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PRONAC 237102Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O CACIQUE

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 2,17 mi
Aprovado
R$ 2,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-04
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto consiste na produção, edição e veiculação mensal de uma Plataforma Digital difusora de conteúdos, ações e manifestações culturais dos povos indígenas de todo o Brasil, em especial da Amazônia, considerando a cultura indígena milenar como um patrimônio cultural imaterial que é a própria vida nas comunidades indígenas, com o objetivo de expor com informações de qualidade os seus problemas estruturais para o público em geral e relacioná-los com a análise crítica da realidade brasileira atual.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA 1 – Uma Plataforma Digital, de visita, mensal, O CACIQUE, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, e uma temática voltada para a difusão da cultura indígena brasileira como uma manifestação milenar e um patrimônio imaterial da cultura do Brasil, tendo como objetivo de expor, com informações de qualidade, os problemas estruturais das comunidades indígenas para o público em geral. 2 - Evento de Lançamento do projeto no Auditório da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe e de personalidades convidadas. E um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos para a difusão da Plataforma junto ao público consumidor de cultura no Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a discussão de que a cultura indígena é uma ferramenta de garantia de formação de cidadania. 3 - Contrapartidas Sociais: levar para as escolas públicas ao redor dos centros culturais que as palestras ocorrerão a equipe de convidados do projeto para a realização de palestras e a difusão da informação sobre a realidade indígena no Brasil. Serão 06 eventos de contrapartida social.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Celebrar a organização cada vez maior do movimento indígena brasileiro e difundir as ações da sua rede de mobilização; Apresentar o universo indígena ao público leitor, dentro do seu contorno cultural e de direitos, dialogando com a justiça socioambiental, em um cenário econômico cada vez mais comprometido com as pressões que sofrem os povos indígenas; Gerar informações sobre os movimentos sociopolíticos protagonizados pelos indígenas do Brasil propagando as reivindicações dos seus direitos; Produzir matérias sobre a participação ativa das lideranças indígenas, a articulação conjunta entre as comunidades e as parcerias com entidades de apoio nacionais e estrangeiras, juntamente com o Estado; Incentivar os objetivos do movimento indígena desde a sua movimentação política à delimitação de suas terras; Difundir as atividades do Sistema Agrícola Tradicional dos povos indígenas brasileiros como base da Economia Sustentável e como patrimônio cultural do Brasil; Apostar na arte e na cultura indígenas, música, dança, literatura e artes plásticas, como forma de incentivar a educação indígena diferenciada, realizando um trabalho de divulgação de suas várias manifestações nas escolas públicas e universidades em todo o país; Incentivar o "empreendedorismo entre as comunidades indígenas, apoiando e difundindo o "Sistema Tradicional Agrícola Indígena Sustentável", contribuindo para a formação de uma público-consumidor no centro sul do país, tendo a comunicação e o turismo como ferramentas econômicas criativas e inclusivas, promovendo a participação dos jovens indígenas na construção de uma comunicação contextualizada e mobilizadora. Viabilizar reuniões virtuais com poetas, escritores, críticos, ensaístas, artistas plásticos, jornalistas, lideranças indígenas, ambientalistas, personalidades e o público leitor, incluindo estudantes e universitários, juntamente com a participação das comunidades e dos jovens indígenas de várias regiões, para a promoção de uma discussão diversificada sobre a importância da cultura indígena como expressão da identidade brasileira, com a disseminação de conceitos e valores de sustentabilidade, arte, educação e empreendedorismo cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Elaborar, produzir, veicular e difundir a plataforma digital O CACIQUE, criada estrategicamente para dar suporte a uma revisão estruturada da cultura e do movimento indígenas brasileiros; Produzir as edições da plataforma a cada 30 dias, durante 12 meses, podendo conter de 10 a 20 matérias por edição, com informações de qualidade a respeito do passado e do presente da cultura indígena, incluindo as ações do movimento indígena e de outros movimentos culturais, brasileiros e estrangeiros, que a influenciaram e são influenciados por ela, com fotos de qualidade (atuais e de arquivo), plasticidade, estética, análise crítica e entrevistas; Dar sustentabilidade mensal à uma equipe de 05 jornalistas e redatores, 01 editor, 01 coordenador geral, 01 coordenador técnico, 01 coordenador cultural, articulistas e ilustradores convidados, aquisição de fotos de arquivo, 01 diretor de redação, 01 redator-chefe, 01 programador visual, 01 revisor, 01 produtor executivo, 01 assistente de produção, 01 assessor de marketing, 01 assistente de marketing, 01 social mídia, 01 gestor de tráfego, 01 analista de SEO, 01 digital influencer, 01 consultor de acessibilidade e 05 jovens indígenas aprendizes. Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão da Plataforma, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento no Auditório da ABL _ Academia Brasileira de Letras _ com as participações de escritores, acadêmicos, antropólogos e personalidades indígenas convidadas; Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos destinado ao público, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro. Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos, em escolas públicas próximas aos espaços selecionados, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, para o cumprimento das contrapartidas sociais. OBSERVAÇÃO: Com a realização da Plataforma O CACIQUE os organizadores do projeto esperam gerar impactos positivos para o movimento indígena do Brasil, interagindo com as várias comunidades indígenas espalhadas por todas as regiões do país, universidades, escolas públicas, empresas e instituições, com a produção de matérias sobre as comunidades, a participação da juventude indígena na elaboração de matérias, podcasts e comentários, com as lideranças indígenas, ambientalistas, cientistas, universitários, alunos de escolas públicas e personalidades contribuindo para a construção de uma análise crítica correspondente à realidade ambiental e étnico-social brasileiras, opiniões, ilustrações e informações das regiões abordadas, trazendo para a discussão central do movimento indígena a participação popular ativa, humanizadora e mobilizadora.

Justificativa

JUSTIFICATIVA O projeto O CACIQUE é um projeto cultural e de comunicação. Trata-se da construção de uma Plataforma Digital de ideias e conceitos indispensáveis ao entendimento das características da sociedade brasileira contemporânea, e dos dilemas que herdamos do passado, porque estará associada às suas raízes. Somos um povo de ‘matrizes ameríndias’, de ‘referência lusitana’, e de ‘uma mistura genuína de povos africanos’, o que transfere para a nossa essência uma qualidade extraordinariamente incomum e, até mesmo, excêntrica. A plataforma O CACIQUE irá acentuar as origens e as especificidades da cultura e do povo brasileiro conferindo à sua narrativa a realidade atual do Brasil, refletida na consciência da história aventuresca do seu maior herói: o índio. Pretende ser um veículo difusor de informações de qualidade, com uma linguagem livre, criativa, atual, responsável e cidadã, transmitindo conceitos e valores em defesa da conservação do meio ambiente e da cultura indígena, numa tentativa de não só difundir ensinamentos sobre o equilíbrio ecológico, mas de conhecer o "índio", no que ele é "diferente", e de pensar a realidade que vivemos com os fatores que provocam a desagregação da pluralidade social e étnica. Ter a aprovação da Lei Rouanet nesse projeto vem de encontro aos princípios que a Plataforma pretende difundir. A ideia é subsidiar o público com os vários ângulos dos acontecimentos que cercam a realidade atual dos povos indígenas, no sentido que reflita sobre temas como políticas públicas, economia da floresta, educação diferenciada, cultura, meio ambiente, sustentabilidade, responsabilidade social, entre outros, contendo artigos e entrevistas especiais, numa plataforma moderna propagadora de conceitos e valores de cidadania, democracia, direitos humanos e igualdade racial. Assim, deve apresentar uma comunicação com uma dimensão contextualizada na realidade ‘interdisciplinar’, vinculada aos temas locais e globais referentes às comunidades indígenas brasileiras, dentro de uma visão multicultural, multiétnica e multirracial. Uma comunicação em respeito à diversidade, que combata o racismo estrutural e promova a pluralidade, sem preconceitos ou ideais de supremacia concentrados na crença de que a raça branca é superior às outras raças. Solicitamos o enquadramento do projeto no Art. 18 por pertencer ao Segmento Cultural "Humanidades" e tratar-se da elaboração de uma "obra de referência eletrônica, de valor artístico, literário ou humanístico", além de incentivar o "empreendedorismo entre as comunidades indígenas, apoiando e difundindo o "Sistema Tradicional Agrícola Indígena Sustentável" e a comunicação e o turismo como ferramentas econômicas criativas e inclusivas, promovendo a participação dos jovens indígenas na construção de uma comunicação contextualizada e mobilizadora. Como também por atender os incisos referentes ao Art. 1o- da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo os incisos e a alínea do Art. 3o- da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)

