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PRONAC 237152Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Companhia Candongas – Manutenção e Programação 2024

Companhia Candongas e Outras Firulas
Solicitado
R$ 1,07 mi
Aprovado
R$ 1,07 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Comemorando os 30 anos de existência, o projeto proposto contempla um plano plurianual para manutenção da estrutura básica de funcionamento, bem como a realização das atividades artístico-culturais e ações formativas de cultura da Cia Candongas (Ponto de Cultura) . As atividades se dividem em: A) Casa de Candongas -ações formativas, de caráter continuado e permanente, de compartilhamento e de fomento realizadas no Centro Cultural da periferia de BH; B) Cia Candongas - circulação de quatro espetáculos teatrais. Ambos promovendo compartilhamento, intercâmbio e descentralização, capacitação artístico-cultural e criação e formação de público.

Sinopse

SÍSIFOS: Com Sísifos, o grupo amplia seu campo de estudos e conclui uma pesquisa de cinco anos sobre o universo do Teatro do Absurdo. A partir do desenvolvimento de uma dramaturgia própria, a montagem encontra ponto de interseção nas obras “O Mito de Sísifo”, do filósofo francês Albert Camus, e no “Mito da Caverna”, de Platão e “1984”, de George Orwell. Em cena, Tralha e Troco (Gustavo Bartolozzi e Antônio Rodrigues) enquanto carregam pedras, refletem sobre a utilidade de suas existências, suas relações de trabalho e com o poder. Os diálogos contêm os conflitos e a solidão, desolação e incomunicabilidade presentes em diversos textos do absurdo, revelando a fragilidade da existência humana. Enquanto conversam sobre a morte inevitável e a insatisfação humana frente ao mundo contemporâneo, perguntam-se: Para que vale a vida a não ser para vivê-la? A questão principal da montagem é trazer ao público a possibilidade de refletir sobre sua condição humana e social, sua presença no seu meio, seu papel de cidadão e sua busca pela felicidade. A direção é assinada por Cláudia Henrique, também fundadora da Companhia Candongas, que dirigiu a primeira experimentação cênica do grupo no campo do citado gênero teatral: a Leitura Dramática do texto “O Cachorro de Três Pernas”, de Eid Ribeiro. A dramaturgia é assinada por Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi.O artista plástico Marcelo Xavier, juntamente com o figurinista Adriano Borges, colaboram nesta pesquisa propondo um universo visual em diálogo com o Teatro do Absurdo e com o Surrealismo, criando uma estética desconexa e irreal. Que é ao mesmo tempo atemporal e tem relação direta com a vida cotidiana. A equipe também conta com Fernando Muzzi na consultoria musical, Marcos Miranda na preparação corporal dos atores, Felipe Cosse e Juliano Coelho na iluminação, Cleverson Eduardo na técnica, Débora Silva na produção executiva, Romulo Avelar e Márcio Nobre (Ravel Cultural) na consultoria de gestão e planejamento e a comunicação é assinada pela Pessoa Comunicação e Relacionamento. O MONSTRO DO LIXO O Monstro do Lixo é uma fábula criada pela Companhia Candongas, inspirada pelas festas e folguedos populares de Minas Gerais, cujo tema central é a produção desordenada de lixo e a falta de consciência dos homens na poluição e na utilização ruim dos recursos naturais do nosso planeta. Guarda Mor e Bastião, dois Marujos, se apresentam como defensores do Meio Ambiente e de tudo o que forma nosso habitat. Com um estilo brincante épico-dramático, os Marujos narram o sofrimento da Mãe Terra, personagem análogo a uma Santa, que representa a Mãe Natureza. Com suas matas morrendo, seus bichos fugindo e suas águas secando, a Mãe Terra alerta que seu sofrimento vem do Lixo. O Monstro do Lixo é representado no espetáculo por um boneco confeccionado com plástico, pets, CDs velhos e embalagens desordenadas. Tem o formato de uma grande serpente, parecida com os dragões chineses e é manipulada pelos atores. No decorrer da peça, os marujos descobrem que o Monstro não é o vilão da história. A culpa do sofrimento da Mãe Terra é o mal tratamento do nosso lixo, a compra desordenada, o desperdício e a falta de reciclagem. Todos os adereços e figurinos contém materiais reciclados, remetendo ao assunto central da peça. O espetáculo é totalmente musical, com