Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Projeto visa a realização do Festival Goianidades, do fogão de lenha a viola, resgate e valorização da cultura goiana. Através da realização de quatro etapas desse festival, em quatro cidades de Goiás -Anápolis, Goianésia, Goiânia e Rio Quente. Com apresentações musicais: cantadas e intrumentais. Realização de oficinas. Espaço gastronômico.
Objetivos Gerais - 1 - Resgate da cultura goiana. 2 - O objetivo do projeto é realizar quatro etapas nas cidades goianas de Anápolis, Goiânia, Jaraguá e Rio Quente. 3 - Encontro entre a cultura raiz e a cultura contemporânea. Objetivos específicos: A - Festival de música regional - quatro eventos em quatro cidades, com a montagem de quatro estruturas, com sete dias de evento por cidade, de segunda a domingo, com a previsão de público de 15.000 pessoas por local de realização B - Apresentações musicais - 31 apresentações por cidade, 15 apresentações nas estruturas montadas, por local de evento, 4 apresentações em escolas para público infantil e infanto juvenil, 4 serenatas, 4 intervenções instrumentais, 4 apresentações instrumentais em restaurantes; Duas apresentações em insituições que cuidem de pessoas com necessidades especiais, por cidade. Destas apresentações 10 serão desenvolvidas por artistas convidados da própria cidade e as outras 21 desenvolvidas por artistas, com trajetória reconhecida no estado, que estarão circulando com o projeto C - Oficinas - Duas oficinas por cidade, com previsão de quarenta pessoas nas duas oficinas; Sendo uma das oficinas para público iniciante e outra para público profissional; As oficinas serão desenvolvidas pelo coordenador de programação do projeto e mais um músico do elenco fixo do festival.
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Pelo fomento da lei a proposta é resgatar, fortalecer e difunidr a cultura goiana com o fomento a artistas e o encontro com o público, fortalecendo espaços de troca, de formação e eventos com estruturas que viabilizem espaços qualificados para apresentação dos músicos locais, com a valorização dos artistas e a realização de ações formativas. O resgate da nossa história com abertura de espaço aos contemporâneos, ampliando o conhecimento da produção musical local, da gastronomia e de outras expressões artísticas que representem cada local de desenvolvimento. Uma integração de ações, artistas, realizações ou mesmo expressões de distintos segmentos, o intercâmbio entre profissionais renomados com novos artistas, criando espaços para que o trabalho dos artistas regionais possa chegar ao público com mídia e estrutura de grandes eventos, promovendo e desecentralizando à ocupação de espaços públicos com arte. A proposta que essa seja uma primeira etapa, com realizações no centro, no norte e no sul goiano, com patrocínio já encaminhado. O projeto possbilita ainda levantamento da produção cultural que está sendo realizada no estado. As realizações que visam ao desenvolvimento de experimentações têm a finalidade de sensibilizar, despertar, estimular e desenvolver a percepção e a cognição musical do ser humano. Numa perspectiva de ampliação dos sentidos e conhecimentos, as apresentações promovem o intercâmbio de saberes e fazeres entre diferentes expressões, fomentando o desenvolvimento dos agentes culturais e de suas produções. No processo de conhecimento da música, o canal privilegiado de compreensão é o momento da experiência sensível da percepção sonora. Ele envolve também habilidades de relacionar e solucionar questões propostas pela organização dos elementos estéticos que a compõem. A música ganha significados diferentes na fruição de cada espectador, resultantes do contexto e da experiência de apreciação de cada um. Portanto, nenhum exemplo, gênero ou estilo de música, ou manifestação musical pode ser considerado melhor ou mais evoluído do que outro. Assim a realização de ações em escolas, voltadas para crianças e jovens, com o