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O projeto História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas, constitui-se na realização de oficinas de temáticas histórico-culturais em escolas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. O projeto, gratuito e de inscrição voluntária, mobiliza a história como objetopara o fomento da democratização do acesso à cultura, valorizando a diversidade cultural, e incentiva a autonomia do indivíduo. As oficinas são divididas em duas etapas. Primeiro, em sala de aula, onde apresentamos conceitos e trabalhamos as competências dos estudantes, e, posteriormente, as oficinas a céu aberto, que possibilitam a visitação a espaços culturais de destaque do Rio, valorizando os bens culturais, a preservação da memória e o fortalecimento de identidades.
O História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas, é um projeto que busca mobilizar a história como ferramenta para o fomento da democratização do acesso à cultura para os alunos da rede pública de ensino carioca. Ocorrendo anualmente nas escolas parcerias do Instituto, busca-se, a partir de um conjunto de 30 oficinas histórico-culturais, divididas em quatro módulos, incentivar a autonomia do indivíduo, estimulando os alunos a se compreenderem enquanto cidadãos e agentes produtores de cultura em suas próprias comunidades, além de possibilitar um espaço de valorização das diversidades cultural, racial, social e de gênero. Além disso, nossos encontros são concebidos como espaços horizontais, com propostas de debates sobre as temáticas abordadas em cada oficina e atividades que incentivam a produção de textos, pinturas, desenhos ou fotografias, estimulando a criatividade e a expressão dos sujeitos. Ministradas pela equipe técnica do Instituto Lima Barreto, composta por profissionais especializados no campo da História e com experiência também na área da cultura, as oficinas valorizam uma perspectiva histórico-cultural, dividia em nos módulos: Os Brasil; Cidadania, Política e Cultura; Global; e Cultura, Memória, História e Patrimônio. As oficinas ocorrem tanto em sala de aula, onde os conteúdos são abordados com o intuito de gerar um debate produtivo entre os beneficiários, quanto em equipamentos culturais de relevância do estado do Rio de Janeiro, a fim de aprofundar e reforçar o processo de aprendizagem dos alunos, oferecendo também uma oportunidade de ampliarem seus horizontes para além do espaço escolar. E-book História Presente: produzido pelos Educadores Sociais do Instituto, sob supervisão da gerente do projeto Luana Leão. O e-book deverá apresentar um balanço do projeto, apresentando as escolas e o número de cidadãos beneficiários impactados, assim como registrar as metodologias aplicadas e desenvolvidas no decorrer do projeto. O livro também servirá para como uma exposição das formas de expressões artísticas, como textos, poemas, pinturas e desenhos, produzidas pelos estudantes no decorrer das oficinas, com o intuito de ressaltar o protagonismo discente e seu papel como agente da cultura. Este produto terá 60 páginas, sendo dividido em apresentação do projeto, relatos de beneficiários, metodologia utilizada e apresentação de trabalhos, sendo disponibilizado gratuitamente em nossas redes sociais. Sua relevância ao passo em que poderá ser consumido, por exemplo, por profissionais do campo da educação que tenham interesse em atualizar suas práticas pedagógicas a partir de olhar mais sensível e voltado para o âmbito histórico-cultural. Cartilha de Roteiro Histórico-Cultural: produzido pelos Educadores Sociais do Instituto, com o auxílio dos estudantes participantes do projeto e sob supervisão de Luana Leão, o Roteiro Histórico-Cultural terá de 15 a 20 páginas que abordam o turismo cultural do Rio de Janeiro, trazendo a perspectiva de estudantes que visitaram equipamentos culturais de destaque do estado. Com o objetivo de abordar e valorizar temáticas relacionadas ao Patrimônio, Memória, História, Identidade e Bens Culturais, este será um trabalho coletivo, que apresenta relevância cultural justamente por apresentar trajetos de visitações capazes de ampliar e democratizar o acesso à cultura. Dividido em apresentação das oficinas a céu aberto, roteiro turístico cultural, imagens e relatos da equipe técnica e dos discentes do projeto, o Roteiro será disponibilizado gratuitamente e estará disponível para download nas redes sociais do Instituto, sendo divulgado, antecipadamente, para os parceiros e financiadores do projeto.
