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O projeto tem como proposta promover e incentivar o aprendizado musical através da prática do Chorinho (gênero musical autenticamente brasileiro) tendo a educação musical para jovens de 10 até 17 anos como fio condutor. Serão oferecidas aulas de música semanais (violão de 7 cordas, cavaquinho, flauta, pandeiro e musicalização), gratuitas para estudantes matriculados em escolas da rede pública de ensino da cidade de Itabira/MG.
O projeto prevê, além das aulas semanais, 2 apresentações dos alunos da orquestra. O repertório será composto exclusivamente de choros e gêneros relacionados como sambas e maxixes. A Orquestra pretende destacar, através da apresentação, a importância histórica do estilo e também a valorização da cultura e da música genuinamente brasileira. Classificação Livre.
O projeto tem como objetivos gerais: - Fortalecer as atuais políticas públicas relacionadas à obrigatoriedade do ensino da música nas escolas de educação básica; - Contribuir para a experiência pedagógica e formação de professores de música com abordagem prática do tema Choro. - Fomentar e divulgar o gênero Choro em Minas Gerais; - Incentivar e fortalecer a cena cultural na cidade de Itabira; Dentre os objetivos específicos do projeto, podemos destacar: - Oferecer formação musical gratuita a 40 jovens (de 10 até 17 anos) da cidade de Itabira/MG, pelo período de 1 ano letivo; - Criar uma orquestra de câmara infanto-juvenil com o repertório formado por músicas do Choro Brasileiro; - Promover aulas de instrumento, musicalização, teoria musical e prática em conjunto, semanais para jovens estudantes.- Realizar 02 concertos gratuitos para a população de Itabira/MG.
Baseado nos princípios da inclusão, da equidade e da sustentabilidade, a ênfase do Projeto está na importância de aumentar as oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade social. Principalmente em participar de experiências formadoras, que estimulem o conhecimento através do ensino e da prática musical. Além disso, o projeto pretende contribuir para a difusão do gênero Choro, que se fortalece diariamente em Minas Gerais através de festivais, oficinas, shows e apresentações formais e informais. A execução do presente projeto contribuirá para o reconhecimento deste gênero e de sua importância cultural para MG, além de proporcionar a descentralização das atividades culturais, realizando suas ações na cidade de Itabira. Por conseguinte, a execução do projeto se justifica por oferecer formação musical gratuita a jovens de 10 até 17 anos, fortalecendo as atuais políticas públicas relacionadas à obrigatoriedade do ensino da música nas escolas de educação básica; A escolha da temática e do repertório de Choro para conduzir o ensino musical, se justifica pela importância histórica do estilo e também pela valorização da cultura e da música genuinamente brasileira. Além disso, é resultado das práticas desenvolvidas pelo coordenador do projeto, cujos resultados já foram apresentados em workshops e masterclasses conduzidos durante o XII Festival de Choro de Paris (França), na Academia Nacional Australiana de Percussão - ANAM (Austrália), Academia Australiana de Percussão - APA (Austrália) nas universidades de Melbourne (Austrália) e Monash (Austrália) e na Escola Municipal Professora Eleonora Pieruccetti (Belo Horizonte). O projeto é também um desdobramento das atividades da Orquestra de Choro de Pompéu, projeto que acontece desde 2023, coordenado pelo proponente. A integração e interação dos espaços contemplados pelo projeto, com o ensino e a difusão do choro, se torna bastante eficaz quando somados a uma estratégia de inclusão de jovens que como resultado do projeto possam ter uma experiência completa e transformadora no contato com a cultura e música brasileira. Neste cenário, a execução deste projeto é de suma relevância, uma vez que viabiliza o diálogo entre a essência da música instrumental brasileira e o acesso aos bens culturais como um todo. A viabilização deste projeto representa um importante passo em direção à busca pelo acesso às manifestações culturais de forma democrática e inclusiva e à compreensão das mesmas por diferentes públicos. Assim, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende alcançar o seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Embora o custo por beneficiário do projeto ultrapasse o valor estipulado no Art. 7º, § 6º da IN 01/2023, este limite não se aplica, neste caso, em observância com o § 7º: § 7º O limite definido no § 6º não se aplica aos projetos de patrimônio cultural tombado, registrado ou de reconhecido valor cultural pela respectiva área técnica do Ministério da Cultura, museus e memória, planos anuais e plurianuais, arquitetura, restauração de obras de arte, inclusão da pessoa com deficiência, óperas, concertos sinfônicos, desfiles festivos, educativos em geral, povos originários e tradicionais, prêmios e pesquisas, manutenção de corpos estáveis, produção de obras audiovisuais e os realizados em espaços com até 150 (cento e cinquenta) lugares. Trata-se de um projeto educativo, de acordo com a definição estipulada no Anexo I: XLVIII - Projeto educativo: projeto voltado à formação de público na área cultural com plano pedagógico próprio e público-alvo composto prioritariamente por estudantes de qualquer nível escolar ou beneficiários de baixa renda.