instrumentos produzidos a partir do lixo, como galões de água, latas de biscoitos e panelas velhas. Com uma linguagem poética e com músicas animadas, O Monstro do Lixo é um espetáculo para todas as idades que propõe uma reflexão a respeito da forma como temos cuidado do nosso Meio Ambiente, tratamos o nosso lixo e nos preocupamos com a vida longa do nosso planeta. MITOS - O FOLCLORE DO MESTRE ANDRÉ A peça infantil é uma montagem, a partir da versão adaptada para o teatro dos livros “Mitos” e “Crendices”, ambos da Coleção “O Folclore Mestre André”, do escritor e artista plástico Marcelo Xavier. O autor também assina a direção cênica e é responsável pela exuberante plasticidade dos adereços e do cenário. O espetáculo, assim como os livros das quais foi extraído, é apresentado por um personagem folclórico pertencente a uma canção popular chamado Mestre André. Marcelo Xavier usou toda a sua experiência com o público infantil para criar o visual curioso deste personagem: "um contador de histórias que parece saber um pouco de tudo". As importantes informações sobre os mitos e as crendices populares, intensamente pesquisadas pelo autor, estão presentes no espetáculo através de cena, dentro dos diálogos e ações. Desta forma, "Mitos - O Folclore do Mestre André" garante a mesma qualidade didática do livro na transposição cênica, utilizando a forte potencialidade dramática do argumento. Este potencial foi, aliás, a principal razão que motivou o autor a realizar a adaptação da sua obra. Esquetes independentes contam histórias tradicionais de cada mito. Nelas, seres humanos comuns (de carne e osso) têm a sua rotina de vida alterada quando encontram estes personagens maravilhosos. Com muito humor e magia, o público revive os casos que já ouviu da boca dos parentes mais velhos. É possível saber como pegar o Saci ou porque o Boitatá aparece. Além destes dois, o espetáculo fala sobre mais quatro mitos: o Lobisomem, o Curupira, o Boto e a Mula-sem-cabeça. Com todo este encanto, a Companhia Candongas garante que a peça pode ser vista por crianças de todas as idades. “Mitos - O Folclore do Mestre André” lembra a todos que o povo brasileiro tem uma cultura rica e fascinante. Assistindo ao espetáculo, as crianças poderão assimilar com prazer toda esta riqueza, criando laços mais fortes com as próprias raízes. O Espetáculo pode ser realizado em qualquer tipo de palco, bem como em áreas abertas, espaços públicos e escolas, visando assim, chamar a atenção das nossas crianças para a existência de um universo de personagens, crenças e manifestações culturais. A peça é recomendada para crianças acima de 3 (três) anos. UIRAÇU Cinco pessoas se unem em torno da discordância em relação à determinação da Uniformidade (sistema tirânico) que rege o reino: a má distribuição de oxigênio. O sonho desses líderes de uma melhor qualidade de vida básica para o povo surge da indignação com a severa escassez de oxigênio permitida à cada submisso à Uniformidade. Uma das coisas nas quais os revoltosos buscavam sustentação era o “Estatuto Vital”, um texto registrado, compilado e louvado pelos seres ancestrais o qual foi rejeitado pelos dogmas do Soberano Mercado Financeiro e que, mesmo apócrifo devida a defesa da Empatia, ainda era lembrado clandestinamente de forma oral por pouquíssimos iniciados na ritualidade oculta. Esses cinco Inconfidentes se organizaram por muito tempo, fizeram reuniões, lembraram, registraram e divulgaram em segredo o Estatuto Vital, fizeram planos, pactos de silêncio em defesa do movimento, se articularam com outros iniciados à Empatia, da defesa, das leis, das artes, esconderam grandes volumes de oxigênio e dignidade, estocaram armamento bélico, comunicaram secretamente ao povo os intentos de quebra da Uniformidade em favor do estabelecimento de outro sistema no qual a população voltaria a ter o oxigênio livre com bases empáticas, etc. Há anos a Uniformidade discute e tenta decretar a venda de Volume Individual de Oxigênio abaixo do suportável para a população e naquele momento esse instante estava com data marcada. Todo o planejamento dos revoltosos estava bastante adiantado e várias movimentações estavam acontecendo. Estava-se aguardando o fechamento da torneira do oxigênio quando chegou uma informação de que o ministério da verdade