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Tchiribim Tchiribom - espetáculo de teatro musical para o público infantil, idealizado por Fortuna e Hélio Ziskind, as melodias de vários cantos do mundo tiveram as letras, originalmente cantadas no idioma de cada país, traduzidas, outras foram adaptadas para encontrar o significado mais próximo ao linguajar dos nossos pequenos.Um percurso que sai do Brasil vai para Nova Zelândia, China, passa pela Itália, desce para o Senegal, sobe para o Egito, vai para Israel, entra no Mediterrâneo, chega na França, vai até o México, dá a volta ao mundo de novo indo até o Japão e acaba finalmente na Romênia. O projeto pretende realizar 16 apresentações na cidade de São Paulo. No elenco, temos a protagonista Fortuna, acompanhada de 4 bailarinos/atores e trilha instrumental do CD original.
ROTEIRO E SINOPSE DO ESPETÁCULO: Abre Mais a Roda (Brasil)Tema do folclore brasileiro abre o espetáculo convidando as crianças a ampliarem a roda, criando uma comunhão entre crianças da plateia e os artistas do palco. O número de abertura do espetáculo teatral faz referência às brincadeiras infantis brasileiras. Através do esconde-esconde, roda-roda, palmas e ciranda, os contadores de história mostram os jogos tradicionais que vieram dos povos que deram origem a cultura brasileira: o índio, o branco e o negro que agregaram valores e virtudes à nossa vida. Epo I Tai (Nova Zelândia)Falamos de alguns temas atuais como a sobrevivência numa nova terra... Na segunda cena do espetáculo, Fortuna e os contadores de história se transformam no povo Maori, os primeiros habitantes da Nova Zelândia. Diz a lenda que a tribo chegou em pequenas canoas das ilhas polinésias e é assim que nossos contadores aportam na ilha. Cantando “Epo I Tai” que quer dizer “Eu não sou triste eu serei feliz”. Sobre nós um céu sem fim (China)Na terceira cena, quando nossos contadores chegam à ilha, ficam impressionados com a beleza do lugar, olham para as árvores, o mar e são surpreendidos pela imensidão do céu estrelado. É debaixo deste céu que nossos contadores vão descansar e é a Fortuna que vem velar o sono deles, permitindo que a criança que habita em cada um deles possa sonhar, crescer e se tornar os indivíduos que vivem no bem, em paz e se tornam pertencentes, protegidos pelo imenso céu ao redor. Cesto de Bambu (China)Quando nossos contadores despertam na quarta cena, estão na China, próximo deles além das bolachinhas e o suave aroma do chá chinês, há um cesto de bambu... ao descobrirem o que tem no cesto, nossos contadores montam nos burrinhos e vão se aventurar cruzando a muralha da China, passam pelo Quirguistão, Cazaquistão e Paquistão até chegar na Itália com o segredo do cesto de bambu... “O que tinha lá?” História do Macarrão (Itália)Alguns fatos históricos foram incorporados nas letras, muita vezes inusitadas. É o caso, por exemplo, da tarantela. Ao abrir o cesto de bambu Fortuna e nossos contadores encontram “O Macarrão”. Eis que em meio a comilança e a tarantela aparece um velho professor que nos conta que o macarrão nasceu na China, mas foi na mão dos italianos “que ele virou coisa fina”. Martinha Bonitinha (Itália)Ainda na Itália, nossos contadores de história encontram na sexta cena “a Martinha” ... uma menina muito bonita mas também muito triste: ela tinha um cachorro, uma gata, um galo, uma galinha... e mesmo assim se sentia muito sozinha... Por que? O que é que ela tinha? Os contadores apresentam para Martinha o João, um rapaz que lhe ensina uma nova maneira de ver a vida. Voar! Para crianças (Itália)Fortuna e os contadores de histórias se despedem de Martinha, do João e de toda a Itália voando pelo infinito céu azul, e quanto mais alto eles voam, mais feliz eles se sentem. Na Na Iê – Maria Farinha (África)Na oitava cena, Fortuna e os contadores de história chegam na África onde encontram os Iorubás, que contam a história da “Maria Farinha” um caranguejinho amarelinho que corre veloz, têm uma pinça gigante e outra menor. Neste momento nossos contadores voltam a ser crianças e perseguem os caranguejinhos na areia. Gan Gan Gan Gan Gai (África)Ainda na África, nossos contadores de histórias aprendem a cantar uma música em “Yorubá”: o idioma da família linguística