Objetivo Geral: O projeto "História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas" tem como objetivo geral promover a democratização da cultura e fortalecer o exercício da cidadania. Para alcançar esse propósito, oferecemos oficinas histórico-culturais que utilizam a história como uma ferramenta para compreensão da cultura e suas diversas formas de expressão na sociedade brasileira. Além disso, buscamos estabelecer uma maior conexão entre os estudantes da rede pública de educação, das escolas parceiras do Instituto Lima Barreto, e os espaços culturais de destaque situados no estado do Rio de Janeiro, viabilizando o acesso gratuito dos estudantes a esses locais, por meio de oficinas a céu aberto. Objetivos Específicos: - Produto Oficinas em sala: realizar durante 9 meses oficinas histórico-culturais uma vez por semana, em horário de contraturno, nas escolas parceiras, totalizando ao menos 25 oficinas de 1h30m em cada turno escolar (manhã e tarde) durante a execução do projeto. - Produto Oficinas a céu aberto: realizar ao menos 5 oficinas a céu aberto por colégio. As oficinas consistem na visitação a espaços culturais de destaque do Rio de Janeiro e serão ofertadas em todas as escolas parceiras, tendo duração aproximada de 6h ao dia, totalizando no 30 horas por escola. As visitas serão realizadas com até 30 estudantes. - Produto e-book História Presente: produzir, em conjunto com os participantes do História Presente, um e-book de 60 páginas do projeto, contanto com imagens, relatos, metodologia utilizada, e produções autorais (poemas, desenhos, músicas) dos estudantes. O e-book será disponibilizado nas redes sociais do Instituto e divulgado, antecipadamente, para os parceiros e financiadores do projeto. - Produto Cartilha de Roteiro Histórico-Cultural: realizar, em conjunto com os participantes do projeto, uma cartilha eletrônica com Roteiro Histórico-Cultural de 15 a 20 páginas da cidade do Rio de Janeiro, que conte com imagens, textos, mapas e rotas que comuniquem os principais trajetos de visitação aos equipamentos culturais do Rio de Janeiro. O Roteiro deverá ser produzido a fim de ser compartilhado com possíveis interessados, sendo um trabalho coletivo de nossos beneficiários, e deverá apresentar reflexões que busquem a valorização do patrimônio, da identidade e dos bens culturais. O produto será disponibilizado gratuitamente e estará disponível para download nas redes sociais do Instituto, sendo divulgado, antecipadamente, para os parceiros e financiadores do projeto. - Produto Exposição de Trabalhos: realizar em cada escola parceira, no mês de Novembro, uma (01) exposição com o resultado das principais atividades propostas aos beneficiários, expondo contos, poemas, pinturas, desenhos, quadrinhos, em suma, todos os materiais produzidos pelos estudantes nas atividades realizadas no decorrer das oficinas do História Presente. O material deverá ficar exposto por uma (01) semana em cada escola, de segunda a sexta-feira.
O acesso à cultura é um elemento fundamental para o desenvolvimento humano, uma vez que é capaz de promover a formação crítica e criativa dos indivíduos, além de ser instrumento para o exercício da cidadania, influenciando na construção de identidades e valores. No entanto, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) de 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 14,5% dos brasileiros frequentaram atividades culturais no período de um ano, destacando que o acesso a essas atividades é desigual em nosso país, afetando, sobretudo, a população em situação de vulnerabilidade socioeconômica.Neste sentido, o História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas surge da necessidade de proporcionar o consumo e introdução às temáticas histórico-culturais, por meio de oficinas, além do próprio acesso aos espaços culturais para estudantes da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro. Oferecidas em escolas parceiras do Instituto, as oficinas abordam temáticas histórico-culturais, com destaque às questões relacionadas à diversidade, cultura, história local e a própria história do Rio de Janeiro. As oficinas a céu aberto, realizadas em locais previamente selecionados pelo corpo técnico do Instituto e incorporadas a grade anual de oficinas, visam não apenas oferecer experiências que busquem um impacto positivo na vida dos estudantes, como também promover o contato com diferentes formas de expressão cultural, alargando o horizonte de expectativa de nossos participantes e seu contato com ambientes culturais.A originalidade do História Presente se constitui justamente por sua metodologia, que utiliza a história como ferramenta de compreensão da cultura e suas formas de expressão na sociedade brasileira. O Instituto Lima Barreto propõe o desenvolvimento de uma relação entre cultura e história, a fim de proporcionar aos jovens uma compreensão mais ampla acerca de sua comunidade, sua territorialidade e a influência desses fatores em sua vida, para que possam encarar os desafios do tempo presente e futuro. Entendemos que cada indivíduo possui uma bagagem cultural e uma perspectiva única, que devem ser valorizadas e integradas ao processo de aprendizagem. Assim, a metodologia utilizada busca posicionar cada estudante como uma potência cultural, um agente e sujeito que contribui para a produção e transmissão cultural. Dessa forma, ao se inserir em colégios de diferentes localidades do estado do Rio de Janeiro, o projeto prevê um impacto positivo significativo em todas essas regiões. Adotando uma abordagem que valoriza a cultura local, os alunos serão estimulados a se conectarem com suas próprias identidades culturais e históricas, desenvolvendo um senso de pertencimento e orgulho em relação às suas comunidades, tornando-se, ao mesmo tempo, protagonistas no espaço escolar.O História Presente busca estimular a arte e a cultura no ambiente educacional, atuando diretamente na multiplicação de saberes através dos jovens da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Trata-se de compreender e identificar as reminiscências do passado que permanecem no presente e, a partir desses debates, contribuir para que os estudantes se identifiquem como possíveis agentes no processo de transformação social e cultural. Com isso, esperamos promover a inclusão social de jovens e adolescentes cariocas, estimulando a produção artística e cultural no estado. Dessa forma, solicitamos apoio ao projeto História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo Federal, por considerarmos que esta legislação é, hoje, um mecanismo fundamental para se estabelecer parcerias com a iniciativa privada, de modo que sua existência é necessária para o processo de democratização, produção e acesso à cultura. Assim, pretendemos justificar o financiamento do projeto com base nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; uma vez que nossas oficinas prezam justamente pela democratização da cultura e o fortalecimento do exercício da cidadania; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; pois incentivamos a produção cultural dos estudantes e a apropriação territorial do espaço das escolas, valorizando, sobretudo, a história local dos alunos e de suas comunidades; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; por estabelecermos em nosso plano metodológico, módulos que se concentram no debate a respeito das matrizes socioidentitárias brasileiras, valorizando os conhecimentos e vivências dos povos originários, abordando suas cosmovisões, experiências e diferentes formas de ser e estar no mundo; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; tanto por possibilitarmos a democratização do acesso à cultura, a partir de visitas guiadas a equipamentos culturais de relevância do estado do Rio, que visam propiciar o debate a respeito de conceitos como a valorização dos bens culturais, preservação da memória e o fortalecimento de identidades - quanto por estimularmos o posicionamento dos estudantes como protagnistas e agentes da mudança cultural, capacitando-os para que se percebam como indivíduos capazes de consumir e produzir cultura de forma autônoma, valorizando a diversidade. Já no que tange ao Art. 3º da Lei 8.313/91, justificamos a proposta a partir dos seguintes incisos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; por meio de uma plano metodológico que valorize o patrimônico histórico-cultural, abordando a relevância de manifestações e tradições populares regionais e nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; uma vez que realizamos sorteios de ingressos para espetáculos artísticos, fomentando a presença de nossos beneficiários nesses espaços; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999); em vista de uma formação histórico-cultural fornecida aos estudantes, que os posiciona como protagonistas em seu cotidiano, valorizando também a identidade cultural nacional e local por meio da conscientização a respeito da responsabilidade social na conservação do patrimônio cultural brasileiro, destacando a importância que cada um deles possui neste processo.
