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PRONAC 237151Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Janeiro de Grandes Espetáculos - 30 Anos de Celebração das Artes em Pernambuco

RODA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 746,6 mil
Aprovado
R$ 746,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-01-09
Término

Resumo

O Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco é uma iniciativa que integra anualmente o calendário cultural do Recife-PE. Ao longo de quase trinta anos, o JGE é pautado pelos princípios da democracia, diversidade e pluralidade de linguagens. A iniciativa se reverbera através do fomento e premiação de ações voltadas ao intercâmbio, formação de plateia e fruição da cadeia produtiva no estado. No escopo de sua programação, conta com ações formativas e espetáculos, com acessibilidade comunicacional e preços populares - da Região Metropolitana, interior do estado, além de produções nacionais e internacionais (selecionadas e remuneradas por meio de edital e curadoria).

Sinopse

Não se aplica. Por se tratar de um festival cuja a grade de programação está em processo de montagem, mediante edital e processo curatorial.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a produção e fruição da 30ª Edição do Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco, evento emblemático e comemorativo, por meio da circulação de espetáculos regionais, nacionais e estrangeiros a preços populares e com acessibilidade comunicacional durante o mês de janeiro em difrenetes regiões do Estado de Pernambuco. Objetivos Específicos Enfrentar o impacto da COVID 19 na classe artística por meio do fomento à cadeia produtiva da cultura, do fortalecimento do turismo e Economia da Cultura no Estado de Pernambuco, gerando emprego e renda; Valorizar os artistas, técnicos (as) e produtores (as) das artes, premiando os espetáculos de maior destaque da presente edição; Contribuir para a educação e formação de plateia, desenvolvendo o pensamento crítico a partir das artes; Ampliar e difundir a produção artística-cultural, principalmente entre a população de baixa renda através da cobrança de ingressos a preços populares e da promoção de ações formativas gratuitas; Promover a inclusão através de ações de acessibilidade arquitetônica e comunicacional; Investir na troca de saberes e experiência através da circulação de espetáculos de outras regiões do Brasil e do mundo em Pernambuco; Valorizar a cultura pernambucana através da interiorização e regionalização das ações culturais do Estado; Fortalecer a diversidade e inclusão social no acesso à cultura e valorização da nossa produção artística, promovendo a mostra Amotrans e a mostra de Arte e Cultura Social; Agregar ao festival, valores universais de preservação, através de iniciativas de sustentabilidade ambiental; Referendar e homenagear emblemáticas mulheres artistas pernambucanas: Lia de Itamaracá enquanto artista negra, Patrimônio Vivo de Pernambuco e Doutora Honoris Causa da UFPE, e a consagrada atriz e comediante Fabiana Karla. Metas Resgatar as bases do Janeiro de Grandes Espetáculos enquanto maior festival de artes em Pernambuco, sobretudo após afetações pela COVID 19 e consequente redução de sua programação ao longo dos últimos três anos; Garantir a melhoria dos serviços e iniciativas de acessibilidade, bem como ampliar as ações formativas e o evento de premiação do 30º JGE por meio da complementação de aporte pela Lei nº 8.313/91; Fortalecer a interiorização das ações culturais do estado por meio da ampliação da capilaridade das ações do festival; Ø Promover a participação mínima e remuneração de 100 (cem) grupos artísticos; Ø Contemplar uma média de público de 30 (trinta mil) pessoas;

