregrino.
Nesta pesquisa, procuramos mostrar como a fotografia conseguiu desenhar um certo tipo de jornalismo que pode confrontar um retrato do Brasil arcaico e moderno, desigual e plural, conservador e libertário. Questóes do espírito transgressor da época aparecem em diversas resportagens: a liberação sexual feminina, o desquite, o aborto, o homossexualimo, por exemplo. Exemplares, também, são as matérias sobre os índios Caiabis (dezembro, 1966, Claudia Andujar) e Kranha-Kórore (janeiro, 1971, Luigi Manprim) que, além de onerosas, primaram pela reconstituição das dificuldades dos repórteres em cumprir um roteiro na travessia dos rios amazônicos. Situar os distintos olhares e discursos narrativos empreendidos pelos fotógrafos ao longo dos dez anos de circulação da revista Realidade nos permitiu identificar, ainda, uma rica e complexa produção fotográfica não somente como via de passagem para questões culturais, sociais e políticas, como também para enfocar experiências estéticas múltiplas - a cor como linguagem fotográfica predominante, a conexão com movimentos estéticos de vanguarda e sua repercussão nas práticas adotadas pelos diversos autores. Nesse sentido, existiu de nossa parte a preocupação em agregar ao contexto histórico daquele período, uma abordagem crítica das imagens veiculadas (forma e conteúdo). Elas vão oscilar entre uma fotografia clássica, contaminada pelo real e uma imagem que procura se descolar do mundo das aparências através de pontos de vista oblíquos, perspectivas aberrantes e composições radicais. São recursos que, no limite, expressam o desejo do fotógrafo de esgarçar a integridade do espaço de contemplação, chamando a atenção do leitor para o seu próprio olhar como janela do mundo. Apresentação (autor a ser convidado) Capítulo 1 – Um mergulho na história da revista Capítulo 2 – O fotojornalismo moderno em construção Capítulo 3 – Aprofundando referências Tempo e movimento: uma questão secular da fotografia Um sobrevôo na paisagem Cartografia do corpo Capítulo 4 – A poética fotográfica sob a visão de diversos autores David Zingg: A cor de um país que seduz os olhos Capítulo 5 –Entre a encenação e o fato: Walter Firmo & Geraldo Mori Capítulo 6 –Do real a abstração: O universo fotográfico de George Love Capítulo 7 – Claudia Andujar: A delicada matéria da vida Capítulo 8 – Brasil de corpo e alma: A paixão de Maureen Bisilliat Capítulo 9 – Luigi Mamprim: O caçador de imagens Capítulo 10 – Zé Pinto: Poética da subversão no território do fotojornalismo Capítulo 11 – Sinais dos tempos de mudanças: As fotografias de Roger Bester e Jean Solari, o francês do Brasil
Objetivo Geral: Publicar 2500 exemplares do livro de valor artístico-cultural com o conteúdo da pesquisa Realidade (1966-1976), paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil, de Ângela Magalhães e Nadja Fonseca Peregrino. Objetivos Específicos: Finalização de conteúdo.; Redação dos textos; Revisão dos textos; Seleção das imagens; Curadoria; Projeto gráfico; Diagramação por página; Manipulação imagens (miolo e capa); Fechamento de arquivo; Pré-impressão (preparação de arquivo compaginado); Prova de impressão (laser ou prelo); Impressão (1000 exemplares); Corte e colagem; Embalagem; Transporte; Distribuição; Redação de relatório final; Entrega do relatório final.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Como a fotografia autoral aparece dentro da revista Realidade? E qual a sua importância no contexto da história da fotografia no Brasil? Eis a questão central que orientou o projeto de pesquisa Realidade (1966-1976), paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil, de Ângela Magalhães e Nadja Fonseca Peregrino, patrocinada pela Fundação Vitae (2004). Ali, o alvo prioritário foi a análise minuciosa de 120 exemplares, publicados pela Editora Abril, durante dez anos, que nos permitiu entender os sofisticados recursos visuais de inúmeras reportagens, cujas marcas de estilo literário aproximam-se do new-journalism - praticado por autores norte-americanos como Gay Talese e Tom Wolfe - que inauguram uma narrativa ficcional e literária no mesmo período de circulação da revista. Ao penetrar nessa complexa teia de relações, a