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O projeto prevê a realização de um espetáculo de circo cujo tema central gira em torno de problemas ambientais que assolam o mundo contemporâneo. Também estão previstas paletras formativas, e oficinas culturais voltadas para população em vulnerabilidade social.
Produto Espetáculo Teatral: Devido à escassez de água que assola seu país, Iara decide migrar com seu filho Curupira para o Primeiro Mundo. Ali, contando unicamente com ajuda do golfinho Flipper, eles passam a enfrentar as tramoias e armadilhas de um executivo imensamente poderoso. Classificação Etária: Livre Produto Contrapartida Social: Palestra - A arte como ferramenta de tranformação. Através da magia do mundo do circo e uma explanação de linguagem simples, objetiva e eficiente, proporcionamos ao público uma experiência motivacional única, mostrando como a arte e cultura podem transformar a vida das pessoas. Classificação Etária: Livre
Objetivo Geral: Composto por artistas nacionais e internacionais, o projeto tem por objetivo oferecer à população um espetáculo circense moderno, de elevado nível técnico e artístico,promovendo o acesso à cultura,conscientização ambiental e inspirando crianças e adolescentes por meio da arte. O espetáculo será composto por diferentes linguagens circences, como Artista Acrobata de Solo da modalidade Hand Balance,Malabarista ,Artista Equilibrista entre outros. Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidadeartística e da diversidade; Objetivos Específicos: - Realizar 8 Apresentações em São Paulo/SP. - Realizar 2 paletras formativas. - Realizar 3 oficinas culturais.
O espetáculo visará encenar e dramatizar uma narrativa centrada tanto na problematização dos múltiplos processos de destruição ambiental (destruição da fauna e flora marítima, destruição das florestas etc.) quanto nos impactos que tal destruição sistemática produz sobre a vida das comunidades no Brasil e no mundo. Para tanto, o espetáculo contará com a participação de artistas brasileiros e internacionais (Patrick Leonard, um dos diretores do circo The 7 Fingers, uma das mais inovadoras companhias de circo do Canadá, virá para o Brasil participar da codireção do espetáculo), além de artistas de outros campos artísticos. Com efeito, é importante vincar que a narrativa em apreço buscará trazer à tona o fato de as questões ambientais não poderem ser discutidas a contento se não se levar em conta os dilemas e impasses sociais e políticos no interior das quais essas questões se encontram inseridas. Em suma, a proposta artística possui a ambição ético-política de fomentar discussões a respeito do meio ambiente mobilizando recursos estéticos pertencentes ao repertório circense. Pois, julgamos nós, a transformação da sociedade e de seus modos de vida depende, em larga medida, da capacidade de resistirmos ao encolhimento de nossa imaginação política. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura,em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O projeto Nós, Flippers é um projeto que atuará em duas frentes distintas e complementares. De um lado, tratar-se-á de apresentar um espetáculo de circo cujo tema central gira em torno de problemas ambientais que assolam o mundo contemporâneo (espetáculo que levará o mesmo nome do projeto). De outro lado, durante a preparação do projeto, ocorrerão atividades formativas que serão ofertadas para jovens em situação de vulnerabilidade social na cidade de São Paulo (jovens que participam de atividades ligadas a Organizações Não Governamentais que já tenham a arte como ferramenta central de inclusão social). O espetáculo de circo em apreço visará encenar e dramatizar uma narrativa centrada tanto na problematização dos múltiplos processos de destruição ambiental (destruição da fauna e flora marítima, destruição das florestas etc.) quanto nos impactos que tal destruição sistemática produz sobre a vida das comunidades no Brasil e no mundo. Para tanto, o espetáculo contará com a participação de artistas brasileiros (Fábio Zanoni é roteirista e diretor de cinema) e