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PRONAC 237148Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

ARTECULTURA ZEROCLOWN

ALDO HAYRTON DEZAN
Solicitado
R$ 319,0 mil
Aprovado
R$ 453,8 mil
Captado
R$ 231,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

50.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Votuporanga
Início
2024-01-15
Término
2027-02-28
Locais de realização (3)
Ribeirão Preto São PauloSão José do Rio Preto São PauloVotuporanga São Paulo

Resumo

Espetáculos de Teatro/ circo em hospitais e ambientes de saúde para crianças e adultos, acompanhantes e profissionais, utilizando a linguagem do palhaço circense com improviso as quais pesquiso e realizo desde 2008, na região Noroeste Paulista. A Contrapartida Social será a apresentação de espetáculos de palhaço com debate no encerramento, para alunos do ensino público.

Sinopse

Não se aplica. Nossas ações são realizadas através de improviso com música, dança, mágica, contação de histórias e outros. Buscamos capacitação nos grandes centros através de grupos de artistas circenses e clows semelhantes, e ainda pesquisamos em livros, filmes e artistas consagrados de humor no país e no exterior para compor de improviso as nossas ações levando o lúdico adequado ao instante e as necesidades das crianças, pais e profissionais de saúde que as acompanham nas internações e na espera antes do tratamento, exames e procedimentos médicos.

Objetivos

Objetivos gerais: 1 - A democratização da cultura. A Lei de Incentivo a Cultura nº 8313, tem sido de grande valia no Brasil para a difusão e democratização da cultura nas mais variadas formas das artes e possibilita levar aos mais variados ambientes e público, esta que é uma das melhores formas de expressão do ser humano, e ainda mais, entrar com a arte do palhaço nos mais diversos ambientes causando inúmeras reações positivas principalmente para o público de baixa renda, vindo de outras regiões e até outros estados não atendidos por nenhuma instalação cultural deixando marcas positivas resultantes desse encontro favorecendo e impactando positivamente nas suas resoluções dos problemas e dificuldades do dia a dia. 2 - Manter os nossos espetáculos gratuitamente. Não cobramos ingresso pois nesse ambiente, não cabe esse tipo de cobrança. Pretendemos dar continuidade aos nossos espetáculos com o projeto cultural PalhaÇos ArteCULTURA ZEROCLoWN, que consideramos ser uma das mais puras formas de praticar a arte onde o circo e o palhaço circense, através da linguagem do palhaço e vários outros recursos, continuamos neste caminho como iniciamos a dezessete anos levando arte e cultura a ambientes de saúde, escolas e hospitais da região noroeste paulista, sem ônus para as instituições e para o nosso público. Sendo assim, temos total liberdade artística para a criação e improviso, entregando algo inédito em cada leito, cada piso e setor, através da sensibilidade do palhaço com a sua ingenuidade e a sua inocência bem desenvolvida e atenta para que a transformação através do bom humor possa transportá-lo para um lugar em que o pensamento será menos ansioso e o mais leve possível, conforme pesquisas relatadas, além dos benefícios positivos da cultura e da arte nos espectadores, ocorre também uma melhora na aceitação aos tratamentos, possibilitando uma recuperação mais rápida. 