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O projeto tem como objetivo editar e publicar o livro, o ebook e o audiolivro "Raiz e Identidade: do Tropeirismo ao Plantio Direto nos Campos Gerais do Paraná", em comemoração aos 320 anos da concessão da sesmaria que deu origem à região conhecida como Campos Gerais, no Paraná. O livro aborda a formação da identidade regional a partir da memória de famílias que se dedicaram à agropecuária nos Campos Gerais, retratando o surgimento e o progresso das cidades desde o Tropeirismo no século XVIII até o desenvolvimento da técnica inovadora do Plantio Direto na Palha na década de 1970 e a criação da Sociedade Rural Campos Gerais, que demarcam a vocação agrícola ainda muito presente nos dias atuais.
O livro "Raiz e Identidade: do Tropeirismo ao Plantio Direto nos Campos Gerais do Paraná" trata sobre a formação sociocultural da região vinculada ao desenvolvimento da agropecuária. Compreende-se que o trabalho de pesquisa e produção do livro contribui para preservar registros materiais e imateriais de três séculos de história. O desenvolvimento das cidades nos Campos Gerais está intimamente ligado aos ciclos econômicos da pecuária e da agricultura, desde o tropeirismo, passando pelo ciclo da erva mate, madeira e soja até chegar à agroindústria no século XXI. Tendo como pano de fundo esses ciclos econômicos, o livro destacará os elementos da identidade regional que se formaram a partir das raízes rurais dos Campos Gerais. Nesse aspecto, a obra destaca fatos históricos que tornaram a região uma referência mundial na produção de soja, milho, reflorestamento; além de ser um expoente no cooperativismo no segmento de laticínios, suinocultura e avicultura. A obra mostra, ainda, o protagonismo da Sociedade Rural dos Campos Gerais desde a sua fundação em 1978, valorizando a formação rural dos Campos Gerais, a partir do enlace entre história e memórias de famílias que se dedicaram à agricultura e à pecuária na região.
Objetivo geral: Editar e publicar o livro "Raiz e Identidade: do Tropeirismo ao Plantio Direto nos Campos Gerais do Paraná", valorizando a formação da identidade regional a partir das memórias de famílias vinculadas ao desenvolvimento da agropecuária na região. Objetivos específicos: a) Imprimir 1000 unidades do livro "Raiz e Identidade: do Tropeirismo ao Plantio Direto nos Campos Gerais do Paraná" (título provisório); b) Distribuir gratuitamente 20% da tiragem (200 unidades) a instituições da rede pública de ensino e bibliotecas; c) Produzir o audiolivro "Raiz e Identidade: do Tropeirismo ao Plantio Direto nos Campos Gerais do Paraná" como medida de acessibilidade; d) Disponibilizar o audiolivro pelo Youtube com acesso gratuito como medida de ampliação de acesso; e) Produzir um e-book como o conteúdo do livro e disponibilização gratuita pela internet f) Realizar palestra de formação educativa sobre o conteúdo da pesquisa levantada para produção do livro, tendo como público estudantes e professores da rede pública de ensino.
Os Campos Gerais do Paraná denominam a região localizada na porção centro-leste do estado, possuindo características específicas em relação a geografia, história e cultura. A expressão "campos gerais" denomina uma paisagem composta por campos limpos com a presença de capões de floresta de araucária, vegetação típica dessa região. Além de traços geográficos específicos, a formação sociocultural é peculiar no estado do Paraná porque remonta raízes tropeiras. Os tropeiros percorriam o "Caminho do Viamão" realizando o transporte de mulas, gado e cavalos vindos do Sul até Sorocaba, onde negociavam carne (charque) e couro. Ao longo desse caminho, surgiram nos Campos Gerais vários povoados em razão da necessidade de descanso e engorda dos animais antes da sua comercialização em Sorocaba. Uma das paradas mais antigas consiste no povoado que se estabeleceu às margens do Rio Iapó, local onde se encontra a cidade de Castro. A mais antiga cidade dos Campos Gerais nasceu do assentamento de ranchos que acolhiam as comitivas com tropas, boiadas e muares, enquanto aguardavam o rio Iapó baixar para fazer a travessia em direção à Sorocaba. Em 2024, a cidade irá celebrar 320 anos desde a instalação da capela em 19 de março de 1704. A data também demarca a concessão da primeira Sesmaria dos Campos Gerais chamada de "Paragem do Iapó", com sede na Fazenda Capão Alto (Castro, 2010). A concessão de sesmarias foi uma medida adotada no período Imperial para distribuir terras destinadas à agropecurária. Essa forma de concessão da propriedade rural a tropeiros que se estabeleceram nos Campos