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O projeto consiste na montagem e temporada de estreia de um espetáculo teatral cuja criação partirá do romance moderno "Dom Quixote de la Mancha", alinhando literatura e metodologia teatral. As ações do projeto serão integralmente realizadas em Belo Horizonte, Minas Gerais.
SINOPSE DA MONTAGEMA montagem do espetáculo teatral “Quixote” surge de um desejo do Núcleo de Atuação e Pesquisa, grupo que se desenvolve desde 2015, em trabalhar com o encenador Carlos Rocha. Deste encontro, surgem afinidades que logo ficam claras: o mesmo compromisso com o teatro, com a valorização do trabalho do ator (tratado como artista e não como mero técnico em interpretação), e com a busca por uma dramaturgia que não está presa a amarras dramáticas de um teatro clássico. Escorados nesses princípios e na busca de uma linguagem que amarre e dê sustentação ao espetáculo, nossa proposta se ancora em torno de uma expressão de multilinguagens que, além de contar com o trabalho do ator como espinha dorsal, também terá projeções, utilização de bonecos, trilha sonora autoral, e vários recursos (de linguagem teatral) na construção das cenas. Contra o que Dom Quixote estaria lutando nos dias atuais? Responder a isso, com a montagem, é responder também sobre a atualidade da obra. Se ela continua falando com as questões ligadas à condição humana contemporânea. Colaborando com essas reflexões, a montagem lançará mão de uma ferramenta fundamental, um ensaio fotográfico que trará os personagens principais da obra, do Séc. XVII direto para um périplo pelos meandros e desafios de um grande centro urbano, de uma metrópole entupida de gente, carros e problemas. Nesse redemoinho, equilibrando entre carros e prédios, estará nosso Quixote e Sancho. Então, somando o trabalho dos atores, com uma trilha sonora conceitual, mais o ensaio fotográfico e outros vários recursos teatrais, temos ainda a dramaturgia como uma poderosa ferramenta à disposição do espetáculo. Ou, para ser mais correto, o processo dramatúrgico que, do princípio ao término do trabalho, dialoga constantemente com os ensaios. E que terá como ponto de partida fundamental a orientação de não correr atrás da obra, mas sim de interpretá- la. De maneira bem objetiva, não apresentaremos Dom Quixote, interpretaremos Dom Quixote. Isso, para nós, é de uma diferença abissal... quase que como nos vermos livres de uma camisa- de-força. Para terminar, e parafraseando Cervantes: “O perigo está na espera. Partamos já porque o desejo e o caminho nos esporeiam!” SOBRE O AUTORMiguel de Cervantes Saavedra (1547 – 1616) foi um romancista, dramaturgo e poeta castelhano. A vida de Cervantes foi intensa, quase como uma saga de cavalaria; uma verdadeira batalha que passou por guerras, prisões, sequestros e debilidadesfísicas. Tal intensidade encontra-se em sua obra, considerada entre as mais importantes em toda a literatura. A sua influência sobre a língua castelhana tem sido tão grande que o castelhano é frequentemente chamado de La lengua de Cervantes (A língua de Cervantes). “Eu, senhores, sou um homem curioso: sobre metade de mim predomina Marte, sobre a outra metade, Mercúrio e a Apolo; alguns anos me dediquei ao serviço da guerra e, alguns outros, os mais difíceis, ao exercício das letras. ” OFICINA “DESCONSTRUINDO QUIXOTE” (AÇÃO DE CONTRAPARTIDA) A proposta é unir artistas e não-artistas na sala de ensaio para um momento de troca e compartilhamento sobre o processo de montagem de algumas cenas do espetáculo. Seguindo o conceito de “Desmontagem Cênica” de Ielena Diéguez que propõe uma abertura de processos com o público; tão importante quanto o resultado visto em cena é também os saberes que essa montagem suscitou durante os meses de ensaio. O objetivo é a troca de vivências entre artistas e público, abrindo cenas do espetáculo e explicando como a montagem foi criada; em um compartilhamento de saberes.