internacionais (Patrick Leonard, um dos diretores do circo The 7 Fingers, uma das mais inovadoras companhias de circo do Canadá, virá para o Brasil participar da codireção do espetáculo), além de artistas de outros campos artísticos (Tom Zé e Marcelo Segreto comporão a trilha). Com efeito, é importante vincar que a narrativa em apreço buscará trazer à tona o fato de as questões ambientais não poderem ser discutidas a contento se não se levar em conta os dilemas e impasses sociais e políticos no interior das quais essas questões se encontram inseridas. Exatamente por essa razão, a narrativa do espetáculo é obrada pelo entrelaçamento entre duas histórias. A história da captura e exploração comercial do golfinho Flipper e a história de uma mãe (Iara) e de seu filho (Curupira) que migram do chamado Terceiro Mundo para o Primeiro Mundo. Em suma, a proposta artística que aqui se delineia possui a ambição ético-política de fomentar discussões a respeito do meio ambiente mobilizando recursos estéticos pertencentes ao repertório circense. Pois, julgamos nós, a transformação da sociedade e de seus modos de vida depende, em larga medida, da capacidade de resistirmos ao encolhimento de nossa imaginação política. Mas os impactos éticos-político do espetáculo não se limitam aos efeitos sobre o público, já que o próprio processo de feitura do espetáculo foi pensado e será montado no sentido de beneficiar a cidade de São Paulo. E é exatamente por essa razão que os ensaios para o espetáculo, bem como as oficinas de formação, serão disponibilizados a título de estratégias práticas de instrumentalização dos jovens que se encontram em situação de vulnerabilidade social na cidade de São Paulo. Desse modo, durante o processo de preparação do espetáculo, os sobreditos jovens serão convidados a acompanhar e participar de parte dos ensaios dos profissionais envolvidos na feitura do espetáculo – isso sem contar que algumas dessas jovens farão parte do próprio espetáculo. É igualmente relevante fazer notar que os alunos testemunharão em primeira mão o trabalho de artistas de diferentes áreas, haja vista que o espetáculo será composto por artistas de diversas áreas (palhaços, acrobatas, atores e atrizes do cinema e do teatro, músicos etc.).
Contrapartidas sociais: - Oficinas de palhaçaria: ministradas pelo renomado ator João Miguel, tais oficinas se voltarão para a instrumentalização dos jovens de São Paulo, instrumentalização que terá a ver com fornecer-lhes técnicas voltadas para o manejo artístico do corpo e da voz. Vagas: 50 vagas - Oficinas de música: o músico Marcelo Segreto (Filarmônica de Pasárgada) irá ministrar oficinas teóricas e práticas a respeito do funcionamento de diferentes instrumentos, de modo que os jovens possam adquirir as primeiras noções envolvidas no trabalho de elaboração de uma trilha sonora. Vagas: 50 vagas - Oficinas de roteiro: ministradas pelo roteirista e diretor Fábio Zanoni, tais oficinas terão a ver com ensinar técnicas de produção de narrativas para os jovens; isto é, tratar-se-á de explicitar que a construção de narrativas, sejam elas circenses, teatrais ou cinematográficas, sempre se valem de estratégias narrativas que podem ser apreendidas e, nessa medida, reutilizadas na construção de novas narrativas. Vagas: 50 vagas - Palestra - A arte como ferramenta de tranformação. Através da magia do mundo do circo e uma explanação de linguagem simples, objetiva e eficiente, proporcionamos ao público uma experiência motivacional única, mostrando como a arte e cultura podem transformar a vida das pessoas. Vagas: 400 vagas.
Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais : As Apresentações contarão com audiodescrição. - Acessibilidade para deficientes auditivos : As Apresentações contarão com intérprete em libras. Produto:Contrapartida Social Acessibilidade física:Os locais escolhidos para realização das palestras formativas e oficinas serão totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Durante as ações haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as ações contarão com tradução em libras.
