Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a realização da exposição Di Cavalcanti e a democracia, com a apresentação de pinturas, desenhos e caricaturas, a mostra contará ainda, com uma série de documentos, jornais e elementos interativos.
Di Cavalcanti e a Democracia – Núcleos Expositivos Velha República (1916-1930)Como se sabe a Primeira República se inicia 1889, com a proclamação, e Di Cavalcanti nasce em 1897, contudo a opção pela data de 1916 aponta para o ano em que o artista se apresenta com uma caricatura para o primeiro Salão de Humoristas do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e, na sequência, transfere-se para São Paulo para estudar Direito. Data que não só é marco significativo do seu início no mundo artístico e intelectual como também estabelece os anos iniciais das crises mais agudas da Primeira República. Período conturbado no qual pululam revoltas em diferentes regiões do país, em que o desejo de modernização se chocava com as tentativas desesperadas das oligarquias de permanecerem no poder. Desde a Semana de Arte Moderna, passando pelo Tenentismo, e pelas diversas tentativas de golpes e de instaurações de regimes mais ou menos populares até culminar no governo Vargas, esse é um período de formação na vida do artista, em que, apesar da atuação consistente no desenho e na caricatura, ainda procurava uma plástica que o identificasse. Era Vargas (1930-1945)O segundo momento trata do período em que o artista ficou marcado como “pintor das mulatas”. Nesses anos de nacionalismos, diversas proposições intelectuais e políticas buscaram na identidade nacional as características mais positivas do país, mesmo que, por vez, ignorassem a diversidade e a complexidade da formação dos diferentes povos brasileiros, consequentemente, seu apagamento e submissão. Nesse período, profícuo e contraditório, Di Cavalcanti desenha uma de suas obras mais emblemáticas: A Realidade Brasileira, série de 12 desenhos em que critica ferozmente a situação social e política brasileiras. É também desse período seu desligamento do partido comunista, em que cita nas suas Reminescências Líricas de um Perfeito Carioca: “Um bravo comunista: entre minha liberdade individual e as regras partidárias abriram-se abismos […] nunca poderei renunciar ao prazer cotidiano”.Entre desventuras e prisões, pinturas, viagens e seu casamento com Noêmia Mourão, teve seu painel do Cassino do Quartel do Derby, realizado em 1934 no Recife, destruído, em 1937, por ser considerado subversivo. Experiência Democrática (1946-1964)O fim da ditadura de Getúlio Vargas coincide com o fim da Segunda Guerra Mundial e o desejo de reconstrução e de esperança que, de maneira geral, predominava. Não por acaso nesse ano de 1946 o artista viaja para Paris com Noêmia Mourão no intuito de recuperar as 27 pinturas e 13 desenhos que deixara para trás na capital francesa, quando tiveram de, às pressas, fugir para o Brasil no intuito de evitar o exército alemão, que tomara a capital francesa poucos dias depois.É nesse momento inclusive que o artista trava embate com as correntes abstracionistas que ganhavam força a partir desses anos. Esse embate, no seu entendimento, passava visceralmente pelo compreensão de um país mais democrático, porque mais sensível às questões das condições materiais da população brasileira. E a esse propósito escreve, em 1948, o texto “Realismo e Abstracionismo”: “Hoje em dia, a sociedade, mais que nunca, é dominada por uma casta, esta casta possui a mais estreita concepção do que seja uma sociedade humana, e isso chegou ao poder por um processo ininterrupto de aviltamento do homem […] Se há uma luta social pela democratização do homem, há uma luta contra essa casta dirigente que acuso. Assim, quando falo da participação do artista na vida social de seu povo, prefiro vê-lo na luta pela dignidade do homem contra a prepotência [...]”É período em que o país experimenta relativa estabilidade econômica e política e o artista a consagração: ao receber diversos prêmios, inclusive o da Segunda Bienal de São Paulo, em 1954, além de encomendas de painéis e murais, os quais exprimem a sua ideia de popular e democrático em plenitude. Com a inauguração de Brasília, inaugura-se também a obra “As Mulatas”, de 1962, elemento fundamental da exposição e que marca tanto o momento mais auspicioso de nossa democracia quanto o mais sinistro. Ditadura Militar (1964-1985)O período mais obscuro da história política brasileira é também o período em que o artista falece, em 1976. Nesses anos em que Di, acostumado outrora aos círculos de poder, afasta-se da elite dirigente, sua obra passa a ser objeto de disputa por dois grupos antagonistas; se por um lado os militares se apropriaram da questão da nacionalidade brasileira, estabelecendo uma identidade nacional uníssona e que estipulava, assim como o Varguismo, a tipologia para “o homem brasileiro”, por outro, a “esquerda” e os movimentosartísticos de vanguarda atribuíram ao modernismo os parâmetros inaugurais para uma arte livre e brasileira. Assim como o Teatro Oficina e a Tropicália se assenhoraram das premissas da Antropofagia de Oswald de Andrade, também Glauber Rocha com a obra de Di Cavalcanti. Em um filme de 1976, a propósito de seu velório, o cineasta produziu um documentohomenagem, como quem reconhece no artista um patrimônio da cultura brasileira e legado para as gerações de artistas que poderiam seguir a partir dos caminhos abertos pela geração