As atividades previstas pelo projeto terão carga horária de 20 horas de aulas semanais, divididas em 2 turnos (manhã e tarde) e distribuídas entre os diferentes instrumentos e professores. Assim, a realização das atividades se dá da seguinte maneira: 2h semanais em cada turno para instrumentos de sopro; 2h semanais em cada turno para instrumentos de cordas; 2h semanais em cada turno para instrumentos de percussão; 2h semanais em cada turno para musicalização/teoria musical; 2h semanais em cada turno para prática em conjunto; Ao longo de 1 ano de projeto, 640 horas. Ementa das atividades: PRÁTICA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS: Dentro da proposta de Orquestra, o projeto prevê três grupos para o ensino de instrumentos musicais (1) sopros - flauta transversal - (2) cordas - violão de 7 cordas ecavaquinho - e (3) percussão; 1. Sopros: Os alunos serão divididos em dois grupos. Serão abordados aspectos relativos à embocadura, domínio, postura, valorizando todas as técnicas a auxiliar uma performance livre e segura. O repertório é consonante ao aprendizado e acompanha o repertório da orquestra, para a prática em conjunto. 2. Cordas: Os alunos serão divididos em dois subgrupos sendo o primeiro com aulas práticas de cavaquinho e o segundo com aulas de violão de 7 cordas. Em ambos os grupos serão abordados aspectos técnicos e musicais da execução do instrumento, através da preparação de escalas, exercícios, estudos e repertório solo e de acompanhamento, de acordo com as especificidades de cada instrumento nos diferentes estilos (polca, maxixe, samba-choro, etc) que fazem parte do universo do choro. 3. Percussão: assim como os demais instrumentos, a percussão é trabalhada com a abordagem técnica e direcionada à performance musical. Nas aulas de percussão o enfoque maior será no pandeiro. Contudo, serão abordados também outros instrumentos percussivos tais como, tamborim, surdo, reco-reco, entre outros. MUSICALIZAÇÃO/TEORIA MUSICAL: Aulas de musicalização/teoria musical terão três turmas divididas conforme os grupos de instrumentos, com o objetivo de facilitar o aprendizado. Serão trabalhados temas como, escrita musical, escuta, movimento, percepção, apreciação e conceitos teóricos musicais, norteados pelas metodologias de Orff a Kòdaly, de Willems a Swanwick, de Dalcrose a Koellreuter, de Paynter a Schaffer, de Lucas Ciavatta a Cecília Cavalieri França. Na proposta musical, ensino e aprendizagem interagem com respeito e valorização das diferentes realidades dos envolvidos e sua contribuição musical a partir de diálogos sonoros capazes de ilustrar a compreensão da simbologia competente.
Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O programa das apresentações da orquestra contará com uma versão em Braille ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: 10% dos assentos serão preferenciais para, idosos, gestantes, mulheres com crianças de colo e pessoas com deficiência. A indicação de assento preferencial será alocada nos próprios itens, através de sinalização visível; ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais de apresentação contarão com banheiros adaptados e também rampas, para facilitar o acesso deste público. PRODUTO: CURSO/ OFICINA/ ESTÁGIO ACESSIBILIDADE PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA: 10% das vagas serão oferecidas prioritariamente para este público, esta informação será destacada nos materiais de divulgação; ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local de realização das aulas possui entradas adaptadas para cadeirantes; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a impressão de partituras em braille, facilitando o acesso de alunos com deficiência visual.
O projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso de acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): - Os alunos inscritos no projeto terão acesso gratuito aos instrumentos musicais para poderem participar das aulas.- Os concertos realizados pela orquestra serão abertos à comunidade local e também serão gratuitos.
A equipe principal do projeto é composta por: - André Milagres (professor de cordas e coordenador geral) Mestre em Música pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - período de 2013 a 2015.)• Bacharel em Música pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais -período de 2008 a 2012.)• Curso de Violão pelo CEFAR - Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (período de 2007 a 2008.)• Participação em diversos masterclasses e workshops, como a Oficina Violão de 7 Cordas (2009 – Oficinas epalestras de capacitação Mês do choro), Festival de Música de Ourinhos (SP) (2009), Oficina de Instrumentos – Clube doChoro de Belo Horizonte (2010), entre outros, tendo como professores nomes como Rafael Bittencourt (SP), AlessandroPenezzi (SP), Cristóvão Bastos (RJ), Laura Maito (Arg), Sandra Federici (Arg), Rogério Caetano (RJ), Humberto Junqueira(MG), Ewerton Brandão (PE), entre outros. 2021 - Direção Musical do disco “Re-voltar” da cantora chilena Claudia Manzo (BaianaSystem).• 2019 - Atual - Produtor do Festival Circuito do Choro BH• 2018-Atual - Violonista do grupo Choro do Jura.• 2015-Atual - Violonista e guitarrista da cantora chilena Claudia Manzo (BaianaSystem).• 2011-Atual - Violonista do projeto de música instrumental brasileira Assanhado Quarteto.• 2021 - Ministrou oficinas sobre a linguagem do choro e da música brasileira na Escuela Universitaria deMúsica/Universidad de la República URUGUAY• 2021 - Ministrou oficinas sobre a linguagem do choro e da música brasileira no Centro Cultural Sudaka em LaPlata/Argentina• 2017 e 2018 – Ministrou oficinas sobre a linguagem do choro e da música brasileira na Melbourne Universitye Monash University - Melbourne/Austrália.• 2017 e 2018 - Ministrou oficina sobre a linguagem do choro na Escola Municipal Professora EleonoraPieruccetti, em Belo Horizonte.• 2017 – Direção Musical do disco “América por Una Mirada Femenina” da cantora chilena Claudia Manzo.• 2016 – Ministrou oficinas sobre a linguagem do violão de 7 cordas no Clube do Choro de Paris/França.• 2015 - Participação no VI Simpósio Internacional de Musicologia da UFRJ & Colóquio Internacional doInstituto Ibero-americano de Berlim apresentando comunicação intitulada “Conceitos Pictóricos na Obra de Leo Brouwer:uma aproximação com Paul Klee”.• 2014 - Publicação do artigo Leo Brouwer: uma análise comparativa de “Parabola” • segundo a Teoria das Cores de Paul Klee nos anais do III SIMPOM 2014 - SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-GRADUANDOS EM MÚSICA. • 2007-2013 - Violonista no Grupo de Choro Palácio das Artes (Belo Horizonte).• 2010-2011 - Elaboração e execução, junto à violinista Luiza Anastácio, das trilhas sonoras das peças teatrais“Nosso Estranho Amor” (2010) e “Conversa Séria de Calcinha e Soutien” (2011), ambas da Cia Preqária de Teatro (MG).• 2005-2015 - guitarrista da banda de heavy metal “Silvercrow”.• Atual - Músico free-lancer, se apresentando com cantores e outros grupos de Belo Horizonte, tais comoOctávio Cardozzo, Felipe de Oliveira, Maíra Manga, entre outros.PREMIAÇÕES:• 2021 - Vencedor, melhor disco no 2o Prêmio da Música Popular Mineira, categoria pop rock - com o cantorFelipe de Oliveira.