nigero-congolesa falado secularmente em diversos países ao sul do Saara, Nigéria, Benim e Togo. A maneira de cada um, nossos contadores vão se apropriando dos passos da alegre dança africana. Mariá (África)A caminho da Serra Leoa, Fortuna e os contadores de história conhecem Mariá, uma garota que se arruma todos os dias para se encontrar com o mar. Abraçados pelo som do reggae, um ritmo dançante e suave, os contadores admiram Mariá a surfar como uma sereia no oceano. Senegal (África)É na décima primeira cena que chega o momento de nossos contadores de histórias se despedirem da África. Dentro de um navio, Fortuna vê quantos amigos fez, tantas pessoas incríveis que conheceu e como é difícil dar adeus a todos eles. Enquanto olha de longe, Fortuna nos lembra que um dia, há muito tempo atrás, o Senegal e o Ceará foram o mesmo lugar e diz aos contadores de história que mesmo distantes algo ainda é igual entre esses dois territórios e canta o baião que aprendeu no Senegal. Cameloteca (Egito)Baseada em uma história de verdade, do vizir Abdul Kassem Ismael, que amava a leitura e montou uma biblioteca, em ordem alfabética, em um de seus camelos. No Oriente Médio, Fortuna e os contadores de história montam em cima de camelos e vão conhecer a terra de Sherazade e das mil e umas noites. Mas ao invés de encontrar com o rei Shariar, nossos contadores encontram um vizir chamado Abdul Kassem Ismael que assim como o rei, também gosta muito de histórias. E embalado pelo som da Pérsia, o vizir escuta a história da viagem de Fortuna e seus companheiros. Cai a Noite (Israel)Já é noite na décima terceira cena. Fortuna e seus companheiros de viagem chegam a Israel e junto da comunidade judaica eles fazem uma roda em volta do fogo, que tem uma importância grande e recebe uma benção especial, pois o fogo representa a luz que nos protege da escuridão, que ilumina as difíceis circunstâncias vindas de lugares inesperados, proporcionando a renovação, sabedoria, a paz e o perdão. Tchiribim Tchiribom (Israel)A cena que recebe o título do espetáculo mostra os contadores de histórias e Fortuna no porto de Haifa a espera de um navio que irá levá-los a Paris. Com fome, nossos aventureiros vão até uma lanchonete onde o cardápio é diferente de tudo que eles já haviam visto até agora. O cozinheiro explica que sua cozinha é Kasher e como em Haifa vivem muitos árabes, ele pode preparar um bom falafel. Satisfeitos, Fortuna e os contadores de histórias sobem no navio e se despedem de Israel ao som de uma canção idische chamada tchiribim tchiribom. Era uma vez um marinheirinho (França)Chegando na França, Fortuna e seus amigos conhecem “ O Marinheirinho”, que lhes conta a difícil aventura de sua primeira viagem de navio: perdidos no meio do oceano, e sem comida, os companheiros do Marinheirinho resolveram tirar no palinho quem seria comido.O marinheirinho perde , mas um milagre acontece. Uma tempestade e enche o navio de peixes e o Marinheirinho escapa de ser comido. La Bamba (México)Com chapéu mexicano Fortuna e os contadores de história se transformam em uma trupe de equilibristas. Enquanto Fortuna canta, os “novos trapezistas” fazem um pouquinho de graça e tentam até fazer uma pirâmide humana ... y arriba y arriba... Manacá (Japão)A poesia impregna alguns momentos do espetáculo: SAKURA, uma cerejeira e uma pérola de melodia pentatônica do Japão que se transformou em Manacá. Depois da bagunça no México, os contadores de histórias e Fortuna são fisgados pelo cheiro de um Manacá que os leva até o Japão. Diante do Manacá nossos amigos desfrutam a delicadeza da natureza e da cultura japonesa: “Como pode uma flor de doce aroma nascer branca e se tornar rosa ou lilás depois de madura?” Ô Que Sopa (Romênia)Enfim... algo que resumiria bem o espírito deste trabalho para crianças e suas famílias é a frase da canção-história. Chegamos enfim à última cena e também última parada da nossa viagem. Fortuna e os contadores de histórias chegam à Romênia onde conhecem uma comunidade de ciganos. Simpáticos e acolhedores os ciganos cantam, dançam e oferecem a toda turma uma sopa: “Mas o que tem na sopa?” Tem bagunça e alegria. E assim na estação, Fortuna e os contadores de história esperam o trem que os levará de volta para casa.