De acordo com o Art. 28 da IN nº 01/2023, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
FICHA TÉCNICA: Texto e Direção:Fábio Zanoni Direção Artística: Patrick Leonard - Cia The 7 Fingers Direção Geral: Rodrigo Cauchioli Direção de Produção: Gustavo Sanna Trilha Sonora: Tom Zé Artistas: Elenco: João Miguel (Ator) Eduardo Garbim (Bike Shark / Eban) Gabriel Gomes (Mandala) Willian K. Mattos (Evron - Malabares) Junior César (El Goru - Handstand Emotion) Larissa Guimarães (Luna Act – Lira/ Auroras Act - Trapezio) Ana Maria Loureiro (Lunia Act – Lira/ Auroras Act - Trapezio) Bruna Genovez (Auroras Act – Trapezio/ Earth – Tecido) Gabriel Manzini (Tayrone – Duo Handstand Emotion) Beatriz Mendes (Zeldia – Duo Handstand Emotion) Currículos: Fábio Zanoni Fábio Zanoni estreia como roteirista e diretor com o longa-metragem Os amores de Vera (2017), uma produção de baixo orçamento realizada em parceria com a Bucareste Filmes, selecionada para o Festival Internacional de Cinema de Bogotá, Colômbia. Em seguida, volta a trabalhar como roteirista e diretor do longa-metragem Eu sou mas eu, longa-metragem selecionado para uma série de festivais internacionais (Berlim Lift-Off Film Festival, Montreal Independent Film Festival, Valência International Film Festival, Madri Film Awards, entre outros). Nesse momento, Fábio Zanoni terminou de escrever o longa-metragem intitulado Elefante, longa-metragem que foi adquirido pela produtora Spray Filmes e cujas personagens principais serão interpretadas por Dira Paes e Matheus Nachtergaele. Além disso, Fábio Zanoni possui graduação em Filosofia e em licenciatura pela Universidade de São Paulo (2009), mestrado em Estética pela Universidade Nova de Lisboa (2012), doutorado em História da Educação pela Universidade de Lisboa (2015) e pós-doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (2018). Entre 2018 e 2022, Fábio Zanoni foi professor de Filosofia da Educação na Universidade do Estado do Amapá (UEAP), formulando, dentro e fora da universidade, uma série de projetos envolvendo a filosofia e o cinema, sobretudo em parceria com lideranças indígenas preocupadas com democratizar a produção e circulação dos saberes em regiões do Norte do Brasil que tendem a ser marginalizadas. Nesse sentido, basta lembrar que, entre outros projetos, Fábio Zanoni venceu o Edital junto ao Banco do Amazonas para realizar o projeto Ficcionando no Amazonas, projeto em que ele se dedicou a compartilhar procedimentos de escrita de roteiro para as comunidades indígenas da região do Amapá. Atualmente, Fábio Zanoni é o organizador e um dos professores a ministrar o curso de escrita de cinema intitulado Arte, vida e escrita, curso que conta com a participação do ator João Miguel, do ator Caco Ciocler e do professor Julio Groppa Aquino. Fábio Zanoni também publicou diversos artigos sobre cinema para revistas científicas como Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, Revista de Letras, Artes e Comunicação, entre outras. Vale mencionar que Fábio Zanoni é o responsável pela elaboração do material didático Educonatus, material construído com a missão de incluir temas e problemas específicos das diferentes regiões do país. Patrick Leonard Patrick Léonard é formado pela Escola Nacional de Circo de Montreal. Iniciou sua carreira como palhaço no Montreal Casino, depois em cabarés alemães como Pump Duck e Circumstances, o Wintergarten e o Freidrichbau, com o circo suíço Knie, no Teatro ZinZanni em São Francisco e com o Cirque du Soleil. Ganhou o prêmio Nicouline no Festival Mondial do Cirque de Demain. Seu compromisso ecológico e social o leva a contribuir para espetáculos beneficentes como a