Acreditamos que é interessante pontuar ao menos quatro tópicos que podem auxiliar na avaliação da presente proposta. 1) Relação dos produtos Todos os produtos listados no Plano de Distribuição - as oficinas em sala e a céu aberto, o E-book do História Presente, a Cartilha Eletrônica com Roteiro Histórico-Cultural e a Exposição dos Tralhos - fazem parte do História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas. O projeto tem como objetivo geral a realização das oficinas, sendo os demais produtos uma complementação significativa. Com o intuito de posicionar nossos beneficiários como protagonistas de suas realidades e potenciais agentes culturais, buscamos fomentar sua produção, para que se percebam cada vez mais como produtores de cultura. Damos destaque às suas ações e atividades no projeto a partir da materialidade que assumem nos produtos secundários como o E-book, a Cartilha Eletrônica ou a Exposição. Para os estudantes, ter seus textos, imagens, fotografias e outras formas de registros divulgados publicamente significa também dar face às suas distintas histórias e, em certa medida, imprimir uma marca positiva nos espaços que ocupam, atribuindo relevância ao projeto e dando destaque ao protagonismo que buscamos fomentar entre nossos beneficiários. 2) As escolas parceiras e suas localidades: O projeto História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas será realizado nas escolas parcerias do Instituto. Ocorrendo desde sua fase piloto, que se deu no segundo semestre de 2021, o projeto apresentou alto potencial de escalabilidade, chegando a estar presente em 11 escolas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Entre os parceiros do Instituto, há duas escolas municipais, localizadas nos bairros de Rocha Miranda e Irajá, no Rio de Janeiro. Há também as escolas estaduais que se concentram em diferentes municípios. No Rio, nossos parcerios encontram-se nos bairros do Méier, Vila Isabel, Centro e Gamboa. Já em São Gonçalo, o projeto é realizado em duas escolas, nos bairros do Mutondo e Brasilândia. Além disso, o História Presente ocorre nos municípios de Resende, em uma escola no centro, e em Itatiaia, no bairro de Cidade Jardim. O projeto prioriza indivíduos provenientes de bairros e localidades de vulnerabilidade socioeconômica no estado do Rio de Janeiro, disseminando-se por diferentes regiões e aplicando a metodologia utilizada nas oficinas a distintas realidades sociais. 3) Especificação da planilha orçamentária: No orçamento definido, colocamos uma verba por escola para a realização de oficinas a céu aberto. Todas as visitações planejadas são selecionadas a partir do contexto e localidade de nossos parceiros. Dessa forma, priorizamos, sempre que possível, oficinas próximas às escolas, em virtude não somente da facilitação do acesso, mas também da valorização da história local e da perspectiva de nossos beneficiários. A verba destinada às oficinas foi quantificada a partir de uma pesquisa de mercado voltada para o aluguel e fretamento de transporte em cada município em que o projeto vai ocorrer. 4) Plano de divulgação do projeto: As estratégias de comunicação que adotamos são pensadas no intuito de mobilizar nosso público-alvo. Primeiramente, elas se dão a partir de um trabalho de divulgação de material impresso com as informações relativas ao História Presente nas unidades escolares parceiras, onde o projeto será desenvolvido. Essa forma de divulgação prevê a distribuição de folders em horários de movimento nas escolas, como entrada e saída de alunos, e colagem de cartazes de tamanho A3 em pontos estratégicos das escolas e áreas de convivência dos estudantes de diferentes turnos. Nas semanas anteriores à inauguração do projeto, a equipe do Instituto Lima Barreto montará estandes de divulgação nas unidades parceiras, estabelecendo um espaço de diálogo e de captação de alunos para o projeto, servindo também para o esclarecimento de dúvidas dos(as) possíveis interessados(as). Acreditamos que além de uma mobilização, esse movimento gera uma familiaridade, tanto do educador com o local, como dos estudantes com o educador. Nossos(as) educadores(as) sociais, responsáveis pela mediação das oficinas, recebem diretrizes para se incluírem ao corpo escolar, de modo que possam mobilizar todas as instâncias da unidade para o projeto: direção, coordenações, secretarias, equipes de apoio, corpo docente e discente. Desse modo, a partir da participação dos educadores nos conselhos de classe e outros eventos da escola, ocorre a mobilização dos profissionais que lidam diariamente com os estudantes, indivíduos que podem também incentivá-los a ingressarem no projeto. Por meio desta mobilização geral, os estudantes se sentem mais incentivados a se inscreverem nas oficinas, uma vez que são de adesão livre e voluntária, e ocorrem no contraturno escolar. Em relação à divulgação no meio digital, nossas ações ocuparão redes sociais como o facebook e o instagram do Instituto. Estão previstas, entre as ações para o ano de 2024, a divulgação das atividades no dia e na unidade que ocorrerem e também a criação de um cronograma digital, que poderá ser acessado através do celular de qualquer estudante, sendo encaminhado por email e também divulgado nas redes sociais do Instituto. Além disso, pretendemos produzir uma newsletter mensal, com informações a respeito do projeto e seu desenvolvimento, abordando meios, que podem ser adotados pelos estudantes, para o engajamento com a comunidade local. Divulgaremos, ainda, passeios, visitações gratuitas, exposições, palestras e outras oportunidades que podem ser do interesse de nosso público-alvo. Buscamos adotar uma estratégia de comunicação que vise a consolidação do projeto frente aos estudantes da rede pública de ensino, como também assegurar medidas que possam ampliar a democratização do acesso à cultura aos jovens que por vezes encontram-se excluídos desses espaços em decorrência de questões sociais, econômicas ou geográficas.