Justificativa

Com o intuito de fomentar a produção local e possibilitar a interação com a cena nacional e internacional, em 1994, o ator e diretor teatral Romildo Moreira, através da Prefeitura do Recife, criou o Janeiro de Grandes Espetáculos, Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música. Já na sua primeira edição, a iniciativa fez circular 8 mil pessoas em 40 sessões teatrais. Após dois anos, e com o quase término do projeto, a Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (APACEPE) assumiu sozinha a realização do evento sob a coordenação do Produtor Cultural Paulo de Castro. Ao longo de quase trinta anos, o JGE tornou-se parte do calendário cultural de Pernambuco e é reconhecido como um dos maiores festivais do país, pautado pelo desafio de aglutinar diversas manifestações da cadeia produtiva de Pernambuco, através de uma experiência perene que conecta corpo, alma e coração. Em sua trajetória, o festival já abarcou: intercâmbios nacionais e internacionais, encontros, fóruns, lançamentos de livros, CDs, lives e exposições fotográficas e de Artes Visuais, trazendo milhares de atrações regionais, nacionais e internacionais para os palcos e outros significativos equipamentos culturais do estado, incluindo cidades do interior através de parcerias com os SESCs regionais. Em sua última edição contou com 79 atrações nas linguagens de teatro adulto (34), teatro para infância e juventude (12), dança (10), música (12) e circo (8). A estimativa de público durante todo o evento é de 20 mil pessoas para uma iniciativa que abriga em média 100 apresentações, 900 artistas e criadores e 200 técnicos. Para além de tais aspectos há um relevante trabalho calcado na formação, bem como no desenvolvimento da Economia da Cultura, da sustentabilidade social e ambiental, no turismo cultural, no empreendedorismo e nas manifestações populares. Em 2016, a iniciativa conquistou o Prêmio Cenym de Teatro, concedido pela Academia de Artes no Teatro do Brasil, na categoria "Melhor projeto ou evento de incentivo ao teatro". O Festival já recebeu companhias de 12 países, entre eles, Argentina, Itália, Uruguai, Espanha, Suíça, Cuba, Canadá, Portugal, China, França, Países de Gales, Reino Unido e Eslováquia. Atualmente soma-se mais de 20 milhões injetados na economia, tendo gerado mais de 50 mil empregos diretos e 200 mil indiretos, além de ter levado mais de 400 mil espectadores aos teatros do estado. Para a edição comemorativa dos 30 anos do JGE, reafirmamos a nossa força e chegamos mais fortes, através de um festival ainda mais plural. Como proposta curatorial, contamos com o Conselho Consultivo do JGE, colegiado - independente e autônomo composto por especialistas de diferentes segmentos artísticos, tendo por finalidade contribuir para o fortalecimento humano na programação, pautando o recorte conceitual por princípios inclusivos, democráticos, da diversidade de gênero e racial, bem como, de regionalização. A equipe é diversa em gênero, formação, vivências e olhares, propondo um recorte com espetáculos instigantes, questionadores, provocadores e de abrangente comunicação, sempre considerando o diálogo possível de ser travado entre as diversas expressões artísticas. Para corroborar com sua abrangência, o festival agregará em sua grade contrapartidas e iniciativas como: preços populares em todos os espetáculos (R$ 20,00), 05 (cinco) oficinas artísticas, a Mostra Amotrans, onde serão apresentados espetáculos protagonizados por representantes da comunidade LGBTQIAP+ e a Mostra Arte e Cultura Social, com programação de produções advindas da periferia, bem como, percentual da programação com audidescrição (abertura no teatro de Santa Isabel) e tradução para a Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS. Somado a tais aspectos, o JGE, em sua política de interiorização fortalecerá a produção cultural e movimentará a cadeia produtiva de cidades do interior como:Goiana, Limoeiro, Caruaru, Garanhuns e Serra Talhada A noite de abertura, o evento contará com a presença da cantora, dançarina e compositora Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e da atriz pernambucana Fabiana Karla, com o espetáculo "Nessa Mesa de Bar" (Em homenagem ao cantor Reginaldo Rossi). Ambas as artistas serão as homenageadas dessa edição. Na culminância do festival, será realizada a Festa de Premiação do JGE, onde os destaques da edição receberão o troféu "Prêmio JGE de Artes Cênicas e Música". Apesar do legado e números expressivos, a partir de 2019, o contexto estrutural e capacidade de realização do JGE vem se tornado cada vez mais difícil. Sobretudo nos últimos anos, não obtivemos o recurso mínimo compatível com a dimensão do festival, fato esse que vem gerando reconfigurações e reduções na grade da programação. Agora, próximo dos 30 anos do JGE, nos deparamos com pertinentes desafios: ampliar diálogos e novas possibilidades de ocupações e afetações com os espaços de cultura, bem como complementar demandas orçamentárias de nossas iniciativas no sentido de abranger o alcance de públicos e melhor remuneração de artistas e técnicos. Os debates em torno das políticas de manutenção e possibilidades de ocupação dos equipamentos e espaços culturais já eram algo urgente antes do contexto pandêmico que assolou o mundo nos últimos dois anos. A quarentena afetou o coletivo, a presença, os encontros... A visitação e preenchimento dos espaços se tornaram inviáveis. A arte sem espaço, o artista sem o público, o público sem o alimento da alma. Enquanto artistas e criadores ainda somos afetados por questionamentos acerca na nova "normalidade". Afinal: qual será o lugar da arte e o futuro dos espaços culturais na sociedade pós-pandemia? Será possível ressignificar e retomar o uso desses lugares? Como podemos ampliar ainda mais nosso arcabouço no sentido de "convidar" o público e "novos públicos" a serem agraciados pela ARTE? É diante de tais apontamentos e inquietações que o nosso pleito para o aporte advindo da Lei 8313/91 se justifica e representa o lócus ideal para a nossa missão, especialmente pautada no Art. 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como no Art. 3º: Inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil. Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Dessa maneira, o referido mecanismo representa uma oportunidade ímpar no sentido de: ampliarmos o alcance da programação fomentando vivências variadas e inclusivas de acesso a bens culturais; gerarmos emprego e renda levando em conta o impacto da COVID 19 nas dinâmicas de artistas e técnicos, bem como podermos galgar novos caminhos e experiências por meio da troca e diálogo com diferentes espaços e espacialidades.

