| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
A Bienal Internacional de Dança do Ceará chega a sua 15ª edição como uma plataforma catalisadora de processos de difusão, criação, pensamento, formação e intercâmbio em dança. Com programação descentralizada, promove apresentações artísticas, residências artísticas, oficinas, palestras e seminário.
A XV Bienal Internacional de Dança do Ceará é composta pelas seguintes atividades: - Apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renomeregional, nacional e internacional.- Palestras sobre dança, formando um ciclo que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantesrelacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado.- Masterclass de aperfeiçoamento em dança, para profressores de dança e bailarinos. - Residências artísticas com formação imersiva de dançarinos para criação de espetáculos.- Seminário de Acessibilidade, com convidados estudiosos sobre o tema da acessibilidade na dança e nas artes, ampliando o debate acerca da acessibilidade cultural no Ceará e no Brasil.
Objetivo geral Realizar a 15ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará, reunindo companhias, artistas e pensadores da dança contemporânea estadual e nacional, para incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. Objetivos específicos A)Festival/Mostra: Promover 1 abertura da Bienal Interncional de Dança, com apresentação de 1 espetáculo gratuito, para democratizar o acesso à cultura e divulgar a programação do evento cultural, durante a execução do projeto. B)Espetáculo de Artes Cênicas: Promover 15 espetáculos de dança, de acesso gratuito, criando um espaço favorável para a democratização da dança, viabilizando uma cadeia de formação de plateia e o desenvolvimento da dança nos municípios, durante a realização do projeto. C)Formação: Realizar 4 palestras sobre o tema da dança contemporânea, com duração de 50 min cada; 2 residências artísticas com duração de 24h cada; 4 masterclass de dança com duração de 6h cada, a fim de capacitar profissionais do campo artístico do estado e ampliar as discussões sobre dança, processos criativos, difusão e fruição; e realizar 01 seminário, de 5 horas, sobre acessibilidade na dança, contribuindo para a discussão acerca da acessibilidade, assim como contribuir para a uma verdadeira inclusão de pessoas com deficiência nas artes cênicas, durante a realização do projeto.
Em 2025, a Bienal Internacional de Dança do Ceará completa vinte e oito anos de existência, atuando como um forte elo de conexão entre o público cearense, o cenário coreográfico local e a produção de outros contextos, nacionais e internacionais. Para tanto, o festival, além de suas apresentações artísticas, vem investindo esforços na realização de coproduções entre artistas cearenses e internacionais, residências artísticas, debates, seminários, oficinas, conversas com artistas. Num exercício de escuta constante do cenário local da dança, a Bienal tem agido como uma plataforma catalisadora de processos de difusão, criação, pensamento, formação e intercâmbio em dança. Foi diante desse perfil que os valores de confiança e inovação foram assinalados: primeiramente, por ser esta uma iniciativa inovadora no campo da dança, apresentando a cada edição novos formatos e plataformas, e também pela credibilidade e confiança que resultam dos impactos socioculturais promovidos pela Bienal, que segue orientando-se por princípios e diretrizes que têm caracterizado o festival ao longo dos últimos anos, valorizando a multiplicidade das tendências artísticas, o acesso democrático à programação, a descentralização das ações, a formação e informação do público e dos artistas da dança, entre outras pautas de grande importância. Entendendo a formatação e objetivos da Bienal, é importante perceber o cenário no qual a Bienal foi inserida para compreender o seu papel no processo de democratização do acesso à fruição, à formação e à produção em dança. Desde 1997, o projeto gera contribuições para a ampliação do cenário da dança contemporânea cearense, desencadeando uma série de conquistas no campo das artes. Dentre esses avanços, vale destacar a implantação do Colégio de Dança do Ceará, que trouxe formação gratuita para bailarinos, coreógrafos e professores durante quatro anos (1999 a 2002). Desde então, vários artistas cearenses estão na lista de nomes contemplados de editais, programas e eventos nacionais na área de dança. Seus espetáculos ocupam ainda uma boa parcela da programação da Bienal e dos centros culturais do estado. O projeto reverberou, ainda, na implantação do Curso Técnico em Dança, da Faculdade de Dança da Universidade Federal do Ceará e Escola de Dança da Vila das Artes, bem