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Realizar um projeto para aulas de danças tradicionais gaúchas, danças gaúchas de salão, dança de chula e declamação, com qualidade técnica, objetivando apresentações em rodeios artísticos e festivais gaúchos, em municípios no Estado do Paraná.Estas apresentações tem o objetivo de fomentar, difundir e valorizar a cultura do Sul do Brasil, descobrindo talentos, proporcionando aos participantes desenvolvimento cultural, artístico e corporal. Este projeto proporcionará ao público em geral atividades culturais e entretenimento, fazendo com que outras pessoas despertem o interesse pela dança, pela música, enfim, despertem para a ARTE.
O PROJETO "DANÇAS TRADICIONAIS E A IDENTIDADE CULTURAL DO SUL DO BRASIL - 2024" terá como enfoque principal a apresentações relacionadas ao tradicionalismo gaúcho através das seguintes modalidades: Danças tradicionais gaúchas: é uma modalidades de danças brasileiras mais coreográficas, marcadas pela influência das culturas espanhola, portuguesa e francesa. Nelas estão presentes o espírito de fidalguia e de respeito à mulher, o que sempre caracterizou a alma gauchesca. As danças apresentam sapateios, sarandeios, interpretações e posturas cênicas de acordo com os ciclos coreográficos que são: MINUETO, FANDANGO, CONTRADANÇA E PARES ENLAÇADOS. Dança de Chula: São danças executadas exclusivamente por integrantes do sexo masculino e são caracterizadas por movimentos e sapateados fortes e até violentos. Em seus volteios exige-se esforço dos dançarinos, chegando em alguns casos a apresentar-se como um desafio de perícia, agilidade e audácia. Danças de salão: são formas de expressão corporal fundamental para o ser humano, trazendo como benefícios o aperfeiçoamento da coordenação motora, convivência social agradável, sensações de bem estar e alegria.Para a proposta em análise, as apresentações de danças de salão, contemplarão os seguintes ritmos: VANEIRA, VANEIRÃO, CHAMAMÉ, BUGIO, MILONGA, CHOTE, VALSA E RANCHEIRA. Declamação: é a capacidade que uma pessoa desenvolve de declamar/recitar/falar um poema, expondo todos os sentimentos que a mesma pode transmitir, fazendo com que o ouvinte sinta-se parte daquela história que está sendo contada. Este é um cenário em que o Rio Grande do Sul é verdadeiro destaque nacional.
Objetivo geral: Realizar o Projeto "DANÇAS TRADICIONAIS E A IDENTIDADE CULTURAL DO SUL DO BRASIL - 2024", que tem como objetivo fomentar, difundir e valorizar a cultura gaúcha, tendo como enfoque principal danças tradicionais gaúchas e coreografias que serão apresentadas em rodeios artísticos e/ou festivais em municípios do estado do Paraná. Estão inclusos no projeto, apresentações de danças gaúchas de salão, dança de chula e declamação Enfim, o projeto tem como objetivo resgatar, manter e valorizar a história e as tradições gaúchas tanto pelas suas indumentárias, danças, músicas, culinária, folclore, poesias e festividades, para assim demonstrar que gaúcho não é apenas quem nasce no Rio Grande do Sul, mas sim quem aprecia um estilo de vida campeira e que tem por base raízes histórico-culturais em comum. Objetivos específicos: O Projeto "DANÇAS TRADICIONAIS E A IDENTIDADE CULTURAL DO SUL DO BRASIL - 2024" visa difundir a cultura gaúcha através das apresentações, por meio de grupos artísticos e de apresentações individuais, sendo que o projeto terá como principais produtos: . 03 (três) apresentações em rodeios artísticos; . 01 (uma) apresentação no Festival Paranaense de Arte e Tradição - FEPART Para que as apresentações ocorram, durante o ano são realizadas aulas/ensaios, na própria sede da entidade, para preparar tecnicamente os dançarinos, chuleadores e declamadores. O projeto contempla apresentações individuais de declamação, dança de chula, danças gaúchas de salão e apresentação de danças tradicionais dos grupos artísticos. Estas apresentações serão realizadas em municípios do Estado do Paraná, em locais e datas que são definidos no início de 2024 pelo MTG/PR - Movimento Tradicionalista Gaúcho do Paraná, que é o responsável por organizar os referidos eventos artísticos. Nestes rodeios artísticos há competição entre os participantes que se apresentam. As apresentações são avaliadas por avaliadores experientes, de acordo com cada modalidade, sendo que os que são classificados entre 1º, 2º ou 3º lugar, recebem troféus como premiação.
