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O projeto busca a realização do primeiro Festival Internacional de Orquestras Jovens, com participação de orquestras, músicos, regentes e solistas nacionais e internacionais, promovendo gratuitamente apresentações artísticas, masterclass, e intercâmbio entre projetos sociais de formação orquestral.
CONCERTO ESPECIAL - 15 ANOS DA OJRS Ao comemorar 15 anos de trajetória, a Orquestra Jovem do RS busca a realização de um concerto inédito a ser apresentado no encerramento do festival, com participações especiais e regência de dois maestros. APRESENTAÇÕES DO FESTIVAL Serão convidados seis projetos de orquestras jovens nacionais e internacionais para apresentação no festival, em formato completo, de câmara, quartetos, trios ou duos, de acordo com a capacidade financeira da captação do projeto. Abaixo, a participação de dois projetos confirmados ORQUESTRA NACIONAL JUVENIL DO URUGUAI-SODRÉ (OJS) Reconhecida como uma das melhores orquestras juvenis do continente, a Orquestra Nacional Juvenil do Uruguai-Sodré (OJS) é uma ferramenta indispensável para a formação e promoção dos talentos musicais do país. Conquistou a opinião do público e da crítica especializada pela qualidade demonstrada nos seus Concertos Sazonais no Auditório Nacional Sodré, bem como nas suas digressões internacionais, que a levaram a salas de prestígio como a Berliner Philharmonie, New World Center em Miami. , Auditório Nacional de Madrid, Kennedy Center em Washington D.C, Teatro Heredia em Cuba, entre outros. Seu diretor fundador, Mtro. Ariel Britos, com fortes convicções humanistas, transformou-a num instrumento eficaz de coordenação social e de acesso a todos os cidadãos, com um cunho particular fresco e desinibido, valorizando a arte como geradora dos mais elevados valores espirituais e intelectuais. Mantendo o espírito de suas origens, o OJS lidera o Sistema de Orquestras e Corais Juvenis e Infantis do Uruguai através da implementação do programa “Uma Criança, Um Instrumento”, que busca potencializar o desenvolvimento intelectual, cultural, a sensibilidade e a criatividade de 3.500 crianças. de todo o país, suas famílias e suas comunidades. Realizou turnês internacionais pelo Panamá-Estados Unidos (2013), Alemanha-Espanha-França (2014), Estados Unidos-México (2015), Espanha-Itália (2017), Cuba-Estados Unidos (2019). FÁBRICA SONORA O Projeto Fábrica Sonora contempla o ensino de música orquestral, diariamente, em contraturno escolar, em comunidades de Mauá, Santo André, Paraisópolis e São Caetano do Sul. Além das aulas de música orquestral, os alunos aprendem Lutheria Sustentável, a arte de construir manualmente instrumentos de corda com materiais reciclados. O Projeto começou em 2017 e já atendeu mais de 2.000 crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, os quais tiveram a oportunidade de vivenciar a performance de música clássica nas comunidades e em teatros importantes de São Paulo e do interior. O Projeto foi idealizado e é dirigido pelo maestro Ricardo Calderoni, que já foi premiado internacionalmente e é presença constante em Teatros como o Carnegie Hall em Nova Iorque, Kennedy Center em Washington DC, Celebrity Centre em Los Angeles, Filharmonia na Finlândia, no Concert Hall de Lviv, entre outros. O Projeto já recebeu visibilidade entre os principais jornais, revistas e redes de TV do Brasil e do Exterior.