Tchiribim Tchiribom-Cantando pelo mundo é um espetáculo, que através de músicas populares infantis dá volta ao mundo passando por lugares como a China, Senegal, Itália, México, Nova Zelândia, França, Israel, Egito e outros. No decorrer do espetáculo, e em tom de brincadeira, descobrimos objetos, personagens e peculiaridades de cada região do mundo. A cenografia, a iluminação e os figurinos apresentam diversos recursos para atrair a atenção das crianças, envolvendo-as num mundo de novidades e curiosidades. O cenário, inteiramente branco, é composto por uma grande rotunda de malha com sobreposição de macramé e 6 pernas laterais onde a luz é projetada configurando as cores dos países retratados. Os adereços consistem em objetos característicos dos países ou da história contada pela música: chapéus, cestos de bambu, remos, camelos, macarrão, animais e utensílios diversos. O figurino é contemporâneo e atemporal. Foi desenvolvido pensando na praticidade e também no lúdico. Tanto a protagonista quanto os outros atores e os músicos do espetáculo usarão uma roupa básica que será acompanhada, nas cenas, de elementos sobrepostos: no corpo, na cabeça, nas mãos. OBJETIVOS GERAIS O espetáculo dialoga com o público e apresenta questões importantes como: - Diversidade cultural - Geografia - Tradição oral - Musicalidade - Expressão Corporal - Diálogo entre gerações e etnias diversas OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a segunda edição do projeto, com 16 apresentações na cidade de São Paulo - O projeto pretende atingir um público de pelo menos 4.500 pessoas entre adultos e crianças e, através dessa representação teatral: - apontar um olhar as inúmeras possibilidades artístico-musicais das canções no mundo, num momento importante da sua formação; - falar para as crianças, de maneira lúdica e teatral, das diferentes possibilidades étnicas existentes no mundo; possibilitando o conhecimento de outras culturas, o reconhecimento de diferentes costumes e raízes próprios de cada país; - permitir que o público possa vivenciar e embarcar nesta viagem ao redor do mundo, se apropriando musicalmente de temas onde não existem fronteiras.
Justificativa Este é um projeto de artes cênicas que busca apoio através da lei de Incentivo no 8313/91 para sua realização. O Art.1º da referida lei elenca uma série de possibilidades que os projetos devem estar adequados. Este projeto, especificamente, se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já com relação ao Art. 3º da mesma lei o projeto atenderá aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Trabalho idealizado por Fortuna (artista e proponente deste projeto) e Hélio Ziskind (autor da versão/adaptação das letras), visa desenvolver o respeito aos valores culturais nacionais e de outras culturas do mundo. Assim como proporcionar a difusão de bens culturais e ampliar os formadores de conhecimento, cultura e memória. Trata-se de um espetáculo que já realizou 26 apresentações e nesta reedição pretendemos ampliar seu alcance atingindo novas localidades. O fio condutor para a montagem desse espetáculo, baseado em melodias de diversos países, que permeiam o universo infantil, é a liberdade do jogo associada ao fato de que a música não tem barreiras. O fator predominante é a imaginação da criança enquanto fonte propulsora de vôos, conquista lúdica de novos territórios e entendimento imediato que vem da força pura e simples da música. Nosso mundo cada vez mais eletrônico e industrializado tem nos afastado de nossa tradição, por isso o espetáculo nos convida para uma viagem de resgate cultural e aventuras através da música. A proponente Fortuna dá sequência ao seu tradicional trabalho de apresentar músicas do mundo, levando este universo de povos e culturas de forma divertida para o público infantil. As crianças, atualmente, já nascem conectadas, portanto ao propor uma viagem melódica pelo mundo estamos reforçando, ludicamente, sua imersão no âmbito cultural diversificado. Um mundo que foge aos estereótipos e propõe um conhecimento e apreciação de culturas distintas diferentes do seu cotidiano. É uma forma também de incutir valores como aceitação, companheirismo, integração, respeito às diferenças. Dentro da Convenção sobre os Direitos da Criança encontram-se implícitos dois dons inatos aos cidadãos do mundo: - a música que desconhece fronteiras e é uma das vias de acesso à cultura e à comunhão, - e a imaginação das crianças que tampouco concebe limites. Todas as letras foram traduzidas ou adaptadas para deixar o significado mais próximo ao linguajar infantil. As melodias escolhidas, de vários lugares do mundo, contam uma história referente a esses lugares. Tal associação contribuiu para fortalecer o desejo de, a partir de uma pesquisa de faixa etária de a partir de 3 anos, criar um espetáculo teatral, uma proposta de viagem mundo afora através das canções do repertório de crianças de diferentes rincões do planeta. Observação: esta é uma reedição do projeto (pronac 180471) já apresentado anteriormente, executado e com prestação de contas enviada. Justifica-se pelo fato de novas oportunidades de captação de recursos.