OBJETIVO GERALRealizar a montagem e temporada de estreia de um espetáculo teatral em Belo Horizonte-MG, a ser chamado de "Quixote", partindo da interpretação da obra moderna "Dom Quixote de la Mancha" em um jogo dinâmico centrado no trabalho do ator. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar todas as ações do projeto nos prazos e cronogramas apresentados;- Utilizar a obra moderna "Dom Quixote de la Mancha" como ponto de inspiração e pesquisa para a criação e montagem do espetáculo;- Realizar ações experimentais em espaço urbano, ocupando e propondo intervenções como parte de processo de criação;- Realizar o processo de montagem utilizando de centro cultural descebtralizado do município, colaborando para a ocupação e atividade artística desses locais;- Propor 2 (dois) ensaios abertos à instituições de ensino de teatro proporcionando atividade de formação complementar;- Realizar a temporada de estreia com 12 (doze) apresentações de forma gratuita para acesso facilitado do público;- Ocupar espaço cultural do município a fim de valorizar o local e fomentar atividades artísticas;- Estimular a troca cultural para a valorização da arte e do espaço cultural local;- Ampliar o acesso e estimular a formação local de espectador/plateia para o teatro;- Fomentar a atividade teatral no município, colaborando para a descentralização e a democratização da arte e a formação de público continuada - estabelecendo vínculos artísticos e pessoais, oferecendo atividades artísticas;- Contribuir para desenvolvimento da pesquisa em teatro;- Propor ampliação, continuidade e desenvolvimento de iniciativas artísticas no município;- Possibilitar a atividade cultural e artística através da montagem teatral, fomentando a pesquisa de atores da cidade.
A OBRA E A CENA"Dom Quixote de la Mancha" (1605) é considerado uma das cinco principais obras da literatura mundial. Cabe também a obra, título de ser o primeiro romance moderno. Quanto à forma, não se trata mais da narrativa medieval, quanto ao conteúdo, vemos um conflito entre duas épocas que se sucedem, a feudal e a burguesa. Logo, Dom Quixote influenciou e continua a influenciar artistas, escritores e leitores por séculos: sendo o segundo livro mais lido em todo mundo, ficando atrás apenas da Bíblia Sagrada, na tradição ocidental. Ora, não é exagero dizer que esse é um texto que mora em nosso imaginário popular. De uma forma ou outra, todos nós já tivemos contato com a saga do cavaleiro andante e seu fiel escudeiro que une o sublime e o cômico, em uma travessia que é o próprio caminho da existência. Sendo assim, é relevante trazer em cena uma obra considerada como um marco da modernidade à luz dos dias atuais, discutindo questões sobre a loucura, o sonho, a liberdade, o sentido de se estar no mundo. Ora, trata-se de um "Quixote" que percorre por diferentes épocas e toca questões como: a individualidade, a padronização de sonhos, a gordofobia, o machismo, o racismo e a visão colonizadora. Assim, é uma obra em construção que utiliza do aparato do teatro para promover discussões (pessoais e coletivas) do nosso cotidiano. A MONTAGEM TEATRALNão é difícil notar as diferenças geradas em uma pessoa antes e depois de assistir a um espetáculo. Por isso, sendo uma das manifestações artísticas mais completas, o teatro é um alimento vivo para as mentes ávidas de conhecimento e de novas reflexões. As histórias contadas e vividas pelos atores, trazem o cotidiano de pessoas, lições de vida e posicionamentos sociais relevantes na construção do indivíduo e da sociedade - o teatro transmite conhecimento, estimula a reflexão e influencia diretamente na sociedade. O palco é um local de troca, de comunicação e é utilizado para debater as nossas necessidades individuais e sociais. A