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PRONAC 237225Apresentou prestação de contasMecenato

Num Mundo Novo... Somos Todos Iguais! - 2024

ALBERTINA FERRAZ TUMA
Solicitado
R$ 812,2 mil
Aprovado
R$ 812,2 mil
Captado
R$ 226,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

27.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SC
Município
Joinville
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Joinville Santa Catarina

Resumo

Produzirtemporada em 2024 doespetáculo musical infantil que, de forma lúdica apresenta diversas formas de preconceito para serem refletidas e combatidas. Levar o teatro para as escolas, em especial para o público infantil tão carente desse tipo de entretenimento que diverte e tras a reflexão e o senso critíco. Serão realizadas24 apresentações gratuitas, sendo estas, 20 em escolas municipais da cidade de Joinvillle e 4 em teatro. Terão acessibilidade em libras em 6 apresentações e audiodescrição em 2 apresentações.

Sinopse

EM MAIS UM ESPETÁCULO DO CORAL CISER SHOW DE JOINVILLE, DESTA VEZ IRÁ APRESENTAR UM MUSICAL INFANTIL QUE, DE MODO LÚDICO E MÁGICO IRÁ COLOCAR EM CENA ATRAVÉS DO SEU TEXTO E MÚSICAS A HISTÓRIA DE UM POVO, DO PLANETA DAS TRÊS LUAS QUE PRECISA DEIXAR DE TER QUALQUER FORMA DE PRECONCEITO PARA SE TRANFORMAR EM ALGO MELHOR, NUM MUNDO NOVO ONDE AS PESSOAS POSSAM VIVER MAIS FELIZES. “NUM MUNDO NOVO... SOMOS TODOS IGUAIS!” FEITO ESPECIALMENTE PARA O PÚBLICO INFANTIL DE 3 A 10 ANOS IRÁ AGRADAR TAMBÉM AOS PAIS, PROFESSORES E COMUNIDADE PELO MODO DE COMO O TEMA IRÁ SER TRATADO. NUM MUNDO DIFERENTE EM QUE TODOS OS HABITANTES SE DIVIDEM NAS CORES VERDE, LARANJA E LILÁS, O PLANETA DAS TRÊS LUAS, DE UMA GALÁXIA MUITO DISTANTE DA TERRA VIVE UM GRANDE MISTÉRIO: O MUNDO PODE SE ACABAR DE UMA HORA PARA OUTRA SE TODOS NÃO TIVEREM SEUS PRECONCEITOS RESOLVIDOS. LILO, UM MENINO QUE TEM DIVERSOS PRECONCEITOS PASSA POR UMA GRANDE MUDANÇA E REFLEXÃO SOBRE O SEU MODO DE AGIR E ACABA SALVANDO SEU MUNDO, SE LIVRANDO DE SEUS PRECONCEITOS E, COM A AJUDA DE TODOS.

Objetivos

OBJETIVO GERAL PRODUZIR TEMPORADA EM 2024 DE ESPETÁCULO MUSICAL INFANTIL "NUM MUNDO NOVO... SOMOS TODOS IGUAIS", QUE, DE FORMA LUDICA APRESENTA DIVERSAS FORMAS DE PRECONCEITO (CONFORME ROTEIRO INSERIDO NOS ANEXOS) PARA SEREM REFLETIDAS E COMBATIDAS E APRESENTAR EM ESCOLAS PÚBLICAS E TEATRO, EM ESPECIAL PARA O PÚBLICO INFANTIL TÃO CARENTE DESSE TIPO DE ENTRETENIMENTO QUE DIVERTE E TRAZ A REFLEXÃO E O SENSO CRÍTICO. OBJETIVO ESPECÍFICO A) PRODUTO "ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS" _ Realizar 24 apresentações do espetáculo sendo 20 em escolas da Rede escolas de Joinville e 4 em Teatro gratuitas e aberto a comunidade em geral. B) PRODUTO "CONTRAPARTIDAS SOCIAIS" _ Realizar 20 palestras nas escolas municipais que receberam as apresentações intitulada "Conversando ludicamente sobre os preconceitos - exercício pedagógico de como trabalhar os preconceitos com crianças e jovens dentro do ambiente escolar". As palestras serão gratuitas e aberta aos alunos, professores, pais e comunidade em geral interessada.

