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PRONAC 237239Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano Anual de Manutenção do Teatro Vila Velha

SOL MOVIMENTO DA CENA CENTRO DE PESQ P DESEN CULTURAL
Solicitado
R$ 2,79 mi
Aprovado
R$ 2,35 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto prevê ações de manutenção e dinamização para garantir o funcionamento, no período de 12 meses, do Teatro Vila Velha. Dentre as ações previstas estão aquisições de equipamentos, serviços de manutenção, restauração e despesas administrativas e operacionais, garantindo assim condições básicas necessárias à execução de suas atividades finalísticas, bem como atividades de formação, qualificação e dinamização do espaço, com programação artística pública.

Sinopse

O projeto garante o funcionamento de um ano das atividades do Teatro Vila Velha, com aquisições e serviços para assegurar as condições básicas necessárias à execução de suas atividades finalísticas: preservação da memória; formação e qualificação; e programação artística pública. Para isso, faz preservação predial, modernização de infraestrutura, a qualificação da gestão, a contratação e/ou manutenção de serviços essenciais ao bom funcionamento do equipamento cultural e de sua programação, a aquisição de recursos ou bens materiais para assegurar a qualidade de funcionamento do Teatro, assim como o custeio de despesas operacionais e administrativas relacionadas com os insumos necessários para a estabilidade das ações continuadas da instituição cultural. Sobre as ações do Teatro Vila Velha: 1. TEATRO DOS NOVOSSurgido em 1959, o grupo inaugurou o Teatro Vila Velha em 1964 visando pensar o teatro numa perspectiva ampla, explorando novas linguagens, colocando-se na vanguarda das artes cênicas na Bahia. Inicia em 1997 uma nova fase, voltando o foco para a experimentação e pesquisa e desde então permanece em total atividade. 2. universidade LIVRE do teatro vila velhaPrograma de formação profissionalizante para atrizes e atores com a metodologia do aprender fazendo que formou os artistas dos grupos residentes do teatro. Um aprendizado todo baseado nas práticas performativas do ofício stricto sensu (de corpo, voz, canto e ritmica), e também as práticas de gestão, comunicação, técnicas do espaço cênico (luz, som, cenário, figurino, vídeo) e audiovisual. O programa dura três anos, durante os quais são apresentados experimentos (mostras dos processos e conversas com o público) e espetáculos montados com atores convidados. 3. BANDO DE TEATRO OLODUMGrupo de atores negros, criado por Marcio Meirelles em 1990 em colaboração como Grupo Cultural Olodum e Chica Carelli. Atualmente dirigido pelo próprio coletivo de atores, conta com 15 participantes, todos oriundos de oficinas e seleções promovidas regularmente. Com uma linguagem própria e contemporânea, o Bando já produziu cerca de 26 espetáculos de teatro - além de atuações no cinema e na TV - e ganhou expressão nacional. 4. NÚCLEO VILA DANÇAFundada em 1998, pela coreógrafa Cristina Castro, o Núcleo Viladança já realizou mais de 400 apresentações no Brasil e no exterior. Com 11 espetáculos no repertório, o Viladança é reconhecido pelo MinC e UNESCO pelo caráter contemporâneo do uso do movimento para traduzir a dinâmica da atualidade. Atualmente o Núcleo Viladança realiza uma série de atividades de intercâmbio, através de residências internacionais e locais, criação, formação artística e de plateia para a dança.