Gerais moldou a estrutura social, política e econômica da região. Nesse contexto, além de desempenhar a função de invernada (aluguel de pastagem, descanso e engorda dos animais), as fazendas tinham a função de integrar a comunidade (Gomes, 2007). Segundo Gomes (2007), "Sob esse contexto histórico do Paraná, o tropeirismo, as próprias fazendas e invernadas da região dos Campos Gerais constituem-se em uma gama de significações culturais, as quais podem ser estudadas nos mais diversos aspectos", incluindo o patrimônio histórico-cultural. Nesse sentido, a concepção do livro "Raiz e Identidade" parte da ideia de valorizar e preservar a memória daqueles que escolheram os Campos Gerais para viver e trabalhar a terra. O termo "raiz" é empregado no título em um duplo sentido. Como metáfora para origem histórica, remete à formação cultural dos Campos Gerais vinculada ao Tropeirismo. Raiz como parte da planta, cuja semente colocada na terra germinou em meio a palha, fazendo dos Campos Gerais o berço da técnica do Plantio Direto na década de 1970, quando também ocorreu a fundação da Sociedade Rural dos Campos Gerais. Considerada uma prática sustentável, a técnica do plantio direto na palha é utilizada atualmente em cerca de 80% das commodities agrícolas do país, tornando o Brasil uma referência mundial nessa modalidade de plantio (Brodbeck, 2013). O desenvolvimento das cidades da região está intimamente ligado aos ciclos econômicos da pecuária e da agricultura, desde o tropeirismo, passando pelo ciclo da erva mate, madeira e soja até chegar à agroindústria no século XXI. Tendo como pano de fundo esses ciclos econômicos, o livro destacará os elementos da identidade regional que se formaram a partir das raízes rurais dos Campos Gerais. Diante do exposto, ao valorizar as raízes rurais que formam a identidade regional dos Campos Gerais, a presente proposta atende ao disposto no art. 1º da Lei 8.313/91, pois visa: "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos"; "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". Assim como contempla o objetivo previsto no art. 3º, II, b, da referida Lei, de fomentar a produção cultural e artística, mediante a edição de obra relativa às ciências humanas.
Fontes consultadas: BRODBECK, Pedro. Técnica paranaense do plantio direto revoluciona agricultura mundial. Gazeta do Povo. Curitiba, 07 set. 2013. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/bem-feito-no-parana/2013/tecnica-paranaense-do-plantio-direto-revoluciona-agricultura-mundial-bj0s5dtpz8zhtcxvfegaxio26/ CASTRO. Projeto de Lei que altera os dispositivos da Lei nº 10 de 1949. Prefeitura Municipal de Castro, 09 fev. 2010. Disponível em: http://app.castro.pr.leg.br/uploads/files/PL06-10.pdf GOMES, Josélia Maria Loyola de Oliveira. Significações e ressignificações do patrimônio cultural: as fazendas históricas e o turismo nos Campos Gerais do Paraná. 2007. 162 f. Dissertação (Mestrado em Sociedade, Direito e Cidadania) - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA, Ponta Grossa, 2007. Disponível em: https://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/326
Livro “Raiz e Identidade”: Formato fechado: 220x260mm Formato aberto: 440x260 mm Miolo: 132 páginas, 4x4, couche fosco 150g Capa: dura, laminação fosca Guarda 1x1 Acabamento costurado Palestra Duração: 60min Classificação: livre Público: alunos e professores da rede pública
LIVRO/E-BOOK - Acessibilidade física Não de aplicam medidas de acessibilidade física, por se tratar de produto cultural impresso. - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual Será produzido um audiolivro que será disponibilizado na obra por meio de QR Code. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva Por se tratar de livro impresso, pessoas com deficiência auditiva poderão acessar o conteúdo presente nas páginas. PALESTRA - CONTRAPARTIDA SOCIAL - Acessibilidade física A palestra será realizada em escola onde haja acessibilidade arquitetônica para garantir a participação de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual A inscrição para a palestra acontecerá com antecedência, possibilitando que a coordenação identifique se haverá pessoas com deficiência visual. Havendo esta demanda, os facilitadores realizarão audiodescrição a fim de integrar todos os presentes. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva O agendamento da palestra acontecerá com antecedência, possibilitando que a coordenação identifique se haverá necessidade de intérprete de libras. Havendo esta demanda, será contratado um profissional para realizar a interpretação de libras na oficina.