organização Dans la rue em Montreal ou Square Circle, que dirigiu em 2018 e 2019 em Toronto. Ele também faz parte do conselho de administração da Productions Carmagnole. Patrick gosta de colaborações artísticas: em 2015, co-dirigiu as performances acrobáticas de Moby Dick, dirigido por Dominic Champagne no Théâtre du Nouveau Monde. Em 2019, dirigiu o espetáculo Looping para a Comic Opera (Suíça) e frequentemente trabalha em novas criações para a Orquestra Gypsy Kumbia (Canadá). Desde 2002, Patrick tem viajado regularmente ao Extremo Norte do Canadá para desenvolver projetos com Inuit de várias comunidades, o que o levou a co-dirigir o Unikkaaqtuat, uma criação multidisciplinar coproduzida pela Artcirq e Taqqut Productions, com estreia em Ottawa em janeiro de 2020. Cofundador e co-diretor artístico de The 7 Fingers, Patrick co-dirigiu Temporel, Vice & Vertu, La Vie e Loft. Em 2022, para o festival Montreal Completement Cirque, ele co-dirigirá o espetáculo 3 Géants. Em 2013, ele interpretou o personagem principal de Un dia alongside his two older daughters. Em 2022, ele também interpretou o personagem cômico do show de gelo Cadence. Direção: 3 Géants (The 7 Fingers, 2022); Benefit Show (Square Circle, 2018 & 2019); Unikkaaqtuat (The 7 Fingers, 2019); Looping (Comic’opera, 2019); Temporel (The 7 Fingers, 2018); Vice & Vertu (The 7 Fingers, 2017); Patinoire (The 7 Fingers, 2011); La Vie (The 7 Fingers, 2007); Loft (The 7 Fingers, 2002); Acrobatic Design and Choreography; Gypsy Kumbia Orchestra (Montreal, 2020, 2022); Coaching, Commedia Dell’Arte, Théâtre du Nouveau Monde (Montreal 2020); Moby Dick (Montreal, 2015). Performance: Cadence (The 7 Fingers, 2021); Made in Kouglistan (Throw 2 Catch, 2019); Temporel (The 7 Fingers, 2018); Vice & Vertu (The 7 Fingers, 2017); Un Dia (The 7 Fingers, 2013); Patinoire (The 7 Fingers, 2011); La Vie (The 7 Fingers, 2007); Loft (Les 7 Doigts, 2002). João Miguel João Miguel é um dos mais conhecidos e respeitados atores de sua geração. Seus trabalhos incluem a série Assédio (2018), a série 3% (2016-1018), além dos longas-metragens Cinema, Aspirina e Urubus (2005), Estômago (2007), Felizes para sempre (2015), A teia (2014), Gonzaga (2013), Ó pai, Ó (2008), entre muitos outros. João Miguel possui uma série de prêmios nacionais e internacionais. Marcelo Segreto Cantor, compositor, violonista e pesquisador nascido em São Paulo. É o compositor e idealizador do grupo Filarmônica de Pasárgada. Formado em letras (português/francês) pela FFLCH-USP e em música (composição) pela ECA-USP. É mestre e doutor pela FFLCH-USP sob a orientação do Prof. Dr. Luiz Tatit, desenvolvendo pesquisa sobre a composição de canção popular. Realizou pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Música da ECA-USP sobre a estruturação de um curso de composição de canção no ensino técnico e superior. Também se formou em Composição na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), orientado pelo compositor e professor Rodrigo Lima. Formou-se em violão erudito na Universidade Livre de Música-ULM (atual EMESP) com Éverton Gloeden. Estudou violoncelo na Escola Municipal de Música de São Paulo com Fábio Presgrave e Kirill Bogatyrev. Com a Filarmônica de Pasárgada, lançou quatro álbuns: O Hábito da Força (2012), com participações especiais de Luiz Tatit, Ná Ozzetti, Lurdez da Luz e Kassin; Rádio Lixão (2014), com participações de Tom Zé, Guilherme Arantes, Kassin e Tatá Aeroplano; Algorritmos (2016) com participações de Tom Zé, Guilherme Arantes, Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Jussara Marçal, Ná Ozzetti, Barulho Max, Tim Bernardes e Kassin; e PSSP (2022), com participações de