3 - Difusão da Cultura do palhaço e o impacto positivo nas pessoas independente da faixa etária, do ambiente ou situação. Com um público estimado para este projeto de 2.000/ mês e com repercussão no meio artístico acreditamos muito nessa forma de difusão da cultura e que esse público pode, durante as apresentações, identificar neles próprios, uma nova forma de enfrentar as dificuldades e os problemas com inúmeras outras possibilidades de sorrir diante de tanta dor e medo, seja ali, na escola, em casa ou em qualquer outro lugar e em qualquer outra relação. As pessoas mudam e passam a observar melhor a diferença entre resolver as questões do cotidiano com ou sem o bom humor. Percebem que com o bom humor inserido no contexto das resoluções, o entendimento e as próprias decisões podem ser mais fáceis e menos dolorosas. Podemos encontrar maneiras mais leves e saudáveis para enfrentar com mais facilidade as dificuldades e os problemas. 4 _ Abrangência Regional e I Nos apresentamos para pessoas vindas de várias cidades e até de outros estados. Essa abrangência é citada nos meios de comunicação dos Hospitais e possibilita que os nossos números citados seja facilmente atendido, com 28.400 pessoas, em apenas 10 meses de apresentações. Quando há prorrogações do projeto para outro exercício, esses números são ainda maiores. Objetivos Específicos: A proposta que submetemos este projeto pretende realizar 18 apresentações por mês/ totalizando 180 espetáculos num período de 300 DIAS, distribuídos da seguinte forma: (contando com a fase de Pré-Produção que será de mais 60 dias e a pós produção, que será de mais 60 dias. Hospital em Ribeirão Preto-SP, com um espetáculo a cada quinze dias (2 por mês) com público de 300 pessoas/ dia com um total de 6.000 no final de 10 meses; Hospital em São José do Rio Preto, sendo dois espetáculos por semana (8 por mês) com público de 200 pessoas/ dia e 16.000 no final de 10 meses; Hospital em Votuporanga-SP, com dois espetáculos por semana (8 por mês) com público 80 pessoas/ dia e 6.400 no final do 10 meses. Pretendemos atender até o final dos 10 meses de execução, um público de 28.400 pessoas entre crianças e adultos. Estes Hospitais com as mesmas necessidades de espetáculos e ações semelhantes das instituições as quais já realizamos desde 2008, entre os quais recebemos convites das Direções, para acréscimo nas cidades de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto-SP. Dependendo da situação e do tempo que desprendermos para captar os recursos necessários e caso demore para o desbloqueio para execução, e provavelmente pela vasta atribuição de tempo dedicada a análise inicial, precisaremos prorrogar o prazo de execução e captação para final 2026, aumentando esses números de espetáculos no final. Contrapartida Social - Apresentação de espetáculos de palhaço para alunos do ensino público com debate no final. Com um espetáculo de palhaço de 50 minutos, onde pretendemos difundir e levar aos alunos a forma de pesquisar e de se iniciar aos estudos sobre a linguagem do palhaço circense e seus benefícios no cotidiano. Espetáculo pretende atender cerca de 600 alunos do ensino público. Debate sobre a montagem do espetáculo, sobre a arte do palhaço e o bom humor que ela carrega e o quanto isso pode impactar em nosso dia a dia e dicas sobre a iniciação e à pesquisa do clown para despertar e incentivar novos pesquisadores na linguagem. Sobre os reais benefícios do bom humor no cotidiano e como elaborar um roteiro para espetáculo de palhaço.

