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O projeto compreende a realização da 2ª edição do FMMM _ FESTIVAL MÚSICANO MAR DE MINAS que tem como objetivo incentivar e promover a música erudita no país, através de oficinas para estudantes de música, bem como para leigos, e de concertos diários, gratuitos, voltados para a comunidade, contribuindo para a formação de público, assim como para que Minas Gerais se consagre como polo irradiador de música de qualidade e referência cultural para o país.
Concertos Noturnos: duração de 1 hora, classificação indicativa: livre. Concertos Academicos: duração 1 hora, classificação indicativa: livre. Concertos Especiais ou Comunitários: duração 1 hora, classificação indicativa: livre.
OBJETIVO GERAL Democratização do acesso das classes menos privilegiadas da população à música de concerto, que é apresentada de forma atraente e desmitificada, incentivando a formação de público além de principais realizar modalidades de oficinas de aperfeiçoamento em música clássica, instrumental e vocal . OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL - promover concertos gratuitos e abertos ao grande público visando a formação de público para música de concerto. O objetivo será alcançado através das Séries de Concertos: SÉRIE CONCERTOS NOTURNOS: Sete apresentações gratuitas, todas as noites, as 20h30 no CENTRO MUNICIPAL DE MÚSICA PROFª WALDA TISO VEIGA com capacidade para 500 pessoas. SÉRIE CONCERTOS ACADEMICOS: motivar e aprimorar a formação musical de jovens estudantes de música proporcionando a estes a oportunidade apresentarem-se para públicos em cinco concertos, abertos ao público no CENTRO MUNICIPAL DE MÚSICA PROFª WALDA TISO VEIGA, as 19h, de segunda a sexta feira, durante a realização do Festival. SÉRIE CONCERTOS ESPECIAIS: Concertos descentralizados oferecidos a comunidade levando música a hospitais, asilos e creches. Não há número específico de público. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP - motivar e aprimorar a formação musical de jovens estudantes de música proporcionando a estes a oportunidade de articiparem de orquestras, de música de câmara e apresentarem-se para públicos de fato, através das máster class que acontecem durante todos os dias do festival. Estes objetivos serão alcançados através de: 1) realização diária de 5 oficinas de todos os instrumentos de Orquestra e ainda de Canto. As oficinas contemplam em média 300 alunos. 2) participação do aluno nas Orquestras do Festival, onde ele se apresenta ao lado não só dos colegas como de músicos e professores renomados. Os concertos são divididos em Séries sendo elas: Concertos Noturnos, Concertos Acadêmicos e Série Concertos Especiais. 3) Contribuir para a manutenção e crescimento da música erudita e de concerto no país, permitindo a troca de experiências entre músicos profissionais e iniciantes; contribuir para a formação de profissionais especializados na área de música erudita fomentando o mercado artístico-musical no país
O 2º Festival Internacional Música no Mar de Minas é uma iniciativa da Administração da prefeitura de Alfenas através do Centro Municipal de Música Profa. Walda Tiso Veiga sob a direção do maestro Thiago de Moraes. Para organizar a estrutura e execução deste projeto, foi convidado o Maestro Jean Reis, que além de deter carreira internacional como maestro e violinista, é o Diretor Artístico de Festivais de Música Erudita em mais de 75 festivais realizados desde o ano de 2000, dentre eles o premiado Festival Música nas Montanhas que se realiza em Poços de Caldas indo para sua 25ª edição em Janeiro de 2024 e Festival Internacional Música na Serra que se realiza em Lages-SC indo para sua 12ª edição. A cidade visa movimentar o turismo utilizando como base o teatro do Centro Municipal de Música Profa. Walda localizado dentro das dependências da instituição. O mesmo local servirá de base das atividades artísticas e pedagógicas, onde serão realizados concertos gratuitos ao grande público , culminando com a Orquestra Sinfônica do Festival, e concertos com artistas consagrados durante o festival. A cidade pretende reunir estudantes de vários estados do Brasil e alunos do exterior, recebendo igualmente professores de renome internacional para ministrarem masterclasses a estes estudantes, durante o festival. Neste sentido o festival procura favorecer também alunos provenientes de famílias de baixo poder aquisitivo, da cidade ou oriundos de várias partes do país e do estrangeiro, que, de outra forma, não poderiam estar presentes no Festival, oferecendo-lhes bolsas de estudo completas, incluindo estadia e alimentação, promovendo assim a democratização do acesso ao aprendizado musical de qualidade. Outro aspecto relevante que justifica este projeto é com relação à formação de público. Afastada do estado de Minas Gerais e de outros grandes centros, o público de Alfenas e da região raramente tem contato com espetáculos de música clássica de alto nível, sendo o Festival uma oportunidade de exposição massiva do público aos espetáculos, criando hábito e gosto pelo gênero musical erudito. Isto democratiza o acesso das classes menos privilegiadas da população, dando-lhes acesso à música de concerto, que é apresentada de forma atraente e desmistificada, incentivando a formação de público em Alfenas e municípios circunvizinhos. Para atingir este objetivo promovem-se 15 concertos gratuitos voltados para a comunidade, atingindo um público da ordem de 5 mil pessoas e contribuindo sobremaneira para a tão necessária formação de público e levando a música erudita para uma enorme diversidade de espaços alternativos como shopping center e áreas públicas como praças, Igrejas, hospitais, asilos, creches, comunidades de bairro, entre outros, o que, certamente promove a apreciação musical para leigos e proporciona o acesso democrático da população à música clássica, caracterizando-se como disseminador desse gênero musical, seja no incentivo aos jovens músicos, seja na formação de ouvidos e plateias. O Festival envolve praticamente toda a classe artística da cidade que, ou participa tomando aulas ou se envolve nos eventos de alguma maneira. Além disso, conta com a disposição de inúmeras entidades públicas e particulares de ensino regular e musical, que cedem seus espaços para aulas e ensaios. Há também o envolvimento de técnicos em sonorização, agências de publicidade, veículos de comunicação e imprensa como tvs, rádios, jornais e revistas da cidade e região, movimentando todos os meios socioculturais do município e região. A potencialidade do festival de estabelecer parcerias institucionais e financeiras e de captação de recursos em fonte de financiamento comprovadas vem do fato de que representantes de instituições já externaram a intenção de apoiar o evento por já terem compreendido sua relevância, seus aspectos culturais sociais e econômicos. Ele integra as áreas de Turismo, Educação e Cultura da cidade, promovendo a elevação do padrão educativo-cultural e atraindo o turismo e incrementando o setor de comércio e serviços local. Ser realizado em julho é fator primordial para o sucesso do festival porque une a disponibilidade de professores, alunos, técnicos, voluntários e profissionais em geral à disponibilidade do público que se encontra em férias e praticando turismo. Tendo já sido realizada com sucesso a 1ª Edição do festival em Julho de 2023 com recursos municipais, o município de Alfenas deseja a continuidade do festival buscando parceiros para a realização da próxima edição visando a continuidade anual futura. Por tudo isso acreditamos que este projeto se justifique.
Descrição Das atividades desenvolvidas pelo Diretor Artístico/Pedagógico e Diretor GeralAs funções de Diretor de Produção e Diretor Artístico e Musical, não se restringem apenas ao que é desenvolvido no período em que se realiza o Festival, mas envolve pré-produção, produção, realização e pós-produção do projeto.Atividades desenvolvidas pelo Diretor Artístico na pré-produção, produção e pós-produção, que ocorrem mais ou menos entre quatro meses que antecedem o Festival e dois meses após a realização do mesmo, são: Pré produção• Desenvolvimento e manutenção do site oficial do Festival;• Elaboração do repertório que será desenvolvido no Festival;• Seleção e agendamento dos músicos que se apresentam;• Reuniões e ensaios regulares com os músicos.• Definição do lay out do material gráfico.• Supervisão geral de todo o processo. Produção• Coordenação geral de todas as atividades;• Direção geral dos espetáculos apresentados;• Apresentação como músico em alguns espetáculos;• Apresentação como regente em alguns espetáculos;Pós Produção• Avaliação do evento com o poder público;• Avaliação do evento com a instituição patrocinadora;• Articulação e preparação do Festival para o ano seguinte;• Supervisão do processo de prestação de contas. As atividades desenvolvidas pelo Diretor Produção na pré-produção, produção e pós-produção, que ocorrem mais ou menos entre quatro meses que antecedem o Festival e dois meses após a realização do mesmo, são: Pré-Produção• Agendamento e adequação da participação das escolas nas oficinas;• Agendamento do espaço (teatro) onde que será realizado o Festival;• Reuniões periódicas com os responsáveis, Diretor de Cultura e Secretários, adequação de datas, locais, logística e etc.• Escolha dos músicos (monitores) para as oficinas;• Locação dos instrumentos e logística para seu deslocamento;• Logística para deslocamento, acomodação de músicos e profissionais envolvidos;• Negociação com gráfica para produção do material gráfico;• Contratação de serviço para decoração do palco;• Contratação e técnico de som e luz;• Contratação do serviço de limpeza;• Coordenação dos assistentes administrativos.Produção• Coordenação e acompanhamento diário da realização das oficinas;• Supervisão diária da realização dos espetáculos;• Recepção de músicos e convidados para os concertos noturnos;• Supervisão e acompanhamento das necessidades de cada concerto como: acomodação e alimentação para os músicos, adequação do palco (cenário); afinação do instrumento, agendamento do ensaio e etc.Pós Produção• Pagamentos diversos: aos profissionais, aos prestadores de serviços e etc.• Avaliação do evento com o poder público;• Avaliação do evento com a instituição patrocinadora;• Articulação e preparação do Festival para o ano seguinte;• Supervisão do processo de prestação de contas.