estava engaiolando (prendendo) os inconfidentes, para depois espaguetá-los (eliminá-los/vaporizá-los) e sufocar a insurreição. A instrução era para eliminar todos os escritos (principalmente as cópias do Estatuto Vital, da nova Constituição Empática, entre outros), desenhos (como o da nova Bandeira do Reino), planilhas, oxigênio, dignidade, armamento bélico e etc... Muita coisa se conseguiu eliminar ou esconder, mas não tudo. Os cinco revolucionários foram engaiolados. A rebelião sonhada pelos personagens foi descoberta, eles são presos por longos três anos, nos quais houveram devassa, inquéritos e torturas. Foram oferecidas delações premiadas, direito à clemência da Uniformidade, garantia de oxigênio suficiente para si e para a família até o fim da vida, entre outras garantias caso os outros líderes e o movimento fossem entregues. Mas havia o pacto de silêncio entre os inconfidentes no qual tudo seria negado, assim como nenhum deles seria delatado. Estranhamente algumas provas, umas mais frívolas e outras comprometedoramente internas, apareceram no julgamento. Do mesmo jeito que ameaças às famílias, aos patrimônios, informações falsas e a indicação de que seriam espaguetados (eliminados/vaporizados). Essas coisas traziam imensas perturbações em cada um dos revoltosos que se mantiveram em total isolamento do mundo durante toda a devassa. Depois de três longos anos engaiolados é marcado o anúncio da sentença. Os líderes estão: em frangalhos, mas tentando conservar a consciência; aflitos, mas conservando a comicidade de quem não tem mais o que perder; degradados, mas ainda conservando diferentes níveis de convicção no sonho; convictos nos invisíveis (ancestrais) e descrentes nos seres; Como é claro que houve uma traição, eles estão perturbados com a sustentação do pacto de silêncio dos outros inconfidentes e envergonhados das próprias dúvidas e deslizes; tudo isso e muito mais em vice e versa. Se a maior dúvida é se existe futuro depois de amanhã, a esperança na empatia do povo pode ser um lusco- fusco de salvação? É neste estado de humanidade que cada insurgente, anteriormente (noite anterior ou momentos antes) ao início do evento, tem um encontro de súplica com pessoas que verão presencialmente suas condenações e, caso a sentença seja de morte, poderão acompanhar a execução.

Objetivos

Objetivo geral Comemorar os 30 anos de criação da Cia Candongas, promovendo a manutenção e continuidade das atividades permanentes de formação cultural e artísticas, tanto no Centro Cultural Casa de Candongas, quanto por meio da circulação dos espetáculos de repertório "Sísifos", "Mitos - O Folclore do Mestre André", "O Monstro do Lixo" e "Uiraçu". Objetivos específicos - Realização de 8 oficinas no Centro Cultural Casa de Candongas nas seguintes áreas artísticas: Teatro - três oficinas (uma de iniciação para crianças, uma para jovens e adultos e uma preparação vocal para adultos); Dança - três oficinas (Dança de Rua, ballet e ballet baby class) e Música - duas oficinas (violão para jovens e adultos e pandeiro); - Viabilizar a manutenção anual da estrutura física e administrativa do Ponto de Cultura Centro Cultural Casa de Candongas.- Realização de 8 oficinas no Centro Cultural Casa de Candongas- Circulação do espetáculo "Sísifos" - 6 apresentações - Circulação do Espetáculo "Mitos - O Folclore do Mestre André" - 4 apresentações BH - Circulação do espetáculo "Uiraçu" - 12/BH, SP/4, Rio/4, POA/4, BSB/4 - Circulação do espetáculo "O Monstro do Lixo" - 18 apresentações (contrapartida social)

Justificativa

A Companhia Candongas e Outras Firulas é um grupo teatral que, desde a sua formação em 1994, dedica-se ao estudo das artes cênicas nas suas múltiplas formas e manifestações, além das possibilidades expressivas do trabalho do ator. Neste processo, um dos objetivos consiste em confrontar os aspectos técnicos e éticos deste ofício milenar. Na sua trajetória, a trupe sempre procurou aprimorar a linguagem de um teatro popular que pudesse ser apresentado em diversos locais e para públicos distintos. Dedica-se também a representar no seu trabalho a cultura popular brasileira, em especial a mineira. Esta opção vem da vontade de fixar o seu local de enunciação, reconhecendo a riqueza cultural e o ecletismo do nosso povo. Atualmente, a