• 2021 - Finalista do concurso BDMG Instrumental com o grupo Assanhado Quarteto.• 2020 - Vencedor do Prêmio Som e Fúria com o grupo Assanhado Quarteto.• 2019 - Finalista do concurso BDMG Instrumental com o grupo Assanhado Quarteto.• 2017 - 1o Lugar na seleção “BH Instrumental” com o grupo Assanhado Quarteto.• 2015 - Vencedor do edital nacional BNDES Cultural com grupo Assanhado Quarteto.• 2012 - Vencedor do Prêmio BDMG Jovem Instrumentista (Belo Horizonte).• 2012 - 2o lugar no 1o Festival de Música Nova de Santa Bárbara/MG com o grupo “Assanhado Trio”, projetoapresentado pelo Ministério da Cultura e pela Vale.• 2011 - Vencedor do Prêmio BDMG Jovem Músico (Belo Horizonte).• 2010 - Vencedor do Prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival Nacional de Teatro de Rio das Ostras/RJ, coma peça “Nosso Estranho Amor” da Cia Preqária de Teatro. - Sandra Auharek (professora de pandeiro)- Formada em Licenciatura em Música pela UFMG.- Fez estágio de programação musical por 3 anos na Rádio UFMG Educativa e por 2 anos na Rádio Inconfidência.- Aula de canto na escola Babaya;- Aula de percussão com diversos professores: Emília Chamone, Paulinho Silva, Santiago Reyther, dentre outros.- Aula de bateria com os professores: Santiago Reyther, Daniel Silva e André Limão Queiroz;- Aula de música nas escolas Pró Music e Fundação de Educação Artística;- Aula particular de musicalização com os professores Rubner de Abreu e Rafael Macedo;- Cursou percussão no CEFAR, Centro de Formação Artística do Palácio das Artes durante 1 ano; -Participou de workshops com músicos renomados de diversas áreas como por exemplo: Marcos Suzano, SantiagoVázquez, Bolão, Márcio Bahia, Celsinho Silva, Ramon Braga, Walter Thompson, Tony Allen, Eder “o Rocha”, Daniela Ramos,Mestre Walter, Carlinhos de Oxossi, dentre outros. - É integrante dos grupos de choro Cadência e Choro do Jura - Marcelo Pereira (professor de sopros): Bacharelado em Música - Universidade Federal de Minas Gerais - UFMGESPECIALIDADE: FLAUTA TRANSVERSALAno de Conclusão: 1995.- Bacharelado em Música - Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG ESPECIALIDADE: SAXOFONE Ano de Conclusão: 2002.- PÓS GRADUAÇÃO - Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMGCurso: Especialização em Princípios e Recursos Pedagógicos em MúsicaAno de Conclusão: 2006.PÓS GRADUAÇÃO - Universidade Federal do Estado de Minas Gerais - UFMGCurso: Mestrado em Performance Musical Ano de Conclusão: 2016; - Rafael Pimenta (Professor de musicalização) 1. Mestrado em Artes - Programa de Pós-Graduação em Artes - UEMG – em curso (previsão de conclusão em 2021); 2. Bacharelado em ComposiçãoMusical - Escola de Música da UFMG – conclusão em 2016 - 3. Musicalização - Professor Rubner de Abreu Júnior - 2006 a 2008; 4. Guitarra eImprovisação - Professor Luiz Henrique - 2004;Formação Complementar:1. Curso de engenharia de som e gravação - ministrado por Dênio Costa na DGC Áudio, Vídeo e Acústica – 2013; 2. Mini-curso Interação musical -ministrado por Marcelo Wanderlay da Universidade McGill (Canadá) – 2011; 3. Composição Eletroacústica -Disciplina isolada ministrada pelo professorJoão Pedro Oliveira, Universidade de Aveiro (Portugal) – 2010. - Alcione Rezende (Gestão financeira): Administração/Contábil (CRC MG099141/O) - Produção Executiva Academia Internacional de Cinema AIC / São Paulo
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.