1 Título Oficina: Canto Repertório Professores: Francisco Campos Ementa: Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária: 15 horas Perfil Alunos: Estudantes de canto categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados: Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação: Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Após as aulas os alunos participam do ensaio do GRANDE CORO. Democratização e Acessibilidade: O aluno poderá se inscrever gratuitamente na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização: Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 2 Título Oficina: Área Madeiras: flauta transversal, oboé, clarineta, fagote Professores: Danilo Mezzadri, Ricardo Barbosa, Otinilo Pacheco, Ronaldo Pacheco Ementa: Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15 horas Perfil Alunos: Estudantes do instrumento na categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados: Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação: Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Logo após as aulas, os alunos participam da Banda Sinfônica ou da Orquestra Sinfônica Democratização e Acessibilidade: O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização : Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 3 Título Oficina: Área de Cordas: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, Professores: Betina Stegmann, Alejandro Drago, André sanches. Marcelo Jaffé. Robert Suetholz, Ana Valéria Poles e Sérgio de Oliveira. Ementa: Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15 horas Perfil Alunos: Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Logo após as aulas, os alunos participam da Banda Sinfônica ou da Orquestra Sinfônica Democratização e Acessibilidade: O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização: Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 4 Título Oficina Área de metais: Trompa, Trompete, Trombone, Tuba Professores Mário Rocha, Carlos Sulpicio, Donizetti Fonseca Ementa: Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15 horas Perfil Alunos Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Logo após as aulas, os alunos participam da Banda Sinfônica ou da Orquestra Sinfônica Democratização e Acessibilidade: O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização : Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 5 Título Oficina Banda Sinfônica, Orquestra Acadêmica e Orquestra Sinfônica Professores: Jean Reis e Thiago de Moraes Ementa Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15 horas Perfil Alunos Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados Oferecer os recursos adequados e meios para se formar e participar de uma Banda, Orquestra Sinfônica e Orquestra Acadêmica a partir da prática, tocando ao lado de profissionais experientes. Apresentação de repertório sinfônico, orquestra e banda. Programação Ensaios no período da manhã e tarde: das 09:00 às 12:00 e das 17:00 às 20:00 Democratização e Acessibilidade: Todos os alunos inscritos nas oficinas de instrumentos participam gratuitamente. Local Realização: Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 6 Título Oficina Área de Percussão Professores Carlos Tarcha Ementa Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15 horas Perfil Alunos Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Logo após as aulas, os alunos participam da Banda Sinfônica ou da Orquestra Sinfônica. Democratização e Acessibilidade O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização: Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga 7 Título Oficina Piano Professores: Ney Fialkow Ementa Com o formato de Master Class, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 5 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano. Carga Horária 15horas Perfil Alunos Estudantes de canto categoria ouvinte ou ativo. Recursos Didáticos a serem utilizados Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 5 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano. Programação Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. Logo após as aulas, os alunos participam da Banda Sinfônica ou da Orquestra Sinfônica Democratização e Acessibilidade O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. Local Realização: Centro Musical Profa. Walda Tiso Veiga
PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL = CONCERTOS NOTURNOS: todos os concertos são gratuitos e abertos ao público, permitindo desta forma o acesso a todas as pessoas independente de sua renda, classe social ou idade. Além de serem transmitido pelo canal YOUTUBE Ações para portadores de necessidades especiais: • ACESSIBILIDADE FÍSICA: o teatro municipal conta rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para idosos e etc. · DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. · DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Idosos, doente e carentes em regiões longínquas: o Festival conta com uma Série de concertos denominada CONCERTOS ESPECIAIS, desenvolvida para atender especificamente aqueles que não dispõe de meios para assistir aos concertos no teatro. Esta série é desenvolvida onde o público está, ou seja, na fazenda onde temos a Escola Pública, no conjunto habitacional, nos asilos, hospitais e etc. PRODUTO – OFICINAS/WORKSHOP: o conteúdo das oficinas será acessível aos portadores de deficiência visual através de locução. Ao deficiente auditivo será oferecido o mesmo conteúdo com a diferença que o aluno terá contato com o instrumento através do TATO para que ele possa sentir a vibração da música. · ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados · DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras e contato físico com o instrumento. · DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. CORO INFANTIL: o conteúdo das oficinas será acessível aos portadores de deficiência visual através da locução. Ao deficiente auditivo será oferecido o mesmo conteúdo através da linguagem de libras.
Produto Apresentação MusicaL: Em Atendimento ao art. 28 da IN 1 , de 10 de abril de 2023, inciso VI - o projeto contempla a ENSAIO ABERTO da Orquestra Sinfônica do Festival. Orquestra esta responsável pelas apresentações musicais. Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual: Em Atendimento ao art. 28 da IN 1 , de 10 de abril de 2023, inciso VI - acesso gratuito as oficinas de instrumentos de orquestra. PRODUTO: CORO INFANTIL: Em Atendimento ao art. 28 da IN 1 , de 10 de abril de 2023, inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Jean Reis - Diretor Artístico e Pedagógico, Maestro Mestre em Música pela Andrews University e University of Redlands em Regência Orquestral e Violino. Esteve à frente da Orquestra Arpeggione (Áustria), Mont Blanc Chamber Orchestra (França), Banda Sinfônica da Cidade de Buenos Aires, Orquestra Filarmonica de Mendoza, Northwest Florida Ballet, Northwest Florida Symphony Orchestra, Sinfonia Gulf Coast, University of New Mexico Symphony Orchestra and Choir, Orquestra Sinfonia Cultura, Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho, Orquestra Sinfônica de Campinas, University of North Dakota String Orchestra, University City Symphony em Missouri, Ho Chi Minh City Ballet Symphony Orchestra and Opera (HBSO - Vietnã) e o concerto de abertura do Premier Orchestral Institute em Jackson nos EUA. Regendo a Symphony of Americas, estreou mundialmente a Sinfonia Brasileira de Arthur Barbosa e o Concerto para Piano e Orquestra de Guilherme Bernstein Seixas no Broward Center em Fort Lauderdale. Estreou o Concerto para Violino e Orquestra de Arthur Barbosa junto a University of Southern Mississippi Symphony Orchestra onde atuou como maestro assistente tendo possibilitado vários jovens músicos brasileiros a continuarem seus estudos nos EUA. Foi violinista das principais orquestras de São Paulo, incluindo a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos EUA integrou a Riverside Symphony Orchestra, Riverside Opera Orchestra, Redlands Symphony Orchestra, Redlands Bowl Symphony Orchestra, Mississippi Symphony Orchestra, Meridian Symphony Orchestra and Gulf Port Symphony Orchestra. Foi professor de violino e prática de orquestra