Esta é a segunda edição do projeto que será realizada em teatro da cidade de São Paulo, preferencialmente em áreas que ainda não foram contempladas na primeira edição, visando o público infantil das regiões mais periféricas, atendendo assim um número maior de crianças que normalmente não acessam este perfil de espetáculo. As Vivências com a cantora Fortuna serão realizadas em escolas ou creches públicas destas mesmas regiões.
Cenário: Cortina entrelaçada de tecido (trama rede de pescar) medindo 85m2, com certificado de ignifugação. Rider Técnico: Sonorização Sistema de PA de acordo com a necessidade do local 01 Console Digital 16 canais 04 Caixas de Monitor a serem utilizados em Vara ou Pedestal (EX Meyer Sound UPA-1P) 06 Sistemas de Microfone sem fio bodypack (EX Shure Axient Digital) 06 Headsets DPA 4088 ou 4066 01 Sistema de distribuição de antenas para 6 canais 02 Antenas de RF Direcionais 01 Sistema de In-Ear (Ex Shure PSM1000) 01 Cabo p2/p10 para computador 02 Direct Box RIDER TÉCNICO DE LUZ Equipamentos Source Four - 22 Ribalta RGBW - 12 PAR LED RGBW 3w - 27 Moving Light - 08 Elipsoidal 26° - 04 Elipsoidal 36° - 04 Elipsoidal 25°/50° - 03 Mesa de luz ETC ÍON Canhão Seguidor HMI 1200 - 01 Máquina de Fumaça Haze AH 2000 - 02
Acessibilidade Espaço: A escolha dos teatros terá como critério principal aqueles que apresentarem completa infraestrutura que atendam as regras de acessibilidade (Lei 13.146) para todos os tipos de deficiência ou necessidades de locomoção, como banheiros adaptados, rampas de acesso para cadeirantes, locais reservados na plateia, recepcionistas à disposição e todas as normas de segurança necessárias e vigentes em leis. Ações propostas para a ampliação de acesso: Audiodescrição: Haverá estrutura contratada pelo projeto para o público portador de necessidades especiais, como áudio descrição em uma das apresentações. Essa ação inclui a contratação de equipamentos e profissionais especializados e será registrada em foto/vídeo. Transcrição em Libras: Realizaremos duas apresentações com transcrição em libras, devidamente divulgadas antecipadamente. Essa ação inclui a contratação de profissionais especializados e será registrada em foto/vídeo. Estas ações serão divulgadas ao público em geral através de material publicitário.