Estratégia de execução

ESPETÁCULOS SELECIONADOS PELO EDITAL: TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE Seu Sol Dona Lua (Recife-PE): Trata-se de um espetáculo que fala do amor, o amor impossível já que, em momento algum o Sol pode se encontrar com a Lua. Quando um está se pondo, a outra está nascendo. O texto parte de uma situação de fantasia (o amor entre o Sol e a Lua) para questionar um dos aspectos mais negativos, porém reais da vida das crianças: a repressão dos mais velhos determinados por uma visão deformada do mundo. Quatro Luas (Olinda-PE): Com quantos anos você conheceu Federico Garcia Lorca?Existem autores consagrados na história da literatura que usualmente não são relacionados ao universo da criança. Entretanto, faz parte da função do artista transpor essas barreiras. Apesar de frequentemente densa, a temática de Lorca é real, são os dilemas humanos que estão presentes. Por isso o universo de Lorca serve de inspiração para esse espetáculo inédito de formas animadas. TEATRO ADULTO Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso (Petrolina-PE): Prazer! Com essa palavra convidamos você a conhecer fragmentos de obras de Shakespeare em pleno século 21, faz sentido? Em um salto... Mudemos de ponto de vista; Porque fazer Teatro na era do Tik-tok? Ou o que são peças de bolso? Infelizmente não responderemos essas perguntas, mas nos movemos por elas nesse trabalho de investigação dos nossos ânimos - é engraçado que já estivesse lá, há 400 anos, quase tudo que conhecemos da vida - eis a potência dos clássicos. Aldeias - Experimentos do Corpo Ancestral (Recife-PE): Negros, brancos e pardos juntos no palco misturando os credos e realizando um trabalho que traz uma ótica peculiar sobre a religiosidade tão intolerada no Brasil. O reconhecimento do nosso passado, da nossa ancestralidade, do respeito aos povos de rua, da cultura de gueto, do protesto contra a desigualdade, e o resgate do ser ao culto à natureza, mostrando o candomblé, tão brasileiro, o culto aos povos de rua da maneira tão peculiar que se cultua nos terreiros de candomblé e umbanda. A Última Volta do Ponteiro - Cobogó das Artes (Recife-PE) A peça conta a história de uma jovem chamada Anne, que cresce em meio aos mistérios da sua família. O enredo do espetáculo é uma espécie de retorno, um retorno ao centro, à origem, à reintegração de um passado cheio de surpresas, de momentos reveladores. As horas se passam entre o Brasil e a Itália, entre Recife e Florença, criando um ambiente em que se veem inúmeras relações ítalo-brasileiras. As duas culturas, tão próximas desde muito tempo, estão refletidas nos personagens. O livro ganhou o prêmio internacional José de Alencar (2012), pela UBE-RJ. DANÇA: VINTE 7 - Cia de Dança Ferreiras (Jaboatão dos Guararapes): É um espetáculo inspirado numa das mais antigas expressões artísticas da cultura popular: o Circo. Esse lugar de inclusão e diversidade, que acolhe público e artistas, despertando sensações, emoções e memórias, combinado ao encantamento e magia neste espaço circular. Com trilha original do Maestro Mauro Rodrigues, a Cia de Dança Ferreiras apresenta Vinte7, um espetáculo que trás a cena a história do circo através da forma contemporânea da dança, homenageando a pluralidade artística, ampliando e elegendo a cultura popular em nosso Brasil. Ser Rizoma - Lane Luz (Recife-PE): Solo de dança e teatro que aborda estados e corpos femininos em movimentos de desterritorialização e re-territorialização de si a partir de estudos arquetípicos e ancestrais femininos, abordando a relação simbólica entre a mulher e a terra como um grande útero. É um ciclo que nasce, morre e renasce em três tempos. A cada ciclo desse ventre percorre-se