na Universidade Livre de Música e ACARTE. Violinista do Quarteto Paulista de Cordas, apresentou-se nas principais salas de concerto no Brasil, EUA e Europa. Atuou como segundo maestro e violinista dos musicais A Bela e a Fera e Chicago (Broadway & Disney) em São Paulo numa produção da CIE Brasil. Maestro convidado do Hot Music Festival em Arkansas em 2009, gravou o Concerto para Violoncelo e Orquestra de Alan Shulman interpretado pelo Cellista Wesley Baldwin. Foi maestro convidado no The Nacional Music Festival nos EUA e Espressivo Music Festival na República de Montenegro. Por dois anos foi convidado da Ecole Normale de Musique de Paris a compor a banca para concessão de Diploma de Concertista da classe de Violino. Jean Reis tem atuado como Diretor Artístico e idealizador de mais de 70 Festivais de Música no Brasil, dentre eles, Festival Internacional de Canto de Curitiba (FICC) em 2015 e Festival de Ópera do Paraná em 2016-2017, Diretor Artístico e maestro do Festival Internacional de Música de Maranguape em 2013, Festival Internacional de Música de Maringá (FIMMA) em 2015 e 2016, Festival Internacional de Canto e Cordas de Aracajú (FICCA) em 2016, Festival Internacional de Música do UNASP-SP (MUNASP) de 2013 a 2017, Festival 3 Nações (Foz do Iguaçu-PR) em 2017, Brasil Instrumental Andradas (BIA) de 2006 a 2017 e Festival Internacional de Música de Ivoti (RS) em 2018 e 2022. Maestro Jean Reis foi agraciado com o título de Cidadão Poços Caldense por sua atuação na cultura. Recebeu da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino a Ordem do Mérito Cultural "Carlos Gomes" no grau de Comendador, a mais alta distinção honorífica concedida, pelos seus méritos em favor da música. Foi homenageado com a Medalha Cinquentenário da Forças de Paz do Brasil, outorgada pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU. Jean assina a direção artística e rege as orquestras do circuito de festivais desde 2000. Em 2023 o circuito acontece em três estados brasileiros: Festival Internacional Música na Serra (Lages-SC), MUSIVOTI - Festival Internacional Música de Ivoti (Ivoti -RS), e Festival Música nas Montanhas (Poços de Caldas-MG). É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Versatilis, Orquestra Versatilis Filarmônica Mineira, violinista do Ensemble Versatilis e DuoAR com o pianista Flávio Augusto. THIAGO DE MORAES – MAESTRO ADJUNTO Thiago de Moraes é Pós Graduado em Regência Orquestral e Composição pela (FACEC - ES - Alpha Cursos) e Pós Graduado em Educação Musical pela Faculdade da Aldeia de Carapicuíba (FALC-SP). Graduado em Canto Lírico pela Universidade Federal de São João Del Rei-MG (UFSJ-MG) tem mantido intensa atividade no sul de Minas Gerais. Foi maestro da Camerata Theophillus e da Orquestra Experimental da Unifal-MG entre os anos de 2009 a 2017. Ocupando o cargo de maestro e preparador vocal do Madrigal Renascentista da Unifal-MG de 2009 a 2017, conquistou premiação Internacional no concurso de corais AMERIDE em 2013. Foi co-idealizador e maestro do projeto do Coro da Unidade Prisional de Alfenas MG de 2008 a 2013, com o qual recebeu o prêmio Ouro Assis Chateaubriand em 2011. Desde 2009 Thiago é o maestro e diretor artístico do Coral Allegro Cantante da cidade de Paraguaçu - MG. É o diretor artístico do Sonnar Coral e Orquestra do Brasil desde 2000, empresa de produção musical, estando à frente de significativos projetos desenvolvendo a cultura musical para o estado de Minas Gerais. Titular das cadeiras de Canto Lírico e Canto Coral no Conservatório Municipal de Alfenas desde 2008, Thiago de Moraes acumula o cargo de Diretor do Conservatório Municipal de Alfenas desde 2017. Raquel Barbosa Mantovani – PROPONENTE E DIRETORA ADMINISTRATIVA Pós-graduada em Educação Musical pelo Conservatório Brasileiro de Música; Aluna especial do Mestrado em Musicologia na ECA-USP; Cursos de extensão universitária nas areas de canto e regênencia na ECA-USP; Formada pelo Conservatório Musical de Campinas sob a orientação das professoras Olga Normanha e Maria Inês Lobão. Pedagoga especializada em Orientação e Administração Escolar; Participou de diversas oficinas e cursos internacionais de música nas a´reas de piano, canto, regência e educação musical com os professores: Flávio Augusto, Flávio varani, Mara campos, Maria José Carrasqueira, Francisco Campos Neto, Dulce Primo, Prof. Laslo (Hungria) dentre outros. 2023 – Empreendedora e Diretora Administrativa do FMM – Festival Música nas Montanhas em suas 19 edições, na cidade de Poços de Caldas-MG 2010 A 2018: Diretora Administrativa das nove edições do FIMP - Festival Internacional de Música no Pampa (Bagé-RS) 2017: Diretora Administrativa do BIA - BRASIL Instrumental Andradas em sua 8 edições. 2010: Cantora e Preparadora Vocal do Musical "Tributo a Ópera do Malandro" 2019: regente do Coral "Lar Criança Feliz" e desenvolve intenso trabalho na VIVACE- Movimento Artístico Musical, integrando os grupos de Câmara Vivace e Vocal Vivace, sendo sua preparada vocal. Regente do grupo "Madrigal Vivace" 2000 a 2018: Diretora Administrativa do "Festival Música nas Montanhas"; 2006: Produtora, preparadora vocal e integrante do musical "Era de Ouro do Rádio"; 2004: Produtora e integrante do musical "Maria-Maria"; 2000 a 2001: Produtora e integrante do elenco do musical "Tributo à Ópera do Malandro", de Chico Buarque de Holanda; Produtora e integrante do elenco da "Opereta Forrobodó" de Chiquinha Gonzaga; Regente por 10 anos do Coral Infantil da Escola "externato Maria de Lourdes Freitas, tendo em 1998 participado da gravação do CD "Os Quatro cantos de Poços', com iniciativa e patrocínio da Alcoa Laumínio S/A. Ex-regente do Coral Municipal de Poços de Caldas, já participou de vários encontros e laboratório-coral, tendo em 1980, feito uma turnê pela América do Sul. Coordenadora das oficinas de Educação Musical "Encantando I, II, III, IV e V, ministrado pelas professoras Dulce Primo e Lydia Hortélio. DANILO MEZZADRI – PROFESSOR DE FLAUTA Radicado nos Estados Unidos desde 1995, Danilo é Professor titular de flauta na University of Southern Mississippie primeiro flautista na Gulf Coaste North Mississippi Symphony Orchestras. Danilo também é professor no Blue Lake Fine Arts Camp(USA) e no International Flute Workshop(Italia).As apresentações de Danilo Mezzadri têm recebido comentárioscomo: “pincelou cores maravilhosas e impressionistas no concerto de Jacques Ibert” (Detroit News), “encheu o auditório com um som límpido e lírico num adorável concerto” (Jackson Citizen Patriot) e “é um dos grandes nomes da música brasileira” (Gazeta do Povo).Suas gravações profissionais têm sido aclamadas pela crítica especializada.Brazilian Soundscapesé “música da mais alta ordem, que merece e deve ser acolhida por uma audiência global” (The America Record Guide) e “uma coleção altamente recomendável de música contemporânea brasileira de altíssima dificuldade e virtuosidade” (The Flutist Quarterly). Epigramsé um CD de “maravilhosa qualidade” e Danilo possui “um dourado som e uma musicalidade cativante” (Fanfarre Magazine). Danilo possui um “adorável som e um técnica invejável” (British Flute Society). Em seu CD mais recente, intitulado Romantic Transcriptions, Danilo é elogiado por sua “grande variedade de cores, dinâmicas e emoções” (The Flutist Quarterly).Vencedor de competições internacionais, Danilo vem apresentando vários concertos e recitais pelas Americas e Europa. Em 2020, juntamente com o pianista Michael Bunchman, fez a estreia Norte Americana do “Magical Concerto” de Armando Guidoni. Em 2022 e 2023, Danilo Mezzadri fez uma série de recitais e concertos na Itália, Espanha, USA, Colômbia e Brasil. Atualmente está participando da comissão internacional de um novo concerto para flauta do compositor americano Alan Theisen. Danilo Mezzadri é o criador do sistema de prática entrelaçada Spider Log. Por meio deste criativo sistema de aprendizado, Danilo tem ajudado jovens músicos a rapidamente desenvolver repertório e domínio técnico.Danilo Mezzadri graduou-se em Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, obtendo a primeira colocação em sua turma, e obteve o grau de mestrado e doutorado pela Michigan