Democratização de acesso O projeto promoverá ações que ampliam a fruição deste projeto para que todos possam exercer o seu direito à cultura, independente de nível sócio econômico, deficiências, etnia, faixa etária e até de domicílio, atendendo ao quanto disposto no art. 215 da Constituição Federal. As apresentações serão realizadas em ambientes fechados, que atendam aos requisitos de segurança, facilitando o acesso e a visibilidade de todos. Haverá um empenho da produção em realizar a temporada prevista em locais situados em diferentes regiões da cidade. Isto potencializa o afluxo de um outro público mais próximo do local das apresentações. A expectativa de público é de 4.500 mil pessoas, entre crianças e adultos, como resultado das 16 apresentações do espetáculo, tendo a média de 300 pessoas na plateia por dia, público alvo deste projeto. Distribuição - ingressos Cortesia: 10% = patrocinadores10% = proponente em ações de divulgação do projeto10% = distribuição gratuita com caráter social e educativo, doados para instituições e entidades sem fins lucrativos que beneficiam pessoas de baixa renda, para assistirem o espetáculo gratuitamente, como contrapartida do projeto.Venda: 40% = preços populares (R$39,60) com 50% de desconto para estudantes, professores, idosos e portadores de necessidades especiais (19,80)30% = público em geral (R$80,00) com 50% de desconto para estudantes, professores, idosos e portadores de necessidades especiais (40,00) Observação: o pagamento de despesas do teatro como ISS, técnicos, bilhetagem e administração, recolhimento de direitos ao ECAD, SBAT e outras despesas locais serão liquidadas através da arrecadação da bilheteria. Estratégia de difusão para ampliar o acesso e a contrapartida social Disponibilizaremos ingressos para venda aos beneficiários do Programa Vale Cultura, destacando a informação em todas as formas de divulgação (ingressos, banners, anúncios, programas). Realizaremos 4 Vivências Culturais com a cantora Fortuna e um músico para crianças de escolas públicas, trazendo o repertório do show e sua coreografia, com 1h30 de duração cada.
FICHA TÉCNICA Cantora e Atriz: Fortuna Cantores e Bailarinos: Denise Yamaoka, Duda Moreno, Elcio Bonazzi e Anna Galli Swings: Raquel Rosa e Felipe Javan Arranjos e direção musical: Gabriel LevyPreparação vocal: Gabriella RossiCoreografia: Juliana GaravattiFigurinos: Luciano Ferrari Cenografia e adereços: Luís RossiIluminação: Roberto Lage e Vinicius Requena Produção executiva e assistente administrativa: Marcia CavalliniDireção de produção e administração: Lilian Sarkis Direção Geral: Roberto Lage Autor / versão das músicas: Hélio Ziskindi Trilha Instrumental: Guilherme Ramos Realização e coordenação artística e financeira: Fortunee Joyce Safdie Produções CURRICULUM FORTUNA - Protagonista, tem uma trajetória musical de mais de 30 anos, estabelecendo pontes entre sua música, de raízes judaicas, e diversas culturas do mundo. Brasileira, cantora, atriz, pesquisadora de músicas do mundo, vem se apresentando no Brasil e no exterior com seu repertório de world music, onde interpreta canções em diversos idiomas além do português, como francês, italiano, hebraico, inglês, espanhol... Gravou 10 álbuns para o público adulto e tem 3 espetáculos infantis, também gravados em CD e DVD, e sua obra dedicada às crianças traz parcerias com as escritoras Ruth Rocha e Tatiana Belinky e composições de Hélio Ziskind, além de um caldeirão de melodias, para crianças de várias partes do mundo. HÉLIO ZISKIND - é músico, compositor, produz CDs infantis, trilhas para Rádio e TV. Prêmio Sharp de Música (1988) para melhor disco infantil ("Quero Passear") e de melhor Canção infantil ("A Noite no Castelo"). Prêmio Sharp de Música (1995) de melhor canção infantil ("Sono de Gibi"). Prêmio Sharp de melhor CD infantil (1998) "Meu Pé Meu Querido Pé". Em outubro de 2000 lançou seu segundo CD infantil: O Gigante da Floresta. Consultor pedagógico do programa Castelo Ra Tim Bum para a área de música. ROBERTO LAGE - Prestigiado encenador paulista nos vários gêneros do teatro. À Flor da Pele, de Consuelo de Castro, em 1976 (Prêmio Molière de melhor direção). Na