Trupe Chá de Boldo, Barbatuques, Música de Montagem e Tom Zé. Todos os álbuns contam com projeto gráfico de Guto Lacaz. Os três primeiros discos contaram com produção musical de Alê Siqueira e lançamento pelo Selo Coaxo do Sapo de Guilherme Arantes. Participou como compositor, arranjador e músico do EP Tribunal do Feicebuqui (2013) e do CD Vira lata na via láctea (2014) do compositor Tom Zé. Neste último disco, realizou o arranjo da canção “Pequena suburbana”, primeira parceria de Tom Zé e Caetano Veloso. Em 2020, lançou o EP América, América e atualmente prepara o lançamento do seu primeiro disco solo. Premiado em diversos festivais, foi vencedor da 17ª edição do Programa Nascente da USP, do 1º Festival da UNICAMP e do 41º Festival Nacional da Canção (FENAC-MG). Foi o vencedor do Brasil do 5º Concurso de Canção Popular Ibermúsicas (2018). Foi finalista do Prêmio Musique (O Estado de S. Paulo/Eldorado – Edição Tom Zé). Tom Zé Tom Zé é um dos maiores compositores, cantores e arranjadores da música brasileira, tendo sido um dos principais fundadores do movimento musical da década de 1960 conhecido como Tropicália. Em 2022, Tom Zé foi eleito para ocupar uma das cadeiras da Academia Paulista da Letras. Sabine Van Rensburg Formada pela Ecole Nationale de Cirque de Montréal trabalha há 8 anos como Artistia Circense da cia The 7 fingers.Já realizou diversas temporadas e apresentações em diversos países. Gabriel Gomes - Nascido em 1985, em Canoas, RS, Gabriel aos 13 anos de idade conheci o BMX, comecei a praticar a modalidade Freestyle Flatland ( modalidade que consiste emexecutar manobras de solo com uma bicicleta aro 20), tamanha foi minha dedicaçao que em pouco tempo me tornei um dos melhores pilotos do sul do Brasil,ganhando diversas competiçoes regionais e apresentando em muitas cidades gauchas. Isso rendeu o convite para meu primeiro contato com a arte circence, em2001 recebi convite para apresentar com o circo Le Cirque, pela primeira vez entrei em uma lona de circo o picadeiro me fascinou , pela primeira vez senti aemoção de estar em cena, e descobri que era o queria fazer. No ano seguinte trabalhei com o Circo Moscou, apresentando com a bike, nos anos seguintes foqueinas competiçoes de freestyle. Em 2007, fui convidado a fazer parte da trupe do Circo Teatro Girassol, de Porto Alegre. No Girassol, tendo como treinador egrande mestre o Ucraniano Konstyantyn Makarkin, comecei a pesquisar outras técnicas circenses, entre elas o malabarismo de manipulaçao e um equipamentochamado Roue Cyr (Mandala), que veio a se tornar meu principal equipamento.Aline Godoy - CantoraAline Godoy iniciou na música aos 6 anos, estudando violão. Movida pelo seu talento precoce, seguiu nos estudos de música e violão e, aos 18 anos, iniciou ocurso de canto lírico no conservatório de Tatuí, um dos melhores da América Latina, mesmo ano em que começou a trabalhar profissionalmente em bandas debailes, bares e eventos. Fez musicais em navios pela costa brasileira, trabalhou nas melhores bandas de São Paulo e em 2008 gravou seu primeiro CD e DVD demúsica popular brasileira. Hoje, Aline sonha colorido, tendo a honra de fazer parte do Universo Casuo, onde além de cantora participa na concepção dascanções que fazem a trilha sonoro desse maravilhoso espetáculo. Junior Cesar - Praticante de equilíbrio, Junior Cesar tem 25 anos e exerce a profissão desde 2004. Porém, desde os 13 anos trabalha no mundo do circo como acrobata, quandoparticipou do seu primeiro espetáculo. Desde então não parou mais. Junior Cesar compartilha a magia magnífica do circo e participa de vários trabalhos efestivais na área. Atualmente na companhia Universo