Estratégia de execução

PROJETO PEDAGÓGICO PRODUTO: Plataforma Digital A plataforma O CACIQUE pretende contribuir para que a cultura indígena seja compreendida como ferramenta de garantia da cidadania, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação da sociedade brasileira, vendo-a como um bem de consumo cultural que a maioria da população não tem acesso. Os patrimônios culturais de natureza imaterial estão intrinsecamente relacionados ao comportamento social de uma sociedade. Assim, a plataforma vem dar visibilidade aos aspectos que separaram a sociedade brasileira das heranças culturais fundamentais para a compreensão do seu comportamento e que lhe conferem identidade peculiar e especial. Para isso, interferir na formação de uma opinião pública mais consciente de suas responsabilidades e na educação de jovens com a realização de uma atividade didática de extensão escolar, que a plataforma pretende implementar como conceito de uma comunicação ampla, local e global, é fundamental para o momento brasileiro atual, deixando como herança a produção de uma comunicação com informações de qualidade e uma série de atividades para a formação de novos leitores junto à rede pública de ensino. O CACIQUE será uma Plataforma Digital de matérias contendo a cobertura do movimento indígena, suas demandas e pretensões políticas, entrevistas, artigos e depoimentos sobre o significado da cultura indígena para a construção da sociedade brasileira moderna e atual. Organizada pelo escritor e jornalista Maurício Nolasco e pela jornalista Beatriz Cardoso, a Plataforma, além das matérias direcionadas, terá artigos de personalidades, acadêmicos e lideranças indígenas consagradas. Para as entrevistas serão sempre relacionadas personalidades envolvidas com as questões indígenas. Para os depoimentos curtos, uma nova geração de escritores, jornalistas, artistas e personalidades. TEMA CENTRAL: A cultura e o movimento indígenas como a representação de um comportamento ‘genuinamente’ brasileiro, com liberdade de expressão, valorizando a identidade cultural do Brasil e as presenças do índio no cotidiano do nosso país, tão necessárias para o desenvolvimento da democracia social brasileira. CONTEÚDO: Uma revisão da história da arte, da cultura e do movimento indígena no Brasil, nos últimos cem anos, adotando a compreensão das particularidades esquecidas pelo conservadorismo que insiste em manter-se aceso mesmo diante do incontestável da nossa realidade. A Plataforma será subdividida por uma “Panorâmica” a ser direcionada pelos organizadores sobre a concentração das comunidades indígenas em todas as regiões do país. Cada região terá a sua história indígena revelada, contada por capítulos e intercalada com matérias sobre a atualidade, com entrevistas e artigos específicos. RELEVÂNCIA: Trazer à superfície, aos dias atuais, o conceito de ruptura estabelecido pelo movimento indígena com o passado antiquado, retrógado e obsoleto, junto às estruturas antigas, autoritárias, conservadoras e ultrapassadas que, muitas vezes, ainda nutrem o comportamento de grande parte da nossa sociedade. ENCONTROS / SEMINÁRIOS E PALESTRAS Os eventos serão sempre organizados pelo Instituto Solidariedade e Cultura (ISC) e pela Escola de Comunicação (ECO-UFRJ), sob orientação do jornalista Maurício Nolasco e do professor Cristiano Henrique Ribeiro, tendo a intermediação e produção executiva do Instituto Solidariedade e Cultura.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉNICAS O QUE É? Uma Plataforma Digital mensal com cerca de 10 seções por edição com matérias sobre a cultura e o movimento indígena brasileiros, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, permeada pelo humor. O CACIQUE não tem origem em outra coisa a não ser na 'natividade' brasileira, que não descende de nada, nem tampouco do que permanece sem imaginação e liberdade de expressão e vem contribuir para a compreensão das grandes questões nacionais, num esforço amplo de interpretação da realidade atual. PRA QUE É? Entendemos a democracia como uma manifestação da nacionalidade, sugerindo sua importância para a transformação coletiva a partir das nossas histórias locais e globais, sendo um fator da identidade cultural, da construção da sociabilidade e da discussão dos nossos problemas fundamentais. QUEM FAZ? Protagonizado por um coletivo de