State University. LEONARDO FARIA – Professor Assistente Flauta Diplomado em Flauta Transversal pelo Conservatório de Tatuí - SP sob a orientação dos professores Edson Beltrami, Otávio Blóes e Márcia Licatti. Possui ainda os títulos de graduação em Música pela Universidade Vale do Rio Verde – MG, pós-graduação em Docência no Ensino Superior pela Universidade Paulista e pós-graduação em Educação Aplicada à Performance Musical pelo Centro Universitário UNIS. Tem desenvolvido intensa atividade na área pedagógica, onde elaborou, como parte de sua tese de conclusão de curso da graduação, o “Método Elementar para a Prática e Desenvolvimento Através do Bocal da Flauta Transversal”, material inédito que auxilia no estudo da Flauta Transversal em diferentes níveis de aprendizado. Como flautista atuou como solista à frente de diversas orquestras, destacando a atuação ao lado da harpista russa Liuba Klevtsova (OSESP), executando o Concerto para Flauta e Harpa de Mozart – K. 299, e sua interpretação de “Carmem Fantasy”, obra de François Borne, na renomada Sala Minas Gerais em Belo Horizonte. Integrou também diversos grupos do Conservatório de Tatuí, entre eles destacam-se a Banda Sinfônica Jovem, Banda Sinfônica, Orquestra Sinfônica Jovem e Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Foi, durante 8 anos, chefe de naipe e flautista principal da Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas- MG. Na área da música popular, realizou apresentações e gravações com artistas renomados do cenário nacional, entre eles destacam-se Jorge Ben Jor, Toquinho, Elba Ramalho, Peninha, Daniel, Sérgio Reis, Inezita Barroso e Tinoco. Atualmente, nesta área, integra o “Araçá Quarteto”, grupo consolidado que desenvolve intenso trabalho de pesquisa e criação baseado na linguagem do choro. Participou de vários masterclasses orientados por grandes mestres da flauta como Antônio Carlos Carrasqueira, Renato Axelrud, Rogério Wolf, Maurício Freire, Danilo Mezzadri, Ângela Jones-Reus (EUA), Jean Noel Saghaard (França), Rafaelle Trevisani (Itália), Felix Renggli (França), Pierre-Yves Artaud (França), Michael Hässel (Alemanha), Daniela Troiani (Itália), Michel Bellavance (Suíça-Canadá), Jacques Zoon (Holanda), Jessica Dalsant (Itália), Ian Clark (Inglaterra) e Emmanuel Pahud (Suiça). Desenvolve também intensa atividade na área da regência, onde participou de cursos e masterclasses com renomados regentes como Dario Sotelo, Cláudia Feres, Jean Reis, Pablo Del’Oca Salla (Argentina), Jorge Perez-Gomez (México-EUA) e Matthew George (EUA). Esteve à frente de diversos grupos de formação como “Grupo de Cordas e Sopros do Projeto Guri – Polo Aguaí”, “Projeto Banda Escola de Espírito Santo do Pinhal – SP”, “Orquestra Sinfônica de São José do Rio Pardo - SP, “Octeto de Flautas” e “Banda Sinfônica Jovem do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo”. Em função de seu trabalho regular com orquestras de flautas, tem escrito extensa literatura para essa formação, sobretudo de música brasileira. Seus arranjos já foram executados em diversos cursos e festivais pelo brasil e exterior, em países como Itália, Estados Unidos, Costa Rica, Perú e Equador. Em 2012 participou como “artista convidado” do “III Encontro Internacional de Madeiras de Orquestra” evento realizado pelo Conservatório de Tatuí, onde dirigiu o “Octeto de Flautas”, grupo pedagógico da instituição. Participa também como professor da classe de Flauta Transversal em importantes festivais do cenário nacional como “Festival Música nas Montanhas” em Poços de Caldas – MG, “Festival Internacional Música no Pampa” em Bagé – RS, “Festival Internacional Música na Serra” em Lages – SC, “Encontro de Músicos de Banda da Universidade Federal do Cariri” em Juazeiro do Norte - CE e “Encontro de Flautistas de Santa Cruz do Rio Pardo – SP”. Atualmente faz parte do corpo docente do Conservatório de Tatuí – Polo de São José do Rio Pardo - SP, onde ministra aulas de flauta transversal e música de câmara, e do e atua como professor de flauta transversal, matérias teóricas e é regente da “Orquestra de Flautas” e da “Orquestra Sinfônica” da instituição. RICARDO BARBOSA – PROFESSOR DE OBOÉ Ricardo Barbosa teve suas primeiras aulas de oboé com Alexandre Barros, em Ribeirão Preto. Mais tarde, ingressou na Universidade Livre de Música, atual EMESP, e posteriormente na Academia de Música da Osesp sob orientação de Joel Gisiger. Cursou Mestrado e atualmente é aluno do Doutorado na classe do Professor Christian Wetzel em Colônia na Alemanha. Foi vencedor do Prêmio Prelúdio, da TV Cultura e do Prêmio Eleazar de Carvalho no Brasil; venceu o concurso de oboé da Escola Superior de Música de Colônia, na Alemanha e também é vencedor do Concurso Internacional de Praga (Prague Spring Competition). Atualmente é oboísta da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP); da Camerata Aberta, grupo de música contemporânea da EMESP e exerce várias atividades com pianistas e grupos de câmara. OTINILO PACHECO – PROFESSOR DE CLARINETA Clarinetista e claronista brasileiro, iniciou seus estudos musicais em 1977 na Corporação Musical União dos Artistas em Itu- SP, e sob a orientação do Prof. José Teixeira Barbosa cursou o Conservatório Dramático e Musical “ Dr. Carlos de Campos” em Tatuí – SP. Participou de diversos festivais e cursos intensivos de música em Campos do Jordão, Brasília e Curitiba , nos quais estudou com os Prof.s Leonardo Righi, José Botelho, Mauricio Loureiro, Luis Gonzaga Carneiro e Willian MaColl - USA, e master-classes com grandes clarinetistas como Keith Puddy – ENG e Stanley Druckner – USA. Em 1983 formou-se Bacharel em clarinete pela Universidade São Judas Tadeu sob a orientação do Prof. Günther Push – GER. Membro fundador do premiado grupo de Música Contemporânea “Novo Horizonte”, sob a direção do Mto Graham Griffths – ENG, de 1988 à 1998 participou de diversos festivais e bienais de música comtemporânea, em turnês no Brasil e na Europa, em participações conjuntas com grupos internacionais como o “Smith Quartet” – ENG e o “Ensemble Nord “ – DEN . Durante este período gravou vários trabalhos inéditos de compositores brasileiros como Harry Crowln, Silvio Ferras, Eduardo Guimarães Álvares, Roberto Victorio, Flô Menezes, Cláudio Santoro, sendo premiado pela A.P.C.A. Foi professor do Conservatório Musical “Brooklin Paulista” – SP, Oficinas Culturais “ Três Rios” – SP, Universidade Livre de Música – SP, e em festivais de Campos do Jordão, núcleo Tatuí e do Instituto Musical “ Baccarelli”. Claronista do premiado Quinteto de Clarinetas “Madeira de Vento”, gravou vários cd's de música instrumental brasileira, participando dos ClarinetFest nos Estados Unidos, Canadá e Itália além do Festival Internacional de Clarinete e Saxofone em NanNing-China. Participou dos Simpósios de Clarineta pela Usp e Unesp com o quinteto Madeira Vento, e recentemente como professor convidado do Encontro de Clarinete e Clarone pela USP/UNESP além de recital com a pianista Marcia Cataruzzi . Foi 1º clarinete e solista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo de 1986 à 2014, e atualmente leciona na Escola Municipal de Música da Fundação Teatro Municipal de São Paulo e 1º Clarinete solista da Orquestra Sinfônica de Santo André desde 1988. OTAVIO QUARTIER – PROFESSOR ASSSISTENTE CLARINETA E SAXOFONE Clarinetista e Saxofonista iniciou seus estudos no ano de 1988 com o professor Omar Belico dos Reis. Estudou com Antônio Beccaro, Luis Fernando Ribeiro Rosa, Graham Griffthis, Walter (UFMG), Francesco Belli, Luis Afonso Montanha, Edmilson Nery, Vinícius Dorin, Proveta e Dilson Florêncio. Cursou clarineta erudita e saxofone popular no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí. Estudou regência com os maestros João Baptista, Jean Reis e com a maestrina Mônica Giardini. Participou também de, II Festival Internacional de Verão de Poços de Caldas em 1992. Licenciado em música com habilitação em instrumento pela Universidade Vale do Rio Verde de Três Corações-UNINCOR. Foi monitor do naipe de madeiras da Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas, músico fundador Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas (OSPC). Participou