Justificativa

O projeto se enquadra em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bom como nos objetivos do Art. 3º da mesma norma. I-contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; -Em todas as apresentações realizadas bem como aos espetáculos apresentados, o público terá livre acesso às fontes da cultura e exercerá o pleno exercício dos direitos culturais pois eles serão e estarão disponíveis sem a cobrança de ingresso e aberto ao público em geral; II-promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; -Os artistas do Grupo são formados e nascidos no interior, mesma região onde serão apresentadas as ações e os espetáculos com a valorização dos recursos humanos, gerando emprego e renda com conteúdos locais; III-apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; -O circo está presente em todo o território nacional com seus palhaços e a sua arte. Trazemos uma pesquisa sobre essa linguagem do palhaço circense que vem desde os primeiros artistas nacionais como: Benjamim (1870_1954), PICOLINO I (1886_1962), TORRESMO (1889_1981), ARRELIA (1905_2005), CAREQUINHA (1915_2006) e mestre Piolin. Nerino Avanzi, o Picolino, viveu a infância no paulistano Teatro Polytheama, Vale do Anhangabaú. Pelas frestas assistia aos espetáculos. Fundou em 1913, em Curitiba, o Circo Nerino. Circulou junto com a mulher, a trapezista francesa Armandine Ribolá. O filho Roger Avanzi virou Picolino II. Muitas famílias participaram do Nerino, "o mais querido circo do Brasil". Em 52 anos, conquistou o "respeitável público". No livro Circo Nerino, Roger e Verônica Tamaoki (Códex/Pindorama Circus) contam a vida da companhia com paixão e lindas imagens. Brasil José Carlos Queirolo era o nome do palhaço Torresmo. Nasceu em Espírito Santo do Pinhal, cidade do Paraná. Filho de pai uruguaio e mãe argentina, sua vida inteira foi dedicada ao circo, pois ele nasceu na família do palhaço Chicharrão, seu pai, que se chamava João Carlos Queirolo, considerado um mestre do circo. Ele nasceu no dia 04 de abril de 1918. A mãe Graciana era atriz. Aos três anos Brasil José tomou parte em uma apresentação com o nome de Chicharrãozinho. Na adolescência estudou no Colégio Caetano de Campos e depois no Ginásio Ipiranga. Com os pais excursionou por todo Brasil e alguns países estrangeiros. Foi cantor de tangos e melodias mexicanas, compositor e poeta. Aprendeu a tocar saxofone, marimba, violino. Era um artista completo. No circo foi equilibrista, trapezista, malabarista, aramista e domador de animais. Mas foi, sobretudo palhaço. Foi locutor de rádio, mas ficou sabendo que a televisão ia ser inaugurada no Brasil. E apareceu na TV Tupi. Estava lá no dia 18 de setembro de 1950, ao lado de Fuzarca, com quem fez dupla. A dupla aparecia nos programas infantis, com muito sucesso. Quando Fuzarca faleceu Torresmo passou a trabalhar com seu filho, já mocinho, e que adotou o nome de Pururuca (além dele, Torresmo teve uma filha, Gladismary _ ambos do casamento com Otilia Queirolo). Torresmo também passou por outras emissoras de TV: Record, Cultura, Excelsior, Bandeirantes e Gazeta. O palhaço faleceu em 19 de agosto de 1996 com 78 anos de idade. Waldemar Seyssel, o famoso Palhaço Arrelia, cuja família se confunde com a história do circo no Brasil, é daquele tempo em que os artistas de circo praticamente nasciam no picadeiro. A arte circense ia sendo ensinada de pai para filho e nenhum membro da família pensava em se dedicar a outra atividade. Ele começou a atuar com seis meses de idade. Escolheu as artes circenses aos 17 anos. Começou como malabarista, mas fez a opção pela figura do palhaço ao ser muito aplaudido em um número. Se define como "um palhaço bem diferente; Alto e desengonçado, um tipo de rua, um misto de gente que se encontra no circo, teatro, cinema, TV e na própria rua. Um tipo que vai indo aos trambolhões, mas vai indo, mesmo sem instrução e metido a sebo". Acredita muito no estudo acurado do personagem, que vai representar e que o sucesso depende muito disso, e por isso mesmo acha que a escola de circo será um sucesso pleno." Arrelia cita grandes nomes da sua arte: Eduardo Neves, Benjamim de Oliveira, Polidoro, Caetano Namba, Serrano, Alcebíades e Henrique Seyssel, seu irmão e parceiro. Morreu em 2005, aos 99 anos na cidade do Rio de Janeiro. George Savalla Gomes nasceu em Rio Bonito no RJ. num circo onde a mãe trabalhava como trapezista. Estreou no picadeiro aos 5 anos com os jargões: "Hoje tem marmelada? Tem sim senhor. E o pa-lhaço, o que é? É ladrão de mulher!". Em 1938, estreou como cantor na Rádio Mayrink Veiga no Rio de Janeiro, no programa Picolino. Já na televisão brasileira teve como marco o fato de ter sido o primeiro palhaço a ter um programa, o "Circo Bombril" (posteriormente rebatizado "Circo do Carequinha"), programa que comandou por 16 anos na TV Tupi nas décadas de 1950 e 1960. Foi o primeiro artista a fazer sucesso na TV. Seu último trabalho na televisão foi na Rede Globo, com uma participação na minissérie Hoje é dia de Maria em 2005. Morreu aos 96 anos de idade. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS -Este projeto, a sua arte e seus espetáculos dependem exclusivamente do fomento através do Mecenato proposto pela Lei de Incentivo. ## NÃO COBRAMOS INGRESSOS! Ele só existe e ainda se mantém graças aos INCENTIVOS das empresas as quais mobilizamos, com a deduções que são permitidas pela Lei 8.313/91. De 2003 a Dezembro de 2008 estive envolvido com produção e administração de grupo de palhaços em São Paulo, capital. Inspirado no palhaço Michael Christensen que nos anos 80, foi visitar um parente num hospital em NY e acabou iniciando estas apresentações inusitadas, desenvolvi atividades voltadas a este segmento de clowns em hospitais, procurando levar ações de humanização em várias instituições de apoio, saúde e hospitais observando seus resultados positivos. Em Dezembro 2008, iniciei as ações na região noroeste do estado de São Paulo que seguem até hoje. A capacidade de exercitar essa potência interna é um importante indicador de saúde. A aptidão do palhaço em incorporar qualquer fato ao momento favorece a possibilidade de lidar com eventos geradores de tensão. Ele ajuda a lembrar da vulnerabilidade da condição humana e nos leva diretamente ao sentimento, sem análises e, assim aumenta a capacidade de nos emocionarmos e estimula reações para expandir os limites de comportamento. Esta ai a cultura como um forte agente de identificação pessoal e social, um modelo de comportamento que integra segmentos sociais e gerações, uma terapia efetiva que desperta os recursos internos do indivíduo e fomenta sua interação com o grupo e um fator essencial na promoção da saúde, na medida em que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Desde 2003 envolvido com a produção dessa atividade e há 17 anos na região noroeste paulista, acredito na difusão da cultura do palhaço circense no ambiente hospitalar entre outras benesses já confirmadas por vários estudos acadêmicos. Com a continuidade dessa atividade, apresentamos empresas interessados em patrocinar, o que possibilita a sua viabilidade, como podem notar nos resultados de captação dos projetos anteriores e neste atual, apenas aguardando aprovação. Os hospitais listados, são referência e atendem 100% SUS. Atendem pessoas que não têm acesso a nenhum aparelho artístico cultural, são de baixa renda, vindos de vários estados do país e até de outros países vizinhos em situação muito pior que a nossa, principalmente no quesito circo, arte e cultura de um modo geral.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES Este nosso projeto existe há quinze anos só aqui no interior do estado de São Paulo. Sempre tivemos muitas dificuldades para realizá-lo devido aos problemas culturais que envolvem as empresas e empresários, de não conhecerem e sem conhecimento não acreditam. Enfim, muito trabalho de visitas e reuniões para convencê-los a entender e acreditar e poderem incentivar ao nosso projeto. Esss fase de captação é uma das mais difíceis que considero. O MinC através do FNC poderia ter uma verba prevista para projetos que realmente acontecem, como os meus que são realizados há quinze anos consecutivos e disponibilizar os recursos para eu poder executá-lo somente! É grande a dedicação e isso me atrapalha a me entregar 100 % ao meu maior e principal objetivo que é ao estudo da linguagem do palhaço circense, fazê-la melhor e com mais tempo e dedicação. Pretendo como contrapartida social, apresentar um espetáculo de palhaço com duração de 50 minutos, em instituições públicas de ensino para um público de 600 crianças e jovens no total, (em até 4 escolas ou atingirmos esse público), com debate e trocas de experiências, após as apresentações. Esse espetáculo será realizado nas escolas em 30 dias, dentro dos 300 dias de realização do produto principal.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO Não se aplica. Não teremos livros, nem serão dados cursos ou workshops.