intuito de despertar o interesse pela música e de difundir entre eles o trabalho de artistas locais, com vistas à formação de plateia, ainda a realização de ações formativas para o público em geral promovendo iniciação musical, um conhecimento a mais sobre ritmos e proporcionar ao público profissional qualificação. Esse momento de encontro e fomento à cultura regional é de extrema importância. Além da renda gerada para os artistas locais, a ocupação promovida pelo festival fortalece a troca, é uma forma mais lúdica de fomentar a democratização dos espaços e gerar questionamentos sobre a cidade, de como podemos ressiguinificá-la e resgatar a autoestima de um povo em relação a sya própria história. Anápolis é a terceira maior cidade do estado e carece de propostas que visem o fomento e a difusão da cultura local, é uma cidade de economia pujante, mas que deixa a desejar na realização de eventos que promovam e fortaleçam e que sirvam de ensejo para a introdução e fortalecimento da cultura local, o que pode despertar este novo segmento e fortalecer os artistas locais, assim também as outras cidades propostas, são referência de desenvolvimento e podem inspirar outras cidades, com localização que facilita o acesso ao público de outras cidades. Criar eventos que possam interferir no dia a dia das pessoas, que venham a contribuir na qualidade de vida e na formação de cidadãos mais críticos e participativos, atores na construção de uma sociedade melhor, sendo referência no estado, que influencie e gere movimento na cadeia produtiva da cultura. O espaço público de uma cidade é o lugar do lazer, da conversa corriqueira, da livre circulação, da troca e, da possibilidade do encontro com o outro. É necessário que o espaço urbano seja ocupado por artistas e por atividades culturais de acesso à cultura, criando reflexão nas pessoas sobre o lugar da arte na vida delas, interferindo no cotidiano destas pessoas; a realização de eventos como esse cria uma ponte entre público e artistas e deixa claro que a qualidade de vida de uma cidade pode ser expressa pela dimensão da vida coletiva que se reflete nos seus espaços públicos, dispostos democraticamente pela cidade, seja no parque, na praça ou mesmo na rua. Ocupar espaços alternativos é também um convite para a reflexão sobre o lugar que a arte ocupa no dia a dia da cidade. A ideia é humanizar a cidade, e torná-la mais voltada para as pessoas. Cada vez mais as pessoas buscam ir a estes eventos, é um público bem eclético: famílias, jovens e idosos. Para que isso possa acontecer pensamos em passar através da arte valores que possam ser incorporados ao dia a dia das pessoas. Sendo assim as atrações para a realização da mostra tem que atender a um público diferenciado, tem que sensibilizar as pessoas em um contexto geral de respeito, de informação e de formação e de um gosto mais eclético, colaborar para que a visão que se tem da arte na rua ou da arte urbana se transforme e cada vez mais, tais manifestações demonstrem sua importância também para a integração social. O que diferencia este projeto é toda uma construção implícita, nos argumentos outrora aqui explicitados, que cria essa demanda espontânea de um espaço, qualificado, onde os músicos locais possam apresentar sua arte, onde que em um momento de reconstrução, vamos abrir uma média de 200 empregos diretos, vamos fortalecer os artistas locais e a cultura local, dando fôlego para que eles possam viver de sua arte e acreditar que as coisas podem e devem acontecer em Goiás. A localização de Anápolis, além de ser a segunda maior economia do estado, permite eventos de grande porte que favoreça seus artistas e a população local tão carente de eventos de grande porte e daqui levar para outras cidades que possam expandir o alcance da ideia. Promover intercâmbio entre artistas locais e regionais fortalecendo e aproximando a cultura goiana, criando uma rede de desenvolvimento regional que se fortaleça enquanto linguagem.