como nos editais de fomento das Secretarias da Cultura de Fortaleza e do Ceará. Pode-se constatar que a Bienal tem contribuído de maneira afirmativa para a organização, criação e produção dos artistas cearenses. Hoje, a dança contemporânea estadual possui um número significativo de público e de profissionais no Ceará que já foram alcançados por suas ações. Os resultados e impactos da Bienal acarretaram um reconhecimento internacional. Desde 2005, passou a integrar o Circuito Brasileiro de Festivais Internacionais de Dança, junto com o Festival Panorama de Dança (RJ), o Fórum Internacional de Dança _ FID (MG) e o Festival Internacional de Dança de Recife (PE). A proposta do Circuito é reunir os quatros festivais de dança contemporânea de maior repercussão nacional para incentivar a circulação de companhias nacionais e estrangeiras e compartilhar programas, ideias e recursos. Com isso, a Bienal Internacional de Dança do Ceará faz parte dos roteiros das principais companhias de dança de três continentes _ América do Sul, Europa e África. Destaca-se, então, como evento de qualidade internacional, capaz de atrair um público diversificado e exigente e de gerar retornos sociais e culturais para o Brasil e demais países que integram suas ações. Por fim, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
Não se aplica.
Descrevemos a seguir a medidas de acessibilidade por produto elencado no plano de distribuição. PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1 - Realização das atividades com presença de intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial da Bienal (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência.
A XV Bienal Internacional de Dança do Ceará terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente. A divulgação do projeto será feita em locais específicos, buscando alcançar uma parcela das pessoas das cidades envolvidas que não têm acesso fácil a esse tipo de expressão artística e cultural, contribuindo para a garantia do acesso à cultura. Não há limite quantitativo de público na apresentações em locais abertos, sendo esperado durante a programação pessoas de diversos perfis – tendo em vista que as propostas artísticas são voltadas a faixas etárias e camadas sociais distintas, no interior e na capital do Ceará, atraindo um público diversificado, sendo o perfil do projeto formar novas plateias, alcançando, sobretudo, o público jovem das classes B, C e D, mobilizando universidades e escolas públicas e privadas, ONGs e o público em geral e tendo como público-alvo direto crianças e indiretamente as famílias, incluindo adolescentes, jovens, adultos, população LGBTQIA+, mulheres e negros. O projeto irá adotar o seguinte inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023, como forma de democratização do acesso à cultura: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Coordenação Geral - David Bessa Linhares (Dirigente da instituição proponente, que será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) David Bessa Linhares é idealizador e diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Tem formação em dança pela Ensaio Teatro eDança, de Brasília (DF), realizada com Graziela Figueroa e Ademar Dornelles (Ballet Stagium), entre 1978 e 1980. Durante este período,atuou como bailarino, ator e acrobata em espetáculos de Hugo Rodas, Maura Baiochi, Ari Pararrayos, Sérgio Ulhôa e Maiara Fagundes. Émestre em Linguística pela Universidade de Sorbonne Paris VII e doutor em Fonética Experimental pela mesma universidade.Entre 1990 e 2001, atuou como produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza, sendo responsável pela produção do show ManoNegra/Mano Chao e da Semana Amado, trazendo ao Ceará os escritores Jorge Amado, Zélia Gattai e Paloma Amado e o espetáculo“Capitães de Areia”, da Cia. da Arte Andanças, dirigida por Andréa Bardawil. Nos anos 2000 fundou a empresa Indústria da Dança LTDA,que surgiu do interesse de contribuir para a profissionalização e sustentabilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, bem como,desenvolver e prestar serviços artísticos e culturais, sobretudo na área de dança. Desde então, vem realizando a Bienal Internacional deDança que a cada ano confirma a opção de trazer para os palcos e praças do Ceará trabalhos que priorizam a pesquisa, a experimentaçãoe o intercâmbio entre continentes para compor a programação artística do festival.Realizações:13 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará7 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará de Par em ParPrograma de TV terceira margemRevista Olhar/CeDoc BienalConexão Cabo Verde Coordenação Administrativa - Associação dos Produtores de Arte do Ceará (Voluntário)Fundada em 27 de Abril de 2009, a Associação dos Produtores de Arte do Ceará - PROARTE é uma associação civil sem fins lucrativos,social, cultural e educativa, tendo seus objetivos em função da construção de modelos de desenvolvimento social. A associação atua,ainda, no intuito de formar e profissionalizar produtores locais através de encontros de formação e informação sobre as atividadesculturais do nosso estado, realizando festivais, simpósios, encontros, mostras, seminários e outras atividades. Atualmente tem comoPresidente Francisco Rafael Ferreira Silva.Possibilitando a inserção dos produtores culturais, numa perspectiva de benefícios para as classes populares, no âmbito da educação, arte,cultura, saúde e justiça, um de seus principais compromissos é a difusão da cultura no estado do Ceará.Entendendo a cultura como uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano, a PROARTE tem, em suatrajetória, uma série de importantes realizações em torno das artes cênicas, seja na perspectiva de formação de artistas, seja naprodução de espetáculos ou projetos culturais.Com um trabalho consolidado através de sua atuação como realizadora de projetos culturais, destacam-se os seguintes:• Festival do Teatro Brasileiro cena Baiana etapa Ceará (2009)• Projeto Conexão Cabo Verde (2010)• Brasil em Chile - Chile en Brasil (2010)• 5 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará - DE PAR EM PAR• 10 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará• Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção Cultural (2012/2013) Direção Artística e de curadoria - Ernesto de Sousa Gadelha CostaErnesto Gadelha atuou como bailarino profissional no Brasil, Holanda e Alemanha. É diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto deDanças Cênicas de Colônia e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Folkwang Hochschule, em Essen, na Alemanha. Ministrou aulasem diferentes países, para diversas companhias, teatros, estúdios e projetos de dança. Foi curador de diversos festivais, assumindo adireção artística da BienalInternacional de Dança do Ceará nas edições de 2009 e 2011 e 2013. Participou dediversas comissões de seleção de editais e festivais de dança. De 2003 a 2007 foicoordenador da área de Dança do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura ecoordenou a Escola Pública de Dança da Vila das Artes. Coordenação pedagógica – Rosa Primo GadelhaÉ bailarina e professora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará – UFC. Doutora, com estágiode um ano no Curso de Dança da Université Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004)em Sociologia (UFC), ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Graduada em Jornalismo (PUC de Campinas – São Paulo).Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Filosóficas do Corpo em Cena (CNPq); foi membro da Association des Chercheurs en Danse;coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID Dança (CAPES); crítica de Dança no Jornal O Povo (CE);coordenadora de Dança da Secretaria de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR), e autora do livro “A dança possível: as ligações do corpo numacena”. Iniciou seus estudos em dança em Fortaleza, em 1977, sob a orientação de Hugo Bianchi e posteriormente Mônica Luíza. De 1989 a1992, prossegue sua formação em Campinas (SP), na Academia de Dança Lina Penteado. Em 1993 foi para a cidade de São Paulo e fez oCurso de Formação de Atores do Teatro Tuca. Em 1994 foi aluna do Projeto Dança, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo,tendo aulas envolvendo seis técnicas de dança e doze disciplinas aplicadas à dança. Atuou como atriz em trabalhos do Grupo de TeatroTempo, com direção de Roberto Mallet; e na sequencia fez parte do Grupo Teatro de Dança de São Paulo, tendo dançado importantesobras coreográficas de Célia Gouveia. Como coreógrafa, estreou o solo Encanta o meu jardim no Espaço SESC Iracema/CE, em 2014 –agraciado com prêmio pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE), pela SECULTFOR, Instituto de Arte e Cultura do Ceará(IACC), e Fundação Nacional de Artes (FUNARTE). Produção Executiva - João Paulo Pinho FreitasJoão Paulo Pinho Freitas é ator e produtor cultural, formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará e graduado em GestãoPública pela Universidade de Fortaleza. Desde 2014 é coordenador de produção da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Atua tambémna área de Educação Ambiental desenvolvendo consultoria em projetos relacionados ao processo de licenciamento ambiental de petróleoe gás. *Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela coordenação geral, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.