reconstituição da história da revista mostrou-se uma via de acesso privilegiada para explorar, reelaborar e re-atualizar o significado da fotografia dentro do âmbito jornalístico, como uma linguagem que estabelece relações entre arte, cultura, produção de informação e comunicação de massa. As entrevistas realizadas com profissionais ligados ao campo da fotografia e da área editorial (Cláudia Andujar, Maureen Bisilliat, Walter Firmo, Jorge Butsuem, Jean Solari, José Pinto, Paulo Patarra, Eduardo Barreto, Jayme Figuerola, Milton Coelho), visaram resgatar uma tradução pessoal e subjetiva daqueles que ajudaram a construir esta sólida experiência editorial. O que de outra forma, ficariam alienadas da história documental. Isso nos permitiu contextualizar melhor não só as inquietações artísticas no campo visual como aquelas de conteúdo sócio-cultural, representativos dos valores que fundam a matriz editorial desta publicação. Por essa via estabeleceram-se parâmetros para situar a fotografia de profissionais renomados como David Zingg, George Love, Geraldo Mori, Jean Solari, Luigi Mamprin e Roger Bester, que a exemplo dos entrevistados, tiveram uma produção significativa e sistemática no período em que a Realidade circulou. Trata-se de uma pesquisa inédita, do ponto de vista da análise da linguagem fotográfica moderna no seio do fotojornalismo brasileiro. Ao traçar, também, um olhar comparativo com publicações congêneres internacionais e com os movimentos estéticos das vanguardas artísticas do século XX _ mostra a singularidade de um movimento editorial que dá continuidade a aquele empreendido no Brasil pela revista O Cruzeiro (anos 40/60), que conseguiu valorizar a tal ponto a fotografia que o texto não teria mais a primazia como fonte de informação. Aliás, uma linha de investigação que permeou, nos anos 90, tanto a pesquisa pioneira de Nadja Fonseca Peregrino (Revista O Cruzeiro, editora Dazibao, 1990), como o projeto das duas autoras sobre José Medeiros (Rio Arte, 1998), que deu corpo à edição do livro Olho da Rua (Aprazível Edições, 2005/2006). Soma-se a isso o mapeamento empreendido pelas autoras no campo da história das imagens, com títulos importantes como Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo ( Funarte/Ministério da Cultura, 2004, 461p.), Mato Grosso, Território de Imagens (Edições Aroe, Secretaria de Estado de Cultura de MT, 2008, 197p.) e Fotoclubismo no Brasil: o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012, 335p.) Não por acaso, em 2004, os fotógrafos Pedro Vasquez e Maureen Bisilliat, representantes da Fundação Vitae no processo de seleção e análise de projetos, aprovaram com louvor o resultado da pesquisa sobre a revista Realidade, (cerca de 219 páginas integradas por textos e fotos). A oportunidade de ter essa obra impressa contribuirá para os estudos acadêmicos na área da fotografia. Para tanto, a contra-partida cultural será a doação de exemplares para as bibliotecas públicas e universitárias do país e alguns centros fotográficos de excelência, na América Latina e em países de língua portuguesa. Pretende-se, portanto, preencher uma lacuna historiográfica existente sobre a importância da revista Realidade em relação ao quadro mais amplo do fotojornalismo no Brasil, já que a publicação O Design gráfico brasileiro _ Anos 60, organizada por Chico Homem de Melo ( Cosac Naify, 2005), aborda sucintamente o design fotográfico, sem empreender uma análise estética sobre a relação entre fotojornalismo e arte. O incentivo fiscal federal vai nos permitir descortinar o fotojornalismo da revista Realidade pela inserção das questões local-global, no campo sócio-cultural e no território da arte. Nesse sentido, existe a preocupação em agregar ao contexto histórico daquele período, uma abordagem crítica das imagens veiculadas (forma e conteúdo). Elas vão oscilar entre uma fotografia clássica, contaminada pelo real, e uma imagem que procura se descolar do mundo das aparências através de pontos de vista oblíquos, perspectivas aberrantes e composições radicais. São recursos que, no limite, expressam o desejo do fotógrafo de esgarçar a integridade do espaço de contemplação, chamando a atenção do leitor para o