anterior. Redemocratização (1985-2016)Esse período de euforia democrática é também período em que a obra de Di se estabelece como cânone. Não por acaso, em 1985, inaugura-se uma grande exposição com 180 desenhos do artista pertencentes ao acervo do MAC-USP. Nos anos que seguem, diversas mostras no Brasil e no exterior sedimentam o legado do artista e abrem espaço para uma série de discussões a respeito do pintor e de sua obra. Essas discussões, por vezes divergentes, e até mesmo antagônicas, refletem o espírito de democracia pelo qual o país atravessa. Crise (2016-2023)2016 é ano que representa não só um rompimento democrático no país e o esfacelamento de diversas de suas instituições, como também é o ano da criação do Instituto Di Cavalcanti. Período paradoxal e contrastante em que se discute não só a liberdade individual e a democracia, como também a obra e o legado do artista. Se por um lado a ignorância o esfaqueia, por outro o cancela
Objetivo Geral O recorte curatorial, visa relacionar a obra de Di Cavalcanti com marcos históricos dos regimes democráticos e autoritários brasileiros. É ainda intenção promover a discussão e o debate divergente em torno de temas sensíveis que a obra artista suscita, como a questão racial e de gênero, tendo por princípio o resguardo aos anseios atuais sem contudo incorrer nos anacronismos que tais resguardos possam promover. Em linguagem simples e direta, a exposição deve lançar mão de diversos recursos tecnológicos à disposição com o propósito de tornar sempre mais acessível o conteúdo. A ideia é diluir a densidade das teses e proposições acadêmicas por entre as obras de arte e os recursos didáticos e interativos, facilitando a compreensão, experiência e a fruição do visitante. Objetivo Específico Realizar uma exposição de obras de arte com um amplo conjunto de desenhos, pinturas, caricaturas, correspondências, recortes e notícias de jornais e depoimentos que pretendem narrar duas histórias que se relacionam, ora se aproximando ora se afastando. A mostra será subdividida em 5 núcleos: Velha República (1916-1930) Era Vargas (1930-1945) Experiência Democrática (1946-1964) Ditadura Militar (1964-1985) Redemocratização (1985-2016) Crise (2016-2023) Serão realizados ainda uma palestra com os curadores e uma série de oficinas educativas.
As discussões sobre democracia e direitos do cidadão, no Brasil, atingiram o seu ponto mais crítico no dia 8 de janeiro de 2023, com a invasão, e consequente destruição parcial, das sedes dos três símbolos máximos do governo constitucional brasileiro: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Nesse dia, sob olhar atônito de grande parte da nação, cidadãos indignados com o resultado das eleições federais, vandalizaram das vidraças às paredes, dos móveis às obras de arte, destruindo o patrimônio público e aniquilando ícones culturais brasileiros. Isso tudo, acreditavam alguns, agindo em função de um bem nacional maior, na completa desvirtuação de princípios democráticos e de preceitos constitucionais; outros, menos afoitos, operavam clandestinamente em favor de um grupo político que reclamava a permanência no governo mesmo após o resultado desfavorável nas eleições, manipulando, conscientes, a instabilidade democrática. O descontentamento com o funcionamento da democracia e o crescimento do radicalismo político por mais que tenham se tornado fenômenos globais, experimentaram no Brasil condição preocupante. No país, cerca de 83% da população, a imensa maioria, manifestou insatisfação com o funcionamento da democracia, segundo o Pew Research; acrescenta-se ainda os índices de polarização, em que 32% dos brasileiros acreditam na inutilidade do diálogo com pessoas de visões políticas diferentes das suas, de acordo com o Instituto Ipsos. Ora, como se sabe, a democracia se constrói justamente a partir da contraposição de visões políticas divergentes. Quando entretanto se olha para o divergente como inimigo, ou pior, como ameaça, passa-se a se considerar possibilidades de ações extraordinárias; dentre as quais a invasão e o depredamento de instituições públicas e de seu patrimônio, do qual a vítima mais emblemática foi uma obra de Emiliano Di Cavalcanti, intitulada As Mulatas, de 1962. Esse ícone cultural e simbólico das artes no Brasil, ademais o valor de 8 milhões de reais, reúne algumas das características mais caras à imagem que se construiu sobre o Brasil como nação e sobre seus valores culturais e sociais mais representativos. Para além das controvérsias naturais a qualquer tentativa de construção de ideias nacionais ou nacionalistas, inclusive acerca do artista e de seu emblema mais distintivo, ou seja, as mulatas, o fato é que uma das mais peculiares divisas nacionais foi perfurada por sete facadas, em uma tentativa quase alegórica de destruição de um retrato da nação. Com base nas premissas acima relacionadas, o que essa exposição propõe é tentar apresentar a partir do conjunto da obra de um dos mais representativos artistas do modernismo brasileiro, Emiliano Di Cavalcanti, algumas noções de democracia que permearam o Brasil ao longo do século XX e culminaram no atentado de 8 de janeiro de 2023 Desse modo o projeto se enquadra no Art.1° da lei 8.313 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E atende ao Art 3° da lei 8.313, com o cumprimento dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O proponente será remunerado nas rubricas de direção geral e coordenação administrativa do projeto.