O projeto História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas consta com um cronograma de 30 oficinas anuais, divididas em quatro módulos, que buscam abarcar uma perspectiva histórico-cultural, não se restringindo apenas Brasil, mas tendo também uma abordagem de questões globais consideradas pertinentes para os desafios contemporâneos. As oficinas serão ministradas por nossos educadores sociais, e a divisão do calendário ocorre da seguinte maneira: Produto Oficinas em sala e a céu abertoPúblico-alvo: jovens e adolescentes de ambos os gêneros, com faixa etária entre 13 a 24 anos que fazem parte da rede de ensino público do Rio de Janeiro, abrangendo estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio. As oficinas serão realizadas em diversas escolas municipais e estaduais, zelando pela paridade de gênero e raça entre os alunos contemplados pelo projeto. Com o intuito de promover a democratização de oportunidades e colaborar para uma educação crítica e de qualidade, o projeto História Presente prioriza indivíduos provenientes de localidades de vulnerabilidade social do estado do Rio de Janeiro que se utilizam da rede pública de ensino. Cabe destacar que atendemos também alunos que estejam matriculados na Educação de Jovens e Adultos que tenham interesse em participar do projeto.Inscrição: de forma livre e voluntária por meio de formulário.Carga Horária: As oficinas são realizadas semanalmente nas escolas parceiras, em horário de contraturno e possuem duração de 1h30m.Material: O material de nossas oficinas são produzidos por nossos Educadores Sociais e atualizados constantemente, a fim de manter uma abordagem centrada no cotidiano dos estudantes e que fomente também o seu olhar atento para o presente, sobretudo através de pautas que se vinculam às suas experiências, como mobilidade social, gênero, raça, classe, mundo do trabalho e cidadania. Para tanto, utilizamos o letramento cultural, patrimonial e social em nossas oficinas.Divisão de Módulos:Módulo I: Os Brasis — São nove oficinas, incluindo duas a céu-aberto, que buscam realizar uma abordagem de temáticas como: identidade, alteridade, populações tradicionais e suas culturas, elementos de destaque da brasilidade. O objetivo é tratar de temas caros à história do Brasil, destacando as diversas facetas do país em seu processo de formação, com um enfoque primordial na diversidade cultural nacional. Módulo II: Cidadania, política e cultura — Com os estudantes já ambientados ao projeto, após os primeiros encontros, este módulo conta com sete oficinas, com o tema central voltado para a "cidadania". Com o objetivo de promover a democratização da cultura e o exercício da cidadania por parte da juventude carioca, oferecemos oficinas cujo conteúdo transita da questão norteadora "o que é ser cidadão no Brasil?", até abordagens que trazem uma perspectiva mais contemporânea, levantando questões que debatem a convivência pública e o respeito às diversidades cultural, racial, social e de gênero. Neste módulo, constam, ainda, uma culminância, em que realizaremos um levantamento do primeiro semestre do projeto junto aos alunos e oficinas a céu aberto.Módulo III: Global — Abrindo o segundo semestre do projeto, este módulo possui seis oficinas que têm como intuito a apresentação de um novo panorama histórico-cultural, de perspectiva mais global, aos alunos. Fomentando debates que vão desde a Idade Média e as recentes produções culturais influenciadas por este período, até a cultura de massa nas sociedades contemporâneas, destacando representações não-ocidentais. O objetivo, aqui, é abordar as diferentes formas de fazer cultura, utilizando a história como ferramenta para ampliar os horizontes dos participantes, na tentativa de impulsionar o papel desses jovens como consumidores culturais, mas também agentes capazes de produzir em um ambiente cultural tão vasto como o cenário carioca. Este módulo conta com oficinas a céu aberto.Módulo IV: Cultura, memória, história e patrimônio — O módulo de conclusão do projeto História Presente é composto de oito oficinas que buscam uma valorização e (re)invenção da cidade do Rio de Janeiro na perspectiva dos próprios alunos. Para isso, o objetivo deste módulo é pensar a História Local dos territórios em que cada escola parceira está localizada, pensando suas potencialidades e espaços culturais, fomentando, mais uma vez, a produção e atuação cultural de nossos beneficiários, com um enfoque em seu próprio bairro. Refletir sobre a cultura a partir do Rio de Janeiro, enfatizando aspectos como "territorialidade, meio ambiente e democracia" é fundamental para atingirmos os objetivos do projeto no longo prazo. Valorizando o patrimônio, uma de nossas oficinas a céu aberto, neste módulo, será realizada no território da Pequena África, no centro da cidade do Rio de Janeiro, contando também com um tour pelo Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), instituição parceira do Instituto Lima Barreto. Os locais de visitação são definidos de acordo com as temáticas de cada módulo. Temos já mapeado instituições parceiras