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Este projeto consiste na publicação de um livro sobre o 1º FEC - Festival Estudantil da Canção de Minas Gerais, que aconteceu em Belo Horizonte. Este Festival, considerado o berço de um dos principais movimentos musicais do país - o "Clube da Esquina", foi de grande importância para a Música Popular Brasileira. O livro se estrutura àpartir de pesquisa bibliográfica em arquivos e recortes de jornais da época. Para reproduzir e reconstruir a memória, teremos entrevistas com os músicos que participaram do festival, tais como: Lô Borges, Marilton e Márcio Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Túlio Mourão e Tavinho Moura. Tomando as tensões da memória, suas falhas e fragmentações, como ponto estruturante da publicação, revivendo e eternizando o nascimento de um fenômeno musical brasileiro. E assim escrever um livro que vai contar a história da música mineira, deixando um registro para as futuras gerações.
Com as pesquisas feitas nos jornais da época e de conversar com alguns participantes importantes do Festival Estudantil da Canção Popular de Minas Gerais, formou-se um time de primeiro quilate de músicos, que durante os dois meses de convivência e vivencias pelos encontros nos ensaios e nas apresentações, puderam mostrar as suas músicas e expor seus talentos. Depois de 16 de novembro de 1969, terminado o festival, eles nunca mais foram os mesmos, se juntaram, formaram novos grupos, fizeram novas parcerias, e criaram discos originais e únicos. Dentre eles, e mais especificamente, Márcio e Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Fernando Brant, Tavito, Nelson Ângelo, Nivaldo Ornelas, Sirlan e Joyce. Logo depois, em 1972, Milton Nascimento, o Bituca, convida Lô Borges para gravarem parcerias de seus novos trabalhos no Rio de Janeiro.E, junto a esse time de músicos, somaram-se Ronaldo Bastos, Wagner Tiso, Noveli, Luís Alves, Robertinho Silva, Danilo Caymmi. Esse timão foi morar em Mar Azul, numa casa alugada na praia de Piratininga, em Niterói; ali começou a criação e os ensaios para então, em dois meses, acontecer a gravação do álbum duplo “Clube da Esquina”.Consolidando as parcerias, eles acabaram gravando um disco que se tornou um dos mais importantes para a música popular de Minas Gerais e que contribuiu para mudar a face da música popular brasileira, fazendo sua “travessia” internacional. Trata-se do antológico disco o “Clube da Esquina”. SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – 1º. FESTIVAL ESTUDANTIL DA CANÇÃO DE MINAS GERAIS 2.1 O Contexto – 1969 2.2 Como vai minha aldeia 2.3 1º. FEC – Festival Estudantil da Canção Popular 2.4 A Primeira Eliminatória 2.5 A Segunda Eliminatória 2.6 A Terceira Eliminatória 3 – SOBRE AS ENTREVISTAS 3.1. Conversa com Bob Tostes (16/04/2008) 3.2 Conversas com Tavinho Moura, Fernando Brant e Marilton Borges 3.3 Conversa com Lô Borges 3.4 Conversa com Beto Guedes 3.5 Conversa com Márcio Borges 3.6 Conversa com Aécio Flávio e Túlio Mourão 3.7 Conversa com Toninho Horta 3.8 Conversa com Chico Pereira 4 - PARA NÃO CONCLUIR: FALAS DO CLUBE DA ESQUINA E SUAS APROXIMAÇÕES 4.1 De nova entrevista de arquivo com Fernando Brant (22/05/2008) 4.2 De nova entrevista com Lô Borges (24/05/2008) 4.3 De entrevista com Tavinho Moura (29/04/2008) 4.4 De entrevista com Márcio Borges (08/05/2008) 4.5 De entrevista com Marilton Borges (29/04/2008) 4.6 De entrevista com Beto Guedes (07/05/2008) 4.7 De entrevista com Túlio Mourão (15/05/2008) 5 - OS PRIMEIROS ACORDES DO CLUBE DA ESQUINA 6 - REFERÊNCIAS