companhia concentra suas atividades no Centro Cultural Casa de Candongas, um galpão situado na região Nordeste de Belo Horizonte, que tem, além de atividades permanentes para a comunidade, espaço para ensaios e escritório de produção do grupo. Com vinte anos de atuação, a Casa é uma referência cultural para a população da região. Com ações do projeto proposto, a Companhia Candongas realizará a comemoração de 30 anos de trabalho contínuo dedicados ao teatro e à valorização da cultura popular brasileira assim como a continuidade das atividades artísticas e de formação realizadas há mais de 20 anos no Centro Cultural Casa de Candongas. O projeto tem duas linhas de ação que podemos destacar. Primeiramente, viabilizar a manutenção de atividades artísticas para um público eclético o que inclui a população de uma comunidade com pouco acesso a ações que valorizem a mineiridade, as raízes culturais brasileiras e o seu empoderamento social e cultural, conforme Art. 1° inciso I da Lei 8313/91. A segunda linha de ação diz respeito à sustentabilidade de ações culturais e artísticas existentes nos moldes da Cia. Candongas, contribuindo com a formação continuada de seus gestores, grupos congêneres, suas ações e respectivas populações atendidas. Neste sentido, a população da comunidade dos bairros Santa Cruz e Cachoeirinha terá um estímulo inicial de empreendimento Cultural através dos trabalhos desenvolvidos nas oficinas artísticas do Centro Cultural, demanda latente deste público da região. A continuidade de um projeto como este vem preencher uma lacuna sociocultural para a comunidade em que a Casa de Candongas está inserida. Principalmente pelo fato deste Centro Cultural ser o único na região, que tenha a arte e a Cultura como prioridades no seu trabalho. A importância do projeto se dá pela garantia da difusão do trabalho de uma companhia teatral de grande relevância na cena teatral pelo trabalho que realiza, contribuindo para a reflexão, democratização de acesso e formação de público. O espetáculo "O Monstro do Lixo" é uma fábula criada pela Companhia Candongas, inspirada pelas festas e folguedos populares de Minas Gerais, cujo tema central é a produção desordenada de lixo, suas consequências socioambientais e a falta de consciência dos homens na poluição e na utilização ruim dos recursos naturais do nosso planeta. Um teatro popular e de familiaridade do público por sua temática, "O Monstro do Lixo" possui em sua dramaturgia uma linguagem acessível, que contempla tanto o público que já frequenta bens culturais quanto aquele que não têm acesso às salas de apresentações teatrais. Todas as apresentações de "O Monstro do Lixo" serão realizadas em escolas públicas, sem cobrança de ingresso, atendendo ao Inciso IV a do artigo 3º da lei 8313/91, o objetivo é de envolver o maior número possível de participantes de idades e condições econômicas distintas. Em "Sísifos", com dramaturgia própria, a montagem encontra ponto de interseção nas obras "O Mito de Sísifo", do filósofo francês Albert Camus, "Mito da Caverna", de Platão e o romance "1984", de George Orwell. A questão principal da montagem é trazer ao público a possibilidade de refletir sobre sua condição humana e social, sua presença no seu meio, seu papel de cidadão e sua busca pela felicidade. Em "Uiraçu", uma proposta diferente e inusitada: um jogo em que o público é convidado a fazer parte como jogador, interferindo diretamente em seu final. A peça acontece num mundo onde a população está subjugada a um poder repressor chamado "Uniformidade", associado a outra entidade que lucra com essa repressão: o "Mercado Financeiro". A partir daí, além de reprimir as ações do povo, eles limitam até a distribuição de oxigênio como forma de mantê-los sob controle e acumular mais riqueza.Mas, indignados com a situação, algumas pessoas da população resolvem criar um coletivo revolucionário, que organizou uma rebelião contra o poder opressor da Uniformidade. As estratégias deste coletivo derivam do "Estatuto Vital", que propõe um modelo de relação entre as pessoas baseado na Empatia, no Amor e em valores rejeitados pela opressão. Com todas estas características, o projeto visa ampliar a ação cultural do grupo através da capacitação artístico-cultural, divulgação, memória e registro do seu trabalho.