CATÁLOGO:TIRAGEM 1.000 EXEMPLARESFORMATO MIOLO FECHADO 23 X 30 CMFORMATO MIOLO ABERTO 46 X 30 CMFORMATO CAPA ABERTA: 84 X 30 CM [INCLUINDO ORELHAS]PAPEL CAPA DUO DESIGN 350 GPAPEL MIOLO COUCHÊ MATTE 150 GIMPRESSÃO CAPA 04 X 01 CORESIMPRESSÃO MIOLO 04 X 04 CORESACABAMENTO LOMBADA QUADRADA, MIOLO COM CADERNOS COSTURADOS ECOLADOS. CAPA COM LAMINAÇÃO FOSCA FRENTE TOTAL,04 VINCOS VERTICAIS, COLAGEM
O projeto será realizado em local que apresente facilidade de locomoção com rampas, elevadores e banheiros adaptados, atendendo as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015. Para a acessibilidade de conteúdo serão desenvolvidos material em braile incluindo todos os textos e legendas das obras, audiodescrição e obras táteis. A informação sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade estarão descritas no material de divulgação do projeto.
A proposta prevê a adoção das medidas de quantitativo e limites dispostas no Art. 27. Em complemento e atendendo ao Art. 28. o proponente prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; II - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Cristiane Santos - Proponente Direção Geral do projeto CRISTIANE SANTOS (proponente) Atua desde os anos 90 na area cultural, entre 1992 e 1999 foi produtora de eventos na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. De 1999 a 2007 esteve à frente da coordenação de produção Da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos anos subsequentes assumiu a coordenação de produção do Projeto Guri e da Companhia Brasileira de Ópera. Entre 2009 e 2012 foi coordenadora de Produção do Museu Afro Brasil. Em 2013 assumiu a Direção de Produção do Theatro Municipal de São Paulo, estando a frente da produção de diversas óperas, além dos concertos Sinfônicos da OSM, OER e do Balé da Cidade. Desde 2016 se dedica a direção executiva da Cantabile Produções de Eventos atuando na coordenação e produção de diversos eventos, dentre eles: Exposição “Mães no Imaginário da Arte” no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição “Bará” do artista Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição Sidney Amaral “Viver até o fim o que me cabe” no Sesc Belenzinho e Jundiaí - 2022/2021; Exposição “Flávio de Carvalho Experimental” no SESC Pompéia 2021; Produção executiva do Festival SESC de Música de Câmara 2022, realizado em diversas unidades do SESC SP, Produção executiva do Concerto Comemorativo dos 60 anos da FAPESP” - Sala São Paulo; Exposição “Arqueologia Amorosa de São Paulo” e “Padre Jesuíno do Monte Carmelo” no Museu Afro Brasil - 2022; Coordenação de produção da exposição “Era uma vez o Moderno” no Centro Cultural da FIESP em SP - 2021; Produção executiva da exposição “Terra em Transe” no Museu Afro Brasil (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA 2021); Produção executiva da exposição “Ô Culpa” – Rodrigo Koraicho – Centro Cultural TCU em Brasília, “Hans Silvester – Vale do Rio OMO” - Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, “Marcelo D´Salete – Uma História Negra em Quadrinhos” - SESC Araraquara; “O Amor e o Tempo – Romero de Andrade Lima – São Paulo:(FIESP SP – SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto); Produção executiva da exposição “Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço” – MAM RIO, Rio de Janeiro; FAAP, São Paulo (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA 2018); Museu Nacional da República, Brasília e Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; Produção executiva da exposição “Theodor Preising – São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto) e “Liam Porisse – Perigosos Encantos” no SESI Ribeirão Preto; Produção executiva da exposição “PretAtitude - Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” – SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana e SESC Santos; Exposição “João Câmara – vida e obra de um artista brasileiro” – MEPE – Museu do Estado de Pernambuco e no Museu Afro Brasil em São Paulo; Exposição “Barroco Ardente e Sincrético Luso Afrobrasileiro” – Museu Afro Brasil e SESC Santos; Regiane Rykovsky Produtora Executiva Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris. Em 1997 foi coordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, entre 1999 e 2001 trabalhou na União Latina, Paris