Objetivos

Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O Teatro Vila Velha é um espaço cultural importante na cidade de Salvador (BA), que oferece uma programação variada, original e inovadora, nos segmentos de teatro, dança e música. É palco de produções de grupos e núcleos residentes, além de ser sede da Universidade Livre do Teatro Vila Velha. Para manter suas atividades em pleno funcionamento, é fundamental garantir a manutenção adequada de sua estrutura e a gestão eficiente de seus recursos humanos e financeiros. Nesse sentido, o projeto "Plano Anual de Manutenção do Teatro Vila Velha" visa a assegurar a continuidade das atividades do teatro e aprimorar sua estrutura e serviços. Esperamos que este projeto possa contribuir significativamente para garantir a continuidade do Teatro Vila Velha como um espaço fundamental para a cultura e arte brasileiras, além de promover o desenvolvimento da comunidade artística local e preservar, circular e estimular a fruição do patrimônio histórico e cultural do país. O projeto "Plano Anual de Manutenção do Teatro Vila Velha" apresentará uma proposta de atividades de manutenção a serem realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024, com ciclo coincidente com o ano fiscal de 2024. O custo total do projeto será planejado de maneira apropriada para que possa ser executado dentro do prazo de 12 meses. Objetivo Geral: Garantir a continuidade das atividades do Teatro Vila Velha e o funcionamento regular dos serviços técnicos, administrativos e de gestão da instituição cultural. Objetivos Específicos Produto PLANO ANUAL: Manter, ao longo de 12 meses, as atividades institucionais e programas do Teatro Vila Velha, incluindo a realização de apresentações teatrais, de música e de dança, além de exposições, mostras, seminários e outras ações culturais.Produto PLANO ANUAL: Executar 01 projeto de melhoraria e requalificação da infraestrutura do Teatro Vila Velha, por meio da aquisição de insumos e da contratação de serviços continuados, garantindo a qualidade e a segurança do espaço para o público e artistas.Produto PLANO ANUAL: Preservar a memória e documentação do Teatro Vila Velha, qualificando sua estrutura básica para armazenamento do acervo.Produto PLANO ANUAL: Fornecer condições mínimas para a execução de programação pública de teatro, dança e música de qualidade, além de outras ações culturais de excelência.Produto PLANO ANUAL: Custear as despesas fixas e variáveis relacionadas à gestão e administração institucional do teatro, incluindo recursos para pessoal, serviços continuados e/ou periódicos, capacitação da equipe, aquisição de recursos e bens materiais;Produto PLANO ANUAL: Aquisição de equipamentos de iluminação e sonorização para garantia das ações de dinamização do Teatro Vila Velha;Produto APRESENTAÇÕES TEATRAIS: Promover 12 apresentações públicas no Teatro Vila Velha;Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Promover Oficina de dança para crianças da rede pública de ensino, ministrante Janahina Cavalcanti