fissuras, perdas, órgãos, escuta e novas rotas de cordões que nos ligam as diversas mulheres e suas árvores ancestrais. CIRCO: Noves Tentativas de Não Sumcubir - Cia Devir (Recife-PE): Em uma sociedade que inflige uma padronização compulsória das vivências, ser diferente (das mais diversas formas) é uma luta diária. O esforço para manter-se fiel às próprias convicções e contradições é o motor do espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”. A nova criação da Cia Devir sob a direção do francês Jean-Michel Guy, constrói uma obra pulsante sobre como a inadequação atravessa nossos corpos e molda nossas experiências, seja no desejo de fazer parte ou de rejeitar o sistema, assumindo a originalidade como forma de existência. "Afrologia" - Circo Experimental Negro (CEN-PE) |(Recife-PE): O espetáculo Afrologia, sob a ótica negra contemporânea, foi pensado para reverenciar nossos ancestrais com uma reconstrução afirmativa por meio de performances circenses.Com toda equipe composta por artistas negros, Afrologia traz em cena, a energia e a força do simbolismo dos Orixás, resgatam os Itans (histórias e arquétipos) dos deuses africanos em performances acrobáticas, na palhaçaria de terreiro e vai do sagrado ao movimento do Hip-hop. MÚSICA: OLO - Frevança Latina - OLO - Orquestra Latinolindense (Olinda - PE): A Orquestra Latinolindense traz para o palco o show "Frevança Latina", com repertório autoral e músicas de domínio público, realiza um diálogo musical entre os países da América Latina, explorando a diversidade dos ritmos como, salsa, cúmbia e guajira, principalmente o regional, como o frevo, ritmo genuinamente pernambucano, com letras que passeiam pelo inconsciente urbano de uma forma simples como um cordel. Mario Alves Canta Ney (Recife-PE): O cantor Mário Alves, tem uma relação de referencial com Ney. Logo na sua iniciação musical, em suas aulas de canto, já despertou em seu professor a semelhança de timbre vocal entre Mário e Ney. Esse show, portanto, é uma homenagem ao incrível show-man que é Ney Matogrosso. Será um passeio por algumas das canções de maior sucesso na voz incrível do fantástico e renomado artista e intérprete. Cordel Operístico Lua Alegria - Paulo Matricó (Tabira - PE): Espetáculo concebido para homenagear Luiz Gonzaga, em decorrência das comemorações do seu centenário. O espetáculo faz interação com o universo histórico e artístico das culturas tradicional e contemporânea do Nordeste por meio da projeção de xilogravuras e imagens virtuais, num diálogo entre narradores intérpretes, trilha musical e o mundo virtual.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: A programação dos espetáculos de teatro, circo, dança e música do Janeiro de Grandes Espetáculos prevê a ocupação de simbólicos teatros da Região Metropolitana do Recife e Interior do Estado. Alguns desses equipamentos culturais possuem medidas que favorecem a acessibilidade física, como rampas de acesso, espaço para cadeirantes e elevador, a exemplo do Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque e o Tetaro Marco Camarotti (SESC). O planejamento estratégico de produção contará com uma equipe que cumprirá uma agenda de visitas prévias aos espaços das apresentações, afim de elencar possíveis problemas ou lacunas que possam ser previamente sanadas; Acessibiliudade de conteúdo: a) Tradução para a Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS em parte da programação dos espetáculos (até 10%); e audiodescrição no evento de abertura; B) Divulgação: toda a programação com ações de acessibilidade comunicacional contará com painel virtual exclusivo e será amplamente divulgada para associações, ONGS e instituições de apoio a Pessoa Com Deficiência (PCDs).