Apresentações musicais Música cantada - 16 apresentações no palco, com tempo de 90 minutos e cachê de R$12.000,00 por apresentação 8 apresentações no palco, com tempo de 90 minutos e cachê de R$ 8.000,00 por apresentação 16 apresentações no palco, com tempo de 90 minutos e cachê de R$ 6.000,00 por apresentação 16 apresentações no palco com tempo de 60 minutos com cachê de R$ 4.000,00 por apresentação 16 apresentações em escolas com tempo de 60 minutos e cachê de R$ 2.000,00 por apresentação 16 serenatas com tempo de 30 minutos e cachê de R$ 2.000,00 por apresentação Apresentações instrumentais 4 apresentações no palco com cachê de R$ 12.000,00 por apresentação 32 intervenções instrumentais nas ruas e em restaurantes com tempo de 30 minutos e cachê de R$ 1.200,00 Oficinas - cachê de 3.200,00 por oficina Oficina 1 - Introdução à Viola para Iniciantes Objetivos Gerais: Proporcionar o conhecimento básico e as técnicas iniciais da viola. Fomentar o interesse pela música e pela cultura local. Objetivos Específicos: Ensinar a leitura básica de partituras. Introduza acordes e escalas básicas. Oferecer prática em grupo e individual. Justificativa: Dada a rica cultura musical da região, este curso visa a inclusão musical para todos, dando oportunidade aos iniciantes de aprender a tocar viola. Carga Horária: 16 horas Público-Alvo: Indivíduos de todas as idades que queiram aprender a tocar viola, sem conhecimento prévio necessário. Metodologias de Ensino: Aulas práticas e teóricas. Uso de recursos audiovisuais. Atividades em grupo. Material Didático: Apostilas. Vídeos tutoriais. Instrumentos para prática no local. Conteúdo: Introdução à viola e sua história Noções básicas de teoria musical Técnicas básicas de dedilhado e palhetado Escalas e acordes iniciais Práticas em grupo Oficina 2: Viola para Profissionais Objetivos Gerais: Aprimorar técnicas avançadas da viola. Preparar os músicos para performances e gravações profissionais. Objetivos Específicos: Ensinar técnicas de improvisação. Oferecer práticas de conjunto avançado. Aborde diferentes estilos e repertórios. Justificativa: O curso destina-se a preencher a lacuna de formação avançada em viola, contribuindo para o enriquecimento cultural e profissionalização da música na região. Carga Horária: 16 horas Público-Alvo: Músicos que já tenham um conhecimento intermediário ou avançado de viola e queiram se profissionalizar. Metodologias de Ensino: Aulas teóricas e práticas focadas em técnica e performance. Masterclasses com profissionais renomados. Simulações de performances e gravações. Material Didático: Partituras avançadas. Gravações de referência. Instrumentos para prática no local. Conteúdo: Técnicas avançadas de dedilhado e palhetado Improvisação e composição Estilos variados (clássico, folk, contemporâneo) Técnicas de gravação e produção musical Preparação para performance Espero que essas ementas possam servir como um ponto de partida sólido para seus cursos de viola. Profissionais - para público espcializado - Luis Chaffin para público iniciante - Amanda Ricoldi
PRODUTO: festivais/mostras/ Apresentações musicais ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Acessibilidade Atitudinal - Treinamento para toda equipe fixa do projeto para identificar e melhor atender as pessoas com necessidades especiais PRODUTO:Apresentações musicais ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Acessibilidade Atitudinal - Treinamento para toda equipe fixa do projeto para identificar e melhor atender as pessoas com necessidades especiais
Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).: - Espaço elevado destinado a cadeirantes; - Espaço reservado a pessoas idosas, sentadas confortavelmente, assim coom espaço a pessoas com obesidade; - Apresentações em instituições que atendam pessoas com necessidades especiais.