Acessibilidade

De acordo com a Seção I Das Medidas de Acessibilidade: I - No aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - No aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Em todas as peças de divulgação do Projeto, serão informados sobre as medidas de acessibilidade. PRODUTO: Apresentação dos espetáculos dos palhaços ZEROClown Acessibilidade FÍSICA: 1. Acesso ao público com rampas de acesso e corrimões; 2. Portas largas para passagem de cadeirantes; 3. Banheiros adaptados a cadeirantes e as pessoas com deficiência física; 4. Hospitais infanto-juvenil. Os pacientes, sempre estarão acompanhados dos pais ou pessoas responsáveis. As Instituições tem essa exigência de acompanhantes (Hospitais pediátricos, infanto-juvenis onde os atendidos são menores de 18 anos). Quando o visitante é idoso, além das acessibilidades descritas no item 1, 2 e 3, descrevemos no item abaixo (5), sobre colaboradores para auxiliar com este deslocamento. 5. Colaboradores treinados e capacitados (enfermeiras e outros auxiliares) para informar e auxiliar na condução do paciente, acompanhante e demais visitantes. Em todas as instituições de apoio, saúde e outras as quais realizamos as nossas ações culturais de humanização e inclusão cultural, estão adequadas e preparadas para o acesso aos portadores de necessidades especiais e principalmente idosos, crianças e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, internadas com limitações físicas, acompanhantes e visitantes. Não haverá a necessidade de despesas como rampas de acesso ou quaisquer adequações, por conta de que, estes hospitais e inclusive seus arredores, foram construídos no térreo sem qualquer dificuldade de acesso, ou quando necessário, já estão programados e adaptados para receber seus pacientes e demais portadores. Quando a instituição tem andares verticais, como por exemplo o HCM e o HC Criança(citados na relação de instituições programadas para a continuidade das apresentações regulares as quais realizamos desde 2009 e submetemos este projeto) são dotados de elevadores espaçosos, com corrimões e fácil acesso que são adaptados para pessoas com deficiencia ou mobilidade reduzidas. Esses pacientes são crianças, adolescentes e jovens (hospitais pediátricos infanto-juvenil) estão sempre com acompanhantes seja os pais ou um familiar para auxiliar no atendimento e na locomoção, apesar dessas instituições serem altamente equipadas para atendê-los, é uma exigência do próprio SUS que o menor de 18 anos seja acompanhado por um parente ou responsável legal. Então, estarão sempre acompanhados. Esses hospitais também têm pessoas capacitadas e treinadas para conduzir e auxiliar na locomoção para exames, consultas e qualquer outro tipo de atendimento. II - Acessibilidade de CONTEÚDO: Acessibilidade para PCD Auditivos: Para os pacientes ou visitantes que necessitam, haverá um Interpretador de Libras disponível. Serão contratados: Interpretador de Libras - Interpretador de libras - Rubrica da planilha orçamentaria para acessibilidade, item 20. Acessibilidade para PCD Visuais: As apresentações, quando necessários, contarão com recursos de audiodescrição, que serão utilizados para proporcionar acesso aos pacientes e visitantes que são cegos ou possuem uma visão reduzida, com pessoa capacitada já disponível nos hospitais. Acessibilidade para PCD intelectual: As instituições onde realizaremos as nossas ações, já têm uma pessoa preparada para o público com deficiência intelectual para serem instruídos e acompanhados durante as apresentações e visitações. Teremos também o acompanhamento 100% do tempo presencial da mãe, pai ou alguém da família que auxilia na transmissão das informações, quando for necessário. A linguagem do palhaço circense, é universal e na sua maioria, ocorre um diálogo simples e de fácil entendimento onde as suas ações são compreendidas por crianças a partir do nascimento. PRODUTO: Contrapartida Social Acessibilidade FÍSICA: 1. Acesso ao público com rampas de acesso e corrimões; 2. Portas largas para passagem de cadeirantes; 3. Banheiros adaptados a cadeirantes e as pessoas com deficiência física; 4. Escolas. Os alunos, sempre estarão acompanhados dos professores ou responsáveis. 