década de 90, além de trabalhar com Celso Frateschi, com quem funda o Ágora, assina direções no Brasil e em Portugal, levando aos palcos sucessos como "Para Tão Longo Amor" (1994), de Maria Adelaide Amaral; "Uma Noite e Tanto" (1995), com o grupo acrobático Fratelli; "Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues, e "A Ópera do Malandro", de Chico Buarque, em 1996; "Cheque ou Mate" (1997), de Ricardo Semler, com Raul Cortez; "Anjo na Contramão" (1998), de Gianfrancesco Guarnieri; e "Clips e Clops", espetáculo de clowns (Prêmio da APCA como melhor diretor). Em 1999, recebe o Apetesp de melhor direção, pelo infantil, "Foi Ela Que Começou...". Já dirigiu mais de 50 peças, a última, o infantil “O Reizinho Mandão” indicado como melhor direção- Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem. DENISE YAMAOKA – Atriz, cantora e bailarina. Mestre em Música, bachareu em Composição e Regência; graduada em Voz pelo Centro de Estudos da Voz – SP e em pedagogia vocal pela FASM-SP. É formada em Canto Lírico pela Escola Municipal de Música de SP e no Curso de Artes Cênicas pelo Teatro- Escola Célia Helena. Em 2018 foi uma das solistas na ópera “O barbeiro de Sevilha” no Theatro Municipal de SP no papel de Berta, e já participou das produções das óperas: "As bodas de Fígaro” – de W. A. Mozart como Susanna, La favola di Orfeo – C. Monteverdi. Trabalha como atriz-cantora para o público infantil e juvenil como os espetáculos “A arca de Noé” e “Tchiribim Tchiribom – cantando pelo mundo” e “Tic Tic Tati” com a cantora Fortuna e dirigido por Roberto Lage. FELIPE JAVAN – Ator e bailarino. Fez diversos eventos para a All Music Produções, fez parte do elenco da Gc Produções e atualmente é o protagonista dos espetáculos "A Bela e a Fera", onde interpreta a Fera, e "Elvis Experience Tribute", onde interpreta o Elvis Presley, para a BRZ Produções. Fez aulas de canto com Marconi Araújo, Amélia Gumes e Gilberto Chaves e hoje faz aula de dança com Alessandra Lona. DUDA MORENO – Ator, cantor e bailarino. Tem formação em dança e teatro (Teatro Escola Célia Helena), trabalhou com profissionais como Ivaldo Bertazzo, Antônio Nóbrega, Andréa Bassit entre outros diretores. Realizou estudos sobre Dança de Salão, Dança Clássica da Índia, Dança Contemporânea e Dança Popular Brasileira. É formado como ator pelo Célia Helena Teatro Escola. Dentre os trabalhos que realizou destaca: Espetáculo Musical Tchiribim Tchiribom Cantando Pelo Mundo – Direção Roberto Lage / Filme Brincante - Trajetória de Antônio Nóbrega - direção de Valter Carvalho, entre outros. ELCIO BONAZZI – Ator e bailarino. Cursou artes dramáticas no SENAC, tem formação em Ballet, Sapateado, Jazz e Danças Urbanas pela "Ballet e Cia Vivien Fortes”. Nos palcos, protagonizou “O Musical Mamonas”, participou do musical “Cantando na Chuva” ao lado de Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello, entre outros. Integrou o elenco de shows da Disney Company por 4 anos consecutivos. No Teatro, participou de musicais como Zorro o Musical, Crazy for You, Interpretou o ator Luiz Carlos Miele, Rock in Rio 30 anos, dos Infantis Tchiribim Tchiribom, O Fantasma da Máscara, Tic Tic Tati entre outros. RAQUEL ROSA – Atriz e bailarina. Trabalhou nos shows Disney Brasil de 2006 a 2017 tendo participado em seus espetáculos musicais. Como diretora e coreógrafa, assinou os espetáculos da Turma da Mônica junto à Mauricio de Souza Produções de 2010 a 2015. Integra o elenco do espetáculo "Tchiribim Tchiribom, cantando pelo mundo" da cantora Fortuna, dirigido por Roberto Lage. Também integra a Cia. buZum! Viajando pelo Brasil e levando peças educativas para as escolas das redes municipais e estaduais do Brasil inteiro. ANNA GALLI - Arte-educadora e atriz pós-graduada; contadora de histórias, produtora e agente cultural; co-fundadora do coletivo teatral Quem Conta Comigo, que pesquisa linguagens e atividades para crianças (leitura mediada, oficinas educativas, teatro e narrações de história digitais).Trabalha como diretora de palco em teatro e eventos corporativos desde 2020, coordenando equipe de montagem e durante os eventos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.