Casuo, atua com profissionais de altíssimo nível.Sabrina Santiago - Artista / TecidoNascida e criada em circo até completar 7 anos de idade, Sabrina mudou-se para Barretos, em São Paulo, com o objetivo de estudar inglês, dança, natação ecirco. Hoje participa de vários eventos e está cursando faculdade de Fisioterapia em Bebedouro. Jefferson Freire - Jefferson é artista circense e conta que num dia qualquer, ao sair de casa, conheceu um artista de rua chamado Anderson Pereira. Anderson praticavamalabarismo e, admirado com a arte do rapaz, Jefferson lhe disse que queria aprender, pois admirava a arte circense desde pequeno. Jefferson acreditou que oseu sonho estava próximo de acontecer. O garoto, a princípio, só queria aprender por diversão, mas algo incrível aconteceu e Jefferson transformou a artecircense em o "ar da minha vida". Era surpreendente como não conseguia parar de treinar. Dias de chuva e de sol, fazendo do próprio material escolar as clavasdo exercício. Jefferson cresceu e compreendeu a dificuldade que sua mãe, Eula, passava. Para ajudá-la, o garoto, de cabeça erguida e sorriso estampado, foipara as ruas mostrar a sua arte. Passava a maior parte do tempo nos faróis, para ganhar poucos trocados. Hoje, é artista do nosso Universo. Um artista formadopela vida. Igor Pimenta Bacharel em música – contrabaixo elétrico – pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM) e pela Universidade Livre de Música (ULM). Participou deinúmeros cursos, entre eles, linguagem instrumental popular com Gérson Frutuoso (1998), prática de conjunto e criação musical com Arismar do Espírito Santo(1999), contrabaixo acústico com Marco Antônio Brucoli e o curso de arranjo com Cláudio Leal (2006). Foi por três anos professor de contrabaixo elétrico daFaculdade Paulista de Artes (FPA). Participou de gravações e apresentações dividindo o palco com os grupos como Havana Brasil, Banda Mantiqueira, Bocato,Hermeto Paschoal e trabalhou com músicos como Graça Cunha, Celso Viáfora, Dani Carlos, Marcelo D2, Bob Burnquist, Carlinhos Zódi, Banda Trupe, Neymar Dias,Sérgio Réze, Bruna Caram, Pedro Altério, Dani Black, Bárbara Rodrix, Pedro Viáfora entre outros, além de participar de inúmeros festivais de músicainstrumental. Em 2005 ganhou com Neymar Dias Trio o prêmio revelação do Prêmio Syngenta de Viola Caipira. Em 2006 fez parte da banda da peça Cauby,Cauby!, com Diogo Vilela. Em 2008 com a canção "Não Vou" (Igor Pimenta/Pedro Viáfora) ganhou o prêmio de melhor letra do FAM (Ribeirão Preto). Trabalhaativamente com gravações e participa do movimento de música instrumental de São Paulo. O músico conta com outros projetos na área da música erudita,música para Teatro e Cinema. Trabalha com produção e sonorização, e tem trilhas e jingles veiculados em emissoras de televisão. Vinicius Gomes Vinícius Gomes – guitarrista, violonista, arranjador e compositor tem conquistado admiradores por onde passa. Por dois anos na Orquestra Tom Jobim, tocou comJoyce, Helio Delmiro, Carlos Lyra, Francis Hime, Theo de Barros, Eduardo Gudin, Vânia Bastos, Renato Braz, Roberto Sion, Roberto Menescal e Miles Osland,entre outros. Atualmente toca com o baixista Rogério Botter Maio, a cantora Adriana Godoy, o violonista Zezo Ribeiro, entre outros. Também realizouparticipações com a Jazz Sinfonica de Diadema e a Banda Sinfonica Jovem do Estado de SP. Foi colunista da revista Violão Pró, uma das publicações maisrespeitadas no país em seu segmento. Foi premiado no primeiro festival de música popular da ULM como instrumentista e arranjador, além de ter participado da6a mostra Brasil Instrumental de Tatuí, com o grupo Bambu. Atuou em musicais como "Tommy", do