5. Colaboradores treinados e capacitados (assistentes, estagiários e outros auxiliares) que já estão contratados para exercer essa função de informar e auxiliar na condução do aluno. As escolas as quais realizaremos as contrapartidas sociais, estão adequadas e preparadas para o acesso aos portadores de necessidades especiais e principalmente pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Não haverá a necessidade de despesas como rampas de acesso ou quaisquer adequações, por conta de que, estas escolas e inclusive seus arredores, foram construídos no térreo sem qualquer dificuldade de acesso, ou quando necessário, já estão programados e adaptados para receber os alunos e demais portadores. II - Acessibilidade de CONTEÚDO: Acessibilidade para PCD Auditivos: Para os alunos que necessitam, haverá um Interpretador de Libras disponível. Serão contratados: Interpretador de Libras - Interpretador de libras - Rubrica da planilha orçamentaria para acessibilidade, item 20. Acessibilidade para PCD Visuais: As apresentações, quando necessários, contarão com recursos de audiodescrição, que serão utilizados para proporcionar acesso aos alunos que são cegos ou possuem uma visão reduzida, com pessoa capacitada/ estagiário já disponível nas escolas e que realizam e acompanham esse jovem. Acessibilidade para PCD intelectual: As escolas onde realizaremos as nossas contrapartidas sociais, já têm uma pessoa/ estagiário preparado para esse jovem aluno com deficiência intelectual e serão instruídos e acompanhados o tempo todo. Teremos o acompanhamento das professoras e dos estagiários 100% do tempo presencial que auxiliará na transmissão das informações, quando for necessário. A linguagem do palhaço circense, é universal e na sua maioria, ocorre um diálogo simples e de fácil entendimento onde as suas ações são compreendidas por crianças a partir do nascimento.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÃO DE ACESSO Seção II Da Ampliação do Acesso Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Em todos os hospitais em que atuamos, existem transporte público seja pela prefeitura ou mesmo pela instituição de saúde que os levam para tratamento, todos os dias. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Nossas ações sempre foram registradas, faremos tudo para permitir a captação das imagens e de todas as atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Sempre demos entrevistas nos locais em que realizamos os espetáculos e permitimos a veiculação seja por Tv pública, privada ou outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Nossas ações culturais e apresentações sempre foram prioritariamente para o público infanti e ou infantojuvenil, mas é claro que no mesmo ambiente existem pessoas e profissionais que circulam e essas ações são assistidas por todos. Haverá sempre uma democratização de acesso em todas as apresentações dos artistas e atores palhaços do grupo nestas instituições. Todas as ações são abertas ao público e a comunidade em geral, sem a cobrança de ingressos. As instituições as quais propomos executar os espetáculos são em locais públicos e para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do SUS, (sistema único de saúde), onde qualquer cidadão tem acesso e poderá vivenciar as nossas experiencias de perto. Todos os envolvidos como: pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde são beneficiados de forma que as ações promovam acesso total aos serviços e produtos culturais, visando ao exercício de seus direitos culturais e fruição dos bens expostos através da linguagem do palhaço circense administradas rigorosamente e sempre mantendo a sensibilidade necessária, sendo classificada como faixa etária "LIVRE". Todo público que se interessar terá acesso ao bem cultural dos espetáculos gerados pelos palhaços do ZEROCLOWN, gratuitamente. Não haverá, a cobrança de ingressos.