Justificativa

Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A Lei Rouanet (Lei 8.313/91) figura como instrumento essencial para o estímulo e a valorização das artes no Brasil. Com o seu papel de incentivo às iniciativas criativas, ela tem um papel fundamental na promoção da produção artística e na democratização do acesso ao patrimônio, princípios que são fundamentais para o Teatro Vila Velha (TVV). Com seus quase 60 anos de existência _ que completar-se-ão no ano 2024 -, o TVV se firma como um espaço singular e dinâmico, onde corpos artísticos inovadores interagem com uma ampla variedade de grupos, tanto nacionais quanto internacionais. A proposta em questão busca assegurar a continuidade das atividades do teatro, promovendo medidas voltadas à manutenção e melhoria do espaço físico, bem como à modernização da infraestrutura. Ao longo de seis décadas, o TVV desempenhou um papel notável na difusão da arte na Bahia e no Brasil, servindo como berço para importantes grupos artísticos e festivais, como o Teatrinho Chique-Chique, Vilavox, Viladança, Vivadança Festival Internacional, Teatro Livre da Bahia, A Outra, NATA - Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas, Cia Teatro da Queda, Supernova Teatro e Bando de Teatro Olodum, dentre outras produções. Inserido no Passeio Público do Centro Antigo de Salvador, o TVV integra o "Corredor Cultural" da cidade - rota repleta de espaços/equipamentos emblemáticos que participam e estimulam a cadeia produtiva cultural da capital baiana. A área se tornou roteiro cultural e turístico, pois seu percurso, que conecta diversos bairros com o centro antigo da capital baiana, abarca construções históricas, museus, hotéis, cafés, teatros, salas de cinema, galerias, restaurantes e praças públicas. O Corredor está delimitado entre a Igreja de Nossa Senhora da Vitória, tombada como patrimônio histórico da cidade, e o Passeio Público, jardim do século XIX, valorizado por sua tranquilidade, beleza e importância histórica, compreendendo um acervo diverso de obras de arte públicas (esculturas) e diferentes estilos arquitetônicos nos prédios em seu entorno tornando-se um local apreciado tanto por moradores quanto por visitantes. Inaugurado em 1964 pela Sociedade Teatro dos Novos e posteriormente reformado e ampliado em 1998, o Teatro Vila Velha conta com um palco principal com capacidade para até 400 expectadores; um café teatro, o Cabaré dos Novos, com capacidade para até 100; um espaço adaptável para ensaios ou espetáculos, a Sala João Augusto; um espaço para ensaios, a Sala Mário Gusmão; um espaço para exposição de artes visuais, próximo ao foyer e um setor de memória e pesquisa. A estrutura do Teatro Vila Velha recebe diariamente diversos públicos, desde apreciadores de seus espetáculos, ou de espetáculos abrigados pelo Teatro, artistas de diferentes linguagens, estudantes de seus cursos e oficinas, pesquisadores de teatro e arte, além do público de artes visuais. O TVV é um testemunho vivo da história da Bahia e do Brasil, tendo acolhido inúmeros grupos artísticos e festivais relevantes ao longo dos anos. Portanto, ao promover a manutenção do Teatro e do seu papel na vida cultural de Salvador, estamos, também, valorizando o patrimônio da cidade e do país, assegurando que este local continue a ser um farol para as artes cênicas no estado e no Brasil. Esta relevância histórica, cultural e patrimonial é considerada no Plano Anual de Manutenção Institucional. A estrutura física da instituição cultural, por exemplo, projetada pelos arquitetos Silvio Robatto e Mário Fiuza e renovada por Marcio Meirelles e Carl von Hauenschild, é única e inovadora no país. A arquitetura e o edifício foram reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC-Bahia) por seu valor histórico e se encontram no ano de 2023 em processo de tombamento. Com a retomada das atividades presenciais, após as limitações impostas pela pandemia da Covid-1 ao setor cultural, o TVV precisa de suporte para manter sua programação viva e garantir a acessibilidade do local, por meio da aquisição de insumos materiais e tecnológicos, da contratação de serviços de manutenção predial, e da manutenção de despesas básicas de custeio, como água, energia etc., para elevar a qualidade das atividades e serviços ofertados ao público. Gerido pela Sol Movimento da Cena, entidade sem fins lucrativos, criada em 1994 o Teatro Vila Velha mantém sua estrutura a partir de patrocínios culturais, já que sua linha de ação é desenvolvida através de atividades muitas vezes gratuitas ou sob cobrança de ingressos a preços populares. Isso faz com que o retorno financeiro destas ações represente apenas parte do total necessário para a sua subsistência. O Vila Velha é um teatro singular no seu modo de fazer e gerir, tendo como missão fomentar a arte, propiciando a inovação e a diversidade do fazer artístico, provocando a reflexão e a sensibilização do ser humano. Para que suas atividades artístico-culturais possam ser desenvolvidas em sua amplitude faz-se necessário que o Teatro mantenha sua estrutura física, técnica e administrativa capaz de atender as demandas do seu plano de ação direcionado à acessibilidade, à capacitação e ao fomento cultural. A proposta alinha-se com os incisos III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, buscando assegurar a continuidade das ações do TVV e fortalecer a presença das artes cênicas na Bahia. A concretização desta iniciativa permitirá alcançar os objetivos do Art. 3º, alínea "c" do inciso I, alínea "a" do inciso III e alínea "a" do inciso IV da mesma legislação, que defende o impulso à produção criativa brasileira e o desenvolvimento artístico do país. Da mesma forma, promove o acesso amplo e democrático aos bens e serviços relacionados às artes, a proteção e preservação do nosso patrimônio, bem como a formação de profissionais para o setor. Acreditamos firmemente que esta proposta é fundamental para fortalecer as artes cênicas e a diversidade expressiva na Bahia, assim como promover um acesso amplo e democrático aos bens e serviços associados à arte e à expressão cultural para a população. Reconhecemos a importância desta iniciativa para o ano de celebração do sexagésimo aniversário do TVV e na preservação de seu valioso acervo, reflexo de décadas de contribuição à cultura brasileira.