Todo grupo social, toda a nação, tem seus próprios valores e costumes, o que torna os povos distintos entre si. O tradicionalismo gaúcho pretende passar de geração em geração diversos valores éticos e morais com ênfase no respeito, na amizade, no trabalho em equipe, na valorização das famílias e dos seres humanos para que vivam em harmonia, no amor à Pátria, na valorização da história e do folclore da sua região. Os Centros de Tradições Gaúchas - CTG's, de um modo geral, trabalham estes objetivos através das danças e outras atividades que envolvem música, declamação, poesias, concursos de prendas e peões, oficinas culturais e de artesanato, comidas típicas, práticas esportivas e rodeios com provas campeiras/a cavalo. O enfoque da presente proposta são apresentações de danças artísticas, declamações, danças de chula e danças de salão, inseridas no universo cultural do tradicionalismo gaúcho. O CTG TARCA NATIVISTA é uma entidade civil de direito privado sem fins lucrativos, fundado em 05/09/1987. Possui sede própria, localizada na Rua Lídio Guerra, 570, em Pato Branco PR, cujo funcionamento é regido por um estatuto baseado na carta de princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho do Paraná (MTG-PR). Além disso, o CTG Tarca Nativista é um núcleo transmissor de herança cultural por meio da prática e divulgação da arte e da cultura do Sul do Brasil, e na medida em que se buscam tais objetivos, espera-se o desenvolvimento cultural, corporal e intelectual de todos os integrantes, colaborando na prevenção da marginalidade, do uso de drogas e do álcool, ajudando a sociedade como um todo. O CTG Tarca Nativista foi declarado como ENTIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL, conforme Lei 1003/90 de 17/12/1990, e ENTIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL, conforme Lei 15593 de 09/08/2007, o que comprova que a mesma presta atividades de interesse coletivo na área da cultura. Tendo em vista que o CTG Tarca Nativista é uma entidade sem fins lucrativos, declarada de Utilidade Pública Municipal e Estadual, necessário e imprescindível se faz a utilização de recursos provenientes da Lei de Incentivo a Cultura para a criação e desenvolvimento destas apresentações de danças e demais atividades com qualidade técnica. Além disso, os recursos darão condições aos integrantes de realizarem apresentações onde demonstrarão as tradições gaúchas para a comunidade, difundindo a história e a cultura, e consequentemente fazendo com que o público desperte o interesse pela dança, pela música, enfim, desperte para a ARTE. O PROJETO "DANÇAS TRADICIONAIS E A IDENTIDADE CULTURAL DO SUL DO BRASIL - 2024" enquadra-se no inciso IV, do artigo 1º da Lei 8.313/91 que trata sobre a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Os objetivos do projeto que se pretendem alcançar serão o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização e participação em festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música, de danças e de folclore e a proteção das tradições populares nacionais, de acordo com a letra "c", do inciso "II", e a letra "d" do inciso "III" do artigo 3º da Lei 8.313/91. A obtenção dos recursos será sob amparo do artigo 18 da Lei 8.313/91.