coordenando a exposição “Brésil Baroque” apresentada no museu Petit Palais, além de coordenar o departamento cultural dos correspondentes na América Latina. Em 2001/2003 trabalha na editora de arte Ars Latina, Paris. De 2003 a 2009 funda a Divinas Peças do Brasil e realiza diversos trabalhos com comunidades de artesãos pelo Brasil. De 2010 a 2012 foi coordenadora de projetos no Museu Afro Brasil. Neste período também atuou como coordenadora de produção para a exposição Hereros, apresentada no Museu Afro Brasil, São Paulo; Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro; Museu Nacional da República, Brasília; Centro Cultural Conde Duque, Madri, Espanha. De 2012 a 2014 foi diretora executiva do IAC. Em 2014 e 2015 foi diretora do departamento cultural da L3PS. Entre 2015 e 2017, presta serviços como produtora executiva para a Base7 Projetos Culturais onde produziu inúmeras exposições entre elas “Cícero Dias: um percurso poético” - CCBB DF, CCBB SP e CCBB RJ e “Oscar Niemeyer: The Man Who Built Brasilia” - Museum of Contemporary Art Tokyo, Japão. Desde Agosto de 2017 se dedica inteiramente ao departamento cultural da L3PS, onde realiza a produção executiva de exposições como: Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço (MAM Rio, FAAP SP – PRÊMIO APCA DE MELHOR RETROSPECTIVA 2018, MNdR DF e MON Curitiba), Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos e SESI São José do Rio Preto), PRETATITUDE (SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana, SESC Santos e SESC São José do Rio Preto), A Matriz do Tempo Real, MAC IBIRAPUERA, Kurt Klagsbrunn, Faces da Cultura, Retratos de um Tempo (Centro Cultural FIESP SP) Chiharu Shiota (Japan House e CCBB SP), Liam Porisse: Perigosos Encantos (SESI Ribeirão Preto), Da Vinci Experience: 500 anos (Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, SP), Infinito Vão (SESC 24 de Maio), Viver até o fim o que me cabe, Sidney Amaral (SESC Jundiaí e SESC Belenzinho, SP), O Amor e o Tempo, Romero Andrade de Lima, (SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos), Era uma vez o moderno, (SESI São Paulo), Ideias, o Legado de Giorgio Morandi (CCBB São Paulo – PREMIO MELHOR APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL 2021 e CCBB Rio de Janeiro), Brasilidade Pós Modernismo, (CCBB Brasília e CCBB Belo Horizonte), Flavio de Carvalho Experimental (SESC Pompeia, SP), Magister Rafaello ( MAB FAAP e MON Curitiba). Curadores Luiz Armando Bagolin Livre-Docente em História da Arte Brasileira, Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH/USP. Professor Associado e curador do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, IEB/USP. Pesquisador sobre Arte,Teorias da Arte e Arte Brasileira dos séculos XIX e XX. É orientador no Programa de Pós Graduação em Estudos Brasileiros do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP). Foi Diretor da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, entre 2013 e 2016. Reside em São Paulo, Brasil. Denise Mattar Curadora de renome no cenário da arte brasileira e internacional foi curadora de grande s museus brasileiros como o MAM RJ, o Museu da Casa Brasileira e do MAM SP. Como curadora independente realizou a curadoria de importantes exposições retrospectivas como Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Premio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Frans Krajcberg, Mary Vieira, Maria Tomaselli. Aluísio Carvão, Abelardo Zaluar, Raymundo Colares, Hildebrando de Castro, Norberto Nicola, Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Guignard. Fabrício Reinier Mestre em Filosofia com especialização em Culturas e Identidades Brasileiras (2016) e Bacharel em História (2005), ambos pela Universidade de São Paulo. Aperfeiçoamento em museologia e históriadas artes na Universidade de Siena (2008); atua como curador independente desde 2017.Desenvolveu diversos projetos técnicos e curatoriais tanto em entidades públicas, como o SenadoFederal e a Biblioteca Mário de Andrade, quanto em entidades privadas, como o Itaú Cultural, oAtelier Maria Bonomi e a Galeria Millan. Junto ao Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade deSão Paulo, participou de projetos institucionais e acadêmicos, onde atuou em pesquisas com ênfase nahistória das artes brasileiras.
PROJETO ARQUIVADO.