Especificação técnica

1. Manutenção e preservação física da sede da Instituição Cultural, considerando as seguintes ações: pintura e reparos do espaço interno; pintura e reparos na fachada; serviço continuado de manutenção das instalações elétricas; serviço regular de jardinagem; serviços hidráulicos regulares. 2. Readequação e manutenção das instalações internas e das áreas técnicas: readequação de mobiliários; atualização da comunicação e sinalização visual; manutenção de equipamentos; manutenção, preservação e restauro de acervo de figurino; manutenção, preservação e restauro de acervo cenográfico; atualização de insumos tecnológicos; manutenção de equipamentos de climatização e controle ambiental; instalação de serviços de segurança. 3. Manutenção de atividades e insumos administrativos: custeio de despesas fixas; pagamento de pessoal; serviço de manutenção e limpeza; manutenção de serviço de segurança; material de consumo; serviço de administração financeira; serviço de assessoria jurídica; manutenção de auxiliar de serviços gerais; aquisição de equipamentos tecnológicos de suporte à administração. 4. Manutenção e melhoria da gestão institucional: aquisição e implementação de sistemas ágeis de gestão de projetos; consultoria continuada administrativa e de gestão visando a requalificação da instituição cultural, com as seguintes abordagens: captação de recursos, controle orçamentário, gestão de equipe, dentre outros; manutenção do site; aquisição de sistema de controle de bilheteria (gerenciamento de tickets).

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO TEATRAL Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as apresentações teatrais, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações teatrais serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as atividades formativas, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas atividades formativas serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. EQUIPAMENTO DE ILUMINAÇÃO – AQUISIÇÃO Acessibilidade física, para deficientes visuais e deficientes auditivos: As demandas não se aplicam para o presente produto, visto que trata da aquisição de equipamentos de iluminação, mas serão atendidas no produto “Plano Anual”. PLANO ANUAL Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as atividades, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas ações propostas serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. O objetivo do projeto é tornar o Teatro Vila Velha um espaço cultural ainda mais acessível para todas as pessoas. Para isso, serão aprimoradas medidas de acessibilidade física e de conteúdo, que visam garantir uma experiência completa e inclusiva para todos os públicos. O Teatro Vila Velha já possui uma estrutura adequada às demandas dos portadores de necessidades especiais, com rampas de acesso e espaços especiais para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. Entretanto, o projeto visa ampliar a acessibilidade do espaço por meio de implementação e melhorias de medidas de acessibilidade de conteúdo, quando necessário. Para isso, serão desenvolvidos recursos de áudio descrição e Libras (Língua brasileira de sinais), para que pessoas com deficiência visual e auditiva possam compreender e desfrutar plenamente dos espetáculos. Esses recursos serão incorporados ao Teatro Vila Velha e estarão disponíveis para os espetáculos realizados no teatro. Adicionalmente, serão realizadas ações de mobilização para atrair o público com deficiência visual e auditiva para os espetáculos, através da divulgação dos recursos de acessibilidade oferecidos pelo teatro. Com a implementação do projeto, espera-se que o Teatro Vila Velha se torne um espaço cultural mais inclusivo e acessível, permitindo que todas as pessoas possam desfrutar plenamente das atividades oferecidas pelo teatro e incentivando a implementação de medidas de acessibilidade em outros espaços culturais.