Objetivo Geral Este projeto consiste no desenvolvimento e publicação de um livro sobre o 1º Festival Estudantil da Canção de Minas Gerais, realizado em Belo Horizonte em 1969, considerado o berço do que se tornou um dos principais movimentos musicais do país - o "Clube da Esquina". Nesse festival concorreram algumas das músicas que foram eternizadas e foi considerado um dos mais importantes eventos da musica e da cultura brasileira. O 1o. FEC, além disso, foi um festival que também aproximou músicos e compositores que posteriormente passariam a se encontrar e configurar o movimento que é um dos mais importantes movimentos da música mundial. Tendo figuras como por exemplo, Milton Nascimento, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes e Márcio Borges, a sonoridade do Clube da Esquina é intensamente caracterizada como inovadora. Como característica desta sonoridade inovadora, têm-se por exemplo uma espécie de fusão das inovações trazidas pela Bossa Nova com elementos do jazz, do rock _ principalmente os Beatles, e com o surgimento de centenas de músicas e dos mais variados discos de muitos compositores mineiros. Para a realização do livro será tomada como base uma pesquisa que será realizada nos arquivos do extinto jornal Diário de Minas, que promoveu o 1º Festival Estudantil da Canção. Esta primeira investigação terá uma metodologia teórico-documental, que será baseada em entrevistas com os músicos que participaram do festival, entre eles, Lô, Márcio e Marilton Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Túlio Mourão, Tavinho Moura, entre outros. Objetivos especificos: Além das entrevistas, será feita uma primeira pesquisa em arquivos de veículos de comunicação, assim como arquivos pessoais, que deram uma sustentação aos fatos. Pretendemos, com este projeto, ampliar esta pesquisa com a inclusão de mais entrevistas, visitas a outros acervos de documentos e publicações da época tornando possível a publicação do livro propriamente dito, o livro terá um registro fotográfico das pessoas que participaram deste Festival na época, fotos dos fatos mais relevantes e fotos recentes feitas durante as novas entrevistas. Nessa primeira aproximação com o tema será interessante abordar que vários dos integrantes deste movimento que iria se firmar posteriormente, com repercussão nacional e até internacional, será registrado a emoção de suas lembranças do Festival, tais como: como falar de como foi fazer parte da história deste evento, e a função deste livro é para a memória deste evento não se perder nas lembranças dos detalhes e das interpretações, dos arranjos das músicas; como era a reação da plateia e a lembrança da euforia e dos aplausos recebidos. Portanto o livro tem por objetivo, além de iluminar as bases de formação do "Clube da Esquina", traçar um cenário da época do 1º Festival Estudantil da Canção de Minas Gerais, tomando as tensões da memória, suas falhas e fragmentações, como ponto estruturante da publicação. Para complementar o trabalho já realizado (segue anexo à pesquisa) iremos realizar novas entrevistas a ser definida na pré produção do projeto em: 1) Belo Horizonte in loco:Afonso Romano de Santana - foi jurado; Carlos Alberto Pinto Fonseca - jurado; Flávio Venturini _ músico; Murilo Antunes _ letrista; Sirlan _ músico; Vermelho (14 Bis) _ músico 2) Ouro Preto in loco: Ângelo Oswaldo de Araújo _ jurado3) Rio de Janeiro e São Paulo, entrevistas virtuais:Antônio Adolfo; Beth Carvalho; Egberto Gismonti; Elizete Cardoso; Ivan Lins; Joice (interpretou "Iara Bela"); Luiza (interpretou "Canto de Desalento"); Marcos e Paulo Sérgio Valle; Milton Nascimento; Naná Vasconcellos; Nelson Ângelo; Nelson Motta; Paulo Machado de Barros (autor de "Água Clara" vencedora do Festival); Tibério Gaspar _ jurado. Realizar palestras do autor em 3 escolas públicas para professores (em data a ser definida pelas escolas públicas). Serão realizados 01 lançamentos do livro: 1 em Belo Horizonte. Os lançamentos do livro com palestra do autor serão abertos ao publico formadores de opinião e produtores culturais. Produzir, publicar, distribuir e vender 500 exemplares do livro "Primeiros Acordes do Clube da Esquina." IN 01/2022; Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. Faremos a doação de 100% dos livros de acordo com a distribuição do livro.