jornalistas, fotógrafos, artistas, humoristas, escritores, articulistas, acadêmicos e personalidades, a Plataforma busca contribuir para a construção de uma nova alternativa de reflexão em relação ao movimento indígena do Brasil. LINHA EDITORIAL COM CREDIBILIDADE O perfil escolhido favorece espaço para artigos e análises com aprofundamento dos principais temas relacionados aos temas indígenas. Isso irá contribuir para que a Plataforma construa seu capital de valor e credibilidade. Com esse formato, o esforço da comunicação estará mais focado para as Classes A, B e C. Mas, ao mesmo tempo, a apresentação das matérias, em textos concisos, com recursos de imagens (fotografias, charges, ilustrações, gravações etc...), permitirá a diversificação do interesse do leitor, alimentando-o de conteúdos variados, com humor, responsabilidade e entretenimento. DADOS MOTIVACIONAIS + São 149,1 milhões de usuários da internet no Brasil; + 74% da população urbana estão ligados à internet; + 49% da população rural; + 48% adquiriram o hábito de usar algum tipo de serviço on-line; + 66% dos brasileiros são usuários ativos das redes sociais; + 85% dos internautas estão on-line todos os dias; + 66% dos internautas acessam a internet por dispositivos móveis; + 104,7 milhões de brasileiros se declaram leitores no país. AS MULHERES SÃO AS MAIS ATIVAS NAS REDES SOCIAIS Nos engajamentos do Facebook, o público feminino é mais ativo que o masculino: + Elas curtem o dobro de páginas; + Curtem 65% mais posts; + Comentam quase o triplo; + Compartilham três vezes mais; + Clicam 64% mais em anúncios. (Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação – CETIC). ESTRATÉGIA DE MARKETING DIGITAL Objetivos: ▪ Maximizar a difusão do veículo tendo em vista as variáveis externas, favoráveis ou não. ▪ Desenvolver um planejamento eficiente que potencialize a capacidade do jornal obter o máximo de assinaturas, visualizações e leitores fidelizados. Principais ações: ▪ Anúncios no Google ▪ Anúncios no Facebook ▪ 'Inbound' Marketing ▪ Gerenciamento das Redes Sociais ▪ Uso das técnicas de SEO (Search Engine Optimization) ▪ Sistema de envio de E-mail Marketing ▪ Criação de Campanha de E-mail Marketing. SER ATIVO NAS REDES SOCIAIS O impacto da informação digital atualmente é mais poderoso do que nas versões impressas: Para se ter uma ideia do poder de alcance desses meios de comunicação, só o Facebook possui cerca de 83 milhões de contas abertas no Brasil. Esses números sugerem a amplitude do resultado de um bom trabalho junto às redes sociais. ▪ Criar diversas contas em múltiplos canais gerenciando-as com frequência; ▪ Estimular os leitores a viralizarem as matérias veiculadas no jornal; ▪ Promover ações personalizadas dentro e fora do veículo para conseguir o nível de engajamento previsto (exemplo: brechas para comentários e cartas; festas em espaços culturais; criação de debates nas universidades). Para efetivar uma estratégia de marketing digital eficiente, iremos usar plataformas especializadas na automação do processo. Por exemplo: Google Adwords, Linkedin e Bing Ads. Assim, obteremos informações de acordo com o interesse do jornal, localização geográfica, idade, hábitos de navegação, entre outros dados que irão caracterizar o perfil do leitor que pretendemos alcançar.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE 1 – PLATAFORMA DIGITAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os organizadores irão contratar um consultor de soluções de acessibilidade para atender os deficientes visuais como demonstra a planilha orçamentária. Caso seja necessário, poderão serem utilizados recursos também da administração do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Plataforma Digital” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Os organizadores irão contratar um consultor de soluções de acessibilidade para atender os deficientes auditivos como demonstra a planilha orçamentária. Caso seja necessário, poderão ser utilizados recursos também da administração do projeto. 2 – EVENTOS / LANÇAMENTO / SEMINÁRIO / PALESTRA Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais de alguma instituição especializada no setor para levar um grupo ao evento de lançamento e a cada uma das palestras, disponibilizando um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES FÍSICOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos de alguma instituição especializada no setor para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes), e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. Os eventos não terão público convidado externo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas é destinado somente aos alunos das escolas públicas.