Justificativa

A arte tem poder transformador no ser humano! O espetáculo NUM MUNDO NOVO… SOMOS TODOS IGUAIS! UM MUSICAL INFANTIL tem uma proposta que se justifica pela possibilidade de levar ao publico especificamente infanto-juvenil, um produto onde a excelência artística da música, do teatro, do canto coral e da dança, é vivenciada por um grupo de artistas procedentes da própria comunidade da cidade de Joinville, juntamente com profissionais contratados para esse fim. Tal fato caracteriza o grande diferencial desse espetáculo. O Coral Ciser Show foi criado em 10 de maio de 1997 oriundo de um projeto da produtora cultural Albertina Tuma denominado "Perfil Cultural Empresarial". Este projeto propunha que a empresa proporcionasse aos seus funcionários o acesso a várias atividades artísticas e culturais, revelando valores. Inicialmente o projeto era focado para os funcionários da empresa e familiares, entretanto, desde a sua formação, já se configurou como um coral aberto para a participação da comunidade de Joinville. A pesquisa em coral cênico teve seu início com o espetáculo "IMIGRANTES BEM BRASILEIROS", apresentado pela primeira vez na estação Ferroviária de Joinville em 1999, mostrando a chegada dos imigrantes e o processo de ocupação da cidade de Joinville. Em julho de 2003, com o amadurecimento do trabalho, o coral tornou-se independente e predominantemente comunitário, propondo seu primeiro espetáculo em teatro musicado com o projeto Ciser em Canto, patrocinado pela Lei Rouanet. A partir desse projeto foram montados os espetáculos FABRICANTO, NATUREZA EM CANTO, e os musicais CIRANDA CIRANDINHA, ERA VIDRO E SE QUEBROU e SERÁ QUE VAI CHOVER. É uma trajetória de mais de 20 anos de trabalho ininterrupto, com um repertório abrangente e apresentações com o mais absoluto sucesso. Estudos sobre o produto artístico produzido pelo Coral Ciser Show são poucos disponíveis em dados bibliográficos. A originalidade reside no fato de ser um grupo de canto coral produzindo um espetáculo de teatro musical. A partir da década de 60, as manifestações artísticas brasileiras hibridizaram dando margem para a experimentação e incorporação das várias linguagens artísticas. Esse fato também influenciou o canto coral brasileiro que procurou outras formas de interpretação além da exclusivamente sonora. Além de seus componentes musicais, o coro cênico apresenta aspectos visuais, gestuais e cênicos que fazem parte da origem do Teatro Musical Contemporâneo. Para essa mudança não bastava simplesmente que os coros agregassem uma lista de elementos cênicos ao canto-coral, sendo necessárias transformações na concepção do trabalho artístico e profundas mudanças na metodologia dos ensaios e na preparação dos cantores. O teatro musical é definido como uma forma de teatro que combina música, canções, dança, e diálogos falados. É uma expressão artística do teatro e combina diferentes gêneros desde a ópera até os musicais contemporaneos muito influenciados pelos musicais da Broadway. Tem como característica a estrutura e narrativa apoiada em composições musicais que acompanham o diálogo e integram os números coreográficos do espetáculo. O espetáculo NUM MUNDO NOVO… SOMOS TODOS IGUAIS! UM MUSICAL INFANTIL tem o mérito de extrapolar a sua condição original de coro cênico para se construir um musical infantil com texto inédito e música original, englobando todas as características de um musical contemporâneo na sua escrita dramatúrgica. O espetáculo conta a história de um mundo distante da terra, um planeta muito pequeno que se chama o planeta das 3 luas, pois em sua orbita giram três luas com cores diferentes: uma lua é verde, outra laranja e a Terceira é lilás. Essas luas tinham um poder mágico sobre as pessoas que viviam nesse planeta. A cada noite uma lua se ilumina mais que as outras e todo ser humano que nasce no planeta das três luas terá a cor da lua que estiver mais brilhando. Nesse mundo existe um menino chamado Lilo que na Escola passa a brigar com sua melhor amiga e ele passa a achar que sua cor é a melhor de todas .A partir daí as pessoas começam a entrar em conflito com diversas formas de preconceito. Sua professora explica que isso é muito errado e que o planeta só sobrevive através da união de todos. Existe um lenda bem antiga nesse planeta que "quem canta seus males espanta" que é a base do aprendizado da crianças, mas isso também está caminhando bem mal pois os alunos já não querem mais aprender a cantar. Muitas confusões acontecem e Lilo ao fim perde todos os seus amigos e percebe o quanto ele estava errado a partir de uma conversa reveladora com sua mãe. Sozinho e arrependido ele vê um cometa gigante se aproximando e entende que é a hora de cantar para espantar o mal que está chegando. Sozinho ele não consegure mas todos seus amigos vão chegando junto com toda a população e cantando juntos numa única voz faz com o que o cometa suma. Com isso, todos voltam a ser amigos e o mundo se tranforma num lugar melhor para se viver, com afeto e sem nenhuma forma de preconceito.Com um cenário de elementos moveis e um figurino colorido, se recria esse mundo diferente de modo lúdico com as três cores . São várias as linguagens do espetáculo com muita música, dança e magia para contar uma história para as crianças se divertirem e pensarem na contrução de seu mundo melhor. Obviamente, toda e qualquer iniciativa que promova a arte e a cultura, por si só, já justifica seu investimento. Isso se deve ao fato de que essas duas instâncias constituem-se importantes ferramentas de desenvolvimento e aperfeiçoamento. Estamos propondo, portanto, um trabalho que poderá resultar na formação do publico jovem de massa mais critica, formadora de opiniões e, desta forma, na construção de cidadãos mais integrados na sociedade em que vivem. O Projeto prevê atender o Art 1 da Lei 8.313/91 se enquadrando nos incisos I, II, III, IV, VII, VIII, e IX, abaixo citados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já referente aos objetivos do Art 3 da Lei 8.313/91, o projeto pretende alcançar o objetivo no Inciso II (sub ítem c) e IV (sub ítem a), conforme descrito abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:(...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