É inegável o alcance do Clube da Esquina na produção musical brasileira e até internacional. Esse movimento musical, assim como outros do mesmo período, buscavam visibilidade nos inúmeros festivais que aconteciam em várias partes do Brasil. A efervescência política e cultural da época buscava nos festivais uma forma de ganhar visibilidade nas tensões políticas que os jovens viviam na época. Nesse sentido, este projeto combina, por um lado, o interesse de apresentar às novas gerações um estudo sistematizado sobre a relevância deste 1º Festival Estudantil da Canção para a música popular brasileira no plano político, artístico e social. Por outro lado, a necessidade de resgatar a memória deste período histórico brasileiro, tomando a música como eixo estruturador da memória. A partir da pesquisa, teremos um primeiro inventário do 1º. Festival Estudantil da Canção de Belo Horizonte realizado em 1969, que servirá de base para o desenvolvimento da publicação. A carreira de muitos músicos considerados os fundadores do Clube da Esquina iniciou com a participação neste festival. Este projeto também se justifica, pois, permite o acesso e a circulação cultural, através da distribuição de exemplares a diversas bibliotecas e escolas públicas em vários municípios de Minas Gerais e alguns estados brasileiros; e conscientiza a população sobre a importância da música mineira. Este projeto se justifica, pois: * Permite o acesso e a circulação cultural, através da distribuição de exemplares a diversas bibliotecas e escolas públicas; * Conscientiza a população sobre a importância da música mineira e brasileira. O projeto aqui proposto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - o livro terá 100% da tiragem distribuída gratuitamente; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização dos artistas mineiros. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - o livro será um registro da nossa cultura, mostrando assim a universalidade e diversidade do patrimônio cultural e musical de Minas Gerais. De acordo com o Art. 3° da mesma lei, atenderemos aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública dos livros para comunidades, bibliotecas e escolas. Contrapartida: IN 01/2022; Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. Faremos a doação de 100% dos livros de acordo com a distribuição dos livros. Faremos uma palestra com autor e fotógrafo do livro em no lançamento do livro em Belo Horizonte com Interprete de libras. Será realizado um lançamentos do livro no município de Belo Horizonte, e promovendo assim a troca de experiências e aprendizado.
Caractéristicas técnicas do livro: 500 exemplares Capa: 56,4x30cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Supremo A. A. 250g.Miolo: 120 pgs, 21x28cm, 1 cor, Tinta Preta em Off-set 120g.Lombada:10mm, Laminação Fosca, Número de Lados 1(Capa), Dobrado(Miolo), PUR.
* NÃO HAVERÁ AQUISIÇÃO DE BEM PATRIMONIAL; * NÃO HAVERÁ IMPACTO AMBIENTAL; Caractéristicas técnicas do livro: 500 exemplares Capa: 56,4x30cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Supremo A. A. 250g.Miolo: 120 pgs, 21x28cm, 1 cor, Tinta Preta em Off-set 120g.Lombada:10mm, Laminação Fosca, Número de Lados 1(Capa), Dobrado(Miolo), PUR.
Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: ACESSIBILIDADE FÍSICA O lançamento ocorrerá em local público e gratuito, com acessibilidade a deficientes físicos com banheiros e rampas, como o Museu Minas e Metais ou CCBB, situados em prédios tombados pelo IEPHA em Belo Horizonte e pertencentes ao Circuito Liberdade, o que será comunicado no material de divulgação. O local para o lançamento do livro contará com banheiros e rampas para atender aos participantes com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS O evento de lançamento do livro contará com intérprete de libras, permitindo acessibilidade dos deficientes auditivos. Por esse motivo não existe custo na planilha orçamentaria. Além disso, serão distribuídos 10% dos livros serão doados para instituições de pessoas com deficiência física como Unipabe, AMR - Associação Mineira de Reabilitação e ASMG - Associação Mineira de Surdos; e também para as APAEs, que atendem pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, ampliando assim a acessibilidade ao produto cultural LIVRO. O Projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso no art.24 e 25 da IN 01/2022; Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
O Projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso no art.24 e 25 da IN 01/2022; IN 01/2022; Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. Faremos a doação de 100% dos livros de acordo com a distribuição abaixo: Livro O Projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso no art.24 da IN 01/2022; I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Vamos doar 50% para escolas e bibliotecas. Também serão distribuídos gratuitamente: 10% para instituições que atendam pessoas com deficiência física, visual, auditiva e pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações; I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 10% para Assessoria de Imprensa e formadores de opinião; 10% para Patrocinador; 10% distribuição gratuita promocional, autores, fotógrafos e equipe; IN 01/2022; Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. Faremos a doação de 100% dos livros de acordo com a distribuição acima.