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 – PLATAFORMA DIGITAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do evento de lançamento e das palestras que serão realizadas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 2 – LANÇAMENTO / ENCONTROS / PALESTRAS II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos das comunidades contempladas 3 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO SÍTIO DE INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas selecionadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos à PLATAFORMA DIGITAL, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos das escolas públicas.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Editor e Direção de Conteúdo - Maurício Nolasco Subeditor 1 e Direção de Redação – Luiz Henrique Romanholli Subeditor 2 e Redatora-Chefe – Beatriz Cardoso Coordenador Técnico (Comunicação Social) – Cristiano Ribeiro Coordenador Cultural (Direção de Pesquisa) – Fernando Santoro Redatora (História do Brasil) – Andréa Casanova Maia Redatora (História e Filosofia Indígenas) - Damires dos Santos Jornalistas – Angélica Basthi, Henrique Koifman e Renato Martins Revisor e Redator – Bruno França Revisor e Redator – Rodrigo Trindade Fotografia – Paulo Múmia Fotógrafo – Alex Ferro Designer – Roberto Dalmaso Designer – Clorisval Pereira Assessora de Comunicação e Marketing – Beatriz Santos Assistente de Marketing e Gestora de Tráfego – Ana Karenina Riehl Produção Executiva – Thaís Fonseca Assistente de Produção – Talita Nascimento Coordenador Geral - Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. LUIZ HENRIQUE ROMANHOLLI Formação: Comunicação Social, ECO/UFRJ (1988). Gerenciamento de produção e edição de conteúdo; Apuração e redação de notícias; Comunicação corporativa; UX writing; Redação de roteiros; Gerenciamento de projetos de produtos impressos e digitais; Gerenciamento de projetos de comunicação e artísticos. Trinta (30) anos de experiência em empresas de mídia: Apuração, produção, redação, edição e distribuição de conteúdo digital e impresso; Gestão de projetos; Gestão de equipe multidisciplinar; Projetos visando à monetização de conteúdo; Repórter de cultura do Caderno Bis do Jornal Tribuna da Imprensa/RJ (1989/1990). Repórter da revista Bizz, Editora Abril (1990/1991); Repórter e subeditor do Segundo Caderno do jornal O Globo/RJ (1991 a 1997); Editor-adjunto de Esportes do jornalO Globo/RJ (1997/1998); Editor do Carro Etc O GLOBO/RJ (1997 a 2001); Gerente de conteúdo/Editor-chefe Globo.com (2001 a 2008): GloboEsporte.com, Big Brother Brasil, Ego; Gerente de conteúdo/Editor-chefe Rede Globo (2008 a 20110): CGcom, sites de programas do Projac; Gerente de produto/negócios OGlobo (2011 a 2018); Consultor na criação da redação integrada do Grupo O Liberal(Belém/PA) (07/2018 a 12/2018); Consultor de conteúdo da Memória da Eletricidade. Editora Moderna; Bennu.TV; O Liberal (Consultor - Junho/2018 a Dezembro/2018); O Globo (Gerente de produto e negócios - Janeiro/2011 a Maio/2018); Gerente de produto e negócios de projetos especiais (Rio Gastronomia, Semana Design, Educação 360, Reage Rio etc.); TV Globo; Gerente de conteúdo - Abril/2008 a Dezembro/2010; Gerente de conteúdo da equipe de mídias digitais da CGCom (Central Globo de Comunicação); Gerente de conteúdo dos sites de entretenimento da TV Globo (Projac); Globo.com (Gerente de conteúdo - Maio/2001 a Abril/2008; Gerente de conteúdo/editor-chefe do site GloboEsporte.com; Gerente de conteúdo/editor-chefe dos sites de reality shows da TV Globo (Big Brother, Fama, No Limite); Gerente de conteúdo/editor-chefe do site Ego; O Globo (Editor - Agosto/1991 a Maio/2001). Ao longo de quase dez anos, fui repórter e subeditor do Segundo Caderno (suplemento de arte e cultura), editor-adjunto de Esportes e editor do suplemento de automóveis. BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira turma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. CRISTIANO HENRIQUE RIBEIRO (ECO-LECC-UFRJ) Professor Adjunto na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor (2009) e Mestre (2002) em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO / UFRJ). Possui graduação em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996). Diretor da Escola de Comunicação da UFRJ (2022-2026). Coordenador e pesquisador do LECC-UFRJ - Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária. Coordenador do projeto de extensão MIDIOGRAFIAS DO ATUAL - Ação Integrada e Multimídia de Projetos de Pesquisa Social e Opinião Pública da ECO / UFRJ. Representante eleito (suplente) dos professores adjuntos do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) no CONSUNI UFRJ (Conselho Universitário). Membro do Comitê de Comunicação do Plano Diretor 2030 da UFRJ. Chefiou o Departamento de Métodos e Áreas Conexas (DMAC) da ECO / UFRJ de 2018 a 2022. Foi professor / sub-coordenador de curso de Comunicação Social