seu próprio olhar como janela do mundo. Nesse sentido, é possível observar em diversas matérias uma reordenação espacial que se alinha com o rigor geométrico, composições abstratas e conceitos típicos do universo surrealista. São exemplos Brasil: 60 milhões de pílulas por ano(maio de 1966), que se aproxima de uma abordagem construtivista; Brasil Visto do Céu(maio de 1971), ousadia nas tomadas aéreas de David Zingg; O futebol merece ser levado mais a sério (abril, 1974), uma fotomontagem que reproduz onze rostos do Pelé, sobrepostos aos corpos agachados dos jogadores da seleção brasileira. O que estes autores também colocam em xeque é a crença na cópia fidedigna da realidade. São imagens ambíguas, que conferem um novo estatuto à produção fotojornalística. Não há, entretanto, a intenção de destruir uma estética visual naturalista, proposta em muitos ensaios veiculados na revista. Nem tampouco descontextualizar os temas retratados em sua conexão com os aspectos políticos e sociais. Neste percurso, interessa mostrar como a fotografia consegue desenhar um certo tipo de jornalismo que não podia eximir-se do confronto com um retrato de Brasil arcaico e moderno, desigual e plural, conservador e libertário. As matérias sobre o celibato religioso, a liberação sexual feminina, o desquite e o aborto surgem, por exemplo, desse universo discursivo. Aos olhos de hoje, se examinado o levantamento realizado pela pesquisa, pode-se constatar que a revista Realidade enfocou em quase todo o seu percurso questões palpitantes do espírito transgressor da época: A juventude diante do sexo (agosto, 1966); O que os brasileiros pensam sobre o divórcio (novembro, 1966); O aborto(junho de 1968); Homossexualismo (maio, 1968). Exemplares, também, são as matérias sobre os indígenas Caiabis (dezembro, 1966) e Kranha-Kórore (janeiro, 1971) que, além de onerosas, primaram pela reconstituição das dificuldades dos repórteres em cumprir um roteiro na travessia dos rios amazônicos. Neste mapeamento, o Brasil aparece sob diversos ângulos: no confronto da pobreza com o poder de sobrevivência do homem; na contribuição do trabalho do imigrante para a dinâmica da vida social; nas raízes culturais, que têm como pano de fundo as estruturas simbólicas que lhe dão visibilidade. Ao final, o incentivo fiscal federal permitirá que um público mais amplo, de estudantes, historiadores, sociólogos, antropólogos, artistas, curadores e críticos de artes visuais _ possa compreender por que a revista Realidade inovou o jornalismo brasileiro, tornando-se uma grande escola do fotojornalismo no país. Ao tirar partido das experiências estéticas múltiplas, da cor como linguagem fotográfica predominante, da presença feminina na equipe de profissionais da fotografia, fez-se referência marcante para pensarmos a complexidade do mundo contemporâneo.
Especificações básicas: tamanho: 21,8 x 29 cm (fechado); 43,6 x 29 (aberto). Papel imagens: couché fosco ou Munken Pure ou Eurobulk; papel textos: Pólen Bold. Com guardas e abas. Capa flexível.
Publicação de obra impressa: Acessibilidade física: não se enquadra - não requer qualquer deslocamento para acesso ao conteúdo.Acessibilidade para deficientes visuais: versão falada da obra (mídia digital com uma versão falada do catálogo acompanhará o produto - audiolivro com os textos e audiodescrição das imagens).Acessibilidade para deficientes auditivos: não se enquadra - o acesso ao conteúdo da obra é totalmente visual. Contrapartida social: Acessibilidade física: será realizada em espaço que atende a todas as exigências legais de acesso a deficientes físicos e idosos.Acessibilidade para deficientes visuais: não se enquadra - a experiência da palestra é sonora, incluindo-se assim deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução para libras.
Art. 28. Em complemento, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A distribuição do produto do projeto se dará de quatro maneiras: 250 exemplares da obra para bibliotecas universitárias e públicas do Brasil. 250 exemplares serão destinadas à divulgação - imprensa, parceria com páginas no instagram, galerias, artistas, curadores e educadores. 250 exemplares serão distribuídos aos patrocinadores.