Proponente - Luiz Sérgio Fragelli - Diretor geral do projeto, da escolha dos nomes artísticos, aos contatos com as prefeituras, aos pagamentos, avaliação, relatório, prestação de contas. Sou educador, da área de História, Especialista em Meio Ambiente, Especialista em Políticas Públicas e Produtor Cultural. Trabalhei na área administrativa como Gestor de Cultura do Sesc em Anápolis, onde moldei a minha atuação e formação, com as oportunidades de elaborar e executar projetos culturais, com responsabilidade ambiental e responsabilidade formativa e que atenderam a mais de 100.000 pessoas. Em 2017 fui agraciado com a Comenda Jaburu, honraria do Governo do Estado de Goiás aos destaques da área cultural no estado. Tive a oportunidade também de ser Presidente do Conselho de Cultura de Anápolis por dois mandatos, onde recebemos uma menção honrosa, em 2019, do Prêmio Jaburu, por serviços relevantes prestados à Cultura, na cidade de Anápolis e no Estado de Goiás. Equipe Técnica: Coordenador de programação - LUIZ CHAFFIN Violão/Guitarra/Bandolim/Viola/Cavaquinho Formou-se em violão clássico pelo Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Aprofundou seus estudos de teoria, harmonia, contraponto, arranjo, composição, improvisação e harmonia funcional com Sérgio Benevenutto na escola Rio Música. Vem atuando no mercado fonográfico e de shows há mais de 37 anos, Assistente de Direção - Ilmara Damasceno Graduada na Faculdade de Educação Artística /Artes Cênicas – Universidade Federal de Uberlândia. Licenciatura em Artes Cênicas. Termino 2009. Gestão Pública – Tecnólogo – Faculdade Católica Paulista. Atriz do grupo Matula Cênica, atuando no espetáculo “Sobre Figos e Folhas” dirigido por Ribamar Ribeiro em 2018. Direção do espetáculo “Desilusão” do grupo Trupe Cerrado em 2018. Produtor - Thiago Aguiar Dourado THIAGO DOURADO, venho me dedicando a área cultural com eventos que resgatam e valorizam a cultura regional ajudando na criação de um plano cultural da mesma. Atualmente trabalho no Sesc Anápolis, aonde estou desde 2009, venho apoiando projetos do Departamento Nacional do Sesc como o Cine Sesc, Palco Giratório e Sonora Brasil, além de Núcleo de Oficinas que atende prioritariamente a beneficiários do Sesc, que hoje tem mais de 300 inscritos nas áreas de Teatro, Dança e Música. Atuo como produtor no grupo Tricô Cênico. Músicos fixos - Maria Eugênia – Nascida em 1967 em Goiânia, a pianista, cantora e atriz Maria Eugênia. Com quase duas dezenas de discos e três dvds na bagagem, entre trabalhos solo e com outros artistas, Maria Eugênia já excursionou por diversos países da Europa, da África e das Américas, o que rendeu à cantora o título de Oficial da Ordem do Rio Branco, entregue pelo Itamaraty àqueles que prestam serviços ao Brasil no exterior. Além disso, a Maria Eugênia emplacou em 2009 o tema de abertura da novela Araguaia, ganhando do diretor de TV Marcos Schechtman a alcunha de “Voz de Goiás”. Thom cris – O cantor e compositor Cristiano Silva começou sua carreira em 1981. Em 1991, tocou no Gremi, já como intérprete, com a música “Agonia”, do repertório de Oswaldo Montenegro, ficando em terceiro lugar. Também com a mesma classificação, participou do mesmo Gremi, no ano seguinte, com a música, Léo e Bia, também de Oswaldo Montenegro. Pádua – Cantor e Compositor, Antonio de Pádua da Silva, “PÁDUA” Goiano, Goianiense. Vencedor de inúmeros festivais e um dos precursores de apresentações ao vivo em casas noturnas em Goiânia. Pádua usa da fusão de sonoridades para forjar a matéria prima de sua música, nunca se prende apenas por uma temática musical e poética, buscando assim a linguagem simples de sua terra e de seu País. O primeiro registro de disco foi em 1980, e em 1985 gravou seu primeiro trabalho solo, um Compacto Simples com a música Pele, que foi vencedora de um dos mais tradicionais festivais da região: “Comunica-som”. Em 1988, grava no LP “Vôo de Cantor”, a música de sua