da Universidade Gama Filho. Tem experiência nas áreas de Comunicação, com ênfase em Comunicação Mercadológica, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa de marketing e opinião pública, estudos de audiência e de programação, planejamento estratégico, publicidade e propaganda, além de estudos acadêmicos sobre comunidades religiosas de matriz africana. Atualmente, se dedica a pesquisas sobre formas de pertencimento e autogestão de comunidades-terreiro de Candomblé como organizações de quilombos urbanos e Metodologias de Pesquisa nas Redes Sociais. Atua também como coordenador do NACO ? Núcleo de Apoio à Comunicação do ILÉ À ÒGÚN ÀLÁKÒRÓ (Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo - Terreiro de Candomblé Ketu) no município de Magé ? Rio de Janeiro (Ponto de Cultura, DOU N 84, SCDC, Portaria N 30 de 03 de maio de 2016) e é coordenador geral de projetos do Quilombo de Bongaba (Kilombá) em Magé RJ (Fundação Cultural Palmares, N 0056437/2018/COPAB/DPA/PR). Membro do Grupo Àwúre - Candomblé de Tradição e organizador na UFRJ do Fórum Àwúre com sacerdotes de casas tradicionais de religiões de Matriz Africana. FERNANDO SANTORO (IFCS-OUSIA-UFRJ) Concluiu o doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1988. Realizou um pós-doutorado em Filosofia na Universidade de Paris IV Sorbonne em 2000 e um estágio sênior na École Normale Supérieure e na Universidade de Paris IV em 2010-11. Foi professor visitante na École Normale Supérieure de Paris nos anos acadêmicos de 2010/11 e 2013. Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos no biênio 2010/11. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro de 2012 a 2015. Diretor de Programa no Collège International de Philosophie (Paris) de 2013 a 2019. Professor Visitante na Oxford Bociaisrookes University de 2019 a 2020 com bolsa do programa Capes/Print. Atualmente é Professor Titular da Universidade do Rio de Janeiro, Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, Coordenador do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e Editor Chefe do periódico Anais de Filosofia Clássica on-line. Publicou 45 artigos em periódicos especializados. Possui 46 capítulos de livros e 6 livros publicados e organizou 5 livros. Orientou 19 dissertações de mestrado e 15 teses de doutorado, supervisionou 5 pós-doutorados, além de ter orientado 25 trabalhos de iniciação científica e 31 trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Filosofia e Letras. Atualmente coordena 3 projetos de pesquisa, 3 projetos de extensão e um projeto de ensino. Lidera o Grupo de Pesquisa do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e intintegra o GdRI do CNRS "Philosopher em Langues. Comparatisme et traduction", o Labex do CNRS "Transfers" e o projeto Capes/Print "Dicionário dos Intraduzíveis". Atua na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Antiga e Poética. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 220 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica e artístico-cultural são: Aristóteles, filosofia antiga, filosofia, linguagem, Platão, poética, ontologia, pré-socráticos e Parmênides. ANDRÉA CASA NOVA MAIA (IFCS) Professora Associada de História do Brasil Republicano e História da Arte do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Bolsista de Produtividade do CNPq. Doutora em História social da cultura pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestre e Licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde realizou estágio pós-doutoral recentemente. Presidente da Associação Nacional de História Oral (ABHO-2020-2022) e Coordenadora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ (PPGHIS-2021-2022). Vice-presidente da Internacional Oral History Association (IOHA- 2012-2014). Jovem Cientista do Nosso Estado - FAPERJ (2013-2015). Atua nos cursos de graduação em História e Ciências Sociais do Instituto de História e do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ, bem como no Programa de Pós-Graduação em História Social (PPGHIS-UFRJ) e Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC-UFRJ) lecionando e orientando teses e dissertações, bem como monografias e iniciação científica. Coordenadora do IMAM - GP-CNPq, Laboratório de Imagem, Memória, Arte e Metrópole, ativo desde 2010 (www.imam.historia.ufrj.br) e é pesquisadora associada do BR-PHCP/GP-CNPq, Brasil Republicano, Pesquisadores em História política e cultural, bem como do GP-CNPq Imprensa e circulação de ideias no século XIX e XX, além do LEHMT, GP-Cnpq: Laboratório de estudos históricos sobre o mundo do trabalho. É autora de: Apubh-20 anos. História Oral do Movimento Docente da UFMG. (APUBH, 1998), Nos Trilhos do Tempo – Memória ferroviária de Pedro Leopoldo (Mazza, 2003), Encontros e Despedidas: história de ferrovias