Democratização do acesso

PLANO ANUAL: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos; APRESENTAÇÕES TEATRAIS: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre; A política de democratização de acesso do Teatro Vila Velha está direcionada para garantir que a programação cultural esteja disponível para todos, sem considerar as condições socioeconômicas. Os produtos propostos são disponibilizados e comercializados levando em conta a diversidade da programação, buscando atender a todas as classes sociais, bem como jovens, idosos e crianças. Considerando isso, a bilheteria prevê um público total anual de cerca de 30.000 pessoas, respeitando as cotas estabelecidas na Lei nº 8.313/91. Estamos comprometidos em oferecer no mínimo 10% dos ingressos de forma gratuita para fins sociais ou educativos, além de reservar até 10% para distribuição promocional gratuita por patrocinadores, em proporção ao investimento realizado. Ademais, promovemos o acesso público e gratuito por meio de ensaios abertos, oficinas paralelas e transmissões via internet. Com o intuito de ampliar o acesso, implementamos ações de formação de plateia, oferecendo ingressos gratuitos para estudantes, integrantes de grupos de teatro e dança do subúrbio, e organizações da sociedade civil. A comercialização dos ingressos será realizada com preços que não excedem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta, assegurando a meia-entrada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do total de ingressos disponíveis. O Teatro Vila Velha também fortalece a comunicação com as redes de ensino municipal, estadual e federal, promovendo um maior envolvimento com a comunidade e facilitando o acesso à cultura. Todas essas medidas são adotadas com o objetivo de garantir que a programação do Teatro Vila Velha seja acessível a todos, favorecendo a democratização do acesso à cultura e contribuindo para a formação de um público diversificado e amplo.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA 1. Coordenação Geral/Representante da Sol Movimento da Cena— Guilherme Hunder Será responsável por planejar, supervisionar e executar ações de manutenção e dinamização do Teatro Vila Velha ao longo de 12 meses. Isso inclui a gestão de despesas administrativas e operacionais. Irá garantir as condições necessárias para a execução das atividades artísticas e formativas, além de promover uma programação artística para dinamização do espaço. 2. Direção Artística/Curadoria — Márcio Meirelles 3. Planejamento e Elaboração de Projetos — Cristina Castro CURRÍCULOS 1. Guilherme Hunder Guilherme Hunder é artista visual, figurinista, diretor teatral e gestor cultural. É Bacharel em Direção Teatral pela UFBA e mestrando em Artes Cênicas pela mesma instituição. Vem debruçando seus estudos nas artes para as infâncias e juventudes e nas políticas para as artes. É membro criador do Cooxia – Coletivo Teatral e do Núcleo Teatro Viável. Integrou a Cia. de Teatro Novos Novos, antigo grupo residente do Teatro Vila Velha e integra o colegiado de gestão do Centro de Educação pela Arte, Hora da Criança (BA), onde iniciou-se no fazer teatral há 15 anos. É gestor e um dos criadores do Festival Estudantil de Artes Cênicas, o FESTAC – BA, que em 2021 chegou em sua 5a edição, reunindo produções estudantis de diversas faixas etárias de toda Bahia e do Brasil. Foi também coordenador dos Projetos artístico-culturais Brasil Africano e Cururupebas, na cidade de Madre de Deus, que reuniu oficinas de diversas linguagens, culminando com uma mostra final. De 2019 a 2023 atuou na Coordenação de Teatro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, desenvolvendo projetos e políticas para o setor. Enquanto encenador, seus mais recentes trabalhos são os espetáculos Avesso (2016) e O Mundo das Minhas Palavras (2018) ambos vencedores do Prêmio Braskem de teatro na categoria espetáculo infantojuvenil, O jabuti e a Sabedoria do Mundo (2019) e Zumbindo (2021) e Flor de Julho (2023), onde também assumiu a direção de produção. 2. Márcio Meirelles Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicialmente ligado às áreas de arquitetura e Belas Artes, atua em teatro desde 1972.Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976‐1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil – o Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba – no período de 87 a 91.Em 1977, participou de um projeto do ETSEDRON, que participou da Bienal Internacional de Artes de São Paulo. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York, 1986). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro, como palestrante, a convite do Instituto Goethe (Berlim, 1990). Co‐dirigiu O Sonho de Uma Noite de Verão, com Werner Herzog (Rio de Janeiro, 1992). Dirigiu Zumbi para o Black Theatre Co‐op, como parte do Lift– London International Festival of Theatre (Londres, 1995). Dirigiu vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios e de lançamentos de projetos. Em 1990 criou o Bando de Teatro Olodum, que dirigiu até 2012. Em 1994, assumiu a direção artística do Teatro Vila Velha, em Salvador. E coordenou o Projeto Novo Vila, que revitalizou e reformou aquele teatro, com o apoio da Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, do Ministério da Cultura, da Eletrobrás e da Petrobrás. Fez parte do colegiado que administrava e gerenciava projetos e programação do Vila. Fez parte, representando o Teatro Vila Velha, da coordenação internacional de um projeto que envolveu grupos teatrais de países de língua portuguesa em parceria com a Companhia de Teatro de Braga, a Escola da Noite (de Coimbra) e a Cena Lusófona, associação portuguesa para o intercâmbio cultural entre países que falam português (2000/01). Coordenou dois projetos de intercâmbio dos grupos residentes do Vila: Tomaladacá, com grupos de teatro e dança do subúrbio de Salvador; e o Teatro de Cabo a Rabo, com grupos e artistas do interior do estado. Seus trabalhos mais recentes realizados como encenador foram: Cabaré da RRRRRaça (com estréia em 1997 e sendo apresentado até hoje), Sonho de uma noite de verão, espetáculo vencedor do prêmio Braskem de Teatro de Salvador (2006) e Bença (2010), para o Bando de Teatro Olodum; Fausto#Zero (1999) e Cartas abertas (2006), para a Cia Teatro dos Novos; Um Tal de Dom Quixote (1998) e Oxente, Cordel de Novo? (2003), entre outros. Em 2022, a convite do Sesc SP encenou Uma Revolta dos Búzios, uma reflexão sobre o bicentenário da Independência. O espetáculo fez 54 apresentações para mais de 15.000 pessoas em várias unidades do Sesc. Condecorado como Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia em 1990, homenageado pelo Troféu Copene de Teatro pelo conjunto de seu trabalho em 1999 e indicado para o Prêmio Shell, no Rio, pela direção de Candaces – a Reconstrução do Fogo. Secretário da Cultura do Estado da Bahia na gestão 2007/2010. Desde 2013, Márcio Meirelles guia as atividades da universidade LIVRE do teatro vila velha, um programa de formação continuada que pensa arte como ferramenta política de transformação e sistematiza os processos desenvolvidos no Vila desde a sua fundação. São ações multidisciplinares onde os participantes têm contato com os diversos saberes do palco, produção, gestão colaborativa, técnica e comunicação. 3. Cristina Castro Coreógrafa, dançarina, gestora cultural, curadora artística e professora, nasceu em Salvador, Bahia, e graduou-se em Licenciatura em Dança pela UFBA. Com formação em ballet clássico, dança moderna, contemporânea e esporte iniciou sua carreira como dançarina profissional trabalhando em grupos de dança independentes e na companhia oficial do Estado da Bahia, Balé Teatro Castro Alves. Premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts e pelo Ministério da Cultura do Brasil, com o Troféu Mambembe, pelo seu trabalho como coreógrafa e diretora. A partir de 1998, passou a fazer parte do colegiado de programação e gestão e a curar a programação de dança do Teatro Vila Velha, onde atualmente dirige a área de planejamento de projetos, o programa de residências artísticas internacionais e o programa de educação artística para público infanto-juvenil, em parceria com a rede pública de ensino e comunidades da cidade. No Vila, fundou o Núcleo Viladança, grupo residente do teatro, implementando e realizando diversos projetos. Montou por 13 anos, para o grupo, vários espetáculos de dança contemporânea, tendo circulado pelo Brasil, Europa e América do Sul. Criou também o VIVADANÇA Festival Internacional, programação anual de dança, com espetáculos, networkings, mostras, oficinas, seminários e intercâmbios nacionais e internacionais. Ocupando vários teatros de Salvador, municípios baianos e cidades de outros estados. Vem participando também de diversos festivais como curadora, comissão de seleção de prêmios, e programas internacionais como o International Arts Management e International Choreography Residency, Bolsa Vitae/ EUA, Primer Programa Sociedad Civil de Brasil na Espanha a convite da Fundación Carolina e Embaixada da Espanha, entre outros. Em parceria com o Ministério da Cultura da Polônia, Instituto Cultural Adam Mickiewicz e o Arts Foudation criou o projeto Yanka Rudzka, integrando as ações do Ano da Cultura da Polônia no Brasil, promovendo ações no Brasil e em cidades da Polônia. Com o Festival Vivadança e Teatro Vila Velha vem criando e fortalecendo parcerias culturais com diversos países do continente europeu, latinoamericano e nos últimos anos consolidando a ponte com o continente africano.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.