OUTRAS INFORMAÇÕES Considerações: Tendo em vista que o CTG Tarca Nativista é uma entidade sem fins lucrativos e que os custos para contratação de instrutores, coreógrafos, transporte dos dançarinos, musicais, entre outros, são elevados, a aprovação desta proposta é imprescindível para viabilizar o projeto cultural das referidas apresentações em rodeios e no FEPART. Além disso a população da nossa cidade tem pouco acesso a eventos culturais e artísticos, portanto a realização deste projeto será de grande valia para oportunizar aulas gratuitas de danças, declamação e chula e tambem proporcionar entretenimento, conhecimento e cultura. Diante do exposto, solicitamos encarecidamente que a análise desta proposta seja feita levando em consideração todas estas necessidades e anseios, além do que já foi mencionado nos itens anteriores. Pedimos que a proposta seja aprovada, pois somente com a obtenção dos recursos provenientes da Lei de Incentivo a Cultura conseguiremos concretizar nossos objetivos de realizar os espetáculos e apresentações de danças, para transformar em realidade um sonho que é de todos: dançarinos, entidade, público e sociedade em geral. Informamos que não haverá distribuição de ingressos pois em todos os rodeios artísticos e FEPART a entrada é aberta ao público em geral, sem cobrança de qualquer valor. Desde já agradecemos a compreensão, colaboração e o possível deferimento.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO Resumo do projeto pedagógico e dos conteúdos a serem ministrados nos ensaios técnicos para as apresentações nos rodeios artísticos e no Festival Paranaense de Arte e Tradição - FEPART: As principais danças são as abaixo relacionadas e para cada apresentação são escolhidas algumas delas a critério do instrutor, visando a melhor formatação e duração dos espetáculos. Quanto as danças tradicionais gaúchas: Anú: Divide-se em duas partes distintas: uma para ser cantada e outra para ser sapateada. É dança de pares soltos mas não independentes. É grave e viva ao mesmo tempo, na parte cantada é cerimoniosa e na sapateada realiza evoluções bastante marcantes. Balaio: Dança folclórica brasileira, originária do Nordeste. Trata-se de dança sapateada e, ao mesmo tempo, de conjunto. Além do sapateio destaca-se a formação de rodas que giram. Cana Verde: Originária de Portugal, se tornou popular em vários estados brasileiros e adquiriu formas locais em cada região. Os pares postam-se frente a frente, executam uma marcação de passos para os lados e após, tomados pelo braço, giram em torno de si mesmos. Num segundo momento fazem o mesmo com os demais dançarinos trocando de pares em evoluções através do círculo formado pelos pares. Caranguejo: Há referências sobre esta dança em todo o Brasil desde o século XIX. É uma dança grave, de pares dependentes, lembrando bastante o minueto. Chimarrita: Dança folclórica gaúcha trazida para o Sul do Brasil pelos colonos portugueses das Ilhas dos Açores, no século XVIII. Dança de pares em fileiras opostas. Chimarrita Balão: Pode ser uma variação do "balão" dançado em Portugal ou do "balão faceiro", dançado no Brasil, porém muito diferente da Chimarrita. Maçanico: Dança catarinense, das lagoas do Imaruí, nasceu para homenagear a batuíra, pesca-em-pé, ou maçanico, pássaro migratório que passa os verões no Sul do Brasil. Sua corridinha para lá e para cá, à beira da lagoa, tentando pescar, inspirou alguns passos da dança. Pau de Fitas: É tida como dança universal, pois não se consegue encontrar o ponto geográfico de origem. Provavelmente venha da dança das fitas evidenciando as solenidades de culto às árvores entre os povos primitivos. Hoje dança-se em torno de um mastro, formando figuras com as fitas de acordo com as evoluções dos dançarinos que levam as fitas, em duas cores, uma para os homens e outra para as mulheres, nas mãos fazendo os entrelaçamentos. Pezinho: Originária de Portugal e Açores é vivaz e alegre, com características de ingenuidade infantil. Os dançarinos apresentam duas partes: na primeira há uma marcação dos pés e na segunda os pares giram em torno de si próprios, tomados pelo braço. Rancheira de Carreirinha: É uma variante de rancheira, dançada grupalmente. Rilo: Juntamente com as country dance (contradança), Paris importou da Escócia um reel em formação de roda, utilizando a figura do 8. Nos salões brasileiros, em torno de 1850, era muito dançado, passando para o nome aportuguesado "rilo". Roseira: Uma das danças regionais sul-riograndenses onde se percebe maior parentesco com danças regionais de Portugal. Coreografia muito rica onde os pares dançam soltos, outras de mãos dadas em