importância da arte na vida das pessoas dá-se principalmente pelo fato de abrir a nossa mente e de fazer fluir o nosso pensamento, assim como têm uma grande importância social por integrar diversas pessoas com personalidades e características físicas diferentes dentro de um meio. É sabido, infelizmente, que o teatro não é considerado uma atividade prioritária em nossa época e é extremamente importante e relevante propor ações que venham a colaborar com o fazer e o ofício artístico e a valorização da cultura. Nesse sentido, a proposta de montagem e breve temporada do espetáculo estimula e possibilita a continuidade das atividades teatrais e o acesso aos conteúdos artísticos, além de democratizar as ações culturais. Montar e apresentar o espetáculo "Quixote" utilizando um equipamento público do município é estimular a formação de plateia para espetáculos locais, reforçando a ideia que o que se produz aqui é de grande valor - além de levar consigo a relevância de assuntos pertinentes à sociedade. Ao apresentar o espetáculo estabelecemos a troca cultural entre os artistas e as pessoas, entre a arte e a cultura possibilitando o acesso de público de todas as regionais da cidade, estimulando a atividade teatral local - e mais, faz com que repensemos o lugar de fazer arte, de fazer teatro e espera-se através dos encontros com o público, suscitar questões sobre o cotidiano, os espaços e a imortalidade da arte. Nunca é demais incentivar a discussão sobre o lugar do teatro na sociedade. A INICIATIVAO projeto expressa a pluralidade cultural e a diversidade por interpretar uma das grandes obras de todos os tempos com uma visão atual e inclusiva, que discute sobre a modernidade (em toda a sua complexidade) _ trazendo uma visão descolonizada e não eurocêntrica. A montagem teatral será apoiada num marco universal literário que é "Dom Quixote de La mancha" propondo trazer ao público diversas manifestações artísticas como a literatura, a música, o teatro, a fotografia, as artes plásticas (em seu figurino e cenografia) em um único espetáculo _ trazendo ao público uma obra multi-linguagem. A construção e a quebra da fantasia será um dos traços desse espetáculo, Quixote é um espetáculo que partirá de uma sala de ensaio para explorar a imensidão de um livro (e a do mundo), propondo uma leitura singular desse riquíssimo material literário. Dentro disso, promoverá um debate junto ao público sobre o que está ultrapassado nessa obra, na perspectiva da necessidade de superá-los, trazendo assim debates e injustiças atuais sobre um Quixote que não vive apenas no passado, mas que dialoga com a modernidade, na busca por um mundo melhor. Por fim, possibilitar a montagem desse trabalho é uma oportunidade de não falar apenas para a classe artística da cidade, mas poder fazer um trabalho de qualidade que comunique com as pessoas que talvez nunca foram ao teatro. Portanto, as ações do projeto em geral possibilitam um novo aprendizado a toda a equipe, é relevante viabilizar a pesquisa de atores que podem se apropriar de sua cultura e estabelecer uma troca intensa com as pessoas, e dessa forma tornar viva a memória, a cultura e a arte. Esta forma de trabalhar fortalece o caráter coletivo da criação teatral, e faz do público, não só um espectador, mas um ativo participante do processo. A proposta está diretamente relacionada a aspectos sociais, culturais e possivelmente econômicos, propondo a distribuição do acesso de forma igualitária, colaborando com a redução das diferenças sociais, de raça e gênero, ampliando a diversidade e o protagonismo. A proposta valoriza a expressão artística e cultural nas mais diversas regiões da cidade, favorece o desenvolvimento de todas as regionais do município de maneira equilibrada e igualitária.