como o Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), a Faculdade de Formação de Professores (FFP/UERJ) e o Museu da Imigração na Ilha das Flores, em São Gonçalo, mas também os seguintes espaços culturais: circuito da Pequena África, o Museu de Arte do Rio e a sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, todos no centro do Rio de Janeiro; o Palácio do Catete; o Museu de Arte Moderna de Resende e o Quilombo Santana, ambos em Resende; o Museu de Ciências da UFRJ; o Centro Cultural Fundação CSN, em Volta Redonda; Palácio Barão de Guapy, no município de Barra Mansa; o Arquivo Histórico Municipal de Resende; e o Memorial Zumbi dos Palmares, em Volta Redonda; com todas as visitas respeitando a especificidade de cada escola e o local em que se encontram, a fim de possibilitar o melhor deslocamento dos estudantes. Encerraremos o ano com uma última culminância, contando com os relatos dos beneficiários a respeito do projeto, oferecendo um ambiente acolhedor para as ideias que possam ser incorporadas no balanço do resultado do projeto. Produto E-book História Presente: O e-book será produzido no formato padrão de PDF, uma vez que preserva o layout e a formatação independentemente do dispositivo usado para visualizá-lo. Em nossa previsão, o e-book possuirá 60 páginas, para que seja possível abordar todos os tópicos estabelecidos. Em seu processo de produção, seguiremos o manual de marca do Instituto Lima Barreto, que define a fonte Libre Franklin como a tipografia oficial de nossos produtos. O espaçamento definido será de 1,15 e texto justificado. A capa do e-book, em formato JPG ou PNG, em virtude da melhor resolução oferecida por esses formatos, será selecionada a partir das imagens capturadas no decorrer do projeto, e deverá transmitir justamente a associação educativo-cultural que buscamos com nossas oficinas. Produto Cartilha de Roteiro Histórico-Cultural: O Roteiro será produzido no formato padrão de PDF, uma vez que preserva o layout e a formatação independentemente do dispositivo usado para visualizá-lo. Ao todo, possuirá entre 15 e 20 páginas, para que seja possível apresentar todos os elementos textuais e imagética que irão compor o produto final. Em seu processo de produção, seguiremos o manual de marca do Instituto Lima Barreto, que define a fonte Libre Franklin como a tipografia oficial de nossos produtos. O espaçamento definido será de 1,15 e texto justificado. A capa do Roteiro, em formato JPG ou PNG, em virtude da melhor resolução oferecida por esses formatos, será selecionada em conjunto com os beneficiários do projeto, uma vez que o produto final também terá colaboração deles.
Produto Oficinas em sala- Acessibilidade para pessoas com deficiência física/e ou mobilidade reduzida: as oficinas ocorrerão nas próprias escolas que possuem parceria com o Instituto. As salas de aula serão escolhidas no início do ano em parceria com a direção e coordenação do ambiente escolar, e devem se adequar a pessoas com deficiências físicas/e ou mobilidade reduzida, sendo de fácil acesso no espaço escolar. Além disso, todas as escolas selecionadas para aplicação do projeto devem estar em conformidade com a legislação que garante o acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida, além de serem inclusivas como rege a Lei 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência). - Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: os materiais textuais mais relevantes adotados em cada oficina irão contar com impressão em braille. Entretanto, é necessário destacar que as oficinas histórico-culturais partem da premissa da conversação entre os educadores sociais e estudantes, incentivando o desenvolvimento do raciocínio crítico e de habilidades como "falar em público", além de contar com materiais audiovisuais a serem adaptados por nossos educadores em cada caso. Os monitores são incentivados a realizarem uma tradução do material escrito, a fim de tornar as oficinas cada vez mais inclusivas. Nossos educadores são incentivados a realizarem audiodescrição, a fim de criar uma maior proximidade com os estudantes portadores de deficiências visuais, facilitando a comunicação e compreensão do conteúdo.- Acessibilidade para deficientes auditivos: Oferecemos um curso introdutório de LIBRAS, na formação de nossos educadores sociais. Incentivamos, ainda, que os educadores atuem de forma a observar as possíveis limitações sensoriais individuais de cada aluno beneficiado pelo projeto. Outro aspecto é que em nossas oficinas abordamos constantemente o tema da acessibilidade, de modo que em determinados encontros levamos o alfabeto em LIBRAS e incentivamos os alunos a praticarem para que se posicionem enquanto reprodutores da acessibilidade.- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, doenças ou síndromes que gerem limitações aos conteúdos: no processo de formação dos educadores sociais oferecemos um repertório de metodologias com abordagens voltadas para a educação inclusiva, refletindo acerca da importância da inclusão, destacando mecanismos a serem utilizados durante as oficinas que possam facilitar a acessibilidade. Além disso, semanalmente ocorre um encontro virtual de nossos educadores, em que são incentivados a compartilharem dificuldades e estratégias adotadas para uma educação inclusiva, possibilitando, assim, um ambiente de trocas e formação, capaz de auxiliar na transposição das dificuldades encontradas. Produto Oficinas a céu aberto- Acessibilidade para pessoas com deficiência física/e ou mobilidade reduzida: As oficinas ocorrerão em centros culturais de destaque do estado do Rio de Janeiro, sendo parte delas nos espaços que possuem parceria com o Instituto para a realização do projeto. Os demais locais serão escolhidos de modo a se adequarem a pessoas com deficiências físicas/e ou mobilidade reduzida, estando em conformidade com a legislação que prevê a existência de rampas, banheiros com acessibilidade, entre outros. Na escolha dos espaços públicos em que o projeto ocorrerá, serão priorizados os ambientes que estejam em conformidade com a Lei de Inclusão e se houver necessidade das oficinas serem realizadas em algum local que apresente restrições de acesso, o planejamento prevê o deslocamento com auxílio de monitores, ou o que for necessário para promover a inclusão. Na planilha orçamentária: Fretamento de transporte para as oficinas a céu aberto. (r$5.000,00 por escola).- Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Em nosso processo de formação de monitores, oferecemos um vasto repertório de metodologias para os educadores sociais trabalharem de modo a não excluírem pessoas com deficiência visual, sempre observando a limitação sensorial individual de cada educando. A mediação realizada durante as visitações, não difere dos cuidados que os educadores dedicam na construção dos conteúdos das oficina. - Acessibilidade para deficientes auditivos: Oferecemos um curso introdutório de LIBRAS. Incentivamos que os educadores atuem de forma a observar as possíveis limitações sensoriais individuais de cada estudante beneficiado pelo projeto, reportando ao seu gestor, maiores dificuldades. Aas oficinas ocorrem em ambientes culturais de destaque do estado do Rio de Janeiro, de modo que as instituições culturais, responsáveis também pelas visitas guiadas, em sua maioria possuem funcionários que dominam a Linguagem Brasileira de Sinais, apoiando nossos educadores, facilitando a aprendizagem. .- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, doenças ou síndromes que gerem limitações aos conteúdos: no processo de formação dos educadores sociais oferecemos um repertório de metodologias com abordagens voltadas para a educação inclusiva, refletindo acerca da importância da inclusão, destacando mecanismos, a serem utilizados durante as oficinas, que possam facilitar a acessibilidade. Além disso, há um formulário geral a ser preenchido por nossos educadores, destacando possíveis dificuldades enfrentadas, utilizado pelo gestor do projeto que buscará as soluções mais adequadas para superar as barreiras encontradas. Produto e-book História Presente e Cartilha de Roteiro Histórico-Cultural- Acessibilidade para pessoas com deficiência física/e ou mobilidade reduzida: não se aplica.- Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Em primeiro lugar realizaremos um webinar de apresentação do e-book e do Roteiro Histórico-cultural, com audiodescrição do material para facilitar o acesso ao seu conteúdo, descrevendo o modo como foi dividido e as etapas de produção. Além disso, será disponibilizado junto ao produto final um audioguia para pessoas com deficiência visual. Item na planilha orçamentária: Audiodescrição (R$200)- Acessibilidade PcD auditivos: intérprete de LIBRAS no webinar de apresentação do e-book e Roteiro Histórico-Cultural.- Acessibilidade para PcD intelectuais: A produção textual será simples e objetiva, para atender e gerar acesso às pessoas que apresentam espectros, síndrome ou limitações na assimilação do conteúdo. Na parte do design, desenvolveremos um material que seja pensado por profissionais de UX/UI acostumados a lidar com a formatação, uso de cores e espaço de textos, a fim de gerar um produto que seja não apenas agradável visualmente, mas que também evite dificuldades quanto à compreensão de seu conteúdo, tornando-o mais acessível. Produto Exposição de Trabalhos: - Acessibilidade para pessoas com deficiência física/e ou mobilidade reduzida: a exposição será realizada em lugar central nos colégios parceiros do Instituto, facilitando o acesso dos estudantes.- Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: os monitores realizarão audiodescrição do material exposto.- Acessibilidade PcD auditivos: o material exposto será expressamente visual, no entanto, os monitores estarão de plantão para auxiliar os estudantes.- Acessibilidade para PcD intelectuais: o material exposto será colocado em cartazes com letras que facilitem a leitura, e o conteúdo estará dividido por módulos (contos, poemas, pinturas, desenhos). Utilizaremos cores e espaçamento específicos, a fim de gerar um produto visualmente agradável e que evite dificuldades quanto à sua compreensão.