Estratégia de execução

CENTRO CULTURAL CASA DE CANDONGAS – CIA. CANDONGAS - PLANO PEDAGÓGICO DIRETRIZES O que é o Centro Cultural Casa de Candongas? O Centro Cultural Casa de Candongas é uma referência artística para a região nordeste de Belo Horizonte e conta com a grande participação de várias pessoas da comunidade dos bairros Santa Cruz, Cachoeirinha e de outros locais da cidade prestigiando os eventos, apresentações, debates e oficinas realizadas no Centro Cultural. Criado pela Cia Candongas, grupo teatral que sempre trabalhou acreditando na função social da arte e trabalha motivada por essa consciência. Desta forma, o grupo atua junto a um público diverso, o que inclui as camadas sociais que com pouco acesso aos bens culturais. Na Casa de Candongas, o grupo desenvolve um trabalho das artes variadas para que a população do seu entorno construa uma arte possível, com base nas manifestações populares, comunitárias e sociais. O Que desenvolve? Oficinas de diversas áreas artísticas para faixa etária variada, espetáculos abertos para público em geral, seminários, mostras artísticas, festivais de artes e trabalho específico com um grupo de mulheres com artesanato e gerador de cultura criativa. Atendimento de demandas de ocupação artística por grupos e artistas da cidade. Qual é objetivo? Desenvolver atividades e eventos artísticos e culturais, que possibilitem a apreciação da arte, a fruição e a contextualização, o encontro e a interrelação entre artistas da Cia Candongas, as pessoas da comunidade e artistas que ocupam o Centro Cultural. Inclusive entre diferentes gerações. Uma programação permanente e continuada é imprescindível para caracterizar a Casa de Candongas como equipamento cultural e inseri-lo no contexto artístico-cultural da cidade. Qual é o público atendido? Crianças, adolescentes, jovens, adultos, terceira idade e artistas da cidade. PLANEJAMENTO ANUAL Atividades oferecidas: Oficinas de teatro para jovens e adultos, dança para infância e adolescência, musicalização e instrumentalização (canto, pandeiro e violão), brincadeiras populares e pilates como preparação corporal. Atividades permanentes: O Centro Cultural Casa de Candongas comporta, além do trabalho artístico e de produção da Companhia Candongas, as seguintes atividades: Temporadas e Apresentações de Espetáculos da Companhia Candongas:A Companhia Candongas sempre realiza apresentações de seus espetáculos de repertório na Casa de Candongas. Os objetivos principais destas apresentações são a divulgação da Casa como espaço alternativo atuante na cidade de Belo Horizonte e também de oferecer à comunidade local um retorno pela acolhida da companhia e pelos apoios oferecidos à trupe. Temporadas e Apresentações de Espetáculos de grupos parceiros e convidados:A Casa de Candongas sempre recebe grupos e artistas diversos para realizarem apresentações de seus espetáculos. Isto se dá principalmente no caso de espetáculos elaborados para espaços abertos e/ou alternativos, tendo em vista que o galpão pode compor diversas configurações de relação espetáculo-plateia. O espaço também abriga a sede da Cia Candongas e seus treinamentos, ensaios, produções e apresentações. A companhia tem solicitado aos grupos que se apresentam na Casa, como contrapartida cultural, a realização de workshops e oficinas curtas para as pessoas da comunidade local. AÇÕES Oficinas para crianças: A oficina para crianças da região tem como objetivo aliar o teatro, a dança e a brincadeira às dinâmicas de desenvolvimento de potencialidades humanas. Jogos lúdicos, brincadeiras e outras atividades são passadas e elaboradas juntamente com os participantes. As oficinas para crianças acontecem em dias e horários variados. Oficinas para adolescentes: A oficina para adolescentes envolve jovens de 13 a 18 anos da região com os quais são trabalhados os fundamentos da arte teatral, dança de rua e técnica vocal. As bases da construção de personagens e do jogo cênico. As oficinas também acontecem de acordo com o cronograma de atividades anual.Cessão do espaço para ensaios e treinamentos de grupos teatrais: De acordo com a disponibilidade do espaço, a Companhia Candongas também cede a Casa para realização de ensaios de companhias teatrais que não possuem espaço. Esta atividade é eventual, e já acolheu ensaios dos grupos e artistas diversos.Trocaldo - Trocas e seminários: Este projeto de Compartilhamento visa promover a discussão a respeito de temas pertinentes aos diversos coletivos artísticos e teatrais, envolvendo assuntos de ética, estética e técnica. Tem duração de 4 dias e conta com convidados para explanação sobre sua experiência e workshops. O Trocaldo é voltado a atores, performers e pessoas interessadas no universo artístico, com participação gratuita. Cada edição do evento prioriza a discussão de um tema específico, escolhido pela Companhia Candongas com a ajuda dos seus colaboradores.