A METODOLOGIA DO ALVOO pilar dessa pesquisa teatral é o trabalho intenso do ator. Uma cena teatral viva só acontece quando há uma cadeia de reações em jogo. Contudo, esse jogo pode ser impedido pelo medo, que está diretamente ligado ao bloqueio do ator ou da atriz. A proposta é um processo que incorpora em sua construção as falas de vários atores sociais, do lugar em que ocupam, mantendo esse diálogo ao longo de seu processo. Consolida assim, uma intensa pesquisa teatral, aprofundada na atuação do teórico teatral britânico Declan Donellan e o seu trabalho com “o alvo” - trabalho este que tem o intuito de ajudar o ator a se livrar de seus medos e bloqueios. O alvo então age como um elemento provocador permitindo que a atuação flua livre e autêntica, partindo da provocação pelas 7 (sete) escolhas incômodas apresentadas por Donellan: 1. Concentração ou Atenção; 2. Liberdade ou Independência; 3. Ver ou Mostrar; 4. Certeza ou Confiança; 5. Criatividade ou Curiosidade; 6. Originalidade e Singularidade; 7. Excitação ou Vida. Essa imersão cria uma convivência potente entre os integrantes e intensifica a experiência conjunta, contribuindo para que toda a equipe trabalhe de forma concentrada, em busca de um aprofundamento artístico, tanto nos aspectos teóricos quanto práticos da cena. Desta forma, buscamos um trabalho cênico que fortaleça o caráter coletivo da criação teatral colocando todos os pontos de vista em confronto, criando assim, uma oportunidade de ouvir novas vozes e deixar-se influenciar por novos olhares. O NÚCLEO DE ATUAÇÃO E PESQUISAOs processos de imersão metodológica e experimentações teatrais estimulou a formação e prática de um coletivo teatral autônomo em Belo Horizonte, o Núcleo de Atuação e Pesquisa, que vem desenvolvendo pesquisas cênicas partindo do trabalho intenso do ator. Senso assim, é de extrema importância o fomento às atividades e iniciativas de um coletivo que trabalha arduamente para a criação de ações, projetos e espetáculos – sempre defendendo o acesso democrático à população e o envolvimento das pessoas em processos de criação abertos. Possibilitar a sua continuidade reforça a potencialidade artística e permite a pesquisa de diversas linguagens - permitindo que os artistas se dediquem aos estudos do fazer teatral em suas múltiplas formas e manifestações, o que pode contribuir para valorização da cultura e do teatro mineiro. SUSTENTABILIDADEO projeto está diretamente relacionado a aspectos sociais, culturais e possivelmente econômicos. Propõe a distribuição de acesso de forma igualitária, colaborando com a redução das diferenças sociais, de raça e gênero, ampliando a diversidade e o protagonismo. O projeto também colabora com o desenvolvimento profissional de todos os envolvidos, propondo práticas de formação e ampliação de conhecimentos - o que pode fomentar a busca pela profissionalização. Sendo assim, possibilita que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social, cultural e econômico e de realização humana e cultural.
ESPETACULO TEATRAL MONTAGEM TÉCNICALocal de ensaios e montagem do espetáculo: Centro Cultural Bairro das Indústrias R. dos Industriários, 289 - Indústrias I, Regional Barreiro - Belo Horizonte - MG, 30610- 280. ENSAIOS GERAIS ABERTOS - CENTRO CULTURAL BAIRRO DAS INDÚSTRIAS:- Total de ensaios abertos: 2 (dois).- Vagas a serem oferecidas por instituição: 20 (vinte). - Instituições a serem atendidas: Teatro Universitário da UFMG, Escola de Teatro da PUC Minas, Escola de teatro do Palácio das Artes (CEFART). - Vagas a serem oferecidas aos patrocinadores / Secretaria Municipal de Cultura: (por ensaio): 5 (cinco). - Total de senhas por ensaio aberto: 65 (sessenta e cinco), sendo 60 (sessenta) destinadas aos alunos e 5 (cinco) à patrocinadores a para a Secretaria Municipal de Cultura.