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Publicação do livro Guilherme Callegari.
Não se aplica
OBJETIVO GERAL Realizar o livro Guilherme Callegari, o primeiro compilado impresso da obra do artista visual, reunindo os trabalhos mais representativos da sua produção dos últimos 12 anos de carreira, contextualizada por meio de textos críticos inéditos. O objetivo não se detém apenas em realizar um registro da poética do artista, mas também produzir conteúdo informativo de qualidade, que colabore com as discussões pertinentes à produção artística no Brasil nos últimos quinze anos, principalmente relacionada à arte da periferia, no contexto urbano da região metropolitana de São Paulo. OBJETIVO ESPECIFICO PRODUTO PRINCIPAL: LIVROProduzir 2000 cópias do livro Guilherme Callegari, com distribuição e comercialização. PRODUTO SECUNDÁRIO CONTRAPARTIDA SOCIAL: MESA-REDONDARealizar uma roda de conversa aberta ao público. Duração: cerca de 2 horas. Local: Galeria Index, em Brasília. Data e convidados serão confirmados na fase de pré-produção do projeto. Esse evento será gravado e ficará disponível online para o público.
- Realizar a primeira publicação do artista visual Guilherme Calligari, um jovem artista promissor, que deve reunir suas obras mais relevantes, contextualizadas por um rico material crítico e entrevista. Guilherme Callegari (1986) é artista visual natural da cidade de Santo André, no ABC Paulista, cuja pesquisa é fundamentada na sua formação como designer. Tendo a pintura como seu principal foco de interesse, Callegari desenvolve uma pesquisa híbrida que contribui para diluir as barreiras entre as linguagens artísticas, agregando elementos tipográficos (como letras, números e símbolos) à uma visualidade urbana, típica de uma região carregada pela imagética da indústria automobilística. A estética contemporânea da publicidade e a metodologia própria do design são potencializadas pela experimentação e tradicionalidade da pintura. Sua obra já foi apresentada em instituições e galerias no Brasil, além de figurar em coleções públicas e privadas (vide portfólio);- Produzir conteúdo informativo de qualidade, que colabore com as discussões pertinentes à produção artística no Brasil nos últimos quinze anos, abordando aspectos relacionados à pesquisa artística na periferia, principalmente no contexto urbano da região metropolitana de São Paulo. Toda a região do Grande ABC é responsável por uma grande fatia da arrecadação de impostos da região, ao passo que atravessa pelo crescimento desordenado, pautado mais recentemente pelas grandes indústrias, principalmente automobilísticas. - Promover a obra de um jovem artista do ABC paulista, região da periferia metropolitana de São Paulo, e posicioná-lo como um dos grandes potenciais da arte brasileira, nos panoramas nacional e internacional;- Dar voz à produção de um artista de periferia, a partir de conteúdo crítico de nomes relevantes nas artes no Brasil, seja na crítica e na pesquisa, seja na própria produção artística;- Apresentar a organização de Mateus Nunes, jovem curador natural do estado do Pará e uma das maiores promessas da pesquisa contemporânea na arte brasileira (vide bio anexada). Mateus Nunes tem acompanhado a produção de Guilherme Callegari de forma enfática nos últimos três anos;- Publicar textos inéditos de curadores e pesquisadores renomados da arte contemporânea brasileira (vide bios), como Agnaldo Farias (n. 1955) e Juliana Monachesi (n. 1976), bem como entrevista realizada pelo artista Bruno Dunley (n. 1984), a cobrir assuntos específicos do ofício de pintura. Objetiva-se promover o debate entre nomes importantes no Brasil, de diferentes gerações, experiências e abordagens dentro das artes visuais;- Produzir um conteúdo inédito de primeira qualidade, que envolve a produção de um jovem artista do ABC paulista, contextualizada por material crítico desenvolvido por renomados especialistas. Esse material estará disponível para pesquisa online de forma gratuita, inclusive com PDF acessível a deficientes visuais;- Distribuir gratuitamente 20% da produção impressa para instituições públicas de educação, como bibliotecas e universidades;- Realizar versão em audiodescrição, com acesso gratuito online, para deficientes visuais;- Promover a discussão em torno da produção artística das periferias de uma região como São Paulo e como esses contextos afetam as pesquisas de jovens artistas na atualidade;- Promover o debate em torno hibridismo artístico e as barreiras estabelecidas ao longo da história entre as diferentes linguagens artísticas, como as artes visuais, a publicidade e o design gráfico;- Promover o debate em torno do papel da pintura na contemporaneidade, mídia clássica canonizada ao longo da história da arte e que tem sido ressignificada nas mãos de jovens artistas; - Incentivar a inclusão de artistas periféricos em uma redoma usualmente elitizada e que privilegia artistas de grandes núcleos urbanos já inseridos no circuito artístico;- Incentivar a formação de opinião e de público consumidor de arte brasileira e cultura;- Incentivar a produção de jovens artistas, principalmente aqueles cujas produções situam-se em regiões menos favorecidas;- Produzir evento gratuito e aberto ao público para promover o debate dos assuntos tratados no livro. Eventos será gravado e disponibilizado online para pesquisa;- Colaborar para aquecer os mercados editorial e cultural no Brasil. Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O Plano de Divulgação será distribuído da seguinte maneira: - Assessoria de imprensa: toda a imprensa brasileira, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, nas mídias de cultura, artes visuais, design, mercado editorial e educação;- Desenvolvimento de peças gráficas para divulgação: mídias sociais, convites, etc;- Postagens e impulsionamento de redes sociais;- Anúncios em mídias jornalísticas de São Paulo e Centro-oeste;- Produção de vídeo-registro e fotografias para divulgação.