Especificação técnica

Peças Gráficas: PEÇAS GRÁFICAS: Banner 145 x 2100mm Programa/Cartilha 32x46xm Filipeta 150x210mm Cartaz 42x29.7mm Wind Banner 210x55cm Espetáculos: O MONSTRO DO LIXO: Área Cênica Mínima: 4 metros de comprimento por 4 metros de largura e 2,5 metros de altura. Iluminação: Luz geral ou iluminação natural Sonorização: O espetáculo é totalmente acústico não tendo necessidade de equipamentos de som. Em todos os casos em que haja um número de espectadores maior que 200 crianças, será necessário equipamento de sonorização compatível com o público. Preparação do espetáculo: Montagem: 1 hora - Desmontagem: 1 hora SÍSIFOS: Área Cênica Mínima: 6 metros de comprimento por 6 metros de largura e 3,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr Para ligação das caixas e microfones Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas MITOS - O FOLCLORE DO MESTRE ANDRÉ: Área Cênica Mínima: 4 metros de comprimento por 4 metros de largura e 2,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela.; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr Para ligação das caixas e microfones Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas UIRAÇU: Área Cênica Mínima: 6 metros de comprimento por 6 metros de largura e 3,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores. Projeção: 3 Projetores VGA com pelo menos 3000 ANSI Lumens. Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr para ligação das caixas e microfones. Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas. CENTRO CULTURAL CASA DE CANDONGAS – CIA. CANDONGAS - Plano Pedagógico Diretrizes: O que é o Centro Cultural Casa de Candongas? O Centro Cultural Casa de Candongas, que completou vinte anos neste ano é uma referência artística para a região nordeste de Belo Horizonte e conta com a grande participação de várias pessoas da comunidade dos bairros Santa cruz, Cachoeirinha e de outros locais da cidade prestigiando os eventos, apresentações, debates e oficinas realizadas no Centro Cultural. Criado pela Cia. Candongas, grupo teatral que sempre trabalhou acreditando na função social da arte e trabalha motivada por essa consciência. Desta forma, o grupo atua junto a um público diverso, o que inclui as camadas sociais que com pouco acesso aos bens culturais. Na Casa de Candongas, o grupo desenvolve um trabalho das artes variadas para que a população do seu entorno construa uma arte possível, com base nas manifestações populares, comunitárias e sociais. O Que desenvolve? Oficinas de diversas áreas artísticas para faixa etária variada, espetáculos abertos para público em geral, seminários, Mostras artísticas, festivais de artes e trabalho específico com um grupo de mulheres com artesanato e gerador de cultura criativa. Atendimento de demandas de ocupação artística por grupos e artistas da cidade. Qual é objetivo? Desenvolver atividades e eventos artísticos e culturais, que possibilitem a apreciação da arte, a fruição e a contextualização, o encontro e a inter-relação entre artistas da Cia. Candongas, as pessoas da comunidade e artistas que ocupam o centro cultural. Inclusive entre diferentes gerações. Uma programação permanente e continuada é imprescindível para caracterizar a Casa de Candongas como equipamento cultural e inseri-lo no contexto artístico-cultural da cidade. Qual é o público atendido: Crianças, adolescente, jovens, adultos, terceira idade e artistas da cidade. Planejamento anual: Atividades oferecidas: oficinas de teatro para jovens e adultos, dança para infância e adolescência, musicalização e instrumentalização (canto, pandeiro e violão), brincadeiras populares e pilates como preparação corporal. Atividades permanentes: O Centro Cultural Casa de Candongas comporta, além do trabalho artístico e de produção da Companhia Candongas, as seguintes atividades: * Temporadas e Apresentações de Espetáculos da Companhia Candongas: A Companhia Candongas sempre realiza apresentações de seus espetáculos de repertório na Casa de Candongas. Os objetivos principais destas apresentações são a divulgação da Casa como espaço alternativo atuante na cidade de Belo Horizonte e também de oferecer à comunidade local um retorno pela acolhida da companhia e pelos apoios oferecidos à trupe. * Temporadas e Apresentações de Espetáculos de grupos parceiros e convidados: A Casa de Candongas sempre recebe grupos e artistas diversos para realizarem apresentações de seus espetáculos. Isto se dá