Para promover a democratização do acesso, seguindo os artigos 27 e 28 da Instrução Normativa n°01, da Lei Federal de Incentivo à Cultura, de 10 de abril de 2023, o Instituto Lima Barreto para a Mobilidade Social busca assegurar a democratização do acesso aos produtos e serviços culturais decorrentes do projeto História Presente: Cultura e Cidadania nas Escolas Públicas, uma vez que todas as suas atividades e produtos, incluindo aqui as oficinas em sala de aula, as oficinas a céu aberto e os produtos secundários, são oferecidos de forma 100% gratuita. Buscamos a ampliação do acesso, seguindo os incisos transcritos abaixo, de acordo com os produtos cadastrado no Plano de Distribuição. Democratização de acesso Produto: Oficinas (em sala de aula e a céu aberto) gratuitas. As oficinas do projeto ocorrerão de forma inteiramente gratuita e a participação será de inscrição voluntária, por parte dos estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Seguindo os princípios dos artigos 27 e 28, vamos abrir em cada escola parceira, em horário de contraturno, uma turma composta por até 30 estudantes, que poderão participar das oficinas que possuem duração de 1h30m, ocorrendo semanalmente. Prevê-se, então, um impacto direto a 60 discentes por escola, podendo este número aumentar a partir do cadastro de reserva e da viabilidade de abertura de outras turmas em cada escola. Formas de aprendizado: será disponibilizado para a consulta dos alunos, o material produzido para cada oficina, contendo não somente o slide feito pela equipe pedagógica do Instituto, mas também indicações de textos, sites, músicas e materiais diversos de complementação. Estratégias de divulgação: o projeto prevê a captação de alunos entre os meses de Fevereiro e Março, a partir da montagem de um stand em cada escola parceira, distribuição de flyers, panfletos e exposição de um banner do projeto. Além disso, prevê-se a divulgação de newsletter mensal com imagens e resultados das oficinas, como também de oportunidades de outros cursos, exposições, palestras e oficinas gratuitas ou a preços populares, selecionados por nossa equipe de educadores, a fim de expandir as oportunidades dos alunos da rede pública. Dessa forma, as ações do projeto vão em direção ao proposto no artigo 28 da IN n°01/2023, incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Nas oficinas a céu aberto, previamente agendadas em cada escola, e guiadas com o auxílio de nossos educadores sociais, proporcionamos visitações a espaços culturais de destaque do Rio de Janeiro, de modo que não há ônus para os estudantes. Levando em consideração a realidade de cada escola e priorizando possíveis equipamentos culturais próximos a elas, oferecemos também o transporte aos estudantes, para que possam expandir os seus horizontes para além do espaço escolar, tendo contato direto com elementos culturais, ampliando o acesso, em consonância com o artigo 28 da IN n°01/2023, inciso III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Além dessas medidas, o projeto História Presente também adotará outras ações de democratização, como a concessão de bolsa para Alunos Monitores, em que destinaremos parte do orçamento para o pagamento de bolsas, selecionando os alunos por critérios como presença, participação e desenvolvimento nas oficinas. Há, ainda, prioridade para Pessoas com Deficiência, em que reservaremos, no mínimo, 20% das vagas de cada turma para PcD, que não sendo preenchidas, serão redistribuídas de acordo com a demanda. Como registrado acima, também realizaremos um processo de divulgação de oportunidades culturais e socioprofissionais, com o envio mensal de uma newsletter com oportunidades para os estudantes. Essa divulgação visa expandir as opções culturais e formativas disponíveis aos alunos da rede pública de ensino, fomentando seu acesso à cultura em diversos contextos. Produto E-book do História Presente e Cartilha de Roteiro Histórico-Cultural - como resultado final do projeto, teremos dois produtos secundários a serem divulgados ampla e publicamente para a população. Estes produtos serão colaborativos, de modo que o e-book do História Presente apresentará um balanço dos resultados do projeto, registrando as metodologias adotadas durante o ano e as formas de expressões artísticas, como textos, pinturas e desenhos, produzidas por nossos beneficiários no decorrer das oficinas. Por outro lado, o Roteiro Histórico-Cultural, desenvolvido pelos próprios alunos, servirá como um mapeamento de espaços relevantes de visitação, tendo como foco principalmente a realidade local dos cidadãos-beneficiários, uma vez que nossas escolas parceiras encontram-se espalhadas pelo estado. Dessa forma, congregando informações levantadas pelos Roteiros produzidos por cada uma das turmas do projeto, nosso objetivo é registrar as experiências dos estudantes com as oficinas a céu aberto, e ao mesmo tempo produzir um material coletivo, capaz de ser adaptado e utilizado por diferentes públicos, dando relevância aos espaços de cultura do estado. Os dois materiais serão disponibilizados digitalmente e de forma gratuita, estando disponíveis para download nas mídias sociais do Instituto, para que possam ser acessados por nossos patrocinadores, jovens que integraram o projeto e pelos diferentes públicos interessados em atividades culturais. Ao adotar todas essas medidas de democratização do acesso, o projeto História Presente visa ampliar as oportunidades de envolvimento com a cultura e o conhecimento histórico para os estudantes da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social. Seguimos, dessa forma, as instruções estabelecidas pela Lei de Incentivo à Cultura, estando de acordo com os critérios definidios nos artigos 27 e 28 da IN 01/2023, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e diversa.