Manuela Leite - Coordenação geral Doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP. Mestra em Artes Visuais pela USP. Graduanda em Artes Visuais pela UAM. Graduada em Fotografia pela UNESA. Membro do Grupo de Pesquisa Poéticas da Multiplicidade (GPPM-Cnpq-USP) Atuou como professora de fotografia do Projeto Olhar Sócio Ambiental da UFPI, financiado pelo Ministério da Cultura, também foi docente dos cursos de extensão em Fotografia Digital da Universidade Estácio de Sá em 2009 e 2010. Entre 2011 e 2014 foi diretora e professora de fotografia na Casa das Artes Visuais (CAV - PB). Atua também como fotógrafa freelancer há quinze anos, tendo sido requisitada para documentar fotograficamente exposições em espaços que incluem o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participou de exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, São Paulo, Moscou, Olinda, João Pessoa, Maceió, Florianópolis e Vinhedo. Desde 2009 atua também na área de produção cultural, já tendo prestado consultoria, formatado e aprovado diversos projetos em leis de incentivo à cultura. Como produtora realizou exposições de artistas como Evandro Teixeira, Renan Cepeda, Alberto Campos, João Lobo, Chico Dantas, Sidney Azevedo, Shiko, João Beltrão, Antônio David entre outros. Atualmente continua seu trabalho como professora, artista visual e produtora cultural no Rio de Janeiro e em São Paulo. Natalie Mirêdia - Produtota Executiva Mestre em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, trabalha com processos artísticos, arte contemporânea,arte educação e produção cultural. Atualmente é artista educadora da EMIA - Escola Municipal de Iniciação Artística em São Paulo. Como produtora,realizou projetos com responsabilidade fi nanceira através de diversos prêmios da Secretaria de Estado da Cultura e da Secretaria Municipal de Cultura deVitória, no Espírito Santo. Dentre os projetos contemplados, coordenou o Performe-se, festival nacional de performance em diversas instituiçõescapixabas, a exposição coletiva Territórios Internos, na Casa Porto das Artes Plásticas, a exposição coletiva CORPO-EXPERIMENTO no Museu de Arte doEspírito Santo, o Acompanhamento em Artes Visuais intitulado Indagações Poéticas no Palácio da Cultura Sônia Cabral e o projeto de residência MATACORPO VERDES ENTRANHAS. Importante ressaltar que a artista e produtora tem experiência na concepção e desenvolvimento de projetos,desempenhando desde a escrita, a coordenação geral, a produção executiva, operacional, o acompanhamento da planilha fi nanceira e a prestação decontas. Em todos os projetos que coordena atua também como artista participante e organiza as publicações resultantes como editora. Além dosprojetos contemplados em editais direto, a artista já participou de inúmeras convocatórias em salões de arte, mostras e exposições nacionais einternacionais, como no Instituto Tomie Ohtake, nas Caixas Culturais do Brasil, na Academia de Teatro de Helsinki, no Centro Le Lieu en Art Actuel,Canadá, no Núcleo Arts Centre, Reino Unido, no Centro Cultural Manzana de la Riviera, Paraguai, entre outros. Nadja Peregrino - Escritora/pesquisadora Mestra em Comunicação(ECO/UFRJ-1990). Professora, desde 2002, do Curso de Pós-Graduação Fotografia e Imagem da Universidade Cândido Mendes. Atuou na Funarte (1977-1990, RJ) e no Centro de Artes da UFF (1990-1998, Niterói), organizando exposições de renomados fotógrafos brasileiros e estrangeiros; Como curadora independente, realizou mostras como La revue O Cruzeiro (Chalon Sur Saun, França, (2006), Physis Soma, o corpo, a expressão e a poética do movimento (Casa das Rosas, São Paulo, 2013-2014) Sereias, fotografias de Fernanda Oliveira e Sérgio Carvalho, (Espaço Cultural dos Correios, CE, 2016), Retratos inversos (CCJF, RJ, 2017) Foi premiada com as bolsas RioArte (1998) e Fundação Vitae (2004). Integrou a seleção dos prêmios e porfólios: Marc Ferrez (Funarte, 2010) e ArtePará (Belém, 2010), FotoRio (2016 -17), Paraty em Foco e Premio Pierre Verger, 2017. Entre os livros editados, destaca-se O Cruzeiro - A revolução da fotorreportagem (1991), sendo co-autora das publicações Fotografia no Brasil, um olhar das origens ao contemporâneo (2005) e Fotoclubismo no Brasil: o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012). Entre os últimos textos publicados destaca-se Flutuações da fotografia contemporânea, Colóquio Fotografia Bahia, UFBA, 2017. Angela Magalhães - Escritora/pesquisadora Formada em Comunicação Social (UFRJ,1980). Foi bolsista da Fulbright/Capes no International Center of Photography e na Aperture Foundation (NY, 1988/89). Como curadora de exposições do Núcleo de Fotografia / Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003) coordenou com Nadja Peregrino as Semanas Nacionais de Fotografia (1982-1989) e mais de uma centena de mostras fotográficas. Entre 1990-2003 dirigiu o setor instituindo o I Encontro Nacional de Coordenadores de Eventos fotográficos (1991) e o Prêmio Nacional de Fotografia (1995-98). Atuou em comissões nacionais e internacionais como o Tenth Annual Infinity Awards (ICP NY, 1994); The International Photography Research Network- Changing Views of Brazil and Europe (Inglaterra 2006-2007). Na área de pesquisa, em co-parceria com Nadja Peregrino, recebeu os prêmios da Fundação Vitae (“Revista Realidade,1966-1976: paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil) e Rio Arte (“O Rio de Janeiro de José Medeiros” ) tendo, ainda, realizado curadorias internacionais na China, Rússia, Peru e Argentina. Publicou os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte, 2004) e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.