PRODUTO LIVRO Cerca de 190 imagens. Conteúdo: textos críticos de Agnaldo Farias, Mateus Nunes e Juliana Monachesi. Entrevista realizada pelo artista Bruno Dunley. Tiragem de 2000 cópias. Formato: 22 x 28 cm (fechado), 288 páginas, capa dura couché brilho 150g + papelão 12 + serigrafia high print 1 cor 20 x 20 cm, miolo eurobulk 150 g 4x4 + lombada. Guardas em color plus escuro 180 g.
PRODUTO LIVRO: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica, de acordo com a especificidade do produto; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição: adaptação do conteúdo escrito; Item orçamentário: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica, de acordo com a especificidade do produto; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: PDF acessível com descrição de imagens para pessoas com deficiência visual e neuro divergentes. Item orçamentário: Audiodescrição PRODUTO MESA-REDONDA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Espaço com acesso, elevador e banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica, pois o evento é em linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. Item orçamentário: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitor treinado para auxiliar esse público. Item orçamentário: monitor
PRODUTO LIVRO - 20% dos livros serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas, instituições e universidades públicas do Brasil (a serem decididas durante a fase de pré-produção); - 10% dos livros serão distribuídos aos patrocinadores; - 10% dos livros serão distribuídos pelo proponente para divulgação do projeto; Além disso, será disponibilizado o PDF da publicação para consulta pública online, inclusive com adaptação para PDF acessível para PCD. O livro também será adaptado para a versão em audiodescrição, para deficientes visuais; O público-alvo desta ação são profissionais das artes visuais, estudantes, acadêmicos e pesquisadores em artes visuais e história da arte, designers, publicitários, bem como demais apreciadores de arte no Brasil. Então, como premissa do Art. 27: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Como premissa do Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Como premissa do Art. 29: II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. PRODUTO MESA-REDONDA (contrapartida social) Além disso, será realizada uma mesa redonda para aproximadamente 100 pessoas, com os participantes do projeto e convidados, aberta ao público em geral e professores, estudantes, profissionais, artistas, pesquisadores em artes visuais, etc. Local e convidados a serem definidos na fase de pré-produção. Esse evento será gravado e ficará disponível online para o público. Então, como premissa do Art. 28: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Como premissa do Art. 30: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Obra de Arte Total - Marcos Mendes - Proponente e gestão geral do projeto e prestação de contas Publicitário de formação, com pós-graduação incompleta em Teoria Crítica e História da Arte pela PUC-SP. Colaborou com as maiores agências do país, incluindo Young&Rubicam, e com passagens por veículos editoriais como Editora Abril e Editora Carta, nas funções de gestão de projetos e produção executiva. Em 2016, fundou a Manufatura, escritório de comunicação com foco em projetos de inovação e pesquisa. Em 2020, fundou a Galeria Index, da qual atua como diretor operacional. Até hoje também atua como Diretor Criativo e Diretor de Cena em projetos de audiovisual e construção de marcas brasileiras. https://galeriaindex.com/ (Portfolio segue anexado) Coordenação de produção - Tatiana Gonçales Em 1998, formou-se em Comunicação Social, Jornalismo, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Socia-diretora da Activa Comunicação até 2003, onde atuou como assessora de imprensa, gerenciando projetos para clientes como Cidade Internet e Senac São Paulo. Em 2004, mudou-se para Londres, Inglaterra, onde realizou pós-graduação na Birkbeck University – Certificate (incompleto) em História da Arte e especialização em História da Arte pela London School of Arts. Voltou ao Brasil em 2010, quando passou a trabalhar como assessora de imprensa e produtora editorial na Luciana Brito Galeria, em São Paulo. Atuou ainda como communications and events manager na sede da galeria inglesa no Brasil White Cube, produzindo eventos e coordenando o departamento de comunicação da galeria. Em 2016, ingressou no time da galeria Fortes D’Aloia & Gabriel, trabalhando como gerente de comunicação e relações institucionais. Paralelamente, cursou pós-graduação/Mestrado em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), sob a linha de pesquisa Artes, Política e Filosofia. Atuou ainda como coordenadora de comunicação e relações institucionais da Galeria Leme, em São Paulo. De 2019 a 2021 trabalhou na Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA), em Itu, como coordenadora do acervo e gerente de comunicação, coordenando também o departamento editorial da instituição. Atualmente, atua de forma independente prestando serviços de comunicação, pesquisa e produção de conteúdo, concepção e gestão de projetos em artes visuais, além de ser diretora de projetos da Galeria Index, em Brasília. Coordenação editorial - Mateus Nunes Mateus Nunes (Belém, 1997) é curador, pesquisador e escritor. Doutor em História da Arte pela Universidade de Lisboa, desenvolve pós-doutorado em História da Arte e da Arquitetura na Universidade de São Paulo (USP), onde é professor convidado, e na Getty Foundation, em parceria com a Universidad San Francisco de Quito. Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém.Professor do Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde coordena cursos sobre arte contemporânea paraense e barroco brasileiro. Autor de dezenas de textos sobre arte, arquitetura e literatura para revistas especializadas (ArtReview, seLecT, ZUM, Flash Art, Terremoto, etc), além de publicar frequentemente em periódicos acadêmicos internacionais. Colaborou em curadorias e escreveu textos para exposições em Belém, São Paulo, Lisboa, Cidade do México e Paris. Acompanha atualmente a produção de artistas como Paulo Pasta, Giselle Beiguelman, Paulo Nimer Pjota, Emmanuel Nassar, Lídia Lisboa, Ivan Grilo, Luiz Braga, Julio Villani, Igor Vidor e João Trevisan. Agnaldo Farias - texto crítico Professor Doutor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). Foi curador geral da 29ª. Bienal de São Paulo (2010) e da representação brasileira da 25ª. Bienal de São Paulo (1992), curador adjunto da 23ª. Bienal de São Paulo (1996), curador internacional da 11ª. Bienal de Cuenca, no Equador (2011), e do pavilhão brasileiro da 54ª. Bienal de Veneza (2011). Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Braz Cubas (1980), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1990) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1997). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Crítica da Arte e Curadoria, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, arte e arquitetura, estudos curatoriais, exposições de arte. Foi curador geral da 3a. Bienal de Coimbra, curador geral do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, curador geral do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000). Também foi curador de exposições temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Recebeu o prêmio “Melhor retrospectiva” da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, 1994, pela Exposição Nelson Leirner, e o Prêmio Maria Eugênia Franco, da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, pela melhor curadoria de 2011. Juliana Monachesi - texto crítico Redatora-chefe da revista seLecT, a Atuou durante dez anos como repórter de artes e redatora do jornal Folha de S.Paulo (1999-2010), além de publicar colaborações com regularidade no Canal Contemporâneo e em revistas culturais (Bravo!, Cult, DasArtes, IstoÉ, Carta Capital). Possui graduação em Jornalismo pela Faculdade Casper Líbero (2000) e mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005), atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo cultural, crítica de arte e curadoria. Como crítica de arte, trabalha desde o início de 2002 na Temporada de Projetos do Paço das Artes, tendo integrado o grupo de crítica do Centro Universitário Maria Antonia e o corpo editorial da revista número; manteve coluna mensal de crítica de arte, entre julho de 2005 e abril de 2007, na revista Bienart. Foi curadora-adjunta do projeto Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2001/2003 e realizou as curadorias "afotodissolvida" (2004), no Sesc Pompéia, "Arquiteturas subjetivas" (2003), no Paço das Artes, "A casa onírica" (2003), na semana de arte contemporânea de São João da Boa Vista [as fotos neste perfil são vistas gerais da exposição], e "Manifestos contemporâneos" (2003), no Sesc Vila Mariana, entre outras. É formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, onde realizou, como trabalho de conclusão de curso, em 2000, o livro-reportagem "Sem título – Arte brasileira da década de 80 a 2000". Dirigiu de 2007 a 2009 o espaço de experimentação - EdEn. Bruno Dunley - Entrevista Artista e pintor brasileiro. Possui bacharelado em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e graduação em Fotografia, pelo Senac São Paulo. Exposições individuais recentes incluem: Clouds, na Galeria Nara Roesler (2023), em Nova York, Estados Unidos; Virá, na Galeria Nara Roesler (2020), em São Paulo, Brasil; The Mirror, na Galeria Nara Roesler (2018), em Nova York, Estados Unidos; Dilúvio, na SIM Galeria (2018), em Curitiba, Brasil; Ruído, na Galeria Nara Roesler (2015), no Rio de Janeiro, Brasil; e, no Centro Universitário Maria Antonia (2013), em São Paulo, Brasil. Participou da 33a Bienal de São Paulo, Brasil (2018). Outras mostras coletivas recentes incluem: Entre tanto, na Casa de Cultura do Parque (CCP) (2020), em São Paulo, Brasil; Triangular: Arte deste século, na Casa Niemeyer (2019), em Brasília, Brasil; AI-5 50 anos – Ainda não terminou de acabar, no Instituto Tomie Ohtake (ITO) (2018), em São Paulo, Brasil; 139 X Nothing but Good, no Park – Platform for Visual Arts (2018), em Tilburg, Países Baixos; Visões da arte no acervo do MAC USP 1900-2000, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP) (2016), em São Paulo, Brasil; Deserto-modelo, no 713 Arte Contemporáneo (2010), em Buenos Aires, Argentina. Seus trabalhos fazem parte de importantes coleções institucionais, tais como: Instituto Itaú Cultural, São Paulo, Brasil; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo, Brasil, e Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.