Ficha técnica

O proponente, realizará atividades de responsabilidade pela gestão administrativa e técnico financeira do projeto e está com a sua remuneração e rubrica especificada na planilha orçamentária ALDO HAYRTON DEZAN - Proponente e ator - Será remunerado apenas nas atividades de ator, especificadas na planilha orçamentária, rubrica nº 1, 4 e 13. (apenas um dos atores relacionados; Ficha Técnica ALDO HAYRTON DEZAN - ShoWkito. Graduado em Comunicação Digital FATEC-Osvaldo Cruz/SP em 2005; com habilitação em Marketing, Curso de empreendedor, finanças e vendas pelo SEBRAE, Curso Intensivo de Produção e Marketing Cultural ministrado por Sônia Kavantan, Curso de Captação e Mobilização de Recursos por Marcelo Estraviz da Diálogo Social, presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) em São Paulo/SP, Captação de recursos na FGV-GVCets com a Profª: Márcia Pastore, diretora da ABCR, Grandes Campanhas de Mobilização de Recursos com Michel Freller e Rodrigo Alvarez da Diálogo Social em Campinas/SP. Desenvolveu projetos no Risomundi e Doutores do Riso como produtor executivo e gestor cultural de nov/2004 até dez/2008, participou da peça teatral “Esquecimento Global” em 2007. Ministrou oficinas e workshops sobre a linguagem do palhaço e a comicidade física no Risomundi em São Paulo/SP e no “Janeiro Brasileiro da Comédia 2009” em São José do Rio Preto/SP. Participou de palestras sobre vendas, criatividade emocional e motivacionais desde jan/2007. Cursou workshops de palhaço com Cristiane Paoli-Quito, Silvia Leblon e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Acompanhou e supervisionou os palhaços do Risomundi em ambientes hospitalares, casas de apoio à crianças com câncer e outras instituições, campanhas e palestras em empresas, Sipats, feiras e congressos médicos. Firmou parcerias com pequenas e grandes empresas, sempre buscando viabilizar ações customizando os investimentos de apoiadores e patrocinadores, gerou trabalhos extras e atraiu parcerias e patrocinadores para o Risomundi. Como ator-palhaço(ShoWkito), é voluntário desde mar/2007, tendo atuado e participado de inúmeras apresentações e ações em várias instituições e hospitais públicos na Grande São Paulo/SP até dez/2008, em Votuporanga/SP e Fernandópolis/SP(Santa Casa), São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e ala padiátrica do 4º andar) e Barretos/SP (Hostital de Câncer – Fundação PIO XII)de dez/2008 até 2020 com o APÇ - Atos e PalhaÇos, onde é proponente da Lei de Incentivo e coordenador responsável pelo projeto. Com o APÇ desde 2008, idealizei uma nova maneira de fazer humanização nos hospitais, empresas e instituições de ensino. Iniciamos o “ESCOLA DE CLOWN” em mar/2010 com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Turismo de Votuporanga-projeto inédito voltado a crianças e jovens, com o objetivo de através da linguagem do palhaço como ferramenta, despertar o voluntariado desde cedo levando-os a várias instituições realizando ações solidárias. Em janeiro de 2011, passamos um mês morando no circo Picolino em Salvador/BA cursando com Breno Moroni “palhaço de picadeiro”. Em abril de 2012, vivenciamos dez dias na reserva Areões, de Índios Xavantes, em Nova Xavantina, estado de Mato Grosso/MT onde fizemos apresentações e experimentamos o “clown” com a cultura indígena e deste material será gerado um documentário inédito. Atualmente (desde 2020) com o Grupo Zero Clown, todo reformulado e melhor preparado com novos integrantes, nos apresentando com espetáculos nas instituições de saúde em São José do Rio Preto, Votuporanga e Ribeirão Preto. Ministro oficinas para grupos de estudantes voluntários universitários em várias universidades como: Unifev (sorrisoterapêutas) e Famerp (Eisme-aqui) da região a fim de disseminar o amor à cultura e à linguagem do palhaço circense entre os grupos e também dou aulas de arte terapia com o projeto Facilitando com Arte através de desenho abstrato, para crianças e jovens de projetos assistenciais, como jovens aprendizes no Lar Beneficente Celina e na APAE VOTUPORANGA. VANESSA LIMA PRADO - Atriz palhaça, Tagarela - Curso de palhaço com Cristiane Paoli-Quito e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Como atriz-palhaça Tagarela, atuou, desenvolveu e participou de várias atividades de humanização em ambiente hospitalares em São José do Rio Preto. Participou de trabalhos voluntários como atriz-palhaça, em várias instituições e hospitais públicos da região. Atuou em Votuporanga/SP (Santa de Casa de Misericordia) e São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e Ala pediátrica no HCM, Unimed Pronto Atendimento) e de jan/2022 até os dias de hoje com o Zero Clown. PATRÍCIA MELLO MOURA - Atriz palhaça, produtora e figurinista, Sara-oh-Cura - Será remunerada apenas como produtora. Curso de palhaço com Marcio Ballas, Cristiane Paoli-Quito e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Como atriz-palhaça, atuou, desenvolveu e participou de várias atividades de humanização em ambiente hospitalares em Votuporanga e São José do Rio Preto. Participou de trabalhos voluntários, em várias instituições e hospitais públicos da região. Atuou em Votuporanga/SP e São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e ala pediátrica do HCM, Unimed Pronto atendimento e HB) e de jan/2023 até os dias de hoje com o Zero Clown. GIOVANNI GONÇALVES MANTOVANI - Diretor - GIGIO Formado em Pedagogia, Curso técnico de ator, Ator e diretor. Docente e coordenador do curso de "Artes Dramáticas" no Senac-Votuporanga. Dirigiu várias peças teatrais e ministrou várias oficinas de teatro e ClownS na cidade de Votuporanga-SP. Atualmente, leciona e trabalha na Secretaria Municipal de Cultura de Votuporanga-SP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.