de todas as edições do Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas, destacando-se como solista da Orquestra Sinfônica do Festival. Solista do evento Sinfonia das Águas em Poços de Caldas. Atuou com diversos artistas nacionais e internacionais como Elba Ramalho, Peninha, The New York Jazz Trio, (trio de jazz do cineasta Woody Allen), Toquinho, Sérgio Reis e com o cantor Daniel. Participou do VII ENCONTRO NACIONAL DE CLARINETISTAS no Memorial da América Latina em São Paulo como solista convidado frente à Banda Sinfônica Jovem do estado de São Paulo. Participou do show “Proveta e convidados”. Atuou como regente convidado frente à Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas e Banda Sinfônica do Festival Música das Montanhas. Foi professor de clarineta, saxofone e flauta doce do Conservatório Municipal Antônio Ferrucio Viviani. Trabalhou como educador musical no projeto Guri nos pólos de Vargem Grande do Sul, Espírito Santo do Pinhal e São Sebastião da Grama. Atualmente é integrante do Grupo de Câmara Vivace, professor de clarineta e saxofone da escola Vivace Movimento Artístico e Musical, professor de clarineta do Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí pólo avançado de São José do Rio Pardo, professor de clarineta e saxofone do Conservatório Musical Antônio Ferrucio Vivianni de Poços de Caldas, clarinetista spalla da Banda Sinfônica de Poços de Caldas, clarinetista spalla e regente adjunto da Banda Filarmônica Vale do Sapucaí situada em Pouso Alegre, MG, clarinetista da Banda Municipal Maestro Azevedo. Profissional convidado do Festival Internacional Música no Pampa na cidade de Bagé, RS. RONALDO PACHECO – PROFESSOR DE FAGOTE Natural de Belém do Pará, estudou com Afonso Venturieri. Iniciou sua graduação na Unicamp sob orientação de Paulo Justi, graduando-se na Faculdade Carlos Gomes (SP). Venceu os concursos Jovens Solistas de Piracicaba e Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos como fagotista da Orquestra Sinfônica de Campinas e atualmente ocupa o cargo de primeiro fagote das Orquestras do Theatro Municipal de São Paulo e Sinfônica de Santo André. Foi solista frente à Orquestra Sinfônica Jovem Eleazar de Carvalho, Orquestra Acordes Pão de Açúcar e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, tendo como regentes Konstantin Becker e Leon Spierer. Excursionou durante nove meses com a montagem de A História do Soldado, de Igo Stravinsky, sob regência de Flavio Florence. É frequentemente convidado a participar das mais importantes orquestras brasileiras, tendo se apresentado com os maestros Isaac Karabtchevsky, Diogo Pacheco, Jamil Maluf, Roberto Tibiriçá e Ligia Amadio, dentre outros. Integra o quinteto de sopros Conclave, em atividade desde 1987, com o qual já realizou turnês pelo Brasil e Alemanha. Na área pedagógica, lecionou nos festivais de Campos do Jordão, Festival Música nas Montanhas e Festival Internacional Música na Serra. É professor do Instituto Baccarelli. MARIO ROCHA – PROFESSOR DE TROMPA Mario Rocha iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade orientado pelo pai. Cursou o Conservatório Dramático e Musical de Tatuí, sua cidade natal. Estudou com Enzo Pedini, na Escola Municipal de Música de São Paulo, estudou ainda com Daniel Havens e Charles Cornish. É Bacharel em trompa pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Atualmente é 1ª trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, professor de trompa do Instituto Baccarelli e monitor do naipe de trompas da Orquestra Sinfônica de Santo André. CARLOS SULPICIO – PROFESSOR DE TROMPETE Natural de Marília-SP. Doutor em Música pela UNESP, Mestre em Brass Performance pela Boston Universisity, School for the Arts, Bacharel em trompete pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP. Teve como principais professores, Roger Voisin, Tim Morrison, Sérgio Cascapêra e Paul Mitchell. Durante sua carreira Integrou diversas formações musicais, nos Estados Unidos: Civic Symphony of Boston, Lexington Sinfonieta, Boston University Symphony Orchestra e ALEA III. No Brasil: Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Amazonas Filarmônica, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e Bachiana Filarmônica. Participou do 1o Festival Internacional de Música em Kyoto no Japão em 1993 e como professor: Festival Internacional de Brasília em 2006, 1º Encontro Internacional de Metais de Tatuí em 2006, Festival de Bragança Paulista em 2007, 1ª Oficina para Metais de Mauá em 2008, 8º Encontro Técnico da AFABAN de Cubatão em 2012 e II Festival Nacional de Músicos de Bandas Sinfônicas e Marciais da Faculdade Cantareira em 2012 além de Masterclasses na Escola Municipal de Música de São Paulo. Atuou como solista na Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, Amazonas Filarmônica, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Orquestra Acadêmica da UNESP. Realizou inúmeras premières de compositores Brasileiros, incluindo a gravação do CD do Grupo Novo Horizonte o qual recebeu o prêmio da APCA de 1993. Foi professor da UNESP e na pós-graduação da Faculdade Carlos Gomes, entre 1999 e 2001. Participou como maestro assistente e trompetista dos musicais LES MISERABLES e A BELA E A FERA. Atualmente é professor da Faculdade Santa Marcelina, da Escola de Música de São Paulo (Praça das Artes) e do Instituto Baccarelli. Desenvolve também trabalho de música de câmara com o IN TEMPORI DUO, duo de trompete e percussão com a percussionista Eliana Guglielmetti Sulpício. 1º trompete da Camerata Paulistana, além de participar como músico convidado na Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo. DONIZETI FONSECA – PROFESSOR DE TROMBONE/TUBA Bacharel em composição e regência pela Universidade Estadual Paulista (UNESP - 1987), especialização em Eufônio pelo Conservatório Musical Chopin (1975), especialização em Trombone pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul (1979) e especialização em Trombone pela Escola Municipal de Música (SP - 1982). Foi professor no Conservatório Musical Brooklin Paulista e atualmente é professor de trombone na Universidade de São Paulo, Escola Municipal de Música (SP) e Instituto Baccarelli. Donizetti é chefe do naipe de trombones da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e trombonista da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo. Donizeti Fonseca é professor de Trombone na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira. CARLOS TARCHA – PROFESSOR DE PERCUSSÃO Natural de São Paulo, estudou percussão com Ernesto De Lucca, na Escola Municipal de Música de São Paulo e com Christoph Caskel, na Escola Superior de Música de Colônia, Alemanha. Carlos Tarcha foi timpanista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, atuando ainda como convidado nas principais orquestras brasileiras e também junto à World Philarmonic Orchestra, B.B.C. Symphony Orchestra e Orquestra de Câmara da Filarmônica de Berlim. Apresentou-se como solista à frente da Orquestra Sinfônica Municipal, American Composers Orchestra, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Lecionou na Escola Municipal de Música de São Paulo (1978/86), em Festivais em todo o Brasil e na Universidade de São Paulo (1986/2001), onde concluiu o Mestrado em 1998 com o trabalho Técnica de 2 baquetas para Teclados de Percussão. Participou de inúmeros grupos de música de câmara, destacando-se o trabalho do Duo Diálogos de percussão, (1987/98) que atuou nos principais teatros, festivais de música e séries de concertos do Brasil. Nesse período foi criado um repertório de cerca de 40 obras especialmente escritas para o Duo, resultado de uma colaboração com os mais representativos compositores brasileiros. Apresentou-se também com o Duo Diálogos na Europa e Estados Unidos, destacando-se o o Festival Sonidos de las Americas: Brasil, no Carnegie Hall, Nova York. Atualmente integra o Duo Clarinete Baixo/Percussão com Luis A. Montanha, que tem realizado concertos no Brasil e na Europa, além da gravação de um CD com obras brasileiras dedicadas ao duo, no projeto Música de Câmara Brasileira (LAMI–USP/Petrobras). Sua discografia inclui ainda o CD Contemporary Percussion