Objetivo Geral Realizar a primeira edição do Festival Internacional de Orquestras Jovens, com entrada franca Objetivos Específicos • Realizar seis apresentações gratuitas de orquestras nacionais e internacionais, contemplando um público aproximado de 1500 pessoas; • Promover o intercâmbio de projetos sociais de formação orquestral, com a participação de 10 músicos, solistas e regentes nacionais e internacionais; • Realizar três masterclasses gratuitas com músicos convidados, contribuindo na formação artística de aproximadamente 90 músicos provenientes de orquestras jovens; • Produzir um concerto inédito em comemoração aos 15 anos da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, com a participação de solista e regente convidado, a ser apresentado gratuitamente na programação do festival; • Promover a participação de seis escolas públicas da região nas atividades do festival, fornecendo transporte gratuito; • Contribuir para propagar o modelo de orquestras jovens e sua importância para a formação musical, formação de plateia, valorização da música erudita, geração de oportunidades de vida, trabalho e renda para adolescentes e jovens e também para a produção e divulgação da música brasileira; • Fomentar o intercâmbio entre orquestras jovens nacionais e internacionais, estimulando a troca de conhecimento e de experiências;
A OJRS foi criada em 2009, em Porto Alegre, com a missão de proporcionar formação musical, vivência cultural, inclusão social e geração de renda a adolescentes e jovens provenientes de famílias de baixa renda, matriculados em escolas públicas municipais e estaduais. Ao completar em 2024 seus 15 anos de atividades, a OJRS propõe a criação inédita do primeiro Festival Internacional de Orquestras Jovens, buscando intercambiar sua experiência com projetos similares nacionais e internacionais com uma programação gratuita. Para tal, o projeto busca a articulação com propostas educativas similares do Brasil e de outros países próximos geograficamente, como Uruguai e Argentina, já tendo uma articulação inicial para participação do projeto Fábrica Sonora e Orquestra Nacional Juvenil do Uruguai-Sodré (OJS). Reconhecida como uma das melhores orquestras juvenis do continente, a Orquestra Nacional Juvenil do Uruguai-Sodré (OJS) é uma ferramenta indispensável para a formação e promoção dos talentos musicais do país. Conquistou a opinião do público e da crítica especializada pela qualidade demonstrada nos seus Concertos Sazonais no Auditório Nacional Sodré, bem como nas suas digressões internacionais, que a levaram a salas de prestígio como a Berliner Philharmonie, New World Center em Miami. O Projeto Fábrica Sonora contempla o ensino de música orquestral, diariamente, em contraturno escolar, em comunidades de Mauá, Santo André, Paraisópolis e São Caetano do Sul. Além das aulas de música orquestral, os alunos aprendem Lutheria Sustentável, a arte de construir manualmente instrumentos de corda com materiais reciclados. O Projeto começou em 2017 e já atendeu mais de 2.000 crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, os quais tiveram a oportunidade de vivenciar a performance de música clássica nas comunidades e em teatros importantes de São Paulo e do interior. O Projeto foi idealizado e é dirigido pelo maestro Ricardo Calderoni, que já foi premiado internacionalmente e é presença constante em Teatros como o Carnegie Hall em Nova Iorque, Kennedy Center em Washington DC, Celebrity Centre em Los Angeles, Filharmonia na Finlândia, no Concert Hall de Lviv, entre outros. O Projeto já recebeu visibilidade entre os principais jornais, revistas e redes de TV do Brasil e do Exterior. Em 2018, a OJRS conquistou a importante realização de se apresentar no Festival Internacional de Campos do Jordão, em formação sinfônica com 42 músicos, durante concerto na concha acústica da cidade, que foi um marco na vida da orquestra . Em 2019 realizou seu concerto de 10 anos para 1200 pessoas, reunindo todos os integrantes da orquestra, desde iniciantes até avançados. Foram realizados três concertos marcando a importância da Cultura Gaúcha num encontro da Orquestra Jovem e o do Músico Renato Borghetti e o projeto Fábrica de Gaiteiros, que foram realizados nas cidades de Porto Alegre , Nova Santa Rita e Triunfo. Para o início de 2024, a OJRS está planejamento seu primeiro intercâmbio internacional, a convite da Butler University, através do Jordan College of the Arts, em Indiana, Estados Unidos, onde 25 jovens do projeto terão a oportunidade de participar de um