autoria “Louca Magia”, que se tornou um dos seus maiores sucessos. Marcos Biancardinni – Nascido em Goiânia, Biancardini teve os primeiros contatos com a viola ainda na infância, Seu primeiro contato com Renato Andrade aconteceu em Brasília, e foi definitivo para consolidar o seu estilo de tocar viola. Sua audácia e criatividade levou Renato Andrade, considerado o melhor violeiro do mundo, durante a solenidade de encerramento do Prêmio Singenta, em São Paulo, em 2005, a afirmar: "Tem um violeiro goiano, Marcus Biancardini, que é minha xerox, em técnica e repertório...". Após a morte de Renato Andrade, sua família, cumprindo o desejo do grande mestre violeiro, entregou sua viola a Biancardini, simbolizando, com esse gesto, que este se tornara o sucessor do artista mineiro. Durante a sua carreira, Marcus tem se apresentado por todo o Brasil e no exterior. Almir Pessoa – Almir Pessoa é um artista reconhecido como grande comunicador, violeiro e cantor. Começou a tocar violão aos 12 anos de idade, e logo na sequência, viola caipira. Ao longo da carreira, lançou, até 2013, três discos, “Almir Pessoa – Voz e Viola”, “Almir Pessoa – O Violeiro do Brasil, vol. 1”, e “Almir Pessoa – O Violeiro do Brasil- ao vivo, com destaque para a sua composição “Meu lugar” (c/ Brito). Amanda canto violado – Multiartista é a palavra mais adequada para definir alguém como Amanda Ricoldi ou Amanda Canto Violado ou Siriema. Instrumentista – toca viola caipira, sanfona e percussão, embora os dois últimos sejam apenas por diversão -, brincante, compositora, violeira e cancioneira Os Cabras de Bigode – Formada em 2017, em Anápolis, a banda Os Cabra de Bigode traz o forró pé de serra e resgata as raízes da música tradicional brasileira, com especial destaque para as canções e ritmos nordestinos. Influenciados por grandes mestres da cultura popular, levam ao palco a irreverência e a comicidade típica goiana de causos e histórias. UK Sessions – Das bandas mais badaladas do rock anapolino, a UK Sessions surgiu com o ideal de trazer para o Brasil a atmosfera marcante do movimento conhecido no Reino Unido como “Britpop”. O vocalista Teu Novaes, após um período morando na Europa, países onde se apresentou cantando um repertório de bandas que marcaram a cena do rock britânico. Versário; Há 16 anos tocando juntos, o trio Versário é formado pelos músicos Osmar Netto (guitarra e voz), Arthur Andraus (baixo e voz) e David Barreira (bateria). Sob fortes influências dos Beatles, Rolling Stones, Red Hot Chilli Peppers, Foo Fighters, e alguns artistas nacionais, a banda vem se destacando, evoluindo constantemente e divertindo a todos que assistem aos shows. O repertório geral atualmente conta com mais de 220 músicas, abordando o rock e o pop rock de variados artistas nacionais e internacionais. Tocou em 2017 no maior festival dedicado aos Beatles do mundo, o "International Beatleweek Festival", em Liverpool, na Inglaterra, onde fizeram dez shows em sete dias. Em 2018 e 2019 fizeram shows em Buenos Aires, na Argentina e em 2019 estiveram nos Estados Unidos para quatro apresentações. Flavio Robbie – Flávio Robbie é natural de Anápolis-GO, já em contato com a música por um bom tempo, busca no seu atual trabalho, as influências diretas do Blues clássico e num segundo plano, as vertentes do Soul e do R&B. O interesse do artista em valorizar as raízes da cultura negra e da cultura brasileira, eletrificou-se buscando toda a inspiração na década de ouro do blues elétrico (1950's), para transmitir toda a poesia e intensidade de suas canções. TNY – A banda criada em 1992 não tem a pretensão de ser ouvida por todas as tribos.A “The Not Yet Famous Blues Band”, no bom português é uma banda de blues não famosa ainda.Todo tipo de som, vários ritmos. Do jazz ao sertanejo passando pelo pop-rock. Na região central do Brasil, qualquer estilo musical é bem-vindo, desde que seja bem tocado. Coisa de brasileiro mesmo.
PROJETO ARQUIVADO.