Music from Brazil, (selo G.H.A, 1995), participações em trabalhos dos compositores E. Seincmam, O. Lacerda, G. Mendes, F. Menezes, E. Widmer, A. Barnabé, P. Chagas e Gil Jardim, e também em produções das orquestras Jazz Sinfônica e Sinfônica Municipal de São Paulo e do Ensemble musikFabrik NRW. Desde 2001 é professor Titular de percussão na Escola Superior de Música de Colônia, Alemanha. (Hochschule für Musik Köln). Tem atuado em séries de concertos e festivais nos Estados Unidos e Europa em diversas formações camerísticas, com Ensembles como musikFabrik NRW, Trai I Tempi, E MEX e KaG (Bélgica). NEY FIALKOW – PROFESSOR DE PIANO Premiado em diversos concursos, destacando-se o cobiçado título de melhor pianista do VII Prêmio Eldorado de Música, em São Paulo, os primeiros prêmios em diversos concursos nacionais e no exterior, o pianista Ney Fialkow é hoje um dos destacados músicos do cenário nacional. Tem conciliado movimentada carreira de solista e camerista com a atividade de professor titular do Departamento de Música Instituto de Artes UFRGS, em Porto Alegre. Suas aparições como solista e camerista têm cativado plateias de diversas salas de concerto no Brasil e no exterior e suas masterclasses tem sido apreciadas por jovens pianistas de diversos países. Ao lado do violinista Cármelo de los Santos gravou o premiado CD “Sonatas Brasileiras”. Em 2016 fez sua estréia em Paris, na Sala Cortot em duo pianístico com Guigla Katsarava. Lançou os CD Metamorfora e Fantasy nos EUA em parceria com o baixista Marcos Machado, e turnê de concertos por diversas cidades do Brasil e dos EUA, incluindo apresentações no Instituto Boccherini em Lucca, Italia e o Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Em 2019 realizou turnê de recitais solo e masterclasses por diversas cidades norte-americanas. Realizou diversos concertos no Brasil e no exterior como membro integrante do Trio Porto Alegre, ao lado do violinista Cármelo de los Santos e do violoncelista Hugo Pilger. Ainda este ano grava com Hugo Pilger a obra completa de Cláudio Santoro para violoncelo e piano. Ao lado da mezzo-soprano Angela Diel tem se apresentado nas principais salas de concerto do Brasil divulgando especialmente o repertório das canções alemãs. Bacharelado em Música pela UFRGS, com Zuleika Rosa Guedes; Mestrado em Música no New England Conservatory, com Patricia Zander; Doutorado em Música no Peabody Conservatory da Johns Hopkins University, com Ann Schein. Atuou como solista de diversas orquestras sob a regência de maestros Camargo Guarnieri, Isaac Karabitchevsky, Roberto Tibiriçá, Alceu Bocchino, Roberto Duarte, Antonio Carlos Borges Cunha, Manfredo Schimiedt, Fredi Gerling, Raul Munguia, Paul Chou, entre outros. BETINA STEGMANN – PROFESSORA DE VIOLINO Nasceu em Buenos Aires e iniciou seus estudos de violino em São Paulo com Lola Benda continuando-os com Erich Lehninger. Diplomou-se pela Escola Superior de Música de Colônia onde cursou a classe de violino de Igor Ozim e a classe de música de câmara do Quarteto Amadeus. Seguiu logo após para Tel Aviv – Israel e aperfeiçoou-se com Chaim Taub. Mais tarde freqüentou cursos ministrados por Pinchas Zukerman e Max Rostal. Como recitalista e solista apresentou-se em várias cidades do Brasil, Argentina, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Bélgica. Realizou gravações nas rádios WDR (Alemanha) e na RAI – Trieste (Itália) estreando entre outras, obras de compositores contemporâneos. Participou de vários festivais no Brasil e exterior. Integrante do Quinteto D’Elas com quem ganhou em 1998 o Prêmio Carlos Gomes na categoria de música de câmara, é spalla da Orquestra de Câmara Villa-Lobos, professora de violino na Universidade Cantareira e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo ALEJANDRO DRAGO – PROFESSORA DE VIOLINO Aclamado pela crítica musical como “um músico soberbo” com o “virtuosismo clássico de Heifetz ou Perlman”, o “estilo café suave de Florian Zabach” e a “despreocupação jazzística de Stephane Grappelli”, Alejandro Drago “cruzou a linha entre o virtuoso do concerto e solista de jazz.” Sua musicalidade versátil lhe permitiu ter sucesso em diversos estilos e gêneros. Sua discografia na França, EUA e Argentina inclui quartetos de cordas, concertos, tangos de vanguarda para o selo EMI International e um CD de dois volumes de obras para violino solo distribuído internacionalmente pela Naxos Music Library Japan e CD Tradition. A vida de Alejandro Drago na música começou em sua terra natal, a Argentina, onde, ainda criança, acompanhava sua mãe, dançarina de tango profissional, aos locais onde ela se apresentava. Sua mãe o apresentou a Antonio Agri, que passou mais de uma década como violinista principal dos vários conjuntos de Astor Piazzolla. Graças à recomendação de Agri, o jovem Alejandro pôde iniciar sua formação musical. Ele recebeu uma bolsa do governo russo para estudar no Conservatório Estadual de Moscou com Marina Yashvili e obteve seu Mestrado em Belas Artes em Violino e Pedagogia. Em 2008, ele recebeu um mestrado em performance de violino e um D.M.A. em Regência Orquestral pela University of Southern Mississippi. Como solista, Alejandro já se apresentou em salas de concerto de classe mundial, como o Great Hall do Conservatório de Moscou, o Saint Petersburg Philharmonic Hall, o Saint Petersburg State Academic Capella, o Teatro Colón de Buenos Aires, o Kennedy Center e o Kolarac Zal de Belgrado, com a Orquestra Filarmônica de São Petersburgo, a Orquestra de Câmara Mendelssohn, a Filarmônica de Belgrado, a Orquestra Sinfônica de Fort Worth e a Sinfônica Acadêmica do Estado da Bielorrússia, entre muitas outras. Ele já viajou extensivamente na Rússia, Estados Unidos, China, Áustria, República Tcheca, Ucrânia, Suíça, Lituânia, Taiwan, Bielorrússia, Itália, França, Espanha, Brasil, ex-Iugoslávia (Sérvia, Bósnia-Herzegovina), Romênia, República da Moldávia, República da Geórgia, Portugal, México, Colômbia, Panamá, Paraguai, Equador e Haiti. Como regente, Alejandro iniciou sua formação com a Orquestra de Câmara CCBA em Buenos Aires. A reconhecida experiência de Alejandro no campo dos estudos de cordas o levou a treinar regularmente uma série de conjuntos juvenis e profissionais, incluindo a Orquestra Sinfônica de Guayaquil no Equador e a Orquestra Sinfônica Juvenil do MERCOSUL. Foi regente convidado da Orquestra Sinfônica do Noroeste da Flórida, da Orquestra de Câmara Tandil, da Orquestra de Câmara da Biblioteca do Congresso da Argentina e da Camerata Acadêmica do MERCOSUL, e regeu a Orquestra do Festival do Xth Tiberius Week Festival em Targu Mures, Romênia. De 2005 a 2008, foi regente assistente da Southern Mississippi Symphony Orchestra e regente principal da Southern Mississippi Chamber Orchestra. Desde 2008, apresentou-se por diversas vezes como maestro convidado da Greater Grand Forks Symphony Orchestra, tendo recentemente renovado o seu contrato como Diretor Artístico desta organização até maio de 2024. Os trabalhos acadêmicos de Alejandro tornaram-se referências importantes nos estudos acadêmicos da língua inglesa sobre a música do tango. Mantém fortes ligações com a música de sua terra natal através de sua carreira como intérprete, pesquisador, palestrante, compositor e arranjador. Seus arranjos sinfônicos e de câmara de música argentina foram amplamente executados na Europa e na América Latina, bem como nos Estados Unidos pela Orquestra Sinfônica de Fort Worth, Orquestra Sinfônica de Dallas e Orquestra Sinfônica de Baltimore. Os críticos escreveram sobre os arranjos de Alejandro: “Sua transcrição [das Quatro Estações de Astor Piazzolla] retém o fluxo inspirado de melodias da partitura sem negligenciar as harmonias adstringentes e a instrumentação austera das versões de câmara originais de Piazzolla. Drago é um músico esplêndido. Sua interpretação lânguida de Invierno Porteño combinou astutamente o sentimentalismo com a beleza mozartiana. A bravura técnica de violino de Drago seduziu os ouvintes. Sua síntese fácil de suavidade aristocrática de café e entusiasmo ardente era fantástica.” (Notícias e visualizações de entretenimento). “A reformulação de Drago para violino e orquestra de cordas