ritmo rápido, outras há a execução de um namoro com gestos lentos e delicados e uma última parte onde, através de evoluções os homens e mulheres, trocam com todos os outros pares da roda até reencontrar seu par original. Sarrabalho: Tem origem na Ibéria. Trata-se de um sapateado, em que os dançarinos vão castanholando com os dedos, em pares soltos, com o homem parecendo perseguir a mulher. Tatu de Castanholas: Música folclórica cuja coreografia foi criada posteriormente utilizando-se de sapateios já existentes em outras danças, mas que adquiriram uma forma especial quando os pares soltos alternam sapateios e evoluções chamadas passeios. Tatu com volta no meio: Originalmente, o Tatu não tinha a "volta no meio". Consistia num sapateado de pares soltos sem maiores características. A volta no meio foi introduzida na metade do século XIX. Tirana do lenço: Dança espanhola muito difundida na América Latina, na qual os dançarinos são pares soltos que entre passeios e sapateios dos homens e sarandeios das mulheres, agitam pequenos lenços na indicação de uma conquista entre o homem e a mulher. Xote de Carreirinha: Dança folclórica gaúcha, originária do schottinh trazido pelos imigrantes alemães. Na primeira parte da dança, os pares desenvolvem uma pequena corrida compassada, o que deu razão ao nome da dança: carreirinha. Xote Inglês: Dança de salão difundida nas cidades brasileiras no final do século XIX, por influência da cultura inglesa. Começou pelos centros urbanos, executado ao piano e ganhou o interior já executado na gaita. Xote de duas damas: É uma variante do xote, em que um peão dança com duas prendas, possivelmente reproduzindo o que acontecia na Alemanha. Em São Paulo, na década de 1920, dançou-se um xote militar com duas damas. Diz-se que teve origem num momento em que por causa das guerras haviam poucos rapazes nos bailes. Coreografias especiais como as de "entrada" e "saída" para os espetáculos: criadas utilizando-se temas como fatos históricos, lendas ou folclore brasileiro. Quanto a dança da chula: Chula: Uma lança é colocada no chão e os desafiantes posicionam-se um em cada lado, em suas extremidades. Eles sapateiam de diversas formas e, após realizar uma sequência de passos, outro dançarino vai executar os movimentos e deve realizar de forma mais difícil que o anterior. Tudo isso acontece sob a música de uma gaita gaúcha. O dançarino que vence o desafio é aquele que realiza uma coreografia mais elaborada. Quanto as danças gaúcas de salão: Vaneira: Dança de origem afro-cubana, difundida na Espanha, conhecida também como Havaneira. É composta por um tema mais romântico geralmente é chamada de Vaneirinha, já quando o tema tratar dos feitos, usos e costumes gaúchos, e a música passar a ser executada em um ritmo acelerado, chama-se Vaneirão. Vaneirão: como citado acima, acompanha as características da vaneira, porém com ritmo mais acelerado. Chamamé: Em Guarani quer dizer Improvisação. Pode ser dançado aos pares ou sapateado. Importante ressaltar é a versatilidade deste gênero, que vai desde um calmo chamamé-canção em tom maior ou menor, a um chamamé em andamento bastante rápido quase uma polca. Bugio: A coreografia do Bugio é também peculiar, pois os passos da dança imitam o caminhar do macaco: pequenos saltos, ora para a esquerda, ora para a direita. Milonga: Dança urbana de Buenos Aires, da mesma geração do Tango, mas com melodia e ritmo mais leves. Pode falar de temas de amor ou cantar a lida de campo e seu cotidiano. Dança-se com dois passos e uma marcação. Chote: Esta é uma dança de procedência francesa com nome escocês. O compasso do Schottisch sofreu aqui algumas mudanças que são naturais a qualquer manifestação cultural que tenha migrado de um continente a outro. O chote dá condições para que os pares dancem de maneira figurada realizando as mais variadas coreografias com vivacidade e alegria. É dançada em todo o Brasil. Valsa: Rainha das danças de pares enlaçados. Sua história é remota. As danças Rústicas Alpinas (Áustria) representam sua origem mais recentemente conhecida. No Brasil, no Primeiro e Segundo Impérios, a valsa era muito dançada e até hoje é muito apreciada. Rancheira: É uma versão nacionalizada da Mazurca (Dança de origem polonesa) na Argentina, Brasil e Uruguai. No estilo da fronteira dança-se a Rancheira bem marcada com batida de toda a planta do pé no chão, assemelhando-se assim os movimentos dos pares a um valseado. Quanto a declamação: O declamador escolhe uma poesia, de algum escritor gaúcho, condizente com sua faixa etária, e juntamente com seu instrutor aperfeiçoam a forma de expressar a poesia com muito sentimento.