1) Serão realizadas 20 apresentações do espetáculo "Num mundo novo... Somos todos iguais!" em escolas da cidade de Joinville e 4 em teatro com acesso gratuito. 2) Palestras a serem realizadas nas escolas (contrapartida social) - intitulada "Conversando ludicamente sobre os preconceitos - exercício pedagógico de como trabalhar os preconceitos com crianças e jovens dentro do ambiente escolar".

Acessibilidade

Espetáculos de Artes Cênicos: Acessibilidade física: Os espaços fechados e escolas que receberão apresentações, serão escolhidos buscando espaços que possuam acesso de cadeirantes, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida (rampas, corrimão, etc). Acessibilidade deficientes auditivos: 4 espetáculos, sendo 2 em escolas e 2 em teatros serão ofertados com interpretação em libras. Acessibilidade deficientes visuais: 2 espetáculos que ocorrerão em teatros serão ofertados com audiodescrição.

Democratização do acesso

Produto: Espetáculos de Artes Cênicas Será adotada a medida VII do art. 28 da IN nº 01/2023, que dizem: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coordenação Geral: Albertina Tuma: Artista plástica, especializada em Artes Plásticas na Educação. Criadora da Escolinha de Artes Infantis de Joinville/SC (Década de 70); ex-Diretora da Escola de Artes Fritz Alt, ex-Diretora da Casa da Cultura de Joinville (Década de 80 e 90); ex-Diretora de Cultura e Eventos da Fundação Cultural de Joinville/SC. Coordenou as primeiras exposições de Artes Plásticas de Joinville (1970 a 1972) e todas as coletivas de Artes Infantis da Casa da Cultura de 1970 a 1988; os Festivais de Pintura Infantil de 1974 a 1985, levando anualmente dez mil crianças à Av. JK. Autora de dois projetos pedagógicos: ?A Criança e sua Arte? e ?Brincando com as Cores?. Coordenadora e idealizadora do Álbum ?Joinville Vista pelas Crianças? e do 1º Salão Nacional de Porcelana / Joinville. Criou também o ?Encontro Latino Americano de Arte-Cerâmica?. Idealizou o 1º Encontro de Flauta Doce, na Casa da Cultura. Ministrou vários cursos de Artes Plásticas na Educação para Professores estaduais, municipais e particulares. Ex-representante de Joinville na SOBREART – Sociedade Brasileira de Educação através da Arte; Membro fundador da Galeria Histórica do 62º BI. Criadora da Galeria de Artes Victor Kursancew (1982). Idealizadora do Salão Municipal de Arte Jovem; da Promoção Natalina ?A Arte de Presentear com Arte? (Década de 80) Foi a criadora do Festival de Dança de Joinville/SC em 1983, - juntamente com o professor de dança Carlos Tafur -; onde foi a CoordenadoraGeral por doze anos, projetando Joinville para o mundo. Prêmio MINC – Fundacen – Troféu Mambembe – Homenagem Especial pela Dança em 1988; Medalha do Mérito Artístico de Dança CBDD (ConséilInternational de La Dance) - Unesco. Destaque ainda pela homenagem especial recebida no 6 o . Grande Gala ENDA 2000, no Teatro Municipal de São Paulo, pelo que realizou em prol da Dança no Brasil e em especial em Joinville. Sempre se manteve na dianteira de várias outras iniciativas e produções, especialmente envolvendo orquestras, música, teatro e balé. Trouxe a Joinville e região, agora como produtora cultural independente, um grande número de atrações nacionais e internacionais como: Grupo Donbass da Ucrânia, Orquestra de Stuttgart, O Trio Guarneri de Praga, ViennaArtOrchestra, EsembleAstor (Genebra), I Musici de Montreal (Canadá), Trio Modigliani (Itália), Swiss Piano Trio, RussianVirtuosi, Tango à Tierra, (Argentina), Meninos Cantores de Viena, todas as edições do italianíssimo I Bricconello, A Noviça Mais Rebelde, com Wilson de Santos, em setembro de 2011, Fado Ao Centro, de Coimbra em 2013, o Teatro Nacional, com a peça Callas (Cláudia Ohana e Cássio Reis) em 2015, Doidas de Santas (Cissa Guimarães, Giuseppe Oristanio e Josie Antello) em 2016. Como produtora cultural autônoma, idealizou o projeto ?Perfil Cultural Empresarial? - onde originou a criação do Coral Ciser Show, há 24 anos. Neste segmento, criou os projetos ?Natureza em Canto?, ?Fabricanto?, ?Refabricando a Natureza em Canto?, ?Ciranda Cirandinha?, ?Era Vidro e se Quebrou?, e o musical ?Será Que Vai Chover?, todos aprovados pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. Fez a produção local, em Jaraguá do Sul, em setembro de 2015, do espetáculo Esquina Carlos Gardel da Argentina, no Teatro da SCAR. Em 2016 trouxe a Joinville e Jaraguá do Sul, o Quarteto de Violões da Argentina ?In Crescendo?. Em 2017 realizou em parceria com o Shopping Mueller o ?Harmonica Hinds? um dos mestres do Blues de Chicago. Em 2018, criou, juntamente com o produtor internacional Carlos Branco e o pianista Miguel Proença, o Pianístico de Joinville- Todos os Pianos do Mundo - e que, em 2021 chega à sua quarta edição. Diretor Musical: Jackson Araujo: Tecladista e Professor natural de Joinville, graduado em Licenciatura em Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, iniciou seus estudos musicais em 1998 na Escola de Música Villa-Lobos no curso de Teoria Musical e Piano, paralelamente atuou de 1996 a 2001 como tecladista em vários grupos Baile como as Bandas. Em 2001 ingressou na EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná) e fez parte do grupo instrumental Anagajanfá, em 2002 atuou na Orquestra Experimental da Casa da Cultura de Joinville ambos grupos dirigidos por Fabricia Piva. Paralelamente aos estudos acadêmicos em Curitiba atuou como pianista do Grupo vocal Cobras e Lagartos do Conservatório de Música Popular Brasileira e do grupo Confraria Instrumental. De 2000 a 2003 participou de oficinas de Música em Curitiba com os professores, Aroldo Campos (RJ), Aldir Klein (CTBA), Paulo Mattar (CTBA), Paulo Braga (RJ), Michel Freisson (RJ), Laércio de Freitas (RJ), e improvisação com Nelson Farias (RJ). Em 2004 trabalhou também em Curitiba como pianista acompanhador da oficina AFINA-SE com a professora Adriana Fabro no CMPB, Conservatório de Musica Popular Brasileira de Curitiba. Foi pianista do espetáculo ?De Chiquinha a Chico – Breve história da MPB?, de autoria de Fabrícia Piva, aprovado na Lei de Incentivo Estadual, apresentado-se nos anos de 2003 e 2004 em Joinville, Joaçaba, São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul. É integrante do Grupo Aroeira de musica popular brasileira, grupo que em 2005 realizou o show Nos Trilhos da Estação com apoio da Fundação Cultural de Joinville além abrir show para Elba Ramalho, Beto Guedes, Jorge Aragão entre outros. Também é acompanhador da cantora Karina Kluge atuando em bares e shows como o Chora Joinville, Especial Sade, Viva Brasil, Especial Cássia Eller, Grandes Nomes da MPB (abertura do show de Leila Pinheiro). Desde 2005 trabalha na Casa de Cultura de Araquari como professor