Democratização do acesso

Desde os seus primórdios o Festival Janeiro de Grandes Espetáculos nutre em seu embrião a pluralidade de diálogos e consonâncias linguísticas da cultura. Em sua vasta trajetória, além de espetáculos de teatro, dança, circo e música, regionais, nacionais e internacionais, também já abarcou fóruns, rodas de diálogo, seminários, exposições, cursos de capacitação e formação artística, intercâmbios, dentre outros. A Edição comemorativa de 30 Anos do JGE pretende amplar a capilaridade dessa natureza democrática, especialmente pelas iniciativas e vivências abaixo elencadas: Inclusão: a) Ingressos a preços populares; b) Gratuidade para alunos da Rede Pública de Ensino, em té 20% da capacidade de público para os espetáculos agendados no Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque, e Tetaro Luiz Mendonça; c) Programação formativa gratuita composta por 05 (cinco) oficinas culturais promovidas por artistas envolvidos (as) nos espetáculos da programação; d) Interiorização: além da Região Metropolitana do Recife (Recife, Olinda, Jaboatão e Camaragibe), as cidades deGoiana (Mata Norte), Limoeiro (Agreste Setentrional), Caruaru (Agreste Central),Garanhuns (Agreste Meridional), Serra Talhada (Sertão do Pajeú) também receberão o festival.