e ferroviários de Minas Gerais (Argvmentvm, 2009), Lições do Tempo, Temas em História e Historiografia do Brasil Republicano (7 Letras, 2016), Russos em revista (Gramma, 2018), Waldir dos Santos, o sambista operário. História de uma mina de ouro no tempo de Vargas (Gramma, 2019); coorganizadora de Ética e Imagem (C/Arte, 2010), Outras Histórias: ensaios em História Social (Ponteio, 2012), Arquivo Pandemia volume 1 e volume 2 (Editora UFMG, 2020), organizadora de O Mundo do Trabalho nas páginas das revistas ilustradas (7Letras, 2015), História oral e Direito à Cidade (Letra & Voz, 2019), Recortes do Feminino - Cristais de memória e História de Mulheres nos arquivos do tempo (Ed.Telha, 2020), entre outros capítulos e artigos em revistas especializadas. DAMIRES DOS SANTOS FRANÇA (IFCS) Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGF/UFRJ), Mestre em Educação, Especialista em Administração Escolar e Licenciada em Pedagogia e bacharela em Ciências Sociais pela UFRJ. Atua como técnica em assuntos educacionais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ). É membra dos grupos de pesquisa Coletivo de Pesquisas Decoloniais e Libertárias (CPDEL/UFRJ) e do Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/UNIRIO). Atualmente é tutora da CEDERJ e técnica em assuntos educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Educação atuando, principalmente, nos seguintes temas: educação ambiental, formação de professor, educação indígena. ANGÉLICA BASTHI Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre vários outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. HENRIQUE KOIFMAN Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com cursos de especialização em Comunicação e Marketing (FGV) e de extensão em Literatura e Cinema (Real Gabinete Português de Leitura) e Filosofia (Arte e Pensamento – UFRJ). Fluente em inglês e espanhol, domina ferramentas de construção, edição e publicação na internet. Trabalhou como repórter, fotógrafo, redator e editor em jornais e revistas como O Dia, Manchete, Ele & Ela, Geográfica Universal e Autonomia. Foi editor da Petrobras Magazine – revista internacional da Petrobras, pela qual recebeu o Prêmio Aberje – e editor, co-editor e jornalista responsável em diversas publicações institucionais, internas e externas, como a Revista BB com Você (Banco do Brasil); Revista Petrobras Distribuidora e Jornal do Revendedor da BR (Petrobras Distribuidora); Jornal da Vale, Logística em Foco e Vale News (Vale); ViverValeSul (Valesul Alumínio); Conexão Anglo American (Anglo American); TKCSA News (Thyssenkrupp CSA); Comunicar e Pestana News (Rede Pestana de Hotéis) e Via Expressa (Lamsa-Invepar), entre outros veículos. Foi coordenador e co-editor responsável pela adaptação e complementação do conteúdo para o lançamento das revistas Lonely Planet e Knowlegge (depois, Conhecer) no Brasil. Atuou como assessor de imprensa em eventos de grande porte. Foi responsável por uma coluna semanal sobre o segmento automotivo no jornal O Dia e mantém um blog sobre o assunto no jornal O Globo OnLine, tendo um canal no Youtube, além da página temática Carros do Rio, sobre carros antigos, no Facebbok, Instagran, Twitter e Google+. RENATO MARTINS Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi redator da editoria de Exterior da Folha de São Paulo. Repórter, redator e locutor do serviço em Língua Portuguesa da Rádio Coréia – KBS (Korean Broadcasting System) em Seul, Coreia do Sul, com “frilas” para a BBC de Londres, Rádio France International, Rádio e Televisão Portuguesa, Rádio Vaticana, Teledifusão de Macau e Jovem Pan. Foi editor-assistente de Política Exterior, Primeira Página e Opinião para a Folha de São Paulo. Foi também editor-assistente e editor-adjunto de noticiário internacional do Broadcast – serviço de noticiário econômico e financeiro em tempo real da Agência Estado. Atualmente, co-publisher e editor do mundoinvisivel.org. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. BRUNO FRANÇA Repórter especial de política e economia, entre outras editorias jornalísticas (cidade, políticas municipal, estadual e federal, internacional, saúde, ciência, educação e tecnologia, cultura e esporte), produção de entrevistas, matérias gravadas ou ao vivo, âncora, edição de textos, imagens, áudios e vídeos, locução e produção em geral. Formado em Jornalismo e Pós-graduado em Sociologia pela UERJ. Trabalhou nas Rádios MEC, Mundial e Roquette Pinto. Editor-chefe do Programa Nação Brasil da Rádio Livre 1440 AM-RJ. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20 anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da Telagráfica Arte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. CLORISVAL PEREIRA Professor adjunto no curso de Comunicação Visual - Design, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor e Mestre em Design pela PUC-Rio. Graduou-se em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília. Iniciou sua atividade profissional como designer de interface de usuário em projetos de interação humano-computador e de educação à distância. Foi web designer e gerente de projetos no Núcleo de Tecnologia da Informação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (NTI/CNPq) e na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), onde coordenou iniciativas de acessibilidade e inclusão digital para organizações de interesse público. Atua com pesquisa e coordenação de projetos de mídias digitais com ênfase em inovação social e sustentabilidade. Sua tese de doutorado investigou o impacto das tecnologias de rede e das mídias digitais nos territórios de participação cidadã no Brasil e discutiu práticas colaborativas e exploratórias de design mídias digitais voltadas para a construção de sentidos e narrativas sobre questões de interesse público. PAULO MÚMIA É fotojornalista e antropólogo visual. Trabalha desde 2001 nas áreas de jornalismo, institucional, foto documentarismo e em segmentos culturais como FUNAI e UNESCO. Nas últimas décadas tem desenvolvido projetos de investigação etnográfica e antropológica com povos indígenas do Brasil, assim como trabalhos foto jornalísticos durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, as manifestações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 ou os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016, entre outros. Com o Rio de Janeiro como tela, documenta cada Carnaval como se fosse o primeiro. O seu trabalho esteve em exposição no MAR (Museu de Arte do Rio de Janeiro), Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Baukurs. É formado em Museologia pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO), com pós-graduação / Lato Sensu em Fotografia Como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais (UCAM). Quando não está fotografando, nem torcendo pelo América, Múmia gosta de beber um bom chopp e de ajudar a namorada a memorizar o último samba enredo da Acadêmicos de Santa Cruz. ALEX FERRO Fotógrafo profissional com a carreira iniciada em 1989 no jornal O Povo na Rua. Em 1990, nas revistas Manchete e Ele & Ela (Bloch Editores), teve a oportunidade de associar a cobertura de pautas diárias à criação de propostas temáticas, como as coberturas exclusivas do Carnaval do Rio de Janeiro. A partir de 2008, começou a viajar com regularidade para Portugal dividindo o tempo entre o Rio e Lisboa. Em Portugal, trabalhou no desenvolvimento de conteúdos para moda e fazendo reportagens e ensaios para o Grupo Cofina. Especializou-se em coberturas longas e megaprojetos, no Brasil e no exterior, acumulando experiência em trabalhos institucionais, comerciais e corporativos na iniciativa privada. Cobriu as Olimpíadas de 2016, como fotógrafo oficial do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos produzindo um banco de imagens, editadas e tratadas, com mais de 150 mil registros de fotos esportivas e da cidade do Rio de Janeiro. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. ANA KARENINA RIEHL Comunicação | Marketing | Estratégia | Inovação | Art & Tech | Web3 | Diversidade | Produção | Pesquisadora. THAÍS FONSECA Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. CARLOS EDUARDO ARCANJO DE OLIVEIRA Filho do saudoso Mestre Coé da Mocidade Independente de Padre Miguel, Dudu Oliveira há 10 anos ministra cursos de bateria de escola de samba para os jovens da Vila Vintém, em Realengo, e, durante esse período, tem atuado como segundo mestre de bateria da escola. Há 04 anos, desenvolve um trabalho de educação de jovens na arte do samba em parceria com o famoso Mestre Odilon Costa. Mestre Dudu Oliveira assumiu recentemente em definitivo a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Músico e Empresário. OBSERVAÇÃO: Declaramos para os devidos fins que o Instituto Solidariedade e Cultura é o único e exclusivo responsável pela elaboração e a execução do projeto O CACIQUE. Declaramos ainda que a instituição é a autora intelectual do projeto e que participará diretamente de todas as suas atividades (todo o plano de trabalho é montado e coordenado pelo instituto), desde o conteúdo do projeto, à formação de toda a equipe de jornalistas (convidados pela instituição), produção executiva, divulgação do projeto nas redes sociais, incluindo a administração e a gestão financeira e parcerias institucionais, o agenciamento e a prestação final de contas. Informamos ainda que o Instituto Solidariedade e Cultura não participa de iniciativas de terceiros, como intermediação, somente de projetos próprios (autoria, produção e gestão).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.