captura tão habilmente a engenhosidade rítmica, os efeitos incomuns e o toque harmônico adstringente da versão original do quinteto que o bandoneon e a guitarra elétrica quase não fazem falta. Drago provou ser um expoente maravilhosamente idiomático do tango de seu compatriota. Seu tom esguio e focado extraiu a melancolia atmosférica de Piazzolla, bem como o toque de langor desprezível enquanto habilmente contornava o schmaltz. (The Miami Herald) Alejandro Drago tem se dedicado intensamente à composição desde o início de sua carreira musical. Seu catálogo inclui concertos, música de câmara e obras solo, muitas vezes inspiradas na música da Argentina e, em particular, de Buenos Aires. Um lugar especial em sua coleção de obras pertence ao ciclo "Seis Sonatas e Partitas Buenos Aires (Porteñas) para violino solo", um ciclo concebido para preencher uma lacuna existente na literatura avançada para violino solo inspirada em motivos de tango. Seus trabalhos são publicados pela casa suíça Eurindia Edizioni. Ele dirige masterclasses, seminários, palestras e recitais-palestras extensivamente na Ásia, Europa e Estados Unidos, convidado por instituições de ensino superior como a Academia Nacional de Música da Bielorrússia (Minsk), Universidad Nacional de Colombia (Bogotá), East China Normal University (Shanghai), Federal University of Rio Grande do Sul (Brasil), Emory University (Atlanta, GA), University of Georgia (Athens, GA), Arizona State University (Phoenix, AZ), University of Texas Rio Grande Valley (Edinburg, TX), California State University (Los Angeles, CA) e Vanderbilt University (Nashville, TN), entre outras. Ele ensina e se apresenta regularmente em festivais na América Latina, Estados Unidos e Europa. Foi membro do júri do Concurso Internacional de Cordas Alice & Eleonore Schoenfeld 2014 (categoria júnior) em Harbin, China; Presidente do Júri do Concurso Internacional “Harmony” de Música Eslava 2015 (divisão de cordas) em Belgorod, Rússia; membro do júri das edições de 2016 e 2017 do Concurso Internacional Leopold Auer, em São Petersburgo, Rússia; membro do júri do 4º e 5º Festival Internacional de Música de Hong Kong, Presidente do júri do 2017 First International Viola Competition of Mississippi, em Jackson, Mississippi e membro do júri do First Marine Iashvili International Competition, Tbilisi 2019. Desde 2020, Alejandro foi o Diretor Artístico do Concurso Internacional VIOLINO (São Petersburgo, Rússia). Em julho de 2008, Alejandro ingressou no corpo docente do Departamento de Música da University of North Dakota (UND) como professor de violino e viola e diretor da Orquestra de Câmara da UND. Sob sua liderança, a Orquestra de Câmara UND realizou duas turnês regionais, sendo a primeira internacional em 2013, ao Brasil, a convite do Festival Música nas Montanhas (Poços de Caldas, MG). Ele também é o criador do programa de bolsas UND Student String Quartet, que colocou a divisão de cordas da UND Music firmemente no mapa nacional, com três turnês internacionais (Brasil, China, República Tcheca) e a edição em 2013 do primeiro CD por um conjunto de câmara estudantil da UND, apresentando obras clássicas e modernas para quarteto de cordas. Seus alunos ocupam cargos em orquestras profissionais e conjuntos de câmara, lecionam em escolas particulares, na rede pública e em colégios, tendo obtido prêmios em concursos regionais, nacionais, festivais e internacionais. Os vários prêmios de Alejandro incluem um prêmio especial no Concurso Internacional Rodolfo Lipizer (Itália, 1992), o terceiro prêmio no Concurso Internacional Petar Konjovich para Jovens Músicos (Iugoslávia, 1993) e o primeiro prêmio no Concurso "Novos Talentos da Música Clássica" (Buenos Aires, 1997). Os destaques das temporadas anteriores incluem apresentações do Concerto para Violino de Alban Berg com a University City Symphony Orchestra, Missouri, a apresentação dos ciclos completos de violino solo de L'Ecole Moderne op. 10 de Wieniawski e os Seis Estudos Polifônicos de Ernst em um concerto dedicado ao legado de Ruggiero Ricci, e as múltiplas apresentações de seu próprio Concerto para Violino nos Estados Unidos, Brasil, Bielo-Rússia e República da Moldávia. "Drago é um violinista de dons formidáveis. Combinando o deslumbramento virtuoso com um tom sombrio e cheio, ele pode interpretar uma melodia em tons hipnotizantes ou tocar cordas duplas ou triplas com bravura aparentemente sem esforço." (Fort Lauderdale Connex, outubro de 2013) ANDRÉ SANCHES – PROFESSOR DE VIOLINO Nascido em Porto Alegre RS, estudou violino com e Marcello Guerchfeld e Humberto Carfi (Argentina) Cursou o Bacharelado em violino na Unicamp nas classes de Natan Schwartzman. Participou de Master Class com violinistas consagrados como Nicolas Chumachenco, Shlomo Mintz, Joshua Bell, Julian Rachlin entre outros. Foi Spalla das orquestras Jovem de Campinas, Sinfônica de Santo André, Orquestra de câmara de Indaiatuba, atuando também como solista dessas orquestras. Participou da Orquestra Sinfônica de campinas e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo,realizando varias Turnês e gravando dois Cds. Foi membro do Quarteto Darcos de Campinas com o qual tocou no festival de inverno de Campos do Jordão, e por todo o Brasil, bem como diversas cidades dos EUA, México e Argentina. Estudou Regência com Roberto Tibiriçá e participou de Cursos no Brasil, EUA, Venezuela e na Argentina com inúmeros regentes, entre eles, Gustavo Dudamel e o maestro Belga Ronald Zollmanm. Regeu inúmeras orquestras, destacando-se a ópera La Serva Padrona com a orquestra de câmara do teatro municipal de São Paulo e solistas do Teatro. É regente da orquestra sinfônica Juvenil do Instituto Baccarelli, e da orquestra sinfônica GR de Jundiaí desenvolvendo um repertório que abrange compositores de todos os períodos. Regente adjunto nos festivais de Boituva e Festival Música nas Montanhas, regente da orquestra sinfônica do festival de Presidente Prudente e diretor Artístico e regente titular do festival para professores do projeto Gurí realizado em Campos do Jordão. No projeto Guri em São Paulo, foi responsável pela formação dos regentes e grupos musicais em todo Estado. MARCELO JAFFÉ – PROFESSOR DE VIOLA Aos seis anos de idade, orientado por seu pai, Alberto Jaffé, inicia o estudo de violino. Em 1977, aos 14 anos, passa a tocar viola, ganhando, no mesmo ano, o 1º Prêmio no Concurso Nacional da Universidade de Brasília. Após aperfeiçoamento na Universidade de Illinois e no Centro de Música de Tanglewood, nos Estados Unidos, apresenta-se em vários países, participando de destacados conjuntos camerísticos e orquestrais. Atuou como Maestro da Kamerata Philarmonia e foi Diretor Artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente, residindo em São Paulo, é professor de viola da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Departamento de Música), apresentador da Radio Cultura e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. ROBERT SUETHOLZ – PROFESSOR DE VIOLONCELO Natural de Milwaukee, Wisconsin, EUA. Trabalhou sob orientação de George Sopkin, membro-fundador do Quarteto Fine Arts, seu sucessor Wolfgang Laufer, e Uzi Wiesel, ex- violoncelista do Quarteto de Cordas de Tel-Aviv, Israel. Obteve seu Mestrado em Violoncelo em 1998, sob a orientação de Hans Jørgen Jensen, da Universidade de Northwestern, em Chicago (EUA) e seu Doutorado em Música pela USP em 2011. Atuou em várias orquestras internacionais, como a Israel Sinfonietta (spalla dos violoncelos) e a Orquestra Sinfônica de Milwaukee (EUA), entre outras. Residindo no Brasil desde 1985, foi spalla dos violoncelos das orquestras sinfônicas da USP, do Estado de São Paulo e da Sinfonia Cultura - Orquestra da Rádio e TV Cultura. Foi violoncelista do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo durante 25 anos, se desligando deste no final de 2016. É professor de violoncelo no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP desde 1989. Em 2015, lançou o livro Técnicas de reeducação corporal e a prática do violoncelo e em 2018, em parceria com Luiz Amato, a tradução do livro de Leopold Auer intitulado O violino segundo meus princípios, ambos pela Editora