principalmente no caso de espetáculos elaborados para espaços abertos e/ou alternativos, tendo em vista que o galpão pode compor diversas configurações de relação espetáculo-plateia. O espaço também abriga a sede da Cia. Candongas e seus treinamentos, ensaios, produções e apresentações. A companhia tem solicitado aos grupos que se apresentam na Casa, como contrapartida cultural, a realização de workshops e oficinas curtas para as pessoas da comunidade local. AÇÕES * Oficinas para crianças: A oficina para crianças da região tem como objetivo aliar o teatro, a dança e a brincadeira as dinâmicas de desenvolvimento de potencialidades humanas. Jogos lúdicos, brincadeiras e outras atividades são passadas e elaboradas juntamente com os participantes. As oficinas para crianças acontecem em dias e horários variados. * Oficinas para adolescentes: A oficina para adolescentes envolve jovens de 13 a 18 anos da região com os quais são trabalhados os fundamentos da arte teatral, dança de rua e técnica vocal. As bases da construção de personagens e do jogo cênico. As oficinas também acontecem de acordo com o cronograma de atividades anual. * Cessão do espaço para ensaios e treinamentos de grupos teatrais: De acordo com a disponibilidade do espaço, a Companhia Candongas também cede a Casa para realização de ensaios de companhias teatrais que não possuem espaço. Esta atividade é eventual, e já acolheu ensaios dos grupos e artistas diversos. * Trocaldo - Trocas e seminários Este projeto de Compartilhamento visa promover a discussão a respeito de temas pertinentes aos diversos coletivos artísticos e teatrais, envolvendo assuntos de ética, estética e técnica. Tem duração de 4 dias e conta com convidados para explanação sobre sua experiência e workshops. O Trocaldo é voltado a atores, performers e pessoas interessadas no universo artístico, com participação gratuita. Cada edição do evento prioriza a discussão de um tema específico, escolhido pela Companhia Candongas com a ajuda dos seus colaboradores. (Detalhamento das oficinas no campo "Descrição da Atividade do produto" abaixo).

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços locados para realização das apresentações deverão cumprir as regras de acessibilidade, contando com rampas, corrimões e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para auxiliar esse público em todas apresentações. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A Casa de Candongas tem fácil acesso a pessoas com necessidades especiais de locomoção, cumprindo as regras de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras de acordo com a demanda. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para auxiliar esse público em todas apresentações.

Democratização do acesso

A partir do art. 28 da IN nº 01/2023 , serão adotadas as seguintes medidas: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Gustavo Bartolozzi Coordenador de Produção; Ator - “O Monstro do Lixo”, “Sísifos” e “Uiraçu”. - Coordenação das atividades de produção das ações: contatos com fornecedores e parceiros para as apresentações e monitoramento do trabalho das produtoras executivas; - Contato junto à Assessoria de Comunicação na construção das estratégias de divulgação no projeto; - Participa artisticamente do projeto no elenco dos espetáculos “Sísifos”, “O Monstro do Lixo”, “Uiraçu”. Breve Currículo: Formação: Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Comunicação Social /Publicidade e Propaganda Período do Curso: Fevereiro/2009 a Dezembro/2012 - Carga horária: 3160 horas/Aula UFMG - Administração -Matérias Isoladas de Mestrado e Doutorado • Estudos Organizacionais e Sociedade: Foucault, Certeau e Congruências/Divergências. Prof. Alexandre Carrieri - 2013 / 64 horas • Avançados em Estudos Organizacionais e Sociedade: Leituras Clássicas em Teoria da Administração e Pensamento Divergente. Profª. Ana Paula Paes de Paula – 2013 / 15 horas • Administração Estratégica: Teorias da Estratégia, Competição das Organizações. Prof. Carlos Alberto Gonçalves - 2015 / 32 horas • Seminário em Estudos Organizacionais e Transdisciplinaridade: Estudos Organizacionais e Transdisciplinaridade I e II. Profª. Ana Paula Paes de Paula – 2015 / 64 horas • Pós graduado pela PUC MInas em Gestão Estratégica – 2018 Experiência Profissional: - Ator, Produtor , Diretor e Comunicólogo; - Sócio-fundador da Cia Candongas em BH/1994; - Diretor de produção da Cia. Candongas desde 1995; - Diretor