- Total de acessos e estimativa de público total: 130 (cento trinta) pessoas.- Acesso: As sessões serão realizadas com acesso gratuito.- Forma de participação: A produção fará contato com instituições de ensino de teatro, com os patrocinadores e com a Secretaria Municipal de Cultura para oferecer as vagas gratuitas. PROPOSTA DE TEMPORADA Número de apresentações: 12 (doze).Frequência: quinta-feira à domingo.Local da apresentação: Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado.Endereço: Rua Leonil Prata, sem número - Alípio de Melo, Regional Pampulha, Belo Horizonte – MG.Datas e Horários das apresentações: a definir. OFICINA “DESCONSTRUINDO QUIXOTE” (AÇÃO DE CONTRAPARTIDA) FREQUÊNCIA DE AÇÕES: A oficina será realizada 2 (duas) vezes, sendo oferecida 1 (uma) oficina em cada 1 (um) dos centros culturais a serem contemplados pelo projeto. Sendo:- Centro Cultural Bairro das Indústrias: 1 (uma) oficina de 6 (seis) horas, sendo divididas em 2 (dois) encontros de 3 (três) horas cada.- Teatro Raul Belém Machado: 1 (uma) oficina de 6 (seis) horas, sendo divididas em 2 (dois) encontros de 3 (três) horas cada.CARGA HORÁRIA TOTAL: 12 (doze) horas.CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO: Ser maior de 16 (dezesseis) anos e se inscrever via ficha de inscrição a ser disponibilizada nos espaços em que acontecerão as oficinas.PERFIL DE ALUNOS: Artistas e interessados em atividades teatrais. NÚMERO DE VAGAS POR OFICINA: 15 (quinze).NÚMERO DE VAGAS TOTAIS: 30 (trinta).LOCAIS DE REALIZAÇÃO:- OFICINA 1: Centro Cultural Bairro das Indústrias R. dos Industriários, 289 - Indústrias I, Regional Barreiro - Belo Horizonte - MG, 30610-280- OFICINA 2: Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado - Endereço: Rua Leonil Prata, sem número, Alípio de Melo, Regional Pampulha.DETALHAMENTO DE FORMA DE ACESSO: Após ações de comunicação e divulgação, uma lista ficará disponível para inscrição na recepção dos centros culturais contemplados. Serão coletados dados de nome, telefone e e-mail. Os participantes serão selecionados em ordem de inscrição e avisados sobre as atividades através dos dados disponibilizados.MINISTRANTES: Carlos Rocha, Francisco Falabella, Epaminondas Reis e Antônio Rodrigues.
Propõe-se as seguintes medidas de acessibilidade:- interpretação do Português para Libras em 3 (três) apresentações teatrais; - Local de apresentação com banheiros, rampas, guias tãteis e ou elevador. APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULODEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral em todas as apresentações do espetáculo.DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações do espetáculo. Obs: A medida de acessibilidade para tradução em libras estará nos materiais e textos de divulgação referente às apresentações.
Propõe-se as seguintes medidas de democratização de acesso:- Facilitação do acesso pela população aos bens e serviços gerados pelo projeto, promovendo gratuidade ou oferta de ingressos a preços populares, quando for o caso;- Disponibilização de registros audiovisuais das atividades na internet; Como forma de promover e ampliar a possibilidade de fruição das ações e produtos culturais do projeto, as apresentações serão totalmente gratuitas ao público. O espaço escolhido para a temporada facilita a participação do público interessado, pois cumpre medidas arquitetônicas referentes à acessibilidade física. Haverá ampla divulgação em todos os meios de comunicação possíveis. O projeto visa promover ações de interação possibilitando assim, o diálogo entre pessoas de diferentes perfis e com as mais diferentes origens e necessidades. Todos poderão ser beneficiados pelo projeto, tanto no que diz respeito ao acesso à cultura, como à participação e ao aprendizado.