intercâmbio de trocas, formação e apresentação em outro país. Anualmente, a Orquestra convida músicos e regentes de renome para atividades educativas e de intercâmbio, qualificando a formação dos jovens atendidos pelo projeto e realizando concertos inéditos com os músicos convidados. Já estiveram conosco: Hugo Pilger, Fernando Sardo , Davi Coelho, Edilson Ventureli,Arthur Nestrovski,Carlos Fecher, Alexandre Ritter,Luiz carlos Corrêa, Ney Fialkow, Marlos Nobre, Renato Borghetti, Grupo De FADO Alma Lusitana, Isabela Fogaça, Banda Municipal de Porto alegre, Eduardo Biguelinni e Elisa Lopes . Hoje, a OJRS é um dos principais projetos sociais em Porto Alegre voltado à formação musical de jovens provenientes de famílias de baixa renda. Muitos alunos completam sua formação musical junto a Orquestra e logram ingressar na Faculdade de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após frequentarem gratuitamente curso pré-vestibular, mediante convênio da OJRS. Desde sua fundação, mais de 50 alunos ingressaram na instituição e em outras Universidade do RS. Desde seu surgimento, a OJRS tem direção artístico-musical a cargo do violinista e maestro Telmo Jaconi, que por mais de 40 anos foi spalla da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). O corpo docente é formado por músicos-professores dotados de notório saber em sua área instrumental e pedagógica. Em comemoração aos seus 15 anos de existência, o projeto também prevê a produção de um concerto inédito, com um convidado de renome e regência de dois maestros, para apresentação no encerramento do Festival. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também , possui como objetivos que vêm ao encontro do Art. 3° da referida norma I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
MASTERCLASSES Serão promovidas três masterclasses gratuitas no projeto, com convidados nacionais ou internacionais, a serem definidos pela curadoria do projeto, contemplando três naipes de orquestra: cordas, metais e madeiras. Público alvo: jovens participantes de orquestras jovens Número de vagas: até 30 pessoas por atividade Duração: 2 horas cada atividade
PRODUTO: FESTIVAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: escolha de espaços adaptados ao atendimento de portadores de necessidades especiais físicas: elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música instrumental, não se aplica tecnicamente. Porém, conforme a necessidade, será contratado intérprete de libras para as falas de abertura dos concertos e concertos didáticos. DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música instrumental. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: escolha de espaços adaptados ao atendimento de portadores de necessidades especiais físicas: elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música instrumental, não se aplica tecnicamente. Porém, conforme a necessidade, será contratado intérprete de libras para as falas de abertura dos concertos e concertos didáticos. DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música instrumental. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecem as aulas possui elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto formativo de música instrumental para público específico, não se aplica tecnicamente. DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de projeto formativo de música instrumental para público específico, não se aplica tecnicamente. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos.
Salientamos a gratuidade de todas as ações previstas pelo projeto. Em complemento, o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação do acesso previstas no Art. 28 da IN 01/2023 III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A administração geral do projeto, (inclusive financeira), caberá à proponente do projeto. Carla Zitto - Coordenação geral Pedagoga e especialista em planejamento e gestão de projetos de inovação, geração de renda e inclusão social, nas áreas pública e privada.Experiências Profissionais : Prefeitura Municipal de PortoAlegre – Gabinete de Inovação e Tecnologia Cargo:Assessora Especialista –Gerente de Projetos na área da Economia Criativa e Inovação 2013/2016 - Fundação de Assistência Social e Cidadania –Prefeitura Municipal de Porto Alegre -Cargo Diretora Técnica – 2011/2012 -Governo do Estado do Rio Grande do Sul –Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social –Cargo: Diretora Departamento do Trabalho - 2007/2009 - Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio – Coordenadora Pedagógica 2003/2007 -Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Cargo Diretora - 1995/2002-Membro da Diretoria Executiva da Fundação de Cultura e Esporte do Sport Club internacional-FECI -Desde 2019 Telmo Jaconi – Curador e Diretor Artístico Iniciou seus estudos de violino aos 8 anos. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Spual, passou uma longa temporada na Academia de Música de Viena, na Áustria, sob orientação de Edith Steinbauer, aluna de Carl Flesch. Durante o período na Europa, participou como Violinista na Wienner Kammeroper, Theater na der Wien, Wienner Volksoper, Philharmonia Hungarica. Mais jovem integrante da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Sul – OSPA, onde foi aceito aos 14 anos, em 1966, Jaconi se aposentou no posto de Spalla (primeiro violinista). Nos mais de 40 anos de carreira como violinista, atuou como solista de praticamente todas as orquestras Brasileiras e de algumas no exterior. Desde 2009, é maestro, professor de violino e responsável pela Direção Artística da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Ricardo Calderoni – Curador O Maestro, Compositor e Violonista, RICARDO CALDERONI, apresenta-se constantemente na América Latina, Europa e Estados Unidos, em teatros como: Carnegie Hall; Kennedy Center; Celebrity Centre de Los Angeles; Sala São Paulo; Philharmonie – Ucrânia; e City Hall – Finlândia. É Diretor Artístico e Regente da Orquestra Sinfônica Humanitas e recebeu diversos prêmios, tais como “Melhor Concerto Internacional 2015” – Maestro e Compositor – Folha de São Paulo e o prêmio International Prize USA/ EU for Excellence in Composition from the National Academy of Music (USA). O coral Oratorio Society of New York, vencedor de Grammy, apresentou a estreia mundial de sua obra para Coral, Quatro Solistas e Orquestra. Foi o primeiro compositor da história da música a compor um Concerto Duplo para Violão, Clarineta e Orquestra. É um dos únicos músicos brasileiros que regeu suas próprias obras sinfônicas no Carnegie Hall. É o Compositor em Residência da Orquestra Sinfônica do teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília. Calderoni dirige Projeto de música em Paraisópolis, contemplando milhares de crianças e foi Consultor de ESG no Instituto Food Service Brasil, que contempla as 75 maiores empresas do ramo de alimentos. Atua na Consultoria ESG 360 na Prática, viabilizando Projetos de música e meio ambiente que geram relatórios de Sustentabilidade com indicadores de performance para as empresas. Pedro Henrique Longhi Produções - Telos empreendimentos culturais - Diretor de produção Há mais de 25 anos se dedica exclusivamente a produção executiva, curadoria de produtos culturais e montagem de estratégias para viabilização de projetos na área da cultura, esporte e sustentabilidade. Entre eles, coordenou a implantação do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (uma obra de 4.000m2 no coração da cidade de Porto Alegre), coordenou a implantação do Centro Histórico Vila de Santa Thereza (um parque de 10.000m2 na cidade de Bagé), realizou a produção executiva de mais de duzentos espetáculos musicais com artistas e orquestras regionais, nacionais e internacionais (Kiri Te Kanawa, OSPA, Orquestra da Ulbra, Toquinho, Vanessa da Mata, Zeca Baleiro, Lenine, Dominguinhos, Jair Rodrigues, Sergio Reis, Renato Borghetti, Yamandú Costa, Nenhum de Nós, Zé Ramalho, Gal Costa e muitos outros), também possui carreira como publisher em dezenas de livros de arte onde trabalhou em obras de Mario Quintana, Erico Verissimo, Iberê Camargo, Carlos Nejar, Ferreira Gullar, entre muitos outros. Nos últimos 18 anos faz a produção geral do ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento em diversos estados brasileiros, produzindo espetáculos de fala, audiovisuais, publicações e uma gama de atividades no entorno do pensamento filosófico e artístico nacional e internacional. É também um dos diretores da Virada Sustentável no Brasil, um evento ligado às diretrizes de desenvolvimento sustentável lideradas pela ONU. Liége Donida Biasotto Produções Culturais LTDA - Produtora Executiva Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, tem em seu currículo a produção e a realização de grandes eventos musicais, como Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais, Festival de Música de Nova Prata, Festival Kino Beat, Festival Avante, Projeto Farol.live e Museu do Hip Hop do RS. Também atua junto a projetos da Orquestra de Câmara da ULBRA e Orquestra Jovem do RS.
PROJETO ARQUIVADO.