EQUIPE TÉCNICA CRISTIANO QUINTINO – Coordenador geral, fotógrafo e autor Blog: http://viajeiros.blogspot.com Formação Profissional: Em julho de 2008, obteve o grau de bacharel em Comunicação Social - Jornalismo, pela Faculdade Estácio de Sá - Belo Horizonte – MG (MTb 13807 MG).Natural de Belo Horizonte - Minas Gerais, nasceu em 24 de setembro de 1951. Outras Atividades: É editor e fotógrafo do jornal Nosso Sol, com circulação bimestral no bairro Vale do Sol e nos condomínios da região Noroeste da cidade de Nova Lima, em Minas Gerais. Sua Carreira Cultural destacam-se seus principais trabalhos: As surpresas do trabalho deste mineiro vêm de longa data. Este ano completa 47 anos de carreira, e sua trajetória artística começou fotografando peças de teatro para o ator mineiro José Maier, e a partir daí suas lentes dirigiram-se por muitos anos para os artistas da Música Popular Brasileira. Registrando instantes e captando “a alma da canção” como escreveu sobre ele o poeta Fernando Brant; num acervo muito rico, com fotografias em várias capas de discos e CDs; num trabalho muito participativo com os mais importantes músicos mineiros e o grupo de artistas do Clube da Esquina. A versatilidade de Cristiano Quintino pode ser constatada também em livros e songbooks publicados com suas fotos, entre eles: - BONECOS E VASILHAMES DE BARRO do Vale do Jequitinhonha Minas Gerais – Brasil, Funarte/Instituto Nacional do Folclote – Rio de Janeiro – 1984 - “Contemporary Brazilian Photography” – Londres e Nova York (Novas Travessias 1996); - “Belo Horizonte – A cidade Revelada” – Odebrecht (1989); - Gabinete de Arte “Uma Cidade e seus artistas” – editado pela Prefeitura de Belo Horizonte (Junho de 2000). - “Chanina: Arte e Trajetória” – fotografia das obras (2003) - “UAKTI um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos” - 2004 - “Maria Maria” espetáculo teatral de música e dança (Fernando Brant e Milton Nascimento), literatura infanto-juvenil, Edições Dubolsinho (Sabará 2005). - “Palavras Musicais” de Paulo Villara, sobre Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes e Chico Amaral (B. Horizonte 2006). - “ Marquetti – O Senhor das Cores” (B. Horizonte 2007), do artista plástico “ Mario Mariano” e “Série Brasília” de Carlos Bracher – 2007 - “Coração Americano – 35 anos do album Clube da Esquina”, organização de Andréa Estanislau. (BH, primavera de 2008). - “A música de Milton Nascimento”- de Chico Amaral – Editora Gomes – B. Horizonte, 2013. - “ Carlos Bracher Pintura & Permanência” – Ouro Preto - 2015. - “Manhãs com pássaros, exercício de síntese” de Paulo Vilara, B. Horizonte 2015. - Canto mineral/Carlos Drummond Andrade; ilustração Carlos Bracher, reprodução de originais; Bazar do Tempo, Rio de Janeiro – 2018. Songbook de músicos: - Lô Borges (2013) - Beto Guedes (2013) - Flávio Venturini (2015) Entre outras capas de discos, de Cds, de Songbooks e shows de artistas como: - Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Toninho Horta, Tavinho Moura e Fernando Brant, Tadeu Franco, Celso Adolfo, Grupo UAKTI, Grupo 14 Bis, Sirlan, Pena Branca e Xavantinho, Tino Gomes, e muitos outros. Entre mostras e prêmios, destacam-se: - Organizador e expositor da Mostra Skol de Fotografias – Restaurante Cozinha de Minas - Belo Horizonte (1991 a 1992). - Exposição “Clubes do Brasil/Clube da Esquina” no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, Forum