Flávia Pereira Martins, Gerente do Projeto História Presente: Mestranda no Programa de Pós Graduação em História Social da Cultura da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PPGHIS/PUC-RIO), e Licenciada e Bacharel em História pela mesma instituição. Sua agenda de pesquisa gira em torno das Ditaduras Militares no Cone Sul e suas imbricações com a Justiça Militar e as Relações de Gênero. Tem também experiência nas áreas de mediação cultural, educação patrimonial e arquivologia. No Instituto Lima Barreto já atuou como Educadora Social e hoje é responsável pela gestão do projeto História Presente. Victor Brandão de Oliveira, Auxiliar de Gestão: Mestrando no Programa de Pós Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHIS/UFRJ). É também Licenciado e Bacharel em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência como professor bilíngue de História, lecionando para os segmentos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, além de já ter trabalhado com a produção de material didático-pedagógico de História. Possui experiência de pesquisa na área de História do Esporte. Pelo Instituto Lima Barreto já atuou como Educador Social, e hoje é responsável por auxiliar na gestão de projetos sociais. Luana Leão Rodrigues, Auxiliar de Gestão: Mestranda no Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHIS/UFRJ) e é graduada em Bacharelado e Licenciatura em História pela UFRJ. Cursa formação em Psicanálise no Círculo Brasileiro de Psicanálise, seção RJ. Foi editora-chefe (2020-2021) e membro do comitê da Revista Outrora (ISSN: 2596-1489), revista de graduação de História da UFRJ, no período de 2018 a 2021. Possui experiência de pesquisa com ênfase nas áreas: Teoria da História, História Intelectual e História da Literatura. No Instituto Lima Barreto, encontra-se no setor de gestão, sendo responsável por atuar nos processos organizacionais que mantêm o bom funcionamento dos projetos, a fim de garantir resultados positivos e um impacto social relevante. Tamires Oliveira Souza, Coordenadora Pedagógica e Educadora Social: Mestranda no Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PPHR) na linha de pesquisa “Relações de Poder, Linguagens e História Intelectual” e graduada em História pela mesma universidade. Durante a graduação foi bolsista do Programa de Educação Tutorial (PET História UFRRJ). Atualmente é produtora de conteúdo, uma das fundadoras do projeto Passatempo Histórico e integrante do corpo discente do grupo de pesquisa “Núcleo de Estudos da Política e História Social (NEPHS-UFRRJ)”. John Henry Schulz, Consultor de Gestão: Norte americano radicado no Brasil nos anos 1970, historiador econômico (Yale e Princeton), autor de O Exército na política: origens da intervenção militar, 1850-1894 (EDUSP, 1996) e de A crise financeira da abolição, 1875-1901 (EDUSP, 1994), obras de referência entre acadêmicos, cujas edições digitais serão lançadas nos próximos meses. Fundou a Revista História e Economia em 2005 que atualmente conta com o patrocínio do Instituto Lima Barreto e da Universidad de Extremadura em Badajoz, Espanha. Também em 2005 fundou o Instituto BBS, uma escola de negócios sediada em Luanda, Angola, para a qual o Instituto Lima Barreto presta serviços. No mercado financeiro, fundou e dirigiu negócios de investimento operando dentro e fora do Brasil. Atua como consultor nos projetos sociais realizados pelo Instituto. Clarissa dos Santos Pinto, Educadora Social: Doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em História Social (2018-2020) assim como graduada em Bacharel e Licenciatura em História (2012-2017) pela Universidade Federal Fluminense. É professora da Educação Básica com ampla experiência no Ensino Médio e em Cursos Preparatórios para Vestibulares na rede privada. Como Educadora Social, já exerceu o ofício na Prefeitura Municipal de São Gonçalo em parceria com o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e atualmente no Instituto Lima Barreto atuando na rede pública do município. Eduardo Cesar Valuche Oliveira, Educador Social: Possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2013). Mestrado em História Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Bolsista CAPES (UERJ, 2017). Doutorando em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2021), bolsista do Programa de Excelência Acadêmica (PROEX) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Membro do grupo de pesquisa Portos e Cidades no Mundo Atlântico (CNPq), do laboratório POLIS – História Econômico-Social (UFF). Vencedor da “1ª Mostra Audiovisual Escolar” do município de Contagem (MG), categoria Ensino Fundamental II (2021). Gabriella da Silva Mendes, Educadora Social: Fundadora do Projeto Meninas na Ciência-UFRJ. Doutoranda e Mestre em Educação em Ciências e Saúde pelo Instituto NUTES de Educação em Ciências e Saúde. Possui Graduação pelo Instituto de História (IH-Bacharelado e Licenciatura – 2013-2017) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui experiência com ênfase nas áreas: Educação; Produção de Conteúdo Educacional e Pedagógico; História; Documentação; Digitalização; Acervos; Ciências; Saúde; Divulgação Científica; Popularização da Ciência; História das Ciências; Educação Patrimonial e Museal; História Contemporânea; História Oral; Gestão de Projetos; Gênero; Diversidade e Inclusão. Geisimara Soares Matos, Educadora Social: Nascida em Manaus onde graduou-se em História pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) em 2016, é mestra em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desde 2019 e atualmente cursa o doutorado em História Social pela mesma instituição. Possui experiência de pesquisa nas seguintes áreas: Pós-Abolição no Brasil, História do Amazonas, Primeira República, Raça e Racismo no Brasil e Ensino de História. Luan Ribeiro de Araujo, Educador Social: Professor de História, bacharel e licenciado pela UFRJ. Tem experiência como educador no ensino fundamental e médio da rede privada de ensino do Rio de Janeiro, além de lecionar cursos livres sobre História para o público não-especializado. Foi pesquisador colaborador do Programa de Estudos Medievais da UFRJ, com ênfase na produção sobre Alta Idade Média Ibérica. Como orientador, foi medalhista de prata e ouro na Olimpíada Nacional em Historia do Brasil - Edição Aberta, da Unicamp, em 2022. Maria Eloah Bernardo, Educadora Social: Mestranda no Programa de Pós-Graduação em História na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, PPHR/UFRRJ, onde desenvolve pesquisas na área de escravidão, gênero e trabalho na localidade de Piraí no Vale do Paraíba Fluminense sob orientação da Prof. Drª. Fabiane Popinigis. Licenciada em história pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO pelo consórcio CEDERJ, onde participou do projeto de iniciação científica "O Vale do Paraíba em fontes primárias". Atualmente atua como educadora voluntária no Pré-Vestibular Cidadão (PVC) do programa de educação popular do Movimento Ética na Política de Volta Redonda (MEP-VR). Rafael Rocha Montes, Educador Social: Nascido em Barra Mansa-RJ, é Professor e Pesquisador Licenciado em História pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB-FERP/Volta Redonda). Mestrando em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PPHR-UFRRJ) com foco de pesquisa voltado para práticas culturais de trabalhadores fabris, como o futebol operário. Durante a graduação foi bolsista do Programa Residência Pedagógica, iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e participou de projetos como o História do Brasil e Música, parceria da UGB-FERP com o Departamento Geral de Ações Socioeducativas de Volta Redonda (DEGASE).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.