Dirigente/Proponente: Rodrigo Ferreira Veloso (Rodrigo Mangah). Funções no Projeto: - Coordenador geral: Coordenação geral das atividades de pré-produção, produção geral e pós-produção do projeto. - Elaboração de prestação de contas: Preparação e entrega de documentação comprobatória do projeto. Currículo: Ator, diretor de dublagem e dublador profissional, gestor e produtor cultural, professor e diretor de artes cênicas. Co-fundador e membro do Grupo Contracena-MG atuando como gestor de projetos, diretor e membro artístico. É membro do Núcleo de Atuação e Pesquisa em Belo Horizonte-MG, atuando como gestor de projetos, produtor e pesquisador de métodos teatrais. Participante 1: Rafael Eleotério. Função no projeto: - Produtor Executivo: Planejamento e execução das atividades do cronograma em todas as etapas da produção em geral, contatos diversos e logística geral do projeto. Currículo: Ator, diretor de espetáculos, preparador corporal, coreógrafo, professor de teatro e produtor cultural. Intérprete de danças folclóricas no grupo Aruanda. Cursando o 8º período do bacharelado em interpretação teatral na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fez cursos de aperçoamento: Danças populares brasileiras I e II (UFMG) – Coordenação: Professora: Juliana Azoubel 2015 – 2016 / Oficina de improvisação – Mariana Lima Muniz – Mostra InMinas 2015 / Direção cênica – Silvio Guindane – Cia de palco Dell’arte (SP) 2014 / Luta Cênica – Cia de palco Dell’arte (SP) 2014 / Interpretação para bailarinos – Cia de palco Dell’arte (SP) 2014 / Oficina de Buttoh – Cia de Palco Dell’arte 2014. Integra o IMPROLAB – Grupo de pesquisa em práticas de improvisação, sob coordenação da professora Mariana Lima Muniz. Participante 2: Christiane Marinho de Almeida Função no projeto: - Assistencia de produção: Execução das atividades do cronograma em todas as etapas da produção em geral, contatos diversos, execução de logística geral do projeto. Currículo: Atrz e produtora cultural formada pelo Curso Técnico do Teatro Universitário (2009-2011) com atividades de extensão: Superior Incompleto em Artes Cênicas 2003/2004 / Curso Mímese Corpórea Professora: Raquel Scoth Hirson (Lume Teatro) / Os Caminhos do Palhaço Professor: Rodrigo Robleño. rincipais trabalhos: - Os Saltimbancos om direção de Ricardo Martins, A Princesa Frida com direção de Fernando Bustamante e Poliana Horta, A Arca de Vinícius **Ganhou os prêmios SESC/SATED 2008 de melhor espetáculo, melhor direção, melhor iluminação e maior público (Chris Geburah foi indicada ao prêmio de melhor atriz)** (Autor: Léo Mendonza / Direção: Fernando Bustamante) e Pela Estrada Adentro **(Indicado em 10 categorias do Prêmio Usiminas/SIMPARC, incluindo de melhor atriz para Chris Geburah)** (Autor: Fernando Limoeiro / Direção: Yuri Simon). Participante 3: Carlos Augusto Ribeiro Rocha. Funções no Projeto: - Diretor de cena: Direção artística de atores e cenas. - Arte -educador: Aplicação de oficina (contrapartida socio-cultural). Currículo: Artista como Ator e Diretor de teatro - DRT/MG nº. 45 Livro 1 Fl.23 em 6/11/1981. Associado ao SATED/MG (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Minas Gerais) sob o nº. 169 em 14/8/81. Carlos Rocha é um dos expoentes do teatro mineiro. Co-fundador do icônico grupo Cia. Sonho & Drama (1978) e co-idealizador do FIT-BH (1994). Como encenador, em suas mais de 30 montagens, destaca-se a primeira versão para os palcos do clássico de Guimarães Rosa: “Grande Sertão: Veredas” (1985). É notório em sua trajetória o vínculo entre literatura e teatro, que resulta em importantes montagens como, de Kafka: “O Processo”, em 1981/84 e 1996, “A Meta- morfose”, em 1984,“Josefina, a cantora” e “A Toca”, em 1989; de Bocaccio, “Decameron”, em 1993; de G. Rosa, “Sertão, Sertões”, em 2001; de Bartolomeu C. Queirós, “Por Parte de Pai”, em 2012. Além de seu extenso trabalho artístico, ele também trabalhou em diversos cargos públicos; na Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, no