das Artes 2009. Cine Vila Rica, Ouro Preto/MG , 08/26 de Julho. - Exposição Coletiva na II Mostra Mineira de Fotografia durante o “I Festival Foto em Pauta Tiradentes”, no Centro Cultural Ives Alves cidade de Tiradentes/MG, 16 a 27 de fevereiro 2011. - Exposição “Clube da Esquina 10” na Semana da Fotografia de Belo Horizonte e Fórum Mineiro de Fotografia Autoral, no 104 Cultural, de 17 a 20 de agosto 2011. - Milton Nascimento (2015) - Toninho Horta (2017) - 14 Bis (2019) Sara Raquel Soares dos Santos - Produção executiva Formação Profissional - Bacharel em Turismo/ 2011 – ESTÁCIO DE SÁ ENSINO SUPERIOR De junho de 2012 até o presente momento, atuou como Assistente de Produção Executiva e produção executiva de projetos culturais e editoriais, dando suporte à gestão administrativa e financeira dos projetos, atendimento e contato com clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores, inscrição em editais e acompanhamento até a prestação de contas, organização de contratos e gestão de pagamentos junto à contabilidade. Desenvolveu também produção executiva e documental de obras e projetos variados vinculados a editais inerentes às leis de incentivo à cultura nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. Atualmente atua como colaboradora contratada para prestação de serviços em produção cultural. Trabalhos desenvolvidos como Produção Executiva dos projetos culturais: · Na trilha do rio... cultura e cidadania na Bacia do Rio Doce – 2017; · Parques e Reservas de Minas: Patrimônio das Minas Gerais - 2016; · Parques Nacionais do Brasil - 2015; · Ouro Minas- 300 anos de História, em parceira com o Jornal Estado de Minas – 2014; · E a bola vai rolar... Retrato de 60 anos da alma brasileira pela janela da televisão – 2013; · Patrimônio Religioso em Minas - 2012; · Lapa Nova de Maquiné – 2012; MALLUH PRAXEDES - Assistente de coordenação editorial PRODUTORA CULTURAL Natural de Pará de Minas, Malluh Praxedes é escritora, jornalista, produtora cultural e coordenadora editorial. Com o poema “Mea Culpa” recebeu o Prêmio Alfonsina Storni, na 9ª. Fiesta de La Poesia Latinoamericana, organizada pela Fundação Givré, em Buenos Aires, Argentina. É membro da Academia de Letras de Pará de Minas e já publicou 19 livros. Como cronista, publica semanalmente no jornal Diário, de Pará de Minas e no site Vitrine Literária, desde 2005. Em 2016, o escritor José Roberto Pereira publicou o livro “A música de Minas: nas anotações de Malluh” – aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura – sobre sua atuação como jornalista e produtora cultural. Tem 21 canções em parceria com o compositor Renato Motha. O resultado do trabalho de ambos está registrado nos CDs: Planos (gravado no Japão) e Suspirações, com interpretações de Patrícia Lobato, com arranjos e produção de Renato Motha. Fez parte da equipe que criou o BDMG-Cultural (1988) idealizando e coordenando diversos projetos, com destaque para o Prêmio BDMG-Instrumental e Jovem Instrumentista BDMG, ainda hoje considerados os únicos prêmios no segmento, realizados no Brasil. Em 2020 e no princípio de 2021, idealizou e produziu o programa ENTREVISTA MUSICAL, entrevistando no palco da Casa Outono, músicos e compositores mineiros, sobre sua obra e sua vida. ESCRITORA É autora dos livros NASCÊNCIA, NUA MANHÃ DE UMA MULHER, NO VERÃO DESTA PRIMAVERA, SE ASSIM SOU/SÍ ASÍ SOY (português/espanhol) e