Livro A proposta está de acordo com as medidas de democratização do acesso previstas no art. 27 da Instrução Normativa MINC nº 01/2023. Conforme o inciso II, 10% da tiragem será destinada à distribuição gratuita em bibliotecas de escolas e pontos de leitura. E 20% dos exemplares comercializados terão valor de 3% do salário mínimo vigente à época (hoje no valor de R$ 39,60). A fim de ampliar a democratização do acesso, segundo estabelece o art. 28, a proposta contempla a doação de “10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). Portanto, o projeto irá realizar a distribuição gratuita com caráter social de 20% da tiragem do livro em escolas, pontos de leitura e bibliotecas. Palestra - Contrapartida social As propostas culturais com comercialização de produtos culturais, devem propor ações formativas culturais obrigatórias, destinadas a professores e estudantes de instituições públicas de ensino, podendo abranger oficinas, conforme a IN MIN n.º 01/2023, artigo 30, (§2º, II). Assim, a palestra com caráter formativo prevista como contrapartida social será gratuita e terá como público alunos da rede pública de ensino.
O proponente declara que tem ciência de que a responsabilidade pela gestão financeira do projeto é sua. LUIZ MAURÍCIO BUCHOLDZ/ARTE TELÚRICA – COORDENAÇÃO GERAL E PESQUISA Graduado em Sistemas da Informação (2008) pela Faculdade Educacional de Ponta Grossa. Participou do curso Bolsa-Qualificação Cultural para trabalhadores da Cultura do Estado do Paraná (UEPG). Criador da Arte Telúrica, microempresa que atua principalmente com a produção de obras e realização de projetos voltados para o público de Ponta Grossa e dos Campos Gerais. No segmento do design editorial, a empresa atuou na criação de projetos gráficos e diagramação das obras: ▪ “Vindas - memórias da imigração”. Volume I (2016); ▪ “A pele da gaia” (2019); ▪ “Conversa entre instrumentos musicais” (2022); ▪ “Chiquinho e Iana: em busca de tesouro perdido” (2022). A empresa contribuiu com pesquisas na produção dos livros: ▪ “Do Centro Commércio à ACIPG - um século de história”. Ponta Grossa (2021); ▪ “Memorial do Doutor Ítalo - fontes para a história cultural da João Pessoa” (2016); ▪ “Vindas - memórias da imigração”. Volume II (2021) A Arte Telúrica também tem colaborado com o processo de pesquisa para o Museu Cenas de Ponta Grossa, projeto realizado com incentivo do PROMIFIC/ Prefeitura de Ponta Grossa/ Fundação Municipal de Cultura/ Conselho Municipal de Política Cultural. ABC PROJETOS CULTURAIS LTDA. - COORDENAÇÃO EDITORIAL A ABC Projetos foi fundada em 2007. Nos últimos 14 anos desenvolveu a produção/ coordenação editorial de mais de 40 publicações, além de atuar na produção de diversos espetáculos cênicos e produção musical. Dentre seus trabalhos de coordenação editorial e/ou produção de livros destacam-se: o 2 edições do livro Terra de Riquezas, 2010 e 2011 o Livro Vindas – Memórias da Imigração v. 1 e 2, 2018 e 2021 o Livro Dos ingleses ao Paraíso: formação do Mato Grosso do Sul, 2012 o Livro Miranda Estância: ingleses, peões e caçadores no Pantanal Mato-grossense, 2012 o Livro Memorial do Dr. Italo – fontes para a história cultural da Paraíba, 2016 o Livro Salvando Risos, 2017 o Livro Diário dos Campos: Memórias de um jornal centenário, 2007 o Livro Crônicas & Cores – um passeio dos médicos pelo universo literário, 2011 o Livro Mar de Letras – Práticas literárias do Programa Cidadão do Futuro, 2009 o Livro Londrina – 80 anos, 2014 o Coleção Memórias Afetivas com os livros: Coisas de Sofias, Reinações de vô Tonico, Um aniversário Especial e A lata de cortar cabelo, 2020 o Livro A janelinha de Guto, 2017 o Livro O reino encantado das chupetas, 2018 o Livro Duda papa tudo, 2019 o Livro Imortal Operário Ferroviário – o fantasma de Vila Oficinas, 2012 o Livro Operários & Operarianos – a história do Operário Ferroviário para Crianças, 2013 o 2 edições do livro As bonecas negras de Lara, 2017 e 2019 o Livro Traços de PG, 2012 o Livro Ponta Grossa: imagens, histórias e lendas, 2016 o Livro do autor Miguel Sanches Neto: Cidades Alugadas, Uma Outra Pele, Vista-se logo, querida (2014); Um menino toca flauta no metrô (2015); Minha vida de velho (2016) o Coleção Chiquinho D’Alembebe: Chiquinho: um brasileirinho, Chiquinho e o Saci, Chiquinho e o Cometa (2009); Chiquinho e a Gralha Azul, Chiquinho visita Vila Velha – a cidade de pedra, Chiquinho e o Mar de Plástico, Chiquinho e o bisavô tropeiro – a lenda das pombinhas (2011); Chiquinho - a lenda das Araucárias, Chiquinho - a lenda das Cataratas do Iguaçu, Chiquinho - a lenda de São João Maria, Chiquinho - a lenda do Negrinho do Pastoreio (2015); Chiquinho e Tim - aprendendo com as diferenças (2020) o Livro A fada dos dentes, 2009 o Livro Rio Tibagi – nas águas da história, 2014 o Livro Marcelo Schimaneski - pincéis da superação, 2021 FÁBIO MAURÍCIO HOLZMANN MAIA - CONSULTORIA HISTÓRICA Professor, Historiador, Músico, Militar, Mestre em Ensino de História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, Fábio Mauricio Holzmann Maia nasceu em Ponta Grossa, em 20 de abril de 1962. Na década de 1970, ingressou na Banda Escola Lyra dos Campos, onde teve sua formação musical. Foi músico militar e a partir de 1980 integrou as Bandas de Música do 13º Batalhão de Infantaria Blindado em Ponta Grossa e Banda de Música da 3ª Divisão de Exército em Santa Maria no Rio Grande do Sul. É formado em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, Mestre em Ensino de História também pela UEPG e Especialista em Cultura e História também na UEPG. É membro efetivo da Academia de Letras dos Campos Gerais, onde ocupa a cadeira no 13. Membro do Centro Cultural Professor Faris Michaele. É professor do Quadro Próprio do Magistério da Rede Pública Estadual do Paraná. Tem as seguintes publicações: capítulo publicado na obra "Visões de Ponta Grossa: cidade e instituições sobre a Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa em 2004; participou da produção do livro "Diário dos Campos memórias de um jornal centenário" em 2007. Em 2011, publicou o livro "Os Trabalhadores da Primeira Hora: um olhar sobre os cem anos de Espiritismo nos Campos Gerais". em 2017 publicou a obra infantil "Santos Dumont veio a Ponta Grossa". Em 2021, publicou o livro "Bandas de Música: patrimônio cultural de Ponta Grossa", e no mesmo ano publicou em e-book o romance "A filha do Barão e os Orixás" disponível na Amazon. Escreveu o livro infantil "Conversa entre instrumentos musicais" lançado em 2022. Em 2023, publicou a versão impressa do livro A filha do Barão e os Orixás, pela Dialética Editorial. DIEGO ANTONELLI CASAGRANDE - PESQUISA Jornalista graduado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Mestre em Comunicação na Universidade Federal do Paraná e tem especialização em Sociologia Política também pela UFPR. Publicou os seguintes livros: Em Domínio Russo (2009), Paraná: Uma História (2016), Vindas: Memórias da Imigração- Volume 01 (2018), Jornal Voz do Paraná: Uma história de resistência (2019), TJPR: 130 anos de História (2021), Ucrânias do Brasil: 130 anos de cultura e tradição ucraniana (2021), Caminhos do Paraná - História e Legado (2021),PUCPR na rota para o futuro: um reitorado de inovação para a educação (2021), Vindas: Memórias da Imigração- Volume 02 (2022), O professor que descobriu a Antártica: vida e obra de Metry Bacila (2022), “Do Centro Commercio à ACIPG – um século de história (2022). Em 2023 foi o responsável por produzir os textos para o livro institucional que celebrou os 30 anos da fundação da empresa Neodent.Atuou nos veículos Diário da Manhã e Jornal da Manhã. Trabalhou como repórter na Gazeta do Povo entre 2011 e agosto de 2016. Realizou e realiza reportagens como freelancer para a Gazeta do Povo, a revista Aventuras na História, Folha de São Paulo e Revista Ideias. Atua, também, como jornalista no Conselho Regional de Nutricionistas da 8ª Região desde setembro de 2022.Teve experiência como assessor de imprensa na Assembleia Legislativa do Paraná. Atuou no Tribunal de Justiça do Estado, onde foi responsável por escrever o livro institucional para celebrar os 130 anos da instalação deste órgão no Paraná. Ganhou os seguintes prêmios como jornalista:- 2020: 2° lugar na categoria impresso do Prêmio Femipa de Jornalismo- 2015: 1.° lugar no Global Shining Light Award 2015, Global Investigative Journalism Network; com reportagem especial Império das Cinzas.- 2014: 2.° lugar no 9° Prêmio Sangue Bom do Jornalismo Paranaense, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná; com a série de reportagens Memórias Torturadas.- 2014: finalista do Prêmio Esso de Jornalismo, na categoria Regional Sul, pela série de reportagens Império das Cinzas.- 2012: 1° lugar no 7° Prêmio Sangue Bom do Jornalismo Paranaense com a série de reportagens Retratos do Paraná.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.