Palácio das Artes e na Secretaria Municipal de Cultura de Belo. Horizonte, onde administrou, por vários anos, o teatro Francisco Nunes e o FIT BH (Festival Internacional de Teatro – Palco e Rua), como diretor geral de várias de suas edições. Participante 4: Epaminondas Reis. Funções no Projeto: - Ator: Pesquisa metodológica cênica e atuação no espetáculo. - Arte -educador: Aplicação de oficina (contrapartida socio-cultural). Currículo: Ator, diretor de teatro e fundador e coordenador do Grupo Trama de Teatro, desde 1998. Integrou a Cia. Sonho e Drama e participou de diversas oficinas de formação e capacitação técnica. Como diretor, trabalhou nos espetaculos Quase Árvore - Grupo Atrás do Pano 2019, O Negro Conta - Núcleo de Atuação e Pesquisa 2018, Ensaio para a Morte - Núcleo de Atuação e Pesquisa 2017, A Rua - Grupo Trama de Teatro - 2014, Por Parte de Pai - Grupo Atrás do Pano. Como ator participou dos trabalhos A casa do girassol vermelho, Dir. Cida Falabella, O Pastelão e a Torta, dir. Simone Ordones. Participante 5: Antônio Rodrigues. Funções no Projeto: - Ator: Pesquisa metodológica cênica e atuação no espetáculo. - Arte -educador: Aplicação de oficina (contrapartida socio-cultural). Currículo: Ator e Diretor de Teatro Iniciou suas atividades no teatro em 1985. É, também, autor de textos teatrais, professor de teatro e arte educador. Em 2001, se formou peloTeatro Universitário da UFMG, com o espetáculo “Com Passos”, direção de Cristina Tolentino. RP 4570. Atua no Giramundo Teatro de Bonecos, desde 2000, participando, como ator marionetista, nos espetáculos: “Os Orixás”, “Carnaval dos Animais”, “A Bela Adormecida”,“Cobra Norato” e “Pedro e o Lobo”, direção de Álvaro Apocalypse;“O Carnaval dos Animais”,“O Aprendiz Natural”, direção de Ulisses Tavares;“Circo Teatro Maravilha” e “Giragerais”, direção de Fernando Limoeiro. Integrou a Cia Candongas, de 2003 a 2015, atuando em “Sísifos”, direção Cláudia Henrique;“Commedias a La Carte”, direção de Fernando Linares; “Mitos:O Folclore do mestre André”, direção de Marcelo Xavier;“As Grandes Lonas do Céu” e “Os Milagres de Santa Terezinha”, direção de Fernando Limoeiro, entre outros. Dirigiu mais de dezespetáculos, entre eles:“O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna” (2005), de Ariano Suassuna, Grupo Vozes do Vale;“Passarim,o Mineiro Voador” (2005), de Fernando Limoeiro, elenco formado por alunos do Teatro Universitário da UFMG;“Duas Páginas em Branco”(2009),de Qorpo Santo,e “Os Irmãos Siamêses”(2012),de Fernando Limoeiro,Cia Verbo de Teatro;“Belatriz”(2010), de Adriano Gilberti, Cia Caixa de Fósforos. De 2009 a 2014, foi Diretor Artístico do Grupo de Teatro da Copasa / MG, e por este grupo, dirigiu, escreveu e criou várias intervenções, esquetes e espetáculos de teatro, que teve como público alvo funcionários da empresa e seus familiares. Em 2016, fez parte do elenco do espetáculo “Nos Porões da Loucura”, direção e dramaturgia de Luiz Paixão. Participante 6: Francisco Falabella Rocha. Funções no projeto: - Dramaturgo: Pesquisa, elaboração de escrita para a montagem e possíveis adaptações durante o processo de criação cênico. - Assistente de direção: Assistência em ensaios e processo criativo de pesquisa cênica. - Arte -educador: Aplicação de oficina (contrapartida socio-cultural). Currículo: Francisco Falabella Rocha é Mestrando em Artes, na linha de pesquisa Artes da Cena pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É formado em Comunicação Social com habilitação em Produção Editorial pelo UNI- BH. Trabalha, desde 2012, como escritor tendo contos premiados e publicados no RJ, SP, RS, MG, DF, PR. No teatro, acumula 17 anos de experiência, com trabalhos com importantes figuras como: Eid Ribeiro, Fábio Furtado, Carlos Rocha, Epaminondas Reis, Antônio Rodrigues, Elisa Santana, entre outros. Como dramaturgo, já escreveu dez roteiros originais encenados. Ministra oficinas de teatro, dramaturgia e de escrita.
PROJETO ARQUIVADO.