SUSPIRAÇÃO, todos de poemas; SETILHA, A MENSTRUAÇÃO DA ASCENSORISTA, VIU, QUERIDA?, POSSO INTERROMPER O BEIJO?, MULHERES NA LINHA/WOMEN ON LINE (português/inglês), BEIJOS DE ACENDER O DIA e DONA DE MIM, – todos de contos, e CHICO MINEIRO - DEZ ANOS DE CASOS & COMIDAS, este, um livro jornalístico sobre um restaurante de Belo Horizonte; QUALQUER MULHER TEM UM DIÁRIO QUALQUER – um quase romance e AQUELE OLHAR FORA DO CORPO – crônicas, memórias. Recentemente lançou quatro livros: ALGUÉM EM MI; NEM MURALHA, NEM MULHERES E O OLHAR DA BAILARINHA – contos e crônicas; e 3 PRIMAS – livro de memórias, ao lado de duas primas. Participa de diversos projetos literários como Sempre Um Papo Minas; Sempre Um Papo em São Paulo, Fórum das Artes e Fórum das Letras, em Ouro Preto, além de fazer parte da Antologia de Escritoras Mineiras, Dicionário Bibliográfico de Escritores Mineiros – ambos coordenados pela Profª Constância Lima Duarte e Coletivo 21 – Antologia. Em junho de 2001, os dois livros bilíngües foram lançados em Moscou, no X Congresso de la Federación Internacional de Estúdios sobre América Latina y el Caribe (FIEALC). Na ocasião fez uma palestra “Uma visão feminina da vida e da literatura”, dentro do simpósio “Brasil, Portugal e África: Novos Desafios da Literatura e da Cultura”, organizado pelos professores Marli Fantini e Paulo Motta, ambos da UFMG. Em setembro de 2002, fez uma palestra em Pará de Minas, ao lado dos escritores Bartolomeu Campos Queiroz e Hila Flávia sobre o poeta e cronista Carlos Drummond de Andrade, nas comemorações de seu centenário. Em julho de 2004, participou da Mesa-Redonda “Fazer Poesia em Portugal e no Brasil” formada pelos poetas Valter Hugo Mãe, Lélia Coelho Frota, Sérgio Alcides, José Luiz Peixoto, Malluh Praxedes e Fabrício Marques, no Fórum das Artes da UFOP, no Centro de Artes e Convenções da UFOP - Salão São João Del Rei, em Ouro Preto. Malluh Praxedes recebeu o Prêmio Alfonsina Storni em Buenos Aires, Argentina (dentre 3.890 inscritos de toda a América Latina – a única brasileira); a Medalha JK em Diamantina (como escritora e produtora do BDMG-Cultural) e é membro da Academia de Letras de Pará de Minas. JORNALISTA Trabalhou por sete anos consecutivos como colaboradora no jornal Estado de Minas, no caderno de cultura. Desde 2005 escreve como cronista em jornais e no site Vitrine Literária. Em 2020 e no princípio de 2021, idealizou e produziu o programa ENTREVISTA MUSICAL, entrevistando no palco da Casa Outono, músicos e compositores mineiros, sobre sua obra e sua vida, como Célio Balona, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta, Túlio Mourão, Flávio Venturini, Murilo Antunes, Juarez Moreira, Chico Amaral, Bob Tostes e Marilton Borges. COORDENADORA EDITORIAL Como coordenadora editorial assina os livros: TUDO BEM DE UM MODO GERAL, de Carlos Alberto Moreira; RETRATOS DA MÚSICA, de Fernando Fiuza, para a Rona Editora; VOCÊ JÁ FEZ UMA PARADA NA VIDA?, de Noêmia Leite Praxedes; HINOS DE INVERNO, de Márcio Albertini; MINAS EM MIM – livro com os vencedores do Prêmio BDMG de Literatura, categoria Poesia; DE MÃOS DADAS – REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE MINAS, de Silviano Cançado Azevedo e CRÔNICAS DE LILI, de Liliane Teixeira e ALÉM DOS QUINTAIS, de Tita de Lima e Silva. Também é responsável pela editoria dos dois mais recentes livros da Academia de Letras de Pará de Minas. Otávio Luiz Ribeiro Bretas – Projeto e designer Gráfico Desenhista Industrial, graduado em Desenho Industrial em 1978 pela FUMA - Fundação Universidade Mineira de Arte, hoje UEMG com experiência em design gráfico e design de arquitetura. Produtor cultural e produtor fonográfico, com experiência em produções de CDs, eventos culturais, direção de palco, design e operação de luz. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL COMO DESIGNER GRÁFICO. PROGRAMAÇÃO VISUAL Criação de logomarcas e identidade visual, folheterias e embalagens de empresas e instituições diversas: Fratezzi Gonçalves, Finelli – Engenharia e Construções, Beth Atelier, Conap – Cooperativa Nacional de Aptoxina, ACD Construtura, Best – Breakthrough English School Teachers, Fã Clube Milton Nascimento, SLG – Design and Creative Talent (USA), Bonex - Exportação, Federação Nacional dos Meninos Cantores do Brasil, Academia de Letras de Pará de Minas, dentre outras (1975 a 2021). Criação de folheterias e identidade visual de eventos diversos (2001 a 2021), dentre outras: • Logomarca e identidade visual do projeto Sabor & Som – São Paulo / SP (2021). • Logomarca e identidade visual do 1º Congresso online Pueri Cantores Brasil (2020). • Logomarca e identidade visual do “XLI Congresso Internacional Pueri Cantores” Rio de Janeiro / RJ (2017), • Logomarcas e identidade visual de diversos projetos do BDMG Cultural (2002 a 2010). • Logomarca e identidade visual do espetáculo “A Fogueira do Divino” de Tavinho Moura e Fernando Brant (2002), • Logomarca e identidade visual do “XI Congresso Nacional da Federação dos Meninos Cantores do Brasil”, Santa Luzia, Itabirito e Belo Horizonte/MG (2001) LIVROS Criação e arte-finalização de livros de diversos autores (2005 a 2021) a saber: • “Credo, que delícia!” de José Roberto Pereira (2021). • “Mulheres santas também são inquietas” de Carmélia Cândida (2020). • “Alguém em mi / Nem muralhas, nem mulheres / O ollhar da bailarina” – 3 livros em um estojo de Malluh Praxedes (2019). • “Academia de Letras de Pará de Minas – Bianuário 2016 / 2017” Vários autores (2017). • “O som das Minas nas anotações de Malluh Praxedes” de José Roberto Pereira (2016). • “Além dos quintais” de Tita de Lima e Silva (2016). • “Cemitérios de Minas – Cultura e Arte” organização e coordenação Christina Lima (2015). • “Conversas de Lili” de Liliane Teixeita (2015). • “A vingança de Xangô” de Ricardo Cruz (2014). • “Dona de mim,” de Malluh Praxedes (2014). • “Suspiração” – 1ª e 2ª edição de Malluh Praxedes (2014 / ). • “40 Anos do Clube da Esquina” de Márcio Borges (2012). • “De mãos dadas – Refelxões sobre o desenvolvimento de Minas” de Dr. Silviano Cançado Azevedo – organização Malluh Praxedes (2012). • “Jazz Interpretações – Pequenas histórias de fúria, dor e alegria” de Paulo Vilara (2011) • “Aquele olhar fora do corpo” de Malluh Praxedes (2010). • “Na Palma da Mão de Deus - De menino do Vale do Jequitinhonha a Cardeal de Belo Horizonte” – biografia de Dom Serafim Fernandes Araújo – organização Letra A (2009) • “Qualquer mulher tem um diário qualquer” de Malluh Praxedes (2008). • “Palavras Musicais - Entrevistas - Letras, processo de criação, visão de mundo de Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes, Chico Amaral” de Paulo Vilara (2006). • “Beijos de acender o dia” de Malluh Praxedes (2005).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.