Tendo em vista que o projeto tem como um dos objetivos difundir a cultura gaúcha, e para garantir a acessibilidade de idosos, dos portadores de necessidades especiais, pessoas com dificuldade de locomoção, deficiência visual e auditiva, entre outras, faremos algumas considerações e apresentaremos as propostas para cumprirmos com o requisito da acessibilidade: 1 - Os produtos deste projeto, especificamente são 3 apresentações em rodeios artísticos e outra no FEPART, que são organizados pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho do Paraná, juntamente com o CTG da cidade do evento. Nestes rodeios, não temos como criar outras medidas além das que já existem e são obrigatórias nos locais: quanto a acessibilidade física, por exemplo, todos os locais onde são realizados os eventos possuiem rampas de acesso, banheiros adaptados, vaga exclusiva para estacionamento de pessoas com dificuldade de locomoção, vaga para idosos, etc. Geralmente são realizados em espaços públicos, como ginásios de esportes e centro de eventos dos Municípios. 2- Quanto as aulas/ensaios para os dançarinos, chuleadores e declamadores, as mesmas são realizadas na sede da própria entidade, sendo que o CTG Tarca Nativista, em respeito à Lei Nº 10.098/2000 que estabelece normas e critérios para promover a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mantém em sua sede: Estacionamento: 01 vaga exclusiva, próxima aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizada, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção. Edifício: Devidamente adequado para receber pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, pois os acessos ao interior do edifício estão livres de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que dificultem a acessibilidade. Banheiro: 01 banheiro feminino e 01 masculino com equipamentos e acessórios que possam ser utilizados por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. 3- Por enquanto, não temos nenhum aluno portador de qualquer tipo de deficiência para que se faça necessário, durante as aulas/ensaios tradutores de libras. 4- Apesar dos locais dos ensaios e das apresentações nos rodeios serem acessiveis a todos, sabemos que as pessoas com deficiência fisica, visual, auditiva, mental ou intelectual, como tambem os idosos , têm dificuldade de participar destes eventos, pois na maioria dos casos, eles são dependentes de outras pessoas. Diante disso, para cumprirmos com nossa responsabilidade social, e aumentar o número de pessoas beneficiadas pela cultura gaúcha, principalmente dos que moram em nosso município, faremos apresentações de danças tradicionais, danças de salão, chula e declamação, nos locais onde estão concentrados estas pessoas. No caso específico deste projeto, levaremos a cultura gaúcha nos seguintes locais: - LAR DOS IDOSOS SÃO FRANCISCO DE ASSIS. Rua Salgado Filho, 789, Bairro Pinheiros, Pato Branco PR. Hoje residem no lar, aproximadamente, 40 idosos. - ESCOLA MUNICIPAL ROCHA POMBO. Rua Paraná, 173, Bairro Santa Terezinha, Pato Branco PR. A escola atende alunos com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA). - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE PATO BRANCO: Travessa Borges, 152, Bairro São Vicente, Pato Branco PR. - ASSOCIAÇÃO DE CEGOS TANCREDO DE ALMEIDA NEVES: Rua Barão do Rio Branco, 350, Centro, Pato Branco PR. - POLO DE EDUCAÇÃO BILINGUE DE SURDOS DE PATO BRANCO: Rua das Garças, 677, Bairro Planalto, Pato Branco PR. Entendemos que levando os dançarinos, chuleadores e declamadores nestes locais, para fazerem suas apresentações, em datas a serem definidas juntamente com os diretores de cada entidade, será muito mais produtivo, o resultado será muito melhor e atingiremos o objetivo social de acessibilidade tanto física como de conteúdo. Importante ainda que nestes locais já existem pessoas capacitadas e treinadas para auxiliá-los, tradutores de libras, etc, havendo assim maior interação e participação de todos nas atividades culturais, alcançando assim inclusão social. Estas apresentações serão comprovadas por meio de fotos, vídeos e declaração do responsável legal de cada entidade. Quanto aos custos referente as medidas de acessibilidade, utilizaremos o item de despesas administrativas para pagar eventuais despesas com combustível para deslocamento até as entidades acima descritas para apresentações. Tambem utilizaremos do mesmo item orçamentário para pagamento de eventual tradutor de libras, porém como as apresentações serão feitas nas escolas/entidades onde já tem os tradutores de libras, provavelmente não teremos este custo.
A proposta irá adotar as seguintes ações de democratização de acesso: Nos rodeios artísticos e no FEPART serão permitido a captação de imagens e a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, de acordo com o inciso IV, do artigo 21 da Instrução Normativa nº 05/2017 do MINC. Também cada CTG que sedia o evento, transmite as apresentações, ao vivo, nas redes sociais. Importante salientar que em todos os rodeios e no FEPART, a entrada é franca e aberta ao público, podendo assistir as apresentações, todos que procuram entretenimento e apreciam os espetáculos artísticos e culturais. Os ensaios técnicos que ocorrem na sede da entidade, são gratuitos, não sendo cobrado dos dançarinos, chuleadores e declamadores, qualquer taxa para participar das aulas. Os ensaios são aberto ao público. Todos que tiverem interesse pela cultura gaúcha poderão participar, sem discriminação de sexo, raça, classe social, religião, etc. Como mencionado no item ACESSIBILIDADE, serão feitas apresentações, de forma gratuita, em entidades no município de Pato Branco PR, que atendem pessoas com deficiencia física, visual, auditiva, mental e intelectual, além de entidade que atendem idosos.