de Comunicação da Cia Candongas desde 2007; - Idealizador e Coordenador do Minas de Grupos- 1º Encontro Estadual de Teatro de Grupo de Minas Gerais; - Coordenador da 3ª Estação em Movimento- Mostra de Teatro do MTG; - Planejamento de Comunicação e Marketing da Associação Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2013/2014) - Coordenador de Comunicação e Marketing do Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2014/2015) - Integrante do Núcleo de Planejamento e Gestão do Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2015) Trabalho em Dramaturgia: Os 4 Distintos / Cia Teatral Crepúsculo (2014) Alguns Espetáculos como Ator: - Commedias a La Carte - Pesquisa cênica sobre a Commedia Dell’Arte.Direção de Fernando Linares. (2001) - As Grandes Lonas do Céu - Pesquisa cênica sobre o Circo Tradicional BrasileiroTexto e Direção Fernando Limoeiro (2008) - Leitura dramática: O Cachorro de três Pernas/ Texto de Eid Ribeiro (2011) - O Monstro do Lixo - Direção e Dramaturgia Guilherme Théo (2014) - Sísifos - Direção Claudia Henrique / Dramaturgia Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi (2017) Claudia Henrique Atriz - “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e na nova montagem; Diretora - Sísifos; Coordenadora Pedagógica da Casa de Candongas - Coordenação Pedagógica das atividades formativas e de compartilhamento no Centro Cultural Casa de Candongas; - Participa artisticamente do projeto como diretora do espetáculo “Sísifos” e atriz no elenco dos espetáculos “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e na nova montagem. Breve Currículo: - Graduada em Pedagogia (UEMG) - Curso de Iniciação Teatral com Onice Sousa- 1986 - Oficina de Capacitação de Grupos – Secretaria Municipal de Cultura Ministrantes: Iara Fernandes e Sérgio Marrara - 1994 - Usina de Teatro do Parque Fazenda Lagoa do Nado Coordenação: Marcos Vogel - Curso Agente Cultural, pela Secretaria Municipal de Cultura de BH (1996 e 1999) - Treinamento de Máscara/ Orientado por Fernando Linares(2001) Alguns espetáculos em que participou: - Pantagruel - Autor: François Rabelais /Direção: Marcos Vogel (1995) - Hamlet Exercício nº 1 / De Shakespeare - Direção: Marcos Vogel (1997) - Lenda do Céu / De Mário de Andrade - Direção: Gustavo Bartolozzi (2000) - As Grandes Lonas do Céu/ Texto e direção de Fernando Limoeiro (2008) - O Monstro do Lixo - Direção e Dramaturgia Guilherme Théo (2014) - Sísifos - Direção Claudia Henrique / Dramaturgia Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi (2017) Como Arte Educadora/ Diretora de Teatro: -Educadora social/Oficina de teatro - Centro Comunitário Metodista - (1992 a 2004) -Oficinas de Teatro/Projeto Trilhas da Cultura: Sabará, Contagem, Vespasiano, João Monlevade, Nova Era, Governador Valadares e Barra do Jucu(E.S.) (2004 e 2005) - Oficina de Teatro para crianças e adolescentes: Fundação Metodista(2007) - Oficina de teatro e direção cênica: Um Canto pra Algum Lugar/Sabará(2008) - Oficina de Teatro/Programa PET Ribeirão das Neves (2008) - Oficina de Teatro para crianças, adolescentes e adultos/ Espaço Cultural Casa de Candongas(2010, 2011 e 2012) - Coordenação Pedagógica do Espaço Cultural Casa de Candongas Outros profissionais envolvidos: Antônio Leite Rodrigues (Ator Convidado - “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e “Sísifos”) Paulo Nunes Flores (Diretor Nova Montagem) Juliana Ribas de Aguiar (Produtora Executiva - Companhia Candongas) Cleverson Eduardo Rodrigues (Coordenador de Técnica de Iluminação e Sonorização) Thaíssa Gonçalves de Oliveira (Produtora Executiva – Casa de Candongas) Rubens Rangel Silva (Assessoria em Teoria dos Jogos e aplicabilidade na Cena) Fernando Muzzi (Criação de Trilha Sonora Novo Espetáculo e Oficineiro de Violão) Marcelo Moreira Xavier (Cenógrafo – Nova Montagem) Érika Pessôa (Assessoria de Comunicação) Maria Amália Morais (Babaya Morais) (Preparação Vocal) Marcos Miranda (Preparação Corporal) Ueslei Gomes (Oficineiro – Ballet) Carlos Felipe Pintangui (Oficineiro de Pandeiro) Marília Cristina Abreu de Souza (Oficineira de Teatro Infantil) Antônia Claret dos Santos (Atriz na nova montagem) Wesley Simões (Ator na nova montagem) Rodolfo Goulart (Ator na nova montagem) Romulo Avelar (Consultor de Produção e Planejamento Estratégico) Anderson Feliciano (Núcleo de Dramaturgia) Harley Silva (Consultor História da Economia)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.