Prismas. ANA VALÉRIA POLES PROFESSORA DE CONTRABAIXO Ana Valéria Poles nasceu em Tatuí (SP) e começou a estudar contrabaixo aos 12 anos com o professor Nikolay Schevtschenko no Conservatório de Tatuí, formando-se em 1981. Após vencer importantes prêmios nacionais e tocar como solista com importantes orquestras brasileiras, foi para a Áustria em 1982, como bolsista do Governo do Estado de São Paulo, para estudar na Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Viena (hoje Universidade de Música) com o lendário professor Ludwig Streicher.Obteve também bolsas de estudo da Fundação Alban Berg de Viena e do Ministério Austríaco. Em 1988, formou-se contrabaixista na classe de Ludwig Streicher com “Einstimmige Auszeichnung” (distinção unânime) e recebeu o “Würdigungspreis” (prêmio de honra ao mérito) concedido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da Áustria. Na Europa, integrou o conjunto Novos Solistas de Viena, a Primeira Orquestra de Mulheres da Áustria e a Orquestra Franz Lehár, tendo tocado também com a Orquestra Mozarteum de Salzburg. Foi idealizadora e integrante do Quinteto D'Elas, com o qual gravou três CDs. Em 2009, gravou seu primeiro trabalho solo, o CD intitulado “Por toda minha vida”, lançado pelo selo Clássicos, com obras originalmente escritas para contrabaixo. Recebeu o Título de Cidadã Emérita Tatuiana, concedido pela Câmara dos Vereadores dessa cidade em 2011. A partir de 1997, assume como 1º Contrabaixo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), orquestra a qual é integrante desde 1988. Em Junho de 2016 lançou o livro “Sistema de arcadas e golpes de arco em escalas e arpejos para contrabaixo” pela Editora Tipografia Musical de São Paulo. Em julho de 2016 concluiu o Mestrado no curso de Pós Graduação Profissional em Música (PPGPROM) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É professora da Faculdade Cantareira de São Paulo e da Academia de Música da OSESP. SERGIO DE OLIVEIRA – PROFESSOR DE CONTRABAIXO Nascido em São Paulo, iniciou seus estudos de contrabaixo no Conservatório de Tatuí com o Prof. Nicolaus Schevtschenko. Em 1983 foi premiado com uma bolsa de estudos para ingressar na Karajan Stiftung (Academia da Filarmônica de Berlin) para se aperfeiçoar com o primeiro contrabaixista, professor Rainer Zepperitz, durante 5 anos, apresentando-se com a referida orquestra sob a regência de maestros como: Herbert Von Karajan, Cláudio Abbado, Seiji Osawa, Carlo Maria Giulini, Ricardo Mutti, Eugen Jochum, André Previn, entre outros. Participou de gravações com a Filarmônica de Berlin, destacando-se entre elas as Sinfonias número 4 e 7 de Beethoven sob a regência de Karajan, a Sinfonia número 3 de Lutoslawisky, sob regência do próprio autor e a Sinfonia em Ré Menor de César Frank, com Carlo Maria Giulini. Também tocou na Deutsche Oper Berlin durante um ano, participando de uma tournée pelo Japão por cinco semanas. Retornando ao Brasil foi solista de importantes orquestras brasileira, tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra de Câmara de Curitiba, Orquestra Bachiana Filarmônica, Orquestra de Câmara de Tatuí e Orquestra de Câmara Villa-Lobos com a qual foi solista em tournée pela Argentina. Foi também professor em diversos festivais de música: Festival de Campos do Jordão, de Londrina, de Curitiba, de Tatuí, de Poços de Caldas e do "Primeiro Festival Instrumenta Verano de Puebla" - México, ao lado de um renomado corpo docente internacional. Em dezembro de 2012, tocou na Philarmonie em Berlim como Primeiro contrabaixista convidado da Orquestra da Rádio de Berlim (DSO) e no concerto de comemoração dos 40 anos da Karajam Akademie, a oitava Sinfônia de Bruckner sob a regência de Simon Rattle. Atualmente é Primeiro Contrabaixista da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI SP. FRANCISCO CAMPOS – PROFESSOR DE CANTO Professor de Canto da Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Canto pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais na Classe da Profa. Eugênia Bracher. Foi aluno dos Festivais de Inverno de Ouro Preto patrocinados pela UFMG, de 1971 a 1975, onde estudou com Sérgio Magnani (História da Música e Interpretação), Sônia Bornia e Noemie Perouge (Canto), Jean Jacques Paignot e Pierre Close (Música de Câmera), Mário Ficarelli e Alexandre Paschoal Neto (Laboratório de sons), Conceição Resende (História da Música) e Esther Scliar (Percepção). Em São Paulo, estudou sob a orientação da Professora Leila Farah. Fez cursos com Sônia Born (Brasília), Lilly Krafft (Belo Horizonte), Nomie Perouge (Paris), Walter Cardoso (Belo Horizonte), Maria Kallay (Buenos Aires). Em New York, fez aulas com Rita Patanée e no Center of Ópera Performance com o Prof. Franco Iglésias. Foi Professor de Canto por sete anos do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, de Juiz de Fora (MG). Atualmente, voltou a ser o professor de canto deste Festival (2009). Professor do Festival Música nas Montanhas em Poços de Caldas (desde 2004). Professor do Festival de Itu (2004, 05, 06). Ministrou Oficina de Canto (40 horas) na V Semana Acadêmica da Escola de Música da Universidade Federal de Santa Maria (RS- 2002). Professor da Oficina de Canto (60 horas -2002) na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia (BA). Criou o grupo de solistas “Jovens Cantores do Centro Tom Jobim”, que se apresentou tanto na capital como no interior do Estado de São Paulo, sempre recebendo os melhores elogios do público. Em 2005, o Centro Tom Jobim montou a ópera “Cosi fan tutte” de W.A.Mozart, no qual todos os dois elencos eram seus alunos escolhidos por audição. Foi Jurado do 1º Concurso Nacional de Canto Lírico, patrocinado pela Secretaria da Cultura da Presidência da República Federativa do Brasil, realizado em São Paulo no ano de 1992. Em 2002 e 2004 foi Jurado no Concurso de Canto “Cidade de Araçatuba”. Artista da Sociedade Brasileira de Ópera. FRANCISCO MAYRINK – DIRETOR CÊNICO DA ÓPERA Músico, produtor cultural e diretor de cena, é mineiro da capital. Regente e diretor artístico do Coral da Refinaria Gabriel Passos – REGAP, em Belo Horizonte, de 1980 a 1991, além de diretor da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – OSMG, de 1978 a 1991. Por três anos Diretor de Promoção Artística da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte, sendo responsável pela área de captação de recursos para a Instituição, onde foi funcionário até 2011. Secretário de Cultura da cidade histórica de Sabará/MG, de março de 2005 a dezembro de 2008. Em 2013, nomeado membro do Conselho Deliberativo do Patrimônio Histórico e Artístico de Sabará/MG. Na área de direção cênica de espetáculos líricos, trabalhou como assistente de Tisuka Yamasaki, Bibi Ferreira, Fernando Peixoto, Juarez Cabello e Elvécio Guimarães. Assina a direção de mais de cem montagens, tendo se apresentado nos mais importantes teatros brasileiros. Em 2004 dirige a estreia mundial a ópera “Aquiry – a luta de um povo”, do compositor acreano Mário Lima Brasil, no Teatro Plácido de Castro, em Rio Branco/Acre, em comemoração ao centenário e independência do Acre; “Madama Butterfy”, montagem ao ar livre, com a soprano japonesa Eiko Senda. Seus últimos trabalhos foram, em 2010 La Traviata no Teatro da Paz, em Belém e Suor Angélica, no Teatro Carlos Gomes em Vitória do Espírito Santo, em abril de 2011; Il Guarani, no Teatro Castro Alves em Salvador /BA; em junho, Pagliacci, no Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília/DF; em setembro, Pagliacci, no Teatro Carlos Gomes, em Vitoria/ES e, em novembro, em Montes Claros/MG, A Flauta Mágica. Em 2012 dirige: La Traviata e Cavalleria Rusticana, em Campo Grande (Teatro Glauce Rocha); Carmen, em Brasília (Teatro Nacional Claudio Santoro); Carmen, em Salvador (Teatro Castro Alves); e Così fan tutte, em Vitória (Theatro Carlos Gomes). Em maio/2013 dirigiu Suor Angelica, no Centro Cultural Hermes de Paula, em Montes Claros/MG. Curador do III Festival de Ópera de Brasilia (Carmen e Olga, de Jorge Antunes); dirige Carmen, no Teatro Glauce Rocha, de Campo Grande/MS; Madama Butterfly, no Teatro Carlos Gomes, em Vitória/ES e Pagliacci, no Teatro Castro
PROJETO ARQUIVADO.