de violão, teclado, desenvolve um trabalho de cultura popular com a Banda Municipal de Araquari e o Grupo Mocinhas da Cidade (grupo da terceira idade) e o grupo Boi de Mamão de Araquari Também em 2005 integrou o coral Ciser Show como pianista e arranjador do Show Natureza em Canto um Tribuno a Natureza. Atualmente é Professor de musica no Colégio Elias Moreira. Direção artística e dramaturgia: Rubens Lima Junior: Diretor Teatral, Professor Doutor em Teatro, Dramaturgo, Ator, Arte-Educador e Jornalista. Já dirigiu mais de 60 espetáculos teatrais profissionais, sendo vários premiados no Brasil e na Espanha. Entre 1993 à 2004, trabalhou com workshops e montagens de espetáculos nos teatros El Canto de la Cabra, Sala Triangulo e Círculo de Bellas Artes, todos em Madri / Espanha. Professor do Departamento de Interpretação do Centro de Letras e Artes da Universidade do Rio de Janeiro/Brasil - UNI-RIO - desde 1993, leciona em diversas cadeiras dos cursos de Interpretação, de Licenciatura e Direção Teatral (Prática de Montagem). Criou o Núcleo de Pesquisa Teatro Musicado no Ano de 1995 sendo hoje um projeto de extensão universitária. É doutor em Artes Cênicas em Interpretação Teatral. Pós- graduação em Teatro (especialista em Teatro Musicado Brasileiro) e mestrado em Teatro- educação, todos feitos na UNIRIO. Ainda na UNIRIO concluiu o Bacharelado de interpretação, direção e licenciatura em Teatro. Se Formou em Jornalismo na PUC- Rio de Janeiro (Bacharel em Comunicação) e trabalhou durante 10 anos (2002 à 2012) como jornalista no Jornal do Brasil, sendo crítico de cinema da Revista Programa. Foi durante dez anos (1989-1999) um dos diretores cênicos da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis no Rio de Janeiro. É autor do ?Cadernos de Teatro?, 2 livros sobre História do Teatro pela Fundação Roberto Marinho. Desenvolveu o projeto de assessoria pedagógica e co-autoria do projeto ?Tecendo Saber? também pela Fundação Roberto Marinho junto com o Instituto Paulo Freire, que resultou na publicação de oito livros e um programa de tele-aula no canal de televisão Futura. Dirigiu a mini série ?Teatro? para o canal Futura dentro do projeto do novo tele curso de teatro, que está disponível no you tube (Telecurso Teatro) . É também consultor da área de artes da Fundação Roberto Marinho. Produção Executiva: Cassio Correia - Proprietário da Essaé Produções, ator: DRT – 9665/SC, possui graduação em Teatro - Bacharelado pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (2005). Professor, ator, produtor Cultural, dançarino popular. Iniciou carreira profissional na área cultural como professor de Danças Folclóricas Alemãs e posteriormente com teatro e dança. Com teatro fez parte do grupo GATS em Jaraguá do Sul, onde fez mais de 150 sessões com o premiado espetáculo de formas animadas “O Patinho Feio”. Fundou a Essaé Cia na cidade do Joinville-SC, que já possui diversos espetáculos em cartaz e mais de 50 apresentações já realizadas nos estados de SP, PR, AM e SC. Já preside a Associação Joinvilense de Teatro (2014-2015) e a Federação Catarinense de Teatro – FECATE 2015-2016. Como Produtor cultural já atuou pelo SESC-SC por mais de 8 anos coordenando atividades de coordenação de cursos e produção cultural de eventos de teatro, dança, cinema, artes visuais, literatura e música.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.