Ficha técnica

Paulo de Castro (Diretor Geral) - Gestão e coordenação das ações estruturantes do fetival, gerenciamento e acompanhamento dos grupos de trabalho, diálogo com gestores dos teatros, apoiadores e patrocinadores, bem como acompanhamento dos pagamentos e prestação de ocntas. A Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco - APACEPE, entidade sem fins lucrativos, foi fundada em 1984 para desenvolver e ampliar o mercado de trabalho dos produtores de Pernambuco. É presidida pelo gestor e produtor cultural Paulo Roberto de Figueiredo Castro. Dentre suas metas, busca congregar artistas, produtores, empresários, técnicos e pesquisadores da cultura para a consecução de objetivos comuns, especialmente pelo desenvolvimento de projetos culturais em todos os seus ramos. Paulo de Castro Foi presidente das entidades de classe FETEAPE e do SATED/PE. Atualmente preside a APACEPE. Criou a Paixão de Cristo do Recife há 22 anos e produziu a nova Paixão de Cristo do Recife, Jesus, a Luz do Mundo. Há 24 anos vem produzindo e realizando através da APACEPE o Janeiro de Grandes Espetáculos, Festival Internacional de teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco. Há 16 anos criou a Mostra Brasileira de Dança Luciana Maria Raposo Meira Genu (Coordenação Técnica) - Iluminadora Cênica de profissão e paixão, Luciana Raposo é uma das integrantes do Coletivo Lugar Comum. Coletivo que reune artistas de diversas áreas da cidade de Recife. Também faz parte como integrante e/ou parceira de diversos grupos na cidade. Entre eles, Grupo Grial de Dança, Duas Companhias, Coletivo Angu de Teatro, Cia Meias Palavras, Doutores da Alegria, Coletivo Resiste, Bote de Teatro, além de outros Grupos e Coletivos importantes da cidade. Paulo Araújo Pontes Filho. Recife-PE (Gerente de Programação) - Ator e diretor, natural do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira em Recife no ano de 1984. Como profissional, atuou em mais de 100 espetáculos teatrais, em TV e cinema. Destacou-se em AVOAR, de Vladimir Capella, direção de José Manoel; CERIMÔNIAS de Moncho Rodriguez; A LIRA DOS VINTE ANOS de Paulo César Coutinho; OS BIOMBOS de Jean Genet,; AUTOS CABRALINOS de João Cabral de Melo Neto; Em Nome do Desejo de Joâo Silvério Trevisan, ambos com direção de Antônio Cadengue; Paixão de Cristo de Nova Jerusalém de Plínio Pachecco e direção de Carlos Reis e Lúcio Lombardi. Atualmente integra o Grupo Os Fofos Encenam (SP). Como trabalhos mais recentes cumpriu temporada em São Paulo com os espetáculos Sueño, direção de Newton Moreno, e O Bem Amado, com direção de Ricardo Grasson. Na Tv já atuou em programas e minisséries como A Diarista, Amorteamo (TV Globo) e Poliana Moça (SBT). Sayonara da Silva (Produção Executiva).Atriz de teatro e Produtura Executiva da APACEPE, com participação em relevantes inicativas da cadeia produtiva, como: Paixão de Cristo do Recife” – 2002 a 2019, “Janeiro de Grandes Espetáculos” – até 2021, “Claudionor Germano – Dos 8 aos 80”, “Avec Elegance – Spok Frevo Orquestra”, dentre outros. Brenda Ligia. (Mestre de Cerimônias) - Brenda Ligia é atriz, mestre de cerimônias, diretora, locutora trilíngue e apresentadora radicada no Recife. Sua formação em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz (SP), juntamentecom o curso técnico profissionalizante no Teatro Escola Macunaíma (SP). É Trilíngue, fala inglês, francês e português. Com experiência internacional, morou em Trinidad & Tobago, no Caribe, cursando faculdade na University of the West Indies. Como atriz, atuou em séries (Netflix, HBO Max, TV Globo). Nelson Leite (Coordenação Pedaógica - Oficinas artísticas) - Formado em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Ator e produtor cultural, DRT nº 2892. Estreou como ator em 2001 na ocasião do Festival Recife do Teatro Nacional, em seguida atuou, produziu e circulou com espetáculos, por mostras e festivais de destaque em Pernambuco, como o Janeiro de Grandes Espetáculos, Palco Giratório (SESC) e o Festival de Inverno de Garanhuns. Estreou como ator-mediador, nas duas primeiras edições do projeto de teatro/educação “Que História é Essa?” em parceria com a Secretaria de Educação da Prefeitura da Cidade do Recife. Iintegrou o elenco de relevantes espetáculos da cena teatral de Recife, como: Dona Morte Vira Vida, Vozes do Recife - Um Concerto Poético, Outra Vez Era Uma Vez..., Paixão de Cristo do Recife, e mais recentemente a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Em 2012 integrou a equipe da Gerência de Políticas Culturais da SECULT-PE como assessor de linguagens artísticas até janeiro de 2023. Atualmente desenvolve uma pesquisa calcada na prática cineclubista e suas consonâncias com o cinema educação em Pernambuco. Em 2020 passou a integrar a equipe do LEVE - (Laboratório de Experiência, Visualidades e Educação) do Centro de Educação da UFPE.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-01-31
Locais de realização (9)
Camaragibe PernambucoCaruaru PernambucoGaranhuns PernambucoGoiana PernambucoJaboatão dos Guararapes PernambucoLimoeiro PernambucoOlinda PernambucoRecife PernambucoSerra Talhada Pernambuco