The Who e "Aída", de Elton John e Já fez diversas trilhas parao mercado publicitário e para novelas na Rede Bandeirantes. GABRIEL ALTERIO Gabriel Alterio é filho dos compositores Rafael e Rita Alterio, iniciou seus estudos de bateria aos 14 anos no Conservatório de Música Livre de Tatuí. Mudou-se em2003 para São Paulo para estudar na escola CLAM do Zimbo trio com o prafessorPercioSapia. Em seguida estudou com Lilian Carmona, um ano depois cursou afaculdade de música Cantareira, onde estudou durante um ano com Giba Favery. No ano seguinte estudou com o Ramon Montagner, e Edu Ribeiro.Hoje faz parte do City dc, duo com Rodolfo Rodrigues, do trio instrumental chamado Oritá com o pianista Bruno Piazza e o baixista Filipe Marostica, além disso,participa de trabalhos com Rafa Castro trio, Celso Viafora, Breno Ruiz, Dalai, Paulo Novaes, Pedro Viafora, Pedro Alterio, Rafael Alterio, Neymar Dias trio. Jáparticipou também das gravaçãos, do disco do compositor Rafael Alterio, disco da dupla Fioravante ( Rafael Alterio) e Guimarães (Ivan Lins), Breno Ruiz, PedroAlterio e Bruno Piazza, Dalai, Pedro viafora, Janaina Feline, Filarmônica de Pasárgada, Oritá entre outros. IGOR PIMENTA Igor Pimenta é contrabaixista graduado pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, além do Centro de Estudos Musicas Tom Jobim. Atua como instrumentistaem inúmeros trabalhos ligados à música instrumental, como, KVAR, Come Together Project, duo ao lado do violeiro Neymar Dias, Alexandre Silvério Quinteto,Projeto Coisa Fina, Ensemble Brasileiro, além de acompanhar inúmeros artistas, como, Blubell, Pedro Altério, Breno Ruiz, Bárbara Rodrix, Paulo Novaes, PedroViáfora e fazer a direção musical do espetáculo Universo Casuo. Já trabalhou ao lado de Ivan Lins, Luiza Possi, Larissa Baq, Celso Viáfora, Rafael Altério entreoutros. EDUARDO GARBIM Atleta Profissional desde 2000, Profissional de Educação Física País-BrasilNome: Eduardo Evangelista Garbim Conhecido no mundo artístico como Edu Garbim, natural de São Paulo - SP ,aos 17 anos conheceu o BikeTrial, onde estava passeando pelo Parque do Ibirapuera ede repente encontrou um atleta até então meio estranho com uma bicicleta sem banco subindo um obstáculo, disseram que foi louco por escolher este esportemas foi aí que se apaixonou por ele. Mas sempre achou que aquele esporte nunca iria praticar, pois acreditava ser muito difícil, porém com muita persistênciacomeçou a praticar e tomar gosto pela modalidade, hoje é atleta profissional da categoria Elite e campeão Paulista da modalidade. Edu Garbim se dedicou no esporte á 16 anos onde se diz que se formou e pós graduou no esporte, já em 2009 ingressou na faculdade de Educação Física onde seformou em bacharelado e ministra aulas tanto do esporte como na área. Campeão Paulista em 2005, realizou a abertura do ciclismo nos Jogos Olímpicos Rio-2016 e apresentações tais como: Salão das Duas Rodas, Revista Duas Rodas,aparições em diversos programas como Domingo Legal, Esporte Espetacular, Aventuras (ESPN), Você é o Jurado, programa do Ratinho, Qual é o seu talento, MixTv entre outros. Hoje se dedica a organizar e realizar apresentações do esporte oferecendo uma grande performance com diferentes manobras e acrobacias com sua bicicletapreparada para o esporte, bicicleta que não tem banco e muito leve, freios hidráulicos, pneu bastante largo com calibragem baixa, tudo para adquirir ummelhor desempenho nas manobras. FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: A Cauchioli Produções, produtora artística com foco em espetáculos circenses fundada em 2010 será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração.
PROJETO ARQUIVADO.