1. DIRIGENTES a) Os atuais dirigentes da entidade são: ·Patrão (presidente): Ildo Luiz Borsatti, CPF 304.047.899-00, RG 1.667.918 SSP/PR, empresário, residente e domiciliado na Rua Araribóia, 1441, Bairro La Salle, Pato Branco PR, CEP 85505-038, telefone (46) 99102-1939, e-mail angelaborsatti@gmail.com; ·Vice Patrão (vice-presidente): Enio José Spinello, CPF 514.070.199-53, RG 10.120.099-0 SSP/PR, empresário, residente e domiciliado na Rua Tamoio, 511, apartamento 802, Centro, Pato Branco PR, CEP 85.501.067, telefone (46) 99972-0005, e-mail: eniospinelo@gmail.com; ·1º agregado das pilchas (1º tesoureiro): Giovani Rios, CPF 016.314.429-02 e RG 6.781.830-0 SSP/PR, engenheiro civil, residente e domiciliado na Rua Antonio Lorenzetti, 157, Pato Branco PR, CEP 85507-734, telefone (46) 99982-0579, email: giovanirios_2@hotmail.com; ·2º agregado das pilchas (2º tesoureiro): Gilmar Alves de Mello, CPF 847.645.709-04 e RG 5.986.671-0 SSP/PR, administrador de empresas, residente e domiciliado na Rua Sergipe, 23, apto 103, Bairro La Salle, Pato Branco PR, CEP 85505-250, telefone (46) 99102-8899, email: compras2@sulpneuspb.com.br; ·1ª sota capataz (1ª secretária): Fabiane Stela Covatti Toffolli, CPF 906.019.719-49 e RG 5.354.824-5 SSP/PR, advogada, residente e domiciliada na Rua Roaldo Carraro, 248, Vila Isabel, Pato Branco PR, CEP 85504-310, telefone (46) 99911-0011, e-mail: fabiane@vividense.com.br; ·2ª sota capataz (2ª secretária): Roseane Chioquetta, CPF 020.039.239-50 e RG 5.988.491-8 SSP/PR, farmacêutica, residente e domiciliada na Rua Presidente Costa e Silva, 31, Bairro La Salle, Pato Branco PR, CEP 85505-080, telefone (46) 99114-9059, e-mail: roseane.chioquetta@hotmail.com; Os dirigentes acima relacionados, atuarão neste projeto em todos os processos e etapas, ou seja: · Gestão administrativa: realizarão toda a parte organizacional, planejamento das ações institucionais, elaboração de cronogramas de atividades, controle de prazos, acolhimento dos dançarinos/participantes e contratação de instrutores capacitados para a criação e desenvolvimento das apresentações · Gestão técnico financeira: farão a elaboração de plano de ação para captação de recursos, elaboração de cronograma de desembolso financeiro, prestação de contas e envio de documentação necessária para o cumprimento da lei de incentivos fiscais utilizados neste projeto. 2. DEPARTAMENTO ARTÍSTICO O Departamento Artístico do CTG atuará no projeto de forma a garantir um bom relacionamento entre os dançarinos/participantes/instrutores/dirigentes e fará a assessoria aos grupos de danças, possuindo estrutura executiva composta pelos seguintes cargos: · Diretora Artística que realizará a coordenação geral do departamento e dos coordenadores dos grupos de danças; · Coordenadores de Grupos de Danças, que serão responsáveis pelo controle de frequências dos dançarinos, ensaios, horários, pesquisa de fornecedores para confecção de figurinos, maquiagem, etc. Observação: tanto os dirigentes eleitos quanto os integrantes do departamento artístico do CTG Tarca Nativista prestam serviços voluntários para a entidade, executando-os com comprometimento e responsabilidade. 3. INSTRUTORES DE DANÇAS Os instrutores são os responsáveis pela criação e desenvolvimento das apresentações, incluindo a criação de coreografias, escolha dos repertórios musicais, figurinos e maquiagens, execução dos ensaios entre outras atividades relacionadas ao cargo. Os atuais instrutores (os quais são remunerados) são: · Jonas de Freitas Rodrigues – danças tradicionais gaúchas; · Jonas de Freitas Rodrigues – danças de chula; . Samuel Evaristo Bebber - declamação; · Rafael Roncaglio – danças gaúchas de salão.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.